Autor: Leandro Amorim

  • Warriors x Kings hoje: Curry de volta e Sacramento na bronca

    Warriors x Kings hoje: Curry de volta e Sacramento na bronca

    Olha, vou ser sincero com vocês: quando vi que o Sacramento Kings ia enfrentar o Golden State Warriors hoje à noite, com oito jogadores importantes machucados, já imaginei o estrago que ia dar. Mas aí lembrei que é NBA, né? Qualquer coisa pode acontecer.

    O grande destaque da noite é obviamente o Stephen Curry. O cara voltou no domingo depois de ficar 27 jogos fora (uma eternidade!) e hoje deve jogar mais minutos ainda. Os Warriors (36-42) precisam desesperadamente quebrar uma sequência de quatro derrotas seguidas. Já pensaram? Quatro seguidas! Para um time acostumado a dominar, isso dói.

    Sacramento sem meio time titular

    Do lado dos Kings (21-58), a situação tá complicada. Sem Domantas Sabonis, sem Keegan Murray… cara, tão sem praticamente todo mundo. Sobrou pro rookie francês Maxime Raynaud carregar o piano — e sinceramente, o garoto tem mostrado serviço. Vem fazendo double-double nos últimos cinco jogos.

    O DeMar DeRozan ainda é dúvida, mas mesmo se jogar, vai ser difícil segurar essa onda dos Warriors em casa. O Chase Center promete estar pegando fogo hoje.

    Curry x Defesa inexistente do Kings

    Na minha opinião, essa vai ser uma aula de basquete do Curry. Com o Kings sem praticamente ninguém no perímetro para defender, o Chef vai ter campo livre para fazer aquelas cestas malucas que só ele sabe fazer. E olha que ele tá voltando devagar, imaginem quando estiver 100%!

    O Draymond Green também deve aparecer bem. Contra um time jovem e desfalcado assim, a experiência do veterano faz toda diferença. Sem falar que os Warriors vão poder usar aqueles lineups pequenos que tanto gostam — Curry e Podziemski juntos na quadra deve ser um show.

    As odds estão dando Warriors por 15.5 pontos de vantagem. Pesado, mas não acho exagero não. Sacramento tá realmente na bronca, e Golden State precisa voltar a vencer para pegar confiança para os playoffs.

    Vocês acham que os Kings conseguem pelo menos manter o jogo competitivo? Ou vai ser mais uma daquelas goleadas que a gente vê no final da temporada regular?

  • Mac McClung domina G League e leva MVP com números absurdos

    Mac McClung domina G League e leva MVP com números absurdos

    Gente, o Mac McClung não brinca em serviço! O cara simplesmente destruiu a G League essa temporada e levou o MVP com números que fazem qualquer um cair pra trás: 31.8 pontos de média. Trinta e um vírgula oito. Isso aí não é número de liga de desenvolvimento, é estatística de All-Star da NBA mesmo.

    E olha que não foi só chute de longe não — McClung meteu 51.5% do campo e ainda acertou 38.1% das bolas de três em 40 jogos pelo Windy City Bulls. O monstro ainda distribuiu quase 8 assistências por jogo. Sinceramente, como esse cara ainda não conseguiu uma vaga fixa na NBA?

    Os times All-G League saíram do forno

    Junto com McClung no primeiro time vieram Tristen Newton (que ficou em segundo no MVP) e DaQuan Jeffries (terceiro colocado). Newton pelo Rio Grande Valley Vipers — que aliás é time afiliado do Houston Rockets — e Jeffries defendendo o Stockton Kings.

    A galera do primeiro time é de respeito: Isaac Jones (Motor City Cruise) e Lester Quinones (Osceola Magic) completaram o quinteto. Jones, inclusive, já teve algumas chances na NBA essa temporada. Será que não rola uma promoção definitiva?

    Segundo e terceiro times trazem nomes conhecidos

    No segundo time, chamou atenção ver Killian Hayes ali no Cleveland Charge. Lembram dele? Foi primeira escolha do Detroit Pistons em 2020 e meio que não emplacou. Agora tá tentando se reerguer na G League — e aparentemente tá indo bem.

    Drew Timme também apareceu no segundo time pelo South Bay Lakers. Esse aí foi uma lenda no college basketball em Gonzaga, mas ainda tá correndo atrás do sonho NBA. Kobe Bufkin (também South Bay Lakers), A.J. Lawson (Raptors 905) e Jahmir Young (Sioux Falls Skyforce) completaram a seleção.

    No terceiro time, destaque pra Ron Harper Jr. no Maine Celtics — filho do bicampeão da NBA Ron Harper. A genética ajuda, mas tem que mostrar serviço mesmo assim, né?

    E aí, vocês acham que McClung finalmente vai conseguir uma chance real na NBA ou vai ficar eternamente sendo o rei da G League? Com esses números, pelo menos uma oportunidade ele merecia…

  • Situação de Giannis no Bucks virou uma ‘guerra’ completa

    Situação de Giannis no Bucks virou uma ‘guerra’ completa

    Cara, o que tá rolando entre Giannis Antetokounmpo e o Milwaukee Bucks é de dar dó. O que começou como uma conversa civilizada de bastidores agora virou uma das situações mais tóxicas da NBA inteira.

    “Esta é uma das situações de equipe mais tóxicas de toda a liga”, disse uma fonte próxima ao time para a ESPN. E olha, quando alguém fala isso sobre um time que tem o Greek Freak, a coisa tá realmente feia.

    O pedido que virou barraco

    Giannis passou meses tentando resolver isso na boa. Ele foi claro com a organização desde antes do deadline de fevereiro: queria ser trocado. Não fez escândalo público (pelo menos não até agora), mas deixou bem claro que precisava sair de Milwaukee.

    E sinceramente? Eu entendo o cara. Os Bucks gastaram tudo que tinham nas trocas pelo Jrue Holiday e Damian Lillard – três picks de primeira rodada e quatro trocas de picks. Resultado: três eliminações consecutivas na primeira rodada dos playoffs. Que desespero.

    “Giannis queria lidar com isso profissionalmente, sendo muito direto com o time”, contou uma fonte que conhece a situação. “Isso poderia ter sido resolvido de boa, mas pode acabar virando um término bem feio.”

    O deadline que mudou tudo

    Mais de 12 times ligaram interessados no Giannis até o deadline. Minnesota, Miami e Golden State estavam na briga pesada. Os Bucks quase aceitaram a oferta do Heat – com Tyler Herro, Kel’el Ware e várias escolhas de draft – mas a diretoria desistiu no último minuto, dia 4 de fevereiro.

    E aí que a coisa desandou de vez. A relação entre Giannis e o GM Jon Horst azedou completamente depois do deadline. Pior ainda: a NBA abriu uma investigação pra ver se Milwaukee não tava fazendo tanking ao deixar Giannis no banco. Os dois lados deram versões contraditórias pros investigadores da liga.

    Imagina a tensão no vestiário? “Quando seu melhor jogador está com um pé dentro e outro fora”, disse uma fonte do time, “você não vai ganhar nada.”

    E agora, José?

    A realidade é que a diretoria do Bucks já aceitou que uma troca é inevitável nesta offseason. Eles têm três picks de primeira rodada pra oferecer, mas a grande pergunta é: qual time vai entregar ativos suficientes sem uma garantia de longo prazo do Giannis?

    Vocês acham que ainda dá pra consertar essa situação? Ou o casamento já era mesmo? Na minha visão, quando chega nesse ponto de toxicidade, é melhor cortar logo o mal pela raiz. Giannis merece um time que lute por título, e Milwaukee merece recomeçar com uma base sólida.

    O que mais me impressiona é como uma situação que poderia ter sido resolvida na boa virou essa novela. Agora é esperar pra ver onde o monstro grego vai parar – e torcer pra que seja um lugar onde ele possa finalmente brigar pelo anel que tanto merece.

  • Heat quase pescou Giannis na trade deadline — só a diretoria salvou

    Heat quase pescou Giannis na trade deadline — só a diretoria salvou

    Gente, vocês não fazem ideia do que quase rolou na trade deadline de fevereiro. O Miami Heat chegou MUITO perto de tirar o Giannis Antetokounmpo do Milwaukee Bucks. E quando eu digo muito perto, é porque eles montaram um pacote que fez a diretoria dos Bucks suar frio.

    A proposta do Heat? Tyler Herro, Kel’el Ware e várias picks de draft. Simples assim. E olha, segundo as fontes da liga, essa foi a oferta que mais chegou perto de convencer Milwaukee entre todas as que apareceram. O negócio estava tão quente que os Bucks levaram a proposta a sério no dia 4 de fevereiro — um dia antes do deadline.

    A diretoria entrou em campo

    Mas aí que tá a parada: a propriedade do time meteu o pé no freio. No último minuto mesmo. Na manhã do dia 5, ligaram pro Heat e falaram “não rola”. A justificativa? Que era melhor segurar o Giannis e buscar um retorno maior no verão.

    Cara, imagina a frustração do Pat Riley nesse momento. O cara que já pescou LeBron, Bosh, Jimmy Butler… quase fisgou o Greek Freak também. Quase.

    E não foi só Miami não. Timberwolves e Warriors também entraram na dança, mas a proposta do Heat era a que mais fazia sentido pro que Milwaukee queria: um jogador jovem e talentoso (Ware), um cara que produz ofensivamente (Herro) e um monte de picks pra reconstruir.

    Milwaukee pedindo a lua

    Agora, os Bucks também não facilitaram pra ninguém. Eles queriam Evan Mobley do Cleveland E o VJ Edgecombe do Philadelphia. Ao mesmo tempo. Mais outros ativos. Sinceramente, meio irreal né?

    Vários times ficaram putos porque a diretoria de Milwaukee demorava DIAS pra retornar as ligações. Aí você fica na dúvida: será que eles estavam levando a sério mesmo ou só testando o mercado?

    E agora, José?

    A questão do contrato também complicou tudo. Ninguém ia largar um pacote gigante sem garantia que o Giannis assinaria uma extensão. Ele pode renovar por 4 anos e US$ 275 milhões em outubro se ficar em Milwaukee, ou seis meses depois de qualquer trade.

    O co-proprietário Wes Edens já soltou em março: “Uma de duas coisas vai acontecer: ou ele renova, ou é tradado”. Direto ao ponto.

    E adivinha quem tá na pole position pra uma nova tentativa no verão? Isso mesmo, o Heat. A diretoria dos Bucks já meio que aceitou que uma trade pode rolar, segundo a ESPN.

    Vocês acham que Miami consegue fechar dessa vez? Ou Milwaukee vai pedir ainda mais caro agora que todo mundo sabe que Giannis pode sair mesmo?

  • Giannis perdeu grana da Nike por culpa dos Bucks – que absurdo!

    Giannis perdeu grana da Nike por culpa dos Bucks – que absurdo!

    Olha, eu tô indignado com essa história. O Giannis Antetokounmpo perdeu uma grana PESADA da Nike porque os Bucks simplesmente se recusaram a liberá-lo para jogar no final da temporada. É de fuder, bicho.

    O contrato do Greek Freak com a Nike tinha uma cláusula que exigia pelo menos 41 jogos na temporada para ele receber um bônus substancial. Ele jogou apenas 36 – o menor número da carreira. E o pior? Ele QUERIA jogar, mas o time não deixou.

    A treta toda começou em março

    Depois de hiperextender o joelho esquerdo contra o Indiana Pacers no dia 15 de março, os Bucks pediram para o Giannis parar de jogar pelo resto da temporada. Mas ele recusou! O cara literalmente disse “não, eu quero jogar” e ainda empurrou para voltar já contra o Utah Jazz dois dias depois.

    A resposta do departamento médico? “Não, você não está liberado.” Imagina a frustração do cara, mano. Ele continuou insistindo durante a road trip, mas nunca mais pisou em quadra.

    E aqui que fica interessante: o Doc Rivers aparentemente disse para outros veteranos do time que a diretoria esperava que NINGUÉM ficasse fora por lesões “ilegítimas”. Mas essa ordem nunca chegou no Giannis. Suspeito, né?

    NBA teve que investigar essa palhaçada

    A coisa ficou tão feia que o sindicato dos jogadores soltou uma nota no dia 24 de março basicamente acusando Milwaukee de prejudicar a integridade da liga ao manter o Giannis no banco. A NBA teve que abrir uma investigação formal!

    Entrevistaram todo mundo: Giannis, seus representantes, dirigentes dos Bucks, médicos do time. E olha que foi o próprio Greek Freak que pediu para o sindicato e a liga investigarem. O cara não estava brincando.

    “Para alguém vir e me dizer para não jogar ou não competir, é como um tapa na minha cara”, disparou o Giannis pros repórteres no dia 3 de abril. “Eu estou disponível para jogar. Agora mesmo. Estou disponível. Então, eu não sei onde vai parar essa relação.”

    Os Bucks ainda tiveram a cara de pau de dizer para os investigadores que o Giannis se recusou a participar de treinos 3×3 como parte do protocolo de retorno. Ele negou, obviamente.

    Sinceramente? Essa situação toda é um absurdo. O cara quer jogar, está saudável o suficiente na visão dele, e ainda perde uma grana considerável por causa de uma decisão questionável da organização. E aí, vocês acham que os Bucks fizeram certo ou foi protecionismo demais?

  • Mavs rebate Lakers: ‘Não erramos no exame do Reaves’

    Mavs rebate Lakers: ‘Não erramos no exame do Reaves’

    Olha, que confusão essa entre Lakers e Mavs por causa do exame do Austin Reaves! O técnico JJ Redick saiu falando que a equipe médica de Dallas fez cagada na ressonância magnética do armador, mas agora os Mavs rebateram dizendo que não houve erro nenhum.

    A treta toda começou quando Redick declarou que precisaram fazer DUAS ressonâncias para diagnosticar a lesão grau 2 no oblíquo esquerdo do Reaves. Na visão do treinador dos Lakers, a culpa foi toda de Dallas:

    “Não sei onde está a falha na comunicação com a equipe de imagem de Dallas, mas eles escanearam a área errada. O erro não foi nosso. Deixamos explícito o que deveria ser escaneado, mas escanearam a área errada.”

    Mavs não aceitam a crítica

    Sinceramente, não esperava que os Mavs fossem ficar quietos com essa. E não ficaram mesmo. A organização soltou uma nota oficial rebatendo tudo:

    “Nossa equipe médica seguiu protocolos padrão de imagem baseados nas informações fornecidas no momento. Não houve erro no exame realizado.”

    Cara, isso meio que joga a responsabilidade de volta pros Lakers, né? Se as informações não foram claras, como é que a culpa é só de Dallas? Parece que teve uma falha de comunicação aí no meio.

    Reaves pode ficar fora por mais de um mês

    O que realmente importa é que o Reaves machucou o oblíquo esquerdo na derrota absurda por 139-96 para o Oklahoma City Thunder na quinta-feira. O monstro ainda voltou para o jogo e terminou como cestinha do time com 15 pontos em 27 minutos – que guerreiro!

    Segundo fontes da ESPN, Reaves deve ficar fora de quatro a seis semanas. Uma pancada pesada pros Lakers, que estão na 4ª posição do Oeste (50-28) e brigando para não cair nos playoffs.

    Os caras têm apenas quatro jogos restantes na temporada regular e estão meio game atrás do Denver Nuggets. A boa notícia é que levaram a melhor no confronto direto com os Nuggets, então têm a vantagem no critério de desempate.

    E aí, o que vocês acham dessa polêmica? Falha de comunicação ou realmente alguém pisou na bola? Uma coisa é certa: num momento decisivo da temporada, essa é a última coisa que os Lakers precisavam.

  • Bulls finalmente mudaram: empresa vai procurar novo chefão

    Bulls finalmente mudaram: empresa vai procurar novo chefão

    Olha, eu não acreditei quando vi a notícia. Os Bulls FINALMENTE decidiram mexer no comando e vão contratar uma empresa especializada pra encontrar um novo chefe das operações de basquete. Depois de demitir o Arturas Karnisovas e o Marc Eversley, que comandaram o time por seis temporadas, Chicago quer fazer diferente dessa vez.

    E cara, era sobre tempo! Seis anos de Karnisovas e Eversley resultaram em apenas UMA temporada positiva e UMA classificação pros playoffs. O recorde de 224-254 fala por si só — simplesmente não deu certo.

    Mudança de estratégia radical

    O Michael Reinsdorf, presidente da equipe, deixou claro que dessa vez vai ser completamente diferente do processo de 2020 que trouxe o Karnisovas. “Acho que esse processo vai ser muito diferente”, disse ele. Traduzindo: aprenderam com os erros.

    Pra vocês terem noção da estabilidade (ou falta de mudança) dos Bulls: essa é apenas a SEGUNDA troca na liderança desde 2003. O John Paxson ficou lá por 17 anos consecutivos antes do Karnisovas assumir. Dezessete anos! No basquete moderno, isso é uma eternidade.

    Oportunidade de ouro esperando

    Sinceramente? Apesar do histórico ruim, essa vaga dos Bulls é uma das mais atrativas do mercado. E não tô exagerando não.

    Eles têm a própria escolha da loteria no Draft, cerca de 60 milhões de dólares em espaço salarial e alguns jovens talentosos com contratos baratos. O Josh Giddey e o Matas Buzelis são considerados as duas peças fundamentais do futuro da franquia.

    O Billy Donovan, técnico do time, deve ser mantido de alguma forma quando a temporada acabar. Pelo menos uma coisa que funcionou eles vão manter, né?

    E aí, quem vocês acham que seria o candidato ideal pra comandar os Bulls? Porque depois de tantos anos patinando na mediocridade, Chicago merece alguém que realmente entenda como construir um time competitivo. A torcida já sofreu demais.

  • Pistons acerta com gigante que tá destruindo na G League

    Pistons acerta com gigante que tá destruindo na G League

    Olha só que notícia boa pros Pistons: Tolu Smith acabou de ganhar um contrato padrão de duas temporadas após impressionar geral na G League. E quando eu digo impressionar, é IMPRESSIONAR mesmo.

    O cara tem 2,11m e veio de Mississippi State sem ser draftado em 2024. Sabe como é, né? Às vezes o Draft passa batido em alguns jogadores que depois explodem. E pelo jeito, Smith pode ser um desses casos.

    Os números da G League são de outro planeta

    Vamos aos fatos: em 26 jogos na G League esta temporada, o monstro tá fazendo 19,4 pontos, 11,0 rebotes e 3,4 assistências em menos de 29 minutos. Double-double quase automático, cara. É muita bola pra um pivô que ninguém conhecia direito.

    Na NBA mesmo, ele só jogou 13 partidas até agora, com médias mais modestas de 3,9 pontos e 3,5 rebotes em 10 minutinhos. Mas sinceramente? Pra um cara que tava num contrato two-way, esses números já mostram que ele consegue se virar no nível mais alto.

    Detroit aposta no futuro do garrafão

    Os Pistons tão claramente vendo alguma coisa especial nesse Smith. E faz sentido, né? O time de Detroit tá numa reconstrução gigante e precisa de peças que possam crescer junto com o projeto. Um pivô de 2,11m que consegue pontuar, pegar rebote E ainda distribuir assistências? É ouro no bolso.

    A pergunta que não quer calar: será que Smith consegue manter essa consistência da G League quando ganhar mais minutos na NBA? Eu tô apostando que sim. O cara tem físico, tem fundamentos, e mais importante — tem fome de provar que merece estar ali.

    Vocês acham que Detroit acertou em dar esse contrato ou foi precipitado demais?

  • Calouro de Louisville vira sensação e já mira Draft 2026

    Calouro de Louisville vira sensação e já mira Draft 2026

    Gente, vocês viram o que aconteceu em Louisville? O Mikel Brown Jr., um calouro de apenas 18 anos, acabou de declarar para o Draft da NBA de 2026 — e olha que o moleque nem terminou a primeira temporada na faculdade direito por causa de lesão.

    Mas calma, não é loucura não. O garoto tem números absurdos: 18.2 pontos, 4.7 assistências e 3.3 rebotes por jogo em apenas 21 partidas antes de se machucar. PER de 20.8 — isso é coisa de All-Star, galera.

    A noite que mudou tudo

    O cara simplesmente fez 45 pontos contra NC State em fevereiro. Quarenta e cinco! Empatou o recorde histórico do programa de Louisville (que era de 1967) e ainda quebrou o recorde de pontos de um calouro na ACC. Mas sabe qual jogo ele considera o verdadeiro divisor de águas? Os 29 pontos contra Kentucky em novembro.

    “Foi naquele jogo contra Kentucky que eu senti que fiz uma declaração tipo ‘Ei, eu tô aqui. E vim pra ficar’”, disse Brown. E cara, quem acompanha basquete universitário sabe que derrubar Kentucky sendo calouro não é brincadeira.

    A lesão que assombra

    Aqui que a coisa complica. Brown perdeu 14 jogos por causa de uma lesão nas costas, incluindo os torneios da ACC e March Madness. Pra um prospecto que estava voando, isso é de apertar o coração.

    Mas o moleque tá otimista. Diz que tá melhorando com tratamento diário e que vai participar dos workouts antes do Draft e da Summer League em julho. Um scout da NBA que conversou com a ESPN ainda projeta ele no top-10, mesmo com a preocupação da lesão.

    Mentoria de peso

    E olha só que conexão interessante: Brown teve orientação do Donovan Mitchell antes de tomar essa decisão. Mitchell, que também é de Louisville e hoje é estrela do Cleveland Cavaliers, tem sido mentor do garoto desde o ensino médio.

    Sinceramente? Acho que o garoto tem tudo pra dar certo. Com 1,96m de altura e essa capacidade de pontuar, lembra muito alguns guards que chegaram na NBA nos últimos anos e fizeram a diferença. A questão mesmo é se essas costas vão aguentar o tranco da liga.

    O que vocês acham? Ele consegue se manter no top-10 mesmo com o histórico de lesão? Pra mim, se estiver 100% fisicamente, esse cara pode ser uma das grandes surpresas do Draft 2026.

  • JD Davison vira contrato fixo nos Rockets após MVP da G League

    JD Davison vira contrato fixo nos Rockets após MVP da G League

    Olha só que história massa: o JD Davison acaba de ganhar um contrato padrão com os Houston Rockets depois de uma temporada simplesmente absurda na G League. O cara foi MVP da liga de desenvolvimento, galera!

    Pra quem não lembra, o Davison foi a 53ª escolha do Draft de 2022 pelo Boston Celtics, saindo direto do primeiro ano em Alabama. Passou três temporadas com os Celtics (sendo bem honesto, sem muito destaque) até assinar um contrato two-way com Houston na offseason passada.

    Os números que impressionaram

    Na NBA mesmo, em 27 jogos pelos Rockets, ele tá fazendo 11.3 pontos, 5.2 assistências e 4.5 rebotes por 36 minutos. Números interessantes, mas nada demais ainda.

    Agora, na G League com o Rio Grande Valley… aí a coisa mudou de figura completamente. Olha esses números: 25.3 pontos, 7.9 assistências, 6.1 rebotes, 1.9 roubos de bola e 1.3 tocos por jogo. Em apenas sete partidas! Não é à toa que levou o MVP.

    Aposta no futuro

    Na minha opinião, os Rockets tão fazendo a coisa certa aqui. O time tá em reconstrução, tem espaço no roster, e o Davison mostrou que pode contribuir tanto como armador quanto como pontuador. Aos 22 anos, ainda tem muito tempo pra se desenvolver.

    O que mais me chamou atenção foi a versatilidade dele na G League – quase 8 assistências por jogo mostra visão de quadra, mas os 25 pontos provam que também consegue resolver na mão quando precisa. Essa combinação é valiosa demais.

    Vocês acham que ele consegue se firmar definitivamente na rotação dos Rockets? Porque sinceramente, com esses números na G League, merecia uma chance real mesmo.