Autor: Leandro Amorim

  • Wemby massacra Dallas: 40 pontos em vitória de goleada dos Spurs

    Wemby massacra Dallas: 40 pontos em vitória de goleada dos Spurs

    Gente, o Wembanyama simplesmente decidiu que ia acabar com a raça ontem à noite. 40 pontos, 13 rebotes, 5 assistências e 2 tocos numa goleada histórica dos Spurs sobre o Dallas por 139-120. Quarenta pontos. O francês tá numa forma absurda.

    Olha, eu já esperava uma boa partida do Wemby, mas sinceramente não imaginava que ele ia dominar desse jeito. E o mais impressionante? Os Spurs conseguiram descansar os titulares no final – ninguém jogou mais que 30 minutos. Isso é sinal de time que tá preparado pra playoffs.

    Duelo de estrelas virou show de um lado só

    No primeiro tempo ainda teve emoção. Cooper Flagg, esse novato dos Mavericks que tá chamando atenção, fez 25 pontos e manteve Dallas vivo na partida. Mas aí o Wemby resolveu mostrar porque ele é diferenciado mesmo.

    De’Aaron Fox também merece os créditos – 18 pontos e 10 assistências. O cara chegou em San Antonio e se encaixou como uma luva no sistema dos Spurs. Essa dupla Fox-Wembanyama tá funcionando demais.

    E tem mais: Dylan Harper assumiu a posição de Stephon Castle (que tá com o pé machucado) e jogou muito bem. 13 pontos, 6 assistências, 4 rebotes. Esses jovens dos Spurs não param de impressionar.

    Quando a casa caiu pra Dallas

    O primeiro tempo ainda foi equilibrado – Spurs foram pro intervalo ganhando por apenas 68-65. Flagg tava fazendo de tudo pra manter Dallas na luta, e conseguiu por um tempo.

    Mas no terceiro quarto… cara, foi massacre mesmo. Fox fez uma sequência de 7 pontos que praticamente decidiu o jogo. Quando Wemby fez uma bandeja girando e deixou tudo 101-87, até o narrador gritou que “Victor não faz sentido”.

    Os números dos Spurs foram surreais: 54% de aproveitamento nos arremessos de quadra, 41% nas bolas de três e – segurem-se – 96% nos lances livres. É o que a gente chama de eficiência máxima.

    Keldon Johnson (17 pontos) e Julian Champagnie (14 pontos, 7 rebotes) também deram suas contribuições. E Carter Bryant saindo do banco com 12 pontos mostra a profundidade desse elenco dos Spurs.

    Dallas até tentou com Flagg fazendo 33 pontos no total, mas não teve jeito. Max Christie e AJ Johnson ajudaram no começo, mas quando San Antonio engrenou, não teve pra ninguém.

    E aí, pessoal? Vocês acham que os Spurs chegam longe nos playoffs com esse Wembanyama jogando nesse nível? Porque sinceramente, eu tô começando a acreditar que esse time pode ir muito além do que todo mundo imagina.

  • Knicks garantem 3° lugar e mostram que estão prontos pro playoff

    Knicks garantem 3° lugar e mostram que estão prontos pro playoff

    Cara, depois de 81 jogos eu finalmente posso respirar aliviado. Os Knicks acabaram de garantir o 3° lugar na conferência Leste com uma vitória tranquila sobre o Toronto por 112 a 95, e sinceramente? Foi mais fácil do que eu esperava.

    Olha só como ficou o top 4 do Leste: Detroit em primeiro, Boston em segundo, nós em terceiro e Cleveland fechando. Tá, isso já tava meio óbvio faz tempo, mas é sempre bom ver matematicamente confirmado, né?

    Brunson e Towns dominaram a parada

    O que mais me chamou atenção foi a dupla Brunson e Towns. Os caras foram absurdos: 20 acertos em 30 tentativas de arremesso. Vinte em trinta! Quando esses dois estão entrosados assim, dá até medo de sonhar alto.

    E o mais louco? O Toronto simplesmente não apareceu pra jogar. 36 pontos no primeiro tempo. Trinta e seis! Eu já vi ginásio de escola com mais pontos que isso. RJ Barrett e Quickley nem entraram em quadra – imagina se tivessem jogado, ia ser um massacre ainda maior.

    Única preocupação: a lesão do OG

    Agora, a parte que me deixou com o coração na mão foi ver o OG Anunoby sair de quadra no segundo quarto. O cara pisou no pé do Scottie Barnes e não voltou mais. Espero que seja só precaução mesmo, porque com o playoff chegando aí, melhor não arriscar.

    Vocês lembram do nosso técnico anterior? Aquele maluco teria botado o OG de volta em quadra antes do intervalo, machucado e tudo. Pelo menos o Mike Brown tem mais juízo.

    Olha, não vou mentir – é difícil tirar conclusões batendo no Toronto desse jeito. Mas campões empilham vitórias, e os Knicks ganharam 12 dos últimos 15 jogos. Isso não é coincidência.

    O time conquistou o maior número de vitórias desde 2013, e o segundo melhor desde 1996. Isso é história, pessoal. E ainda temos uma semana inteira pra descansar e se preparar pro que realmente importa.

    Sinceramente acho que esse time está muito melhor do que há 12 meses atrás. E vocês, tão sentindo essa evolução também? Porque eu tô começando a sonhar alto aqui…

  • T-Wolves quebram sequência de 8 vitórias dos Rockets num jogaço

    T-Wolves quebram sequência de 8 vitórias dos Rockets num jogaço

    Que jogaço em Houston ontem à noite! Os Timberwolves chegaram na casa dos Rockets e acabaram com a festa — quebraram uma sequência de oito vitórias consecutivas num jogo que terminou 136 a 132. E olha, não foi moleza não.

    Anthony Edwards fez 22 pontos e acertou uma bomba de três decisiva no finalzinho, mas quem roubou a cena mesmo foi o Terrence Shannon Jr. saindo do banco com 23 pontos. Cara, esse moleque tá voando. Do lado dos Rockets, o Amen Thompson teve a noite da vida dele — 41 pontos, recorde pessoal. E Kevin Durant? Óbvio que não ia ficar quieto: 33 pontos.

    Durant fazendo história aos 37 anos

    Falando no KD, o cara tá simplesmente absurdo. Com esses 33 pontos, ele chegou a 2.026 pontos na temporada e se tornou o jogador mais velho da história a atingir 2.000 pontos numa temporada. Quebrou o recorde do Karl Malone, que tinha feito isso aos 36 anos. Sinceramente? Esse cara é de outro planeta mesmo.

    É a oitava temporada da carreira dele com pelo menos 2.000 pontos. Oitava! E a primeira desde 2023-24. Tem como não respeitar?

    Final de tirar o fôlego

    O jogo foi daqueles que você não pisca. Minnesota tava ganhando por 10 pontos faltando uns quatro minutos, mas Houston não desistiu nunca. Os Rockets fizeram uma corrida de 8-2, com o Alperen Sengun metendo quatro pontos, e chegaram a 132-128 faltando um minutinho.

    Aí que o Edwards mostrou por que é craque. Acertou uma bomba de três e praticamente definiu o jogo: 135-128. A torcida de Houston já tava indo embora depois dessa.

    Donte DiVincenzo também fez um belo jogo pelos Wolves, principalmente no terceiro quarto quando ajudou a virar o placar. O cara acertou duas bombas importantes e foi fundamental na virada de 13-4 que colocou Minnesota na frente.

    Os Timberwolves jogaram sem Julius Randle (dor na mão direita), mas compensaram com um ataque bem distribuído. Sete caras fizeram pelo menos 15 pontos — isso é basquete coletivo do jeito que tem que ser.

    E vocês, acham que os Rockets vão conseguir se recuperar dessa quebrada de sequência nos playoffs? Porque olha, eles já garantiram vaga mas ainda tão brigando por posição. Os Wolves também já tão classificados, na sexta colocação do Oeste.

  • Celtics fazem 29 de 3 e quase quebram recorde histórico da NBA

    Celtics fazem 29 de 3 e quase quebram recorde histórico da NBA

    Mano, que noite absurda dos Celtics! Eles destruíram os Pelicans por 144-118 ontem, fazendo 29 bolas de três e ficando A UM ARREMESSO de quebrar o recorde da NBA. Um! Imagina a frustração.

    E olha que ironia — foi a segunda temporada consecutiva que Boston teve a chance de quebrar esse recorde e não conseguiu. O recorde atual é de 29 cestas de três, dividido por três times (incluindo os próprios Celtics na temporada passada). Cara, isso deve doer.

    Queta fez história (finalmente!)

    Mas nem tudo foi frustração. Neemias Queta — nosso português naturalizado — finalmente acertou a primeira bola de três da carreira! O cara estava 0/10 antes dessa partida. Quando vi ele comemorando, quase chorei de emoção. É isso aí, Queta!

    Sam Hauser foi simplesmente um monstro de três pontos, acertando 8 das 10 tentativas e liderando a equipe com 24 pontos. No terceiro quarto, quando ele acertou a sexta bola de três dele, os Celtics já estavam ganhando por 40 pontos. Quarenta!

    Jaylen Brown também fez a sua parte com 24 pontos, enquanto Payton Pritchard saiu do banco com 15 pontos no primeiro tempo. O time estava simplesmente inspirado.

    O drama do quarto período

    O último quarto virou uma caçada ao recorde. Os Celtics começaram o período com 25 bolas de três (uma a menos que o recorde) e precisavam de mais 5 para fazer história.

    Pritchard acertou as duas primeiras. Ron Harper Jr. cravou a terceira. Hugo Gonzalez (que por sinal teve uma boa participação) fez a quarta. E aí… Baylor Scheierman teve a chance de ouro para quebrar o recorde, mas a bola bateu no aro e saiu.

    Sinceramente? Eu acho que o universo não queria que eles quebrassem o recorde em um jogo contra um Pelicans completamente desfalcado. Zion, Herb Jones, Dejounte Murray — basicamente todo mundo importante estava fora.

    Números que impressionam

    Os números dessa partida são de outro planeta: Celtics atiraram 54% dos arremessos de quadra e 49% das bolas de três. QUARENTA E NOVE POR CENTO! Enquanto isso, os Pelicans fizeram apenas 28% das tentativas do perímetro.

    No intervalo, Boston já estava ganhando por 82-51. Oitenta e dois pontos em um tempo! É o tipo de coisa que você vê e pensa “cara, isso é NBA mesmo”.

    E aí, vocês acham que os Celtics vão conseguir quebrar esse recorde ainda nesta temporada? O último jogo da temporada regular é domingo contra o Magic. Quem sabe…

  • Wizards se despede da Capital One Arena com goleada do Heat

    Wizards se despede da Capital One Arena com goleada do Heat

    Cara, que forma triste de fechar a temporada em casa, né? Os Washington Wizards levaram uma surra histórica do Miami Heat na noite de sexta-feira, perdendo por 140-117 na Capital One Arena. E olha que foi o último jogo da temporada regular em casa — uma despedida que os torcedores certamente prefeririam esquecer.

    O mais frustrante? Washington até conseguiu acertar metade dos arremessos (50% de aproveitamento), mas o Heat simplesmente não errava nada. Os caras converteram 59,8% dos chutes! É daqueles jogos que você assiste e pensa: “não tem o que fazer, tá tudo entrando pro adversário”.

    Fontecchio e Larson comandam o show

    Simone Fontecchio e Pelle Larson dividiram a artilharia do Heat com 24 pontos cada um. Dois caras que, sinceramente, não são nem os maiores nomes do time, mas que ontem à noite jogaram como All-Stars. Isso mostra como Miami consegue extrair o máximo de qualquer jogador no sistema deles.

    Do lado dos Wizards, Bub Carrington foi praticamente um herói solitário com seus 30 pontos. O garoto mostrou personalidade mesmo numa noite em que tudo dava errado para o time. Aos 30 pontos numa derrota por mais de 20, você imagina como estava o resto da equipe…

    Última dança em Cleveland

    Agora só resta um jogo para encerrar essa temporada complicada dos Wizards. Domingo eles pegam o Cleveland Cavaliers fora de casa, às 18h. E aí, vocês acham que Washington consegue pelo menos uma vitória digna para fechar o ano?

    Olha, eu sei que a temporada foi difícil para os fãs dos Wizards, mas pelo menos dá para ver que tem peças interessantes no elenco. Carrington mostrando que pode ser um cestinha consistente é um sinal positivo para o futuro, não acham?

  • Pistons massacram Hornets e mandam Charlotte pro play-in

    Pistons massacram Hornets e mandam Charlotte pro play-in

    Cara, que sufoco pros Hornets! Os Pistons chegaram em Charlotte e fizeram o que quiseram: 118 a 100 e mandaram os donos da casa direto pro play-in tournament. E olha que não foi nem apertado no final — Detroit simplesmente resolveu o jogo no terceiro período.

    Jalen Duren foi o cara da noite com 20 pontos e 9 rebotes. O garoto tá cada vez mais sólido no garrafão, né? Duncan Robinson também caprichou com 19 pontos — aquele arremesso de 3 dele continua letal.

    Detroit tá voando rumo aos 60 vitórias

    E tem mais: os Pistons já garantiram a primeira colocação no Leste e tão a uma vitória de completar 60 wins na temporada. Cara, 60 vitórias! A última vez que eles fizeram isso foi há 20 anos. Sinceramente, quem diria que esse time ia chegar nesse nível?

    Cade Cunningham fez seus 14 pontos de boa, Ronald Holland II contribuiu com 13 e Ausar Thompson com 12. Time jogando junto, distribuindo bem a bola. É isso que eu gosto de ver.

    LaMelo tentou, mas não deu

    Do lado dos Hornets, LaMelo Ball fez o que pôde: 27 pontos e 8 assistências. Brandon Miller também colaborou com 22 pontos, mas não foi suficiente. O negócio é que até o final do terceiro quarto tava equilibrado — 11 trocas de liderança, 13 empates. Ninguém abria mais que 8 pontos de vantagem.

    Mas aí veio o baque. Charlotte tava liderando 83-82 no terceiro período quando os Pistons simplesmente explodiram. Uma parcial de 24-8 que acabou com qualquer esperança dos Hornets. Quando você vê, Detroit tava ganhando de 111-92 faltando 6 minutos. Game over.

    E aí, vocês acham que Charlotte tem moral pra fazer barulho no play-in? Porque pelo que vi hoje, vai precisar jogar MUITO mais que isso pra incomodar os grandes do Leste.

  • Jazz quebra jejum de 10 derrotas com show de Hinson e dois triple-doubles

    Jazz quebra jejum de 10 derrotas com show de Hinson e dois triple-doubles

    Cara, que noitaça foi essa do Utah Jazz! Depois de 10 derrotas consecutivas – dez! – o time finalmente conseguiu voltar a vencer, e que vitória foi essa. Blake Hinson fez a partida da vida dele: 30 pontos, recorde pessoal. E o mais louco? Não foi só ele que brilhou.

    O Jazz atropelou o Memphis Grizzlies por 147 a 101, numa dessas goleadas que a gente fica até com pena do adversário. Mas olha, depois de tanto sofrimento, os caras mereciam uma noite dessas.

    Dois triple-doubles no mesmo jogo – coisa rara!

    Agora vem a parte mais absurda da história: Bez Mbeng e John Konchar conseguiram triple-double no mesmo jogo. Isso é raríssimo, galera! Mbeng fez 27 pontos (recorde pessoal também), 11 rebotes e 11 assistências. Konchar teve 11 pontos, 11 rebotes e 10 assistências.

    E a cereja do bolo? Quando o Konchar fez o 11º ponto dele, completando o triple-double, o Jaren Jackson Jr. ficou tão empolgado que correu pra dentro da quadra e tomou uma técnica! (risos) Imagina a emoção do cara vendo o ex-companheiro de Memphis fazendo história no Jazz.

    Memphis estava bem desfalcado mesmo

    Olha, vou ser honesto aqui: o Memphis tava jogando praticamente com reservas e jogadores de contrato de 10 dias. Tinham 14 caras no departamento médico e só 6 jogaram. É aquela situação clássica do final de temporada, onde os times que não vão pros playoffs deixam os jovens jogarem pra ver o que rola.

    Mesmo assim, alguns garotos do Grizzlies aproveitaram a chance. Dariq Whitehead fez 21 pontos (recorde dele), Tony Okani marcou 20 (também recorde pessoal), e Adama Bal contribuiu com 18.

    Do lado do Jazz, além do Hinson e do Mbeng, Kennedy Chandler fez 26 pontos e Ace Bailey marcou 23. E o Oscar Tshiebwe? Monstro no garrafão: 22 rebotes (recorde pessoal) e 16 pontos.

    Temporada acabando, mas a paixão continua

    Sinceramente, uma das coisas que mais me chamou atenção foi o banco do Jazz comemorando cada ponto, cada conquista individual. Cara, isso é lindo de ver! Mesmo numa temporada perdida, numa partida que até prejudica as chances de draft, os caras estavam lá vibrando com os companheiros.

    O Jazz chegou a abrir 55 pontos de vantagem – coisa de videogame mesmo. Fizeram 86 pontos na área pintada e 45 pontos em contra-ataques. Foi um show ofensivo completo.

    E aí, vocês acham que essas performances individuais podem render alguma oportunidade pros jovens na próxima temporada? O Hinson e o Mbeng mostraram que têm potencial, né não?

  • Warriors voltam quase completos contra Kings desfalcados

    Warriors voltam quase completos contra Kings desfalcados

    Olha, se os Warriors não ganharem fácil dos Kings hoje à noite, eu vou começar a me preocupar sério com esse time no play-in. Por quê? Porque Golden State tá recuperando praticamente todo mundo pro jogo, enquanto Sacramento parece um hospital ambulante.

    É literalmente o cenário perfeito pra um “ensaio geral” antes da pós-temporada — como o próprio texto original define a situação.

    Warriors voltam com força total

    A melhor notícia? Steph Curry tá de volta depois de descansar no último jogo. E não é só ele não — Kristaps Porziņģis também vai jogar, e cara, vai ser apenas a segunda vez que os dois dividem a quadra juntos. Eu tô curioso pra ver essa química.

    Al Horford também retorna (e nem aparece no injury report, de tão disponível que tá). Gui Santos se recuperou da contusão pélvica, Will Richard das dores nas costas, Charles Bassey do tornozelo… É uma lista gigante de retornos.

    Sinceramente, não lembro de ver tantos jogadores voltando ao mesmo tempo assim. Claro que ainda faltam peças importantes — Jimmy Butler (cirurgia no joelho) e Moses Moody (tendão patelar) continuam fora por muito tempo ainda.

    Kings mais desfalcados que time de várzea

    Do outro lado, Sacramento tá literalmente sem meio time. DeMar DeRozan (posterior da coxa), Zach LaVine (dedo), Domantas Sabonis (menisco), Russell Westbrook (dedão do pé), Keegan Murray (tornozelo)…

    E olha que nem listei todo mundo. É tanta gente machucada que o próprio repórter americano desistiu de explicar lesão por lesão — só disse “não precisa passar por todos esses um por um”.

    A real é que os Kings já tão pensando na próxima temporada mesmo. Quando um time coloca meio elenco no departamento médico assim, não é só azar não — tem estratégia envolvida também.

    E aí, vocês acham que os Warriors vão aproveitar essa moleza ou vão fazer corpo mole pensando no play-in? Porque se for pra sofrer contra um Kings desfalcado desse jeito, melhor nem sonhar em incomodar os caras grandes lá na frente.

    O jogo é às 23h (horário de Brasília) e promete ser um bom teste pra ver se Golden State tá mesmo preparado pra brigar por vaga nos playoffs.

  • Sixers vencem os Pacers e ainda sonham com sexta colocação no Leste

    Sixers vencem os Pacers e ainda sonham com sexta colocação no Leste

    Cara, que partida estranha foi essa dos Sixers contra os Pacers na sexta-feira. Vitória por 105-94, mas com aquele gostinho agridoce que só quem acompanha essa franquia conhece bem.

    O Philadelphia chegou aos 44-37 na temporada e agora tem pelo menos a oitava colocação garantida no Leste — isso porque o Charlotte perdeu mais uma. Mas olha só que loucura: se o Brooklyn conseguir derrubar o Toronto no domingo (coisa meio improvável, convenhamos), os Sixers ainda podem brigar pela sexta posição. Imagina só!

    Maxey carregou o piano nas costas

    Tyrese Maxey foi simplesmente monstro. 32 pontos, 8 rebotes e 5 assistências. O cara estava voando até machucar o dedinho da mão direita no final do terceiro período — 27 dos seus pontos vieram antes da contusão. E detalhe bizarro: durante 45 minutos de jogo, só ele e Paul George acertaram bolas de três pelos Sixers. Isso é preocupante, não acham?

    O PG13 também fez sua parte com 21 pontos (9/19 nos arremessos, 3/9 do perímetro), mas sinceramente esperava mais dele numa partida dessas. VJ Edgecombe surpreendeu com 16 pontos em 7/14 dos chutes, além de 9 rebotes. O garoto está crescendo no momento certo.

    Hospital Sixers voltou a funcionar

    E lá vamos nós de novo com o departamento médico lotado. Embiid ainda se recuperando da cirurgia de apendicite, Johni Broome com problema no menisco, Cam Payne com distensão no posterior (que inclusive foi dispensado no mesmo dia). Do lado dos Pacers, que estão claramente tankeando, oito jogadores machucados.

    Ou seja: era basicamente um confronto de hospitais. Mas hey, vitória é vitória, né?

    O que me chamou atenção foi a energia defensiva do Edgecombe. O cara estava voando pela quadra, conseguiu duas roubadas de bola e ainda deu uma tocada espetacular. Quando os Sixers começaram a parar os ataques do Indiana, conseguiram abrir sete pontos de vantagem.

    Agora é torcer e calcular

    A matemática é simples: os Sixers dependem de milagre para pegar a sexta colocação. Precisam que o Brooklyn faça o favor de derrotar Toronto — coisa que, convenhamos, está mais para sonho do que realidade.

    Mas olha, depois de tudo que já vimos nesta temporada maluca, quem sabe? O importante é que garantiram pelo menos os playoffs. Agora é ver se conseguem se curar a tempo da pós-temporada.

    Vocês acham que esse time, mesmo todo quebrado, consegue incomodar na primeira rodada dos playoffs? Eu tenho minhas dúvidas, mas o Maxey jogando nesse nível pode aprontar…

  • Celtics quase quebram recorde histórico da NBA mas garantem vaga nos playoffs

    Celtics quase quebram recorde histórico da NBA mas garantem vaga nos playoffs

    Cara, que noite foi essa no TD Garden! Os Celtics empataram o recorde da NBA de cestas de 3 pontos em um jogo (29), mas ficaram ali na torcida pra quebrar o recorde histórico. No final das contas, saíram com algo ainda mais valioso: a segunda colocação do Leste garantida nos playoffs.

    O Boston fez 29 arremessos de longa distância na goleada de 144-118 sobre o New Orleans Pelicans. Quando o Hugo Gonzalez acertou a 29ª bola do perímetro faltando 1:20 para o fim, a galera no Garden começou a gritar “One more three!” e todo mundo de pé. Imagina a pressão, né?

    Na trave histórica

    Eles tiveram três chances de quebrar o recorde no último minuto. O Luka Garza teve uma oportunidade mas preferiu infiltrar pra uma enterrada (ainda bem que não perdeu a chance fácil). Depois o Baylor Scheierman tentou do lado mas a bola bateu no aro e saiu. Na última posse, o técnico Joe Mazzulla mandou segurar a bola e deixaram o tempo esgotar.

    Sinceramente? Eu entendo a decisão do treinador. Forçar um arremesso só pelo recorde quando o jogo já tava ganho não faz muito sentido. Mas imagina se fosse aqui no Brasil – a torcida ia ficar louca!

    Show coletivo de arremesso

    O mais impressionante foi ver oito jogadores diferentes acertando pelo menos duas bolas de 3. Até o pivô Neemias Queta (nosso português naturalizado) entrou na festa e acertou seu primeiro arremesso de 3 na carreira! O banco inteiro pulou comemorando – o Sam Hauser, que foi o cestinha com 24 pontos e 8 de 3, disse que o arremesso do Queta foi “manteiga”.

    O Payton Pritchard também fez um jogaço: 21 pontos, 10 assistências e 5 de 3. Double-double com estilo. Depois ele comentou sobre a importância de valorizar esse momento, já que muita gente não acreditava que Boston conseguiria chegar onde chegou.

    Temporada de superação

    E olha, ele não tá errado não. Com 55 vitórias e 26 derrotas, os Celtics conseguiram pelo menos 50 vitórias pela quarta temporada consecutiva sob o comando do Mazzulla. Isso depois de perder peças importantes como Jrue Holiday, Kristaps Porzingis e Al Horford, e com Jayson Tatum jogando apenas 16 partidas na temporada.

    Muita gente apostava que Boston ia parar na loteria do draft. Mas esses caras provaram que têm muito mais casca do que imaginávamos. Agora é focar nos playoffs – e quem sabe não quebram esse recorde de 3 pontos numa partida que realmente importe?

    E aí, vocês acham que os Celtics conseguem ir longe nos playoffs mesmo sem essas peças que saíram?