Autor: Leandro Amorim

  • Clippers no caos: só Garland e Ty Lue garantidos na próxima temporada

    Clippers no caos: só Garland e Ty Lue garantidos na próxima temporada

    Olha, eu não sei se fico impressionado ou preocupado com a situação dos Clippers. Depois da eliminação dolorosa no play-in contra o Warriors, só duas pessoas têm vaga garantida em LA na próxima temporada: Ty Lue e Darius Garland. Isso mesmo, só eles dois num time que sonhava com título há poucos meses.

    Ty Lue tá tranquilo — tem contrato até 2029 como técnico. Garland também, assinado até 2028 depois daquela troca maluca que mandou James Harden embora no deadline de fevereiro. O resto? Tudo incerto, meu amigo.

    Kawhi Leonard no limbo total

    E aí que mora o perigo. Kawhi Leonard ainda tem um ano de contrato, mas os Clippers precisam decidir se estendem ou se mandam ele pro espaço numa troca. Tem até uma investigação da NBA rolando sobre uma possível violação do salary cap envolvendo o contrato do Leonard — coisa séria.

    “Acho que vamos ficar numa boa”, disse Kawhi depois da derrota. “Não tô estressado.” Cara, eu ficaria. A franquia acredita que não vai dar em nada, mas investigação da NBA nunca é brincadeira.

    O draft lottery no dia 10 de maio pode mudar tudo. Se a pick dos Pacers não cair no top 4, os Clippers pegam a quinta ou sexta escolha. E isso pode influenciar se o Kawhi e a diretoria decidem tentar mais uma vez juntos.

    Elenco inteiro na corda bamba

    John Collins vai virar agente livre irrestrito. Bennedict Mathurin quer ser titular (e quem não quer, né?). Bradley Beal deve voltar da cirurgia no quadril, mas tem opção de jogador no contrato.

    Veteranos como Nicolas Batum, Brook Lopez e Bogdan Bogdanovic? Todos com opções de time que os Clippers podem simplesmente não renovar. É praticamente um time novo sendo montado do zero.

    Sinceramente, eu não sei o que pensar dessa situação. Cinco temporadas consecutivas sem uma vitória sequer de série de playoffs desde que chegaram nas finais do Oeste em 2021. Isso dói, cara.

    Vocês acham que vale a pena os Clippers continuarem apostando no Kawhi, considerando o histórico de lesões e essa investigação? Ou é hora de recomeçar de vez?

  • Nuggets x Pacers no México: a NBA definiu o jogaço de 2026

    Nuggets x Pacers no México: a NBA definiu o jogaço de 2026

    Galera, saiu o jogo! A NBA acabou de confirmar que Denver Nuggets e Indiana Pacers vão se enfrentar na Cidade do México em 7 de novembro de 2026. E olha, essa vai ser uma partida bem interessante pelos motivos que vou explicar.

    Primeiro, vai ser o 35º jogo da NBA no México desde 1992 — cara, isso é muita história! E o mais legal é que vai rolar durante o Día de los Muertos, então imaginem a atmosfera. Quadra temática, torcida mexicana vibrando… vai ser absurdo.

    O retorno do Haliburton

    Agora vem a parte que me deixa mais curioso: Tyrese Haliburton deve estar 100% para esse jogo. O cara perdeu a temporada inteira 2025-26 se recuperando daquela lesão no tendão de Aquiles que ele sofreu no Jogo 7 das Finais de 2025. Imaginem a pressão psicológica — primeiro jogo internacional depois de uma lesão dessas?

    Os Pacers tiveram uma temporada horrorosa (19-63), praticamente garantindo uma escolha alta no Draft de 2026. Será que conseguem se reerguer até lá? Sinceramente, acho que vai depender muito de como o Haliburton volta.

    Jokić dominando as Américas

    Do lado do Denver, temos o monstro Nikola Jokić — três vezes MVP e que fechou a temporada com triple-double de média. O sérvio já jogou no México uma vez e deve estar doido para mostrar serviço de novo.

    Os Nuggets são uma das forças do Oeste, então na teoria chegam como favoritos. Mas jogos internacionais têm dessas — a atmosfera diferente, o fuso horário, a pressão de representar a liga… tudo pode acontecer.

    E vocês, o que acham? Haliburton consegue fazer um grande retorno ou a pressão vai pesar? Jokić vai dominar como sempre ou os Pacers têm chance de criar uma zebra histórica?

    Uma coisa é certa: a Arena CDMX vai estar pegando fogo. E nós aqui no Brasil vamos poder acompanhar tudo pela ESPN. Já tô marcando na agenda!

  • Cavs nos playoffs: essa rotação pode dar certo contra os Raptors?

    Cavs nos playoffs: essa rotação pode dar certo contra os Raptors?

    Cara, chegou a hora da verdade para o Cleveland Cavaliers. Oito anos de altos e baixos, desde a saída do LeBron, passando pela chegada do Donovan Mitchell em 2022, aquele vexame contra o Pacers ano passado… e agora com o James Harden no lugar do Darius Garland desde fevereiro.

    Sinceramente? Nunca vi esse time tão completo quanto agora. É literalmente agora ou nunca para eles — e tudo começa contra o Toronto Raptors no sábado.

    O quinteto titular que pode dar certo

    Kenny Atkinson tem uma decisão difícil pela frente, mas na minha opinião ele deveria apostar em: Harden, Mitchell, Dean Wade, Evan Mobley e Jarrett Allen.

    Olha só que absurdo: nas 75 posses que esses cinco jogaram juntos, o Cavs teve um net rating de +38.9. É uma amostra pequena, mas cara… que números são esses?

    O Harden e o Mitchell já sabemos — dupla explosiva que pode resolver qualquer jogo. Mas é na defesa que esse quinteto fica monstruoso. Wade, Mobley e Allen formam uma muralha que ninguém passa fácil. Quando esses três estão em quadra juntos, a defesa do Cavs tem rating de 99.4. Para um time que patinou defensivamente durante boa parte da temporada, apostar nos seus melhores defensores faz todo sentido.

    O banco que pode fazer a diferença

    Saindo do banco, eu escalaria Sam Merrill, Max Strus, Keon Ellis e Jaylon Tyson. Pode parecer pouco conhecido para quem não acompanha de perto, mas esses caras são peças fundamentais.

    Merrill e Strus são especialistas no arremesso de 3 e trazem aquela pegada que todo time precisa nos playoffs. O Strus principalmente — o cara já passou por playoffs importantes e sabe fazer as jogadas certas na hora H.

    Agora, o Keon Ellis virou uma revelação defensiva, monstro! O cara pressiona a bola o tempo todo, rouba um monte e ainda acerta 36% das bolas de 3. Já o Tyson foi uma das poucas coisas boas quando o Cavs estava patinando no início da temporada.

    A grande decisão: deixar Schroder de fora

    E aí, vocês concordam em deixar o Dennis Schroder fora da rotação principal? Eu sei que é polêmico, mas o alemão não tá bem desde que chegou — só 40% nos arremessos de quadra e 29% de 3.

    Claro que o Atkinson pode usar ele em momentos específicos (experiência de playoffs nunca é demais), mas como titular fixo? Acho que não rola.

    Olha, na minha visão esse Cavaliers tem tudo para fazer barulho nesses playoffs. Profundidade no elenco, estrelas no seu auge, experiência… só falta encaixar as peças certas. E começar bem contra os Raptors é fundamental — porque se bobear logo de cara, já era.

    Será que o Atkinson vai ter coragem de fazer essas escolhas? Playoffs é isso aí — hora de apostar nas cartas certas.

  • Allen admite que joelho ainda dói, mas garante: ‘Está melhor’

    Allen admite que joelho ainda dói, mas garante: ‘Está melhor’

    Olha, eu vou ser sincero: quando vi o Jarrett Allen falando sobre o joelho dele após o treino de quinta, bateu uma preocupação. O cara é fundamental pro Cleveland e a gente sabe que ele vem sofrendo com lesões nesta temporada.

    “Está melhor”, foi a resposta dele quando perguntaram sobre o joelho machucado. Allen se lesionou no início de março durante a vitória contra o Detroit Pistons e, cara, deu pra perceber que ele voltou meio mancando mesmo. O pivot admitiu na época que estava jogando com dor — e quem acompanha NBA sabe que isso nunca é bom sinal.

    A real sobre as condições físicas

    Mas o que me chamou atenção foi a honestidade do Allen. Quando perguntaram se ele estaria limitado de alguma forma, o cara não enrolou:

    “Eu estaria mentindo se dissesse que espero estar 100%. Não acho que ninguém esteja 100% entrando nos playoffs. É assim mesmo.”

    Essa é a realidade crua da NBA, pessoal. Todo mundo joga machucado nos playoffs — mas tem diferença entre estar com uma fisgada e estar com o joelho pedindo arrego.

    Temporada complicada para o pivot

    E sinceramente? Foi uma temporada bem complicada pro Allen do ponto de vista físico. O cara jogou o menor número de jogos da temporada regular na carreira dele — apenas 56 partidas. Foram lesões nas mãos, nos joelhos… uma coisa atrás da outra.

    Mesmo assim, quando conseguiu jogar, mostrou serviço: 15.4 pontos e 8.5 rebotes por jogo, com impressionantes 63.8% de aproveitamento nos arremessos. Números de gente que sabe o que tá fazendo no garrafão.

    O Cleveland descobriu nesta temporada que é muito melhor time quando o Allen está em quadra e sendo protagonista. Agora a pergunta que fica é: ele vai conseguir manter esse nível nos playoffs mesmo mancando?

    Os Cavs estreiam na primeira rodada contra o Toronto Raptors no sábado à tarde. E aí, vocês acham que o Allen aguenta o tranco da pós-temporada com esse joelho machucado? Eu torço pra que sim, porque sem ele em alto nível, fica difícil pro Cleveland sonhar alto.

  • Nuggets e Pacers vão jogar no México — e vai ser no Dia dos Mortos!

    Nuggets e Pacers vão jogar no México — e vai ser no Dia dos Mortos!

    Olha, eu sabia que a NBA estava expandindo cada vez mais globalmente, mas essa me pegou de surpresa. Denver Nuggets e Indiana Pacers vão se enfrentar no México no dia 7 de novembro, e cara, a data não podia ser mais perfeita — bem na semana do Día de los Muertos!

    Sinceramente, acho genial essa estratégia da liga. O México já recebeu 34 jogos da NBA desde 1992, e este será o 35º. Pra vocês terem noção, tirando EUA e Canadá, nenhum país no mundo recebeu mais jogos da NBA que o México. Isso mostra como os hermanos são apaixonados pelo basquete americano.

    Denver volta depois de 20 anos

    Os Nuggets já jogaram lá uma vez — foi em 2006, um amistoso de pré-temporada contra o Golden State em Monterrey. Ou seja, faz 20 anos! Já pensaram como era diferente aquele time? O Carmelo Anthony ainda estava lá, mano.

    Já os Pacers vão pela primeira vez. Eles serão a 23ª franquia da NBA a pisar em solo mexicano. E olha que timing — com o Tyrese Haliburton voando na temporada passada, os caras vão chegar lá com moral alta.

    Estratégia global que tá funcionando

    O Raul Zarraga, vice-presidente da NBA para América Latina, falou uma coisa interessante: esse jogo aproxima o basquete global dos fãs locais e de toda a América Latina. E faz sentido mesmo — quantos brasileiros não vão viajar pro México só pra ver um jogão da NBA ao vivo?

    A propósito, a liga também vai rolar jogos em Paris e Manchester na próxima temporada. Tá virando uma Copa do Mundo da NBA, praticamente. Eu até entendo a estratégia de crescimento, mas confesso que sinto um pouco de saudade daquela época em que a NBA era mais “americana”, sabe?

    E aí, quem de vocês toparia uma viagem relâmpago pro México pra ver esse jogaço? Imagina só: Nikola Jokić fazendo suas jogadas de gênio enquanto o público mexicano vai à loucura. Vai ser épico!

  • Curry vira super-herói e Warriors se salvam no Play-In numa loucura

    Curry vira super-herói e Warriors se salvam no Play-In numa loucura

    Cara, o Stephen Curry simplesmente não envelhece. Aos 38 anos, o cara continua sendo pura magia na quadra — e ontem à noite foi mais uma prova disso.

    Os Warriors estavam praticamente mortos. 13 pontos atrás no último quarto contra os Clippers, no jogo eliminatório do Play-In Tournament. Aí o Chef resolveu cozinhar. 35 pontos no final das contas, virada épica e vitória por 126-121. Os Clippers foram eliminados (e Oklahoma City ganhou uma loteria pick de brinde), enquanto Golden State avança pra enfrentar o Phoenix na sexta.

    O cara é uma lenda viva

    Olha, eu já vi o Curry fazer muita coisa absurda ao longo desses anos. Mas cara, de alguma forma ele sempre consegue superar as próprias loucuras. Teve apenas 8 pontos no primeiro tempo — normal pra ele começar devagar — mas no terceiro quarto meteu 16 pontos de uma vez. No quarto período, mais 11 e a virada histórica.

    Steve Kerr falou uma parada que resume tudo depois do jogo: “É pra isso que o Steph voltou. Todo mundo achando que ele deveria ter ficado de fora o resto da temporada… isso aqui é o que ele faz, é quem ele é.”

    Sinceramente, faz todo sentido. O cara ficou 27 jogos fora, voltou há menos de duas semanas e já tá fazendo essas coisas. É surreal.

    Aqueles arremessos impossíveis

    Não é só a quantidade de pontos, né? É o COMO ele fez. Teve uma cesta de três no terceiro quarto, um step-back por cima do John Collins que nem faz sentido fisicamente. O Kristaps Porzingis (que também jogou muito, diga-se) só riu de desespero no banco vendo aquilo.

    E a cesta que praticamente selou a vitória? Mais um arremesso impossível com menos de um minuto no relógio. Puro Curry sendo Curry.

    Agora é Phoenix na sexta-feira. Jogo único, vale vaga nos playoffs pra enfrentar o Thunder na primeira rodada. E olha… eu sei que pode soar meio doido, mas depois de ver o show de ontem, será que os Warriors não podem mesmo dar trabalho pro Oklahoma? Com o Curry assim, qualquer coisa pode acontecer.

    O que vocês acham? Dá pra sonhar com mais uma arrancada histórica dos Warriors nos playoffs, ou é pedir demais pro Chef aos 38 anos? Uma coisa é certa: enquanto o Curry estiver jogando assim, vale a pena assistir cada minuto.

  • Era Kawhi Leonard no Clippers chegou ao fim — e que fim trágico

    Era Kawhi Leonard no Clippers chegou ao fim — e que fim trágico

    Cara, eu não sei vocês, mas eu tô aqui tentando digerir essa eliminação bizarra do Clippers. Perderam pro Warriors ontem à noite e, olha, parece que finalmente chegamos ao fim da era Kawhi Leonard em Los Angeles — e que final mais poético (e trágico) que isso.

    Vamos aos fatos que deixam qualquer um de queixo caído: em 2019, o Clippers tinha o Shai Gilgeous-Alexander — que, sinceramente, tá aí mostrando que é um dos melhores jovens da liga. O que fizeram? Trocaram ele (junto com outras peças) pra conseguir o Paul George e, consequentemente, convencer o Kawhi a assinar. Sete anos depois, foram eliminados pelos Warriors e a pick que saiu naquela troca? Vai cair no sorteio. Se o Warriors ganhar na sexta, adivinha em que posição: 11ª. A MESMA posição do draft de 2019.

    Mano, se isso não é o basquete te trollando, eu não sei o que é.

    O ciclo infinito de decepções

    Vou ser honesto com vocês: acompanho NBA há anos e nunca vi um time com tanto talento individual conseguir ser tão… frustrante. É quase um Mad Lib mesmo, como disse o Sam Quinn. Troca aqui, lesão ali, expectativa lá em cima, eliminação precoce no final.

    Olha a lista de estrelas que passaram por lá nos últimos anos: Rajon Rondo, John Wall, James Harden, Bradley Beal. E o Chris Paul? Cara estava RADIANTE vendo o Clippers ser eliminado — imagina o nível de mágoa que ficou ali.

    E as lesões? Kawhi teve sua temporada mais saudável em anos, mas mesmo assim não rolou. O time mais velho da NBA sendo eliminado por caras ainda mais velhos que qualquer jogador do elenco deles. Stephen Curry e Al Horford simplesmente resolveram meter uma chuva de três pontos e tchau, Clippers.

    O Harden que não apareceu quando precisava

    Sinceramente, eu ainda não superei o fato de eles terem apostado TRÊS anos de controle do draft no James Harden. O cara que todo mundo sabia que some em jogos decisivos. E o que aconteceu? 7 pontos no jogo 5 crítico contra Dallas em 2024, e outros 7 pontos no jogo 7 contra o Denver no ano passado.

    Cara, 7 pontos. SETE. Num jogo 7 de playoffs. Eu fico pensando: será que alguém na diretoria do Clippers não viu os playoffs do Harden nos últimos anos? O cara é monstro na temporada regular, mas nos playoffs…

    E 2020? Aquela era pra ser A temporada. Iam mostrar pros Lakers quem mandava em LA. Resultado? Nem chegaram a jogar contra os Lakers — perderam pro Nuggets antes.

    E agora, é o fim?

    Olha, tecnicamente ainda não sabemos se acabou de vez, mas todos os sinais apontam pra isso. O Clippers já resetou o cronograma organizacional quando trocou Harden e o Zubac no deadline. Warriors até sondaram sobre o Kawhi, mas nada rolou.

    Quando perguntaram sobre uma possível extensão de contrato ontem, Kawhi foi evasivo: “Deixa eu chorar essa derrota mais um pouco”. E segundo fontes internas, a diretoria já não tá mais construindo em torno dele.

    Sem contar que ainda tem essa investigação da NBA sobre os negócios do Kawhi com a Aspiration. A liga pode até anular o contrato dele — imagina o plot twist.

    No fim das contas, foram anos de investimento pesado, apostas arriscadas e sonhos grandes. O resultado? Uma franquia que passou sete anos correndo atrás do próprio rabo, sempre chegando perto mas nunca conseguindo dar o último passo.

    E vocês, acham que o Kawhi fica ou finalmente vai embora? Porque, pela primeira vez em anos, eu genuinamente não faço ideia.

  • Luka e Cade conseguem recurso na NBA – e agora, quem leva o MVP?

    Luka e Cade conseguem recurso na NBA – e agora, quem leva o MVP?

    Olha só que reviravolta! Luka Dončić e Cade Cunningham conseguiram derrubar a regra dos 65 jogos da NBA e agora estão elegíveis para todos os prêmios da temporada, incluindo MVP e All-NBA. E o Anthony Edwards? Esse se ferrou – recurso negado.

    A liga anunciou ontem que tanto o Luka quanto o Cade se enquadraram na tal “cláusula de circunstâncias extraordinárias” do acordo coletivo. Sinceramente, eu não esperava que fosse dar certo, mas que bom que deu!

    Por que eles perderam jogos mesmo?

    O caso do Luka é meio emocionante, não vou mentir. O cara jogou 64 partidas, mas perdeu duas em dezembro porque voltou pra Eslovênia para o nascimento da filha. Mano, como você vai negar isso? É pai de primeira viagem, gente!

    Já o Cade teve azar mesmo – também com 64 jogos válidos porque saiu de uma partida em março com apenas 5 minutos após sofrer um pneumotórax (pulmão colapsado). Bagulho sério! Ficou fora 11 jogos na reta final.

    O Edwards tentou também com seus 61 jogos, mas tomou um não redondo. Às vezes a vida é assim mesmo.

    E agora, muda alguma coisa no MVP?

    Bom, nem o Luka nem o Cade devem ganhar o troféu de MVP – vamos ser realistas. Mas os dois provavelmente terminam no top 5, o que já é histórico pra caramba. E olha, ter seu nome entre os cinco melhores da temporada não é pouca coisa não.

    O mais provável é que ambos peguem uma vaga no All-NBA First Team. Pro Luka seria a sexta vez em oito temporadas (monstro demais), enquanto o Cade nunca conseguiu antes. Na pior das hipóteses, os dois garantem pelo menos um All-NBA, que já faz toda diferença no legado e no bolso também.

    Lakers e Pistons nos playoffs

    Agora, uma coisa é estar elegível pros prêmios, outra é estar disponível pros playoffs. O Luka continua machucado e foi até pra Espanha tratar a lesão no posterior da coxa. O JJ Redick falou que ele e o Austin Reaves estão “fora por tempo indeterminado”.

    Os Lakers estreiam sábado contra o Houston, mas com intervalos grandes entre os jogos. Se o LeBron conseguir esticar a série, quem sabe o Luka não volta?

    Já o Cade voltou a tempo e está 100% pros playoffs. Os Pistons conseguiram 60 vitórias pela primeira vez desde 2006 – mesmo sem ele no final da temporada. Absurdo!

    E aí, vocês acham que essa decisão da liga foi justa? Pra mim, nascimento de filho é motivo mais que suficiente pra perder jogo. Pneumotórax então, nem se fala!

  • Curry voltou machucado e mostrou por que é lenda: show no play-in

    Curry voltou machucado e mostrou por que é lenda: show no play-in

    Olha, eu sempre soube que o Curry era diferente, mas o que ele fez contra os Clippers foi de outro planeta. O cara ficou 27 jogos parado com lesão no joelho, quase encerrou a temporada mais cedo, e quando volta? Mete 35 pontos num jogo eliminatório. Trinta e cinco!

    “É pra isso que você trabalha o ano todo”, disse o próprio Steph depois da vitória por 126 a 121. E cara, ele tem razão. Mas vamos combinar — teve uma hora que eu pensei que não ia rolar.

    Primeiro tempo de fazer chorar

    O primeiro tempo foi sofrido. Curry acertou apenas 2 de 9 arremessos, levando pancada e reclamando da arbitragem. Dava pra ver a frustração no rosto dele. Eu tava aqui em casa pensando: “Será que foi cedo demais pra voltar?”

    Mas aí que tá a magia do Curry. Como o Kerr disse: “Ele pode estar tendo um jogo mediano, e de repente clica”. E quando clica, meu amigo…

    A virada do monstro

    Segundo tempo foi puro show. 16 pontos no terceiro quarto, mais 11 no último. O lance que decidiu foi um pull-up de três com 50 segundos restando, quebrando o empate em 117. Típico Curry — quando a pressão aperta, ele cresce.

    “Não tenho medo de errar, de perder bola. Você só continua tentando”, falou ele. E é exatamente essa mentalidade que faz a diferença. Quantos jogadores conseguem sair de um primeiro tempo ruim direto pra um show dessas proporções?

    O Draymond resumiu tudo: “A maioria das pessoas desistiria”. Mas não o Curry. Catorze anos jogando junto e o cara ainda se impressiona. “Ele é especial, cara muito especial”, disse o Green.

    Agora vem o Suns

    Kerr chamou essa de uma das suas vitórias favoritas em mais de dez anos treinando os Warriors. E olha, dá pra entender. Ver o seu astro voltar machucado e entregar isso numa partida decisiva… é por isso que a gente ama esse esporte.

    Sexta-feira tem Suns pela frente, e quem ganhar pega o Thunder. Sinceramente? Depois do que vi ontem, eu não duvidaria de mais nada vindo desse time dos Warriors. Quando o Curry tá assim, qualquer coisa pode acontecer.

    E vocês, acham que os Warriors conseguem ir longe nesse play-in? Porque depois desse show, eu tô começando a acreditar de novo…

  • Maxey brilha e Sixers pegam os Celtics nos playoffs

    Maxey brilha e Sixers pegam os Celtics nos playoffs

    Cara, que jogaço do Tyrese Maxey ontem! O garoto simplesmente resolveu o jogo contra o Orlando Magic e garantiu que o Philadelphia 76ers vai enfrentar o Boston Celtics na primeira rodada dos playoffs. 31 pontos em 42 minutos de quadra – isso é jogar até não poder mais.

    E olha, não foi só o Maxey que brilhou não. O rookie VJ Edgecombe fez um double-double de respeito: 19 pontos e 11 rebotes. O moleque das Bahamas jogou com uma intensidade absurda, até levou uma técnica por provocar o Jalen Suggs depois de uma bandeja espetacular. Mas ele mesmo admitiu depois: “Se eu tenho que jogar no perrengue pra gente ganhar, então vou jogar no perrengue mesmo”.

    Embiid no banco, mas ainda é dúvida

    A boa notícia é que Joel Embiid apareceu no banco pela primeira vez desde a cirurgia de apendicite na semana passada. Mas calma aí – ele ainda não tem previsão de volta pra série contra Boston. Sinceramente? Acho que os Sixers vão precisar de um milagre pra conseguir algo sem o The Process.

    O técnico Nick Nurse não tá iludido com a situação: “Não foi bonito, não foi fácil, mas chegamos até aqui. Agora temos que ver o que conseguimos fazer”.

    O desafio gigante contra os campeões

    Paul George foi direto ao ponto sobre o que vem pela frente: “A gente vai jogar contra campeões. É onde eles jogam o melhor basquete deles. São uma máquina bem azeitada”. E não tá mentindo – os Celtics são bicampeões e têm Jayson Tatum e Jaylen Brown no auge.

    Vocês acham que os Sixers conseguem incomodar Boston sem Embiid? Vai ser David contra Golias, mas no basquete a gente já viu cada reviravolta…

    Enquanto isso, o Magic vai ter que jogar contra o Charlotte Hornets na sexta em casa – quem ganhar pega o Detroit Pistons na sequência. Paolo Banchero teve uma noite para esquecer: 7/22 nos arremessos e 6 turnovers.

    A série Sixers x Celtics começa no domingo, 13h (horário de Brasília), no TD Garden. Três dias pra Philadelphia se preparar pro maior desafio da temporada. Vai ser monstro!