Autor: Leandro Amorim

  • Celtics fazem chuva histórica de 29 cestas de 3 e garantem 2º lugar

    Celtics fazem chuva histórica de 29 cestas de 3 e garantem 2º lugar

    Cara, os Celtics simplesmente resolveram fazer história ontem à noite. E que história! 29 arremessos de três pontos convertidos em uma única partida — empatando o recorde da franquia e da NBA inteira. Eu já vi muito basquete na minha vida, mas esse tipo de espetáculo ainda me arrepia.

    O show começou com Sam Hauser tendo literalmente a noite da vida dele. 24 pontos acertando 8 de 3. Oito! O cara não errava uma, parecia videogame. Jaylen Brown também estava inspiradíssimo, anotando 23 pontos em apenas 29 minutos — tanto que nem precisou jogar o último quarto. Relaxou no banco vendo o massacre.

    Quando até o pivô acerta de três, você sabe que é noite especial

    Olha, o mais absurdo de tudo foi ver o Neemias Queta — nosso brasileiro naturalizado português que joga de pivô — acertando sua primeira bola de três da carreira. Imagina a emoção do cara! Além disso, pegou 10 rebotes. Quando até o grandão está acertando de longe, você sabe que é uma dessas noites mágicas que só acontecem no basquete.

    Sete jogadores diferentes dos Celtics acertaram pelo menos duas bolas de três. É impressionante como esse time todo mundo sabe arremessar. Payton Pritchard fechou com 21 pontos e 10 assistências — double-double lindo de se ver.

    Pelicans viraram saco de pancadas

    Coitados dos Pelicans, né? Estavam desfalcados e acabaram levando uma goleada histórica: 144 a 118. Em alguns momentos, Boston abriu 41 pontos de vantagem. Quarenta e um! Eu até senti pena assistindo.

    Esse recorde de 29 bolas de três já tinha sido alcançado pelos próprios Celtics em outubro de 2024 contra os Knicks. Memphis Grizzlies e Milwaukee Bucks também dividiram essa marca. Mas cara, ver isso ao vivo (mesmo que pela TV) é de arrepiar.

    E olha que fizeram tudo isso sem o Jayson Tatum, que está sendo preservado depois da cirurgia no tendão de Aquiles. Estratégia inteligente do técnico — por que arriscar o cara principal quando o time já tá garantido nos playoffs?

    Com essa vitória, Boston garantiu o 2º lugar na Conferência Leste e ainda levou o título da Divisão Atlântico. Vocês acham que eles conseguem repetir esse show nos playoffs? Porque se conseguirem, vai ser muito difícil parar esse time…

  • Maxey explode com 32 pontos e salva os Sixers contra os Pacers

    Maxey explode com 32 pontos e salva os Sixers contra os Pacers

    Cara, o Tyrese Maxey simplesmente resolveu carregar o Philadelphia 76ers nas costas ontem à noite. 32 pontos contra o Indiana Pacers numa vitória por 105-94 que quebrou uma sequência de três derrotas seguidas dos Sixers. E olha, não foi fácil não.

    Com Joel Embiid fora por causa de uma cirurgia de apendicite (sim, você leu certo), alguém precisava aparecer. E o Maxey não decepcionou. Paul George deu uma força com 21 pontos, mas foi o jovem armador que realmente brilhou na noite.

    Sixers seguram a oitava posição no Leste

    A vitória manteve os Sixers (44-37) na oitava colocação da Conferência Leste com apenas um jogo restante na temporada regular. VJ Edgecombe contribuiu com 16 pontos, Kelly Oubre Jr. marcou 15, e Andre Drummond fez um double-double com 10 pontos e 16 rebotes — o cara é um monstro no garrafão.

    Do lado dos Pacers (19-62), a realidade é bem diferente. Um ano depois de chegar ao jogo 7 das finais da NBA, Indiana garantiu que vai terminar com o segundo pior recorde da liga. É basquete, né? Uma hora você tá no topo, na outra…

    Chuva de bolas de 3 dos Pacers não funcionou

    Uma coisa que me chamou atenção foi a estratégia dos Pacers: eles tentaram 50 arremessos de três pontos. Cinquenta! Acertaram 14, o que até nem é tão ruim percentualmente, mas claramente não foi suficiente. Os Sixers foram bem mais seletivos, tentando apenas 29 e convertendo 5.

    Jarace Walker liderou Indiana com 17 pontos, Quenton Jackson fez 16 e Ethan Thompson contribuiu com 15. Micah Potter teve um double-double com 13 pontos e 10 rebotes. Mas cara, 21 turnovers? Contra apenas 8 dos Sixers? Aí complica qualquer estratégia.

    O que mais impressionou foi o domínio dos Sixers no garrafão: 64-28 em pontos na pintura. Sem o Embiid, eles ainda conseguiram massacrar por dentro. Andre Drummond e companhia fizeram valer a presença física.

    E vocês viram que o técnico dos Pacers, Rick Carlisle, nem estava no banco? Perdeu o segundo jogo seguido para ir a um evento da sorority da filha dele na Universidade da Virgínia. Olha, família em primeiro lugar sempre, mas timing meio complicado, não acham?

    Agora é decisão: Sixers recebem o Milwaukee no domingo, enquanto os Pacers encerram a temporada em casa contra o Detroit. Vai ser interessante ver se Philadelphia consegue manter essa posição nos playoffs.

  • AJ Green quebra recorde dos Bucks com 11 bolas de 3 – que show!

    AJ Green quebra recorde dos Bucks com 11 bolas de 3 – que show!

    Gente, que noite absurda foi essa do AJ Green! O cara simplesmente decidiu fazer história em Milwaukee, cravando 11 bolas de três pontos e quebrando o recorde de arremessos de longa distância em uma única partida pelos Bucks. E ainda por cima fez 35 pontos — recorde pessoal dele.

    Onze de dezesseis tentativas do perímetro. ONZE! Pra vocês terem ideia do que isso significa: ele quebrou o recorde que era dividido entre Ray Allen e Damian Lillard, que tinham 10 cada. Cara, quando você supera dois monstros desses no quesito arremesso de três, é porque realmente mandou bem demais.

    Uma chuva de três pontos histórica

    O mais louco é que o Green não estava sozinho na festa do arremesso. Cormac Ryan, que estava fazendo sua primeira partida como titular, também resolveu aparecer e fez 28 pontos — outro recorde pessoal. O time todo pegou fogo do perímetro: 24 de 48 tentativas convertidas. É muita bola de três, pessoal!

    Taurean Prince também contribuiu com um double-double (18 pontos e 10 rebotes), acertando 6 das 11 tentativas de três. Sinceramente, foi uma daquelas noites em que tudo que os Bucks arremessavam entrava.

    O contexto por trás da festa

    Agora, vamos ao que realmente importa aqui. Essa vitória por 125 a 108 sobre o Brooklyn Nets aconteceu no último jogo da temporada em casa para os Bucks, e cara… que temporada complicada foi essa para Milwaukee.

    Pela primeira vez em uma década, os Bucks vão ter uma temporada com mais derrotas que vitórias. Dez anos! E o pior: isso quebra uma sequência de nove classificações consecutivas para os playoffs. É de cortar o coração de qualquer torcedor dos Bucks.

    E claro que não posso deixar de falar do elefante na sala: Giannis Antetokounmpo. O Greek Freak perdeu o 14º jogo consecutivo por causa de uma lesão no joelho esquerdo. Mas aqui que a coisa fica estranha — o próprio Giannis já disse que está saudável e quer jogar. A NBA está até investigando a situação.

    Vocês acham que os Bucks estão protegendo o Giannis ou realmente preservando ele para algo maior? Porque com aquela extensão de contrato de $275 milhões esperando em outubro, qualquer movimento errado pode mudar completamente o futuro da franquia.

    Do lado do Brooklyn, Tyler Etienne teve uma noite legal com 23 pontos (também recorde pessoal dele), mas não deu para competir com a chuva de três dos Bucks. E ainda rolou uma expulsão do E.J. Liddell no último quarto por dar uma cotovelada no Jericho Sims — dessas que você não pode fazer mesmo.

    Agora é aguardar para ver se o Green consegue quebrar também o recorde de três pontos em uma temporada da franquia. Faltam só 2 para igualar as 229 bolas de três que Ray Allen fez em 2001-02. Apostam que ele consegue?

  • 76ers apostam em Daley Terry e dispensam Cameron Payne

    76ers apostam em Daley Terry e dispensam Cameron Payne

    Os Philadelphia 76ers fizeram uma mexida interessante no elenco que pode passar despercebida, mas que mostra muito sobre os planos da franquia. O time converteu o contrato two-way do armador Daley Terry para um contrato padrão da NBA e, na mesma tacada, dispensou Cameron Payne.

    Olha, eu não esperava isso. Terry chegou discretamente em fevereiro com um contrato two-way, mas aparentemente impressionou a comissão técnica. Em 13 jogos pelos Sixers, o cara produziu 4.3 pontos, 1.8 assistências e 1.5 rebotes em apenas 13 minutos por partida. Números modestos? Sim. Mas a eficiência dele chamou atenção.

    O que Terry mostrou na G-League

    Aqui é onde a coisa fica interessante. Nos Delaware Blue Coats, time afiliado dos 76ers na G-League, Terry foi um monstro: 20 pontos, 4.3 rebotes e 4 assistências por jogo. Sinceramente acho que foi isso que selou o negócio — quando um cara domina a liga de desenvolvimento desse jeito, você tem que dar uma chance.

    Terry foi escolhido pelos Bulls como 18ª pick no Draft de 2022, então não estamos falando de um desconhecido total. Em quatro temporadas em Chicago, ele teve números modestos (3.5 pontos por jogo), mas teve momentos de brilho. Inclusive, ironicamente, seu melhor jogo da carreira foi justamente contra os Sixers: 17 pontos com 6/8 nos arremessos no dia 24 de fevereiro.

    Payne paga o pato da mudança

    Do outro lado da moeda, Cameron Payne virou o sacrificado da história. O veterano estava fazendo uma temporada decente — 7.4 pontos e 2.6 assistências em 22 jogos — mas aparentemente os Sixers preferiram apostar no potencial do Terry.

    E vocês, o que acham dessa jogada? Eu acho que faz sentido. Philadelphia precisa de sangue novo, especialmente na posição de armador reserva. Payne é confiável, mas Terry pode ter um teto mais alto. Às vezes você tem que arriscar, né?

    A conversão de contrato two-way para padrão não é algo que acontece todo dia — mostra que a franquia realmente acredita no garoto. Agora é esperar pra ver se Terry consegue aproveitar a oportunidade e se firmar no elenco dos Sixers para as próximas temporadas.

  • Playoffs da NBA: só 2 jogos restam e tá tudo em aberto!

    Playoffs da NBA: só 2 jogos restam e tá tudo em aberto!

    Gente, vocês acreditam que faltam apenas DOIS jogos pra acabar a temporada regular e o Leste ainda tá uma bagunça total? O único time que já garantiu sua posição é o Detroit Pistons no topo — e olha que eles são os líderes da conferência inteira!

    Essa sexta-feira (10 de abril) pode ser decisiva pra definir várias coisas. O Hawks e o Raptors podem carimbar vaga nos playoffs com uma simples vitória, enquanto o Celtics pode conquistar a Divisão Atlântico. Cara, imagina o nervosismo desses caras…

    Leste: Detroit isolado, resto brigando

    Sinceramente, não esperava ver o Detroit Pistons dominando assim. 58-22 é um recorde monstro, e eles já estão garantidos como primeiro colocado geral. Mas o resto? É uma guerra.

    Boston (54-26), Knicks (52-28) e Cavaliers (51-29) já garantiram vaga nos playoffs, mas ainda brigam por posição. E aí que tá o drama: Raptors e Hawks estão empatados com 45-35, Orlando Magic com 44-36… Qualquer escorregada e tchau playoffs.

    O mais doído? Times tradicionais como Miami Heat (41-39) ainda correndo atrás de uma vaga no play-in. E o Milwaukee Bucks? Eliminado. Eliminado mesmo. Quem diria, né?

    Oeste: Thunder voando, mas briga pelo meio

    No Oeste a história é diferente. O Oklahoma City Thunder tá voando com 64-16 — absurdo esse recorde. San Antonio Spurs garantiu a segunda posição (61-19), e dá pra ver que temos duas potências bem definidas no topo.

    Mas olha só a confusão: Denver Nuggets (52-28), Lakers (51-29) e Houston Rockets (51-29) brigando pelas posições 3, 4 e 5. Qualquer resultado hoje pode mudar tudo. O Minnesota Timberwolves já garantiu vaga com 47-33.

    E nos play-ins? Phoenix Suns, Clippers, Portland e Golden State Warriors disputando as últimas vagas. Warriors com 37-43… cara, que queda livre foi essa dos guerreiros de Golden State?

    Os jogos pra ficar de olho hoje

    Com todos os 30 times jogando hoje à noite, tem jogo importante pra todo lado. Destaque pro Thunder visitando o Denver — pode definir posições importantes no Oeste. No Leste, Hawks recebendo o Cleveland pode ser decisivo pros dois lados.

    Raptors e Knicks também se enfrentam, e esse jogo pode mexer com a tabela toda. Vocês acham que o Toronto consegue garantir a vaga direto ou vai ter que passar pelo play-in?

    Uma coisa eu garanto: essa reta final tá emocionante demais. Depois de uma temporada inteira, tudo pode se decidir nos últimos 48 minutos. É por isso que eu amo essa liga!

  • Wizards faz história pelo lado errado: pior campanha da NBA

    Wizards faz história pelo lado errado: pior campanha da NBA

    Cara, eu sabia que o Washington Wizards estava passando por um momento difícil, mas isso aqui já virou piada de mau gosto. O time confirmou oficialmente ontem a pior campanha da NBA após perder por 140-117 para o Miami Heat — e olha que o Heat nem estava com seus principais cestinhas em quadra.

    17 vitórias e 64 derrotas. Sessenta e quatro derrotas! Para vocês terem uma ideia do tamanho do vexame, os Wizards se tornaram o primeiro time na história da NBA a perder pelo menos 64 jogos em três temporadas consecutivas. Isso é impressionante pelo lado completamente errado.

    Uma comparação histórica devastadora

    Sinceramente, eu não esperava ver um recorde tão negativo sendo quebrado. Os únicos times que chegaram perto dessa futilidade foram o Vancouver Grizzlies (1995-98) e o Philadelphia 76ers da era “Process” (2013-16), que perderam pelo menos 63 jogos em três anos seguidos cada um. Mas 64? Isso é outro nível de sofrimento.

    O Heat, por sua vez, fez a festa mesmo sem Norman Powell e Tyler Herro — seus dois principais pontuadores ficaram no banco por conta de lesões. Simone Fontecchio e Pelle Larsson meteram 24 pontos cada um, enquanto Bam Adebayo quase fechou um triple-double com 20 pontos, 11 rebotes e 8 assistências.

    Nove derrotas seguidas para fechar com chave de ouro

    O que mais me impressiona é a consistência… para baixo. Washington perdeu 9 jogos consecutivos e 25 dos últimos 26. Monstro isso, mas pelo lado ruim. O Heat aproveitou e fez 143,5 pontos de média nos quatro confrontos contra os Wizards nesta temporada — incluindo aqueles 83 pontos históricos que o Adebayo despejou em março.

    Bub Carrington até tentou segurar a bronca com 30 pontos, e Bilal Coulibaly contribuiu com 25 (19 só no primeiro tempo), mas não teve jeito. Miami abriu 34-23 no primeiro quarto e nunca mais olhou para trás, chegando a liderar por 72-52 no intervalo com impressionantes 63,2% de aproveitamento nos arremessos.

    E aí, vocês acham que essa reconstrução dos Wizards vai dar certo algum dia? Porque três anos seguidos no fundo do poço já está ficando preocupante demais.

  • Pistons atropela Charlotte e fica a uma vitória dos 60 triunfos

    Pistons atropela Charlotte e fica a uma vitória dos 60 triunfos

    Cara, que domínio do Detroit! Os Pistons simplesmente resolveram a vida contra o Charlotte na noite de sexta, ganhando por 118 a 100 e garantindo que os Hornets ficassem presos no play-in. E o melhor de tudo? Eles fizeram isso sem nem forçar muito a máquina.

    Jalen Duren foi o cara da noite com 20 pontos e 9 rebotes. O pivô de 22 anos tá numa fase monstruosa e mostrou mais uma vez por que é uma das peças mais promissoras dessa reconstrução de Detroit. Duncan Robinson veio logo atrás com 19 pontos — o veterano tiroteador continua fazendo a diferença quando precisa.

    Pistons na cola da história

    Olha só que situação absurda: Detroit já garantiu a primeira colocação no Leste e agora tá a apenas UMA vitória de fazer sua primeira temporada de 60 triunfos em 20 anos. Vinte anos, pessoal! A última vez foi em 2005-06, época do Chauncey Billups e companhia.

    Cade Cunningham fez seus 14 pontos sem forçar nada, Ronald Holland II colaborou com 13 e Ausar Thompson adicionou 12. É isso que eu mais gosto nesse time: todo mundo contribui. Ninguém precisa fazer 35 pontos todo jogo porque o coletivo funciona perfeitamente.

    Charlotte lutou, mas não aguentou

    Do lado dos Hornets, LaMelo Ball fez o que pôde com 27 pontos e 8 assistências. Brandon Miller também batalhou com seus 22 pontos. O problema é que o time simplesmente desabou no final do terceiro quarto.

    Até ali, o jogo tava pegado mesmo — 11 mudanças de liderança, 13 empates, nenhum time abrindo mais que 8 pontos de vantagem. Mas Charlotte conseguiu liderar pela última vez em 83 a 82, faltando 5:52 para acabar o terceiro período. Depois disso? Detroit simplesmente voou.

    Os Pistons fizeram uma sequência brutal de 24 a 8 que praticamente definiu o jogo: 111 a 92 com 6:23 para jogar. Sinceramente, foi uma demonstração de maturidade impressionante de um time que até poucos anos atrás amargava as piores campanhas da franquia.

    E vocês viram a confusão logo no início? Miller fez uma enterrada, caiu em cima do Robinson e levou um empurrão. Dupla técnica para os dois — o clima esquentou logo de cara na despedida de Charlotte em casa, com casa cheia e tudo (19.623 pessoas).

    Agora é só uma vitória para os Pistons fazerem história. Será que conseguem?

  • Cavs x Hawks nos playoffs? Torcida já tá dividindo opinião

    Cavs x Hawks nos playoffs? Torcida já tá dividindo opinião

    Olha, ainda não sabemos quem o Cleveland Cavaliers vai encarar na primeira rodada dos playoffs da NBA, mas tem uma chance grande de ser o Atlanta Hawks. E sinceramente? Eu já tô aqui imaginando como seria essa série.

    Os caras do Cavaliers Reacts fizeram uma enquete com os fã e o resultado foi interessante pra caramba. 74% acreditam que os Cavs levam a melhor — o que não me surpreende muito, considerando como eles vêm jogando esta temporada. Mas aqui é que fica interessante: metade dessa galera acha que vai ser nos detalhes, em seis ou sete jogos. Só 24% confiam numa eliminação mais rápida.

    Série longa à vista?

    E tem mais — 71% dos entrevistados acham que vai ser uma guerra de seis ou sete jogos. Cara, isso faz total sentido. Os Hawks não são um time que entrega fácil, e playoffs é outra história completamente diferente da temporada regular.

    A real é que ainda tem muita coisa pra definir na Conferência Leste. Do quinto ao décimo lugar, tá tudo muito apertado. Os Cavs podem pegar Hawks, Raptors, Magic, Hornets ou até os 76ers na primeira rodada. Cada adversário seria uma série completamente diferente — vocês acham que o Cleveland teria a mesma facilidade contra todos?

    Apostadores tão confiantes

    O pessoal da FanDuel tá bem otimista com Cleveland. Eles dão pros Cavs a segunda melhor chance de ganhar o Leste (+310), perdendo só pro Boston Celtics (+160). Pistons (+480) e Knicks (+490) vêm atrás.

    Pra finals? Quinta melhor chance (+1200). Não é ruim não, considerando que tem muito time bom na liga.

    Na minha opinião, essa confiança dos torcedores faz sentido. Os Cavs têm um time bem equilibrado, com experiência suficiente e jogadores que podem decidir nos momentos importantes. Mas playoffs são playoffs — qualquer coisa pode acontecer em uma série curta.

    O que vocês acham? Os Hawks realmente seriam o adversário ideal pra primeira rodada, ou tem algum outro time aí que vocês prefeririam evitar?

  • Cavs entregam jogo pros Hawks e já pensam nos playoffs

    Cavs entregam jogo pros Hawks e já pensam nos playoffs

    Olha, eu já esperava isso mas não dessa forma. Os Cavaliers foram massacrados pelos Hawks por 124 a 102 numa noite que deixou bem claro qual time realmente queria ganhar.

    O Cleveland começou até bem, colocando Evan Mobley e James Harden — dois dos caras principais — em quadra. Até o Jaylon Tyson voltou depois de ficar parado desde março por causa de uma lesão no dedo do pé. E cara, considerando o histórico dos Cavs com esse tipo de machucado, eles não iam arriscar o garoto numa partida qualquer.

    A diferença de motivação foi gritante

    Mas aí que tá — ficou óbvio que Cleveland não tava nem aí pro resultado. E faz sentido, né? Com a derrota garantida na quarta posição do Leste, eles evitam o Boston Celtics até uma possível final de conferência. Estratégia pura.

    Os Hawks, por outro lado, estavam desesperados. Era ganhar ou correr o risco de cair no Play-In. Isso aí é motivação que basta, meu amigo.

    Nos dois primeiros quartos ainda deu jogo. Mas no terceiro período? Meu Deus. Os Cavs chegaram ao absurdo de ficar CINCO posses de bola seguidas sem nem tentar um arremesso. Cinco! O Atlanta aproveitou, roubou bola pra caramba e abriu 30 pontos de vantagem.

    Harden fez sua parte (mas sofreu)

    James Harden foi o cestinha dos Cavs com 20 pontos, mas olha só que loucura: -34 de plus-minus em apenas 25 minutos. Isso diz tudo sobre como foi a noite.

    No quarto período, obviamente, só entraram os reservas. Jogo acabado, tchau e bênção.

    Sinceramente? Acho que foi a escolha certa dos Cavs. Pra que se desgastar numa partida que não muda nada quando você pode descansar pros playoffs? Domingo tem mais um jogo contra o Washington — e eu duvido muito que os titulares entrem em quadra.

    Vocês acham que foi covardia ou estratégia inteligente? Na minha opinião, Cleveland tá pensando no que realmente importa: chegar inteiro pra briga de verdade.

  • Wemby se salva por um fio e continua na briga pelo MVP

    Wemby se salva por um fio e continua na briga pelo MVP

    Cara, que susto passou o Victor Wembanyama! O francês quase ficou de fora da corrida pelo MVP por causa de uma lesão nas costelas, mas conseguiu jogar os 20 minutos necessários contra o Dallas e garantiu sua elegibilidade para os prêmios de fim de temporada.

    Olha, vou ser sincero: essa regra dos 65 jogos tá deixando a temporada meio tensa. O Wemby machucou as costelas no jogo contra o Philadelphia no dia 6 de abril e ficou com apenas três jogos restantes pra conseguir o que precisava. Imagina a pressão — um cara de 2,24m jogando machucado só pra não perder a chance de disputar o MVP.

    A regra que tá tirando todo mundo de campo

    Essa história da regra dos 65 jogos tá sendo um negócio complicado mesmo. Stephen Curry, LeBron James, Anthony Edwards… um monte de estrela ficou de fora da disputa por prêmios por causa dessa regra que foi criada pra evitar tanking.

    O mais louco é que o Luka Dončić — que tava voando na corrida pelo MVP depois de um mês absurdo — vai ficar de fora por APENAS UM JOGO. Imagina a raiva que ele deve tá sentindo? E o Cade Cunningham também não vai poder disputar o All-NBA por causa de um problema no pulmão.

    No caso do Wemby, a situação era ainda mais específica: ele tinha jogado 63 jogos na temporada regular, mais o jogo da final da NBA Cup (que conta para a elegibilidade mas as estatísticas não entram na temporada regular — vai entender essa lógica da liga, né?).

    Francês jogando no sacrifício

    A regra exige que o cara jogue pelo menos 20 minutos pra contar como “jogo disputado”. E o Wembanyama já tinha usado suas duas exceções durante a temporada, então não dava pra fazer aquele esquema de colocar ele só no início e tirar logo depois.

    Sinceramente, achei meio insano ver o cara jogando machucado só por causa de uma regra. Mas ao mesmo tempo, entendo — disputar o MVP é o sonho de qualquer jogador, né? E o Wemby já tinha falado publicamente sobre querer ganhar o prêmio essa temporada.

    Agora ele continua na briga, mesmo ainda atrás do Shai Gilgeous-Alexander nas casas de aposta. E vocês, acham que o francês tem chance real de levar o troféu? Ou o Shai tá com a faca e o queijo na mão?

    Sindicato já tá puto com a regra

    A parte mais interessante dessa história toda é que o sindicato dos jogadores já tá pedindo pra mudar ou acabar com essa regra dos 65 jogos. Eles argumentam que “muitos jogadores merecedores foram injustamente desqualificados das honrarias de fim de temporada por essa cota arbitrária e excessivamente rígida”.

    E olha, eles não tão errados não. Ver caras como LeBron e Curry ficando de fora, ou o Luka perdendo por UM jogo só, é de partir o coração. A liga queria evitar tanking, mas acabou criando um problema diferente.

    O Wemby escapou dessa vez, mas quantos outros vão se machucar jogando no sacrifício só pra bater essa marca? Essa regra precisa de uma reformulada urgente.