Autor: Leandro Amorim

  • Jazz aposta em Hayden Gray da G-League com contrato de 2 anos

    Jazz aposta em Hayden Gray da G-League com contrato de 2 anos

    O Utah Jazz acabou de fazer uma movimentação interessante no mercado, assinando com o armador Hayden Gray por dois anos. E olha, eu confesso que não esperava essa — o cara estava jogando pelo Maine Celtics na G-League e agora vai ter a chance de mostrar serviço na NBA.

    Gray não é nenhum desconhecido para quem acompanha a liga de desenvolvimento. O armador de 1,93m fez uma temporada bem sólida por lá: 48 jogos, sendo 23 como titular, com médias de 9.9 pontos, 2.8 rebotes, 5.8 assistências e 2.1 roubos de bola em quase 28 minutos por partida.

    Números que chamam atenção

    Sinceramente, o que mais me impressiona nos números do Gray são as assistências e os steals. 5.8 passes para cesta por jogo na G-League é coisa séria — mostra que o cara tem visão de jogo e consegue distribuir bem a bola. E 2.1 roubos? Isso indica que ele tem boas mãos defensivas, algo que sempre é valorizado na NBA.

    Claro, G-League é uma coisa, NBA é outra completamente diferente. Mas o Jazz claramente viu algo nele que vale a pena apostar.

    Vaga liberada no elenco

    A contratação do Gray faz o Jazz voltar ao limite máximo de 15 jogadores com contratos padrão. Isso porque o segundo contrato de 10 dias do Kennedy Chandler expirou depois do jogo de sexta-feira — uma oportunidade que o jovem armador não conseguiu aproveitar.

    E aí, vocês acham que o Gray vai conseguir se firmar no elenco do Jazz? O time de Utah está claramente em processo de reconstrução, então pode ser uma boa oportunidade para ele mostrar que tem potencial. Na minha visão, dois anos de contrato mostra que a organização realmente acredita no potencial dele — não é só um teste rápido.

    Vamos acompanhar como ele se adapta ao ritmo da NBA. Às vezes esses caras que vêm da G-League com fome de provar seu valor acabam surpreendendo todo mundo.

  • Dalano Banton volta ao Celtics: timing perfeito pra fugir da luxury tax

    Dalano Banton volta ao Celtics: timing perfeito pra fugir da luxury tax

    Olha só que movimentação inteligente do Celtics: trouxe o Dalano Banton de volta justamente no finalzinho da temporada regular. E não é só sobre basquete não — é matemática pura.

    O timing foi cirúrgico, cara. Boston fechou o roster com 15 jogadores literalmente no último dia possível, e com isso conseguiu ficar abaixo da luxury tax por apenas 11 mil dólares. Onze mil! Para uma franquia que vale bilhões, é como se você tivesse economizado R$ 20 na conta de luz.

    A jogada genial da diretoria

    Mas peraí que a coisa é mais profunda. Ficando abaixo da luxury tax E do segundo apron, os Celtics resetaram todas as penalidades que vinham acumulando por serem “tax repeater”. Na prática, isso significa muito mais flexibilidade financeira nas próximas temporadas.

    Sinceramente? Achei uma baita jogada do Brad Stevens. Conseguir preencher o roster, dar uma chance pro Banton e ainda economizar milhões em penalidades futuras — isso é gestão de alto nível.

    Banton conhece a casa

    E o Dalano já tem história com Boston, né. Passou metade da temporada 2023-24 lá, voltou com um contrato de 10 dias no começo desta temporada, e agora tá de volta com um bi-anual.

    O cara de 2,03m passou a maior parte do ano mandando ver na G League pelo Texas Legends. E que números, hein: 24,9 pontos, 6,9 assistências e 4,1 rebotes por jogo em 44 partidas. Para um armador dessa altura, são números bem sólidos.

    Vocês acham que ele consegue minutos nos playoffs? Com a profundidade que o Celtics tem, vai ser difícil, mas ter um cara versátil assim no banco sempre ajuda. E olha que ele já provou que consegue contribuir quando chamado — não é à toa que Boston quis ele de volta pela terceira vez.

    No fim das contas, todo mundo sai ganhando: Banton tem mais uma chance na NBA, os Celtics completam o roster gastando mixaria e ainda se livram de penalidades futuras. Isso é que eu chamo de win-win-win.

  • OG Anunoby se machuca e preocupa os Knicks antes dos playoffs

    OG Anunoby se machuca e preocupa os Knicks antes dos playoffs

    Cara, os Knicks garantiram a terceira colocação no Leste na vitória contra o Toronto, mas saíram de quadra com um gosto amargo. OG Anunoby torceu o tornozelo esquerdo e teve que deixar o jogo mais cedo — justo agora que os playoffs estão batendo na porta.

    A lesão aconteceu no segundo quarto quando o OG foi contestar um arremesso e acabou tropeçando no Scottie Barnes. Deu pra ver que ele torceu o tornozelo na hora. O cara ainda tentou ficar em quadra por algumas jogadas, mas não deu — teve que sair e não voltou mais pro segundo tempo.

    Timing péssimo pra se machucar

    Olha, eu não esperava isso. O Anunoby já tinha perdido 13 jogos na temporada por causa de uma distensão no posterior da coxa e depois por conta de uma unha encravada (sim, uma unha!). Agora vem essa torção de tornozelo bem na reta final.

    Mike Brown, técnico dos Knicks, não deu nenhuma atualização sobre o estado do jogador após a partida. Isso me deixa ainda mais preocupado — quando técnico não fala nada, geralmente não é bom sinal.

    Uma semana pra se recuperar

    A boa notícia é que os Knicks não têm mais nada pra jogar no domingo, então o OG vai ter mais de uma semana pra se tratar antes dos playoffs começarem no fim de semana seguinte. Uma semana é tempo suficiente pra uma torção leve, mas se for algo mais sério…

    Sinceramente, os Knicks precisam do Anunoby nos playoffs. O cara é fundamental na defesa e tem sido peça-chave nessa campanha do time em Nova York. Vocês acham que ele consegue se recuperar a tempo? Espero que seja só um susto mesmo.

  • Wembanyama faz 40 pontos só pra cumprir regra dos 65 jogos

    Wembanyama faz 40 pontos só pra cumprir regra dos 65 jogos

    Olha só que situação bizarra aconteceu na sexta-feira. O Victor Wembanyama, nosso alienígena francês favorito, entrou em quadra contra o Dallas Mavericks basicamente só pra não perder a elegibilidade para os prêmios da temporada. E o cara fez o que? 40 pontos e 13 rebotes em apenas 26 minutos. Monstro.

    A história é a seguinte: Wemby estava machucado desde segunda-feira (bateu as costelas no Paul George) e perdeu o jogo de quarta. Mas aí chegou sexta e ele precisava do 65º jogo pra poder concorrer aos prêmios da NBA. Então entrou em quadra, jogou os 20 minutos mínimos necessários… e voltou pedindo mais tempo.

    “Se eu já tivesse 65 jogos, com certeza não teria jogado”, admitiu o francês. Sinceridade pura. E vocês acham que ele estava certo em arriscar se machucar só pela regra?

    O alien virou professor de matemática

    Aqui que fica interessante. Depois do jogo, Wembanyama resolveu dar uma aula sobre a regra dos 65 jogos. O cara literalmente virou a coletiva numa sala de aula, perguntando pros jornalistas qual deveria ser o limite ideal.

    “Se um cara joga 50 jogos, 35 minutos por jogo, são 50 vezes 35… 1.750 minutos, certo? Se outro joga 75 jogos em 20 minutos, são 1.500. Então talvez não deveria ter limite”, ele calculou na hora. “Na minha opinião, 75% da temporada seria lógico. Isso daria 61 jogos e meio, então 62 jogos.”

    Quando confirmaram que a matemática estava certa, a sala inteira riu. “Claro, o alien acerta tudo”, brincou um repórter. Cara, só o Wemby mesmo pra transformar coletiva em aula de matemática.

    A polêmica que ninguém quer falar

    O pior é que essa regra vai ferrar alguns craques this season. Cade Cunningham, Luka Dončić e Anthony Edwards vão ficar de fora da briga por prêmios por causa dos jogos perdidos. É meio cruel, né?

    O próprio Wemby reconheceu: “Não acho que vão fazer exceção este ano. Seria meio injusto, mas vamos ver o que acontece.” Na minha visão, a regra faz sentido pra evitar que caras descansem demais, mas 65 jogos numa temporada de 82? Talvez seja pesado mesmo.

    Enquanto isso, nosso francesão segue disparado na corrida pra Melhor Defensor do Ano e tem vaga garantida no primeiro time All-NBA. No MVP ele tá brigando, mas uma pesquisa da ESPN mostrou o Shai Gilgeous-Alexander na frente com 88 votos de primeira colocação.

    Os Spurs estão 62-19 e são o 2º seed do Oeste. Sinceramente? Com Wembanyama jogando assim, eu não duvido de mais nada dessa temporada.

  • Curry torce o tornozelo mas garante: ‘Vou jogar no domingo’

    Curry torce o tornozelo mas garante: ‘Vou jogar no domingo’

    Mano, que susto foi esse na sexta? Stephen Curry escorregou numa poça d’água no chão durante a derrota do Warriors por 124-118 pro Sacramento Kings e saiu mancando. Por alguns segundos ali, o coração de todo fã dos Warriors (e da NBA) parou. Principalmente porque o cara acabou de voltar de uma lesão no joelho que o deixou fora por mais de dois meses.

    Steve Kerr não pensou duas vezes e pediu timeout na hora. O técnico depois confessou que pensou que fosse o joelho de novo — imagina o desespero. Mas Curry tranquilizou todo mundo: era só o tornozelo mesmo.

    O alívio foi geral

    “Ele está bem”, disse Kerr depois do jogo. “Foi o tornozelo, não o joelho. Por isso pedi o timeout. Estava preocupado com o joelho. Vi ele mancando, mas ele veio e disse: ‘Não, estou bem. É só o tornozelo’.”

    Curry terminou o jogo com apenas 11 pontos em 3 de 8 arremessos em 27 minutos. Dava pra ver que ele não estava 100% no primeiro tempo, mas melhorou depois do intervalo. No vestiário, ficou com o pé no balde de gelo — aquela imagem clássica, né?

    Foco total no play-in

    Olha, vou ser sincero: quando vi o Curry no chão, já imaginei o pior cenário possível para os Warriors nos playoffs. O cara é tudo pra esse time, especialmente agora que estão brigando pelo play-in. Mas ele mesmo foi categórico:

    “Contanto que não seja meu joelho, consigo lidar com o tornozelo”, disse o Chef. “Meu joelho se sentiu ainda melhor que no último jogo, então vou encarar isso como algo positivo.”

    E aí, acreditam que ele vai conseguir estar 100% pro jogo decisivo? Curry quer jogar entre 30-32 minutos no último jogo da temporada regular contra o Clippers no domingo. Tudo pensando no play-in de quarta-feira, que provavelmente será contra… os próprios Clippers de novo.

    Sinceramente, acho que o Warriors precisa do Curry em forma pra ter qualquer chance real nos playoffs. Aos 35 anos (não 38 como disse no artigo original), o cara continua sendo o motor desse time. Tomara que seja só um susto mesmo e que a gente veja aqueles arremessos impossíveis de 3 pontos que só ele sabe fazer.

  • Por que estrelas da NBA estão viciadas em xadrez? A mania que virou

    Por que estrelas da NBA estão viciadas em xadrez? A mania que virou

    Dez segundos no relógio. Bola na mão do LeBron. E o Giannis simplesmente leu a jogada como se estivesse três lances à frente — que nem um mestre de xadrez.

    Foi exatamente isso que rolou em janeiro quando o Bucks bateu os Lakers por 105-101. O Greek Freak antecipou o pick-and-roll do King, roubou a bola por trás e fechou o jogo. Depois da partida, ele explicou: “Eu sabia que o LeBron ia pegar a bola, sabia que ele ia chamar o pick-and-roll. Já joguei contra ele tantas vezes que estava só pensando à frente”.

    E de onde vem essa capacidade absurda de antecipar jogadas? Do xadrez, meu amigo.

    O xadrez que moldou um MVP

    Aos 10 anos, numa igreja na Grécia, o Giannis aprendeu a jogar xadrez. Domingo era missa, mas segunda, quarta e sexta eram os dias de jogar tênis de mesa e xadrez com os outros da comunidade. “Aí eu fiquei realmente bom nisso”, conta ele.

    Não é coincidência que o cara que fez aquele block histórico no Deandre Ayton nas finais de 2021 tenha dito: “Eu vi a jogada chegando”. Monstro, né?

    Mas o Giannis não tá sozinho nessa. Uma verdadeira fraternidade do xadrez surgiu na NBA, e cara, é impressionante como os caras estão levando isso a sério.

    A nova geração enxadrística da NBA

    O Luka Doncic, Jaylen Brown e Jaime Jaquez Jr. têm bots interativos no Chess.com onde os fãs podem desafiar eles. Imagine perder de xadrez pro cara que já te quebrou no basquete também?

    Mas o Wembanyama levou isso pra outro nível. Em dezembro de 2024, o francês simplesmente apareceu no Washington Square Park, em Nova York, e convidou qualquer um pra jogar xadrez com ele. Chovendo e o maluco lá, movendo as peças com quem tivesse coragem de encarar o gigante de 2,24m do outro lado do tabuleiro.

    Depois disso, ele até pediu pra NBA organizar um torneio só de jogadores. E olha, o Derrick Rose ouviu o recado e organizou exatamente isso em Las Vegas meses depois.

    Treinando corpo e mente ao mesmo tempo

    Agora vem a parte mais doida: o Wemby faz condicionamento físico JOGANDO XADREZ ao mesmo tempo. Sim, você leu certo. Corre na esteira ou faz exercício e joga xadrez simultaneamente.

    O Rudy Gobert, que enfrenta o Wembanyama no xadrez “quase toda vez” que os times se enfrentam, explica a lógica: “Quando você tá só sentado jogando xadrez, só precisa focar no tabuleiro. Mas quando você começa a sentir fadiga mental e física, fica mais difícil tomar as decisões certas. É como na quadra de basquete”.

    Faz todo sentido, né? Quantas vezes você já viu jogador errar uma jogada óbvia no final do jogo porque tava cansado?

    Pro Wembanyama, o xadrez ainda serve como uma válvula de escape mental. “É matar dois coelhos com uma cajadada só. Às vezes você só precisa se desligar. Não tem o foco necessário pra ler ou estudar algo, então o xadrez é bom nesse sentido”.

    Vocês acham que mais jogadores vão aderir a essa moda? Sinceramente, eu acho genial. Imaginem quantas jogadas de gênio vamos ver na quadra quando esses caras começarem a pensar como verdadeiros mestres de xadrez!

  • Carter explode com 29 pontos e Kings vencem Warriors num jogaço

    Carter explode com 29 pontos e Kings vencem Warriors num jogaço

    Cara, que noite absurda do Devin Carter! O garoto simplesmente resolveu mostrar serviço e cravou 29 pontos — recorde pessoal na carreira — na vitória dos Kings por 124-118 sobre os Warriors. E olha que isso meio que atrapalha os planos de Sacramento, que tá na briga por uma posição melhor no Draft.

    Sinceramente, eu não esperava que o Carter fosse explodir dessa forma. O moleque tem talento, mas 29 pontos contra os Warriors? Isso é coisa de gente grande. E não foi só ele não — Maxime Raynaud também meteu 23 pontos no último jogo da temporada em casa.

    Warriors usaram como preparação

    Do lado de Golden State, foi mais um teste antes dos play-ins. Brandon Podziemski teve a noite da vida dele também, com 30 pontos (recorde pessoal). Mas o foco mesmo era ver como Curry e Porzingis iam jogar juntos.

    Essa foi só a segunda vez que os dois dividiram quadra pelos Warriors. Curry voltou há pouquinho tempo de uma lesão no joelho que o tirou de 27 jogos — imagina a falta que ele fez pro time. O técnico Steve Kerr deixou claro que queria dar o máximo de minutos possível pros dois juntos nos jogos finais da temporada regular.

    Curry e Porzingis fizeram 11 pontos cada. Não é o que você espera do Chef, mas faz sentido — ele tá voltando de lesão e o importante é pegar ritmo.

    Terceiro quarto pegou fogo

    O jogo ficou quente no terceiro período. Duas faltas flagrantes, duas técnicas — inclusive uma no Curry, que tava no banco! Os Warriors conseguiram virar uma desvantagem de 14 pontos numa liderança de 7 indo pro último quarto. Mas aí os Kings mostraram que também sabem jogar sob pressão.

    Gary Payton II levou duas técnicas no quarto final e foi expulso. Sinceramente, acho que ele perdeu a cabeça ali — num jogo que era mais preparação que qualquer coisa.

    O que vocês acham? Os Warriors conseguem passar pelos play-ins com Curry voltando agora? Eu tô na dúvida se o timing tá bom ou se ele precisava de mais alguns jogos pra pegar o ritmo total.

    Pros Kings, é aquela situação estranha: ganhar é sempre bom, mas eles tão empatados com o Jazz na quarta pior campanha da liga. No mundo do tanking, às vezes perder ajuda mais no futuro. Mas como fã, eu entendo — é difícil pedir pros caras entregarem o jogo.

  • Avdija explode com 35 pontos e Blazers estão quase nos playoffs

    Avdija explode com 35 pontos e Blazers estão quase nos playoffs

    Gente, que noite do Deni Avdija! O cara simplesmente resolveu virar o Michael Jordan e meteu 35 pontos na vitória dos Trail Blazers sobre os Clippers por 116 a 97. E olha que eu não esperava isso — o Portland tá literalmente brigando por uma vaguinha nos playoffs e o israelense decidiu que era hora de aparecer.

    Os Blazers agora estão com a faca e o queijo na mão para garantir a oitava posição no Oeste. Se eles vencerem os Kings no domingo, já garantem vaga no play-in contra os Suns na terça. É isso mesmo, pessoal — Portland pode estar voltando aos playoffs depois de um tempo no deserto.

    Donovan Clingan também brilhou

    Mas não foi só show do Avdija não. O pivô Donovan Clingan teve uma noite monstro com 18 pontos e 13 rebotes. Robert Williams III também contribuiu com um double-double (13 pontos e 10 rebotes). Os caras dominaram o garrafão, pegando 46 rebotes contra 35 dos Clippers.

    E tem um detalhe interessante: Portland lidera a liga em turnovers, mas ontem conseguiu vencer essa batalha. Quando o time para de dar bobeira com a bola, fica difícil de parar mesmo.

    Clippers quase viraram o jogo

    Olha, não foi moleza não. Depois que os Blazers abriram 55 a 35 no primeiro tempo (uma surra!), os Clippers resolveram acordar. Jordan Miller acertou uma bomba de três e colocou LA na frente pela primeira vez desde o primeiro quarto: 82 a 79.

    Kawhi Leonard, que terminou com 24 pontos, tava tentando carregar o time nas costas. Mas aí que tá — quando o Avdija resolveu que ia ser a noite dele, não teve jeito. O cara fez jogada de três pontos, acertou lance livre, meteu uma bomba de três no finalzinho… Foi um show completo.

    E vocês viram que o Shaedon Sharpe voltou depois de 28 jogos fora? Foram só 15 minutos e 8 pontos, mas ter ele de volta pode fazer diferença nessa reta final. Portland precisa de todas as armas disponíveis se quiser incomodar nos playoffs.

    Sinceramente, eu não sei se os Blazers têm estrutura pra ir longe nos playoffs, mas essa temporada já tá sendo um sucesso considerando onde eles estavam no começo. E noites como essa do Avdija mostram que qualquer time pode ser perigoso quando os caras decidem jogar bola de verdade.

  • Wemby faz 40 pontos machucado e garante vaga nos prêmios da NBA

    Wemby faz 40 pontos machucado e garante vaga nos prêmios da NBA

    Cara, o Wembanyama é um monstro mesmo. Ontem à noite, jogando com dor nas costelas (ele machucou contra o Philadelphia na segunda), o francês meteu 40 pontos, 13 rebotes, 5 assistências e 2 tocos na vitória dos Spurs sobre o Dallas por 139-120. E o mais importante: chegou aos 65 jogos na temporada, garantindo elegibilidade pros prêmios da NBA.

    Olha, eu vi o jogo e deu pra perceber que ele tava sentindo dor. Várias vezes colocou a mão nas costelas, fez cara de dor. Mas mesmo assim destruiu. Em 26 minutos de quadra (nem jogou tanto assim), fez seu quinto jogo da temporada com pelo menos 40 pontos e 10 rebotes. Isso iguala o recorde do David Robinson na temporada 93-94. Absurdo.

    A matemática do Wemby

    Depois do jogo, os jornalistas perguntaram sobre atingir os 65 jogos e o cara virou professor de matemática na hora. “Deixa eu fazer uma pergunta pra vocês”, disse ele. “Que porcentagem da temporada vocês acham que deveria ser o limite?”

    Aí começou a fazer conta de cabeça na hora (que monstro): um cara que joga 50 jogos de 35 minutos são 1.750 minutos totais, enquanto alguém que joga 75 jogos de 20 minutos dá 1.500 minutos. A lógica dele faz sentido — na real, deveria ser por minutos jogados, não número de jogos.

    “Na minha opinião, 75% dos jogos seria lógico. Seriam 61,5 jogos, então 62”, calculou rapidinho. O cara é um gênio mesmo.

    Favorito ao DPOY

    E tem mais: Wemby tá disparado na corrida pro prêmio de Melhor Defensor do Ano. Sinceramente, acho que já era — ninguém consegue fazer o que ele faz defensivamente. Dois metros e 24 centímetros correndo a quadra toda, bloqueando tudo que vê pela frente.

    Ele demonstrou empatia pelos caras que não conseguiram chegar nos 65 jogos por lesão — Cade Cunningham, Anthony Edwards, Luka Doncic (que vai tentar recurso). “É uma caixa que foi marcada”, disse sobre atingir o limite, mas deu pra ver que ele entende a frustração dos outros.

    Os Spurs tão voando desde o All-Star break: 24 vitórias em 27 jogos. E aí, vocês acham que o Wemby consegue levar tanto o DPOY quanto uma vaga no All-NBA First Team? Na minha visão, ele merece os dois.

  • Pistons passam o rodo nos Hornets e chegam à vitória 59

    Pistons passam o rodo nos Hornets e chegam à vitória 59

    Cara, que surra! O Detroit Pistons simplesmente atropelou o Charlotte Hornets por 118-100 e chegou à vitória número 59 na temporada. Falta só mais uma pra chegar aos 60 triunfos — um número que eu sinceramente não imaginava ver os Pistons alcançando há alguns anos.

    O jogo começou quente mesmo, literalmente. Brandon Miller enterrou logo no começo e aterrissou em cima do Duncan Robinson. Os caras se empurraram, o Jalen Duren teve que separar… Mano, nem dois minutos de jogo e a treta do confronto anterior já tava voltando à tona. Você sabe como é, NBA tem memória curta mas rivalidade dura o ano todo.

    Ron Holland tá virando problema sério

    O Ron Holland resolveu fazer 10 pontos seguidos no primeiro quarto. Duas bolas de três seguidas e ainda arrancou umas bandejas no “Holland Hustle” — que apelido monstro esse, né? O cara tá confiante no arremesso e já ganhou até entrevista no intervalo. George Blaha chamando ele de “Mr. Hustle” é poesia pura.

    E o Ausar Thompson? Rapaz, esse garoto tá construindo um case sólido pro DPOY. A defesa que ele fez foi de outro planeta — literalmente filminho de prêmio de melhor defensor. Charlotte até tentou bombardear de três (28 tentativas só no primeiro tempo!), mas quando o Ausar decide incomodar, ninguém tem paz.

    Cade volta com tudo após lesão

    Segundo jogo do Cade de volta depois daquela lesão no pulmão assustadora. E olha, o cara não perdeu o timing não. 14 pontos, chegando nos spots de sempre no meio da quadra. Sinceramente, eu tava com um pé atrás — pneumotórax não é brincadeira — mas o menino mostrou que tá 100%.

    O Jalen Duren foi outro que mandou muito: 20 pontos e 9 rebotes em apenas 22 minutos de quadra. Oito de onze nos arremessos. Quando esse cara joga solto assim, vira problema sério pros adversários. Duncan Robinson também colaborou com 19 pontos.

    Hornets morreram pela bola de três

    Charlotte começou acertando tudo que era três pontos (11 de 28 no primeiro tempo), mas aí veio o famoso “live by the three, die by the three”. Na segunda metade? Dois acertos em dezenove tentativas. DOIS! E no último quarto foram só 10 pontos. Charles Lee até desistiu e esvaziou o banco.

    O mais louco é que nenhum jogador dos Pistons jogou mais de 28 minutos. Os titulares passaram metade do jogo no banco e mesmo assim foi goleada. Isso que é profundidade no elenco, pessoal.

    Domingo tem o último jogo da temporada regular contra o Pacers, em Indianápolis. A vitória 60 tá ali, esperando. Quem diria que ia falar isso dos Pistons há dois anos, né? Como as coisas mudam rápido nessa liga…