Autor: Leandro Amorim

  • Pistons atropela Bucks por 26 pontos com show coletivo

    Pistons atropela Bucks por 26 pontos com show coletivo

    Cara, que surra foi essa ontem à noite! Os Pistons simplesmente massacraram os Bucks por 137 a 111 em casa, numa daquelas performances que você assiste e fala ‘nossa, esse time tá jogando basquete de verdade’.

    O mais louco? Foi um show coletivo mesmo. Jalen Duren liderou a festa com 21 pontos, mas Ryan Rollins também fez a sua parte com 23. E o destaque da noite ficou por conta do Jericho Sims, que cravou o primeiro triple-double da carreira dele. Imagina a felicidade do cara!

    Detroit voando no contra-ataque

    Olha, eu acompanho NBA há anos e raramente vi uma diferença tão brutal no contra-ataque: 32 a 2 para Detroit. Trinta e dois a dois, gente! Os Pistons estavam correndo que nem loucos na transição, especialmente no primeiro tempo. Enquanto isso, Milwaukee parecia que tava jogando com os pés grudados no chão.

    AJ Green até começou bem quente para os Bucks, acertando três bolas de três no primeiro quarto. Mas aí o Cade Cunningham resolveu mostrar serviço, acertando de dentro e de fora da garrada. Duncan Robinson também entrou na chuva de três, e quando você viu, Detroit já tinha aberto 75 a 57 no intervalo.

    Sims faz história em noite especial

    Sinceramente, eu não esperava ver o Jericho Sims fazendo história assim. O cara sempre foi aquele pivô trabalhador, fazia o básico bem feito, pegava rebote, protegia o garrafão. Mas ontem ele estava em todo lugar — pontos, rebotes, assistências. E o melhor: conseguiu o triple-double ainda no terceiro quarto, com tempo de sobra no jogo.

    Ron Holland II também aproveitou a festa, convertendo duas vezes em pontos depois de roubadas de bola. É essa pressão defensiva que tá fazendo a diferença no time de Detroit essa temporada.

    Do lado de Milwaukee, Taurean Prince tentou reagir com três bolas de três no terceiro quarto, mas não deu. O time estava completamente perdido defensivamente. Quando você permite 137 pontos, é porque alguma coisa deu muito errado ali, né?

    E vocês, acham que os Pistons tão finalmente montando um time competitivo? Porque performances assim me deixam empolgado com o futuro dessa franquia que sofreu tanto nos últimos anos.

  • Celtics podem jogar sem 4 titulares contra os Knicks

    Celtics podem jogar sem 4 titulares contra os Knicks

    Mano, que situação complicada pros Celtics. Na véspera do jogo contra os Knicks no Madison Square Garden, Boston pode entrar em quadra praticamente sem time titular. Jaylen Brown (tendinite no Aquiles esquerdo), Sam Hauser (espasmo nas costas), Neemias Queta (entorse no dedão) e Derrick White (contusão no joelho direito) estão todos questionáveis.

    E olha só a ironia: Jayson Tatum volta ao MSG pela primeira vez desde que rompeu o Aquiles nesse mesmo ginásio em maio passado. Cara, só de imaginar o que deve estar passando na cabeça dele…

    A volta traumática de Tatum ao Madison Square Garden

    “Não estou exatamente empolgado para voltar a jogar lá”, disse Tatum. “Da última vez que joguei lá, obviamente foi uma experiência traumática para mim.” Sinceramente? Eu entendo completamente. Dez meses fora por causa de uma lesão dessas não é brincadeira.

    Mas o cara decidiu encarar de frente. “Obviamente, eu sabia que em algum momento teria que superar essa barreira e jogar lá novamente. Então, vai ter que ser nesta quinta-feira.” Que mentalidade, né? Não dá pra fugir para sempre dos fantasmas.

    Chance de ouro para os reservas

    Se realmente quatro titulares ficarem de fora, imaginem a oportunidade que jogadores como Nikola Vucevic, Luka Garza, Baylor Scheierman e Jordan Walsh vão ter. É nessas horas que carreiras podem deslanchar — ou afundar de vez.

    Na minha visão, pode até ser interessante ver como Joe Mazzulla vai montar esse quebra-cabeças. Boston tem banco suficiente para competir? Vamos descobrir na prática.

    Duelo de ataques poderosos

    O mais louco é que mesmo nessa situação, ainda promete ser um jogaço. Os Celtics têm o segundo melhor ataque da liga (119.9 de rating ofensivo) e os Knicks vêm logo atrás em terceiro (118.8). Nas defesas, Boston em quarto lugar (111.7) e Nova York em oitavo (112.3).

    A temporada regular entre esses dois está 2-1 para os Knicks, mas todos os jogos foram sem Tatum. Agora com ele de volta, mesmo que sozinho, pode dar uma reviravolta interessante nessa rivalidade.

    Vocês acham que Tatum consegue carregar o time nas costas se precisar? O jogo é às 19h30 (horário de Brasília) e promete emocionar — mesmo que seja pelos motivos errados para Boston.

  • Giannis pode sair do Bucks: Boston, Houston ou Lakers na briga?

    Giannis pode sair do Bucks: Boston, Houston ou Lakers na briga?

    Cara, parece que chegou a hora. Depois de 13 temporadas, dois MVPs e um título da NBA — o primeiro dos Bucks desde os anos 70 —, a separação entre Giannis Antetokounmpo e Milwaukee parece inevitável nesta offseason.

    E agora? Para onde vai o Greek Freak?

    Olha, eu não esperava que chegássemos nesse ponto tão cedo, mas a situação em Milwaukee tá insustentável. No deadline de fevereiro, Warriors, Heat e Timberwolves fizeram uma pressão absurda para levar o Giannis, mas a diretoria dos Bucks segurou, achando que ofertas melhores viriam na offseason.

    Será que apostaram certo?

    Os fatores que vão definir tudo

    Duas coisas são fundamentais aqui. Primeiro: onde o próprio Giannis quer jogar? Ao empurrar a negociação pra offseason, os Bucks deram mais poder pro cara — ele só tem mais um ano garantido de contrato e pode simplesmente falar “não quero ir pra esse time” e ameaçar não renovar.

    Segundo ponto crucial: quais times vão se dar mal nos playoffs? Imagina se o Boston — que é favorito ao título — chegar na Final… Eles ainda vão querer o Giannis? E os Lakers, com as lesões do Luka Dončić e Austin Reaves impactando totalmente os playoffs deles?

    Houston pode mudar completamente de ideia se cair na primeira rodada. É muita variável pra considerar.

    Quem tá na disputa (e é muita gente)

    A lista de interessados é gigantesca. Heat, Warriors, Timberwolves e Knicks já demonstraram interesse antes e certamente vão voltar à carga se não conseguirem seus objetivos nos playoffs.

    Mas tem uns nomes que me surpreendem. Orlando Magic — que tá numa situação bem abaixo do esperado depois de ir all-in no Desmond Bane — pode entrar na briga. Os Rockets, que em fevereiro não quiseram juntar Giannis com Kevin Durant, podem mudar de opinião rapidinho se saírem cedo.

    E pasmem: até o Boston Celtics, com os “Two Jays” voando alto, tá sendo cotado nos bastidores da liga. Lakers obviamente vão remodelar todo o elenco, mas será que Luka e Giannis — dois caras que precisam da bola — funcionariam juntos?

    San Antonio também pode se meter nisso, embora seja difícil imaginar os Spurs abandonando o projeto de desenvolvimento pra ir atrás do Giannis agora.

    Vai ser uma loucura

    Sinceramente, acho que estamos diante de uma das offseasons mais malucas dos últimos anos. Giannis é um monstro de jogador — um cara que pode carregar qualquer franquia nas costas. A questão é: qual time vai conseguir montar o pacote mais atrativo E convencer o Greek Freak de que é lá que ele quer estar?

    Uma coisa eu garanto: onde quer que ele vá, aquele time instantaneamente vira candidato ao título. E vocês, o que acham? Para onde vai o Giannis?

  • Pistons -20.5 contra os Bucks? Isso tá ficando constrangedor

    Pistons -20.5 contra os Bucks? Isso tá ficando constrangedor

    Gente, eu já vi muita coisa estranha na NBA ao longo dos anos, mas Pistons sendo favoritos por mais de 20 pontos contra Milwaukee? Isso aí é o fim dos tempos mesmo.

    A situação é a seguinte: Detroit pode ter Cade Cunningham e Isaiah Stewart de volta hoje à noite — ambos são decisões de última hora segundo o técnico JB Bickerstaff. E sinceramente? Se o Cade jogar, já era. O cara tá numa temporada monstruosa e os Pistons estão com 57-22. Quem diria, né?

    Cade e a corrida pelos prêmios

    Olha só que situação interessante: se Cunningham jogar o resto da temporada, ele vai chegar em 64 jogos. Um a menos do limite para concorrer aos prêmios da liga. Será que ele vai tentar uma exceção especial, tipo o que o Luka andou cogitando recentemente? Na minha opinião, deveria — o cara merece estar na conversa de MVP.

    Kevin Huerter também está questionável, mas as fontes do Vince Goodwill da ESPN indicam que Cade provavelmente vai encarar. E eu torço pra que vá mesmo. Quero ver esse show.

    Milwaukee desistiu de vez

    Do lado de Milwaukee… cara, é deprimente. Giannis fora. Kyle Kuzma fora. Kevin Porter Jr. fora. Bobby Portis fora. Myles Turner fora. E o técnico deles tá falando que quer passar mais tempo com os netos. Mano, isso é praticamente hastear a bandeira branca.

    Os Bucks estão com 31-48 e vão colocar em quadra: Ryan Rollins, Gary Trent, Osumane Dieng, Pete Nance e Jericho Sims. Com todo respeito a esses caras, mas essa escalação parece G-League mesmo.

    A linha de -20.5 para Detroit até parece conservadora considerando o cenário. Os Pistons estão jogando em casa, em Little Caesars Arena, e Milwaukee claramente já tá de férias mentalmente.

    Vocês acham que Detroit vai ter piedade ou vai meter uns 40 pontos de diferença? Porque sinceramente, se eu fosse torcedor dos Bucks, nem assistiria esse jogo. É constrangedor demais.

    O jogo rola às 19h (horário de Brasília) e vai passar no FanDuel Sports Network Detroit. Se vocês curtem ver um massacre ao vivo, é uma boa pedida.

  • Jokic com 34º triple-double e Nuggets vencem a 10ª seguida

    Jokic com 34º triple-double e Nuggets vencem a 10ª seguida

    Mano, o Nikola Jokic tá numa temporada absolutamente monstruosa. O sérvio cravou mais um triple-double ontem à noite — o 34º da temporada — e comandou os Nuggets numa vitória de 136 a 119 sobre os Grizzlies. Décima vitória consecutiva de Denver, galera!

    14 pontos, 15 rebotes e 10 assistências. Números modestos para o Jokic, mas que mostram exatamente o controle total que esse cara tem da partida. Sinceramente, eu já nem me surpreendo mais quando ele pega um triple-double — é quase rotineiro nesse ponto.

    Nuggets consolidando a terceira posição

    Com essa vitória, Denver chegou aos 52-28 na temporada e praticamente selou a terceira colocação no Oeste. Eles tão 1,5 jogo à frente dos Lakers, que tão numa fase complicada. E olha que sequência louca — é a primeira de 10+ vitórias consecutivas dos Nuggets desde 2013, quando eles emendaram 15 seguidas.

    O Jamal Murray contribuiu com 26 pontos, e o Jonas Valanciunas — que jogou seu milésimo jogo na carreira, parabéns pro lituano — marcou 14. Mas a noite mesmo era do Jokic, que lidера a NBA em rebotes e assistências. Cara, esse cara tá redefinindo o que significa ser um pivô moderno.

    Grizzlies continuam na luta

    Do lado de Memphis, o destaque foi Cedric Coward com 27 pontos. Mas os Grizzlies tão numa fase terrível — sexta derrota seguida e só 25 vitórias na temporada. O que mais impressiona é que anteontem eles empataram o recorde da NBA com 29 cestas de três, e ontem converteram apenas 19 de 50 tentativas do perímetro.

    No primeiro tempo, Memphis até assustou convertendo 13 de 27 do arco e chegou a liderar 72-68. Mas no terceiro quarto a coisa desandou completamente para os Grizzlies. Denver fechou o período com uma parcial de 31-13 nos últimos 7 minutos e praticamente definiu o jogo.

    E aí, vocês acham que os Nuggets conseguem manter esse ritmo nos playoffs? Com Jokic jogando nesse nível e Murray voltando ao seu melhor, eu tô começando a acreditar que Denver pode ser uma pedra no sapato de qualquer um no Oeste. O que vocês pensam?

  • Dick Vitale enfrenta novo susto com a saúde aos 86 anos

    Dick Vitale enfrenta novo susto com a saúde aos 86 anos

    Cara, meu coração apertou quando vi a notícia do Dick Vitale ontem. O lendário comentarista da ESPN, que já bateu tanto câncer que parecia indestrutível, acabou de anunciar que os exames de rotina trouxeram algumas “anormalidades”. E olha, eu sei que vocês pensam: “mas o que isso tem a ver com NBA?” Tem tudo a ver, porque esse cara É o basquete americano.

    Aos 86 anos, Dickie V (como todo mundo carinhosamente chama) continua sendo aquela força da natureza que conhecemos. Segundo ele mesmo, fisicamente tá se sentindo ótimo e mentalmente afiado como sempre. Mas os médicos encontraram algo suspeito nos últimos exames — PET scan, tomografia, duas ressonâncias magnéticas. O pacote completo, sabe?

    A luta que não para

    Sinceramente, a resistência desse homem é absurda. Desde 2021, ele já enfrentou melanoma, linfoma e até câncer nas cordas vocais em 2023. Imaginem só: um cara que vive da voz tendo que lidar com isso. Mas conseguiu voltar às transmissões no ano passado, inclusive fazendo dupla com o Charles Barkley pela primeira vez — que deve ter sido um jogaço de comentários!

    “É um milagre. É absolutamente um milagre”, disse ele em março quando perguntaram sobre ainda estar trabalhando. E o cara fica emocionado falando disso. Como não ficar?

    O nervosismo de todo mundo

    A declaração dele foi bem honesta sobre como é passar por isso: “Toda vez que vou fazer qualquer tipo de exame, fico um caco nervoso. A ansiedade que você sente com a incerteza é absurda. Você nunca sabe o que vem pela frente, pode ser surpreendente ou assustador.”

    Cara, isso me tocou porque é exatamente assim que qualquer um de nós se sentiria, né? Por mais forte que seja, por mais batalhas que já tenha vencido, aquele friozinho na barriga sempre volta.

    Agora ele tá esperando uma biópsia pra saber qual vai ser o próximo passo. Mas típico do Vitale: “Como sempre, planejo continuar ativo como sempre e lutar com todas as forças.”

    E vocês acham que ele vai parar de comentar? Eu duvido muito. Esse cara é puro basquete correndo nas veias, e enquanto tiver força pra gritar “AWESOME BABY!” nas transmissões, ele vai estar lá. Torcendo muito pra que seja só mais um susto e que logo logo ele esteja de volta fazendo o que mais ama.

  • Cade Cunningham volta hoje! Pistons na liderança do Leste

    Cade Cunningham volta hoje! Pistons na liderança do Leste

    Gente, que semana absurda pros Pistons! Primeiro eles garantem a primeira colocação no Leste pela primeira vez em 19 anos — dezenove anos, vocês conseguem acreditar? E agora vem a cereja do bolo: Cade Cunningham deve voltar hoje contra os Bucks.

    O cara ficou 11 jogos fora por causa de um pneumotórax (pulmão colapsado, parada séria). A última vez que ele pisou na quadra foi dia 17 de março contra os Wizards, onde jogou só cinco minutos antes de sair machucado. Sinceramente, na época eu pensei “lá se foi nossa temporada”.

    Detroit provou que é mais que o Cade

    Mas olha só que loucura — os Pistons foram de 8-3 sem o craque. Oito vitórias em onze jogos! E mais impressionante ainda: o time tem média de 114.8 pontos sem ele. Isso mostra que Ron Holland construiu um elenco de verdade, não é só dependência do Cunningham.

    Claro que ter o Cade faz toda diferença. O moleque tava tendo uma temporada monstro: 24.5 pontos, 5.6 rebotes e quase um triple-double de assistências por jogo (9.9). Era candidato real ao MVP antes da lesão.

    A volta no timing perfeito

    Infelizmente ele não vai conseguir os 65 jogos mínimos pros prêmios individuais, mas quem liga? O negócio agora são os playoffs como cabeça de chave número 1. A última vez que Detroit teve essa mordomia foi em 2007, quando perderam na final do Leste pro LeBron (aquele mlk de 22 anos que depois virou rei).

    Ano passado eles voltaram pros playoffs depois de cinco anos no deserto, mas caíram pros Knicks na primeira rodada. Agora é diferente — têm vantagem de quadra em toda a conferência. E vocês acham que o Cade volta 100% ou vai precisar de alguns jogos pra pegar ritmo?

    Uma coisa é certa: ver os Pistons brigando pelo título depois de tantos anos de sofrimento é emocionante demais. O garoto que eles pegaram em primeiro lugar no draft de 2021 finalmente tá levando Detroit de volta ao topo. Que volta seja hoje mesmo!

  • Warriors na 10ª posição: o roteiro perfeito pro Curry brilhar?

    Warriors na 10ª posição: o roteiro perfeito pro Curry brilhar?

    Cara, quem aí lembra daquela cena do Doutor Estranho olhando 14 milhões de futuros possíveis e achando apenas UM onde os Vingadores ganhavam? Pois é. Os Warriors acabaram de pegar exatamente esse futuro único.

    Golden State tá oficialmente na 10ª posição da Conferência Oeste. Isso significa uma coisa muito simples (e muito louca): eles precisam ganhar DOIS jogos fora de casa na semana que vem só pra chegar nos playoffs. E se conseguirem? Vão enfrentar o Thunder — atual campeão, melhor campanha da temporada, time que todo mundo aponta como favorito.

    O caminho mais difícil possível

    Vamos ser honestos aqui: ninguém dá nada pelos Warriors nessa situação. 10ª posição, play-in na estrada, e se passarem ainda tem que enfrentar o OKC que fez mais de 60 vitórias na temporada regular. Parece loucura, né?

    Mas aqui que mora a magia desse time. Lembram do “We Believe” de 2007? Mesma situação — ninguém acreditava, eram apenas a 8ª colocação, e o que aconteceu? Destruíram Dallas. Simplesmente aniquilaram os Mavericks porque Don Nelson bolou algo que ninguém conseguiu parar.

    E olha, até quando os Warriors fizeram a melhor campanha da história da NBA (73 vitórias), eles perderam o título. Às vezes os números mentem. Às vezes o que importa mesmo é ter aquela convicção meio irracional que essa franquia sempre teve.

    Curry aos 38: o monstro ainda tá vivo

    Agora vem a parte que me empolga de verdade. Steph Curry, 38 anos, voltando de lesão no joelho, e nos últimos dois jogos já mostrou que o moleque ainda tá vivo. Dois lances de 4 pontos no último jogo — isso não é sorte, galera.

    Vocês acham que existe jogador mais perigoso quando ninguém acredita? O cara vira um laboratório de física quando a coisa aperta. Aqueles arremessos do meio da quadra que fazem a galera adversária ficar em silêncio — é exatamente isso que pode acontecer agora.

    Sinceramente, acho que essa situação de underdog é exatamente onde os Warriors funcionam melhor. Quando todo mundo descarta, quando as estatísticas dizem que não tem chance, é aí que eles costumam fazer a mágica acontecer.

    Uma chance é tudo que eles precisam

    O Doutor Estranho não disse que seria fácil. Só disse que era possível. E convenhamos: se tem um time na NBA capaz de fazer um negócio completamente maluco como esse, é Golden State mesmo.

    Claro, na teoria é impossível. Thunder em casa, melhor campanha da conferência, defendendo o título. Mas e se os Warriors conseguirem passar do play-in? E se o Curry resolver virar aquele bicho que a gente conhece nas finais?

    Olha, eu não vou mentir — as chances são mínimas. Mas é exatamente por isso que pode dar certo. Warriors sempre foram sobre desafiar a lógica, e com o Curry ainda jogando nesse nível, uma oportunidade é tudo que eles precisam.

    Vamos ver se eles conseguem transformar essa 10ª posição no roteiro perfeito pra mais uma história épica. Porque se alguém pode, são esses caras.

  • Risacher vira banco no Hawks e passa aniversário fora de quadra

    Risacher vira banco no Hawks e passa aniversário fora de quadra

    Cara, que situação complicada pro Zaccharie Risacher. O cara que foi primeira escolha geral do Draft 2024 passou o aniversário de 21 anos dele inteirinho no banco, vendo o Hawks perder pros Cavaliers por 122-116. Primeira vez na carreira que ele nem entrou em quadra como reserva técnica.

    Olha, eu não esperava isso quando a temporada começou, mas o negócio mudou completamente em Atlanta. Risacher começou como titular nos primeiros dois terços da temporada, aí depois daquela surra de 128-97 pro Miami Heat (que dor), o Hawks estava 27-31 e precisava de uma mudança drástica.

    A virada de chave que mudou tudo

    Desde que o CJ McCollum assumiu a vaga do francês no quinteto inicial, os Hawks simplesmente decolaram: 18 vitórias em 22 jogos. Isso mesmo, 18-4. Subiram pro quinto lugar no Leste e agora estão brigando sério pelos playoffs.

    Sinceramente? É difícil tirar um time que está funcionando assim. Mas o que mais complicou a situação do Risacher foi a chegada do Jonathan Kuminga via trade. Os dois jogam na mesma posição, e com o JK finalmente 100% depois da lesão no joelho, raramente você vê os dois juntos em quadra.

    Na segunda-feira contra o Knicks, o Risacher jogou apenas 7 minutos — recorde negativo da carreira dele. Ontem, nem isso. O técnico Quin Snyder preferiu colocar o Corey Kispert na rotação.

    Snyder tenta amenizar a situação

    O treinador está fazendo um malabarismo diplomático pra explicar a situação. “Zach tem feito tudo que pedimos”, disse Snyder. “Só temos um número limitado de caras que podemos colocar no jogo. O JK jogou mais, então esses minutos têm que vir de algum lugar.”

    E completou: “Precisamos que ele continue fazendo o que tem feito. Ele tem brigado no rebote, são jogadas importantes pra gente.”

    Mas vamos combinar uma coisa — quando você é a primeira escolha do draft e não consegue nem entrar no jogo contra Cleveland e Knicks (que provavelmente vão ser os adversários dos Hawks nos playoffs), a situação está complicada mesmo.

    E aí, vocês acham que o Risacher consegue dar a volta por cima ainda nesta temporada? Ou vai ter que esperar o ano que vem pra mostrar por que foi escolhido em primeiro lugar?

  • Malone recusou Carolina do Norte várias vezes até aceitar vaga de US$ 50 mi

    Malone recusou Carolina do Norte várias vezes até aceitar vaga de US$ 50 mi

    Olha só que história louca: Michael Malone quase deixou escapar uma das vagas mais cobiçadas do basquete universitário americano. O cara que foi demitido do Denver Nuggets recusou North Carolina várias vezes antes de finalmente aceitar comandar os Tar Heels por seis anos e US$ 50 milhões.

    Na coletiva de apresentação desta terça, Malone revelou que quando o diretor atlético Steve Newmark primeiro entrou em contato, ele nem levou a sério. Pensou que era só uma cortesia, sabe? “Cada vez que eu dizia não, eu me arrependia”, confessou o técnico. “Eu pensava: acho que estou cometendo um erro.”

    A reviravolta no Final Four

    A situação mudou completamente durante o Final Four. Tommy Lloyd (Arizona) e Dusty May (Michigan) — que eram as principais opções da Carolina — tiraram seus nomes da disputa. Aí sim a coisa ficou séria.

    Newmark e o diretor de operações Eric Hoots literalmente voaram de Indianapolis até a casa do Malone no Colorado no domingo de Páscoa. Imagina a cena: os caras cruzaram o país inteiro pra tentar convencer o técnico.

    “Muito mais tempo do que queríamos ele lá”, brincou Malone sobre a reunião que durou cinco horas. “Minha primeira reação quando disseram que queriam voar de Indianapolis foi tipo, não… mas estou tão feliz que eles vieram, porque mudou minha opinião e a da minha esposa.”

    O fator família pesou muito

    Aqui que a história fica ainda mais interessante. A filha dele, Bridget, joga vôlei na própria UNC e falou diretamente pro pai: “aceita essa vaga”. Além disso, o pai falecido do Malone, Brendan (que também era técnico), sempre foi um admirador de North Carolina e do lendário Dean Smith.

    Sinceramente? Acho que foi uma jogada inteligente tanto da Carolina quanto do Malone. Ele estava sem emprego na NBA desde que saiu dos Nuggets, e a UNC conseguiu um técnico experiente que conhece o basquete de alto nível. US$ 50 milhões por seis anos não é brincadeira — mostra o quanto eles acreditam no cara.

    E aí, vocês acham que o Malone vai conseguir devolver North Carolina ao topo do basquete universitário? A pressão vai ser gigantesca, especialmente com esse salário astronômico.