Autor: Leandro Amorim

  • Porter Jr. vai operar o joelho e já era pra temporada dos Bucks

    Porter Jr. vai operar o joelho e já era pra temporada dos Bucks

    Cara, que azar desgraçado. Kevin Porter Jr., dos Milwaukee Bucks, vai passar por mais uma cirurgia no joelho e pode esquecer o resto da temporada 2025-26. É a segunda cirurgia dele no joelho só nesta temporada — imagina a frustração do cara.

    Porter estava fora há dez jogos por causa de uma sinovite (inflamação severa no joelho, pra quem não manjou o termo médico). E olha, quando o cara conseguia jogar, tava mandando muito bem. Médias de carreira em assistências (7.4 por jogo), roubadas de bola (2.2) e aproveitamento nos arremessos (.465). O problema? Só conseguiu disputar 38 jogos na temporada inteira.

    Uma temporada de altos e baixos (mais baixos que altos)

    A bad luck do Porter começou cedo. O maluco torceu o tornozelo nove minutos depois do início da temporada — nove minutos! Depois foi uma sequência de contusões que não acabava mais: menisco rompido, distensão no oblíquo… Uma coisa atrás da outra.

    E é frustrante porque quando estava em quadra, Porter mostrava uma evolução absurda. A distribuição de bola dele melhorou demais, a eficiência nos arremessos também. Dava pra ver que o cara tinha dado um salto no jogo. Mas aí o corpo não colaborou.

    Doc Rivers e o papo sincero

    O que mais me chamou atenção foi o que o técnico Doc Rivers contou na coletiva. Porter chegou pra ele domingo e falou: “Cara, eu não consegui te ajudar”. Rivers respondeu que era só azar mesmo, que faz parte do jogo.

    Sinceramente, acho que isso mostra o caráter do Porter. O moleque tava se cobrando mesmo sabendo que não tinha culpa das lesões. Isso é mentalidade de jogador que quer vencer.

    E agora? Fica ou sai?

    Aqui é que a coisa complica. Porter tem uma opção de jogador de US$ 5,3 milhões pros Bucks. Com essas lesões todas, será que ele aceita o dinheiro garantido ou arrisca na agência livre? Imagino que os times vão ficar meio receosos com o histórico dele agora.

    Na minha visão, Milwaukee perdeu uma peça importante. Com Porter saudável, eles estariam bem mais próximos dos playoffs. O cara tinha encontrado seu lugar no sistema, virou um facilitador de primeira. Agora é torcer pra que volte 100% na próxima temporada.

    E vocês, acham que Porter deveria aceitar a opção com os Bucks ou tentar a sorte no mercado?

  • Wizards levam sapatada dos Bulls: 129-98 em casa mesmo

    Wizards levam sapatada dos Bulls: 129-98 em casa mesmo

    Olha, eu já esperava que ia ser feio, mas 129 a 98? Em casa? Os Wizards conseguiram transformar o Capital One Arena numa casa de horrores ontem à noite contra o Chicago Bulls.

    A coisa começou até equilibrada — Washington chegou a abrir uma pequena vantagem no comecinho. Mas aí os Bulls resolveram que não era dia pra brincadeira. Acertaram 54% dos arremessos no primeiro quarto e fizeram 38 a 18. Pronto, era só questão de administrar o resto do jogo.

    Coulibaly tentou, mas não deu

    No meio dessa tragédia toda, Bilal Coulibaly pelo menos mostrou que tá vivo. 19 pontos do francês, que continua sendo uma das poucas coisas boas dessa temporada dos Wizards. Juju Reese também deu as caras com um double-double honesto: 17 pontos e 11 rebotes.

    Do lado dos Bulls, Rob Dillingham mandou 26 pontos e basicamente fez o que quis em quadra. Sinceramente, quando um time acerta mais da metade dos arremessos logo no primeiro período, você já sabe como a história vai terminar.

    Pelo menos tem o Draft…

    Tá, a derrota foi feia mesmo, mas tem um lado positivo nisso tudo (se é que dá pra chamar de positivo). Os Wizards vão manter a pick protegida do Draft de 2026! Com essa campanha desastrosa, pelo menos Washington vai ter munição pra tentar se reforçar na próxima temporada.

    E o pior? Ainda tem mais um jogo contra esses mesmos Bulls na quinta-feira, às 20h (horário de Brasília), no mesmo Capital One Arena. Vocês acham que vai ser diferente? Eu tenho minhas dúvidas…

    Essa temporada dos Wizards tá sendo um teste de paciência pra torcida. Pelo menos o tank tá funcionando direitinho pro Draft. É isso que sobra quando seu time perde de 31 pontos em casa.

  • Doc Rivers pode largar tudo pelos netos: “É hora de vê-los mais”

    Doc Rivers pode largar tudo pelos netos: “É hora de vê-los mais”

    Cara, o Doc Rivers praticamente já tem um pé fora do Milwaukee — e o motivo é dos mais nobres possíveis. O veterano técnico dos Bucks, que tá indo pro Hall da Fama esse ano, deu a entender que pode pendurar as chuteiras quando essa temporada desastrosa acabar.

    O motivo? Os netos dele.

    “Não vou responder isso, mas eu tenho netos que quero ver”, disse Rivers pros repórteres quando perguntaram sobre o futuro dele. “Vou deixar vocês descobrirem o resto.”

    E olha, eu entendo perfeitamente o cara. Rivers tem 64 anos, é o técnico em atividade com mais vitórias na NBA (sexto de todos os tempos), já ganhou um título em 2008 com o Boston — tem mais o que provar não.

    Temporada de pesadelo em Milwaukee

    Sinceramente, depois do que foi essa temporada dos Bucks, eu também estaria pensando em aposentar. A equipe começou com sonhos de título, tinha o Giannis (quando não tava machucado), contrataram o Myles Turner… e deu no que deu.

    Começaram 8-5 e depois perderam sete seguidas. Desde novembro que não conseguem nem ficar no top 8 do Leste. O Giannis jogou apenas 36 partidas — de longe o menor número da carreira de 13 anos dele. E pra piorar, rolou até especulação sobre trocar o Greek Freak!

    “A parte difícil de tudo isso é que eu tô no meio quando não tenho nada a ver com isso”, desabafou Rivers na semana passada. “Técnicos não decidem nada disso. Mas o problema da nossa liga é que os técnicos ficam na frente e temos que responder essas perguntas.”

    “Sete netos, todos com 8 anos ou menos”

    Mas voltando ao que realmente importa pra ele agora. Rivers foi bem claro sobre suas prioridades: “Tenho seven netos agora e todos têm 8 anos ou menos. E me mata toda vez que perco o dia dos avós na escola de cada um deles. Provavelmente é hora de vê-los mais.”

    Mano, isso aí é muito real. Quem tem neto sabe — esses momentos não voltam. O cara já provou tudo o que tinha que provar no basquete. Rivers entrou no meio da temporada 2023-24 em Milwaukee tentando salvar o barco, mas às vezes não tem jeito mesmo.

    E se ele realmente aposentar, pode apostar que as emissoras vão brigar pra contratar ele como comentarista. O cara já trabalhou na TV antes e tem aquela personalidade que funciona bem nos estúdios.

    Vocês acham que ele realmente vai parar? Ou é só pressão do momento depois dessa temporada frustrante? Eu, particularmente, acho que depois de ir pro Hall da Fama, com sete netinhos esperando o vovô em casa… talvez seja mesmo hora de uma nova fase na vida do Doc Rivers.

  • Stevens não se surpreende com o sucesso dos Celtics sem Tatum

    Stevens não se surpreende com o sucesso dos Celtics sem Tatum

    Olha só, eu confesso que não esperava essa dos Celtics quando a temporada começou. Com o Jayson Tatum fora por conta da lesão no tendão de Aquiles e as saídas pesadas de Jrue Holiday, Kristaps Porzingis e Al Horford, todo mundo (inclusive eu) achava que seria um ano de transição em Boston.

    Mas o Brad Stevens, que hoje é presidente de operações do time, nunca descartou a possibilidade de brigar lá em cima. E cara, como ele estava certo.

    Jaylen Brown virou o monstro que sempre poderia ser

    Com o Tatum fora, o Jaylen Brown simplesmente decidiu que era a hora dele. E que temporada absurda ele tá fazendo! Médias de carreira em pontos (28.7), rebotes (7.0) e assistências (5.2). O cara tá literalmente no papo de MVP — e olha que a concorrência tá feroz.

    Desde que o Tatum voltou no início de março, o Brown continuou nesse nível estratosférico, o que aliviou demais a pressão no ombro do companheiro. Tatum já emplacou cinco jogos seguidos com 20+ pontos antes do jogo de terça. Vocês acham que essa dupla pode levar Boston ao título?

    A profundidade que ninguém esperava

    Mas não é só a dupla de estrelas que tá funcionando. Neemias Queta — sim, o português — saiu de quarto reserva para titular e virou um dos pivôs mais eficientes da liga. Absurdo a evolução desse cara.

    Payton Pritchard, Sam Hauser, Jordan Walsh… Todo mundo dando um step up quando precisa. Isso que é basquete coletivo, galera. E o Joe Mazzulla? Tá sendo cotado para técnico do ano por uma razão.

    “Eu me sinto exatamente igual ao início da temporada”, disse Stevens. “Quando chegarmos aos playoffs, será a mesma coisa. É um jogo de cada vez.”

    Essa mentalidade do Stevens sempre me impressionou. O cara não se empolga, não vende ilusão. Só trabalha e deixa o basquete falar. E sinceramente? Com essa postura, Boston pode surpreender muito nos playoffs.

    A conferência Leste tá uma loucura, mas se tem um time que eu não descartaria de jeito nenhum numa série de playoffs, são esses Celtics. Eles têm tudo: estrelas que performam, banco que contribui, técnico que entende o jogo e uma mentalidade vencedora.

  • Mavs mandam a real pro JJ Redick sobre lesão do Austin Reaves

    Mavs mandam a real pro JJ Redick sobre lesão do Austin Reaves

    Olha, essa história tá esquentando mais que o Texas no verão. O JJ Redick, técnico dos Lakers, saiu falando que o pessoal médico dos Mavericks fez cagada no exame do Austin Reaves. E agora os Mavs mandaram a resposta — e não foi das mais educadas não.

    A treta começou quando o Reaves se lesionou contra o Thunder na quinta-feira passada. Distensão de grau 2 no oblíquo — uma daquelas lesões chatinhas que deixa o cara fora por um tempão. O problema é que, quando os Lakers foram jogar em Dallas no domingo seguinte, estavam esperando o resultado da ressonância pra saber se o garoto ia poder jogar.

    A bronca do JJ Redick

    Aí que o Redick soltou o verbo. O cara falou que o departamento médico de Dallas tinha escaneado a área errada do Reaves. Tipo, imagina a situação: você manda fazer um exame e o pessoal olha o lugar errado? Segundo o técnico dos Lakers:

    “Não sei onde fica a responsabilidade na cadeia de comando da equipe médica de Dallas, mas eles escanearam a área errada. Então… o problema não foi do nosso lado. Nós deixamos bem claro o que deveria ser escaneado, mas eles escanearam a área errada.”

    Cara, se fosse verdade mesmo, seria de dar vergonha alheia. Mas os Mavs não engoliram essa não.

    Mavs não deixam barato

    A resposta dos texanos veio rápida e direta, sem rodeios. Em nota oficial pro jornalista Ron Harrod Jr., do DLLS Sports, eles foram bem claros:

    “Nossa equipe médica seguiu protocolos padrão de imagem baseados nas informações fornecidas no momento. Não houve erro no exame realizado.”

    Traduzindo: “JJ, para de falar besteira.” Sinceramente, acho que essa é uma daquelas situações onde alguém tá tentando jogar a culpa em outro lugar. O Reaves se machucou, precisou fazer um segundo exame, e agora tá fora pelo resto da temporada regular. Acontece.

    E não é só o Reaves que tá no departamento médico não — o próprio Luka Dončić também tá fora com distensão de grau 2 na coxa. Dois caras importantes dos playoffs em dúvida.

    Lakers levam surra em Dallas

    Pra piorar a situação dos Lakers, eles ainda tomaram uma lavada de 134-128 em Dallas. O Cooper Flagg — que eu já falei que esse moleque é monstro — meteu 45 pontos na cara dos caras. Absurdo.

    Com essa derrota, os Lakers perderam a terceira colocação no Oeste pro Denver. Tá complicado pra galera de Los Angeles, que agora precisa lidar com lesões importantes e ainda por cima perdeu posição na tabela.

    E aí, o que vocês acham dessa treta? JJ Redick tá certo ou só tá procurando desculpa pra explicar pro Bron por que o time tá desandando?

  • Dosunmu brilha, Wolves goleiam Pacers e ficam perto dos playoffs

    Dosunmu brilha, Wolves goleiam Pacers e ficam perto dos playoffs

    Olha, eu não esperava que o Ayo Dosunmu fosse ser o protagonista de uma noite dessas. O cara simplesmente destruiu os Pacers ontem, anotando 24 pontos na goleada dos Timberwolves por 124 a 104. E o mais impressionante? Fez isso sem Anthony Edwards em quadra.

    Dosunmu estava em um desses dias que tudo que ele tentava, entrava. Junto com Julius Randle (19 pontos) e Bones Hyland (também 19), formaram um trio que não deu chance alguma para Indiana. Sinceramente, foi uma aula de como jogar basquete coletivo.

    Edwards fora, outros dentro

    O mais legal dessa vitória foi ver como Minnesota conseguiu funcionar mesmo sem sua estrela principal. Edwards já perdeu 9 dos últimos 11 jogos por causa do joelho direito, e McDaniels também continua no departamento médico. Mas cara, é isso que separa os bons times dos ruins — profundidade de elenco.

    Rudy Gobert fez sua parte no garrafão com 12 rebotes, e Hyland distribuiu 7 assistências. É esse tipo de performance coletiva que me faz acreditar que Minnesota pode fazer barulho nos playoffs.

    Pacers seguem na luta contra o histórico

    Do outro lado, os Pacers continuam naquela situação complicada. Ethan Thompson foi o cestinha com 17 pontos, Obi Toppin e Jalen Slawson contribuíram com 14 cada, mas não adiantou nada. O time está 4-22 nos últimos 26 jogos — números absurdos de ruins.

    A situação é tão complicada que Indiana ainda precisa de duas vitórias para não quebrar o recorde negativo de vitórias na história da franquia na NBA. É de dar dó, mas é o esporte.

    O jogo nunca foi páreo, na real. Minnesota abriu vantagem dupla ainda no primeiro quarto e administrou tranquilo. Quando os Pacers tentaram uma reação no terceiro período (chegaram a encostar em 77-67), os Wolves responderam com um parcial brutal de 25-5 que sepultou qualquer chance de virada.

    E aí, vocês acham que Minnesota consegue manter esse ritmo quando Edwards voltar? Porque se conseguir, esse time pode incomodar bastante no Oeste.

  • Ex-draft da NBA que estreou em Baylor vai para o portal de transferências

    Ex-draft da NBA que estreou em Baylor vai para o portal de transferências

    Olha só que situação bizarra: James Nnaji, o pivô nigeriano de 2,13m que fez história ao se tornar o primeiro jogador draftado pela NBA a jogar basquete universitário, já está de saída de Baylor. Cara, nem completou uma temporada inteira e já quer vazar!

    O moleque de 21 anos entrou no portal de transferências depois de uma passagem bem apagada pelos Bears. Foram apenas 18 jogos, média de 1,4 pontos em 8 minutos por partida. Sinceramente? Esperava bem mais de alguém que foi escolhido na posição 31 do Draft de 2023.

    A polêmica que balançou o college

    A chegada do Nnaji em Baylor no meio da temporada foi um dos maiores pepinos que o basquete universitário já viu. O cara tinha passado anos no Barcelona, foi draftado pelos Pistons (mas seus direitos acabaram com os Knicks), jogou Summer League… e de repente apareceu querendo jogar college aos 21 anos?

    A NCAA virou um caos total. John Calipari do Arkansas pediu explicações, Dan Hurley de UConn reclamou da falta de regras claras, e Tom Izzo do Michigan State mandou um “que vergonha, NCAA” que ecoou por todo o país. E olha que eu concordo com eles — como deixa um cara que já foi draftado jogar contra moleques de 18 anos?

    A única coisa que salvou o Nnaji foi nunca ter assinado um contrato na NBA. Tecnicamente, ele ainda era “amador”. Mas convenhamos, é uma linha bem tênue entre profissional e amador quando você joga Summer League há dois anos, né?

    Rendimento decepcionante

    Baylor apostou alto no nigeriano para fortalecer o garrafão, mas a coisa não funcionou. O time terminou com 17 vitórias e 17 derrotas — uma das piores campanhas recentes dos Bears. E o Nnaji? Bom, 69% de aproveitamento nos arremessos não compensa quando você mal toca na bola.

    O mais louco é que ele abriu precedente para outros casos esquisitos. Charles Bediako conseguiu voltar para Alabama depois de DOIS ANOS longe, mas pelo menos o cara teve números decentes: 10 pontos, 4,6 rebotes por jogo.

    E aí, vocês acham que algum time vai apostar no Nnaji na próxima? O cara tem o físico, tem 21 anos, mas essa primeira experiência no college não foi nada animadora. Talvez precise de um programa que dê mais minutos e confiança para mostrar seu real potencial.

    Uma coisa é certa: essa história toda mudou para sempre a relação entre NBA e basquete universitário. A NCAA já está correndo atrás de novas regras para evitar mais situações assim. Mas para o Nnaji, o importante agora é encontrar um lugar onde possa realmente jogar bola.

  • Bulls quebram jejum humilhando os Wizards após demitir a cúpula

    Bulls quebram jejum humilhando os Wizards após demitir a cúpula

    Olha, eu não esperava isso mas… às vezes uma demissão na diretoria funciona mesmo como terapia de choque. Os Bulls acabaram com um jejum de 7 derrotas seguidas ontem à noite, massacrando os Wizards por 129-98 em Washington. E cara, foi um massacre mesmo.

    Rob Dillingham teve a noite da vida dele, cravando 26 pontos — recorde na carreira do garoto. Patrick Williams também resolveu aparecer pro jogo com 20 pontos, assim como Tre Jones que ainda distribuiu 9 assistências. Quando três caras diferentes explodem assim no mesmo jogo, você sabe que o time tava precisando desabafar.

    A mudança na direção surtiu efeito?

    Na segunda-feira, os Bulls demitiram Arturas Karnisovas e Marc Eversley — o famoso presidente de operações e o GM. Primeiro jogo depois disso? Vitória por 31 pontos de diferença. Coincidência? Eu acho que não.

    O time de Chicago tava numa situação bizarra: eram 23-22 lá em janeiro, ou seja, brigando por playoff. Daí despencaram e perderam 27 dos últimos 34 jogos. Sinceramente, demitir alguém era questão de tempo mesmo.

    Agora o CEO Michael Reinsdorf já saiu falando que quer manter o técnico Billy Donovan pra próxima temporada. Faz sentido — o cara pelo menos conseguiu essa reação imediata do time.

    Wizards fazendo tanking descarado

    Do outro lado, os Wizards nem disfarçam mais que tão jogando pelo pior recorde da liga. Escalaram dois caras com contratos two-way (Juju Reese e Leaky Black) de titulares, junto com Anthony Gill que normalmente nem sai do banco.

    Bilal Coulibaly, que é praticamente o único cara interessante que sobrou no time, fez 19 pontos. Reese teve um double-double com 17 pontos e 11 rebotes — pelo menos o garoto aproveitou a chance.

    Mas olha o cenário: Washington perdeu 23 dos últimos 24 jogos. Vinte e três! Isso não é azar não, gente. É projeto mesmo.

    E aí, vocês acham que os Bulls conseguem embalar agora ou foi só um alívio momentâneo depois da demissão? Quinta-feira tem jogo de volta entre os dois times, vai ser interessante ver se Chicago confirma ou se volta pro buraco.

  • Heat volta pro play-in pelo 4º ano seguido – e olha que eles não queriam

    Heat volta pro play-in pelo 4º ano seguido – e olha que eles não queriam

    Cara, o Miami Heat conseguiu a proeza de ir pro play-in tournament pelo quarto ano consecutivo. E não, não é motivo de orgulho — pelo menos não pra eles.

    A situação se confirmou na derrota feia pra Toronto por 121-95 na terça-feira. Com essa, o Heat não consegue mais terminar no top 6 do Leste, ou seja: play-in obrigatório de novo.

    “Somos melhores que isso”

    O Bam Adebayo tinha falado há algumas semanas que “somos melhores do que ficar no play-in”. E sinceramente? Ele tem razão. Um time que chegou nas finais em 2023 não deveria estar nessa posição.

    Mas a realidade é dura: 13 vitórias e 20 derrotas contra os outros times do Leste que vão pros playoffs. Isso dói, né?

    O Erik Spoelstra não escondeu a frustração: “Estamos desapontados por não conseguirmos trazer outro nível de espírito competitivo”. Traduzindo: eles sabem que têm potencial pra mais.

    Pelo menos sabem jogar play-in

    Olha, se tem uma coisa que o Heat sabe fazer é sobreviver no play-in. Das três vezes que foram, passaram todas. No ano passado, como 10º colocado, ganharam dois jogos fora de casa pra garantir vaga. Em 2023, usaram o play-in como trampolim pra chegar nas finais da NBA — perdendo pro Denver, mas chegaram lá.

    Então experiência eles têm. A questão é: dá pra continuar dependendo disso? Na minha opinião, não. Um time com a tradição do Heat deveria estar brigando por posição mais alta na tabela.

    E vocês, acham que o Heat consegue repetir o milagre de 2023 e fazer uma campanha histórica saindo do play-in? Ou chegou a hora de admitir que esse núcleo precisa de mudanças?

    O play-in rola de 14 a 17 de abril. O Heat já garantiu vaga, agora é ver se consegue fazer alguma mágica de novo — porque com esse retrospecto contra times bons do Leste, vai precisar de muito mais que sorte.

  • JB mete 35 pontos e Celtics dominam Hornets na reta final

    JB mete 35 pontos e Celtics dominam Hornets na reta final

    Meu amigo, o Jaylen Brown tá numa sequência absurda. Ontem contra o Charlotte foram mais 35 pontos na conta, com 9 rebotes de quebra. O cara simplesmente não para de fazer cesta — já são 10 jogos seguidos marcando 26 ou mais pontos. Tá numa fase que tudo que arremessa, entra.

    O Boston fechou o jogo em 113 a 102, mas não foi moleza não. Os Hornets chegaram a abrir 11 pontos de vantagem no primeiro tempo, deixando a torcida do TD Garden meio nervosa. Só que aí chegou o terceiro quarto — e vocês sabem como é, né? Celtics são especialistas em virar o switch quando precisa.

    A dupla dinâmica funcionou de novo

    O Tatum também fez a sua parte, cravando 23 pontos. E olha que interessante: os dois ficaram em quadra o quarto inteiro. Brad Stevens não quis saber de descanso — e fez bem, porque os Hornets estavam incomodando bastante.

    Do outro lado, o LaMelo Ball fez um jogaço também. 36 pontos, o segundo jogo consecutivo passando dos 30. O moleque tem talento demais, mas sozinho não dá. Brandon Miller ajudou com 20, Miles Bridges fez um double-double (13 pontos e 12 rebotes), mas não foi suficiente.

    Playoff em vista

    Com essa vitória, Boston praticamente garantiu a segunda posição na Conferência Leste. E tem mais: eles fecharam a série da temporada regular contra Charlotte em 2-1. Por que isso importa? Simples — existe uma boa chance dos dois se encontrarem logo na primeira rodada dos playoffs.

    Sinceramente, acho que seria um confronto interessante. Os Hornets têm jogadores que podem incomodar qualquer um quando estão no dia, mas a experiência e a consistência dos Celtics fazem a diferença. O que vocês acham? Hornets conseguiriam levar pelo menos dois jogos numa série contra Boston?

    Ah, e tem um detalhe que me chamou atenção: Kon Knueppel, que está na briga pelo Rookie of the Year, teve uma noite para esquecer. Só 5 de 16 arremessos convertidos, terminando com apenas 13 pontos. Acontece — até os melhores têm seus dias ruins.