Autor: Leandro Amorim

  • Hart decide no clutch e Knicks vencem clássico contra Celtics

    Hart decide no clutch e Knicks vencem clássico contra Celtics

    Que jogaço foi esse no MSG! Josh Hart simplesmente resolveu virar o monstro no último quarto e carregou os Knicks nas costas pra uma vitória de 112 a 106 sobre os Celtics. Cara, 15 pontos só no quarto período final — quando a coisa apertou, o cara apareceu.

    Olha, eu já falei aqui no Sexto Homem que o Hart é subestimado demais. O cara fez 26 pontos no total (10/15 nos arremessos, sendo 5/7 do perímetro) e ainda defendeu pra caramba. Quando você tem um jogador que aparece nos momentos decisivos assim, é porque o time tem mentalidade vencedora mesmo.

    Brunson e Towns fazendo a parte deles

    Jalen Brunson não deixou por menos: 25 pontos e 10 assistências. Double-double caprichado do armador que tá tendo uma temporada absurda. E o Karl-Anthony Towns? 16 pontos e 12 rebotes. Nada espetacular nos números, mas fez o trabalho sujo quando precisava.

    O que mais me impressionou foi a dupla Brunson-Towns funcionando bem nos pick-and-rolls. Eles tão entendendo o jogo um do outro cada vez mais, e isso vai ser fundamental nos playoffs.

    Tatum voltou, mas não foi suficiente

    Jayson Tatum jogou pela primeira vez no Madison Square Garden desde que rompeu o Aquiles nos playoffs do ano passado. Que volta difícil, né? O cara fez 24 pontos, 13 rebotes e 8 assistências — números bons —, mas com apenas 7/22 nos arremessos. Dá pra ver que ainda tá voltando ao ritmo.

    Sem o Jaylen Brown em quadra, quem salvou os Celtics foi o Payton Pritchard saindo do banco com 23 pontos em 35 minutos. E o Baylor Scheierman? Meu Deus, 20 pontos com 6/7 do perímetro! O cara quase roubou o jogo sozinho no quarto período.

    Sinceramente, achei que os Celtics iam levar essa. Eles chegaram a abrir 7 pontos no último quarto, mas aí o Hart decidiu que não ia deixar barato. Duas bolas de três no último minuto pra fechar o caixão — isso é de clutch player raiz.

    Com essa vitória, os Knicks (52-28) chegaram no total de vitórias da temporada passada com ainda dois jogos pela frente. E olha que briga gostosa pela segunda posição do Leste! Vocês acham que eles conseguem passar os Celtics na classificação geral?

    O clima no MSG tava de playoff mesmo. Esse tipo de jogo que te prepara pro que vem pela frente. Hart foi o MVP da noite, sem dúvida — defendeu bem o Tatum e apareceu quando mais precisava. É esse tipo de jogador que faz a diferença nas séries eliminatórias.

  • Jackie Young faz história: primeiro contrato de US$ 1 milhão da WNBA

    Jackie Young faz história: primeiro contrato de US$ 1 milhão da WNBA

    Gente, acabou de rolar algo histórico na WNBA. Jackie Young, das Las Vegas Aces, acabou de assinar o primeiro contrato de US$ 1 milhão da história da liga feminina de basquete americano. Isso mesmo — 1,19 milhão de dólares por uma temporada.

    Olha, eu sabia que esse momento ia chegar uma hora ou outra, mas ver acontecer é surreal. A WNBA tá crescendo absurdamente nos últimos anos e finalmente as jogadoras tão começando a receber o que merecem.

    Por que ela vale cada centavo

    A Jackie não é brincadeira não. Quatro vezes All-Star, foi eleita a jogadora que mais evoluiu em 2022, e já levou duas medalhas de ouro olímpicas — uma no 3×3 em Tóquio e outra no 5×5 em Paris. Ah, e ainda ganhou o título universitário em Notre Dame em 2018.

    Na temporada passada ela fez uma média de 16,5 pontos, 5,1 assistências e 4,5 rebotes por jogo. Números sólidos pra uma armadora de 1,83m que joga dos dois lados da quadra.

    E o mais interessante? Ela nem conversou com outros times. Zero reuniões. Quis ficar mesmo nas Aces, onde começou a carreira em 2019 como primeira escolha do draft.

    O trio que vale ouro continua junto

    Com a renovação da Jackie, o trio monstruoso das Aces tá preservado. Ela, A’ja Wilson (quatro vezes MVP) e Chelsea Gray (seis vezes All-Star) seguem juntas. Esse núcleo já conquistou três títulos em quatro anos, incluindo o de 2025.

    Sinceramente, acho que essa continuidade é fundamental. Química entre jogadoras desse nível não se constrói do dia pra noite, e as Aces sabem disso.

    Vocês acham que outros times vão conseguir quebrar essa hegemonia? Porque com esse trio renovado, vai ser osso duro de roer mesmo.

    O mais legal de tudo isso é que o contrato da Jackie marca uma nova era pra WNBA. Depois do novo acordo coletivo, a liga finalmente tá conseguindo pagar melhor suas estrelas. Era sobre tempo, né?

    Agora é ver se outras jogadoras vão conseguir romper essa barreira do milhão também. Aposto que a própria A’ja Wilson deve ser a próxima.

  • Suns garantem 7º seed, mas isso vale alguma coisa mesmo?

    Suns garantem 7º seed, mas isso vale alguma coisa mesmo?

    Os Phoenix Suns garantiram a sétima colocação na Conferência Oeste depois de baterem o Dallas na última quarta. E aí, parabéns pra eles, né? Conquistaram o “direito” de sediar um cara ou coroa de alto risco no Play-In Tournament. Porque é isso que essa parada é — um cara ou coroa mascarado de basquete competitivo.

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: não consigo me empolgar com esse negócio do Play-In. É pura invenção do Adam Silver pra criar mais conteúdo, mais drama, mais grana. Time que batalhou 82 jogos na temporada regular agora tem que apostar tudo numa noite só? Uma enterrada errada, um tornozelo torcido, uma arbitragem duvidosa e tchau, temporada acabou.

    A máquina de fazer dinheiro

    E claro que agora tem patrocínio até no nome — “SoFi Play-In Tournament”. Porque não dá pra ter nada puro no esporte hoje em dia, né? Tudo tem que virar produto, tem que ser monetizado até o último segundo de quadra.

    Quer saber o que me incomoda mais? Times que fizeram o dever de casa durante seis meses inteiros agora precisam provar que merecem os playoffs numa partida única. Isso faz sentido pra vocês? Pra mim, não.

    É tipo jogar fora tudo que aconteceu na temporada regular. Todas aquelas vitórias suadas em fevereiro, jogos de madrugada, lesões superadas… Agora vale menos que uma noite de sorte ou azar no Play-In.

    Mas os números não mentem

    Tudo bem, já desabafei. Agora vamos aos fatos: desde que inventaram essa parada em 2021, o 7º seed sempre se classificou pros playoffs. Sempre. Taxa de 100% de aproveitamento pra chegar na primeira rodada.

    Quando hospedam o primeiro jogo do Play-In, os times na sétima colocação têm um histórico de 8 vitórias em 10 jogos. As únicas zebras foram em 2023 (Hawks bateram o Heat) e 2024 (Pelicans perderam pros Lakers). Mas mesmo nesses casos, Heat e Pelicans se recuperaram e avançaram.

    Então, estatisticamente falando, os Suns estão numa boa. A matemática tá do lado deles. Mas vocês sabem como é basquete — papel aceita tudo, quadra que não aceita.

    E sinceramente? Mesmo com esses números favoráveis, continuo achando injusto um time que batalhou pra ter campanha melhor que times de 0,500 ter que provar alguma coisa num jogo eliminatório. Mas fazer o quê, né? As regras são essas agora.

    O que vocês acham? Curtem esse formato do Play-In ou também preferiam o sistema antigo dos playoffs?

  • Leonard Miller explode com 26 pontos e Bulls atropelam os Wizards

    Leonard Miller explode com 26 pontos e Bulls atropelam os Wizards

    Gente, o Leonard Miller simplesmente decidiu mostrar serviço ontem à noite. O cara meteu 26 pontos — recorde pessoal — e ainda pegou 11 rebotes no 119 a 108 dos Bulls sobre os Wizards. E olha que ele nem é o principal nome do time!

    Mas não foi só o Miller que brilhou, não. Tre Jones fez 31 pontos (!) e Collin Sexton contribuiu com 27. Os três juntos acertaram um absurdo de 65,3% dos arremessos. Isso é coisa de videogame, cara.

    Bulls engrenaram de vez

    Depois de perder sete seguidas, Chicago embalou duas vitórias consecutivas contra Washington. Na terça tinham goleado por 129 a 98, e ontem repetiram a dose. Agora eles empataram com Milwaukee na 11ª posição do Leste — tá bom, já tão eliminados dos playoffs, mas pelo menos terminam a temporada com dignidade.

    O momento que definiu tudo foi no final do terceiro quarto. Os Bulls fizeram um 16 a 4 devastador, com Jones metendo os últimos 6 pontos dessa sequência. Duas bandejas seguidas no final e pronto: 87 a 74. Game over.

    Wizards no fundo do poço

    Do lado de Washington, cara… tá difícil de assistir. 17 vitórias em 80 jogos. Perderam 24 dos últimos 25. É o pior time da NBA disparado, e com 10 jogadores lesionados ainda por cima.

    Will Riley até tentou com 23 pontos, Julian Reese fez um double-double (16 pontos e 15 rebotes), mas não teve jeito. Quando você tem meio time no departamento médico e ainda por cima não tem talento suficiente, fica complicado mesmo.

    Vocês acham que os Bulls conseguem terminar a temporada com um pouco mais de moral? Ainda jogam contra Orlando amanhã em casa. Já os Wizards… bem, pelo menos a temporada tá quase acabando, né?

  • Tatum volta ao Madison Square Garden e marca 24, mas Knicks vencem

    Tatum volta ao Madison Square Garden e marca 24, mas Knicks vencem

    Cara, que noite emocionante no Mecca do basquete. Jayson Tatum voltou ao Madison Square Garden pela primeira vez desde que rompeu o tendão de Aquiles nos playoffs do ano passado — e mesmo marcando 24 pontos, viu os Knicks levarem a melhor por 112 a 106.

    Olha, eu não sei vocês, mas fiquei arrepiado só de pensar na pressão que o cara deve ter sentido pisando naquela quadra de novo. Ruptura de Aquiles é coisa séria, e voltar justamente no MSG? Isso é filme.

    Jogo de vai e vem épico

    Os Knicks começaram mandando — chegaram a abrir 72-59 no terceiro quarto. Aí que eu pensei: “Pronto, vai ser massacre”. Mas não, né? Os Celtics não são time pra entregar os pontos assim.

    Boston aplicou um 24-9 devastador e virou o jogo. Baylor Scheierman e Tatum acertaram arremessos de 3 consecutivos, colocaram os visitantes na frente por 89-83, e a galera do Garden ficou meio tensa (imagino eu, né).

    Só que os Knicks responderam na mesma moeda — empataram em 92-92 com sete pontos seguidos. Daí pra frente foi troca-troca o tempo todo. Karl-Anthony Towns acertou uma bomba pra colocar NY na frente por 99-98, e o negócio ficou maluco.

    Josh Hart resolve no final

    No finalzinho, quem decidiu foi Josh Hart. O cara terminou com 26 pontos — mais que o próprio Tatum — e quando precisou, meteu a decisiva de longa distância. Jalen Brunson também jogou muito, com 25 pontos e 10 assistências. Que dupla, cara.

    Towns fez um double-double discreto mas eficiente: 16 pontos e 12 rebotes. Os Knicks melhoraram pra 52-28 e seguem firmes na terceira posição do Leste.

    Boston jogou sem Jaylen Brown, que ficou de fora por causa de uma tendinite no tendão de Aquiles esquerdo. Coincidência meio estranha, né? Os dois principais jogadores do time com problemas no Aquiles… Enfim, os Celtics recebem o Pelicans hoje no TD Garden.

    Sinceramente? Mesmo na derrota, ver o Tatum de volta àquela quadra já foi uma vitória. E vocês, acham que ele tá 100% recuperado ou ainda sente alguma coisa da lesão?

  • Knicks dão resposta épica e mantêm sonho da 2ª posição vivo

    Knicks dão resposta épica e mantêm sonho da 2ª posição vivo

    Que noite foi essa no Madison Square Garden! Os Knicks simplesmente resolveram mostrar serviço quando mais precisavam e derrubaram os Celtics por 112-106, mantendo viva a briga pela segunda posição no Leste. E olha, não foi qualquer vitória não — foi daquelas que você assiste e pensa: “cara, esse time tem personalidade”.

    Josh Hart foi simplesmente monstruoso no último quarto. 15 dos seus 26 pontos vieram nos momentos decisivos, incluindo duas bombas de 3 nos últimos 42 segundos que praticamente selaram o jogo. Jalen Brunson fez a sua parte também: 25 pontos e 10 assistências, comandando o time como um verdadeiro general.

    O retorno emotional de Tatum ao MSG

    Agora, vamos falar do elefante na sala. Jayson Tatum voltou ao Madison Square Garden pela primeira vez desde aquela lesão terrível no tendão de Aquiles nos playoffs da temporada passada. O cara admitiu que estava nervoso — e olha, quem não estaria, né?

    Mesmo assim, Tatum mostrou que é craque: 24 pontos, 13 rebotes e 8 assistências. Por pouco não fez um triple-double no retorno ao palco da sua lesão. Tem que respeitar a coragem do garoto.

    Mas sinceramente? Deu pra perceber que ele ainda não está 100%. A ausência do Jaylen Brown (machucado) pesou demais pro Boston, mesmo com Payton Pritchard (23 pontos) e Baylor Scheierman (20 pontos, 6/7 de 3) fazendo a parte deles.

    A corrida pelo 2º lugar esquentou de vez

    Agora a matemática fica interessante. Os Knicks (52-28) ficaram a apenas dois jogos dos Celtics (54-26) com duas partidas restantes para cada time. E o mais importante: New York tem a vantagem no confronto direto depois de ganhar a série por 3-1.

    Ou seja, se os Knicks ganharem os próximos dois jogos (Toronto e Charlotte) e Boston tropeçar duas vezes (New Orleans e Orlando), a segunda posição vai pro MSG. Improvável? Talvez. Impossível? Definitivamente não.

    O que mais me impressiona é como esse time do Mike Brown evoluiu. Eles já têm mais vitórias agora do que na temporada passada inteira sob o Thibodeau (51-31). E convenhamos, derrotar justamente os Celtics — time que eles eliminaram nos playoffs do ano passado — tem um gosto especial.

    Vocês acham que os Knicks conseguem essa façanha nas últimas duas rodadas? Eu tô começando a acreditar que esse time pode surpreender muito gente nos playoffs, independente de onde termine na classificação.

  • Donovan não se empolga com apoio: ‘Bulls precisam do melhor’

    Donovan não se empolga com apoio: ‘Bulls precisam do melhor’

    Olha só que situação interessante rolando em Chicago. O Billy Donovan recebeu um baita apoio do Michael Reinsdorf ontem, mas o cara não tá se empolgando muito não. E sinceramente? Acho que ele tá certo.

    Depois de toda aquela limpa na diretoria dos Bulls na segunda-feira — mandaram embora o Karnisovas e o Eversley depois de seis anos que renderam apenas UMA classificação pros playoffs —, todo mundo ficou se perguntando: e o técnico? Vai ficar ou vai sair também?

    O apoio que não garante nada

    “Eu acho que o Michael estava mostrando como ele se sente sobre mim”, disse Donovan antes do jogo contra o Washington. “Mas eu também entendo que todo mundo tem que pensar no que é melhor para os Bulls naquele momento.”

    Cara, essa resposta mostra maturidade. O cara tem 60 anos, está na 11ª temporada na NBA, sendo seis em Chicago. Ele sabe como funciona esse negócio. Apoio político hoje pode virar demissão amanhã se os resultados não aparecerem.

    A realidade dolorosa de Chicago

    “Eu amo estar aqui”, continuou Donovan. “Amo o relacionamento com Jerry, Michael, e todo mundo do prédio. Tem sido um ambiente de trabalho incrível. Mas a gente tá nessa situação porque realmente não ganhamos muito.”

    E aí que tá a questão, né? O cara é honesto. Em seis temporadas comandando os Bulls, o time só foi pros playoffs uma vez. Compare isso com Oklahoma City, onde ele levou o Thunder pros playoffs em todas as cinco temporadas — incluindo aquela chegada épica na final da Conferência Oeste em 2015-16.

    Vocês acham que ele aguenta mais uma temporada sem resultados? Eu tenho minhas dúvidas. A pressão em Chicago é real, ainda mais depois dessa limpa na diretoria.

    O próprio Donovan disse que vai se reunir com Reinsdorf depois da temporada para decidir o futuro. Traduzindo: ninguém tá garantido, nem mesmo com o “apoio” da diretoria.

    No final das contas, o basquete é sobre vencer jogos. E isso é algo que Chicago não tem feito consistentemente há anos. Será que 2026 finalmente vai ser o ano da virada?

  • Ingram explode com 38 pontos e Raptors encostam nos playoffs

    Ingram explode com 38 pontos e Raptors encostam nos playoffs

    Gente, o Brandon Ingram simplesmente resolveu virar o LeBron ontem à noite! O cara meteu 38 pontos — máxima da temporada dele — e carregou os Raptors numa vitória espetacular sobre o Heat por 128-114. Toronto tá praticamente nos playoffs pela primeira vez desde 2022, e eu tô aqui achando que esse time pode fazer barulho mesmo.

    Olha só os números: Ingram acertou 10 de 11 lances livres só no primeiro tempo. Enquanto isso, o Heat INTEIRO foi 3 de 7 da linha. Isso não é basquete, é humilhação pública. O cara tava tão ligado que ainda distribuiu 7 assistências — igualando a máxima dele na temporada.

    RJ Barrett mostra que chegou pra somar

    E não foi só show do Ingram não. RJ Barrett contribuiu com 22 pontos sólidos, provando que a troca dele pra Toronto foi uma das melhores da temporada. Scottie Barnes (13 pontos) e Immanuel Quickley (11) fizeram a parte deles também. Esse quinteto tá começando a engatar de verdade.

    O mais impressionante? Os Raptors passaram os Hawks na classificação e agora ocupam o 5º lugar no Leste. Ambos têm 45-35, mas Toronto varreu a série da temporada regular contra Atlanta. Na minha visão, isso pode fazer diferença lá na frente se tiver empate.

    Heat segue patinando quando mais precisa

    Do lado de Miami, cara… tá difícil de assistir. Décima derrota em 13 jogos. Bam Adebayo fez um double-double (24 pontos e 11 rebotes) e Tyler Herro ajudou com 15, mas não deu. O time tá claramente desgastado e sem ritmo.

    O pior é que Miami já tá garantido no play-in, mas com esse desempenho vai entrar como um dos últimos colocados. Imagina enfrentar Boston ou Milwaukee logo de cara? Sinceramente acho que eles precisam de uma reformulação no elenco.

    Uma curiosidade legal: Vladimir Guerrero Jr. dos Blue Jays tava assistindo da primeira fila. O cara deve ter curtido o show — Toronto dominou do primeiro ao último minuto, abrindo 69-50 no intervalo depois de um final de primeiro tempo demolidor (24-6 nos últimos 5:46).

    E aí, vocês acham que os Raptors conseguem manter esse nível nos playoffs? Com Ingram jogando assim e Barnes evoluindo, eu não duvido de nada. Próximo jogo é contra os Knicks em Nova York — vai ser teste de fogo!

  • Dybantsa é favorito pra 1ª escolha do Draft 2026, mas Peterson tá colado

    Dybantsa é favorito pra 1ª escolha do Draft 2026, mas Peterson tá colado

    Olha, eu já tô de olho no Draft de 2026 e as odds estão pegando fogo! Depois do March Madness terminar com Michigan levando o título (que jogaço foi aquele contra UConn), as casas de apostas já começaram a cravar quem vai ser a primeira escolha do draft daqui a dois anos.

    E o favorito? A.J. Dybantsa, da BYU, com odds de -180.

    Cara, esse moleque é um monstro mesmo. 25.5 pontos por jogo com 51% de aproveitamento nos arremessos — e olha que ele praticamente carregava o time da BYU nas costas quando os companheiros não conseguiam acertar nada. O problema é que a BYU não foi longe no torneio por causa da lesão do Richie Saunders, então Dybantsa não conseguiu mostrar todo seu potencial quando mais importava.

    Peterson não tá muito atrás

    Mas sinceramente? Eu acho que o Darryn Peterson, do Kansas, pode muito bem roubar a primeira posição. As odds dele estão em +240, ou seja, não tá tão distante assim. E tem muita gente que considera ele o melhor prospecto da turma — o cara é um armador nato, tem um arremesso de 3 mais consistente que o Dybantsa e sabe liderar um time.

    O único pepino é que Peterson perdeu alguns jogos na temporada por questões de condicionamento físico. E aí tem também a questão posicional, né? Times como Wizards já têm o Trae Young, Pacers têm o Haliburton voltando… Ala é sempre mais fácil de encaixar em qualquer elenco.

    Cameron Boozer completa o top 3

    E não dá pra esquecer do Cameron Boozer, de Duke. O moleque foi só o quinto calouro da história a ganhar o prêmio de Jogador do Ano! Duke teve uma temporada absurda (35-3) e foi o primeiro seed geral do torneio rodando o ataque pelo Boozer.

    Ele pode não ter o teto altíssimo do Dybantsa ou Peterson, mas tem o piso mais alto dos três. É um cara que você sabe que vai render, entende? Interior forte, consegue esticar a quadra… +700 pra primeira escolha não é uma bad não.

    Vocês acham que Michigan ganhar o título vai mudar alguma coisa nas odds? Porque o Yaxel Lendeborg jogou machucado na final (lesão no joelho desde a semifinal) e mesmo assim tá com +18000 pra primeira escolha. Longe, mas não impossível se ele se recuperar bem.

    Olha, ainda falta muito tempo e muita coisa pode mudar. Mas por enquanto, parece que vai ser uma briga boa entre Dybantsa e Peterson pelo topo. E vocês, em quem apostam?

  • Adam Silver animado com ideia maluca: punir os piores times no Draft

    Adam Silver animado com ideia maluca: punir os piores times no Draft

    Olha, eu pensei que já tinha visto de tudo quando se trata de reformas no Draft da NBA. Mas essa aqui me pegou de surpresa: Adam Silver tá “entusiasmado” com uma proposta que simplesmente puniria os três piores times da liga na loteria do Draft. Sim, você leu certo.

    A ideia surgiu numa ligação recente entre GMs e o comissário. Um gerente geral sugeriu que os três piores times nem pudessem ganhar a primeira escolha geral. Acharam radical demais (com razão). Aí outro cara chegou com uma versão mais suave: que tal só reduzir as chances desses times em relação aos times “menos piores” que ficaram fora dos playoffs?

    E o Silver? Cara curtiu a ideia.

    Como funcionaria essa loucura?

    A proposta com mais força agora expandiria a loteria de 14 para 18 times. Os 10 times que nem chegaram no Play-In teriam 8% de chance cada um para a primeira escolha. Os 8 do Play-In ficariam com 2,5% cada.

    Mas essa nova ideia iria além — tiraria alguns pontos percentuais dos três piores e redistribuiria para o meio da tabela. A lógica? Forçar os times ruins a pelo menos tentarem ganhar alguns jogos no final da temporada pra não caírem no “top 3 da vergonha”.

    Sinceramente, entendo a intenção. Ninguém aguenta mais ver time desligando seus melhores jogadores em março só pra garantir uma chance melhor no Draft. Mas será que não tão exagerando na dose?

    O lado bom e o lado perigoso

    Por um lado, a ideia faz sentido. Times que tão brigando pra não ficar entre os três piores vão competir até o final. Menos tanking descarado, mais basquete de verdade em abril e maio.

    Por outro lado… cara, o Draft existe justamente pra ajudar os piores times! Se você pune quem tá genuinamente ruim (não só fingindo que tá), fica mais difícil pra esses times saírem do buraco.

    E aí que mora o perigo. Imagina um time desesperado pra não cair no “top 3 maldito” forçando um jogador machucado a voltar mais cedo? Ou fazendo trade burro só pra ganhar dois jogos a mais? As consequências podem ser piores que o tanking.

    O que vocês acham? Tá na hora de punir quem tá genuinamente na pior, ou isso vai criar problemas maiores? A votação só acontece em maio, então ainda dá tempo dos times mandarem o feedback deles.

    Uma coisa é certa: se aprovarem isso, a reta final das temporadas vai ficar bem mais interessante. Ninguém vai querer ser um dos três piores, né?