Autor: Leandro Amorim

  • Nuggets garante 11ª vitória seguida com elenco reserva contra Thunder

    Nuggets garante 11ª vitória seguida com elenco reserva contra Thunder

    Cara, que jogaço maluco foi esse em Denver! Os Nuggets simplesmente arrebentaram o Thunder por 127-107 ontem à noite, e o mais absurdo: fizeram isso com o time todo de reservas. Sim, você leu certo — nem Jokic nem Murray entraram em quadra.

    Jonas Valančiūnas foi o cara da noite, carimbando 23 pontos e 17 rebotes — números de temporada pro lituano. Julian Strawther também meteu 22 pontos, e David Roddy contribuiu com 21. Uma verdadeira festa dos coadjuvantes que viraram protagonistas.

    Estratégia de descanso que deu certo

    Olha, eu entendo a estratégia do técnico David Adelman. Com 53-28 na campanha e já garantidos pelo menos como cabeça de chave 4 no Oeste, por que arriscar lesão nos titulares? “Você tem que tomar decisões que são melhores para seu time”, disse o treinador antes da partida.

    E funcionou perfeitamente. Com essa 11ª vitória consecutiva — monstro demais essa sequência — Denver mantém viva a briga pela terceira colocação. Eles estão apenas um jogo à frente dos Lakers, que jogavam contra o Suns ao mesmo tempo.

    Thunder também poupou, mas não funcionou

    Do outro lado, Oklahoma City também foi com os reservas. Faz todo sentido — eles já garantiram a primeira colocação geral na quarta-feira passada. Lu Dort foi o único titular que jogou, mas apenas pra cumprir tabela mesmo (precisa de pelo menos 20 minutos nos últimos dois jogos pra se qualificar pros prêmios individuais).

    O técnico Mark Daigneault até pediu tempo no terceiro período assim que Dort completou os 20 minutos. Branden Carlson foi o cestinha do Thunder com 23 pontos, mas não foi suficiente.

    O jogo estava equilibrado no terceiro quarto — Thunder chegou a encostar 87-85. Aí que veio a magia: Zeke Nnaji acertou uma bomba de três do canto e disparou uma sequência de 17-0 que definiu o jogo. Absurdo como um time de reservas conseguiu essa intensidade!

    E aí, vocês acham que os Nuggets fizeram certo em poupar os titulares? Na minha opinião, foi genial. Melhor chegar nos playoffs descansado do que se arriscar com lesão boba. O time mostrou que tem profundidade — e isso pode ser crucial lá na frente.

  • SGA e Jokic de folga na reta final — NBA vira hospital com 168 ausências

    SGA e Jokic de folga na reta final — NBA vira hospital com 168 ausências

    Cara, a NBA virou um hospital ontem à noite. Não tô exagerando não — foram pelo menos 168 jogadores que ficaram de fora das quadras por lesão ou doença. Cento e sessenta e oito!

    O jogo que mais chamou atenção foi Thunder x Nuggets, que poderia ter sido um confrontaço entre os dois MVPs mais recentes da liga: Shai Gilgeous-Alexander (atual campeão) e Nikola Jokic (três vezes vencedor). Só que os dois nem apareceram na quadra.

    Todo mundo descansando na penúltima rodada

    Olha, eu entendo o Oklahoma City. Eles já garantiram o primeiro seed geral dos playoffs há um tempo, então faz sentido preservar o SGA e o resto do time titular. Como disse o técnico Mark Daigneault: “Se não tivéssemos garantido a primeira posição, todo mundo estaria jogando”.

    Já o Denver me deixou meio confuso. Eles ainda tinham posicionamento pra definir, e o Jokic precisa jogar mais um jogo pra ser elegível pros prêmios individuais. Sinceramente acho que vão colocar ele pra jogar no domingo só pra garantir a elegibilidade pro MVP e All-NBA — seria burrice deixar passar.

    Wemby fazendo história em tempo parcial

    Agora, o Victor Wembanyama do Spurs fez uma coisa absurda. O francês precisava de 20 minutos pra chegar nos 65 jogos obrigatórios e ser elegível pros prêmios. Saiu de quadra exatamente nos 20 minutos… mas voltou depois pra jogar mais!

    Resultado? 40 pontos, 13 rebotes e 5 assistências em apenas 26 minutos. Monstro. “Se eu já tivesse os 65 jogos antes, com certeza não teria jogado”, disse o garoto. Inteligência pura.

    E tem mais: o Boston fez história também, acertando 29 bolas de três e empatando o recorde da NBA. É a quarta vez na história que um time consegue isso, sendo a segunda só nesta semana (Memphis tinha feito na segunda-feira).

    Warriors se preparando pro play-in

    Quem não tava descansando foi o Golden State. Os Warriors vão pro torneio play-in e aproveitaram pra testar pela primeira vez na temporada um quinteto com Curry, Draymond Green e Kristaps Porzingis juntos.

    Steve Kerr foi honesto: “Algumas decisões que temos que tomar não têm dados. É mais instinto, então temos que dar uma olhada nisso hoje à noite”.

    Vocês acham que essa estratégia de descanso excessivo vai prejudicar o ritmo dos times nos playoffs? Eu fico meio receoso com isso, mas entendo que saúde vem primeiro. O que não dá é pra ter 14 jogadores de um time só (Memphis) fora por lesão numa noite.

    No fim das contas, hoje é o último dia da temporada regular. Domingo todo mundo joga, e aí sim vamos ver quem realmente tá pronto pro que importa: os playoffs.

  • Sixers vencem sem Embiid e ainda sonham em escapar do play-in

    Sixers vencem sem Embiid e ainda sonham em escapar do play-in

    Cara, que noite foi essa dos Sixers! Com o Embiid no hospital se recuperando de uma cirurgia de apendicite (sim, você leu certo), o Philadelphia foi lá e meteu 105 a 94 nos Pacers. E olha, não foi só mais uma vitória qualquer não — essa pode ter salvado a temporada deles.

    A situação na conferência leste tá pegando fogo. Os Sixers estão na 8ª posição com 44 vitórias e 37 derrotas, mas ainda têm uma chance microscópica de escapar do play-in. Pra isso rolar, eles precisam ganhar do Bucks no domingo E torcer pra Toronto perder pros Nets (que são horríveis) E pros Magic caírem pros Celtics.

    Tyrese Maxey carregou o piano

    O Maxey foi simplesmente monstro: 32 pontos. Mesmo jogando com o dedo mindinho enfaixado (que o tirou de ação boa parte de março), o cara não deu mole. Tá, ele acertou só 1 de 10 bolas de três, mas compensou na raça e na criatividade.

    Paul George também apareceu bem depois de uma noite terrível contra os Rockets (só 7 pontos). Fez 21 pontos e mostrou que tá se adaptando ao sistema do Nick Nurse. E tem que falar do VJ Edgecombe também — 16 pontos, 9 rebotes e 5 assistências. Esse moleque tem futuro.

    A situação do Embiid preocupa

    Olha, eu não vou mentir: ver o Embiid no hospital na véspera dos playoffs é de arrepiar. Apendicite não é brincadeira, e o time ainda não deu prazo pra volta dele. Sem o MVP candidato, os Sixers viram um time completamente diferente — mais dependente da criação individual e menos dominante no garrafão.

    Mas deu pra ver que o Andre Drummond pode segurar as pontas. Foram 8 pontos e 9 rebotes no primeiro tempo, e o time foi +24 quando ele tava em quadra. Não é o Embiid, mas pelo menos não deixa o buraco na defesa.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem essa combinação maluca pra escapar do play-in? Sinceramente, acho difícil, mas já vi coisa mais louca acontecer na NBA. Uma coisa é certa: com ou sem play-in, sem o Embiid saudável vai ser complicado fazer barulho nos playoffs.

    O jogo decisivo é domingo contra os Bucks. Se não conseguirem o milagre, pelo menos garantiram que não podem cair abaixo da 8ª posição. Considerando como a temporada começou turbulenta, já é alguma coisa.

  • Kennard vira armador dos Lakers e mostra que é muito mais que só atirador

    Kennard vira armador dos Lakers e mostra que é muito mais que só atirador

    Cara, o Luke Kennard tá fazendo a gente repensar tudo que achávamos sobre ele. Sabe aquele estereótipo do cara branco que só sabe atirar de três? Pois é, o JJ Redick acabou de mandar isso pro espaço.

    “É fácil porque ele é um cara branco que arremessa bem, só pensar que ele é apenas um atirador”, disse o técnico depois da vitória sobre o Warriors na quinta. “Essa é a realidade da situação. Tenho certeza de que toda vez que ele entrava num torneio de base, todo mundo gritava ‘atirador, atirador, atirador’. Essa é a vida que temos.”

    Mas olha só — quando os Lakers mais precisaram, o Kennard mostrou que tem MUITO mais no tanque.

    A lesão que mudou tudo

    Com as contusões do Luka Dončić (lesão no tendão da coxa) e do Austin Reaves (oblíquo esquerdo) encerrando a temporada regular deles, alguém tinha que assumir a armação. E advinha quem? Exato.

    O papo rolou entre Dallas, depois da derrota pro Thunder onde os dois se machucaram, e antes do jogo contra os Mavericks. O Redick foi direto: “Ele veio até mim e disse: ‘Ei, você vai ter muito a bola nas suas mãos, e precisamos que você faça isso’”.

    E mano, que resposta! Kennard não só topou como abraçou a parada de uma forma que me deixou impressionado.

    Os números não mentem

    Nos últimos três jogos antes de sexta, o cara estava fazendo média de 9.3 assistências. NOVE PONTO TRÊS! Incluindo 11 assistências contra os Mavericks — igualando o recorde pessoal dele na carreira.

    Pra vocês terem uma ideia da mudança: nos primeiros 27 jogos pelos Lakers, ele tocava na bola 29.3 vezes por jogo e ficava com ela por cerca de 1.2 minutos. Agora? São 71 toques por partida (36 só no campo de ataque) e 4.2 minutos com a bola nas mãos.

    É uma transformação total no papel dele, e sinceramente? Tô curtindo demais essa versão do Kennard.

    Mais que um atirador

    “Eu sei há muito tempo que há muito em seu jogo, muito que ele pode fazer como jogador de basquete, principalmente como armador”, falou o Redick. E olha, o cara não tá errado não.

    O legal é que o Kennard não esqueceu de onde veio. “Quando estava no ensino médio, joguei muito como armador”, ele lembrou. “Então talvez venha um pouco daí. Estive em diferentes situações ao longo da minha carreira na NBA. Então já vi de tudo, experimentei muito.”

    Essa maturidade dele de se adaptar a diferentes funções é algo que só quem já rodou pela liga tem. E vocês acham que ele consegue manter esse nível quando os titulares voltarem? Porque eu tô começando a achar que os Lakers descobriram algo especial aqui.

    O que mais me impressiona é como ele usa a ameaça do arremesso dele para criar jogadas pros outros. É inteligência de jogo pura — e isso não se ensina, galera.

  • Knicks fecha 3º lugar no Leste e já pensa nos playoffs

    Knicks fecha 3º lugar no Leste e já pensa nos playoffs

    Cara, que vitória tranquila dos Knicks ontem à noite! 112 a 95 nos Raptors no Madison Square Garden, e com isso garantiram a terceira posição na Conferência Leste. Cinco vitórias seguidas agora — eu tô começando a acreditar nesse time, não vou mentir.

    O Karl-Anthony Towns foi simplesmente monstro no jogo. Quase um triple-double e ainda jogando uma defesa sólida que a gente não via há muito tempo dele. O cara começou o jogo participando dos primeiros sete pontos da equipe, seja marcando ou dando assistência. KAT tá mostrando por que os Knicks foram buscar ele.

    Knicks dominaram no segundo tempo

    O primeiro quarto foi meio travado, não vou mentir. Os Knicks saíram bem (14-3), mas aí esfriaram e os Raptors empataram em 20 a 20. Típico de início de jogo, né? Mas o segundo quarto foi onde a coisa desandou pro lado de Toronto.

    Os Knicks abriram o segundo tempo com uma sequência de 10-0 — Anunoby, Alvarado, Hukporti, Shamet e Clarkson em quadra. A defesa foi absurda: Toronto fez apenas 15 pontos no período inteiro! Foram pro intervalo ganhando de 51-36.

    Brunson também estava bem, com 13 pontos no primeiro tempo. O cara continua sendo o cérebro desse time, mesmo quando não está com o jogo perfeito.

    Banco funcionou quando precisou

    Uma coisa que me chamou atenção foi como o técnico Mike Brown usou o banco. Com Mitchell Robinson e Miles McBride poupados (segundo jogo consecutivo), ele teve que improvisar. E olha, deu certo!

    O Hukporti fez seus 8 pontos em apenas 8 minutos — eficiência pura. O Alvarado marcou 12 pontos em 18 minutos, mostrando que quando tem oportunidade, aproveita. Esses caras vão ser importantes nos playoffs, podem anotar.

    Só uma preocupação: o Anunoby saiu no intervalo com lesão no tornozelo esquerdo. Espero que não seja nada sério, porque ele é peça fundamental na defesa dos Knicks. Vocês acham que ele volta a tempo dos playoffs?

    Com essa vitória e o resultado dos Celtics contra os Pelicans, os Knicks garantiram matemáticamente o terceiro lugar no Leste. Agora é só ajustar os últimos detalhes antes da pós-temporada começar pra valer.

    O último jogo da temporada regular é domingo contra os Hornets, em casa. Provavelmente vai ser mais um teste pro banco e pra colocar todo mundo em ritmo. A verdadeira temporada começa depois disso.

  • AJ Green quebra recorde histórico dos Bucks com 11 bolas de 3

    AJ Green quebra recorde histórico dos Bucks com 11 bolas de 3

    Gente, vocês viram o que o AJ Green aprontou ontem à noite? O cara simplesmente decidiu que ia reescrever a história dos Milwaukee Bucks — e olha que estamos falando de uma franquia que já teve Ray Allen e Damian Lillard, hein!

    Green acertou ONZE bolas de três na vitória por 125 a 108 sobre o Brooklyn Nets. Onze! Isso mesmo que vocês leram. Ele quebrou o recorde de arremessos de 3 pontos em um único jogo da franquia, que era de 10 e pertencia justamente ao Ray Allen e ao Dame Lillard.

    E não foi só questão de volume — o garoto teve 35 pontos na noite (recorde pessoal também) e acertou 11 de 16 tentativas do perímetro. Eficiência absurda. Com esses 11 arremessos, Green chegou aos 227 bolas de três na temporada e agora está a apenas duas do recorde histórico da franquia, que pertence ao próprio Ray Allen (229 em 2001-02).

    Bucks mostram que têm futuro, mesmo sem Giannis

    O que mais me chamou atenção foi ver outros caras brilhando também. Cormac Ryan fez 28 pontos (recorde pessoal) na primeira vez que começou como titular. Taurean Prince contribuiu com 18 pontos e 10 rebounds. Como time, Milwaukee acertou 24 de 48 tentativas de três — uma chuva mesmo.

    Isso tudo acontecendo justamente no último jogo em casa dos Bucks numa temporada histórica pelas razões erradas. É a primeira campanha perdedora da franquia em dez anos, quebrando uma sequência de nove aparições consecutivas nos playoffs.

    A situação do Giannis continua nebulosa

    E por falar em situações complicadas… Giannis Antetokounmpo ficou de fora pelo 14º jogo consecutivo. Oficialmente por causa de uma hiperextensão no joelho esquerdo e contusão óssea, mas o próprio Greek Freak já disse que se sente bem e quer jogar. A NBA está investigando toda essa situação — e sinceramente, não tá cheirando bem.

    O futuro do duas vezes MVP continua indefinido. Em outubro, ele pode assinar uma extensão de quatro anos por US$ 275 milhões. Se não assinar, vira agente livre após a próxima temporada. Ou seja: os Bucks podem tentar trocá-lo antes disso. Que situação, né?

    Do lado do Brooklyn, Tyson Etienne teve sua melhor noite na carreira com 23 pontos — pelo menos alguém dos Nets aproveitou o jogo. E.J. Liddell foi expulso no último quarto depois de dar uma cotovelada na cara de Jericho Sims. Temperatura subiu ali no final.

    E aí, pessoal — acham que esse Green pode mesmo quebrar o recorde do Ray Allen ainda nesta temporada? Duas bolas de três em dois jogos… tá na mão!

  • Knicks massacram Raptors pela 13ª vez seguida e cravam 3º lugar no Leste

    Knicks massacram Raptors pela 13ª vez seguida e cravam 3º lugar no Leste

    Cara, os Knicks estão simplesmente imparáveis contra os Raptors! Na noite de sexta-feira, mais uma demonstração de força: 112 a 95 e a 13ª vitória consecutiva sobre os canadenses. Treze seguidas, galera. É quase constrangedor já.

    Jalen Brunson foi o cestinha da noite com 29 pontos, acertando 12 de 18 arremessos — o cara tá numa fase absurda mesmo. E o Karl-Anthony Towns? Monstro como sempre: 22 pontos e 10 rebotes, fechando mais um double-double tranquilo.

    Matemática fechada para os playoffs

    Com essa vitória, os Knicks garantiram matematicamente a terceira posição do Leste com seus 53 vitórias e 28 derrotas. É playoff garantido e, olha só a ironia, pode ser que enfrentem justamente os Raptors na primeira rodada — seria o massacre do século!

    O Toronto tá na sexta posição (45-36) depois de ter a sequência de duas vitórias quebrada. Sinceramente, eles devem estar tendo pesadelos com essa camisa laranja e azul dos Knicks. A última vez que os Raptors ganharam desse time foi em janeiro de 2023 — dois anos sem vencer, é de chorar.

    Domínio total no Madison Square Garden

    Os Knicks controlaram praticamente o jogo todo. Saíram na frente 14-3 logo no primeiro quarto — já dando o tom da coisa. No segundo período, aumentaram ainda mais a vantagem, indo para o intervalo com 15 pontos à frente.

    Os Raptors até tentaram uma reação no terceiro quarto, chegando a diminuir para 66-57, mas aí o Brunson resolveu acabar com a festa. Mandou uma sequência de 9-0 pontos com direito a arremesso difícil e bomba de três. Game over.

    Única notícia ruim da noite foi a lesão no tornozelo esquerdo do OG Anunoby — ironicamente, ex-Raptor. Ele saiu no segundo quarto e não voltou mais. Tomara que não seja nada sério pensando nos playoffs.

    E aí, vocês acham que se os Raptors pegarem os Knicks na primeira rodada conseguem quebrar essa maldição ou vai ser mais uma eliminação rápida? Porque do jeito que tá, parece que os canadenses simplesmente não sabem mais como jogar contra Nova York!

  • Sam Hauser meteu 8 de 3 e os Celtics fizeram HISTÓRIA com 29 bolas triplas

    Sam Hauser meteu 8 de 3 e os Celtics fizeram HISTÓRIA com 29 bolas triplas

    Gente, eu ainda tô processando o que aconteceu em Boston ontem à noite. Os Celtics simplesmente destruíram os Pelicans por 144 a 118, mas o mais absurdo foi como fizeram isso: com 29 arremessos de 3 pontos convertidos. VINTE E NOVE!

    Sam Hauser foi o protagonista da noite com 24 pontos, acertando 8 de 3. Oito! O cara tava com o braço quente que nem ferro de passar roupa. E olha que ele nem é considerado uma das estrelas do time — mas ontem jogou como se fosse o próprio Curry.

    Recorde histórico que dá arrepio

    Esse número de 29 cestas de três empata o recorde da NBA, que os próprios Celtics já tinham (contra os Knicks em 2024) e que também pertence ao Memphis Grizzlies e Milwaukee Bucks. Cara, imagina você estar no TD Garden vendo isso ao vivo? Cada arremesso que subia, a galera já sabia que ia entrar.

    E o mais louco: até o Neemias Queta, nosso pivô brasileiro, entrou na dança! O gigante acertou a primeira bola de 3 da carreira dele. Sério, quando vi o replay, quase derramei o café aqui em casa. Queta fazendo de três é coisa que eu nunca pensei que veria na minha vida.

    Jaylen Brown comandando sem o Tatum

    Com o Jayson Tatum poupado (ainda se recuperando da cirurgia no tendão de Aquiles), foi o Jaylen Brown quem puxou a fila. 23 pontos em apenas 29 minutos — nem precisou jogar o último quarto. O cara voltou da lesão no tendão de Aquiles e já chegou mandando bala.

    Payton Pritchard também merece destaque: 21 pontos e 10 assistências. Double-double do cara que todo mundo subestima, mas que sempre aparece quando precisa. Sete jogadores diferentes dos Celtics acertaram pelo menos duas bolas de 3. Era chuva de bandeja lá de cima mesmo.

    Pelicans desfalcados e sem reação

    Do outro lado, os Pelicans tavam praticamente jogando com o time reserva. Zion Williamson fora (joelho direito), Herb Jones descansando, Dejounte Murray machucado… difícil competir assim, né? Jeremiah Fears até tentou com 36 pontos, mas quando o time adversário acerta 29 de três, não tem jeito.

    Com essa vitória, os Celtics garantiram a segunda posição no Leste para os playoffs. E vocês acham que eles conseguem repetir esse desempenho ofensivo na pós-temporada? Porque se mantiverem essa precisão de fora, vão dar muito trabalho pra qualquer um.

    Os Pelicans, coitados, vão ficar de fora dos playoffs pelo segundo ano consecutivo. Nova Orleans merecia coisa melhor, mas com essas lesões todas, fica difícil mesmo.

  • Wagner brilha e Magic cola na briga pelo playoffs direto da NBA

    Wagner brilha e Magic cola na briga pelo playoffs direto da NBA

    Cara, que noite do Franz Wagner! O alemão simplesmente decidiu que não queria nem saber de play-in e meteu 25 pontos na vitória do Orlando Magic sobre o Chicago Bulls por 127-103. E olha, foi uma dessas performances que deixa claro por que esse garoto é especial.

    Com essa quinta vitória seguida, o Magic (45-36) empatou com o Toronto na sexta posição do Leste. Vocês percebem a matemática aqui? Uma vitória no último jogo contra Boston e eles podem fugir completamente do play-in. Sinceramente, eu não esperava que Orlando chegasse tão longe nesta temporada, mas aqui estamos.

    Paolo e Suggs completam a festa

    Paolo Banchero fez sua parte com 14 pontos, 9 rebotes e 7 assistências — um double-double quase triplo que mostra a maturidade do garoto. Mas o cara que mais me impressionou foi o Jalen Suggs no terceiro quarto. Doze pontos, quatro bolas de três. Em um período só!

    O Suggs acertou três bolas de três em menos de três minutos no terceiro quarto, e a terceira foi aquela que acabou com qualquer esperança dos Bulls. 80-61 no placar e jogo praticamente definido. É impressionante como esse Magic consegue explodir de uma hora pra outra.

    Bulls na fossa total

    Do outro lado, os Bulls chegaram às 50 derrotas pela primeira vez desde 2018-19. Cinquenta derrotas, gente. Tre Jones até fez seus 23 pontos, mas não teve jeito.

    E a situação em Chicago tá um caos completo. Demitiram o Karnisovas e o Eversley na segunda-feira, e agora tem rumor de que o Billy Donovan pode dar o fora também. Seis temporadas treinando esse time e a coisa só piorou. Leonard Miller marcou 15 e Matas Buzelis voltou de uma doença com 14 pontos, mas isso é só maquiagem num time que claramente precisa de uma reformulação geral.

    Agora é torcer para o Magic conseguir fechar essa temporada histórica com chave de ouro contra Boston. Quem diria que estaríamos falando do Orlando disputando vaga direta nos playoffs em abril, né? O futuro desse time me deixa empolgado demais.

  • Wemby marca 40 pontos e garante vaga para prêmios da NBA!

    Wemby marca 40 pontos e garante vaga para prêmios da NBA!

    Gente, o Victor Wembanyama simplesmente não para de impressionar. Na noite de sexta, o francês monstro fez 40 pontos e 13 rebotes na vitória dos Spurs sobre os Mavericks por 139-120, e olha só — esse foi exatamente o 65º jogo dele na temporada. Por que isso importa? Porque agora ele oficialmente pode concorrer aos prêmios da NBA!

    É isso mesmo que vocês leram. A liga exige no mínimo 65 jogos para um cara ser elegível para os prêmios de temporada, e Wemby chegou lá no penúltimo jogo regular dos Spurs. Timing perfeito, né?

    Dominação total desde o primeiro minuto

    O cara entrou em quadra mostrando que estava 100% recuperado da contusão nas costelas que o tirou do jogo contra Portland na quarta. Logo no primeiro lance, ele atravessou três defensores e mandou uma enterrada de direita que já deu o tom da noite.

    Primeiro período? 16 pontos. Incluindo outra enterrada e um arremesso de 3 com step-back que me deixou de queixo caído. Sinceramente, eu nunca vi um pivô de 2,24m fazer as coisas que esse garoto faz.

    E não foi só o ataque. Wemby lidera a liga com 197 tocos na temporada e, segundo as casas de apostas, é o favorito para levar o prêmio de Melhor Defensor do Ano. Cara, imaginem um rookie francês gigante ganhando DPOY — seria absurdo!

    Spurs de volta às alturas

    Mas a história não é só sobre estatísticas individuais. Os Spurs conquistaram a Divisão Sudoeste pela primeira vez desde 2017 e garantiram a segunda posição no Oeste. Lembram quando todo mundo achava que San Antonio ia ficar anos no fundo do poço pós-Duncan?

    De’Aaron Fox contribuiu com 18 pontos e 10 assistências, enquanto Keldon Johnson adicionou 17 pontos. Do outro lado, o rookie Cooper Flagg fez 33 pontos para Dallas, mas não foi suficiente para evitar mais uma derrota — os Mavs perderam 11 dos últimos 13 jogos.

    Agora vem o melhor: os Spurs vão enfrentar quem passar do play-in (Phoenix, Clippers ou Portland) na primeira rodada dos playoffs. Vocês acham que Wemby consegue levar essa equipe longe logo na primeira temporada dele nos playoffs?

    O último jogo da temporada regular é domingo em casa contra o Denver. Aposto que a torcida de San Antonio vai estar em êxtase para ver mais uma exibição do futuro da franquia.