Autor: Leandro Amorim

  • Snyder viu potencial que nem Alexander-Walker sabia que tinha

    Snyder viu potencial que nem Alexander-Walker sabia que tinha

    Olha só que história massa: Nickeil Alexander-Walker tá voando no Hawks e ele mesmo admite que o técnico Quin Snyder enxergou coisas nele que ele nem sabia que existiam. “Ele viu um teto mais alto pra mim do que eu mesmo via”, disse o cara numa entrevista. E sinceramente? Isso me emociona de um jeito absurdo.

    Pensa só — o moleque jogou a carreira toda num papel bem definido, fazendo o que mandavam: arremesso de 3 no canto, defesa sólida, olho na bola. Básico, né? Mas aí chega Snyder e fala: “Cara, você pode muito mais que isso”. E olha o resultado: Alexander-Walker tá entre os favoritos pro prêmio de Jogador Que Mais Evoluiu.

    A mudança de mentalidade que fez toda diferença

    O que mais me chamou atenção foi como Snyder mudou a cabeça do jogador. No Minnesota, as responsabilidades eram bem claras: “Canto da quadra, arremesso de 3, vai pro garrafão, olho na saída, defende”. Ponto final. Agora no Hawks, Snyder tá pedindo pra ele tomar decisões, ser agressor, até aceitar arremessos contestados quando precisa.

    “Ele falou comigo: ‘Olha, pode chegar um momento no jogo que vamos precisar que você tome um arremesso contestado’”, lembrou Alexander-Walker. E tem razão — quantas vezes a gente não vê os grandes jogadores da liga pegando bolas impossíveis e convertendo? Curry, Durant, LeBron… ninguém fica esperando bandeja livre o jogo todo.

    Confiança que contagia

    O mais legal dessa história toda é ver como a confiança do técnico contagiou o jogador. Mesmo quando Alexander-Walker começou meio travado na temporada, Snyder nunca duvidou. “A coisa que tentamos deixar claro desde o início é que precisamos da sua agressividade, e isso não depende da bola entrar ou não”, disse o treinador.

    Cara, isso aí é coaching de primeira. Quantos jogadores não murcham porque ficam com medo de errar? Alexander-Walker mesmo disse que essa é “a temporada mais divertida” que ele já teve jogando basquete. E quando um atleta fala isso, você sabe que a coisa tá funcionando.

    Na minha visão, o Hawks acertou em cheio ao apostar no potencial do cara. E vocês, acham que ele consegue manter esse nível e brigar de verdade pelo prêmio de MIP? Porque olhando os números dele, tá cada vez mais difícil ignorar essa evolução monstro que ele teve.

  • Magic toma multa de 25 mil por mentir sobre lesão do Anthony Black

    Magic toma multa de 25 mil por mentir sobre lesão do Anthony Black

    Olha só que situação mais estranha: o Orlando Magic acabou de levar uma multa de 25 mil dólares da NBA por… mentir sobre lesão. E não é qualquer mentira não — eles colocaram o Anthony Black como “fora” do jogo contra o Detroit Pistons no dia 6 de abril e o cara entrou em quadra normalmente.

    Sinceramente, eu não entendo como isso acontece. O Black não só jogou como ainda mandou ver: 15 minutos de quadra e 14 pontos no placar. Pra quem estava “machucado”, jogou até bem demais, né?

    Regra clara, punição certa

    A liga é bem rigorosa com essas questões de relatório médico — e com razão. Imagina você apostador que confia na informação oficial do time, ou mesmo nós fãs planejando assistir um jogo esperando ver determinado jogador. É sacanagem.

    O Magic provavelmente tentou usar essa estratégia pra confundir o Pistons ou sei lá que tática maluca. Mas deu ruim. A NBA não passa pano pra ninguém quando o assunto é transparência.

    Anthony Black vale a confusão?

    Agora, 25 mil dólares pra esconder um jogador que ainda tá se afirmando na liga… será que vale a pena? O Black tem potencial, sim — rookie interessante —, mas não é exatamente o tipo de peça que você esconde do adversário como se fosse o LeBron.

    Na minha visão, isso foi mais descuido da organização do que estratégia. Alguém ali dormiu no ponto e esqueceu de atualizar o relatório. Acontece, mas na NBA custa caro.

    E aí, vocês acham que essas multas realmente funcionam pra desencorajar esse tipo de coisa? Porque 25 mil pra um time da NBA é basicamente o que eu gasto no supermercado num mês — ou seja, migalhas.

  • NBA inocenta Kings: falta polêmica foi erro técnico, não tanking

    NBA inocenta Kings: falta polêmica foi erro técnico, não tanking

    Olha só que confusão desnecessária. A NBA finalmente botou um ponto final na polêmica: aquela falta bizarra do Doug Christie no Seth Curry não foi tanking, foi burrice mesmo. E sinceramente? Eu acredito neles.

    A história toda começou na terça passada, Kings perdendo pro Warriors por apenas um ponto, faltando 3:15 pro fim. Do nada, Christie manda seus jogadores cometerem falta no Curry. O cara foi pra linha do lance livre, a internet pegou fogo e todo mundo gritando “tanking descarado!”

    A confusão mental do técnico

    Mas a real é que o Christie simplesmente deu uma cagada monumental. O cara queria preservar um pedido de tempo antes de perder automaticamente quando o cronômetro chegasse nos 3 minutos. Planejou armar uma jogada na posse seguinte. Só que — aqui é onde fica engraçado — ele não sabia que o Kings já tava no bônus de faltas.

    Resultado? Em vez de ganhar a bola lateral, mandou o Curry pros lances livres. Mano, se isso foi estratégia pra perder, foi a mais incompetente da história da NBA.

    E sabe o que é mais louco? A jogada que ele armou no pedido de tempo FUNCIONOU. Doug McDermott acertou uma bomba de três do cantinho e o Kings virou o placar! Viraram, cara. Se quisessem tankar, não iam virar o jogo faltando menos de 3 minutos.

    Os números não mentem

    Desde 21 de fevereiro, quando tinham 12 vitórias e 46 derrotas (praticamente mortos), o Sacramento fez 9-13. Nove vitórias em 22 jogos. Se tão tankando, tão fazendo um trabalho porco mesmo.

    O próprio Christie foi direto no assunto depois de uma vitória contra o Utah: “Tanking é a última coisa que eu faria. Respeito muito o jogo. Quando você faz essas coisas, machuca os jogadores jovens.”

    E olha, eu concordo com ele. Já viu como esses caras do Sacramento jogam? Eles querem ganhar, bicho. Talvez não tenham talento suficiente, mas vontade não falta.

    A NBA e seu problema com tanking

    Essa confusão toda acontece justamente quando a liga tá pegando pesado com quem tanka de verdade. Jazz e Pacers levaram multa pesada em fevereiro por violarem as regras de participação de jogadores — $500 mil e $100 mil respectivamente.

    O Adam Silver já sinalizou que vêm mudanças grandes na loteria pra próxima temporada. Hora de acabar com essa palhaçada de times perdendo de propósito mesmo.

    No fim das contas, foi só mais um caso de técnico fazendo cagada em momento crucial. Quantas vezes já vimos isso? Vocês acham que o Christie realmente pensaria em tankar numa situação dessas, com o time ainda brigando pra não passar vergonha na temporada?

  • Jaylen Brown transformou o ‘ano sabático’ dos Celtics em show particular

    Jaylen Brown transformou o ‘ano sabático’ dos Celtics em show particular

    Olha, quando o Jayson Tatum rompeu o tendão de Aquiles e os Celtics perderam três titulares do time campeão, todo mundo já tinha decretado: temporada perdida em Boston. Mas o Jaylen Brown? Cara, ele viu isso de um jeito completamente diferente.

    “Do ponto de vista financeiro, isso era uma reconstrução, né?”, disse Brown para a ESPN. “Mas eu não encarei assim. Eu vi como uma oportunidade de mostrar pro mundo quem eu sou e o que posso fazer.”

    E mano, ele fez exatamente isso. O cara tá tendo a melhor temporada da carreira – recordes pessoais em pontos, rebotes e assistências. Tá carregando o segundo maior usage rate da NBA inteira e botou Boston como segundo colocado no Leste. Quem diabos previu isso no começo da temporada? Ninguém.

    O isolamento que mudou tudo

    A base dessa transformação toda foi construída no verão passado, num momento bem difícil. Três semanas depois da cirurgia no menisco, Brown se trancou em casa em Boston. Não atendia chamada de ninguém – nem amigos, nem família, nem companheiros de time.

    “Um dos meus defeitos é que tenho dificuldade de deixar as pessoas me verem fraco”, confessou.

    Mas olha que loucura o que ele fez durante a recuperação: meditava, estudava mapas astrais e numerologia dos companheiros pra entender melhor a personalidade de cada um no vestiário. Além disso, fazia terapia de luz vermelha no joelho várias vezes por dia. Dedicação total.

    Brad Stevens apostou alto

    O Brad Stevens, presidente dos Celtics, foi direto com Brown: o time tinha se reconstruído várias vezes desde que o draftaram em 2017, mas ainda esperavam competir forte apesar de todas as mudanças.

    “Muitos caras teriam interpretado mal isso e não teriam feito o que ele fez”, disse Stevens. “E o que ele fez foi jogar de forma espetacular e empoderar os outros. A gente precisava que ele fizesse os dois pra equipe ser realmente boa.”

    Stevens disse que a chave era Brown reconhecer do que os novos companheiros eram capazes. “A única coisa que muitos desses caras eram era não-testados”, explicou. Brown sabia que Jordan Walsh conseguia jogar, que Baylor Scheierman tinha potencial, que Neemias Queta e Luka Garza podiam contribuir. Mas ele também sabia que mostrando confiança neles, tiraria o melhor de cada um.

    E cara, Brown levou isso a sério mesmo. Organizava jantares do time, mentorava os mais novos individualmente, defendia publicamente a candidatura do Queta pro Most Improved Player. O Walsh até chama ele de “tio” por causa dessa mentoria toda.

    Os números não mentem: os Celtics têm 65,2% de aproveitamento nos arremessos que saem de passes do Brown – quinta melhor marca entre jogadores com mais de 500 assistências na temporada. Payton Pritchard, Sam Hauser, Derrick White e Queta estão todos com recordes pessoais de pontuação.

    Uma nova versão do Jaylen

    Por muito tempo, a motivação do Brown vinha de críticas, rumores de trade e a sensação de que o mundo do basquete o subestimava. Mas essa temporada algo mudou nele.

    “Às vezes eu me diminuía pra outras pessoas se sentirem confortáveis”, refletiu. “Há uma diferença entre isso e se diminuir apagando sua própria luz.”

    Quando o Tatum voltou da lesão em março, viu de perto o que Brown construiu na ausência dele. E não tem dúvida do que motivou essa transformação: “Obviamente ele sempre foi capaz disso. Foi só uma oportunidade onde mais foi exigido de todo mundo, especialmente dele. A NBA é sobre oportunidades, e os caras especiais fazem o máximo dela. Foi exatamente isso que ele fez esse ano.”

    Sinceramente? Essa versão do Jaylen Brown me impressiona mais que qualquer estatística. Ver um cara usar um momento difícil pra se reinventar e ainda por cima elevar todo mundo ao redor… isso é liderança de verdade. E vocês, acham que ele consegue manter esse nível quando o time voltar a ter todas as peças?

  • Calouro de Stanford quebra recorde e vai pro Draft da NBA

    Calouro de Stanford quebra recorde e vai pro Draft da NBA

    Gente, vocês conhecem a história do Ebuka Okorie? Esse cara simplesmente chegou em Stanford sem NENHUMA oferta de universidade grande — veio lá de New Hampshire, onde quase ninguém dava bola pra ele. E olha só: fechou a temporada como o 8º maior pontuador de TODA a NCAA. Absurdo.

    O garoto anunciou quinta-feira que vai declarar pro Draft da NBA, e cara, depois do que ele fez não tem como culpar. 23.2 pontos por jogo na primeira temporada universitária. Pra vocês terem uma ideia, entre os calouros só perdeu pra dois caras que já são considerados escolhas garantidas na loteria: AJ Dybantsa (BYU) e Darius Acuff Jr. (Arkansas).

    Do zero ao herói em Stanford

    A história dele é daquelas que a gente ama ver no basquete. Chegou em Stanford praticamente desconhecido e já na estreia meteu 26 pontos contra Portland State. Mas o negócio ficou sério mesmo quando ele destruiu North Carolina com 36 pontos numa vitória que ninguém esperava.

    E o cara não parou por aí não. Fez 40 pontos contra Georgia Tech jogando em casa, e terminou a temporada com OITO jogos de 30+ pontos. Isso quebrou o recorde de calouros da ACC que era do Marvin Bagley III, que jogou em Duke. Olha o nível.

    Números que impressionam

    Os 719 pontos que ele fez ficaram como o terceiro maior total de uma única temporada na história de Stanford. Só perdeu pra Adam Keefe (1991-92) e Chasson Randle (2014-15). E não foi só pontuação não — 3.6 rebotes, 3.6 assistências e 1.6 roubos de bola por jogo.

    Sabem quem foi o último cara a atingir essas médias combinadas? Ja Morant em 2018-19, quando ainda estava em Murray State. Ou seja, o Okorie tá em boa companhia.

    O que mais me impressiona é como ele melhorou o arremesso de três durante a temporada. Nos últimos 12 jogos, acertou 46.9% das tentativas do perímetro. Sinceramente, não esperava essa evolução tão rápida.

    As projeções colocam ele como uma escolha do final da primeira rodada do Draft. Na minha opinião, pode ser uma pechincha pra quem conseguir draftar ele. Um cara que chegou do nada e fez o que fez em Stanford… esse tipo de mentalidade e trabalho duro é exatamente o que os times da NBA procuram.

    E aí, vocês acham que ele consegue se estabelecer na NBA ou deveria ter ficado mais um ano na faculdade?

  • Haliburton volta à quadra! Primeiro 5×5 após lesão no tendão

    Haliburton volta à quadra! Primeiro 5×5 após lesão no tendão

    Gente, que notícia boa pra começar o dia! O Tyrese Haliburton finalmente voltou a jogar cinco contra cinco pela primeira vez desde aquela lesão terrível no tendão de Aquiles que ele sofreu nas Finais da NBA de 2025.

    O armador do Indiana Pacers postou nas redes sociais na quarta-feira mostrando que conseguiu participar do primeiro treino completo. Cara, são 41 semanas de recuperação. QUARENTA E UMA. Imaginem a ansiedade que esse moleque tava passando pra voltar à quadra.

    A volta do maestro dos Pacers

    Olha, eu acompanho a carreira do Haliburton desde que ele chegou na liga, e o cara é simplesmente um dos armadores mais criativos que temos hoje. Aquelas assistências dele são de outro mundo — o maluco enxerga passes que nem existem ainda.

    Mas essa lesão no Aquiles… putz. É uma das piores que um jogador pode ter. Lembro até hoje quando vi ele se machucando naquelas Finais. O silêncio que fez no ginásio foi de arrepiar. Todo mundo sabia que era coisa séria.

    Pra vocês terem uma ideia do tempo de recuperação, o Jayson Tatum voltou em aproximadamente 43 semanas quando passou pelo mesmo perrengue. Haliburton tá na semana 41, então tá dentro do prazo esperado — na verdade, até um pouquinho adiantado.

    Expectations pro training camp

    A franquia de Indiana e o próprio jogador já sinalizaram que ele deve estar 100% pro training camp do ano que vem. Sinceramente, eu tô torcendo muito pra isso acontecer mesmo. Os Pacers sem o Haliburton não são os mesmos — o cara é o cérebro daquele time.

    E vocês, tão ansiosos pra ver ele voltando? Eu confesso que tô curioso pra saber se ele vai voltar no mesmo nível. Essas lesões no Aquiles são traiçoeiras, mas o Haliburton sempre foi um jogador que dependia mais da visão de jogo e QI de basquete do que da explosão física pura.

    Com a temporada dos Pacers chegando ao fim neste fim de semana, a próxima vez que veremos ele com a camisa de Indiana será só na preseason de 2026. Vai ser uma longa espera, mas pelo menos agora sabemos que ele tá no caminho certo.

    Força, Hali! A NBA fica bem mais divertida com você em quadra distribuindo essas assistências absurdas.

  • Giannis fora do último jogo e clima esquenta com os Bucks

    Giannis fora do último jogo e clima esquenta com os Bucks

    O clima tá tenso em Milwaukee, galera. O Giannis Antetokounmpo não vai jogar o último jogo da temporada regular dos Bucks contra o Brooklyn Nets na sexta-feira, e sinceramente? Isso é só a ponta do iceberg de uma situação que tá ficando cada vez mais complicada.

    O Greek Freak tá parado desde 15 de março por causa de uma lesão no joelho esquerdo — hiperextensão com contusão óssea, nada simples. Mas o que mais me chama atenção não é a lesão em si, e sim o clima pesado que se instalou entre o jogador e a franquia.

    A tensão por trás dos bastidores

    Olha, eu acompanho NBA há anos e raramente vi uma situação tão delicada quanto essa. O relacionamento entre Giannis e os Bucks virou uma verdadeira guerra fria nas últimas semanas. O motivo? A decisão da equipe médica de não liberar o cara para voltar às quadras.

    Imagina a frustração do Giannis — bicampeão de MVP, cara que carregou essa franquia nas costas, e agora tá sendo segurado no banco quando mais queria estar jogando. Do lado dos Bucks, provavelmente tão pensando na saúde do jogador e nos playoffs. Mas essa tensão toda deixa um gosto amargo, não acham?

    O futuro milionário em jogo

    E aí que a coisa fica ainda mais interessante (ou preocupante, dependendo do ponto de vista). Se o Giannis não sinalizar que vai assinar uma extensão de cinco anos por impressionantes 275 milhões de dólares até outubro, tudo indica que ele pode ser negociado nesta offseason.

    Duzentos e setenta e cinco milhões de dólares. É muita grana, mesmo para os padrões da NBA. Mas será que depois de toda essa situação, ele ainda quer ficar em Milwaukee? Eu tenho minhas dúvidas.

    De MVP a incerteza

    Lembram quando o Giannis dominava tudo? Bicampeão de MVP em 2019 e 2020, o cara era simplesmente imparável. Desde então, terminou em quarto, terceiro, terceiro, quarto e terceiro lugar nas votações dos últimos cinco anos. Números excelentes, mas não aquele domínio absoluto de antes.

    Nesta temporada, ele estava cotado para brigar pelo prêmio novamente até sofrer essas lesões na panturrilha e agora no joelho. É frustrante ver um talento desse nível sendo limitado por problemas físicos logo quando parecia estar voltando ao seu melhor momento.

    Vocês acham que o Giannis vai mesmo deixar Milwaukee? Porque, olhando de fora, parece que essa relação já deu o que tinha que dar. E se eu fosse apostar, diria que veremos o Greek Freak com outra camisa na próxima temporada.

  • AJ Dybantsa vira favorito absoluto pro Draft 2026 da NBA

    AJ Dybantsa vira favorito absoluto pro Draft 2026 da NBA

    Cara, o AJ Dybantsa simplesmente voou pra primeira posição no ranking da ESPN pro Draft de 2026 da NBA. E olha, não foi por pouco não — o cara teve uma temporada de calouro ABSURDA no BYU que fez os executivos da liga pararem pra prestar atenção mesmo.

    Dybantsa é um ala de 2,06m que meteu uma média de 25,5 pontos, 6,8 rebotes e 3,7 assistências em 35 jogos. Vinte e cinco pontos por jogo, pessoal! Como calouro! O moleque mostrou que consegue carregar o ataque nas costas e ainda evoluiu muito como tomador de decisões.

    A mudança no topo

    Quem perdeu a primeira posição foi Darryn Peterson, de Kansas, que tava liderando antes. Sinceramente, eu achava que o Peterson ia manter a ponta — o cara é um pontuador nato, talvez o melhor arremessador da turma. Mas aí rolou uns problemas com câimbra no pré-temporada que meio que atrapalharam ele física e mentalmente durante a temporada.

    Segundo Jeremy Woo da ESPN, Dybantsa virou “a resposta mais fácil pro número 1” porque os executivos veem nele um ala-armador estrela que vai impactar dos dois lados da quadra. E convenhamos, ala de 2,06m que faz de tudo é exatamente o que todo time da NBA quer hoje em dia.

    O restante do top 5

    Cameron Boozer, de Duke, segue em terceiro depois de uma temporada dominante — o cara ganhou até Player of the Year. Os scouts comparam ele com Domantas Sabonis e Kevin Love, mas a dúvida é se a defesa vai dar conta no nível NBA.

    Caleb Wilson (North Carolina) aparece em quarto mesmo tendo perdido os playoffs por lesão na mão, e Keaton Wagler (Illinois) fechou no top 5 depois de levar o time até o Final Four. Que jogaço foi aquele torneio de março, né?

    Uma parada interessante: Darius Acuff Jr. subiu pra sexto depois de ser eleito Player of the Year da SEC e levar Arkansas pro Sweet 16. O moleque simplesmente explodiu na temporada.

    A grande incógnita

    Agora vem a parte complicada — com NIL e transfer portal rolando solto, muita gente pode decidir ficar mais um ano na faculdade ao invés de se declarar pro Draft. Isso pode deixar o pool de talentos meio raso depois da loteria.

    O deadline pra desistir do Draft é 27 de maio, então ainda vai rolar muita movimentação. E olha só que loucura: nos últimos dois anos, quem ganhou a loteria tinha só 3% de chance ou menos. Sorte existe mesmo no basquete!

    E aí, vocês acham que Dybantsa consegue manter essa posição até junho? Ou será que Peterson vai dar a volta por cima? Eu tô curioso pra ver como vai ser essa disputa pelo número 1.

  • Embiid vai operar o apêndice – mais 3 semanas fora pra recuperação

    Embiid vai operar o apêndice – mais 3 semanas fora pra recuperação

    Gente, agora ferrou de vez. Joel Embiid foi diagnosticado com apendicite e vai passar por cirurgia ainda hoje em Houston. Sinceramente, eu já estava achando que a temporada dele não podia ficar pior, mas aí vem isso.

    O cara que já perdeu mais da metade dos jogos da temporada por causa de lesões agora vai ter que ficar mais três semanas parado. É o tempo médio que jogadores da NBA levam pra voltar depois de uma apendicectomia. Três semanas que podem significar o fim das chances reais do Philadelphia 76ers nos playoffs.

    Os números quando ele joga são monstros

    Olha, quando o Embiid tá em quadra, ele entrega mesmo. Em 38 jogos nesta temporada, tá fazendo 26.9 pontos, 7.7 rebotes e 3.9 assistências em apenas 31.6 minutos por jogo. O PER dele de 24.5 mostra que quando joga, é dominante.

    Mas aí que tá o problema — são só 38 jogos numa temporada de 82. E agora vai perder mais uns 10 jogos por causa da cirurgia.

    Philly tá numa situação complicada

    Vocês acham que dá pra confiar num cara que não consegue jogar uma temporada inteira? Porque eu tô começando a achar que essa história se repete todo ano. Uma hora é o joelho, outra hora são as costas, agora é o apêndice.

    O 76ers já tá lutando pra conseguir uma classificação decente pros playoffs, e sem o Embiid fica quase impossível. Tyrese Maxey vai ter que carregar o time nas costas mais uma vez.

    A cirurgia vai ser hoje mesmo em Houston, e agora é torcer pra que seja tranquila e ele volte 100%. Mas cara, essa sequência de lesões do Embiid tá começando a lembrar aqueles jogadores que a gente sabe que são talentosos demais, mas o corpo não aguenta o tranco da NBA.

  • Okorie deixa Stanford: de desconhecido a possível 1ª rodada do Draft

    Okorie deixa Stanford: de desconhecido a possível 1ª rodada do Draft

    Cara, que história é essa do Ebuka Okorie? O moleque simplesmente chegou em Stanford como um completo desconhecido — zero ofertas de universidades grandes — e agora tá se declarando pro Draft da NBA depois de uma temporada freshman absolutamente monstruosa.

    Okorie anunciou ontem nas redes sociais que vai tentar a sorte no Draft, e olha, depois do que ele fez na ACC eu entendo perfeitamente a decisão. O garoto liderou toda a conferência em pontuação como calouro. Isso não é brincadeira não.

    Os números que impressionam

    Vamos aos fatos: 23.2 pontos por jogo. Entre os calouros, só ficou atrás de AJ Dybantsa (BYU) e Darius Acuff Jr. (Arkansas) — que são cotados pra lottery, ou seja, top 14 do Draft. Okorie ainda teve oito jogos com 30 pontos ou mais, quebrando o recorde de freshmen da ACC que pertencia a Marvin Bagley III, do Duke.

    E a estreia? 26 pontos contra Portland State. Depois veio aquele massacre de 36 pontos na vitória sobre North Carolina — que na época tava bem cotada. E o ápice: 40 pontos contra Georgia Tech em casa. Sinceramente, quem esperava isso de um garoto que nem estava no radar das grandes universidades?

    O que chama atenção nos scouts

    O interessante no jogo do Okorie é a evolução que ele teve ao longo da temporada. No começo era mais penetração e falta, coisa que já funcionava bem. Mas nos últimos 12 jogos ele acertou 46.9% das bolas de três. Isso é um salto técnico impressionante para um freshman.

    Os 719 pontos que ele fez em Stanford são o terceiro maior total da história da universidade em uma temporada. Ficou só atrás de Adam Keefe (1991-92) e Chasson Randle (2014-15). Pra um cara que chegou “do nada”, é absolutamente surreal.

    Na minha visão, Okorie representa tudo que é bonito no basquete universitário americano. Um diamante bruto que foi lapidado pelo técnico Kyle Smith e pela estrutura de Stanford. E aí, vocês acham que ele consegue se firmar na NBA? As projeções falam em final de primeira rodada, o que já seria um sucesso considerando de onde ele veio.