Autor: Leandro Amorim

  • O fim da era Ja Morant em Memphis: como tudo desmoronou

    O fim da era Ja Morant em Memphis: como tudo desmoronou

    Cara, eu ainda não acredito que chegamos nesse ponto. Ja Morant — o mesmo cara que fazia enterradas impossíveis e parecia ser o futuro da NBA — pode ter jogado seu último jogo pelo Memphis Grizzlies. E que jogo foi esse.

    No dia 21 de janeiro contra o Hawks, o Ja fez uma dessas jogadas que te fazem pular do sofá. Dyson Daniels, que tem 2,03m, estava voando pra uma enterrada de duas mãos quando o Morant — com seus 1,91m — simplesmente decidiu que não ia rolar. O maluco saltou tanto que o cotovelo bateu na tabela durante a descida, mas conseguiu tirar a bola das mãos do cara numa defesa absurda.

    Problema? Foi a última vez que vimos o Ja com a camisa do Memphis.

    A queda livre de uma promessa

    Poucos dias depois dessa jogada monstro, os Grizzlies anunciaram que Morant tinha machucado o cotovelo e seria reavaliado em três semanas. Dois meses depois, com o time brigando pelas melhores posições no Draft, cortaram ele pelo resto da temporada por “desconforto persistente”.

    Na minha opinião, isso foi só uma desculpa bonita. A verdade é que Memphis já estava tentando trocar o Ja faz tempo, e não conseguiu. O GM Zach Kleiman até admitiu publicamente que tentou negociar ele antes do deadline de trades — imagina o constrangimento.

    E olha só como as coisas mudaram rápido. Em 2022, o cara assinou um contrato de cinco anos por US$ 193 milhões e parecia ser o futuro da franquia. Aos 22 anos, já era o Jogador Que Mais Evoluiu da temporada, fazendo 27.4 pontos por jogo. O Memphis tinha vencido 56 jogos com ele, Desmond Bane e Jaren Jackson Jr.

    Quando tudo começou a desandar

    Mas aí começaram os problemas fora das quadras. Em janeiro de 2023, rolou aquela confusão com o pessoal do Indiana Pacers, onde alegaram que apontaram um laser — possivelmente de uma arma — do carro onde o Ja estava. Depois vieram outras polêmicas que mancharam completamente a imagem dele.

    Sinceramente, é triste ver um talento desses se perder assim. O Morant tinha tudo pra ser o próximo Russell Westbrook, mas com mais títulos. A atleticidade dele é de outro planeta — quantas vezes a gente viu ele fazer jogadas que pareciam desafiar a física?

    Agora o Memphis desmontou tudo. Já tinham trocado o Bane pro Orlando Magic no verão passado, e agora mandaram o Jaren Jackson Jr. pro Utah Jazz por três picks de primeira rodada. É o fim oficial de uma era que prometia muito mas entregou apenas uma vitória de playoff.

    A pergunta que não quer calar: quem vai querer apostar no Ja Morant agora? Como disse um executivo da Conferência Oeste, “vai ter hesitação, mas também vai ter times desesperados”. Vocês acham que algum time vai topar essa aposta arriscada?

    É uma pena, porque quando estava focado no basquete, o Ja era simplesmente espetacular. Mas no esporte profissional, talento sem cabeça não leva ninguém longe. Memphis aprendeu isso da pior forma possível.

  • Kawhi misterioso sobre futuro nos Clippers após investigação da NBA

    Kawhi misterioso sobre futuro nos Clippers após investigação da NBA

    Cara, o Kawhi Leonard continua sendo um enigma ambulante. Depois da eliminação dos Clippers pro Warriors na quarta-feira, o cara simplesmente se recusou a falar sobre seu futuro com o time. “Deixa eu chorar essa derrota um pouco mais”, disse ele quando perguntaram se conseguia se ver continuando em LA.

    E olha, eu entendo a posição dele. Mas sinceramente? Com tudo que tá rolando nos bastidores, essa resposta meio evasiva deixa qualquer um preocupado.

    A temporada bizarra dos Clippers

    Que temporada maluca foi essa dos Clippers, né? Começaram com 6-21 — um desastre total. Aí mandaram o Chris Paul embora no meio de uma viagem (imagina a situação constrangedora), trocaram o James Harden e o Zubac, e todo mundo pensou “pronto, começou o rebuild”.

    Só que não. Os caras fizeram algo histórico: se tornaram o primeiro time da NBA a terminar 15 jogos acima de .500 depois de estar 15 jogos abaixo em algum momento da temporada. Fecharam a temporada regular com 36-19. Absurdo!

    A investigação que ninguém quer falar

    Agora vem a parte complicada. A NBA tá investigando o Kawhi por causa de um contrato de patrocínio com a Aspiration — uma empresa que faliu. A teoria é que foi uma forma dos Clippers burlarem o salary cap. Meu amigo, se isso for verdade…

    Quando perguntaram sobre a investigação, o Kawhi foi direto ao ponto: “Nunca pensei muito nisso além das perguntas que fazem. Vocês têm que perguntar pra NBA, não pra mim. Acho que vamos ficar limpos. Não tô estressado”.

    Não sei vocês, mas essa tranquilidade toda meio que me deixa ainda mais curioso.

    E tem mais: em fevereiro, os Warriors ligaram pros Clippers perguntando se o Kawhi tava disponível. As conversas não deram em nada na época, mas segundo fontes, podem voltar à tona no verão. Imaginem o Leonard defendendo o Golden Gate em vez de LA?

    Performance monstro mesmo com tudo acontecendo

    Uma coisa é inegável: o Kawhi teve sua melhor temporada ofensiva da carreira. 27.9 pontos por jogo — nunca tinha feito tanto. E jogou 66 partidas! Para quem acompanha a carreira dele, sabe que isso é praticamente um milagre considerando o histórico de lesões.

    Mas no jogo decisivo contra os Warriors? O Draymond Green simplesmente anulou o cara. 51 confrontos diretos no garrafão, e segurou o Kawhi em apenas 9 pontos nessas situações. “Draymond Green, defensor do Hall da Fama”, admitiu Leonard. “Foi difícil até conseguir arremessar.”

    A situação toda me faz pensar: será que os Clippers conseguem montar um elenco competitivo ao redor dele? Ou será que é hora de partir pra uma reconstrução de verdade? E vocês, acham que o Kawhi fica em LA ou vai procurar outro desafio?

    Uma coisa é certa — com a investigação da NBA rolando e essa indefinição sobre o futuro, o verão dos Clippers promete ser dos mais interessantes da offseason.

  • Wizards mantém Keefe: apostar nos jovens ou loucura?

    Wizards mantém Keefe: apostar nos jovens ou loucura?

    Olha, eu confesso que quando vi a notícia sobre o Brian Keefe ficar no comando dos Wizards, minha primeira reação foi: “Sério mesmo?” O cara tem um cartel de 43-160 desde que assumiu em janeiro de 2024. Quarenta e três vitórias em 203 jogos, gente. É de doer o coração.

    Mas aí você para pra pensar na situação que o Will Dawkins, GM do time, colocou o treinador. “Lideramos a NBA em escalações de jogadores com menos de 21 anos”, disse ele na coletiva de fim de temporada. Cinquenta formações iniciais diferentes numa temporada só! Imagina o desespero do cara tentando montar um esquema tático com esse circo todo.

    O time mais jovem que eu já vi

    Sinceramente, esse roster dos Wizards parece mais uma escolinha de basquete do que um time profissional — mas no bom sentido. Alex Sarr, Tre Johnson, Bub Carrington, Bilal Coulibaly, Will Riley, Kyshawn George… são todos garotos! E todos foram primeiras escolhas do draft. É uma aposta gigante no futuro.

    A questão é: quanto tempo você dá pra esses meninos amadurecerem? Porque 17-65 no final da temporada é de arrepiar. Pior record da NBA, viu. Pelo menos garante 14% de chance na primeira escolha do draft — e pelo que andam falando, essa safra tá carregada de talento.

    As contratações que não deram certo (ainda)

    Ah, e não podemos esquecer das jogadas bombásticas no trade deadline. Trae Young do Atlanta Hawks e Anthony Davis do Dallas Mavericks (espera, Davis no Dallas? Essa linha do tempo tá estranha mesmo). Young jogou cinco partidas e pronto — contusão na coxa e nas costas. Davis nem entrou em quadra por causa de um dedo machucado.

    Davis pelo menos deu aquela declaração clássica segunda-feira: “Eu amo meu dinheiro”, brincando sobre ficar mais uma temporada. Pelo menos o cara é honesto, né?

    O que vocês acham? Keefe merece mais uma chance pra desenvolver essa molecada toda, ou os Wizards deveriam partir pra outro esquema? Na minha visão, com esse tanto de jovem talento, talvez valha a pena ter paciência. Mas 43 vitórias em duas temporadas… cara, é complicado defender isso.

  • Spoelstra defende LaMelo Ball: ‘Não é jogador sujo’

    Spoelstra defende LaMelo Ball: ‘Não é jogador sujo’

    Olha, essa situação entre LaMelo Ball e Bam Adebayo virou um baita climão, mas o Erik Spoelstra surpreendeu geral com a postura dele. O técnico do Heat foi super ponderado e disse que não acha que o armador do Hornets merecia ser suspenso pelo lance polêmico que machucou o Bam.

    “Não acho que ele precisava ser penalizado mais”, disse Spoelstra ontem. E olha, vindo do técnico do time que foi prejudicado, isso pesa muito.

    O lance que parou a NBA

    Pra quem perdeu: na terça-feira, durante aquela derrota dolorosa do Heat por 127-126 em Charlotte (que eliminou Miami dos playoffs), o LaMelo agarrou o tornozelo do Bam enquanto ele estava caindo. O resultado? Adebayo machucou as costas e ficou fora de boa parte do jogo.

    A liga investigou tudo e classificou como falta flagrante. LaMelo levou multa de $35 mil pelo lance, mais outros $25 mil por soltar palavrão na entrevista pós-jogo. Mas não foi suspenso – e isso é o que importa pro Hornets, que joga hoje contra o Orlando no play-in.

    Sinceramente? Eu achava que ia dar suspensão. Esse tipo de lance é perigosíssimo e a NBA tem sido mais rigorosa ultimamente.

    Adebayo ainda espera um pedido de desculpas

    Agora, o Bam não ficou muito feliz com uma coisa: até agora, LaMelo não pediu desculpas pelo lance.

    “Não aconteceu”, disse Adebayo. “Quero que isso fique claro. Em algum momento vou encontrar ele de novo e vamos ter essa conversa.”

    E olha, não é a primeira vez que esses dois se desentendem. Em janeiro de 2024, LaMelo já tinha agarrado a perna do Bam durante uma corrida de transição. Na época, o pivô do Heat tropeçou mas não caiu.

    Spoelstra mostra classe

    O mais impressionante nessa história toda foi a postura do Spoelstra. Cara, o técnico podia estar pistola – afinal, perdeu um jogador importante num momento decisivo e ainda foi eliminado dos playoffs. Mas não, ele foi super equilibrado:

    “Não acho que ele é um jogador sujo. Apenas acho que, naquele momento, tudo pode ser verdade. Foi um lance sujo e perigoso. Deveria ter sido marcado na hora. Mas não foi, e aí você segue em frente.”

    Essa é a diferença entre técnicos experientes e os outros, né? Spoelstra sabe que reclamar não vai mudar nada. O Heat já era mesmo, então melhor manter a dignidade.

    E vocês, acham que LaMelo deveria ter sido suspenso? Eu ainda tô na dúvida se a liga foi muito mole ou se realmente foi justo. O que importa agora é ver se o garoto aprendeu a lição e para de fazer essas palhaçadas perigosas em quadra.

  • Luka e Cunningham ganham recurso e podem disputar prêmios da NBA

    Luka e Cunningham ganham recurso e podem disputar prêmios da NBA

    Olha, às vezes a liga tem coração mesmo! Luka Dončić e Cade Cunningham acabaram de conseguir uma prorrogação pra disputar os prêmios de fim de temporada, mesmo não tendo jogado os 65 jogos obrigatórios. A NBA e o sindicato dos jogadores bateram o martelo na quinta-feira e liberaram os dois.

    O caso do Luka é até emocionante — ele perdeu apenas dois jogos em dezembro porque viajou pro nascimento da filha no exterior. Cara, imagina você perdendo o nascimento do seu filho por causa de basquete? Terminou a temporada com 64 jogos, um a menos que o mínimo exigido.

    Cunningham teve azar médico

    Já o Cade passou por uma parada bem mais séria. O garoto sofreu um pneumotórax (pulmão colapsado) em março e ficou 12 jogos fora, terminando com 63 partidas. Sinceramente, acho que casos médicos assim não deveriam nem entrar na conta — o moleque quase morreu em quadra!

    “Sou grato ao sindicato por lutar por mim e à NBA pela decisão justa”, postou o Luka no X. Dá pra sentir o alívio dele. Essa temporada dos Lakers foi especial demais pra ele ficar de fora dos prêmios por dois jogos.

    Edwards não teve a mesma sorte

    Agora, o que me deixou meio revoltado foi o caso do Anthony Edwards. O cara dos Timberwolves jogou 60 partidas, perdeu tempo por causa de uma infecção, e o árbitro negou o recurso dele. Sério? O empresário do Ant até falou que ficou confuso com a decisão — por que liberar o Cade que se machucou em quadra e não o Edwards que teve um problema de saúde?

    O técnico do Minnesota, Chris Finch, não poupou críticas: “Não sei por que temos uma regra se há um processo de recurso que é aceito em dois terços dos casos. Parece mais uma sugestão do que uma regra”.

    E olha, ele tem razão. Essa regra dos 65 jogos virou uma bagunça total essa temporada. Giannis, Curry, LeBron, Devin Booker — galera pesada ficou de fora dos prêmios. Enquanto isso, Wembanyama e Jokic passaram os últimos meses correndo atrás do número mínimo.

    O comissário Adam Silver ainda diz que a regra tá funcionando, mas será mesmo? Quando você tem que fazer malabarismo pra grandes estrelas conseguirem disputar prêmios, alguma coisa não tá certa. E aí, vocês acham que essa regra faz sentido ou é hora de repensar?

  • Como 48 horas destruíram a temporada dos Lakers

    Como 48 horas destruíram a temporada dos Lakers

    Cara, vocês lembram daquela sequência absurda dos Lakers entre fevereiro e abril? 16 vitórias em 18 jogos, ofensiva voando, defesa funcionando… Parecia que finalmente tinham achado a fórmula mágica com Luka, LeBron e Austin Reaves.

    Eu tava começando a acreditar, não vou mentir. O time que não acertava um arremesso de 3 de jeito nenhum saltou da 19ª para a 8ª posição em aproveitamento. A defesa que parecia um queijo suíço melhorou do 24º lugar para o 9º. E o melhor de tudo: começaram a ganhar dos times grandes mesmo – Knicks, Timberwolves, Nuggets, Cavaliers.

    A sequência que iludiu todo mundo

    Por 33 dias consecutivos, os Lakers foram simplesmente monstruosos. A lesão que tinha tirado o LeBron do começo da temporada estava resolvida, as funções dos três astros estavam encaixadas, e os resultados aparecendo. Depois daquela vitória de 127-113 contra Cleveland – onde viraram um deficit gigante e humilharam os Cavs por 78-49 no segundo e terceiro quartos – o Luka disse uma coisa que me marcou: “Essa sequência significa muito. Só temos que continuar jogando.”

    Só que aí veio aquela maldita partida contra o Thunder em Oklahoma City…

    A tempestade que mudou tudo

    Olha, até o clima estava sinistro naquele dia 2 de abril. Tornado, chuva, raios cortando o céu – parecia presságio do que ia rolar em quadra. Era pra ser o grande teste dos Lakers, né? Primeira vez enfrentando o atual campeão desde novembro, quando tomaram uma surra de 121-92 (mas aí estavam sem o LeBron).

    Dessa vez seria diferente. Times completos, Lakers voando, Thunder também numa sequência de 15 vitórias em 16 jogos. Era pra ser o jogo do ano, Luka vs Shai Gilgeous-Alexander brigando por votos do MVP…

    Cara, foi um massacre. 18-4 logo de cara, 82-51 no intervalo. Eu não conseguia acreditar no que estava vendo. O Reaves já tinha se machucado indo buscar um rebote no primeiro quarto, mas continuou jogando (guerreiro demais). E aí veio a pancada final: meio do terceiro quarto, Luka agarrou a posterior da coxa esquerda e desabou na quadra.

    O fim de um sonho

    Naquela hora já dava pra sentir que a temporada tinha acabado. Não era a primeira vez que o Luka tinha problema nessa mesma perna – já tinha perdido quatro jogos antes do All-Star Game por causa dela. E esse tipo de lesão… cara, é traiçoeira demais.

    Os Lakers já estavam se preparando mentalmente pra ficar sem ele por um tempo, segundo fontes próximas ao time. A ressonância do dia seguinte só confirmaria o que todo mundo já sabia no fundo.

    É incrível como o basquete pode ser cruel, né? Em 48 horas, os Lakers passaram de candidatos reais ao título para um time quebrado lutando só pra não passar vergonha nos playoffs. E olha que eu ainda acredito no LeBron e no Reaves… mas convenhamos, sem o Luka fica complicadíssimo.

    Vocês acham que os Lakers conseguem fazer alguma coisa nos playoffs mesmo com essas lesões? Ou já era?

  • Al Horford meteu QUATRO triplas no último quarto e salvou os Warriors

    Al Horford meteu QUATRO triplas no último quarto e salvou os Warriors

    Gente, eu ainda não acredito no que eu vi ontem à noite. Al Horford — SIM, o Al Horford de 38 anos — simplesmente decidiu que ia ser o cara mais clutch da quadra no momento que mais importava. Os Warriors estavam tomando uma surra dos Clippers, perdendo por 13 pontos, e aí o veterano resolveu fazer história.

    Quatro bolas de três no último quarto. QUATRO. Em 22 minutos saindo do banco.

    O veterano que ninguém esperava

    Olha, eu acompanho a NBA há anos e já vi muita coisa, mas ver o Horford aos 38 anos decidir um jogo de play-in desse jeito foi de arrepiar. O cara mal tinha minutagem nessa temporada pelos Warriors — primeira temporada dele em Golden State, por sinal — e quando mais precisaram, ele apareceu como se tivesse 25 anos de novo.

    Os fãs no Twitter ficaram malucos, e eu entendo perfeitamente. “Al Horford de 70 anos cozinhou os Clippers”, escreveu um cara. Exagerou na idade, mas captou o espírito da coisa (risos).

    E vocês viram a cara do banco dos Clippers? Parecia que tinham visto um fantasma. Sinceramente, depois de tantos anos vendo o Horford jogar um basquete cerebral e consistente, ainda fico impressionado com a capacidade dele de aparecer nos momentos grandes.

    Curry fez a parte dele, mas o show foi do veterano

    Claro que o Steph Curry foi fundamental — 35 pontos, sendo 27 no segundo tempo, incluindo aquela tripla que desempatou o jogo faltando 50 segundos. O cara é um monstro mesmo, 7 de 12 do perímetro. Mas convenhamos: todo mundo esperava isso do Curry. Do Horford? Nem eu, que torço pros caras.

    Porzingis também deu sua contribuição com 20 pontos e foi sólido na defesa, e o Gui Santos — nosso brasileirinho — mandou bem com 20 pontos também. Mas o protagonismo mesmo ficou com o veterano que ninguém viu vindo.

    Agora é decisão contra os Suns na sexta-feira. Uma vitória e estão nos playoffs. Uma derrota e tchau temporada. E se depender do que vi ontem, não duvido nada que o Horford apareça de novo quando menos esperarmos. Afinal, 19 anos de NBA não se fazem à toa, né não?

  • Sixers vs Celtics OUTRA VEZ: calendário dos playoffs saiu

    Sixers vs Celtics OUTRA VEZ: calendário dos playoffs saiu

    Mano, eu nem sei mais o que dizer. Sixers e Celtics NOVAMENTE nos playoffs. Isso já virou tradição, né? A NBA divulgou hoje as datas da primeira rodada e… bom, lá vamos nós pra mais uma batalha épica entre esses dois times que se odeiam de paixão.

    Philadelphia conseguiu a 7ª colocação no Leste depois de passar pelo Play-In contra o Orlando Magic — que sufoco, hein? Agora vão encarar os Celtics como 2º colocados. E olha, sinceramente? Eu já tô com o coração na mão só de pensar.

    O calendário que vai acabar com nosso psicológico

    Jogo 1 vai ser domingo, dia 19 de abril, às 14h (horário de Brasília) em Boston. ABC vai transmitir, então pelo menos não vamos perder por falta de acesso. Mas jogar em Boston logo de cara? Rapaz…

    O Jogo 2 fica pra terça, dia 21, às 20h no Peacock e NBC Sports Network. Aí a série volta pra Filadélfia no dia 24 (Jogo 3) — esse vai passar na Amazon Prime, às 20h. Jogo 4 seria dia 26, também às 20h, mas na NBC normal.

    Se essa série for longe (e olha, conhecendo esses dois times, vai sim), Jogo 5 seria dia 26 de volta em Boston. Jogo 6 no dia 28 em Philly, e se rolar o caos total, Jogo 7 aconteceria dia 2 de maio.

    A rivalidade que nunca acaba

    Vocês sabem que essa é a 23ª série de playoffs entre Celtics e Sixers? VINTE E TRÊS! É literalmente o confronto mais comum na história dos playoffs da NBA. Eu perdi as contas de quantas vezes já sofri vendo esses jogos.

    E pode ter certeza que vai ter de tudo: briga, discussão, jogadas polêmicas, enterradas absurdas e o Paul Pierce aparecendo na TV falando alguma besteira. É Boston vs Filadélfia, gente. Não tem como ser diferente.

    O que me preocupa é que os Sixers chegaram meio cambaleando nessa situação de 7º colocado. Tiveram que suar pra caramba no Play-In, e agora vão pegar um Boston que teve a temporada inteira pra descansar e se preparar. Mas sabe como é… nos playoffs, qualquer coisa pode acontecer.

    E aí, acham que os Sixers conseguem surpreender? Ou vai ser mais uma temporada de sofrimento pra torcida da Filadélfia?

  • Curry e Horford salvam Warriors em virada absurda contra Clippers

    Curry e Horford salvam Warriors em virada absurda contra Clippers

    Cara, que jogo foi esse? Os Warriors estavam mortos no terceiro quarto, levando uma surra de 13 pontos dos Clippers, e eu já estava até mudando de canal. Aí o Stephen Curry resolveu lembrar que é o Stephen Curry.

    O cara meteu 27 dos seus 35 pontos só no segundo tempo. VINTE E SETE! E quando parecia que não ia dar tempo, Al Horford — sim, o veterano de 38 anos — decidiu que também queria fazer história. Quatro bolas de três no último quarto. Quatro. Aos 38 anos de idade.

    A virada que ninguém esperava

    Olha, eu acompanho NBA há anos e ainda me impressiono com essas viradas do Golden State. 13 pontos de desvantagem no último quarto e eles conseguiram virar pra ganhar de 126 a 121. Como? Fecharam o jogo com uma parcial de 16-6 que foi simplesmente brutal.

    O momento decisivo? Curry acertando sua sétima bola de três da noite faltando 50 segundos. Sétima! O cara estava inspirado e quando o Chef está cozinhando assim, não tem defesa que segure.

    E vocês viram o que aconteceu com o Kawhi Leonard? O cara que normalmente resolve qualquer jogo ficou ZERADO no último quarto até restarem 16 segundos. A defesa dos Warriors simplesmente anulou um dos melhores jogadores da liga quando mais precisavam.

    Horford mostrando que idade é só número

    Sinceramente, eu não esperava que o Al Horford fosse fazer essa diferença toda. O cara tem quase 40 anos e jogou como se tivesse 25. Quatro bolas de três no momento mais decisivo do jogo — isso é de veterano raiz mesmo.

    Na minha opinião, essa foi uma das melhores performances de role player que vi nos playoffs recentes. Quando você tem Curry fazendo Curry things e ainda ganha um Al Horford metendo de três, não tem time que aguente.

    Agora os Warriors seguem vivos no play-in e, olha, depois de uma virada dessas, quem duvida que eles podem fazer mais barulho? E aí, vocês acham que esse Golden State ainda tem lenha pra queimar nos playoffs?

  • Curry vira monstro e salva temporada dos Warriors no play-in

    Curry vira monstro e salva temporada dos Warriors no play-in

    Cara, eu tô ainda processando o que vi ontem à noite. Stephen Curry, aos 38 anos — TRINTA E OITO! — simplesmente decidiu que não era hora de ir pra casa ainda. 35 pontos, sendo 27 só no segundo tempo, numa virada épica que deixou qualquer um de queixo caído.

    Os Warriors estavam mortos e sepultados. 13 pontos atrás no último quarto contra os Clippers, todo mundo já preparando o epitáfio da dinastia. Aí o Chef resolveu cozinhar.

    A receita da ressurreição

    Olha, eu não esperava isso mas o Al Horford — sim, o veterano de 39 anos — foi a chave da virada. Quatro bolas de três no quarto período! O cara simplesmente não sente o peso da idade. E quando o Gui Santos (nosso brasileiro representando!) fez aquela bandeja para deixar 115-114, eu já sabia que ia dar ruim pros Clippers.

    O momento decisivo? Curry acertando a sétima bola de três da noite com 50 segundos no relógio. Frieza total. O cara voltou de uma lesão no joelho há cinco jogos apenas, ficou 27 partidas fora, e chega no play-in fazendo isso. Absurdo demais.

    Kawhi Leonard, que terminou com 21 pontos, simplesmente sumiu no último quarto. Zero pontos até os 16 segundos finais. A defesa dos Warriors conseguiu anulá-lo justamente na hora que mais precisava — e olha que não é fácil parar o The Claw.

    Warriors voltam a sonhar

    Sinceramente, quem diria que um time com campanha de 37-45 na temporada regular ainda estaria vivo em abril? Perderam o Jimmy Butler pra sempre em janeiro, todo mundo já tinha decretado o fim da era. Mas não subestimem nunca Curry, Draymond Green e essa experiência de playoffs.

    Agora é Phoenix na sexta-feira. Quem ganhar pega o Oklahoma City (atual campeão) na primeira rodada. E vocês acham que os Warriors conseguem mais uma? Porque depois do que vi ontem, eu não duvido de mais nada dessa equipe.

    Os Clippers, coitados, perderam os playoffs pela primeira vez desde 2022. Quinze temporadas consecutivas com campanha positiva — a maior sequência ativa da NBA — mas não foi suficiente. Bennedict Mathurin fez 23 pontos, Darius Garland contribuiu com 21 e 8 assistências, mas não deu.

    Uma curiosidade: no meio do jogo o árbitro Ben Taylor se machucou e teve que sair de quadra. Até isso aconteceu numa noite totalmente maluca em Inglewood.

    O que mais me impressiona é a capacidade do Curry de simplesmente resolver quando precisa. Primeiro tempo horrível: 8 pontos em 2/9 nos arremessos. Terceiro quarto? 16 pontos em seis minutos. Sete bolas de três na noite toda. Aos 38 anos. Monstro é pouco pra definir esse cara.