Autor: Leandro Amorim

  • Chris Paul manda a real pros Clippers após eliminação

    Chris Paul manda a real pros Clippers após eliminação

    Cara, o Chris Paul não perdoou. Literalmente poucos minutos depois dos Clippers serem eliminados dos playoffs, o CP3 foi lá no Instagram e mandou uma indireta que doeu na alma da franquia de Los Angeles.

    O veterano, que teve uma separação meio conturbada dos Clippers nesta temporada, não perdeu tempo. Logo após o Warriors meter 126 a 121 no Intuit Dome e eliminar LA, Paul postou aquele meme clássico — sabe qual é? O cara de terno preto e óculos escuros no velório, com aquela cara de “vim só pra ter certeza mesmo que morreu”.

    A treta que culminou nisso tudo

    Olha, eu até entendo o lado do CP3. O cara foi uma lenda dos Clippers entre 2011 e 2017, voltou em julho de 2025 achando que ia ter uma segunda lua de mel com o time… e deu no que deu.

    Paul jogou míseros 16 jogos antes de ser mandado pra casa durante uma viagem da equipe em dezembro. Os rumores dizem que ele se desentendeu feio com o técnico Ty Lue. Imagina a situação: um dos maiores armadores da história da NBA sendo simplesmente dispensado no meio da temporada?

    Depois disso, foi trocado pro Toronto, dispensado dias depois e decidiu pendurar as chuteiras. Triste demais ver uma carreira acabar assim, mas o cara pelo menos saiu dando a última palavra.

    Internet não perdoa

    A galera na internet pegou pesado com o meme do Paul. Um fã escreveu no X: “CP3 teve a última risada no ano da sua aposentadoria”. E sinceramente, eu acho que ele mereceu essa.

    Clippers sempre foi aquele time que promete muito e entrega pouco nos momentos decisivos. Ver eles sendo eliminados logo na primeira rodada, depois de toda essa confusão com uma lenda como o Chris Paul… é de doer.

    Vocês acham que o CP3 exagerou na provocação ou foi justo? Na minha opinião, depois de tudo que rolou, o cara tinha todo direito de mandar essa indireta. Aposentadoria é pra isso mesmo — falar a real sem se preocupar com consequências.

  • Spurs na real viveram só UM mês ruim na temporada histórica

    Spurs na real viveram só UM mês ruim na temporada histórica

    Cara, que temporada foi essa dos Spurs! Eles voltaram pros playoffs depois de 2019 e vão enfrentar o Portland domingo que vem. Mas olha, se tem uma coisa que toda equipe de verdade precisa passar é por uma fase difícil — e janeiro foi exatamente isso para San Antonio.

    Depois daquela performance absurda do Julian Champagnie contra os Knicks pra fechar 2025, veio a ressaca. Wemby machucou o oblíquo naquele jogo e perdeu os dois primeiros de janeiro. Ganharam dos Pacers (que tavam uma porcaria mesmo) mas perderam em casa pro Portland.

    O mês da montanha-russa

    E aí começou aquela fase que todo torcedor conhece: ganha dois, perde dois, repete o ciclo. Bateram no Lakers mesmo com o Luka fazendo mais um triple-double monstro (38-10-10, o cara é um absurdo), depois foram lá em Boston e venceram os Celtics numa temporada que ninguém esperava muita coisa deles sem o Tatum.

    Ah, e quem lembra do Jeremy Sochan provocando o Jared Vanderbilt depois do jogo dos Lakers? Cara é puro entretenimento, não tem como não gostar.

    Mas aí veio a realidade: perderam pros Timberwolves e Thunder na estrada. Normal, né? Dois times playoff, jogando fora de casa… só que deu pra sentir que alguma coisa não tava fluindo como antes.

    O jogo que quase mata do coração

    O mais louco de janeiro foi contra os Wolves em casa. Mano, os Spurs abriram 25 pontos no intervalo! Fizeram 48 no segundo quarto — era pra ser goleada histórica. Só que aí… bem, vocês conhecem Anthony Edwards, né?

    O maluco fez 26 dos 55 pontos dele só no último quarto. VINTE E SEIS! Virou o jogo completamente. Mas o Wemby careca (lembram dessa fase?) entrou em modo superestrela e salvou com 39 pontos. Foi emoção até os últimos segundos, daquelas que a gente envelhece cinco anos numa noite.

    E o final de janeiro? Ah, essa foi boa: jogo em Charlotte teve que ser antecipado pro meio-dia por causa de uma nevasca. Perderam nos minutos finais, ficaram presos pelo tempo mesmo assim e ainda tiveram que jogar no dia seguinte. Se não é azar, eu não sei o que é.

    Toda equipe boa precisa de adversidade

    Sabe o que eu acho? Janeiro foi fundamental para essa temporada histórica dos Spurs. Todo time que quer ser grande de verdade precisa passar por uma fase difícil e sair mais forte do outro lado.

    E foi exatamente isso que aconteceu. Depois desse mês complicado (8-7, nada demais mas longe do padrão da temporada), eles emplacaram uma sequência que poucos times na história da NBA conseguiram fazer.

    O que vocês acham? Às vezes não é meio necessário passar por umas pedradas pra time crescer mesmo? Porque olhando pra trás, parece que janeiro foi o preço que eles pagaram pra virar um candidato real ao título.

  • Dillon Brooks quer sangue: pediu Warriors no play-in dos Suns

    Dillon Brooks quer sangue: pediu Warriors no play-in dos Suns

    Cara, o Dillon Brooks não tá nem aí pra diplomacia. O cara literalmente falou que queria enfrentar os Warriors no play-in — e ainda deixou bem claro o porquê: “Steph e Draymond. Só isso. E o Steve Kerr.”

    Olha, eu adoro essa sinceridade brutal do Brooks. O maluco simplesmente assumiu que torcia pros Warriors passarem pelos Clippers na quarta só pra poder meter a porrada neles na sexta. É esse tipo de rivalidade que faz a NBA ser absurda.

    A treta histórica continua

    Quem acompanha sabe que essa história vem de longe. Quando o Brooks ainda estava no Memphis, ele tomou aquela suspensão famosa por meter uma falta criminosa no Gary Payton II nos playoffs de 2022. O Steve Kerr ficou puto da vida — e com razão.

    A última vez que se encontraram foi em fevereiro, quando o De’Anthony Melton fechou a porta na cara do Brooks e os Warriors viraram um jogo que estavam perdendo por 14. Imagina a raiva que o cara deve ter guardado desde então.

    Mas o mais louco é que agora o cenário mudou completamente. O Brooks chegou nos Suns naquela negociação maluca de junho passado, quando trocaram o Kevin Durant pro Houston pelos Rockets. E olha, o resultado tá aí: 20.2 pontos por jogo, melhor média da carreira dele.

    Warriors com cara nova também

    Do outro lado, os Warriors também não são mais os mesmos. O Kristaps Porziņģis ainda não jogou junto com o Curry — imagina a ansiedade do Brooks pra ver como vai ser essa química.

    Mas quando perguntaram pro Brooks sobre enfrentar o Curry, ele mostrou respeito: “Um dos melhores de todos os tempos. Contra quem mais você quer jogar numa partida de eliminação?”

    Sinceramente, eu tô achando essa humildade meio suspeita vindo do Brooks. O cara que falou “Steph e Draymond, só isso” não vai chegar mansinho no jogo. E vocês acham que ele realmente mudou ou tá só guardando a artilharia pesada pra sexta?

    Uma coisa é certa: preparem a pipoca. Quando Brooks e Warriors se encontram, nunca é um jogo qualquer. É guerra.

  • Ex-jogador da NBA vai se declarar culpado por vender informações do LeBron

    Ex-jogador da NBA vai se declarar culpado por vender informações do LeBron

    Olha só que história absurda: Damon Jones, que jogou 11 temporadas na NBA e foi assistente técnico do Cleveland Cavaliers, vai se declarar culpado de apostas esportivas ilegais. E não é qualquer coisa não — o cara estava vendendo informações privilegiadas sobre jogadores, incluindo o próprio LeBron James.

    Jones estava trabalhando como treinador pessoal de arremesso do LeBron quando tudo isso aconteceu. Imagina a confiança que o King depositava nele, e o cara usando isso pra ganhar uma grana nas apostas? Sinceramente, é de dar nojo.

    O esquema era mais sujo do que você imagina

    O FBI descobriu essa bagunça toda em outubro passado, numa investigação que resultou em mais de 30 prisões. Jones está envolvido em dois casos separados — um sobre informações privilegiadas (que é onde ele vai se declarar culpado) e outro ainda mais pesado envolvendo jogos de pôquer ilegais com ligação à máfia. Nesse segundo caso, até o Chauncey Billups tá metido.

    Mas vamos focar no primeiro caso, que é onde a coisa fica realmente nojenta. Em fevereiro de 2023, no dia de um jogo entre Lakers e Bucks, Jones mandou uma mensagem pra um comparsa dizendo algo como: “Faz uma aposta grande no Milwaukee hoje antes da informação vazar! [Jogador 3] está fora hoje. Aposta o suficiente pro Djones comer.”

    Esse “Jogador 3” era o LeBron, que acabou não jogando naquela noite. Os Lakers perderam por 115-106. Vocês acham que é coincidência?

    Terry Rozier também tá na sujeira

    Jones não tava sozinho nessa. Terry Rozier, que jogava no Charlotte Hornets na época, também tá sendo processado no mesmo caso. O cara supostamente passou informação privilegiada sobre ele mesmo sair mais cedo de um jogo por causa de uma lesão no pé, em março de 2023.

    Os apostadores usaram essa informação pra apostar mais de 200 mil dólares em apostas “under” do Rozier — ou seja, apostaram que ele não ia atingir certas estatísticas. E olha que ele jogou apenas nove minutos naquele jogo. Que coincidência, né?

    O Miami Heat dispensou o Rozier no início do mês, e ele ainda tá afastado da NBA. Tanto ele quanto Jones inicialmente se declararam inocentes, mas agora Jones vai mudar o tom.

    A audiência tá marcada

    A audiência pra mudança de declaração do Jones tá marcada pro dia 28 de abril. Ele é o primeiro réu nesse caso de informações privilegiadas a sinalizar que vai se declarar culpado.

    Cara, eu acompanho NBA há anos e já vi muita coisa, mas isso aqui é de outro nível. A confiança que existe entre jogadores e sua equipe técnica é sagrada. Jones tinha acesso direto ao LeBron, sabia de tudo que rolava nos bastidores dos Lakers, e usou isso pra se beneficiar nas apostas.

    É o tipo de coisa que mancha não só a carreira do cara, mas todo o esporte. E aí, vocês acham que a pena vai ser pesada? Porque pelo que tô vendo, deveria ser.

  • Ex-NBA Damon Jones vai confessar culpa em escândalo de apostas

    Ex-NBA Damon Jones vai confessar culpa em escândalo de apostas

    Olha, essa história está ficando cada vez mais suja. Damon Jones, ex-jogador que passou por 10 times da NBA em 11 temporadas, decidiu mudar de estratégia e vai confessar culpa no caso do escândalo de apostas que envolve informações privilegiadas sobre LeBron James e Anthony Davis.

    O cara que em novembro de 2025 tinha se declarado inocente, agora pediu uma audiência para mudar seu depoimento. Está marcado para 28 de abril, segundo documentos do tribunal divulgados pela ABC News.

    A sujeira toda

    A acusação é pesada: Jones teria vendido informações privilegiadas sobre lesões de jogadores para apostadores. Não é brincadeira não. Estamos falando de LeBron James e Anthony Davis – dois dos maiores nomes da liga.

    O primeiro caso aconteceu antes do jogo Lakers x Bucks em 9 de fevereiro de 2023. Jones, que na época tinha uma relação próxima com LeBron como assistente técnico não-oficial, mandou uma mensagem no grupo dos apostadores avisando que o Rei ia ficar fora. “Façam uma aposta grande no Milwaukee”, disse ele, pedindo ainda para apostarem o suficiente para ele ganhar uma parte dos lucros.

    E vocês acham que deu certo? Óbvio que sim. LeBron não jogou, Lakers perderam, e o esquema faturou alto.

    Não foi só uma vez

    Em janeiro de 2024, rolou outro lance suspeito. Marves Fairley, um dos apostadores do esquema, pagou 2.500 dólares para Jones por informações sobre Anthony Davis, que estava listado como “provável” para jogar.

    Só que dessa vez o tiro saiu pela culatra. Os caras acharam que Davis ia ficar fora, mas ele jogou e os Lakers ganharam. Fairley pediu o dinheiro de volta, mas Jones insistiu que a informação era “confiável”. Sinistro, né?

    O mais bizarro é que Jones também está envolvido em outro esquema – um jogo de pôquer manipulado junto com Chauncey Billups, técnico suspenso do Portland Trail Blazers. Nesse caso, ele mantém a declaração de inocência. Vai entender…

    Joseph Nocella Jr., procurador federal, não poupou palavras: “Os acusados transformaram o basquete profissional numa operação criminosa de apostas, usando informações privadas do vestiário e médicas para se enriquecer”.

    Sinceramente, é triste ver um cara que jogou na liga por mais de uma década se envolver nessa sujeira. E o pior é saber que isso pode estar acontecendo mais do que imaginamos. O que vocês acham? Será que outros jogadores e ex-jogadores estão metidos nisso também?

  • Maxey cumpriu a promessa: levou os Sixers de volta aos playoffs

    Maxey cumpriu a promessa: levou os Sixers de volta aos playoffs

    Cara, eu não consegui parar de sorrir vendo o Tyrese Maxey ontem. O garoto simplesmente carregou os Sixers nas costas e os levou de volta aos playoffs depois daquela temporada desastrosa do ano passado. 109-97 contra o Magic no Play-In e pronto — sétima posição no Leste garantida.

    Olha só a loucura: os Sixers melhoraram 21 vitórias de uma temporada pra outra. Vinte e uma! E não foi porque montaram um time totalmente novo não — mantiveram 11 jogadores do elenco anterior. Era questão de orgulho provar que a temporada passada foi só azar mesmo.

    “Pissed off-ness” que funcionou

    O Nick Nurse já tinha avisado no começo da temporada que o time tava “puto” (nas palavras dele) com o que aconteceu em 24-25. E funcionou, meu amigo. Mesmo com Joel Embiid e Paul George perdendo 87 jogos combinados — sim, você leu certo, oitenta e sete — o time não desistiu.

    “Não foi fácil e não foi bonito, mas estamos aqui agora”, disse Nurse após a vitória. Sinceramente? Eu acho que foi exatamente isso que esse time precisava — passar por adversidade e provar que consegue superar.

    Maxey assumiu o protagonismo de vez

    Mas o cara que mais me impressionou foi o Maxey. Enquanto o Embiid vive na enfermaria e a disponibilidade dele pros playoffs é uma incógnita, o garoto de Kentucky simplesmente disse “deixa comigo” e partiu pra cima. 28 pontos de média na temporada — números de All-NBA mesmo.

    E o melhor de tudo? Ele tinha prometido pros companheiros que ia levar o time de volta aos playoffs. Prometeu pro Kyle Lowry em maio, pros jovens que nunca tinham jogado playoffs… O Dalen Terry chegou nele no shootaround e implorou: “Por favor, me leva lá. Já fiquei quatro anos seguidos só no Play-In”.

    Maxey olhou pra ele e disse: “Nós vamos pros playoffs, não se preocupa”.

    Mano, que pressão! (Imagina se ele não conseguisse cumprir?) Mas o cara bancou a parada e entregou exatamente o que prometeu. “Eu me desafiei no verão passado e sinto que consegui superar esse desafio”, disse após a vitória.

    Liderança na prática

    Vocês acham que existe forma melhor de se consolidar como líder de vestiário? O garoto fez promessas e cumpriu todas. Em um time onde o astro principal mal consegue ficar em quadra, Maxey assumiu a responsabilidade e mostrou que pode carregar essa equipe quando preciso.

    Agora é ver até onde conseguem ir nos playoffs. Com Embiid machucado e George também não 100%, vai depender muito do Maxey continuar nesse nível absurdo. Mas depois de uma recuperação dessas, quem duvida?

  • Curry calou a boca dos críticos: 35 pontos e Warriors vivos no Play-In

    Curry calou a boca dos críticos: 35 pontos e Warriors vivos no Play-In

    Cara, tem noite que é pra calar boca mesmo. E ontem foi uma delas.

    Stephen Curry simplesmente resolveu mostrar pra todo mundo por que os Warriors estavam certos em apostar nele pro Play-In. 35 pontos numa vitória épica de 126-121 contra os Clippers. E olha que o bicho tava voltando de uma lesão no joelho que o deixou fora por 27 jogos!

    Steve Kerr não perdoou os haters

    O técnico foi direto ao ponto no pós-jogo: “É por isso que o Steph voltou”. Simples assim. Durante semanas ficaram enchendo o saco dizendo que era melhor poupar o cara pro ano que vem, que não valia a pena forçar… Pois é, toma essa aí.

    Eu sinceramente não entendo como alguém pode sugerir deixar o Curry de fora numa situação dessas. O cara é o Chef por um motivo — quando a coisa aperta, ele cozinha todo mundo. E foi exatamente isso que rolou ontem.

    Os Warriors estavam perdendo e precisavam de uma virada épica no último quarto. Adivinha quem apareceu pra resolver? Exato. Curry com 35 pontos, arremessos absurdos de 3 e aquela cara de “já era” que a gente conhece bem.

    Draymond também mandou a real

    Green, que teve uma noite monstro na defesa (até o Kawhi Leonard elogiou depois), falou uma verdade que todo fã de Warriors sabe: “Quando o Steph tá em quadra, você sempre tem chance”.

    E não é que é verdade mesmo? Por mais que o time tenha envelhecido, por mais que as lesões tenham atrapalhado a temporada toda, quando o 30 resolve jogar daquele jeito, qualquer coisa pode acontecer. É diferente de qualquer outro cara na liga.

    O mais louco é que Kerr disse que essa foi uma das vitórias favoritas dele em mais de uma década comandando Golden State. Imagina só — o cara já ganhou quatro títulos e ainda assim fica emocionado com uma vitória no Play-In. Isso mostra o quanto essa temporada foi difícil pra eles.

    “Tem um motivo pra gente ter quatro campeonatos”, disse Kerr. “Foi uma demonstração linda de vontade competitiva.” Olha, eu arrepio só de pensar no que pode rolar nos próximos jogos se o Curry continuar assim.

    E aí, vocês acham que os Warriors conseguem fazer mais uma dessas mágicas ou foi só um último suspiro? Eu tô começando a acreditar que ainda tem lenha pra queimar nesse grupo. Principalmente com o Chef voltando no ponto certo da temporada.

  • NBA quebra a própria regra: Luka e Cade liberados pros prêmios

    NBA quebra a própria regra: Luka e Cade liberados pros prêmios

    Olha só que reviravolta absurda na NBA! A liga acabou de fazer uma exceção histórica na famosa regra dos 65 jogos — sabe, aquela que obriga os caras a jogarem pelo menos 65 partidas da temporada regular pra concorrerem aos prêmios.

    Luka Dončić (Lakers) e Cade Cunningham (Pistons) foram liberados pra disputarem MVP, All-NBA e tudo mais, mesmo não tendo atingido o mínimo de jogos. E cara, as justificativas são de partir o coração.

    As razões que sensibilizaram a liga

    Cunningham jogou 63 partidas porque perdeu 12 jogos por conta de um pulmão colapsado diagnosticado em março. Pulmão colapsado, gente! O moleque literalmente não conseguia respirar direito e ainda assim quase chegou nos 65 jogos.

    Já o Luka (64 jogos) perdeu duas partidas pra estar presente no nascimento da filha na Eslovênia. E sinceramente, quem vai criticar um pai por querer estar presente num momento desses?

    Agora Anthony Edwards, que jogou 60 partidas pelos Timberwolves, não teve a mesma sorte. O cara perdeu 11 dos últimos 14 jogos da temporada por lesão no joelho direito, mas a liga negou o pedido de exceção. Vai entender…

    A polêmica da regra dos 65 jogos

    Essa regra sempre foi controversa mesmo. Por um lado, força as estrelas a jogarem mais, o que melhora o espetáculo pros torcedores que pagaram caro pra ver os craques. Por outro, imagina ter cláusula de bônus no contrato atrelada a prêmios e perder grana por lesão?

    O Edwards é o exemplo perfeito disso. Ele tinha chance de All-NBA, que garantiria elegibilidade pro contrato supermax em 2027. Agora vai ter que torcer pra conseguir na próxima temporada — pressão extra que ninguém merece.

    Na minha opinião, a NBA fez certo com Luka e Cade. São situações genuinamente excepcionais que fogem do controle dos jogadores. Nascimento de filha e problema pulmonar não são “escolhas” — são vida acontecendo.

    E os prêmios, quem leva?

    Nem Luka nem Cade devem ganhar o MVP (esse deve ficar entre outros nomes), mas ambos têm chances reais de All-NBA. O Cunningham especialmente vem fazendo uma temporada monstruosa em Detroit.

    Vocês acham que a NBA vai ser mais flexível com essas exceções daqui pra frente? Porque se for pra avaliar caso a caso, o Edwards mereceria estar na conversa também. O critério ainda tá meio nebuloso…

    Uma coisa é certa: essa temporada vai ficar marcada como a primeira vez que a NBA quebrou a própria regra dos 65 jogos por “circunstâncias extraordinárias”. Precedente aberto!

  • Mitchell quer ficar em Cleveland: ‘Posso chamar de casa’

    Mitchell quer ficar em Cleveland: ‘Posso chamar de casa’

    Olha, eu não sei vocês, mas quando vi o Donovan Mitchell falando que quer ficar em Cleveland “pelo maior tempo possível”, meu coração de fã de NBA bateu mais forte. Cara, é raro ver um astro desse nível genuinamente apaixonado por uma cidade que não seja LA ou Miami.

    “Eu amo Cleveland”, disse Mitchell ao The Athletic. “Já falei isso antes: quero jogar aqui pelo maior tempo que conseguir.” E não é papo furado não — dá pra ver nos olhos do cara quando ele joga lá.

    O amor é recíproco (e faz todo sentido)

    Sinceramente? Cleveland acertou em cheio quando trouxe o Mitchell. O cara chegou lá e simplesmente transformou a franquia. 27.9 pontos por jogo nesta temporada, mesmo com um monte de lesão no elenco. O resultado? 52 vitórias e o 4º lugar no Leste — algo que os Cavs conseguiram apenas nove vezes na história da franquia.

    Monstro demais, né?

    E o que mais me impressiona é que não é só sobre basquete. Mitchell disse que tanto ele quanto a noiva se sentem bem em Cleveland. “É um lugar que posso chamar de casa, entende?”, falou. Isso vale ouro no mundo da NBA, onde jogador muda de time como troca de camisa.

    Os playoffs vão definir tudo

    Agora vem a parte crucial. Mitchell tem contrato até 2027-28, com uma opção de jogador em 2027 que ele provavelmente vai exercer. Os Cavs querem estender o contrato dele o quanto antes — e quando chegar a hora, vai ser um max contract absurdo.

    Mas como o próprio Mitchell disse: “O objetivo é vencer — contanto que continuemos vencendo no mais alto nível.” Ou seja: se Cleveland não conseguir brigar por título nos próximos anos, essa história de amor pode esfriar rapidinho.

    Os playoffs começam no sábado contra o Toronto Raptors. É aqui que o bicho pega de verdade. Mitchell já provou que consegue elevar o nível da equipe na temporada regular, mas nos playoffs é outra história. Vocês acham que Cleveland tem time pra ir longe este ano? Eu tenho minhas dúvidas, mas torço pra que provem que estou errado.

    Uma coisa é certa: ver um superastro genuinamente feliz numa cidade pequena como Cleveland é refrescante. Oxalá dê certo essa união — a NBA fica mais interessante quando times históricos voltam a ser relevantes.

  • Ex-NBA Damon Jones vai se declarar culpado em esquema de apostas

    Ex-NBA Damon Jones vai se declarar culpado em esquema de apostas

    Olha só que história louca: Damon Jones, o ex-jogador da NBA que muita gente lembra dos tempos de Cleveland Cavaliers, vai se declarar culpado no esquema federal de apostas ilegais que abalou a liga. Cara, quando essa bomba estourou, eu pensei “não pode ser”, mas parece que a coisa é séria mesmo.

    Jones vai ser o primeiro a assumir a culpa nessa investigação que prendeu mais de 30 pessoas. A audiência está marcada para 6 de maio no tribunal federal do Brooklyn, e segundo os advogados dele, rola um acordo com os promotores — embora os detalhes ainda estejam em segredo.

    O cara estava em TUDO

    O mais absurdo é que o Jones foi o único nome ligado às DUAS partes da investigação. Imagina só a situação: ele foi acusado de fraude eletrônica e lavagem de dinheiro por duas coisas completamente diferentes. Primeira: passou informações privilegiadas sobre lesões de estrelas como LeBron James e Anthony Davis para apostadores (que tinham ligações com a máfia, pelo amor de Deus). Lembrando que Jones era ex-companheiro de equipe do LeBron e fazia aquecimento com ele antes dos jogos dos Lakers, mesmo não fazendo parte da comissão técnica.

    Segunda acusação? Ele lucrou e ajudou a atrair jogadores para jogos de pôquer manipulados. Mano, que loucura é essa?

    Não tá sozinho nessa

    Terry Rozier, do Miami Heat, também foi preso por supostamente fornecer informações de que não bateria certas apostas prop em determinados jogos. E tem mais: Chauncey Billups, ex-técnico do Portland Trail Blazers, foi acusado de ser o “rosto” que atraía pessoas para os jogos de pôquer roubados.

    Tanto Rozier quanto Billups se declararam inocentes até agora. Sinceramente, eu não sei o que pensar dessa situação toda — é muita gente envolvida pra ser coincidência.

    E vocês, o que acham? Será que isso vai abalar ainda mais a credibilidade da NBA ou o pessoal vai esquecer rápido? Uma coisa é certa: esse caso vai render muito pano pra manga ainda.