Autor: Leandro Amorim

  • LeBron aos 41 anos carrega Lakers desfalcados contra Warriors

    LeBron aos 41 anos carrega Lakers desfalcados contra Warriors

    Olha, eu não sei mais o que falar sobre esse monstro chamado LeBron James. Aos 41 anos — QUARENTA E UM — o cara simplesmente decide que vai carregar os Lakers nas costas e pronto. Ontem foi mais um show: 26 pontos, 11 rebounds e uma vitória importante por 119-103 contra os Warriors.

    E o mais louco? Fez isso com um time completamente desfalcado. Sem Luka Dončić, sem Austin Reaves, e ainda por cima enfrentando Warriors que também não tinham o Curry (lesão no joelho). Sinceramente, não sei se fico impressionado com a longevidade do LeBron ou preocupado com a dependência que os Lakers têm dele.

    A briga pela 4ª posição no Oeste

    A situação é tensa. Os Lakers (51-29) estão brigando diretamente com o Houston Rockets pela 4ª colocação no Oeste — que significa vantagem de mando de quadra nos playoffs. E cara, com esse monte de lesão, cada vitória vale ouro.

    O JJ Redick admitiu que o time não estava preparado para o jogo anterior contra o Thunder (onde tomaram uma surra em casa), mas ontem foi diferente. LeBron assumiu o protagonismo desde o início, e quando os Warriors abriram 9-0 no segundo quarto, ele simplesmente enterrou uma bola de três contestada saindo do timeout. Assim, ó. Problema resolvido.

    O fim de uma era?

    Agora vem a parte que me dá um aperto no peito. LeBron não tem contrato garantido para a próxima temporada, e com Curry machucado, essa pode ter sido a última vez que vimos os dois se enfrentarem na NBA. O próprio Redick chamou essa possibilidade de “sombria”.

    Imagina só: duas lendas que definiram a NBA nos últimos 15 anos, e talvez não se vejam mais em quadra como adversários. Curry até homenageou o LeBron usando um tênis especial — versão azul e amarela do LeBron X iD. Que momento, cara.

    A real é que, mesmo com todos os desfalques (e são muitos — Dončić está na Espanha tratando a lesão, Reaves deve ficar fora por mais um mês), LeBron continua mostrando que idade é só um número. Deandre Ayton aproveitou os passes dele para fazer 21 pontos em 9 de 11 arremessos.

    E vocês, acham que LeBron vai renovar com os Lakers? Ou será que essa temporada marca mesmo o fim de uma era? Porque sinceramente, ver esse cara jogar assim aos 41 anos é algo que talvez nunca mais vamos presenciar na história do basquete.

  • Hart destruiu os Celtics no final e os Knicks ganharam um jogaço

    Hart destruiu os Celtics no final e os Knicks ganharam um jogaço

    Cara, que jogaço foi esse no Madison Square Garden! Os Knicks bateram os Celtics por 112 a 106 numa partida que foi simplesmente sensacional do começo ao fim. E o protagonista da noite? Josh Hart, que virou um monstro no último período.

    Olha, eu já vi muito basquete na minha vida, mas a performance do Hart nos minutos finais foi de outro mundo. O cara acertou 5 de 7 tentativas do perímetro, sendo que 3 dessas bombas vieram justamente no quarto período quando o jogo estava pegando fogo. É o tipo de clutch que define jogos de playoff — e sinceramente, se essa vai ser a pegada de uma possível série entre esses times nos playoffs, eu já tô comprando pipoca.

    Tatum voltou bem, mas não foi suficiente

    O contexto do jogo deixava tudo ainda mais interessante. Era o retorno do Jayson Tatum ao MSG depois daquela lesão feia no tendão de Aquiles que ele sofreu aqui mesmo na temporada passada. O cara chegou motivado e fez um triple-double quase perfeito: 24 pontos, 14 rebotes e 8 assistências. Problema é que do outro lado tinha o Jalen Brunson fazendo a vida dos Celtics um inferno.

    Brunson terminou com 25 pontos e 10 assistências — e pasmem, com apenas 1 turnover! Que controle absurdo. É impressionante como esse baixinho consegue comandar o ataque dos Knicks sem dar bobeira. Na minha visão, ele tá entre os 5 armadores mais inteligentes da liga hoje.

    Hart decidiu quando importava

    Mas voltando ao Hart… meu Deus, que frieza! Os Knicks estavam numa briga de cachorro no final e o cara simplesmente decidiu que ia resolver. Terminou a noite com 26 pontos convertendo 10 de 15 arremessos. E não foi só o volume de pontos — foi QUANDO ele fez esses pontos.

    Os Celtics até tentaram reagir. O Payton Pritchard (que eu chamo carinhosamente de “Milk Dud Humano”) fez 23 pontos saindo do banco e incomodou bastante. O Baylor Scheierman também colaborou com 20, mas não teve jeito. Quando o Hart entrou naquele ritmo no perímetro, acabou o jogo.

    Karl-Anthony Towns fez sua parte usual com 16 pontos e 12 rebotes, e o Mitchell Robinson trouxe aquela energia defensiva que faz falta quando o jogo esquenta. Mas sejamos honestos: a vitória teve nome e sobrenome — Josh Hart.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter essa pegada se realmente enfrentarem Boston nos playoffs? Porque se for pra rolar série entre esses dois times, eu já cancelo todos os compromissos.

  • Wizards x Heat: quando o jogo não importa mais nada

    Wizards x Heat: quando o jogo não importa mais nada

    Sabe aqueles jogos de final de temporada que você assiste mais por obrigação de fã do que por empolgação? Pois é, hoje tem Wizards recebendo o Heat no Capital One Arena, e sinceramente, é difícil encontrar motivação pra esse confronto.

    O jogo rola às 21h (horário de Brasília) e promete ser mais uma exibição melancólica dos Wizards — que já garantiram outra temporada com menos de 20 vitórias. É impressionante como esses caras conseguem ser consistentes… na mediocridade.

    A situação está feia mesmo

    Olha, eu tento ser otimista com os times em reconstrução, mas os Wizards jogaram a temporada 2026 no lixo lá em 2023. Três anos desperdiçados! É hora de parar de brincadeira e começar a correr atrás de veteranos que possam ajudar, igual os Pistons fizeram.

    E por falar em Pistons — lembram quando eles perderam 28 jogos seguidos em 2023-24? No ano seguinte estavam disputando playoffs de igual pra igual. Será que Washington tem coragem de fazer essa virada?

    Do lado do Heat, a situação é diferente mas não menos frustrante. Eles já estão garantidos entre a 8ª, 9ª ou 10ª posição — basicamente, mais uma vez no play-in. Sério, deviam renomear aquela fase pra “Torneio Convidado do Miami Heat”, porque eles são presença certa todo ano.

    Aquela loucura do Bam

    Vocês lembram da pancada que o Bam Adebayo deu nos Wizards umas semanas atrás? 83 pontos! OITENTA E TRÊS. Eu ainda não acredito que isso aconteceu de verdade. Parecia coisa de videogame.

    Pra vocês terem ideia do nível da defesa de Washington… deixar um cara fazer 83 pontos é quase arte. E olha que o Bam não é conhecido por ser um pontuador explosivo assim.

    Hoje provavelmente vai ter muito banco jogando dos dois lados. A ESPN nem publicou o relatório de lesões ainda, mas é quase certeza que vários titulares vão “descansar” — e convenhamos, ninguém pode culpar os técnicos por isso.

    É aquele tipo de jogo que você assiste enquanto faz outras coisas, sabe? Talvez role alguma jogada legal, algum jovem aparecendo, mas no geral é mais pra cumprir tabela mesmo. E vocês, vão assistir ou já partiram pro modo “esperando os playoffs”?

  • LeBron atropela Warriors sem Curry e Lakers quebram sequência ruim

    LeBron atropela Warriors sem Curry e Lakers quebram sequência ruim

    Cara, que noite foi essa do King! LeBron James simplesmente resolveu mostrar que aos 41 anos ainda é um monstro absoluto. 26 pontos, 11 assistências e 8 rebotes na vitória dos Lakers sobre os Warriors por 119-103. E olha só — fez isso tudo sem nem ter o Curry do outro lado pra dar aquele tempero especial no duelo.

    O Rei ainda reina em São Francisco

    O cara acertou 11 de 17 arremessos e ainda mandou 3 bolas de três. Sinceramente, ver o LeBron jogando assim depois de 23 anos na liga é surreal. Por um momento no terceiro quarto eu até me assustei quando ele saiu de quadra depois de machucar a mão bloqueando um arremesso, mas voltou tranquilão.

    Sabe o que mais me impressiona? É a quarta vitória seguida dos Lakers no Chase Center. Parece que o King tem uma conta pessoal com essa arena dos Warriors.

    Warriors sem munição pra guerra

    Do lado de Golden State, a situação tá complicada. Curry ficou no banco porque o time não quis arriscar ele em jogos consecutivos — ele acabou de voltar de uma lesão no joelho que o deixou fora por 27 jogos. Imagina perder dois meses e meio de temporada? Doeu só de escrever isso.

    Os Warriors usaram a 41ª formação titular diferente da temporada. Quarenta e uma! Isso é desespero ou inovação? Brandin Podziemski e Nate Williams fizeram 17 pontos cada, enquanto Charles Bassey, que acabou de chegar, fez double-double com 12 pontos e 13 rebotes.

    Olha, eu sempre gosto quando vejo esses caras menos conhecidos tendo a chance de brilhar, mas não dá pra competir contra o LeBron com um time remendado assim. Os Warriors estão brigando pela 10ª posição no Oeste — imagina que situação.

    Lakers voltando no momento certo

    Esse jogo quebrou uma sequência de três derrotas seguidas dos Lakers. Deandre Ayton contribuiu com 21 pontos e Jake LaRavia adicionou 16 — uma ajuda importante pro King não ter que carregar o time nas costas sozinho.

    Vocês acham que os Lakers conseguem manter esse ritmo pros playoffs? Porque com o LeBron jogando assim e o time finalmente encaixando, eles podem incomodar muita gente por aí. Aos 41 anos, o cara continua sendo o cara. Absurdo de jogador.

  • Wizards perde de novo e garante vaga no fundo da tabela

    Wizards perde de novo e garante vaga no fundo da tabela

    Olha, eu não sei se fico triste ou feliz com essa derrota dos Wizards ontem. 119-108 pro Bulls, mais uma na conta — oitava derrota seguida. E sabe o que é mais bizarro? O time tá literalmente competindo pra perder nessa reta final.

    O jogo começou do jeito que a gente já esperava. Bulls saíram na frente logo cedo, 19-6 nos primeiros quatro minutos. Parecia que ia ser outro massacre igual terça-feira. Mas aí o Bub Carrington resolveu acordar e meteu duas de três pra manter Washington vivo, 32-24 no fim do primeiro quarto.

    Sharife Cooper brilha no segundo período

    No segundo quarto foi que a coisa ficou interessante de verdade. O Sharife Cooper simplesmente pegou fogo e fez uma sequência absurda de 7-0 sozinho — deu até a primeira liderança pro Washington no jogo, 44-43. Cara, esse moleque tem potencial pra ser algo especial quando esse time finalmente decidir competir de verdade.

    No intervalo era 52-51 pro Chicago. Carrington e Leaky Black lideraram com 9 pontos cada. Eu tava até começando a acreditar que podia rolar uma virada…

    Flagrante muda tudo no terceiro quarto

    Mas aí no terceiro período rolou uma jogada que mudou completamente o rumo da partida. O Juju Reese levou flagrante depois de acertar uma cotovelada sem querer no Yuki Kawamura — que tem só 1,70m, gente! A partir daí foi ladeira abaixo: flagrante + duas bolas perdidas = parcial de 8-0 pros Bulls fechando o quarto.

    Washington entrou no último período perdendo de 87-74 e nunca mais conseguiu chegar perto. Will Riley até fez um jogão individual — 23 pontos, 7 assistências, 3 roubos de bola e 3 tocos. Monstro! Só que arremessou mal demais de três: 1 de 9 tentativas. Imagina se tivesse acertado metade dessas…

    E o Juju Reese? Outro double-double absurdo: 17 pontos e 16 rebounds. O cara tá sendo uma máquina no garrafão, especialmente contra um Bulls que perdeu o Guerschon Yabusele por lesão durante o jogo.

    Com essa derrota e a vitória do Pacers sobre o Nets na mesma noite, os Wizards agora têm dois jogos de vantagem na briga pelo primeiro lugar geral do Draft. Sinceramente? Nesse ponto da temporada, pode ser a melhor coisa que podia acontecer pra franquia.

    E aí, vocês acham que vale a pena esse tanking descarado ou preferiam ver o time lutando até o fim? Próximo jogo é contra o Heat sexta-feira — penúltimo da temporada.

  • Nets perdem de lavada pro Pacers e ganham na loteria do Draft

    Nets perdem de lavada pro Pacers e ganham na loteria do Draft

    Olha, vou ser sincero com vocês: assistir Nets vs Pacers ontem foi praticamente assistir um jogo de G-League. E sabem de uma coisa? Todo mundo sabia exatamente o que estava rolando ali.

    O Brooklyn perdeu de 123-94 pro Indiana numa partida que foi basicamente uma competição de quem conseguia jogar pior. Por quê? Simples: ambos os times estão na corrida pela primeira escolha do Draft, e perder nessa altura do campeonato vale ouro.

    O circo dos desfalques

    Cara, a lista de desfalques foi absolutamente cômica. Os Nets deixaram no banco: Nic Claxton, Ziaire Williams, Noah Clowney, Terance Mann, e mais uma galera. Oito caras fora, sendo que metade estava “descansando” ou com umas lesõezinhas bem convenientes.

    Do lado do Pacers? Pascal Siakam, Aaron Nesmith, T.J. McConnell, Tyrese Haliburton… Até o técnico Rick Carlisle “faltou” pra ir num evento da filha dele. Vocês acreditam nisso?

    No fim das contas, quem entrou em quadra foram praticamente jogadores da base e caras que mal veem minutos na temporada regular. Ben Saraf, Tyson Etienne, Malachi Smith… Nomes que a gente só conhece porque acompanha tudo mesmo.

    A surra começou cedo

    O primeiro quarto foi constrangedor: 31-14 pro Indiana. Os Nets erraram tudo que era arremesso (5-21 de quadra), não conseguiram pegar rebote nenhum e basicamente entregaram a paçoca.

    Sinceramente? Deu até dó da torcida que apareceu no Barclays Center. Era a última partida em casa da temporada, noite de agradecimento aos fãs, e o pessoal teve que assistir esse vexame. Imagina pagar ingresso pra ver isso…

    O técnico Jordi Fernández até tentou manter a pose no pré-jogo, falando que “todos os minutos na NBA importam” e agradecendo o apoio da torcida. Mas convenhamos, né? Ele sabe muito bem qual é o jogo.

    Tanking às claras

    No intervalo já estava 65-37. No garrafão então, nem se fala: 46-20 pro Pacers. Os caras do Brooklyn jogaram sem pivot de verdade e tomaram uma surra histórica no rebote.

    E olha que eu até entendo a estratégia. Com apenas meio jogo de vantagem sobre o limite para ter as melhores chances na primeira escolha, cada derrota conta muito. É meio triste de assistir, mas faz sentido no longo prazo.

    O engraçado é que até o Obi Toppin, que saiu do banco do Indiana, foi o cestinha da primeira metade com 14 pontos. Quando um reserva adversário está sendo seu maior problema, você sabe que a coisa não está boa.

    E aí, o que vocês acham dessa estratégia do tanking? Vale a pena passar esse vexame por uma chance melhor no Draft? Eu confesso que fico dividido… Por um lado, entendo a necessidade de reconstrução. Por outro, dói ver um time da NBA jogando desse jeito de propósito.

  • Embiid fora por tempo indeterminado após cirurgia de apendicite

    Embiid fora por tempo indeterminado após cirurgia de apendicite

    Cara, que timing horrível. Joel Embiid vai ficar fora por tempo indeterminado depois de passar por uma cirurgia de apendicite em Houston. Isso mesmo — bem na reta final da temporada regular, quando o Philadelphia 76ers mais precisa dele.

    Olha, eu já vi muito azar na NBA, mas isso aqui é de doer. O cara vinha jogando bem quando estava saudável (26.9 pontos e 7.7 rebotes por jogo), mas só conseguiu entrar em quadra em 38 partidas nesta temporada por causa de várias lesões. E agora isso.

    Quanto tempo ele fica fora?

    A equipe não deu prazo, mas cirurgia de apendicite costuma deixar os jogadores fora por cerca de três semanas — alguns ficam até um mês ou mais. Fazendo as contas, mesmo no cenário mais otimista, Embiid vai perder o play-in e provavelmente a primeira rodada dos playoffs (se eles passarem).

    Jeff Stotts, que é especialista em lesões na NBA, disse que a média de tempo perdido para essa cirurgia durante a temporada é de 23 dias (10.2 jogos). A mediana fica em 18 dias. Grant Hill e OG Anunoby já passaram por isso antes.

    E agora, Philadelphia?

    Os Sixers estão na 8ª posição do Leste com 43-36, mas a conferência tá tão apertada que eles podem terminar em qualquer lugar entre a 5ª e a 10ª colocação. Sem Embiid (que dá um +5.1 de rating líquido quando está em quadra), vai ser Tyrese Maxey e Paul George carregando o piano.

    Sinceramente? Não vejo como eles fazem barulho nos playoffs sem o gigante. Maxey é monstro, Paul George tem experiência, mas enfrentar times como Boston ou Milwaukee sem seu melhor jogador… complicado.

    Eles ainda têm três jogos pela frente: Houston hoje, Indiana amanhã (back-to-back) e Milwaukee no domingo. Dois times que estão “tankando” — pelo menos pode ser que consigam umas vitórias fáceis pra melhorar a posição.

    E vocês, acham que os Sixers conseguem fazer alguma coisa nos playoffs sem Embiid? Ou já era a temporada deles?

  • SGA pode levar o segundo MVP seguido, mas a briga promete

    SGA pode levar o segundo MVP seguido, mas a briga promete

    Olha, fazia uns 20 anos que a gente não via uma corrida pelo MVP com tanto tempero assim. E cara, que momento!

    O Shai Gilgeous-Alexander do Thunder é o favorito absoluto pra levar o troféu Michael Jordan de novo — e faz todo sentido. O cara é simplesmente o melhor jogador do melhor time da liga, com números parecidos com os do ano passado quando ele arrebentou geral.

    Mas espera aí… essa temporada tem mais candidatos legítimos do que eu vi nos últimos anos. O Nikola Jokic continua sendo Nikola Jokic — tá fazendo uma temporada que nunca se viu na história da NBA. O Wembanyama deixou claro que quer esse prêmio. E o Jaylen Brown? Cara, os fãs de Boston tão gritando “MVP” pra ele faz meses, agradecendo por ele ter carregado os Celtics machucados nas costas.

    Os números falam por si

    SGA tá com médias de 31.1 pontos, 4.3 rebotes e 6.6 assistências. Detalhe: o Thunder tem 56 vitórias e apenas 12 derrotas quando ele joga. Ah, e ele marcou pelo menos 20 pontos em TODOS os jogos da temporada — recorde da NBA que ele mesmo criou.

    Jokic? 27.8 pontos e 12.9 rebotes por jogo. O sérvio é uma máquina de triple-doubles que faz parecer fácil algo que é impossível. Wembanyama disse que ele é “o melhor jogador ofensivo do mundo”. Vindo do Wemby, isso significa muito.

    E tem ainda o drama do Luka Doncic, que vai ganhar o título de cestinha mas pode nem aparecer na votação por não ter jogado os 65 jogos mínimos. Os advogados dele vão entrar com recurso pedindo exceção. Imagina a loucura se conseguirem?

    A votação promete esquentar

    Desde 2006-07, todo MVP levou pelo menos 64% dos votos de primeira opção. Mas sinceramente? Acho que esse ano pode quebrar essa sequência.

    As casas de apostas ainda botam o SGA como favorito absoluto — odds de -10000 na BetMGM. Ou seja, apostar 100 dólares nele dá 1 dólar de lucro. É quase certeza.

    Mas convenhamos, né? Depois do que a gente viu com Jokic fazendo mágica, Wemby dominando os dois lados da quadra e Brown mantendo Boston vivo… eu não botaria a mão no fogo por ninguém ainda.

    “Acho bom pra liga”, disse o próprio SGA sobre a disputa. “Dá assunto pra galera conversar. Tem muito jogador bom aqui.” Modesto até nisso, o cara.

    E aí, quem vocês acham que leva? O Thunder continua arrebentando e o SGA pode mesmo repetir o feito. Mas essa temporada tem tanta coisa boa acontecendo que não me surpreenderia se a votação fosse mais apertada do que todo mundo imagina.

  • Tatum vence o medo e volta ao MSG onde se machucou feio

    Tatum vence o medo e volta ao MSG onde se machucou feio

    Cara, que momento. Jayson Tatum voltou ao Madison Square Garden ontem à noite e, sinceramente, eu não sei como ele conseguiu controlar a emoção. Imaginem vocês: 11 meses atrás, no mesmo lugar, o cara rompeu o tendão de Aquiles numa semifinal de conferência contra os Knicks. O que ele mesmo chamou de “o pior momento da minha vida”.

    E agora? Voltou lá e saiu andando com as próprias pernas. Literalmente.

    “Só queria sair de pé”

    O Tatum foi direto ao ponto depois da derrota por 112-106 (que nem importa muito nesse contexto): “Obviamente eu queria ganhar e jogar bem, mas o mais importante era sair da quadra com meus próprios pés”.

    Monstro. 24 pontos, 13 rebotes e 8 assistências em 40 minutos. Ok, não foi perfeito — errou muito arremesso de três (2 de 10) e deu seis bolas perdidas. Mas quem liga? O cara enfrentou o fantasma de frente e ganhou.

    O Baylor Scheierman, companheiro do Tatum, disse que ele estava “calmo e controlado”. Mas o próprio astro admitiu: “Foi muito intenso, especialmente no começo. Demorei um tempo pra me acalmar”.

    A decisão mais difícil

    Olha, eu achei genial a escolha dele. Como não joga nos dois jogos de back-to-back seguidos (ainda se recuperando), tinha que decidir: MSG na quinta ou em casa contra o Pelicans na sexta. Escolheu enfrentar os demônios logo.

    “Precisava tirar esse gosto amargo de jogar aqui”, explicou. E fez bem — porque se os Celtics enfrentarem os Knicks nos playoffs (o que é bem provável), pelo menos agora ele já quebrou essa barreira mental.

    Durante o jogo, teve momentos que ele próprio admitiu: “Tive que me lembrar de respirar e que tudo ia ficar bem”. Imaginem a pressão psicológica, cara.

    O que vem por aí

    Com o Tatum de volta e jogando 39-40 minutos nas últimas partidas, Boston virou favorita nas casas de apostas pra chegar na Final da NBA pela terceira vez em cinco anos. Absurdo, né? Considerando tudo que rolou — a lesão grave, as saídas de jogadores importantes…

    Mas o mais legal foi ver até a torcida dos Knicks aplaudindo quando ele foi apresentado. E o Jalen Brunson falando como fica feliz de ver o Tatum saudável de novo. Isso é basquete, pessoal.

    E aí, acham que essa volta ao MSG vai dar aquela confiança extra pro Tatum nos playoffs? Pra mim, foi o momento que ele precisava pra provar — principalmente pra ele mesmo — que tá 100% de volta.

  • Draymond não tá nem aí pro Play-In: ‘Não é nada emocionante’

    Draymond não tá nem aí pro Play-In: ‘Não é nada emocionante’

    Sinceramente? Eu entendo o Draymond Green. O cara admitiu ontem que não tá nem um pouco empolgado com o Play-In Tournament, e olha… faz sentido.

    Os Warriors acabaram de confirmar que vão ser o 10º colocado no Oeste, o que significa duas coisas: vão ter que ganhar DOIS jogos fora de casa no Play-In pra garantir vaga nos playoffs, e o Draymond tá sendo bem realista sobre a situação.

    A sinceridade brutal do Green

    “Não é emocionante” — foi isso que ele falou depois da vitória contra o Kings na terça. “Sou um competidor, então vou entrar em quadra e fazer de tudo pra ganhar, mas não é nada emocionante… Não vou perder o sono amanhã pensando ‘cara, tenho esse Play-In na semana que vem’.”

    Caramba, que sinceridade! Mas eu até concordo com ele. O Play-In foi criado pra dar mais emoção pro final da temporada regular, pra evitar que times desistissem muito cedo. Só que no Oeste desse ano, os 10 primeiros colocados estão praticamente definidos há semanas.

    Na visão do Draymond, o sistema não tá funcionando como deveria. “Pra ter um time preso na 10ª posição, não tá funcionando. A gente podia ter perdido os últimos 15 jogos e continuaria na 10ª posição. Não tá funcionando.”

    O problema do tanking

    E aí que entra uma parada que me irrita muito: o tanking descarado. Vários times simplesmente desistiram da temporada pra ter picks melhores no Draft. O próprio Steve Kerr falou que odeia isso, mas reconhece que é a estratégia mais inteligente quando você tá lá embaixo.

    Um gerente geral falou pra ESPN: “Esses times estão fazendo de tudo — deixando caras no banco no quarto período, escalando formações ruins de propósito, criando jogadas pra errar arremessos”. A criatividade é impressionante, mas é triste também.

    Thunder, Spurs, Pistons, Rockets, Hornets… todos esses times promissores passaram anos sendo ruins pra conseguir picks altos. É doloroso mas funciona.

    A realidade dos Warriors

    Pra Golden State, a situação é complicada. Eles vão ter que encarar os Clippers ou Blazers na próxima quarta-feira, e se passarem, ainda tem mais um jogo pra garantir vaga nos playoffs de verdade. Aí sim pegariam o Thunder (que já garantiu a primeira posição do Oeste) na primeira rodada.

    Duas vitórias fora de casa ou tchau temporada. Não é à toa que o Draymond não tá empolgado — esse formato meio que pune times que ficaram no meio da tabela por lesões ou outros problemas.

    Vocês acham que o Play-In Tournament tá funcionando mesmo? Ou é só mais uma complicação desnecessária? Na minha opinião, quando um cara experiente como o Draymond fala que não é emocionante, alguma coisa não tá certa no sistema.