Autor: Leandro Amorim

  • Silver quer acabar com tanking, mas times da NBA não topam

    Silver quer acabar com tanking, mas times da NBA não topam

    O Adam Silver tá pistola com o tanking na NBA e quer mudanças pra ontem. Problema? Os próprios times não tão nem aí pras propostas dele.

    Numa reunião recente do Board of Governors, a liga apresentou três propostas anti-tanking. E olha, pelo que rolou, nenhuma das três empolgou os donos das franquias. Sinceramente, não me surpreende — mexer no sistema de draft é mexer na estratégia de reconstrução que muitos times usam há décadas.

    O dilema do tanking

    Aqui que a coisa fica interessante. Não tem nem consenso se tanking é problema! Vários times acham que perder de propósito uma temporada pra pegar uma pick alta é a melhor estratégia pra construir um futuro vencedor. Do outro lado, tem quem acredite que criar uma cultura perdedora pode ser mais prejudicial que benéfico pro clube.

    E vocês, o que acham? Tanking é estratégia inteligente ou veneno pro basquete?

    Na minha visão, tem lógica dos dois lados. Olha o caso dos Sixers com aquele “Process” — perderam por anos seguidos, pegaram Embiid e Simmons, e montaram um time competitivo. Mas também já vi times que entraram nessa de tanking e ficaram anos patinando na mediocridade.

    Silver não desiste

    O comissário deixou claro que quer as mudanças implementadas antes da próxima temporada, mas tá difícil. “Essa é uma decisão que precisa ser tomada no nível dos proprietários”, disse Silver. “Tem implicações nos negócios, no basquete e na integridade da liga.”

    O cara tá certo quando fala de integridade. Imagina você pagando ingresso caro pra ver seu time jogar pra perder de propósito? É complicado demais.

    As três propostas apresentadas foram só um ponto de partida — não era tipo “escolham uma dessas”. Mas mesmo assim, a recepção foi fria. Isso mostra como é difícil mexer em algo tão enraizado no sistema da NBA.

    Olha, eu acompanho essa discussão há anos e sempre fico dividido. Por um lado, ver times perdendo de propósito é triste pra qualquer fã de basquete. Por outro, o sistema atual meio que força isso — se você não vai ser campeão, melhor ser o pior possível pra ter chance de pegar uma estrela no draft.

    O que será que rola? Silver parece determinado, mas sem o apoio dos times fica complicado implementar qualquer mudança significativa.

  • Jon Horst deixa futuro do Giannis em aberto nos Bucks

    Jon Horst deixa futuro do Giannis em aberto nos Bucks

    Olha, eu não esperava essa declaração do Jon Horst. O GM dos Bucks foi bem direto numa entrevista ontem: ainda não decidiram se vão oferecer extensão pro Giannis ou partir pro trade. E cara, isso me deixou pensando…

    A situação é meio bizarra mesmo. Milwaukee vai ficar de fora dos playoffs pela primeira vez desde 2016 – isso é de doer. E agora o Horst tá lá falando que tanto faz: pode renovar, pode trocar. Os dois caminhos estão na mesa.

    “Não sabemos o que vamos fazer”

    A declaração mais chocante? “Eu não sei o que vamos fazer, e não preciso saber”. Mano, imagina você ser fã dos Bucks e ouvir isso sobre o MVP da sua franquia. O cara literalmente disse que tem três escolhas de primeira rodada pra negociar, contratos flexíveis e “o melhor jogador do mundo” – na opinião dele – sob contrato.

    Horst foi bem filosófico na resposta, falando que não existe herói ou vilão na história. Que é todo mundo junto tentando descobrir o caminho. Sinceramente? Parece conversa pra inglês ver. Quando um GM fala assim, é porque a coisa tá feia mesmo nos bastidores.

    Giannis quer ganhar (obviamente)

    Uma coisa que o Horst deixou claro: ele acredita 100% que o Giannis quer vencer e prefere fazer isso em Milwaukee. Mas aí vem a pergunta que não quer calar – será que dá pra montar um time competitivo lá?

    Eu lembro quando o Greek Freak chegou nos Bucks em 2013. Ninguém imaginava que ele viraria essa máquina absurda que conhecemos hoje. Ganhou dois MVPs, um título em 2021… mas de lá pra cá, a coisa meio que estagnou. Dame Lillard chegou, mas não rolou a química esperada.

    Vocês acham que vale a pena Milwaukee apostar todas as fichas numa renovação, ou é melhor trocar agora enquanto o valor do Giannis tá lá em cima? Porque uma coisa é certa: se ele sair, vai ser o maior terremoto da NBA nos últimos anos. Imagina esse monstro num time como Miami Heat ou nos Knicks?

    A offseason dos Bucks promete ser uma das mais tensas da liga. E pelo jeito, nem eles sabem qual rumo tomar.

  • Bulls mandam embora a cúpula e o tanking virou arte na NBA

    Bulls mandam embora a cúpula e o tanking virou arte na NBA

    Cara, que bagunça está a NBA! Enquanto a temporada regular caminha para o final, os Bulls resolveram fazer uma limpa geral na diretoria — mandaram embora tanto o presidente de operações de basquete Arturas Karnisovas quanto o GM Marc Eversley depois de seis temporadas. E olha, sinceramente? Era hora mesmo.

    O timing não podia ser mais revelador. Com apenas duas mudanças na cúpula desde 2003 (antes era o John Paxson por 17 anos!), Chicago finalmente acordou pra vida. O recorde de 224-254 do Karnisovas fala por si só — mais derrotas que vitórias em seis anos, meu amigo.

    A arte moderna do tanking

    Mas o que mais me chama atenção é como o tanking virou uma ciência exata na liga. Steve Kerr, técnico dos Warriors, foi direto: “Eu odeio isso”. Mas todo mundo concorda que é o caminho mais eficiente pra reconstruir um time quando você tá no fundo do poço.

    Um GM da Conferência Oeste desabafou: “Esses times estão fazendo de tudo — deixando caras no banco no quarto período, escalando quintetos analyticamente ruins, armando jogadas pra arremessos horríveis”. A criatividade é impressionante, não vou negar.

    E sabe o que é mais louco? Está funcionando! Olha só os times mais promissores da liga: Thunder, Spurs, Pistons, Rockets, Hornets. Todos passaram anos no buraco, acumulando escolhas altas no draft. É doloroso de assistir, mas vale a pena no longo prazo.

    Os números não mentem

    A situação chegou num ponto absurdo. A margem média de vitória nos jogos desta temporada é de 13,1 pontos — a maior da história! E pasmem: 89 jogos foram decididos por 30 pontos ou mais. Recorde histórico também.

    Isso significa que temos meses de basquete competitivamente comprometido. As ordens da diretoria chegam mais cedo na temporada, criando um ambiente onde metade da liga simplesmente não quer ganhar. É triste, mas é a realidade.

    E aí, vocês acham que a NBA deveria fazer algo mais drástico pra acabar com essa palhaçada? Porque do jeito que tá, parece que metade dos times já tão planejando as férias em março…

  • OKC vai defender o título! Playoffs de 2026 já têm todos os times

    OKC vai defender o título! Playoffs de 2026 já têm todos os times

    Gente, que temporada maluca! Os playoffs de 2026 estão aí batendo na porta e já temos os 20 times classificados. Sim, VINTE times — porque agora temos o play-in que deixa tudo mais emocionante.

    Olha só que absurdo: o Oklahoma City Thunder foi o primeiro time a garantir vaga ainda em março, depois de atropelar o Dallas Mavericks. E não é à toa — eles são os atuais campeões e querem repetir o feito. Cara, se conseguirem, vai ser o primeiro bicampeonato desde o Warriors de 2017-18. Pressão zero, né? (risos)

    Detroit voltou ao topo do Leste

    Mas a surpresa mesmo é o Detroit Pistons liderando o Leste como primeiro colocado! Mano, faz tempo que não vemos os Pistons mandando assim. A última vez que foram cabeça de chave número 1 foi em 2006-07 — eu nem tinha nascido direito pra acompanhar aquela época.

    E eles não estão sozinhos não. Boston garantiu vaga pela 12ª temporada consecutiva (que máquina), New York continua firme desde aquela final de conferência do ano passado contra Indiana, e Cleveland tá aí há quatro anos seguidos nos playoffs — o maior jejum deles sem o LeBron desde os anos 90.

    Play-in promete pegar fogo

    Agora vem a parte mais louca: o play-in tournament começa dia 14 de abril, e tem uns times interessantes brigando pra não ficar de fora dos playoffs de verdade.

    Miami Heat, por exemplo, tá garantido só no play-in — não consegue mais chegar no top-6. Lembram de 2023 quando eles saíram do play-in e foram direto pra final? Pois é, podem fazer de novo.

    Charlotte Hornets também tá no play-in, e sinceramente, eu torço pra eles conseguirem algo. Faz tempo que esse time não empolga, e seria massa ver eles incomodando alguém maior.

    Toronto Raptors é outro que garantiu pelo menos o play-in. Depois de ficar de fora desde 2022, qualquer coisa é lucro pra eles.

    E aí, pessoal — vocês acham que o Thunder consegue o bicampeonato? Ou algum azarão vai aparecer pra bagunçar? Eu tô doido pra ver se Detroit aguenta a pressão de ser favorito no Leste. Playoffs de abril promete!

  • Kings fazem falta bizarra e são acusados de tanking pelo Draymond

    Kings fazem falta bizarra e são acusados de tanking pelo Draymond

    Olha, eu já vi muito erro tático na NBA, mas o que rolou com o Sacramento Kings na terça-feira foi de outro nível. Doug Christie mandou o Doug McDermott fazer falta no Seth Curry — um cara que acerta 86,4% dos lances livres — com 3 minutos para o fim do jogo. Com o time GANHANDO por um ponto.

    E aí o circo pegou fogo.

    O erro que virou polêmica

    Pelo que fontes contaram para a ESPN, Christie simplesmente errou na estratégia. O cara queria pedir timeout antes de perder automaticamente quando o cronômetro batesse menos de 3 minutos, mas se confundiu achando que os Warriors não estavam no bônus. Resultado? Mandou fazer falta no pior cara possível.

    Curry fez um dos dois lances livres, empatou o jogo em 101, e os Kings acabaram perdendo por 110-105. Mas a confusão mesmo começou depois do apito final.

    Draymond não perdoou

    O Draymond Green, que nunca perde a oportunidade de falar, meteu o pau: “Eu vi um time hoje fazer falta no Seth Curry com três minutos restantes sem motivo algum. Eu levo multa quando faço besteira. Multem essas pessoas também”.

    Green ainda disse que as organizações precisam ser multadas mais vezes por tanking descarado. E olha, sinceramente? Eu entendo o lado dele. Quando você vê uma jogada dessas sem contexto, parece mesmo coisa proposital.

    Mas pelo que tudo indica, foi burrice mesmo — não malícia.

    Kings negam, mas situação é suspeita

    Fontes do Kings foram categóricas: foi erro tático, não tanking intencional. Christie até conseguiu armar uma jogada bacana depois do timeout, o McDermott acertou uma de 3 e o time voltou a liderar por três pontos. Só que aí perderam a liderança nos minutos finais mesmo.

    O problema é que a situação toda meio que favorece Sacramento. Eles estão com 21-59, empatados com o Utah Jazz na quarta pior campanha da liga. Numa draft class que promete ser recheada de talento, cada derrota vale ouro.

    E não ajuda o fato de que praticamente todos os veteranos bem pagos estão fora: Sabonis, LaVine e Hunter fizeram cirurgia para encerrar a temporada, enquanto DeRozan e Westbrook nem jogaram na terça.

    Christie já tinha dito depois de uma vitória recente contra o Jazz: “Tanking é a última coisa que eu faria. Respeito demais o jogo. Na minha opinião, quando você faz essas coisas, machuca esses jovens”.

    Vocês acham que foi erro mesmo ou tanking disfarçado? Porque olhando de fora, aquela falta foi no mínimo… questionável.

  • Cade volta depois de 11 jogos fora por pulmão colapsado

    Cade volta depois de 11 jogos fora por pulmão colapsado

    Mano, que volta é essa do Cade Cunningham! O armador do Detroit Pistons finalmente retornou às quadras ontem contra o Milwaukee Bucks depois de ficar 11 jogos fora por causa de um pulmão colapsado. Sim, você leu certo — pulmão colapsado. Coisa de louco mesmo.

    A lesão rolou no dia 17 de março contra o Washington Wizards, e na época todo mundo pensava que o Cade só ia voltar nos playoffs. Mas olha só que recuperação absurda — o cara tá pronto pra jogar os últimos três jogos da temporada regular.

    Pistons voando sem o craque

    E o mais impressionante? Detroit foi simplesmente monstro na ausência do seu astro: 8 vitórias em 11 jogos. Oito! E ainda garantiram a vantagem de jogar em casa durante todos os playoffs da Conferência Leste. Sinceramente, ninguém esperava que os Pistons conseguissem manter esse nível sem o Cade.

    Isso mostra como esse time evoluiu. Não é mais aquele Detroit que dependia só de uma estrela — agora tem profundidade, sistema, química. Mas óbvio que ter o Cade de volta deixa todo mundo mais tranquilo, né?

    A questão dos prêmios individuais

    Agora vem uma parada interessante: se o Cade jogar esses últimos três jogos da temporada regular, ele vai ficar com 64 partidas — uma a menos que o mínimo de 65 exigido pra concorrer aos prêmios de fim de temporada.

    Mas tem uma brecha no acordo coletivo chamada “desafio de circunstâncias extraordinárias”. Basicamente, um árbitro independente pode revisar o caso e decidir se a situação do Cade se encaixa. E convenhamos, pulmão colapsado é bem extraordinário mesmo.

    O cara tá fazendo uma temporada absurda: 24.5 pontos, 9.9 assistências, 5.6 rebotes e 1.5 roubos de bola por jogo. Números de All-Star, fácil. Seria uma injustiça tremenda se ele ficasse de fora da briga pelos troféus por causa de uma lesão bizarra dessas.

    Vocês acham que ele consegue a liberação do árbitro? Eu acho que deveria rolar — afinal, não foi culpa dele ter tido essa complicação médica louca. E agora que ele voltou, Detroit pode sonhar ainda mais alto nos playoffs que começam dia 18 de abril.

  • Barraco entre JJ Redick e Vanderbilt vira o assunto do jogo

    Barraco entre JJ Redick e Vanderbilt vira o assunto do jogo

    Cara, que situação constrangedora rolou ontem entre o JJ Redick e o Jarred Vanderbilt! Os Lakers estavam jogando contra o Thunder sem o LeBron (pouparam o cara de novo), e aí que a coisa desandou de vez.

    O Vanderbilt mal tinha entrado na quadra no segundo quarto — literalmente 16 segundos de jogo — quando o Redick já pediu tempo e tirou o cara. Dezesseis segundos, gente! Eu já vi muita coisa estranha na NBA, mas isso aí foi de fuder.

    A bronca foi feia

    E o Vanderbilt não engoliu não. Os dois partiram pro grito ali mesmo no banco, com o Jake LaRavia tendo que segurar o forward que tava pistola mesmo. As câmeras pegaram tudo, e dava pra ver que não foi só um mal-entendido — foi treta de verdade.

    Sinceramente, eu entendo a frustração do Vanderbilt. O cara tá praticamente fora da rotação a temporada toda, mal consegue alguns minutinhos aqui e ali, e quando finalmente tem uma chance… é tratado assim? Complicado demais.

    Lakers já cansaram do Vanderbilt?

    Olha, vou ser honesto com vocês: acho que o Vanderbilt já era pros Lakers. O cara chegou em 2023 como essa arma defensiva versátil — e realmente é muito bom marcando tanto armadores quanto alas. Problema é que hoje em dia na NBA, se você não consegue acertar umas bolas de três abertas, fica difícil.

    E essa é a real do Vanderbilt. Defesa? Monstro. Energia e correria? Sem discussão. Mas arremesso de perímetro? Aí complica. Os adversários simplesmente ignoram ele na linha de três, e isso bagunça todo o ataque dos Lakers.

    O Redick claramente acha que os pontos negativos do Vanderbilt superam os positivos — pelo menos na maioria dos jogos. E com os Lakers precisando de mais arremessadores ao redor do time (independente se vem o Luka ou não), faz sentido essa linha de raciocínio.

    Mas cara, do jeito que as coisas estão, essa deve ser mesmo a última temporada do Vanderbilt em Los Angeles. E vocês, acham que o Redick foi muito duro com o cara, ou é assim mesmo que tem que ser?

  • Curry e Warriors arranham vitória contra Kings no finzinho

    Curry e Warriors arranham vitória contra Kings no finzinho

    Cara, eu até pensei que seria moleza ontem à noite. Warriors visitando os Kings — tradicionalmente uma vitória tranquila, né? Mas que nada. Os Warriors tiveram que suar até o último segundo pra arrancar uma vitória por 110-105 contra Sacramento.

    Steph Curry, no seu segundo jogo de volta depois da lesão no joelho, jogou apenas 25 minutos mas conseguiu 17 pontos. Não foi um showzinho como a gente tá acostumado, mas fez o suficiente quando precisou. E olha, duas jogadas de 4 pontos no segundo quarto que me lembraram porque esse cara é diferente de todo mundo.

    O banco que salvou a pátria

    Vocês conhecem Charles Bassey? Eu confesso que não. O cara tá no terceiro contrato de 10 dias na temporada (imagina a pressão!), e foi lá e fez um double-double: 14 pontos e 12 rebotes. Sinceramente, às vezes esses journeymen aparecem do nada pra salvar o dia. Me lembrou daqueles brasileiros que chegavam na NBA meio do nada e surpreendiam todo mundo.

    Pat Spencer também teve que entrar de última hora porque Will Richard machucou as costas antes do jogo. O cara jogou 41 minutos — quarenta e um! — e foi fundamental nos primeiros quartis. Ok, terminou com 5/16 nos arremessos, mas não dá pra reclamar do esforço.

    Turnovers continuam incomodando

    Olha, eu já falei isso mil vezes aqui no Sexto Homem: os Warriors precisam parar de entregar a bola de graça. Perderam por 17 a 15 no turnover battle e deram 22 pontos limpos pros Kings. Com o play-in chegando, não dá pra ser generoso assim.

    Os Warriors chegaram a abrir 16 pontos de vantagem, mas ficaram atrás a maior parte do último quarto. Curry entrou faltando 5:53 no relógio e ajudou a selar a vitória, mas confesso que bateu um nervoso ali no meio do quarto período.

    E aí, pessoal — vocês acham que esse time tem gás suficiente pro play-in? Com 37 vitórias e 42 derrotas, cada jogo agora é vida ou morte. A volta do Curry dá esperança, mas essa consistência tá me preocupando um pouco. Os próximos três jogos vão dizer muito sobre as chances reais dos Warriors na pós-temporada.

  • Era Giannis em Milwaukee acabou? Clima tóxico aponta para saída

    Era Giannis em Milwaukee acabou? Clima tóxico aponta para saída

    Cara, a situação em Milwaukee virou um verdadeiro caos. E olha que eu sempre torci pra que o Giannis ficasse com os Bucks pra sempre — aquele cara merecia construir um legado numa cidade só, sabe?

    Mas agora? Três frases de uma matéria da ESPN resumem o tamanho da bagunça que virou: “Esse é um dos times com a situação mais tóxica da liga”, “Quando seu melhor jogador está com um pé dentro e outro fora, você não vai ganhar nada” e “O cerne da questão é a sensação de que o Giannis não quer estar aqui em nenhum dia”.

    Monstro! Isso não é conversa pra brincar não.

    O pedido de troca que deu errado

    Segundo o que saiu, o Giannis tentou pedir uma troca de forma discreta lá em janeiro. O cara até tinha um acordo de cavalheiros com os donos do time — Jimmy Haslam e Wes Edens — que se ele chegasse e dissesse “é hora de partir”, eles trabalhariam juntos numa saída amigável.

    Inteligente da parte dele, né? Não queria ser visto como o vilão que abandona a cidade. Respeitei essa postura.

    O Miami Heat chegou a oferecer Tyler Herro, Kel’el Ware e várias picks do draft. Uma proposta interessante, convenhamos. Mas aí que mora o problema: a diretoria de Milwaukee resolveu enrolar, achando que esperando até o meio do ano conseguiriam ofertas melhores.

    E o Giannis? Ficou pistola, obviamente. O cara queria resolver logo a situação, mas a diretoria bancou o “deixa pra depois” e agora virou essa guerra.

    Doc Rivers na berlinda

    E não é só o Giannis que está com problemas em Milwaukee. O Doc Rivers, que chegou pra substituir o Adrian Griffin, simplesmente não encaixou com o elenco.

    Olha só o que ele disse numa reunião tática: “Eu levei times aos playoffs e ao título que não eram pra chegar lá. Achei que esse era um deles. Ou vocês estão conosco ou contra nós. Se não jogarem com intensidade, não vão mais jogar”.

    Cara, isso aí soa como desespero, não como liderança. E pelo jeito, até ele já está de saco cheio — quando perguntaram quanto tempo mais ele quer treinar, ele respondeu: “Tenho sete netos agora, todos com oito anos ou menos… Provavelmente é hora de vê-los mais, então deixo vocês tirarem suas conclusões”.

    Traduzindo: ele já está com um pé fora da porta também.

    O futuro incerto do Greek Freak

    A real é que agora ficou muito mais complicado. O Giannis tem uma opção de jogador para 2027-28, o que significa que ele tem todo o poder de decisão sobre seu futuro. Pode falar pra qualquer time interessado: “Olha, eu não vou renovar com vocês se me trocarem pra aí”.

    Milwaukee pode oferecer uma extensão de quatro anos por US$ 275 milhões este verão, mas sinceramente? Depois dessa confusão toda, duvido muito que ele aceite.

    E aí, galera, vocês acham que o Giannis deveria mesmo sair de Milwaukee? Eu sempre defendi que os superstars ficassem em suas cidades, mas essa situação tá insustentável. Às vezes é melhor partir antes que vire uma briga feia de verdade.

    Uma coisa é certa: esse verão vai ser quente em Milwaukee, e não por causa do clima.

  • Kawhi resolve e Clippers viram jogo épico contra Dallas

    Kawhi resolve e Clippers viram jogo épico contra Dallas

    Cara, que montanha-russa foi esse jogo entre Clippers e Mavericks! O Kawhi Leonard simplesmente decidiu que não ia perder mais uma para Dallas e meteu 34 pontos, sendo 6 de três. Absurdo.

    Os Clippers chegaram a ter 23 pontos de vantagem — 23! — e quase entregaram tudo. Mas aí que a gente viu porque o Kawhi é o Kawhi. Quando apertou, ele assumiu a responsa e garantiu a vitória por 116 a 103.

    A sequência monstruosa continua

    Olha só que dado insano: esse foi o 55º jogo consecutivo do Leonard marcando pelo menos 20 pontos. Cinquenta e cinco! O cara tá numa constância que dá inveja. E mais, foi a primeira vitória dos Clippers contra Dallas na temporada — eles já tinham perdido duas.

    Agora vem o drama: Kawhi precisa jogar os três últimos jogos da temporada regular para chegar aos 65 jogos e poder concorrer ao MVP e outras premiações. Ele já jogou 62. Será que aguenta? Na minha opinião, vale o risco.

    Cooper Flagg não decepcionou

    Do lado dos Mavs, o rookie Cooper Flagg mostrou mais uma vez porque foi a primeira escolha do Draft. 25 pontos e 9 rebotes — nada mal para quem tá enfrentando o Kawhi no auge. Nos dois jogos anteriores, o moleque havia marcado 96 pontos. Monstro em formação.

    O Marvin Bagley III também fez bonito saindo do banco: 21 pontos e 9 rebotes. E olha que detalhe curioso — Dallas acertou 25 de 26 lances livres. Vinte e cinco de vinte e seis! O Max Christie foi perfeito: 10 de 10.

    O jogo teve de tudo. Clippers abriram 17-0 logo no início, depois viram Dallas empatar no terceiro quarto e até mesmo virar o placar. Mas quando importava, na reta final, o Leonard assumiu e fez 7 dos últimos 11 pontos da equipe no terceiro período.

    Vocês acham que os Clippers conseguem manter essa pegada nos playoffs? Com Kawhi jogando assim, fica difícil apostar contra…