Olha só que reviravolta absurda na NBA! A liga acabou de fazer uma exceção histórica na famosa regra dos 65 jogos — sabe, aquela que obriga os caras a jogarem pelo menos 65 partidas da temporada regular pra concorrerem aos prêmios.
Luka Dončić (Lakers) e Cade Cunningham (Pistons) foram liberados pra disputarem MVP, All-NBA e tudo mais, mesmo não tendo atingido o mínimo de jogos. E cara, as justificativas são de partir o coração.
As razões que sensibilizaram a liga
Cunningham jogou 63 partidas porque perdeu 12 jogos por conta de um pulmão colapsado diagnosticado em março. Pulmão colapsado, gente! O moleque literalmente não conseguia respirar direito e ainda assim quase chegou nos 65 jogos.
Já o Luka (64 jogos) perdeu duas partidas pra estar presente no nascimento da filha na Eslovênia. E sinceramente, quem vai criticar um pai por querer estar presente num momento desses?
Agora Anthony Edwards, que jogou 60 partidas pelos Timberwolves, não teve a mesma sorte. O cara perdeu 11 dos últimos 14 jogos da temporada por lesão no joelho direito, mas a liga negou o pedido de exceção. Vai entender…
A polêmica da regra dos 65 jogos
Essa regra sempre foi controversa mesmo. Por um lado, força as estrelas a jogarem mais, o que melhora o espetáculo pros torcedores que pagaram caro pra ver os craques. Por outro, imagina ter cláusula de bônus no contrato atrelada a prêmios e perder grana por lesão?
O Edwards é o exemplo perfeito disso. Ele tinha chance de All-NBA, que garantiria elegibilidade pro contrato supermax em 2027. Agora vai ter que torcer pra conseguir na próxima temporada — pressão extra que ninguém merece.
Na minha opinião, a NBA fez certo com Luka e Cade. São situações genuinamente excepcionais que fogem do controle dos jogadores. Nascimento de filha e problema pulmonar não são “escolhas” — são vida acontecendo.
E os prêmios, quem leva?
Nem Luka nem Cade devem ganhar o MVP (esse deve ficar entre outros nomes), mas ambos têm chances reais de All-NBA. O Cunningham especialmente vem fazendo uma temporada monstruosa em Detroit.
Vocês acham que a NBA vai ser mais flexível com essas exceções daqui pra frente? Porque se for pra avaliar caso a caso, o Edwards mereceria estar na conversa também. O critério ainda tá meio nebuloso…
Uma coisa é certa: essa temporada vai ficar marcada como a primeira vez que a NBA quebrou a própria regra dos 65 jogos por “circunstâncias extraordinárias”. Precedente aberto!

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