Autor: Leandro Amorim

  • Lakers cobrando R$ 150 mil por cadeira na courtside? É isso mesmo?

    Lakers cobrando R$ 150 mil por cadeira na courtside? É isso mesmo?

    Olha, eu já sabia que assistir os Lakers de pertinho não era pra qualquer um, mas o que eles acabaram de anunciar é de outro mundo. A franquia revelou os preços da nova seção “Courtside Reserve” — basicamente uma segunda fileira da courtside — e sinceramente? Só quem tem dinheiro sobrando mesmo.

    Os ingressos vão custar 78% do valor da courtside tradicional. Fazendo as contas: se normalmente você desembolsa entre 20 mil e 40 mil dólares (isso mesmo, DÓLARES) por um assento nos playoffs, agora vai “economizar” pagando “apenas” 15 a 30 mil dólares pela segunda fileira.

    O que você ganha por esse absurdo de dinheiro?

    Não é só uma cadeira, né. Os Lakers prometem serviço de comida e bebida direto no seu assento, acesso VIP aos clubes internos e uma “experiência elevada” desde a entrada na arena. Traduzindo: você vai ser tratado como realeza enquanto torce.

    E convenhamos, a localização é histórica. Jack Nicholson praticamente mora naquela courtside há décadas. Leonardo DiCaprio, Denzel Washington, Will Ferrell, Justin Bieber, Kevin Hart… todos esses caras viraram figurinha carimbada ali. Imagina você sentado a poucos metros do LeBron fazendo uma enterrada monstro?

    Vale a pena pagar uma fortuna por isso?

    Mano, é muita grana. Com 150 mil reais (convertendo por baixo) você compra um carro zero. Mas pra quem tem essa condição financeira e é fanático pelos Lakers… cara, deve ser uma experiência única na vida.

    O que me deixa curioso é saber se essa estratégia vai dar certo. Os Lakers claramente estão testando até onde conseguem esticar os preços, aproveitando que a demanda por esses assentos é sempre gigante. E vocês, acham que alguém vai realmente pagar isso? Ou é coisa demais até pra Hollywood?

    Uma coisa é certa: se você tá pensando em assistir aos playoffs dos Lakers de pertinho, melhor começar a juntar moedinha desde já. Ou quem sabe torcer pra ganhar na loteria — vai que é mais barato que comprar o ingresso!

  • A NBA nos roubou o último Curry vs LeBron da temporada

    A NBA nos roubou o último Curry vs LeBron da temporada

    Cara, eu tô genuinamente chateado com isso. Hoje era pra ser especial — Lakers visitando os Warriors no Chase Center, Stephen Curry contra LeBron James. Os dois caras que definiram os últimos 20 anos da NBA dividindo a quadra mais uma vez. Só que não vai rolar, pessoal.

    Steph foi poupado por causa do back-to-back (Warriors jogam amanhã em Sacramento), e assim, do nada, perdemos a ÚNICA oportunidade de ver esses dois monstros se enfrentarem na temporada. Zero jogos Curry vs LeBron em 2025-26. Zero!

    Sinceramente? Isso dói mais do que deveria.

    Os números que mostram o que perdemos

    Vamos aos fatos que fazem essa ausência ainda mais absurda. Nos confrontos diretos da temporada regular, LeBron tem média de 30.2 pontos por jogo contra os Warriors (em 27 jogos históricos). Curry responde com 24.9 pontos e 6.5 assistências nos mesmos confrontos.

    E nos playoffs? Aí que a coisa fica de arrepiar. LeBron: 31.3 pontos, 10.9 rebotes, 8.5 assistências por jogo em 28 duelos de pós-temporada. Steph: 25.6 pontos e 6.5 assistências. Quatro Finals entre essas franquias, quatro anéis em disputa, pressão máxima sempre.

    É essa história toda que faz o jogo de hoje ser tão importante — e a ausência de Curry tão frustrante.

    Tempo está passando (e como está!)

    Olha a real: os Warriors estão na 10ª posição do Oeste (37-42), brigando pra entrar no Play-In. Os Lakers estão em 4º (50-29), bem mais confortáveis. Mas esquece a tabela por um segundo.

    O que realmente tínhamos hoje era provavelmente um dos últimos confrontos — se não O último — entre duas lendas que carregaram o peso da NBA nas costas. LeBron tem 41 anos, Curry fez 38 em março. A janela pra ver esses dois se enfrentarem com algo real em jogo não tá ficando maior, né não?

    E o pior é que os Warriors já perderam pros Lakers duas vezes essa temporada: 105-99 em fevereiro e um massacre de 129-101 no fim do mesmo mês. Golden State até ganhou o primeiro encontro em outubro (119-109), mas aquilo foi quando a temporada ainda parecia cheia de possibilidades, antes das lesões começarem a se acumular.

    Agora Steph tá administrando a carga de jogos, e a gente aqui fazendo as contas do que sobra dessa era dourada. A resposta? Não muito. E hoje só serviu pra lembrar como tudo tá passando rápido demais.

    Vocês também sentem que a NBA não é mais a mesma sem esses duelos épicos? Porque eu tô aqui pensando se vamos ter mais alguma chance de ver essa magia acontecer…

  • Play-In 2026: Warriors na luta, Suns favoritos e drama garantido

    Play-In 2026: Warriors na luta, Suns favoritos e drama garantido

    Olha só que situação: os Warriors, aquele time que a gente viu dominar por anos, agora estão na 10ª colocação do Oeste brigando pela vida no Play-In Tournament. E eu não esperava isso quando a temporada começou, vocês esperavam?

    O torneio mata-mata da NBA começa na terça-feira e promete drama puro. Do lado Oeste, que tá mais disputado que nunca, temos os Suns na 7ª posição recebendo o 8º colocado (que pode ser Clippers ou Trail Blazers – ainda não tá definido). Já o Golden State vai enfrentar o 9º colocado numa partida de vida ou morte.

    Como funciona essa loucura toda

    Pra quem ainda não pegou o esquema: o Play-In põe os times do 7º ao 10º lugar de cada conferência numa mini eliminatória. É tipo um mata-mata pra decidir quem fica com as duas últimas vagas dos playoffs.

    Na primeira rodada, 7º joga contra 8º (o vencedor já tá classificado como cabeça de chave 7), e 9º pega o 10º. Quem perde a primeira ainda tem uma segunda chance – menos o 10º que perdeu, esse vai pra casa mesmo.

    Na segunda rodada, o perdedor do 7º vs 8º recebe o vencedor do 9º vs 10º. O vencedor dessa fica com a última vaga (como 8ª cabeça de chave).

    Warriors na corda bamba

    Sinceramente, ver o Golden State nessa situação é de partir o coração. Curry, Thompson, Green… esses caras construíram uma dinastia e agora precisam suar pra conseguir uma vaguinha nos playoffs. A idade chegou ou é só uma temporada ruim mesmo?

    Do outro lado, os Suns têm tudo pra se classificar direto. Durant e Booker sabem como é pressão de playoff, e jogar em casa na primeira fase é uma baita vantagem.

    E aí, pessoal? Acham que os Warriors conseguem se recuperar a tempo ou essa pode ser realmente a despedida da era de ouro deles? Os jogos começam na terça, todos passando no Prime Video, e eu tô aqui contando os dias.

    Uma coisa eu garanto: Play-In Tournament sempre entrega emoção. Vai ser um fim de semana de roer unha!

  • Lakers desistem da briga pela 3ª colocação após lesões pesadas

    Lakers desistem da briga pela 3ª colocação após lesões pesadas

    Cara, que diferença uma semana faz na NBA. Os Lakers estavam voando, com 16 vitórias em 18 jogos, brigando pela terceira colocação no Oeste — e aí veio a pancada.

    JJ Redick, técnico dos Lakers, sempre gosta de citar aquela música do Jay-Z: “It was all good just a week ago” (Estava tudo bem há uma semana atrás). Nunca foi tão certeiro quanto agora. Em sete dias, o time angelino viu tudo desmoronar.

    O pesadelo começou contra o Thunder

    Primeiro foi aquela surra que levaram do Thunder em Oklahoma City. Mas o pior nem foi o placar — foram as lesões. Luka Doncic saiu com lesão grau 2 no posterior da coxa esquerda, e Austin Reaves também se machucou (oblíquo esquerdo grau 2). Dois titulares importantes fora pelo resto da temporada regular.

    E quando você pensa que não pode piorar… piorou. Mais duas derrotas seguidas, uma pro Mavericks e outra de novo pro Thunder. Enquanto isso, Nuggets emendaram 10 vitórias seguidas e os Rockets ganharam sete jogos consecutivos.

    De repente, os Lakers saíram da terceira colocação confortável para a incerteza total. Nem sabem mais se vão ter o mando de quadra na primeira rodada dos playoffs.

    Mudança de planos radical

    “A gente tem que preparar nosso grupo, os caras que vão estar disponíveis para jogar nos playoffs”, disse Redick após descobrir o estrago das lesões. “A questão da colocação provavelmente foi pro espaço depois do jogo contra OKC.”

    Olha, eu entendo o técnico. Quando você perde duas peças importantes assim, do nada, a prioridade muda. Não adianta mais sonhar com a terceira posição se você não tem o time completo.

    Matematicamente ainda dá — os Nuggets precisariam perder os dois últimos jogos (contra Thunder e Spurs) para os Lakers voltarem à terceira colocação. Mas convenhamos, é muito improvável.

    Lakers x Rockets: o confronto que tá pintando

    A realidade é que provavelmente vamos ter Lakers x Rockets na primeira rodada. A única dúvida é quem vai ter o mando de quadra — se terminarem com o mesmo número de vitórias, os Lakers levam por conta do confronto direto.

    E cara, que série promete ser! LeBron James contra Kevin Durant de novo nos playoffs. A última vez foi em 2018, quando o Warriors do KD varreu o Cavaliers do LeBron nas Finais. Quatro anos depois, os dois se reencontram com jerseys diferentes.

    Sinceramente? Mesmo com as lesões, ainda acho os Lakers favoritos contra Houston. A experiência do LeBron e do Anthony Davis em playoffs pesa muito. Mas vai ser bem mais difícil sem Doncic e Reaves.

    Vocês acham que os Lakers conseguem se recuperar a tempo dos playoffs, ou essas lesões vão custar caro demais?

  • Bulls fazem faxina pesada e Giannis pode estar de saída dos Bucks

    Bulls fazem faxina pesada e Giannis pode estar de saída dos Bucks

    Olha, quando eu acordei hoje e vi que o Chicago Bulls mandou embora o Arturas Karnisovas e o Marc Eversley, pensei: “finalmente alguém vai assumir a responsa por essa bagunça toda”. Mas aí veio a bomba do Giannis e os Bucks, e cara… a coisa ficou séria mesmo.

    Vamos começar pelos Bulls, que sinceramente já era hora. O time tá patinando há anos, fazendo umas escolhas no draft que a gente fica pensando “será que eles assistem basquete?”. Karnisovas chegou lá em 2020 com a promessa de revolucionar a franquia, mas olha… quatro anos depois, cadê a revolução? O máximo que conseguiram foi chegar nos playoffs uma vez e tomar uma surra histórica do Heat.

    A situação do Giannis tá ficando tensa demais

    Agora, sobre o Giannis — meu deus do céu. A ESPN soltou uma matéria explosiva sobre o clima tenso entre ele e a organização dos Bucks. E não é pouca coisa não, pessoal. Estamos falando do cara que ganhou dois MVPs e trouxe um título pra Milwaukee depois de 50 anos. Se ele tá insatisfeito, é porque a coisa tá feia mesmo.

    Eu sempre defendia que o Giannis era diferente, que ele tinha essa lealdade rara no esporte moderno. Lembram quando ele assinou aquela super extensão em 2020? Todo mundo achava que ele ia ficar pros Bucks para sempre. Mas parece que a lua de mel acabou. A organização não conseguiu manter o time competitivo ao redor dele, e agora tá pagando o preço.

    E vocês, acham que o Greek Freak aguenta mais tempo em Milwaukee?

    Sinceramente, vendo de fora, parece que os Bucks estão desperdiçando os anos de prime de um dos maiores talentos da NBA. O cara tá ali, dando tudo de si, carregando o time nas costas, e a diretoria não consegue montar um elenco decente ao redor dele. Parece até com o que aconteceu com o LeBron em Cleveland na primeira passagem — a diferença é que o Giannis já trouxe o título.

    O que mais me impressiona é como essas situações explodem do nada na NBA. Uma hora tá tudo bem, todo mundo sorrindo nas coletivas, na outra você tem vazamentos sobre brigas internas e jogadores querendo sair. É o negócio mais maluco do mundo.

    A real é que se o Giannis realmente decidir sair, vai ser um dos maiores terremotos da liga nos últimos anos. Imaginem esse monstro jogando em Miami, ou quem sabe até nos Warriors? Seria absurdo demais. Mas torço pra que Milwaukee se organize e mantenha ele lá — seria uma pena ver mais uma estrela abandonar uma cidade pequena.

  • Por que os Knicks podem surpreender nos playoffs (e não é pelo que você imagina)

    Por que os Knicks podem surpreender nos playoffs (e não é pelo que você imagina)

    Olha, vou ser honesto com vocês: quando eu penso nos Knicks como candidatos ao título, minha primeira reação é dar uma risadinha. Brunson é baixinho pra defender, o ataque às vezes trava do nada, o arremesso de 3 some nos piores momentos… Parece mais um time montado no FIFA do que um verdadeiro contender.

    Mas aí eu vi uma estatística que me fez parar pra pensar. E talvez devesse fazer vocês pensarem também.

    O quarto período é território dos Knicks

    Cara, esses caras são simplesmente monstros no último quarto. Não tô exagerando: eles são o primeiro colocado da liga em rating defensivo no quarto período — e por uma margem significativa. Primeiro em net rating também, com 11.6 pontos de diferença. Isso é absurdo.

    Sétimos em ataque no quarto período, primeiros em rebotes totais no período final. Desde aquela vergonha em casa contra os Mavericks em janeiro (vocês lembram daquele vexame?), eles são quartos em net rating nos “clutch minutes” — aqueles momentos decisivos que definem jogos.

    E sabe o que mais me impressiona? Eles têm a menor porcentagem de turnovers nesses momentos. Pode ser por causa do sistema meio travado que eles usam no final dos jogos, mas funciona.

    Já provaram que sabem sofrer

    Lembram do Natal contra os Cavaliers? Daquelas viradas épicas contra os Celtics na temporada passada? Da série contra os Pistons nos playoffs?

    Esse time já passou por cada tipo de pressão que vocês podem imaginar. Eles sabem jogar feio quando precisa, sabem ganhar no suor. E isso, sinceramente, vale mais que muito rating ofensivo bonito por aí.

    Claro, seria muito melhor se eles não precisassem correr atrás do prejuízo todo jogo. Seria ótimo se começassem bem as partidas ao invés de cavarem um buraco pra depois tentar sair. Mas nos playoffs? Quando cada posse vale ouro?

    A verdade que ninguém quer admitir

    Olha, eu sei que tem time com mais talento. Sei que tem elenco mais completo, mais profundo, com menos fraquezas óbvias. Mas basketball de playoff é diferente, galera.

    É sobre quem aguenta a pressão. Quem não desaba quando o jogo aperta. Quem sabe fazer a jogada certa quando todo mundo tá nervoso. E nesse quesito, os Knicks já provaram do que são capazes.

    E aí, vocês acham que eles conseguem usar essa força mental pra fazer barulho nos playoffs? Ou vão continuar sendo aquele time que promete mas não entrega quando importa?

  • Embiid operado de apendicite — e lá se vai a temporada dos 76ers

    Embiid operado de apendicite — e lá se vai a temporada dos 76ers

    Cara, só os Philadelphia 76ers mesmo pra isso acontecer. Na hora mais importante da temporada, quando cada jogo vale ouro na briga pelos playoffs, o Joel Embiid vai e precisa fazer uma cirurgia de apendicite. Isso mesmo — apendicite.

    O gigante acordou na manhã de ontem sentindo uma dor absurda no estômago. Foi pro hospital, descobriram que era apendicite, e direto pra mesa de cirurgia. A operação foi um sucesso, segundo os 76ers anunciaram, mas sinceramente? A temporada dos caras praticamente acabou ali.

    Quanto tempo fora de quadra?

    Olha, não é a primeira vez que um jogador da NBA passa por isso. O OG Anunoby, quando ainda estava no Toronto, fez a mesma cirurgia em 2019. Grant Hill também já passou por isso no passado. Mas aqui está o problema: estatisticamente, jogadores ficam fora cerca de 23 dias após uma apendicectomia. Vinte e três dias, galera.

    Fazendo as contas rapidinho — isso praticamente elimina o Embiid dos play-in games da semana que vem. E considerando que os 76ers estão na briga justamente pra conseguir uma vaga nos playoffs… bem, vocês sabem como é.

    Na minha opinião, mesmo se os caras conseguirem passar do play-in (o que já seria um milagre sem o Embiid), vale a pena arriscar colocar ele numa eventual primeira rodada dos playoffs? Um cara saindo de cirurgia, sem ritmo de jogo, numa série que exige o máximo fisicamente?

    O drama das últimas semanas

    E o mais louco é que isso vem depois de toda aquela confusão da semana passada. Lembram? Embiid ficou pistola porque os 76ers não deixaram ele jogar contra o Washington quando ele disse que estava pronto. Ele até foi pro Twitter reclamar, falando que queria jogar mas a organização não deixou.

    O cara disse na coletiva: “Eu estava puto. Eu queria jogar basquete. Não me deixaram jogar basquete”. E agora? Agora ele realmente não pode jogar mesmo.

    Cara, que azar do caramba. O Embiid já teve que lidar com tantas lesões na carreira, e justo agora, quando os 76ers estavam brigando pela sexta posição (a última com vaga direta pros playoffs), vem isso.

    Eu não consigo não sentir pelo cara. E pelos fãs dos 76ers também — imagina a frustração? Você está na briga, dependendo de cada jogo, e seu melhor jogador precisa operar o apêndice. É de chorar mesmo.

    E aí, galera do Philadelphia — vocês acham que dá pra sonhar com alguma coisa nos play-ins sem o Embiid? Ou já era mesmo?

  • Pacers destroem Nets por 29 pontos e acabam com sequência

    Pacers destroem Nets por 29 pontos e acabam com sequência

    Cara, que surra foi essa que o Indiana Pacers aplicou no Brooklyn Nets ontem à noite! 123 a 94. Vinte e nove pontos de diferença. Os caras simplesmente resolveram jogar basquete de verdade e acabaram com a sequência de duas vitórias consecutivas do Brooklyn.

    Olha, eu não esperava isso dos Pacers não, principalmente com o time tendo só 19 vitórias em 80 jogos na temporada. Mas às vezes é assim mesmo na NBA — quando você menos espera, um time resolve aparecer e fazer bonito.

    Obi Toppin comandou a festa

    O grande nome da noite foi Obi Toppin, que meteu 26 pontos e pegou 9 rebotes. O cara tá jogando demais ultimamente, e ontem foi só mais uma amostra do potencial dele. Sinceramente acho que ele ainda vai dar muito trabalho na liga.

    Mas não foi só ele não. Micah Potter fez um double-double com 18 pontos e 14 rebotes — que performance! E olha só isso: sete jogadores do Indiana pontuaram em dois dígitos. Sete! Ethan Thompson (15), Jarace Walker (14), Jay Huff (14), Jalen Slawson (12) e Quenton Jackson (12) também contribuíram pra goleada.

    Sem técnico, mas com resultado

    O mais curioso é que o Rick Carlisle nem estava no banco. O cara faltou porque foi na formatura de primavera da filha dele — prioridades certas, né? Lloyd Pierce assumiu o comando e, cara, funcionou perfeitamente.

    Do lado do Nets, E.J. Liddell até tentou com 26 pontos e 10 rebotes, mas não teve jeito. Ben Saraf ajudou com 19 pontos e Tyson Etienne botou 14, mas o time como um todo não funcionou. Arremessaram apenas 37% dos chutes — isso não ganha jogo na NBA.

    A coisa ficou feia desde o primeiro quarto. Os Pacers abriram 31 a 14 logo de cara, foram pro intervalo ganhando por 26 (63-37) e entraram no último período com vantagem de 26 pontos. Foi um massacre do começo ao fim.

    E aí, vocês acham que os Pacers conseguem manter esse nível? Porque olha, com 19 vitórias em 80 jogos, qualquer coisa que vier é lucro. Mas performances como essa mostram que talento não falta no elenco de Indiana.

  • KD resolve no clutch e Rockets fazem 8 seguidas!

    KD resolve no clutch e Rockets fazem 8 seguidas!

    Mano, o Kevin Durant simplesmente não envelhece. Com 29 pontos na vitória por 113-102 sobre o Philadelphia 76ers, o KD comandou mais uma vitória dos Houston Rockets — agora são OITO seguidas. Oito!

    E olha, não foi moleza não. Os Sixers chegaram a encostar no placar no último período, mas aí que o Durant mostrou por que é lenda viva. Na hora que Houston mais precisou, ele mandou duas bolas de 3 decisivas que calaram a torcida visitante.

    Sixers sem Embiid sofrem no garrafão

    O que complicou mesmo a vida do Philadelphia foi a ausência do Joel Embiid. Cara, imagina só: o cara teve apendicite na madrugada e foi operado em Houston mesmo! Indefinidamente fora, segundo os médicos. Sem o gigante no garrafão, os Sixers ficaram bem vulneráveis ali dentro.

    Tyrese Maxey tentou carregar o piano com 23 pontos, e o jovem VJ Edgecombe ajudou bem com 21. Mas convenhamos — sem o Embiid, fica difícil competir com esse elenco dos Rockets que tá voando.

    Houston voa rumo aos playoffs

    Jabari Smith Jr. e Amen Thompson deram aquela força com 19 pontos cada. Sinceramente, esse time de Houston tá me impressionando. Já garantiram vaga nos playoffs e agora brigam por posicionamento com Lakers e Denver no Oeste.

    O mais louco foi que Philadelphia até tentou uma reação épica no último quarto — fizeram uma sequência de 16-0 que deixou tudo em 101-94. Eu já tava pensando “será que vai dar zebra?”. Mas aí o KD resolveu o jogo com aquelas duas bombas de 3 que mencionei.

    Os Sixers agora estão empatados com Charlotte na oitava posição do Leste. Com Embiid fora por tempo indefinido, vocês acham que eles conseguem se classificar? Vai ser tenso…

  • Keaton Wagler pode ser a carta na manga do Utah Jazz no Draft?

    Keaton Wagler pode ser a carta na manga do Utah Jazz no Draft?

    Olha só, o Utah Jazz está naquela posição clássica de Draft que todo mundo conhece — sonhando com os grandes nomes mas preparando o plano B. AJ Dybantsa seria o sonho dourado, Darryn Peterson encaixaria como uma luva, e Cameron Boozer… cara, imagina o filho do Carlos seguindo os passos do pai?

    Mas e se o Jazz cair naquela zona perigosa do Draft? Aquela onde você não pega os superstars óbvios mas ainda precisa fazer uma escolha que faça sentido? É aí que entra Keaton Wagler, da Universidade de Illinois.

    O cara que pode surpreender

    Com 1,98m e apenas 19 anos, Wagler teve uma temporada absurda pelos Fighting Illini. Os números falam por si: 17,9 pontos, 5,1 rebotes e 4,2 assistências por jogo, convertendo 44,5% dos arremessos de quadra e — pasmem — 39,7% das bolas de três.

    Sinceramente? Esses números de rookie na NCAA me chamaram muito a atenção. O garoto ganhou o prêmio Jerry West de melhor shooting guard do ano e foi eleito o calouro do ano da Big Ten. Não é pouca coisa, gente.

    Na minha opinião, o que mais impressiona no Wagler é o QI de basquete. O cara tem apenas 12,4% de rate de turnovers — isso é coisa de veterano! Ele não força jogadas, não tenta ser herói a todo momento. Joga simples, efetivo.

    O que ele traz de especial

    A grande sacada do Wagler é que ele resolve dois problemas de uma vez: criação de jogada e arremesso de longa distância. O Utah precisa de alguém que possa dividir as responsabilidades com o Keyonte George, e esse cara parece perfeito para isso.

    E olha que interessante — ele reboteia bem para um armador (5,1 por jogo), o que encaixaria perfeitamente no ritmo acelerado que o Jazz gosta de imprimir. É daqueles jogadores que pega o rebote e já sai correndo para o contra-ataque. Eu adoro esse tipo de jogador.

    Defensivamente ele não é um monstro, mas também não é um buraco. Com 1,98m de altura e 2,13m de envergadura, não vira alvo fácil para os adversários explorarem no pick-and-roll.

    Faz sentido para o Jazz?

    Cara, eu acho que faz todo sentido. O Danny Ainge sempre gostou desses jogadores cerebrais, que não cometem erros bobos e sabem onde devem estar na quadra. O Wagler é exatamente isso — um cara que você coloca em quadra e sabe que não vai fazer besteira.

    Claro, ele não tem o atletismo explosivo que todo mundo quer ver nos calouros. Mas às vezes o que você precisa é de alguém confiável, que acerta os arremessos abertos e toma as decisões certas nos momentos importantes.

    E vocês, o que acham? Será que o Wagler pode ser aquela escolha “certinha” que surpreende todo mundo? Ou o Jazz deveria apostar mais alto em potencial atlético? Deixem nos comentários, quero saber a opinião de vocês!

    Uma coisa é certa — este Draft de 2026 vai ser cheio de surpresas. E o Keaton Wagler pode muito bem ser uma delas.