Autor: Leandro Amorim

  • Haliburton volta a jogar 5×5 após lesão no tendão de Aquiles

    Haliburton volta a jogar 5×5 após lesão no tendão de Aquiles

    Cara, que notícia boa pra começar a semana! Tyrese Haliburton postou no X que voltou a jogar 5 contra 5 pela primeira vez desde junho do ano passado. E olha, não é qualquer junho — é o junho em que ele rasgou o tendão de Aquiles no Game 7 das Finais da NBA contra o Thunder.

    Na minha opinião, foi uma das lesões mais cruéis que já vi no basquete. O cara tava jogando machucado desde o Jogo 5 com uma lesão na panturrilha, sabia do risco, mas decidiu arriscar tudo pelo primeiro título dos Pacers. Absurdo de coragem, mas que deu tudo errado.

    A lesão que parou Indiana

    Lembro até hoje da cena: Haliburton dribblando no primeiro quarto, tropeça, vai pro chão e bate a mão na quadra de dor. Naquele momento, não só o sonho do título dos Pacers morreu, como também a temporada inteira do cara.

    O pior é que ele tinha sido simplesmente monstro nos playoffs inteiros — um assassino nos momentos decisivos. E aí, numa jogada boba, tudo foi pro espaço.

    A mensagem que ele postou depois da cirurgia foi de partir o coração, mano. “Meu pé parece um peso morto”, escreveu. Disse que a parte mental doía mais que a física. Qualquer um que já se machucou sabe exatamente do que ele tá falando.

    Temporada perdida, mas com esperança

    Os Pacers confirmaram em julho que ele não jogaria a temporada 2025-26 inteira — decisão mais que acertada, na minha visão. Não adianta forçar barra e se machucar de novo.

    Enquanto isso, Haliburton ficou testando as águas como comentarista no “NBA on Prime” e ainda teve que lidar com outras paradas chatas, tipo uma catapora (sim, catapora mesmo).

    O resultado? Indiana fazendo uma das piores campanhas da história. Com três jogos pro final da temporada regular, os caras tão com 18 vitórias e 61 derrotas. Segundo pior recorde da liga inteira.

    Mas olha só — agora o cara tá voltando a jogar 5×5. Isso significa que o tendão de Aquiles tá respondendo bem, que ele tá recuperando a confiança no movimento. E vocês sabem como é: lesão de Aquiles é coisa séria, então cada passo é uma vitória.

    Sinceramente? Tô ansioso pra ver o Haliburton de volta. O cara é diferenciado mesmo — aquele tipo de armador que faz todo mundo ao redor jogar melhor. Indiana precisa dele desesperadamente, e a NBA fica mais interessante com ele em quadra.

    E aí, acham que ele volta no mesmo nível? Ou essa lesão vai cobrar seu preço?

  • Rockets garantem JD Davison pro playoff — era hora mesmo!

    Rockets garantem JD Davison pro playoff — era hora mesmo!

    Finalmente! Os Houston Rockets converteram o contrato two-way do JD Davison para um contrato padrão da NBA, e sinceramente, já era mais que hora. O cara foi MVP da G-League na temporada passada e estava ali, na nossa frente, esperando uma oportunidade real.

    O timing não podia ser mais perfeito. Com os playoffs batendo na porta, Houston precisava garantir que Davison estaria disponível — porque, pasmem, ele já tinha batido o limite de 50 jogos permitidos para contratos two-way. Imaginem a dor de cabeça se perdessem um jogador assim por uma questão burocrática?

    A situação complicada dos armadores

    Olha, vou ser sincero: a situação do Houston na posição de armador tem sido um pesadelo desde que o Fred VanVleet rompeu o ligamento do joelho. Aaron Holiday e Reed Sheppard estavam ali fazendo o que podiam, mas tecnicamente não eram armadores puros, né?

    E aí que entra o Davison. Durante a pré-temporada, o moleque simplesmente destruiu — 47,1% nas bolas de três! Pra um time que sofre pra arremessar de longe, isso é ouro puro. Média de 10,5 pontos também, mostrando que tem jogo ofensivo.

    Os números da temporada regular

    Agora, vamos com calma. Os números da temporada regular não são de tirar o fôlego: 2,2 pontos, 1 assistência por jogo. Mas cara, o moleque mal jogou! Quando você projeta por 36 minutos, a coisa muda de figura: 11,3 pontos, 5,2 assistências e 4,5 rebotes.

    O arremesso de três caiu pra 28,6% — bem longe daqueles 47% da pré-temporada. Mas olha, é normal. Pressão da temporada regular, menos minutos, ritmo diferente. O importante é que o potencial está ali.

    O contrato é de dois anos com opção de equipe no segundo ano. Inteligente da parte dos Rockets — testam o garoto nos playoffs, veem como ele se desenvolve, e se não rolar, não ficam presos.

    Vocês acham que o Ime Udoka vai dar minutos pro Davison nos playoffs? Eu acho que deveria. Com o VanVleet fora, toda ajuda é bem-vinda, especialmente alguém que pode esticar a defesa com o arremesso de três.

  • Cade volta! Mas será que rola All-NBA com 64 jogos?

    Cade volta! Mas será que rola All-NBA com 64 jogos?

    Finalmente! Cade Cunningham vai voltar hoje contra o Bucks depois de quase um mês parado por causa de um pneumotórax. Cara, quando eu li “pulmão colapsado” na época, pensei: “que parada mais bizarra é essa?” Mas o garoto tá de volta e os Pistons precisam dele nos playoffs.

    Olha só os números que ele vinha fazendo: 24.5 pontos, 9.9 assistências e 5.6 rebotes por jogo. Quase um triple-double de média, monstro demais. E pensar que esse mesmo Detroit que era piada da liga há alguns anos agora tá com 57 vitórias e é o primeiro colocado no Leste…

    A polêmica da regra dos 65 jogos

    Agora vem a parte chata. Por causa dessa lesão esquisita, o Cade só vai conseguir jogar 64 partidas mesmo que dispute os três últimos jogos da temporada regular. E aí que a NBA criou essa regra idiota dos 65 jogos mínimos pra ser elegível aos prêmios individuais.

    Na minha opinião, isso é uma sacanagem total. O cara tá tendo uma temporada absurda, claramente merece estar no All-NBA First Team, mas vai ficar de fora por causa de um pulmão que colapsou? Sinceramente, acho que a liga tem que repensar essa regra.

    Pistons de volta ao topo depois de 18 anos

    Mas vamos ao que importa: Detroit ganhou a divisão Central pela primeira vez desde 2008. Dezoito anos, pessoal! E agora querem quebrar outro jejum — não passam da primeira rodada dos playoffs desde a temporada 2007-08.

    O timing da volta do Cade não podia ser melhor. Os playoffs tão chegando e ter seu principal jogador de volta, mesmo que não 100%, já é um alívio gigante. Vocês acham que ele consegue voltar no mesmo nível depois de tanto tempo parado?

    Uma coisa é certa: ver Detroit competindo de novo depois de tantos anos sendo irrelevante é revigorante pra liga. E com Cade comandando, esse time tem potencial pra fazer barulho nos playoffs.

  • Cavs seguram perrengue contra Hawks e vencem por 122-116

    Cavs seguram perrengue contra Hawks e vencem por 122-116

    Cara, que montanha-russa foi esse jogo! Os Cavaliers conseguiram segurar uma vitória por 122-116 contra os Hawks, mas não foi nada fácil. Donovan Mitchell meteu 31 pontos e Evan Mobley fez um double-double monstro com 22 pontos e 19 rebotes — números que mostram por que esse cara foi eleito Melhor Defensor do Ano.

    Olha só que loucura: Cleveland abriu 18 pontos de vantagem no terceiro quarto, parecia que ia ser tranquilo. Mas aí veio o quarto período e quase deu ruim. Os Hawks voltaram com tudo e quase completaram uma virada épica. Se essa for a prévia de como seria uma série de playoffs entre essas duas equipes, prepara o coração!

    Mitchell comandou o show no terceiro quarto

    O Mitchell simplesmente resolveu o jogo no terceiro período. Treze pontos em um quarto só, fazendo de tudo um pouco. E o James Harden (21 pontos) também entrou na dança, acertando duas bolas de três seguidas que forçaram o técnico do Atlanta a pedir tempo. Foi provavelmente o melhor quarto da temporada dos Cavs.

    Sinceramente, acho que o Mobley calou muita boca nesse jogo. O cara vinha sendo criticado pelos torcedores, mas mostrou seu valor: 22 pontos, 19 rebotes (recorde pessoal empatado) e três tocos. Cleveland teve saldo positivo de 20 pontos quando ele estava em quadra. Na minha visão, performances assim é que fazem a diferença nos playoffs.

    O banco preocupa

    Agora vamos falar do que não funcionou. Jarrett Allen teve uma noite complicada — metade dos pontos vieram de lance livre e cometeu três bolas perdidas que poderiam ter sido mais. O cara claramente não está 100% fisicamente, e isso preocupa pensando nos playoffs.

    E o Dennis Schroder? Rapaz, -22 de plus/minus em apenas 15 minutos. O time simplesmente desandou quando ele estava em quadra. Craig Porter Jr. nem jogou, o que pode ser um indicativo de como serão as rotações na pós-temporada.

    Hawks quase fizeram o impossível

    Atlanta mostrou por que tem sido o time mais quente da NBA no último mês. Jalen Johnson (12 pontos, 11 rebotes) e Dyson Daniels (12 pontos, seis assistências) levaram falta técnica no final, o que facilitou um pouco para Cleveland. Mas Nickeil Alexander-Walker fez 25 pontos acertando arremessos impossíveis.

    O mais louco? Os Cavs só fizeram 18 pontos no último quarto, a maioria de lance livre. A última cesta de quadra foi uma enterrada do Allen aos 7:05 do final. É quase um milagre terem ganhado esse jogo, considerando o histórico do time de desabar quando as coisas apertam.

    Dessa vez eles seguraram a pressão. Agora é torcer para não precisarem passar por esse sufoco nos playoffs. E aí, vocês acham que esse Cleveland aguenta uma série de sete jogos jogando assim?

  • Mobley monstro: 22 pontos e 19 rebotes na vitória dos Cavs

    Mobley monstro: 22 pontos e 19 rebotes na vitória dos Cavs

    Gente, o que foi esse jogo dos Cavaliers contra o Hawks ontem? Evan Mobley simplesmente resolveu mostrar por que todo mundo fala que ele pode ser o futuro da NBA. 22 pontos e 19 rebotes — eu disse DEZENOVE rebotes! O cara estava em todo lugar da quadra.

    Mobley destruiu tudo

    Olha, eu já vinha falando há um tempo que o Mobley tinha potencial pra ser especial, mas ontem foi diferente. Ele literalmente não deu chance pros caras do Atlanta. Qualquer bola solta na área era dele. Os Hawks colocavam um cara na frente dele, Mobley passava por cima. Colocavam dois? Ele ainda assim conseguia os pontos.

    Esse tipo de performance é exatamente o que Cleveland precisava ver. Não é todo dia que você vê um pivô de 23 anos dominando assim dos dois lados da quadra. Três bloqueios ainda por cima! E aí, vocês acham que ele consegue manter esse nível nos playoffs?

    Mitchell continuou voando

    Mas vamos falar do Donovan Mitchell também, né? 31 pontos com aquele jogo individual que a gente já conhece. O cara simplesmente decidiu que ia humilhar o Corey Kispert a noite toda — e conseguiu. Quando o Mitchell está nesse modo isolação, sinceramente é quase injusto pros adversários.

    O que me impressiona é como ele e o Mobley estão começando a se entender melhor em quadra. Cleveland tem duas estrelas que podem decidir um jogo sozinhas quando necessário. Isso é assustador pra qualquer time que vai enfrentar eles na pós-temporada.

    James Harden teve seus momentos também (21 pontos), mas que arremesso horroroso: 6 de 23 tentativas. O barba ainda é crucial nas decisões finais, mas precisa acertar mais essas bolas que ele normalmente enterra.

    Problemas no banco preocupam

    Agora, uma coisa que me chamou atenção foi a rotação estranha do Kenny Atkinson. Dennis Schroder foi um desastre — minus-22 em apenas 15 minutos num jogo que Cleveland ganhou por seis pontos. Isso é quase impossível de acontecer, mas aconteceu.

    O problema é que eles estão colocando muitos caras pequenos juntos no banco. Ellis, Strus e Merrill jogando ao mesmo tempo não funciona. Você não pode ter só um jogador acima de 1,95m nessas rotações, principalmente contra times que sabem explorar essa fraqueza.

    Dean Wade voltando pro quinteto inicial foi uma boa — o cara acertou logo duas bolas de três pra começar o jogo e deu aquele espaçamento que o time precisava.

    Na minha visão, essa vitória mostrou tanto o potencial gigantesco dos Cavaliers quanto os problemas que eles ainda precisam resolver. Mobley jogando assim é candidato a MVP sem discussão. Mas se a rotação do banco continuar dessa forma caótica, pode complicar lá na frente quando os jogos ficarem mais apertados.

  • Cunningham volta com estilo e Pistons atropelam Bucks

    Cunningham volta com estilo e Pistons atropelam Bucks

    Cara, que volta foi essa do Cade Cunningham! Depois de mais de três semanas fora por causa de um pneumotórax (pulmão colapsado, galera – parada séria), o armador voltou e já mostrou por que é considerado um dos melhores jovens da liga.

    Double-double na primeira partida de volta? 13 pontos e 10 assistências em apenas 26 minutos de quadra. E o mais impressionante: o cara parecia que não tinha perdido o ritmo nem um pouco. Acertou 6 de 11 arremessos, incluindo uma de 3, e ainda pegou 5 rebotes.

    Pistons voando alto rumo aos 60 vitórias

    Olha, eu não esperava ver os Pistons com essa campanha quando a temporada começou. 58 vitórias em 80 jogos? Isso é time de playoff pesado. Se ganharem os dois últimos jogos contra Hornets e Pacers, chegam nas 60 vitórias – algo que não fazem desde 2005-06.

    Jalen Duren foi outro monstro na partida: 21 pontos e 9 rebotes. Duncan Robinson contribuiu com 20 pontos numa noite em que o técnico J.B. Bickerstaff pôde dar descanso pros titulares – ninguém jogou mais que 30 minutos.

    A vitória por 137-111 sobre o Milwaukee foi tão tranquila que no último quarto já tinha banco em quadra dos dois lados. Detroit dominou do início ao fim e mostrou que está preparado pra fazer barulho nos playoffs.

    Milwaukee em crise total

    Do outro lado, sinceramente, fica até difícil de ver o Milwaukee assim. Dez derrotas nos últimos 13 jogos – isso é coisa de time brigando pra não cair, não de uma franquia que já foi campeã recentemente.

    Jericho Sims até fez um triple-double (11 pontos, 11 rebotes, 10 assistências) e Ryan Rollins marcou 23, mas não adiantou nada. O time simplesmente não tem consistência nenhuma.

    E aí, pessoal – vocês acham que esse Pistons tem potencial pra incomodar os favoritos nos playoffs? Porque com Cunningham voltando nessa pegada e o time jogando esse basquete coletivo, eu tô começando a acreditar que pode rolar uma zebra bonita por aí…

    Isaiah Stewart também voltou de lesão na panturrilha e marcou 8 pontos. Detroit está recuperando suas peças principais no momento perfeito da temporada. Coincidência? Eu acho que não.

  • Mitchell explode com 31 pontos e Cavs mostram como parar Hawks

    Mitchell explode com 31 pontos e Cavs mostram como parar Hawks

    Cara, que jogaço entre Cavaliers e Hawks ontem! O Donovan Mitchell simplesmente resolveu destruir todo mundo com 31 pontos, mas o que mais me chamou atenção foi a estratégia maluca que o Cleveland usou defensivamente.

    Vocês viram a loucura que foi? Os Cavs colocaram o James Harden — pasmem — defendendo o pivô dos Hawks, o Onyeka Okongwu. Isso mesmo, o cara de 1,96m marcando um garrafão. Parece loucura, né?

    A estratégia genial (e arriscada) dos Cavs

    Na real, essa jogada faz todo sentido quando você para pra pensar. Com o Harden no Okongwu, o Jarrett Allen pôde descer pra marcar o Dyson Daniels — que não tem arremesso de 3 — e basicamente ignorar ele no perímetro pra proteger o garrafão.

    É o que os Knicks fazem com o Josh Hart, ou o Thunder com o Lu Dort. A diferença é que esses caras são defensores monstruosos, e o Harden… bem, digamos que não é exatamente conhecido pela defesa. Mas funcionou!

    O Okongwu até fez seus 18 pontos, mas não conseguiu aproveitar essa vantagem de tamanho como deveria. E os Hawks ficaram jogando 4 contra 5 no ataque, com o Allen interceptando tudo que vinha pro garrafão.

    Mitchell mostra por que é clutch

    Agora, falando do show do Mitchell — que monstro! O cara entrou em quadra sabendo que esse jogo tinha cara de prévia dos playoffs e não perdoou. 31 pontos com 12/19 nos arremessos é simplesmente absurdo.

    O mais impressionante é que ele fez isso sem forçar. Não foi aquele basquete heroico onde ele resolve tudo sozinho. O Cleveland manteve o jogo equilibrado, e o Mitchell apareceu nos momentos certos pra resolver.

    Sinceramente, eu não me canso de ver esse cara jogar. Aqueles arremessos impossíveis que ele converte parecem rotina. É o tipo de jogador que você quer no seu time quando a coisa aperta nos playoffs.

    Hawks têm potencial, mas…

    Olha, não vou mentir — o Atlanta assusta. Se eles enfrentarem Cleveland na primeira rodada, vai ser guerra. O banco deles ganhou dos Cavs por 37 a 28, com o Jonathan Kuminga fazendo 24 pontos e destruindo no segundo quarto.

    Mas aqui que tá o ponto: os Cavs mostraram a cartilha de como parar os Hawks. Deixar os caras que não arremessam de 3 livres no perímetro e empilhar todo mundo no garrafão. Se o Kuminga conseguir manter essa pegada no meio da quadra, pode incomodar. Senão…

    E aí, vocês acham que essa estratégia dos Cavs funciona numa série de sete jogos? Ou é muito arriscado deixar o Harden defendendo pivô? Eu tô curioso pra ver se outros times vão copiar essa ideia maluca.

  • Magic atropela Wolves com Paolo show e cola nos playoffs

    Magic atropela Wolves com Paolo show e cola nos playoffs

    Cara, o Orlando Magic simplesmente não quer parar! O time do Paolo Banchero meteu 132 a 120 no Minnesota Timberwolves ontem à noite e emplacou a quarta vitória seguida. E olha, não foi sorte não — foi puro basquete de qualidade.

    Paolo fez os seus 20 pontos e pegou 8 rebotes numa performance sólida, mas quem me chamou atenção foi o Desmond Bane vindo com 18 pontos e 6 assistências. O cara tá se adaptando muito bem ao esquema do Magic depois que chegou de Memphis.

    Franz Wagner e a profundidade assustadora

    Franz Wagner contribuiu com 17 pontos (esse alemão não para de evoluir), mas o mais impressionante foi ver Goga Bitadze saindo do banco e simplesmente dominando o garrafão: 14 pontos e 15 rebotes. Double-double saindo do banco? Isso aí é profundidade de playoff.

    Com essa vitória, o Magic (44-36) subiu para a sétima posição no Leste e tá brigando de igual pra igual por uma vaga direta nos playoffs. Restam apenas dois jogos — Chicago na sexta e Boston no domingo — e eles podem terminar entre a sexta e nona posição. Sinceramente? Acho que conseguem a vaga direta.

    Wolves sem Edwards sofrem com desfalques

    Do lado de Minnesota, a situação foi complicada. Jogaram sem Anthony Edwards (lesão no joelho) e mais quatro titulares que haviam jogado na vitória sobre Indiana que garantiu vaga nos playoffs do Oeste. Julius Randle perdeu seu primeiro jogo da temporada, e Rudy Gobert o quinto.

    Mesmo assim, Terrence Shannon Jr. fez uma exibição monstro com 33 pontos — recorde pessoal na carreira. O garoto acertou 11 de 14 arremessos e ainda distribuiu 5 assistências. Jaden McDaniels, voltando de lesão, contribuiu com 18 pontos em apenas 19 minutos.

    O Magic controlou o jogo desde o segundo quarto, quando saiu de um empate 47-47 para liderar 63-53 no intervalo. No terceiro período foi um show: Jalen Suggs acertou uns arremessos de 3 absurdos e uma bandeja numa sequência de 22-6 que praticamente decidiu a partida. Chegaram a liderar por 24 pontos!

    O time terminou com 53,7% de aproveitamento nos arremessos. Vocês acham que esse Magic tem condições de incomodar nos playoffs? Eu tô começando a acreditar nesse time, não vou mentir.

  • Polêmica entre Lakers e Mavs por ressonância do Austin Reaves

    Polêmica entre Lakers e Mavs por ressonância do Austin Reaves

    Olha, essa história tá mais confusa que jogada do Westbrook no clutch time. O JJ Redick, técnico dos Lakers, acusou o staff médico dos Mavericks de ter feito cagada na ressonância magnética do Austin Reaves — e agora Dallas rebateu dizendo que fizeram tudo certinho.

    Vamos aos fatos: Reaves se machucou na derrota pros Thunder semana passada, saiu no terceiro quarto com dor no oblíquo esquerdo. Aí que começou a confusão toda.

    A Acusação do Redick

    No sábado, Redick foi direto ao ponto: “Não sei onde tá a falha na comunicação do pessoal de imagem de Dallas, mas eles escanearam a área errada”. Segundo ele, os Lakers foram bem claros sobre o que precisava ser analisado, mas mesmo assim rolou a confusão.

    Por causa disso, Reaves teve que fazer uma segunda ressonância — dessa vez no lugar certo — que mostrou uma lesão grau 2 no oblíquo esquerdo. Resultado? Quatro a seis semanas fora, justo quando os Lakers mais precisam dele pra tentar uma vaga nos playoffs.

    Dallas Rebate

    Os Mavs não gostaram nada da acusação e soltaram uma nota oficial na terça: “Nossa equipe médica seguiu os protocolos padrão de imagem baseados nas informações fornecidas na época. Não houve erro algum no exame realizado”.

    Sinceramente? Situação chata pra caramba. Com o Luka Dončić também machucado (lesão na coxa deve tirar ele do resto da temporada regular), tanto Lakers quanto Mavs tão numa situação delicada pra chegar nos playoffs.

    Na terça, quando perguntaram de novo sobre o assunto, Redick meio que amenizou o tom: “No final, conseguimos a imagem que precisávamos. Somos gratos pela acomodação do time da casa, como faríamos por eles também. Vamos seguir em frente”.

    Cara, independente de quem tá certo nessa história, o Austin Reaves vai ficar fora mesmo — e isso é o que mais importa pros Lakers agora. Vocês acham que essa polêmica vai afetar alguma coisa quando os times se enfrentarem de novo?

  • JJ Redick vs Mavs: Polêmica do exame do Austin Reaves esquenta

    JJ Redick vs Mavs: Polêmica do exame do Austin Reaves esquenta

    Olha, vocês viram a confusão que deu entre o JJ Redick e os Mavericks? O bagulho ficou feio mesmo.

    Tudo começou no sábado quando o técnico dos Lakers soltou uma bomba: disse que o departamento médico de Dallas escaneou a parte errada do corpo do Austin Reaves. Cara, imagina a situação — você tá preocupado com a lesão do seu jogador e rola uma dessas.

    A versão de cada um

    O Redick não poupou palavras inicialmente. “Eu não sei onde está a cadeia de comando do imaging de Dallas, mas eles escanearam a área errada”, disparou o técnico. E completou: “O erro não foi do nosso lado. Deixamos explícito o que deveria ser escaneado, mas eles escanearam a área errada.”

    Sinceramente? Entendo a irritação do cara. O Reaves acabou precisando de duas ressonâncias magnéticas pra descobrir que tinha uma distensão de grau 2 no oblíquo esquerdo. Duas! Isso é tempo perdido numa lesão que já é chata de lidar.

    Mas os Mavs não ficaram quietos, né. Na terça-feira soltaram um comunicado bem direto: “Nossa equipe médica seguiu protocolos padrão de imagem baseados nas informações fornecidas no momento. Não houve erro no exame realizado.”

    Recuo estratégico

    Aí que vem o plot twist — o próprio JJ Redick voltou atrás (pelo menos publicamente). Na terça, o cara mudou completamente o tom: “No final, conseguimos a imagem que precisávamos. E obviamente somos muito gratos, porque isso acontece durante toda a temporada quando o time da casa nos acomoda, assim como faríamos por eles.”

    Olha, eu não sei se foi pressão da liga, dos Mavs ou se foi só diplomacia mesmo. Mas essa mudança de discurso foi bem… suspeita, vamos dizer assim?

    O fato é que o Reaves continua fora de combate, e os Lakers ainda não divulgaram um prazo para a volta dele. E vocês acham que o JJ realmente voltou atrás por convicção ou foi só pra baixar a poeira? Porque entre nós, quando você acusa publicamente um departamento médico de erro, não é coisa que se fala por falar.

    No fim das contas, o que importa é que o Austin se recupere logo. Mas essa polêmica mostra como as relações entre times podem ficar tensas até por questões médicas. NBA é negócio sério mesmo, galera.