Autor: Leandro Amorim

  • Warriors vs Kings hoje: Curry volta pra quebrar sequência negativa

    Warriors vs Kings hoje: Curry volta pra quebrar sequência negativa

    Cara, que situação complicada pros Warriors, né? Quatro derrotas seguidas e o time ainda tentando se encontrar com o retorno do Curry. Hoje à noite eles recebem o Sacramento Kings no Chase Center, e sinceramente, precisa ser uma vitória pra começar a construir algum ritmo antes dos playoffs.

    O retorno do Chef

    Olha, ver o Steph voltando no último jogo foi emocionante demais. 29 pontos em 26 minutos depois de ficar 27 jogos fora? O cara é um monstro mesmo. Mas não adiantou muito porque perderam por 117-116 pro Houston — que dor no peito, bicho.

    O Kevin Durant, ex-Warrior, meteu 31 pontos e ajudou os Rockets a conquistarem a sexta vitória consecutiva. E aquela cesta decisiva do Şengün no finalzinho? Cruel demais. Foi literalmente o que selou o destino de Golden State na temporada regular — primeira vez com campanha negativa desde 2021.

    E agora, José?

    A boa notícia é que o Curry deve jogar novamente hoje, mas ainda com limitação de minutos. A questão é: será que ele vai conseguir se entrosar com esse elenco atual, principalmente com o Porzingis (que aliás está como questionável)? Porque vamos combinar, quatro jogos restantes antes do play-in tournament não é muito tempo pra criar química.

    O departamento médico continua uma bagunça total. Gui Santos, Al Horford e Quinten Post já foram descartados. É o famoso “hospital Warriors” que a gente conhece bem.

    Do outro lado, o Sacramento (21-58) não tem muito o que jogar além do orgulho. Mas clássico da Califórnia sempre tem aquele tempero especial, e jogos assim podem reservar surpresas.

    Vocês acham que os Warriors conseguem pelo menos terminar a temporada regular com dignidade? Porque do jeito que tá, o play-in vai ser um sufoco…

    O jogo rola às 23h (horário de Brasília) e vai passar pelo NBC Sports Bay Area. Vamos torcer pra ver o Chef fazendo aquelas cestas impossíveis que só ele sabe fazer!

  • Celtics atropelam no último quarto e vencem os Hornets por 113-102

    Celtics atropelam no último quarto e vencem os Hornets por 113-102

    Mano, que jogo foi esse no TD Garden! Os Celtics fizeram aquilo que todo mundo ama ver: uma virada épica no último quarto pra calar a boca de quem duvidava. 113-102 no placar final, mas o resultado não conta nem metade da história.

    Era noite de bobblehead do Tatum — e cara, que presente melhor pro cara do que uma vitória suada assim? Os Celtics entraram precisando de apenas duas vitórias nas últimas quatro partidas pra garantir a segunda colocação no Leste. Pressão? Com certeza. Mas eles souberam lidar.

    LaMelo veio pra guerra, mas não aguentou o tranco

    O garoto do Charlotte começou metendo bala de três como se não houvesse amanhã. Treze pontos nos primeiros sete minutos — eu tava aqui pensando “ó o perigo aí”. La Melo terminou o primeiro tempo com 23 pontos e deixou os Hornets na frente por 61-55.

    Sinceramente, achei que ia ser uma daquelas noites onde o moleque ia fazer 40 e decidir o jogo sozinho. Mas aí que tá — basquete não é esporte individual, né?

    Queta mostrou serviço no garrafão

    Quem tava assistindo viu o Neemias Queta fazendo a festa embaixo da cesta. O cara começou dominando o paint, marcou 10 pontos logo de cara e ainda pegou uns rebotes ofensivos que foram cruciais. Pra quem acompanha a NBA, sabe como é importante ter alguém fazendo o trabalho sujo.

    E o Jaylen Brown? Rapaz, o cara chegou nos 2.000 pontos na temporada — marco histórico que poucos conseguem. Aquele reverse layup dele no segundo quarto foi simplesmente absurdo. Vocês viram como ele girou e ainda acertou com a mão esquerda?

    Último quarto foi puro show dos Celtics

    Aqui que a coisa ficou interessante mesmo. Boston tava correndo atrás do prejuízo praticamente o jogo todo, mas quando começou o quarto período… cara, foi como se alguém tivesse apertado um botão diferente.

    O Derrick White acertando de três, o Tatum fazendo aqueles arremessos impossíveis dele, e a defesa finalmente funcionando como deveria. Os Hornets que vinham jogando bem o jogo todo simplesmente não conseguiram acompanhar o ritmo.

    Grant Williams, ex-Celtic, até tentou incomodar voltando ao TD Garden, mas não deu conta do recado. É sempre estranho ver um cara que já vestiu sua camisa jogando contra, mas é isso aí — NBA é negócio.

    O que mais me impressionou foi como o time soube lidar com a pressão. Precisavam dessa vitória pra manter a segunda posição, e entregaram exatamente quando importava. Isso é mentalidade de time campeão.

    E aí, vocês acham que os Celtics conseguem manter esse nível nos playoffs? Porque se continuarem jogando assim no último quarto, vai ser difícil parar eles…

  • Curry volta com tudo: dois arremessos de 4 pontos e Warriors quebram jejum

    Curry volta com tudo: dois arremessos de 4 pontos e Warriors quebram jejum

    Olha, eu já sabia que quando o Stephen Curry voltasse de lesão ia ser especial, mas dois arremessos de 4 pontos no mesmo jogo? Esse cara é simplesmente absurdo.

    Os Warriors venceram os Kings por 110 a 105 na terça-feira, quebrando uma sequência de quatro derrotas que tava deixando qualquer fã de Golden State com o coração apertado. E quem salvou a pátria? O Baby-faced Assassin, claro.

    O show do Chef Curry

    Foram 17 pontos em apenas seu segundo jogo de volta após ficar 27 jogos parado por conta de uma lesão no joelho direito. Sinceramente, acho que só o Curry mesmo pra fazer a diferença assim, saindo do banco e decidindo jogo.

    O mais louco? Ele empatou o jogo em 104 a 104 com uma bomba de três pontos faltando 2:38 para o fim, e na sequência fez uma assistência perfeita para o Podziemski acertar outro triplo que colocou os Warriors na frente. Pura magia de quem entende do negócio.

    E aqueles dois arremessos de 4 pontos no primeiro tempo foram de outro planeta — um aos 3:58 do segundo quarto e outro faltando 2:39 para o intervalo que botou Golden State com uma vantagem confortável de 60 a 44.

    Kings lutaram mas não foi suficiente

    Do lado de Sacramento, o rookie francês Maxime Raynaud jogou no próprio aniversário de 23 anos e fez bonito: 17 pontos e 8 rebotes. Killian Hayes saiu do banco para marcar 18 pontos, mas não adiantou — os Kings perderam mais uma, a sexta derrota em oito jogos.

    De’Anthony Melton foi o cestinha dos Warriors com 21 pontos, e Podziemski contribuiu com 20. Essa dupla tá mostrando que pode ajudar muito enquanto o elenco principal se recupera das lesões.

    Vocês acham que o Curry vai voltar ao quinteto inicial já no próximo jogo contra os Lakers e o LeBron? Seria um jogaço pra marcar o retorno dele como titular (se é que vai rolar mesmo).

    Uma curiosidade: os Warriors já usaram 40 formações iniciais diferentes nesta temporada! É muita lesão e muito experimento, mas pelo menos agora parece que as peças estão se encaixando de novo.

    Com essa vitória, Golden State praticamente garantiu a 10ª posição na Conferência Oeste para o play-in da próxima semana. E olha, com o Curry voltando assim, inspirado, quem sabe não fazem algum estrago por lá?

  • Kevin Porter Jr. opera o joelho e acabou a temporada no Bucks

    Kevin Porter Jr. opera o joelho e acabou a temporada no Bucks

    Cara, que notícia triste para quem acompanha o Kevin Porter Jr. O armador do Milwaukee Bucks passou por uma cirurgia artroscópica no joelho direito ontem e já era — temporada encerrada para ele.

    A cirurgia rolou em Vail, no Colorado, com o Dr. Tom Hackett da The Steadman Clinic. E olha, a história por trás dessa lesão é de partir o coração.

    A lesão que perseguiu o KPJ o ano todo

    O técnico Doc Rivers contou uma parada que me deixou com dó do cara. A lesão começou logo nos primeiros 8 minutos do primeiro jogo da temporada. Imagina só — você tá empolgado pra começar o ano, vestindo a camisa de um time que briga pelo título, e aí PLAFT. Se machuca logo de cara.

    “Nunca se recuperou totalmente dessa primeira lesão”, disse Rivers. E é foda mesmo, porque o Porter Jr. tava jogando pra caramba mesmo machucado. 17.4 pontos, 7.4 assistências e 5.2 rebotes por jogo em 38 partidas. Esses números mostram o quanto ele é importante pro sistema do Bucks.

    Sinceramente, eu acho que esse cara tinha tudo pra explodir de vez nessa temporada em Milwaukee. Depois de toda aquela confusão no Houston e a passagem complicada, ele tava encontrando o lugar dele no basquete.

    A conversa que mostra o caráter do cara

    O que mais me marcou foi o que Rivers contou sobre a conversa que teve com o KPJ no domingo. O garoto chegou no técnico e falou: “cara, eu não consegui te ajudar”. Mano, isso é de um profissionalismo absurdo.

    E a resposta do Rivers foi perfeita: “Não, você tá bem. Você só se machucou. Faz parte do jogo e acontece”. Essa química entre técnico e jogador é linda de ver, principalmente depois de tudo que o Porter Jr. já passou na carreira.

    A última vez que ele jogou foi no dia 17 de março. Desde então, deve ter tentado de tudo pra voltar, mas às vezes o corpo não colabora mesmo. Com 25 anos, ele ainda tem muito basquete pela frente — espero que volte 100% na próxima temporada.

    E vocês, acham que os Bucks sentem muito a falta dele nos playoffs? O cara tinha virado uma peça fundamental no esquema do Rivers.

  • Tatum encara fantasma do passado: volta ao MSG após lesão traumática

    Tatum encara fantasma do passado: volta ao MSG após lesão traumática

    Olha, eu não sei vocês, mas só de pensar no Jayson Tatum pisando no Madison Square Garden de novo já me dá um frio na barriga. E pelo que parece, ele tá sentindo a mesma coisa.

    “Não tô nem um pouco animado pra jogar lá”, confessou o astro do Celtics na terça-feira. E cara, dá pra entender perfeitamente o cara. A última vez que ele pisou naquela quadra foi pra ser carregado nos braços depois de romper o tendão de Aquiles. Que cena traumática, mano.

    O pesadelo que mudou tudo

    Foi no jogo 4 das semifinais da Conferência Leste, temporada passada. Celtics perdendo pros Knicks, e de repente o Tatum simplesmente desaba na quadra. Tendão de Aquiles direito rompido. Fim de temporada, fim de sonhos, início de um pesadelo de quase 10 meses de recuperação.

    Na minha opinião, poucas coisas no esporte são mais cruéis que uma lesão dessas numa hora decisiva. O cara tava voando, carregando o time nas costas, e do nada… acabou tudo.

    Mas olha só a mentalidade do monstro: voltou em março deste ano e desde então tá metendo mais de 20 pontos e 10 rebotes por jogo. Simplesmente absurdo a forma como ele se reconstruiu.

    A volta por cima que emociona

    “Eu sabia que uma hora ou outra teria que superar essa barreira e jogar lá de novo”, falou Tatum. E sinceramente, acho que essa é uma das declarações mais corajosas que já ouvi de um atleta.

    O Jaylen Brown, companheiro de equipe, disse uma coisa linda: “Estamos aqui pra isso. Temos as costas dele”. Cara, isso é o que é basquete de verdade – não é só sobre estatísticas, é sobre irmandade.

    E o técnico Joe Mazzulla? Falou tudo sobre como o processo de recuperação desde o primeiro dia foi fundamental. “Ele encarou cada etapa com muito trabalho e dedicação”, disse o treinador. Respeito total.

    O teste final

    Vocês acham que ele consegue dominar os demônios do passado? Porque olha, uma coisa é voltar a jogar. Outra é voltar justamente no lugar onde tudo desabou.

    “É mais um jogo no calendário”, disse Tatum, tentando soar casual. Mas a gente sabe que não é. É O jogo. O momento em que ele prova pra si mesmo (e pro mundo) que superou completamente aquele trauma.

    Tenho certeza que vai ser emocionante demais. O Tatum não é só um dos melhores jogadores da liga – ele é um exemplo de como se levanta depois de cair. E quinta-feira, no MSG, ele vai fechar definitivamente esse capítulo da sua carreira.

  • Tatum volta ao MSG onde se machucou: ‘Só mais um jogo’

    Tatum volta ao MSG onde se machucou: ‘Só mais um jogo’

    Olha, eu sei que o Jayson Tatum tá falando que é “só mais um jogo”, mas convenhamos — voltar ao Madison Square Garden depois de rasgar o tendão de Aquiles no mesmo lugar não deve ser nada fácil. O cara vai enfrentar os fantasmas na quinta-feira quando o Celtics pegar os Knicks.

    Foi lá mesmo, há quase um ano, que o Tatum sofreu aquela lesão traumática que deixou todo mundo de coração na mão. E agora? Agora ele tem que voltar e mostrar que superou tudo isso. Sinceramente, acho que ele tá sendo corajoso demais ao dizer que não tá animado com o jogo.

    A volta tem sido absurda

    Desde que voltou há um mês contra o Dallas, o cara tem sido simplesmente monstruoso. Boston tá com 13 vitórias e apenas 2 derrotas com ele em quadra. Treze e duas, gente! E o mais legal é ver ele melhorando a cada jogo.

    No começo da volta, ele tava meio travado mesmo — arremessando abaixo dos 50% nos primeiros 10 jogos. Mas nas últimas cinco partidas? O bicho acordou. Contra o Charlotte ontem, fez 23 pontos com 8 de 15 nos arremessos. Tá voltando ao nível que a gente conhece.

    E não é só pontuação não. O Tatum tá fazendo de tudo: rebote, assistência, defesa… É impressionante como ele nunca perdeu essa visão de jogo completo. Por isso que ele é craque mesmo.

    MSG: o bicho-papão que precisa ser enfrentado

    “Eu sabia que em algum momento teria que superar esse obstáculo”, disse o Tatum. E cara, ele tem razão. Não dá pra ficar fugindo do Madison Square Garden pro resto da carreira. Mas imagina a cabeça dele…

    A lesão aconteceu no quarto período do jogo 4 da semifinal contra os próprios Knicks. E advinha só? Se os playoffs começassem hoje, seria exatamente essa a matchup de novo na segunda rodada. O destino tem dessas coisas, né?

    O que eu acho mais interessante é como ele tá lidando com tudo isso. “Não tô necessariamente pulando jogos específicos. Decidi voltar a jogar, então é só mais um jogo na agenda.” Mano, que frieza! Mas por baixo dessa casca, imagino que deve estar um nervosismo danado.

    Celtics na briga pelo segundo lugar

    Com a vitória de ontem, Boston praticamente garantiu a segunda posição no Leste. Uma vitória na quinta já confirma tudo. E olha, com o Tatum voltando nesse nível, os Celtics têm tudo pra fazer barulho nos playoffs.

    “Estamos acelerando na hora certa”, falou o Tatum. E não é que ele tem razão? Pós All-Star Break é quando os times que querem brigar pelo título começam a mostrar a que vieram. E esse Celtics com Tatum de volta tá com uma cara muito boa.

    E aí, vocês acham que o nervosismo vai atrapalhar ele no MSG? Ou será que essa pressão toda vai fazer o Tatum explodir e mostrar pra todo mundo que superou o trauma de vez? Quinta-feira a gente descobre!

  • Bulls querem manter Donovan: CEO manda recado para candidatos

    Bulls querem manter Donovan: CEO manda recado para candidatos

    Olha, depois da limpa geral na diretoria dos Bulls ontem, o CEO Michael Reinsdorf foi bem direto: Billy Donovan fica. E qualquer candidato a novo executivo que não gostar dessa ideia pode procurar outro emprego.

    “Se eu entrevistar alguém e eles não estão vendidos no Billy, não estão vendidos em um técnico do Hall da Fama, então provavelmente não são o candidato certo para nós”, disparou Reinsdorf na terça.

    Cara, eu entendo a posição do cara. Donovan não é qualquer um — bicampeão pela Flórida no college, levou o OKC longe nos playoffs, e convenhamos, com os elencos que ele teve em Chicago, fez milagre.

    A reviravolta na diretoria

    Segunda-feira foi dia de demissão em massa. Arturas Karnisovas (VP de operações) e Marc Eversley (GM) levaram o pé na bunda depois de seis anos que renderam… uma classificação aos playoffs. Uma!

    O recado do Reinsdorf foi cristalino: qualquer novo executivo vai ter que trabalhar com Donovan, ponto final. E sinceramente? Acho que faz sentido. O cara tem 467-411 como técnico na NBA, foi pro Hall da Fama em setembro passado. Não é qualquer zé-ruela.

    Mas aqui vem a grande questão: será que o próprio Donovan quer ficar? Porque ele mesmo disse que precisa ver qual é o plano da organização antes de bater o martelo.

    Donovan no centro das atenções

    “A organização quer competir no mais alto nível, e eu também”, disse Billy antes do jogo contra Washington. O cara de 60 anos ainda tem fogo no olho, isso é fato.

    As opções dele são interessantes: ficar em Chicago (talvez com mais poder de decisão), procurar outro time da NBA, ou voltar pro college. Só que a vaga mais cobiçada — North Carolina — já foi preenchida pelo Michael Malone.

    Reinsdorf garante que não vai demorar para ter uma resposta. “Não acho que vai levar muito tempo para o Billy chegar a uma conclusão”, falou. A temporada acaba semana que vem, e aí é sentar e conversar.

    O plano para o futuro

    O que mais me chamou atenção foi o papo do Reinsdorf sobre construir algo duradouro. “Quero que seja ano após ano, que tenhamos chance de ser competitivos e vencer”, disse.

    Bom, com um recorde de 29-49 e quatro anos seguidos fora dos playoffs, alguma coisa precisa mudar mesmo. A pergunta é: será que manter Donovan e trocar só a diretoria vai resolver?

    Vocês acham que o Billy deveria ficar mesmo? Ou é hora de uma mudança completa? Porque olhando de fora, parece que o problema dos Bulls vai além do banco de reservas…

  • Wemby machucado pode perder prêmios por conta da regra idiota da NBA

    Wemby machucado pode perder prêmios por conta da regra idiota da NBA

    Olha, não é possível que a NBA vai tirar os prêmios do Wembanyama por causa de uma regra que não faz o menor sentido. O francês está listado como “dúvida” para o jogo contra o Portland Trail Blazers de quarta-feira depois de bater as costelas no Paul George na vitória contra o Philadelphia 76ers.

    A situação é a seguinte: Wemby precisa jogar pelo menos 20 minutos em MAIS UM jogo para chegar aos 65 jogos obrigatórios da temporada. Se não conseguir, pode perder o Defensive Player of the Year (que tá praticamente garantido pra ele), ficar de fora da disputa do MVP e ainda perder a vaga no First Team All-NBA. É revoltante.

    O que aconteceu com o Alien

    Na segunda-feira contra os Sixers, Wemby trombou com o PG13 no segundo quarto e teve que ir pro vestiário. Voltou pro jogo mas pediu pra sair antes do intervalo — quem viu sabe que ele tava sentindo dor mesmo. Resultado: contusão nas costelas e fora do segundo tempo.

    As radiografias deram negativo (graças a Deus), mas ele ainda vai fazer exames mais detalhados. Segundo o Jeff Stotts, que acompanha lesões na NBA há anos, contusão nas costelas geralmente tira o jogador por 4.4 dias em média, ou seja, uns dois jogos no máximo.

    Sinceramente, em qualquer situação normal o San Antonio Spurs simplesmente pouparia o cara pro resto da temporada regular. Eles já garantiram a segunda colocação no Oeste, então faz todo sentido preservar a joia pra os playoffs.

    A regra mais idiota da liga

    Mas não é uma situação normal, né? Por causa dessa regra dos 65 jogos que a NBA inventou, Wemby pode ser prejudicado numa temporada HISTÓRICA. O moleque tá fazendo 24.8 pontos, 11.5 rebotes e LÍDER DA LIGA em tocos com 3.1 por jogo. Em apenas 29.2 minutos!

    É o tipo de coisa que me deixa pistola com a NBA. Criaram uma regra pra “forçar” os jogadores a jogarem mais, mas na prática pode punir um cara que perdeu jogos por lesão legítima. Wemby não tá faltando jogo por preguiça ou load management não — o francês é viciado em basquete.

    Segundo o Shams Charania, da ESPN, existe “confiança” de que ele vai conseguir jogar em pelo menos um dos três últimos jogos (Trail Blazers, Mavericks e Nuggets). Tomara que sim, porque seria uma injustiça absurda ver o melhor defensor da liga perder o prêmio por 20 minutinhos de quadra.

    E vocês, acham que a NBA deveria repensar essa regra dos 65 jogos? Porque pra mim, punir um fenômeno como Wembanyama por conta de uma contusão é de dar raiva mesmo.

  • Spurs nos playoffs após 7 anos: quem vocês querem enfrentar?

    Spurs nos playoffs após 7 anos: quem vocês querem enfrentar?

    Gente, eu ainda não acredito que estou escrevendo isso. Os San Antonio Spurs vão disputar os playoffs pela primeira vez em SETE anos! Sete! Parece que foi ontem que estávamos sofrendo com as temporadas horríveis pós-era Tim Duncan.

    E o mais absurdo? Não só voltaram, como conseguiram vantagem de mando de quadra nas duas primeiras rodadas. Sinceramente, quem previu isso no começo da temporada estava mentindo ou é vidente.

    O caminho provável na primeira rodada

    Pelo jeito, vamos enfrentar quem sair vencedor do primeiro jogo do Play-In. Provavelmente será entre Suns, Clippers e Trail Blazers — e olha, de todos esses, prefiro MIL vezes pegar os Clippers. Os Spurs foram perfeitos contra eles na temporada: 3-0. Três a zero! Kawhi Leonard deve estar tendo pesadelos com San Antonio até hoje (desculpa, não resisti).

    Contra os Suns ficou 2-2, e contra Portland 1-1 — com o último confronto rolando ainda nesta quarta. Vai ser interessante ver como os caras se saem nesse último teste antes dos playoffs.

    Segunda rodada: aí a coisa complica

    Se passarmos da primeira (e vamos passar, né?), provavelmente vamos dar de cara com o Denver Nuggets. Cara, os caras acabaram de vencer os Spurs na prorrogação e lideram o confronto direto por 2-1. Jokic é simplesmente um monstro, e aquele time sabe jogar playoff.

    A única esperança é que os Lakers despencaram depois das lesões do Luka Doncic e Austin Reaves, permitindo que Denver subisse para a terceira posição. Se por acaso Denver tropeçar na primeira rodada, aí enfrentaríamos o Minnesota Timberwolves — que também não é moleza, hein. Perdemos 2-1 para eles na temporada.

    Mas olha, depois de sete anos no ostracismo, qualquer adversário é bem-vindo. O importante é que os Spurs estão DE VOLTA ao palco principal da NBA. E vocês, qual matchup preferem ver? Quem acham que é o caminho mais realista para um título? Eu sei que parece loucura falar em título agora, mas… e se der certo?

  • Mavs x Clippers hoje: será que vamos estragar a tanking?

    Mavs x Clippers hoje: será que vamos estragar a tanking?

    Olha, vou ser sincero com vocês: essa é uma daquelas situações complicadas pra gente que torce pros Mavericks. O time tá com 25 vitórias e 53 derrotas — claramente numa temporada de reconstrução — e agora vai enfrentar os Clippers (40-38) que estão desesperados por uma vaga no play-in.

    O jogo é hoje à noite, 22h30 (horário de Brasília), no Crypto.com Arena, em Los Angeles. E cara, eu tô meio dividido aqui. Por um lado, sempre quero que o Dallas ganhe. Por outro… será que não é melhor perder pra garantir uma posição melhor no draft?

    O dilema da tanking season

    Depois de bater o Lakers no domingo — numa partida que foi divertida de assistir mas complicou nossas chances na loteria —, o Mavs tá nessa sinuca de bico clássica do final de temporada. Os Clippers PRECISAM ganhar pra tentar garantir a oitava colocação no Oeste e entrar no play-in. Já o Dallas… bem, se formos honestos sobre como funciona a tanking, não pode se dar ao luxo de ganhar esse jogo.

    E o mais engraçado? O relatório de lesões dos Mavs tá parecendo uma lista de Natal. Marvin Bagley vai jogar mesmo com problema no ombro, John Poulakidas e Tyler Smith também estão confirmados (mesmo sendo jogadores de two-way). Já Daniel Gafford tá como “duvidoso” — brincadeira que o cara “talvez não tenha mais um braço”. PJ Washington também é dúvida por “dores no corpo” (aquela clássica desculpa de final de temporada) e Brandon Williams tá doente.

    Clippers desesperados por uma vitória

    Do outro lado, os Clippers tão quase com o elenco completo, tirando o Bradley Beal que tá machucado — mas isso já é padrão dele, né? O time de LA não pode vacilar nesse momento da temporada.

    Sinceramente? Acho que vai ser um jogo estranho de assistir. Parte de mim quer ver os meninos jogarem bem e saírem com a vitória, porque é sempre bom ver o time competindo. Mas a parte racional sabe que uma derrota aqui seria melhor pro futuro da franquia.

    E aí, pessoal? Vocês tão torcendo pro que hoje? Uma vitória heroica ou uma “derrota estratégica”? Deixem aí nos comentários o que vocês acham que vai rolar nesse jogo!

    O jogo vai passar no NBA League Pass e nas plataformas de streaming habituais. Vamos torcer — ou não — juntos!