Autor: Leandro Amorim

  • Wembanyama faz matemática na hora e debate limite de jogos para prêmios

    Wembanyama faz matemática na hora e debate limite de jogos para prêmios

    Cara, o Wemby é um monstro mesmo. E não tô falando só dos 25 pontos, 11.5 rebotes e 3.1 tocos de média — que já são números absurdos pro pivô de 2,24m do San Antonio. Tô falando da capacidade dele de fazer matemática complexa na cabeça durante uma entrevista coletiva, como se fosse a coisa mais natural do mundo.

    Na sexta-feira, depois de uma atuação histórica de 40 pontos e 13 rebotes na vitória dos Spurs sobre o Dallas Mavericks por 139-120, o francês de 22 anos se envolveu numa discussão fascinante sobre a regra dos 65 jogos mínimos para ser elegível aos prêmios da NBA.

    O alien faz as contas na velocidade da luz

    E foi aí que rolou o show. Enquanto debatia com os repórteres sobre qual deveria ser o limite ideal de jogos, Wembanyama começou a fazer cálculos matemáticos complexos de cabeça, na velocidade da luz. Sinceramente, foi de arrepiar.

    “Se um cara joga 50 jogos, 35 minutos por jogo, são 50 vezes 35 — isso dá 1.750 minutos, certo?”, disse o Wemby, processando os números instantaneamente. “Se um cara joga 75 jogos com 20 minutos, são 1.500 minutos. Então é uma boa perspectiva, na minha opinião, não ter limite.”

    Mas ele não parou por aí. Continuou: “Setenta e cinco por cento dos jogos, na minha opinião, seria algo lógico, e isso seria 61,5 jogos, certo? Então, 62 jogos.”

    Os repórteres confirmaram que todos os cálculos estavam corretos. “Claro que o alien acerta tudo”, brincou um jornalista. E o Wemby só riu.

    A ironia por trás da discussão

    O que torna essa história ainda mais interessante é o contexto. Wembanyama quase não conseguiu atingir os 65 jogos necessários depois de uma contusão nas costelas no dia 6 de abril. Ele admitiu que “com certeza não teria jogado” contra os Mavs se já estivesse qualificado para os prêmios.

    E olha só a situação: enquanto ele garantiu sua elegibilidade, caras como Cade Cunningham (Pistons), Anthony Edwards (Timberwolves) e até o Luka Dončić (Lakers) estão fora da disputa por não terem atingido o mínimo. O próprio Wemby reconheceu que isso não reflete o impacto que esses jogadores tiveram na temporada.

    “Se esses três não estão — quero dizer, especialmente Cade e Luka — nos prêmios de fim de temporada, com certeza não vai refletir o impacto deles na temporada”, analisou o pivô francês. “Mas, ao mesmo tempo, na minha opinião, é bom ter um limite. Onde precisamos colocar? Não sei. É uma boa pergunta.”

    Vocês acham que 65 jogos é muito? Ou que deveria ser baseado em minutos totais jogados? Porque o Wemby levantou um ponto interessante: um cara que joga 50 jogos com 35 minutos cada soma mais tempo de quadra que alguém com 75 jogos de 20 minutos.

    O que me impressiona mesmo é como ele consegue manter essa lucidez matemática e analítica depois de uma performance de 40 pontos. Esse moleque não é normal — e isso é um elogio.

  • Lakers brigando pela 3ª colocação no último dia da temporada regular

    Lakers brigando pela 3ª colocação no último dia da temporada regular

    Olha só que situação interessante: depois de uma temporada inteira de altos e baixos, os Lakers chegaram no último dia da temporada regular ainda com chance de subir uma posição na classificação do Oeste. E sinceramente? Eu não esperava que chegássemos até aqui com essa possibilidade.

    A situação é a seguinte: praticamente tudo já está decidido na Conferência Oeste, menos a disputa entre Lakers e Nuggets pela 3ª colocação. Denver está com 53-28, uma vitória à frente dos Lakers que têm 52-29. Na prática, significa que ainda dá pra sonhar com uma posição melhor no playoff.

    As contas são simples (mas tensas)

    Se os dois times ganharem seus últimos jogos, fica tudo como está: Nuggets em 3º, Lakers em 4º. O problema (ou oportunidade, dependendo de como você vê) é que os adversários não vão facilitar a vida de ninguém.

    Os Lakers jogam contra o Jazz — time que tá claramente fazendo tanking pra melhorar no draft. Deveria ser moleza, né? Mas vocês conhecem os Lakers… nunca é simples assim. Já os Nuggets pegam o Spurs, que provavelmente vai poupar os titulares já que não tem mais nada em jogo pra eles.

    Agora vem a parte interessante: se os Lakers ganharem E os Nuggets perderem, boom! LA salta pra 3ª posição. Seria hilário ver Denver escorregando assim no finalzinho, não vou mentir.

    O que isso muda nos playoffs?

    Dependendo de onde terminarem, os confrontos ficam completamente diferentes. Se ficarem em 4º, os Lakers enfrentam o Houston Rockets — time que teve uma temporada bem turbulenta, mesmo com Kevin Durant chegando. Eles vinham numa sequência de oito vitórias até levarem uma surra do Minnesota na sexta.

    Já se subirem pra 3º lugar, aí é que a coisa complica: vão pegar justamente o Minnesota Wolves. E olha, depois do que eles fizeram com a gente no ano passado… Anthony Edwards ainda me dá pesadelos. Claro que eles também chegam meio cambaleando no final da temporada, mas sabemos que nos playoffs é outro campeonato.

    Uma coisa que me chama atenção é a possibilidade dos próprios Lakers descansarem os titulares no último jogo. Faz sentido? Talvez. Evitar lesões e já se preparar mentalmente pra encarar Houston pode ser a jogada mais inteligente. Mas conhecendo o LeBron e o AD, duvido que eles deixem passar uma chance de subir na tabela.

    E aí, galera do Sexto Homem, vocês acham que vale a pena arriscar ou é melhor garantir logo a 4ª posição? Na minha opinião, qualquer colocação que conseguirmos vai exigir muito suor pra chegar longe nesses playoffs.

  • Raptors promovem AJ Lawson antes dos playoffs – aposta certeira?

    Raptors promovem AJ Lawson antes dos playoffs – aposta certeira?

    Os Raptors acabaram de fazer um movimento que pode passar despercebido, mas que me chamou a atenção: promoveram o AJ Lawson do contrato two-way para um contrato padrão pelo resto da temporada. E sabe o que isso significa? O cara agora pode jogar os playoffs.

    Olha, 23 jogos na temporada não parece muito, mas o moleque aproveitou cada minuto. Em apenas 9.4 minutos por partida, conseguiu 4.0 pontos de média — nada espetacular, mas considerando o tempo limitado, não tá ruim não. O que mais me impressiona é o arremesso de 3: 41.5% de aproveitamento. Isso é coisa de sniper, gente.

    Um ala que pode fazer a diferença

    AJ Lawson tem 1,98m e é daqueles jogadores que você olha e pensa: “esse cara tem físico pra NBA”. E pelo visto, tem jogo também. Sinceramente, acho que os Raptors viram algo nele durante esses meses e resolveram apostar todas as fichas.

    A questão é: será que ele vai ter minutos nos playoffs? Toronto não é conhecido por dar oportunidades para caras jovens em jogos decisivos, mas vai que rola uma lesão ou o Nurse resolve surpreender todo mundo?

    Playoffs à vista

    Falando em playoffs, os Raptors tão numa situação interessante. Se ganharem no domingo, garantem top-6 no Leste e vão direto pros playoffs. Se perderem… aí a coisa complica. Podem terminar em qualquer lugar entre o 6º e 8º lugar, dependendo dos outros resultados.

    Imaginem a pressão: você promove um cara pra ele poder jogar os playoffs, mas ainda não tem nem certeza se vai classificar diretamente. É Toronto sendo Toronto — sempre complicando as próprias coisas.

    E aí, vocês acham que o Lawson vai ter chance de mostrar serviço se os Raptors chegarem longe? Com esse arremesso de 3, pelo menos uma oportunidade ele merece, não acham?

  • Calouro do Illinois já mira o Draft 2026 – e tá certo!

    Calouro do Illinois já mira o Draft 2026 – e tá certo!

    Gente, o basquete universitário americano não para de me surpreender. Keaton Wagler, calouro do Illinois, acabou de se declarar para o Draft da NBA de 2026. Isso mesmo, 2026! O garoto tem apenas uma temporada na NCAA e já tá de olho na liga.

    E olha, sinceramente? Ele tem razão pra sonhar alto.

    Os números não mentem

    Wagler jogou 37 partidas pelos Fighting Illini e simplesmente mandou ver. Médias de 17.9 pontos, 5.1 rebotes e 4.2 assistências por jogo. Pra um calouro, isso é coisa de monstro.

    Mas o que mais me impressiona são os percentuais de arremesso: 44.5% nos arremessos de quadra, 39.7% nas bolas de três e 79.6% nos lances livres. Cara, essas são eficiências de veterano! Um ala-armador de 1,98m que arremessa assim já chama atenção de qualquer olheiro da NBA.

    Quinto no ranking da ESPN

    A ESPN não brinca em serviço – Wagler tá ranqueado como quinto melhor prospecto para o Draft de 2026. Considerando que ainda faltam dois anos, essa posição mostra o tanto que os especialistas acreditam no potencial dele.

    O que mais me chama atenção é a versatilidade. Com quase 2 metros de altura, ele consegue jogar tanto de ala quanto de armador. Essa flexibilidade posicional é ouro na NBA moderna, onde os times procuram jogadores que podem fazer múltiplas funções.

    E aí, vocês acham que ele tem potencial pra ser uma escolha de lottery no Draft? Eu tô começando a acreditar que sim. Claro, ainda tem muito basquete pela frente, mas os fundamentos já estão lá. Agora é ver se ele consegue manter essa evolução nos próximos dois anos em Illinois.

    Uma coisa é certa: vamos ficar de olho nesse garoto. Com números assim logo na primeira temporada, Wagler pode ser mais uma surpresa positiva vinda do basquete universitário.

  • Celtics podem jogar sem 7 titulares contra o Magic — poupança total?

    Celtics podem jogar sem 7 titulares contra o Magic — poupança total?

    Gente, vocês viram o report de lesões do Celtics para o jogo de domingo contra o Magic? Sete jogadores. SETE. Entre desfalques confirmados e prováveis, Boston pode entrar em quadra praticamente com o time reserva.

    Jayson Tatum (gestão do tendão de Aquiles), Jaylen Brown (tendinite no Aquiles esquerdo), Derrick White (contusão no joelho) e Neemias Queta (torção no dedo do pé) estão fora. Sam Hauser (espasmo nas costas), Payton Pritchard (fascite plantar) e Nikola Vučević (gestão de fratura no dedo) são dúvidas.

    Poupança estratégica ou precaução exagerada?

    Olha, não vou mentir — isso cheira a poupança mesmo. Os Celtics já garantiram a segunda colocação no Leste com uma rodada pra acabar a temporada regular. Nenhuma dessas lesões parece ser coisa séria, tanto que todo mundo (menos o Tatum) jogou na sexta contra o Pelicans, numa vitória tranquila que selou a posição na conferência.

    É aquela velha estratégia: pra que arriscar? Melhor chegar nos playoffs com todo mundo 100% do que forçar a barra agora. Eu entendo a lógica, mas confesso que fico meio receoso com tanto tempo parado pra galera principal.

    Magic jogando pra valer

    Do outro lado, o Orlando vai com força total. Só Jonathan Isaac (joelho) e Jett Howard (tornozelo) são dúvidas. E cara, eles têm motivo pra levar a sério — estão brigando pela sexta posição no Leste.

    Atualmente na sétima colocação com 45-26, o Magic está empatado com o Toronto Raptors. Se os Raptors ganharem do Nets na última rodada, ficam com o sexto posto. Senão, Orlando pode subir uma posição e evitar o play-in.

    E tem mais: existe uma boa chance desses dois times se enfrentarem logo na primeira rodada dos playoffs. Boston pega o vencedor do play-in entre o 7º e 8º colocados (Philadelphia atualmente em oitavo). Lembram do ano passado? Celtics eliminou o Magic em cinco jogos na primeira fase.

    Nesta temporada eles se enfrentaram três vezes — todas em novembro — com Boston levando a melhor em duas. Domingo às 18h no TD Garden pode ser um preview do que vem por aí nos playoffs.

    E aí, acham que os Celtics estão certos em poupar ou deveriam manter o ritmo? Eu fico dividido, mas entendo que saúde vem primeiro.

  • Wemby volta com 40 pontos em 26 minutos – que monstro!

    Wemby volta com 40 pontos em 26 minutos – que monstro!

    Cara, eu não sei nem por onde começar. O Victor Wembanyama precisava de mais um jogo pra se qualificar pros prêmios de fim de temporada depois de uma lesão na costela. Muita gente falou que ele podia só fazer uns 20 minutos de aquecimento pra cumprir tabela.

    Mas fazer o mínimo não é com o francesão, né não?

    O homem simplesmente EXPLODIU com 40 pontos em apenas 26 minutos na vitória dos Spurs sobre o Dallas por 139-120. Quarenta pontos, galera. Em 26 minutos. Isso é coisa de videogame.

    Uma aula de como ser dominante

    E olha, não foi só a quantidade de pontos. Foi a FORMA como ele fez. O cara tava liso no perímetro, controlando a bola, acertando dois de três (2/7, mas quem tá contando?). Tomava pancada lá dentro e mesmo assim finalizava por cima dos marcadores.

    13 rebotes, 5 assistências, 2 tocos. Sinceramente, parecia que a lesão na costela nem existiu. Eu tava aqui pensando se ele ia conseguir jogar normalmente, e o maluco vai lá e faz uma das melhores performances da temporada.

    Com 65 jogos na conta, o Wemby já tá garantido pros prêmios principais. A casa de apostas tá pagando -20000 (sim, vinte mil negativo) pra ele levar o Defensivo do Ano. É dinheiro jogado fora apostar contra, né?

    De’Aaron Fox também brilhou

    Mas vamos falar do De’Aaron Fox também, que fez uma partida absurda. 18 pontos e 10 assistências em 28 minutos, mas o mais importante: 14 dos 18 pontos vieram no terceiro período, que foi quando os Spurs dispararam no placar (28-40 no quarto).

    O cara virou maestro com a bola na mão e ainda mandou umas enterradas que eu não via ele fazer há tempo. Sem ele, os Spurs talvez não tivessem conseguido essa vitória tão convincente.

    E os outros?

    Dylan Harper teve seus momentos difíceis defendendo o Cooper Flagg (que jovem promissor esse Flagg, hein?), mas respondeu bem no ataque com 13 pontos e 6 assistências. Gostei da maturidade do rookie.

    Julian Champagnie continua nessa pegada mais agressiva que eu tô adorando – 14 pontos em 5/8 nos arremessos. O cara tá finalizando muito melhor perto da cesta do que na temporada passada.

    E vocês, acham que esse Wemby vai conseguir levar todos os prêmios individuais mesmo? Porque do jeito que ele tá jogando, vai ser difícil alguém competir…

  • Wizards fecham temporada patética contra Cavs no jogo 82

    Wizards fecham temporada patética contra Cavs no jogo 82

    Olha só que final de temporada deprimente pros Wizards. Amanhã eles vão pra Cleveland jogar o último jogo da temporada 2026, e sinceramente? Quem vai assistir esse jogo merece uma medalha de coragem.

    O Washington tá encerrando mais uma temporada vergonhosa — menos de 20 vitórias pelo terceiro ano consecutivo. Cara, isso não é rebuild mais, é demolição total. E o pior: eles nem conseguiram melhorar as 18 vitórias da temporada passada. Tá difícil defender esse time.

    Jogo dos desfalques

    Do lado dos Wizards, só o Justin Champagnie tá machucado (joelho), que convenhamos, não vai fazer diferença nenhuma no resultado. Já os Cavs tão bem mais complicados: Donovan Mitchell (tornozelo), Sam Merrill (coxa) e Jarrett Allen (joelho) — todos day-to-day.

    Mitchell machucado nessa reta final? Isso pode complicar demais os planos de playoff dos Cavs. O cara é o motor desse time, e sem ele fica bem mais difícil fazer barulho na pós-temporada.

    Cavs sob pressão

    Falando em playoffs, os Cavs tão numa situação interessante. Se não conseguirem fazer uma boa campanha agora na pós-temporada, esse time pode ficar bem diferente ano que vem. Na minha opinião, eles são o time pra ficar de olho nessa offseason.

    Cleveland montou um elenco competitivo, mas ainda não conseguiu dar o próximo passo. E vocês sabem como é a NBA — se não evoluir, começa a desmanchar. Especialmente com Mitchell podendo virar alvo de trocas se as coisas não derem certo.

    O jogo é às 19h (horário de Brasília) de domingo, no Rocket Arena. Quem tiver coragem de assistir, props pra vocês. Eu vou dar uma olhada só pra ver se rola alguma surpresa — ou algum lance bizarro que vire meme depois.

    Pra falar a verdade, esse jogo é mais sobre o que representa pro futuro dos dois times do que sobre o que vai acontecer em quadra. Wizards já tão pensando no draft, e os Cavs tão rezando pra não virar piada nos playoffs.

  • Wemby fez história em 26 minutos — mas valeu o risco?

    Wemby fez história em 26 minutos — mas valeu o risco?

    Cara, o que o Victor Wembanyama fez na sexta-feira foi simplesmente absurdo. O cara voltou de uma lesão nas costelas só pra jogar os 20 minutos mínimos necessários pra bater a marca de 65 jogos (exigência pra concorrer aos prêmios individuais). Só que aí ele resolveu partir pra porrada mesmo.

    26 minutos de quadra. 40 pontos, 13 rebotes e 5 assistências.

    E olha só o detalhe mais louco: foi o jogo de 40-10-5 mais rápido da história da NBA. Vinte e seis minutos! Eu ainda tô processando isso.

    O dilema que ninguém quer enfrentar

    Agora vem a pergunta que não quer calar: valeu a pena arriscar? O San Antonio já tava garantido como 2º colocado do Oeste. O Wemby tava machucado. E convenhamos — ele provavelmente não vai ganhar o MVP mesmo (o Shai é favorito absoluto, coisa de -5000 nas casas de aposta).

    Mas eu entendo a decisão dos Spurs, sabe? Primeiro porque o moleque QUER ganhar o MVP. E segundo — aqui que fica interessante — porque aquela vitória sobre o Dallas pode ter mudado completamente o caminho dos playoffs.

    Pensa comigo: se eles ganharem do Denver no domingo E os Lakers ganharem do Utah, o Denver cai pra 4º colocado. Isso significaria que San Antonio só encontraria Denver ou Oklahoma City (os dois maiores favoritos) na final de conferência. Imagina só — fazer esses dois se matarem na segunda rodada?

    A jogada de xadrez que pode valer um título

    É estratégia pura. Se o Wemby não tivesse jogado, eles perderiam pro Dallas e ficariam numa situação bem mais complicada nos playoffs. Às vezes você tem que apostar alto pra ganhar alto, né?

    E sinceramente? Ver o cara fazer história daquele jeito, mesmo voltando de lesão, só mostra o monstro que ele é. Defensive Player of the Year garantido, All-NBA First Team na veia, e agora essa performance histórica.

    Vocês acham que o risco valeu a pena? Porque olhando aqui de casa, parece que os Spurs podem ter feito a jogada perfeita. Claro, se o Wemby tivesse se machucado de novo, a história seria bem diferente…

    Mas não machucou. E agora eles têm uma chance real de chegar na final sem passar pelo caminho mais difícil. Às vezes é isso aí — você arrisca tudo numa jogada e ela simplesmente dá certo.

  • Liberty bombando: Sabally e Jonquel Jones renovam por vários anos

    Liberty bombando: Sabally e Jonquel Jones renovam por vários anos

    Mano, o New York Liberty não tá brincando em serviço. Acabaram de cravar as renovações da Satou Sabally e da Jonquel Jones por múltiplas temporadas. E olha, depois de conquistar o título da WNBA em 2025, faz todo sentido essas minas quererem ficar por lá.

    A Sabally veio do Phoenix Mercury e, sinceramente, foi uma das contratações mais esperadas da offseason. A alemã de 27 anos é um monstro — 16.3 pontos, 5.9 rebotes e 2.5 assistências por jogo na temporada passada. Terceiro All-Star Game dela, por sinal.

    Reencontro de Oregon que promete muito

    O que mais me empolga nessa história? A Sabally vai jogar de novo com a Sabrina Ionescu. As duas eram dupla dinâmica em Oregon — levaram o programa pro primeiro Final Four em 2019 e foram primeira e segunda escolhas do draft de 2020. Agora vão tentar repetir a magia, mas dessa vez brigando pelo bi da WNBA.

    E não para por aí. A alemã também vai reencontrar a Leonie Fiebich, com quem já jogou no Valencia Basket nas offseasons. Química já existe, pessoal.

    Só uma coisa me incomoda: a concussão que tirou ela do jogo decisivo das finais do ano passado. Os sintomas ainda tavam rolando em janeiro, tanto que ela nem participou da Unrivaled. Espero que esteja 100% pra nova temporada.

    Jonquel Jones seguira mandando no garrafão

    Já a Jonquel Jones, essa aí é peça fundamental. Cinco vezes All-Star, a pivô de 30 anos é uma das mais completas da liga. 13.6 pontos, 8.1 rebotes e 2.7 assistências — números sólidos mesmo jogando apenas 31 dos 44 jogos por causa de lesões no tornozelo.

    A mina fez história em 2021 sendo a primeira jogadora a ganhar MVP, Sexto Homem do Ano e Jogadora que Mais Evoluiu na mesma temporada. Absurdo, né? É o tipo de peça que você não deixa escapar.

    Com Breanna Stewart e Sabrina Ionescu também confirmando que ficam, o Liberty tá montando um time assustador para defender o título. Na minha visão, já são favoritos pro repeat. E vocês, acham que esse quinteto consegue o bi?

  • Greensboro Swarm é campeão da G League pela primeira vez!

    Greensboro Swarm é campeão da G League pela primeira vez!

    Que jogaço! O Greensboro Swarm fez história e conquistou o primeiro título da G League da franquia. E olha, não foi moleza não — eles atropelaram o Stockton Kings por 2 a 0 numa final melhor de três que deixou todo mundo de queixo caído.

    O MVP que ninguém esperava

    Mas a grande estrela da festa foi Tosan Evbuomwan. O cara simplesmente resolveu no jogo decisivo: 22 pontos pra selar o título. Evbuomwan tem contrato de mão dupla com o Swarm e o Charlotte Hornets, e sinceramente? Depois dessa performance, não me surpreenderia nada se ele ganhasse mais minutos na NBA.

    É impressionante como a G League virou esse laboratório incrível pra revelar talentos. Quantos caras não começaram aí embaixo e hoje são peças importantes nos times principais?

    Charlotte deve estar de olho

    O timing não poderia ser melhor pro Hornets. Com a temporada da NBA chegando ao fim, ter um cara motivado e em alta na afiliada é ouro puro. Evbuomwan já mostrou que sabe jogar sob pressão — e isso vale ouro na liga.

    Na minha opinião, esse título do Swarm não é só sobre eles. É sobre como o sistema de desenvolvimento da NBA tá funcionando. A G League cada vez mais se consolida como uma ponte real entre o college e a NBA.

    E aí, vocês acham que o Evbuomwan consegue uma chance real no time principal dos Hornets na próxima temporada? Eu tô torcendo pra ver esse moleque jogar no nível mais alto!