Autor: Leandro Amorim

  • Hawks aprendem lição valiosa na derrota apertada pros Knicks

    Hawks aprendem lição valiosa na derrota apertada pros Knicks

    Cara, que jogaço foi esse entre Hawks e Knicks na segunda! 108-105 para Nova York, mas sinceramente? Atlanta saiu mais fortalecida dessa derrota do que muitos times saem de vitória.

    O clima estava de playoffs mesmo — torcida gritando, pontuação indo e voltando, e aqueles arremessos decisivos que fazem a gente segurar a respiração. E o Nickeil Alexander-Walker captou exatamente isso depois da partida.

    A mentalidade de playoff que faltava

    “Acho que a maior lição é que isso nos prepara para os playoffs”, disse Alexander-Walker. “É um time bom, e agora sabemos o quanto podemos melhorar. Conhecemos os pontos fortes deles, eles conhecem os nossos — é questão de fazer os ajustes se enfrentarmos eles de novo.”

    E olha, tem chance real disso acontecer nos playoffs. Dependendo de como termina essa última semana da temporada regular, Hawks e Knicks podem se encontrar novamente — só que aí vai valer tudo.

    O que mais me impressionou foi como Atlanta reagiu. Eles tinham 5 pontos de vantagem faltando 3 minutos, aí veio aquela violação dos 24 segundos e uma bola perdida do CJ McCollum que virou o jogo. Mas cara, para um time sem experiência de playoffs juntos, eles pareciam veteranos ali.

    Jalen Johnson vê o lado positivo

    “É basquete de playoff agora”, falou Jalen Johnson. “Nossa execução nos últimos 5 minutos — se continuarmos aprimorando isso, vamos estar numa posição muito melhor.”

    Alexander-Walker, que viveu essas situações tensas com o Minnesota nas últimas duas temporadas, ficou orgulhoso de como o time reagiu. “Não importa a experiência de cada um, todo mundo se manteve focado tentando ganhar o jogo”, disse ele.

    E é isso que eu mais gosto nesse Hawks. Eles trataram a segunda metade da temporada como se fosse playoff — e isso tá fazendo diferença. Ainda precisam de algumas vitórias para garantir uma posição entre os seis primeiros, mas a mentalidade já mudou.

    Próximo teste: Cleveland

    “Todo mundo sabe da urgência”, completou Johnson. “Desde o All-Star break cada jogo importa. Temos que esquecer essa derrota, mas levar as lições para Cleveland.”

    Vocês acham que essa experiência vai fazer diferença quando os Hawks chegarem nos playoffs de verdade? Eu tô convencido que sim. Às vezes uma derrota ensina mais que dez vitórias fáceis.

  • Mock Draft 2026: Dybantsa na primeira posição e brasileiros fora

    Mock Draft 2026: Dybantsa na primeira posição e brasileiros fora

    E aí, galera! Tá chegando a hora mais esperada do ano para quem acompanha basquete universitário — a final da March Madness entre Michigan e UConn vai rolar hoje, e é claro que todo mundo já tá de olho no Draft da NBA que vem por aí.

    Cara, não vou mentir: tô meio surpreso com algumas ausências nesse mock draft que saiu hoje. Onde estão os brasileiros? Esperava pelo menos ver o Flory Bidunga (Kansas) ou algum outro moleque nosso aparecendo nas primeiras posições, mas parece que 2026 vai ser um ano meio fraco para o Brasil na NBA.

    Dybantsa continua na pole position

    AJ Dybantsa segue como número 1 absoluto, e sinceramente, depois daquela performance monstruosa de 35 pontos e 10 rebotes no único jogo da BYU na March Madness, é difícil argumentar contra. O moleque é um fenômeno — 28.8 pontos por jogo nos últimos 17 jogos da temporada. Absurdo.

    O Washington Wizards, que tem o ataque mais patético da NBA atualmente, deve cravar ele sem pestanejar. É aquele tipo de jogador que chega e já muda completamente a dinâmica ofensiva de um time.

    Cameron Boozer surpreende na segunda posição

    Agora essa me pegou de surpresa: Cameron Boozer em segundo lugar? Olha, sei que o garoto foi player of the year no college, mas não esperava que subisse tanto assim. O Indiana Pacers aparentemente tá vendo ele como peça perfeita para jogar junto com Pascal Siakam.

    Boozer não é aquele cara que vai te dar highlight toda noite, mas é sólido pra caramba. E convenhamos — vindo de Duke, o cara já tá acostumado com pressão e cultura vencedora.

    Darryn Peterson caindo para terceira posição no Brooklyn é meio esperado. O garoto tem todo o talento do mundo, mas essas lesões e a inconsistência durante a temporada pesaram. Mesmo assim, eu ainda acho que ele pode ser o melhor jogador dessa classe no longo prazo.

    E os brasileiros, cadê?

    Tô aqui procurando brasileiro nessa lista e nada, mano. Flory Bidunga do Kansas tá sendo cotado como possível primeira rodada caso declare, mas parece que ele ainda tá pensando se fica mais um ano no college.

    Sinceramente, depois de ver o que o Gui Santos e outros fizeram na NBA recentemente, esperava uma safra brasileira mais forte em 2026. Mas às vezes é assim mesmo — uns anos são melhores que outros.

    Vocês acham que algum brasileiro vai surpreender e aparecer na primeira rodada? Ou 2026 vai ser mesmo um ano de seca para a gente? Me falem nos comentários, quero saber a opinião de vocês sobre esse mock draft!

  • Luka na Espanha: o que ele tá fazendo lá que não pode nos EUA?

    Luka na Espanha: o que ele tá fazendo lá que não pode nos EUA?

    Olha, quando um cara do calibre do Luka Doncic pega um avião pra Espanha pra tratar uma lesão, você já sabe que a coisa é séria. E não, ele não foi lá fazer turismo — o esloveno está correndo atrás de tratamentos que simplesmente não existem nos Estados Unidos.

    A história é a seguinte: Luka machucou feio o posterior da coxa na última quinta contra o Thunder, lutando contra a lesão durante um tempo inteiro até não aguentar mais no terceiro quarto. Resultado? Lesão grau 2 no posterior com previsão de 4 a 6 semanas fora. Pra quem não sabe, isso significa que os Lakers podem ficar sem seu melhor jogador nos playoffs — e sinceramente, sem o Luka eles não são praticamente nada.

    O monstro que estava sendo em março

    Cara, o Luka estava absurdo em março. 600 pontos no mês, levando os Lakers a um recorde de 15-2. O cara estava jogando num nível de candidato a MVP, destruindo todo mundo que aparecia pela frente. E agora? Os Lakers já perderam pro Dallas por 134-128 no domingo de Páscoa, mostrando exatamente o que acontece quando você tira o motor do carro.

    É por isso que ele não está fazendo fisio tranquilo em Los Angeles ou na sede do time. O cara literalmente saiu do país atrás de tratamentos que aqui são restritos ou proibidos.

    A diferença entre EUA e Europa nos tratamentos

    Aqui vem a parte interessante: na Europa, principalmente na Espanha, Alemanha e Suíça, os caras têm muito mais liberdade pra usar tratamentos regenerativos. Terapia com plasma rico em plaquetas, células-tronco, exossomos — coisas que nos EUA ficam presas na burocracia do FDA por anos.

    E olha, o Luka não é o primeiro. Lembra do Kobe? O Black Mamba foi pra Alemanha em 2011 fazer tratamento no joelho com plasma rico em plaquetas. Funcionou. Depois voltou lá de novo pro tendão de Aquiles. LeBron fez algo parecido em 2023 quando machucou o pé — consultou um especialista no exterior e voltou sem precisar de cirurgia, levando os Lakers até a final do Oeste.

    A diferença agora é que o Luka não é um veterano tentando esticar a carreira. Ele É a carreira dos Lakers. Sem ele (e sem o Austin Reaves, que também está machucado por 4-6 semanas), o time está em modo sobrevivência total.

    E agora, os playoffs?

    O técnico J.J. Redick foi direto: “Nosso trabalho é estender a temporada pra que os dois possam voltar”. Ou seja, os Lakers vão ter que vencer uma série inteira dos playoffs — provavelmente contra Minnesota ou Houston — sem suas duas principais estrelas.

    Vocês acham que eles conseguem? Porque na minha opinião, sem o Luka, os Lakers viram um time completamente comum. E com a concorrência que tem no Oeste, isso pode significar uma eliminação precoce e humilhante.

    Enquanto isso, torçamos pra que esses tratamentos espanhóis façam milagre e tragam nosso MVP de volta o mais rápido possível. Porque playoff sem Luka Doncic é como churrasco sem picanha — até dá pra fazer, mas perde toda a graça.

  • Bulls demitem os dois chefões e deixam Donovan no fio da navalha

    Bulls demitem os dois chefões e deixam Donovan no fio da navalha

    Cara, os Bulls finalmente fizeram o que todo mundo já tava esperando há tempo: mandaram embora o VP de operações de basquete Arturas Karnisovas e o GM Marc Eversley. E olha, sobre tempo!

    Pensa comigo: cinco temporadas sem playoffs em seis anos. Campanha de 29-49 agora. 12º lugar no Leste. É de dar dó mesmo. Eu até entendo a paciência da organização, mas chega uma hora que não dá mais pra fingir que tá tudo bem, né?

    Quatro anos jogados fora

    Karnisovas e Eversley chegaram em 2020 com toda pompa, prometendo reconstruir os Bulls depois da era Gar Forman. Resultado? Campanha de 224-254 nesses quatro anos. Monstro… de ruim.

    E a cereja do bolo foi aquela confusão com o Jaden Ivey semana passada. Os caras trocaram Kevin Huerter e Dario Saric pra pegar o garoto, e menos de dois meses depois cortaram ele por “conduta prejudicial ao time”. O mlk fez um rant religioso no Instagram criticando o mês do orgulho e ainda chamou o catolicismo de “religião falsa”. Sinceramente, que confusão desnecessária.

    Mas não para por aí. Eles também se desfizeram do Ayo Dosunmu e Coby White no trade deadline (dois caras produtivos), e em 2021 trocaram o Lauri Markkanen – que virou All-Star depois. Ai, que dor no coração.

    Patrick Williams e o contrato maldito

    E tem o Patrick Williams, ganhando 90 milhões por cinco anos pra fazer média de 6.6 pontos por jogo. Seis pontos e meio! Por 18 milhões por ano! Eu nem sei o que dizer sobre isso.

    Michael Reinsdorf pelo menos foi honesto no comunicado: “Não tivemos o sucesso que nossos fãs merecem”. Verdade, Michael. Verdade.

    Donovan segura o emprego… por enquanto

    O que me surpreende é que Billy Donovan aparentemente vai ficar. Segundo o Shams Charania, da ESPN, os Bulls querem manter o técnico. Olha, ele chegou junto com essa dupla em 2020 e só levou o time pros playoffs uma vez, em 2021-22.

    Não sei vocês, mas eu acho que se vai mudar, muda tudo de uma vez. Deixar o Donovan ali meio que solto não faz muito sentido pra mim. O que acham?

    Enfim, mais uma temporada perdida pros Bulls, que vão pro draft lottery pelo terceiro ano seguido. Pelo menos agora têm a chance de recomeçar do zero – tomara que dessa vez dê certo.

  • Spurs vencem sem Wemby e chegam aos 60 vitórias

    Spurs vencem sem Wemby e chegam aos 60 vitórias

    Cara, que sufoco foi esse jogo dos Spurs ontem à noite! Perderam o Wembanyama no intervalo por uma contusão nas costelas, mas mesmo assim conseguiram atropelار os 76ers por 115-102. Olha, eu não esperava essa reação coletiva do time de San Antonio.

    O Wemby começou voando — 17 pontos em apenas um tempo de jogo. Mas aí no segundo quarto ele se chocou com o Paul George numa jogada de contra-ataque e ficou meio mancando, segurando o lado esquerdo. Voltou pra quadra ainda naquele quarto, mas dava pra ver que tava incomodado. Com menos de um minuto pro intervalo, ele foi direto pro vestiário e não voltou mais.

    Time coletivo salvou o dia

    E foi aí que a magia aconteceu. Seis jogadores dos Spurs pontuaram em dois dígitos! O Dylan Harper saiu do banco pegando fogo e marcou 17 pontos também. Teve até um triple-double rolando — 19 pontos, 11 rebotes e 13 assistências (não falaram de quem foi, mas deve ter sido alguém fazendo um jogaço).

    Do lado dos 76ers, o Embiid fez o que sempre faz: massacrou no garrafão com 34 pontos, incluindo uns 16 de 19 lances livres. Monstro demais esse cara. Mas o problema foi que Paul George e Tyrese Maxey ficaram completamente apagados — 31 pontos juntos com apenas 11 de 31 arremessos. Sinceramente, esperava mais desses dois.

    Spurs chegam aos 60 vitórias pela primeira vez desde 2017

    O que mais me impressionou foi como os Spurs souberam explorar a deficiência defensiva do Embiid. O cara tava claramente com o joelho incomodando desde o primeiro quarto (depois de uma jogada com o Castle), e San Antonio foi esperto: atacou o tempo todo no contra-ataque. Resultado? 11 pontos de fast break só no primeiro tempo.

    No terceiro quarto a coisa ficou tensa. Philadelphia abriu 10-3 e chegou a ficar a só 2 pontos dos Spurs. Mas aí o Harper meteu uma bomba de três no finalzinho do quarto e quebrou o clima dos caras.

    O quarto período foi só administração. Os Spurs mantiveram vantagem de dois dígitos praticamente o tempo todo, pegando rebotes disputados e não dando chances pros 76ers voltarem pro jogo.

    Com essa vitória, San Antonio chegou aos 60 triunfos pela primeira vez desde 2017 — oitava vez na história da franquia. E o melhor: garantiram mando de quadra nas Finais (se chegarem lá, né). Vocês acham que esse time tem potencial pra ir longe nos playoffs?

    Agora é torcer pra que a contusão do Wemby seja só precaução mesmo. O cara ainda precisa de mais um jogo com pelo menos 20 minutos pra ficar elegível pros prêmios individuais. Seria uma pena perder essa temporada histórica por causa de uma bobeira dessas.

  • Jokic monstro! Triple-double salva Nuggets em virada épica

    Jokic monstro! Triple-double salva Nuggets em virada épica

    Mano, eu ainda tô processando o que aconteceu em Denver ontem à noite. O Nikola Jokic simplesmente decidiu que não ia deixar os Nuggets perderem — e quando ele decide, não tem jeito mesmo.

    35 pontos, 13 rebotes e 13 assistências. Um triple-double absurdo que salvou Denver de uma derrota constrangedora. Os caras estavam perdendo por 16 pontos no último quarto pro Portland, cara. DEZESSEIS! E aí o sérvio monstro falou: “Não, hoje não.”

    A virada que ninguém esperava

    Portland tava voando no primeiro tempo. Toumani Camara meteu 30 pontos e os Blazers acertaram 25 bolas de três — recorde da franquia! Deni Avdija também tava on fire com 26 pontos e quase não errou da linha do lance livre. Sinceramente, eu já tava dando a partida como perdida pros Nuggets.

    Mas aí que mora a magia do basquete, né? Jokic acordou no quarto período, marcou 10 pontos e liderou uma sequência de 21 a 5 que deixou todo mundo de queixo caído. Aaron Gordon ainda acertou uma tripla decisiva pra empatar o jogo faltando pouco mais de um minuto.

    E vocês acham que acabou aí? Que nada! Overtime, baby!

    Jamal Murray fecha o caixão

    Na prorrogação foi show do Murray. O cara que já tinha sofrido tanto com lesões voltou pra mostrar por que é tão importante nesse time. Sete pontos na overtime, incluindo duas triplas que abriram o placar logo no começo do período extra.

    O final foi dramático: Murray com duas cestas da linha do lance livre e uma enterrada (135-128), e depois ainda deu uma assistência linda pro Jokic selar a vitória. Que dupla, meu amigo!

    Na briga pela terceira posição

    Com essa vitória — a nona seguida dos Nuggets — Denver subiu pra terceira posição do Oeste. É, galera, esse time tá pegando fogo no momento certo da temporada. Nove vitórias consecutivas iguala a maior sequência da era Jokic.

    Agora eles têm 51-28 de campanha, meio jogo à frente dos Lakers (50-28). O problema é que LA ainda tem a vantagem no confronto direto, então Denver precisa ficar pelo menos um jogo acima dos angelinos pra garantir a terceira colocação.

    Olha, eu não sei vocês, mas esse Nuggets tá com cara de time perigoso pros playoffs. Jokic jogando nesse nível, Murray voltando a ser decisivo, Gordon contribuindo… pode dar zebra aí no Oeste, hein?

    Portland, coitados, vinham de três vitórias seguidas e caíram pra nona posição. Mas que jogo fizeram! 25 triplas é coisa de maluco.

  • Cameron Boozer pode ser o mais confiável do Draft 2026

    Cameron Boozer pode ser o mais confiável do Draft 2026

    Olha, vou ser sincero com vocês: Cameron Boozer não vai ser o primeiro colocado no Draft da NBA de 2026. Nem o segundo. Mas sabem de uma coisa? Talvez ele seja exatamente o que os times precisam — um cara sólido, confiável, que você sabe que vai entregar.

    O filho do Carlos Boozer (sim, aquele mesmo do Jazz e Bulls) é um monstro de 2,06m e 113kg que simplesmente não para de fazer double-double. E cara, as comparações com o pai são inevitáveis, mas Cameron é bem mais completo do que o velho Carlos jamais foi.

    O filho que superou o pai

    Primeiro, vamos falar do óbvio: Cameron tem o físico do pai, mas com um upgrade completo no software. Enquanto Carlos era mais bruto, o garoto tem handle, arremesso de 3 pontos (39,2%!) e uma visão de jogo que impressiona. Sinceramente? Acho que ele vai ter uma carreira mais longa e versátil que o pai teve.

    Na temporada 2025-26 em Duke, os números falam por si só: 22,5 pontos, 10,2 rebotes e 4,1 assistências por jogo. Ah, e levou os Blue Devils até a Final Four do March Madness. Nada mal para um garoto de 18 anos, né?

    O que mais me impressiona nele

    Vocês sabem o que eu acho mais absurdo no jogo do Cameron? A facilidade que ele tem para atacar a cesta mesmo sendo um grandão. A maioria dos caras desse tamanho fica só no perímetro ou esperando no garrafão, mas ele coloca a bola no chão, usa a força e vai para cima. É como se fosse um Jayson Tatum mais pesado — e isso é um baita elogio.

    O jogo de costas dele é de outro nível também. No high school, ele simplesmente dominava todo mundo com força e toque. Na faculdade, teve que se adaptar, mas continuou sendo efetivo. E quando os caras recuam para não levar a enterrada? Ele acerta o arremesso de 3. É difícil defender um cara assim.

    Uma coisa que me chamou atenção: em dezembro passado, ele estava acertando 47% das bolas de 3 pontos! Para um cara de 113kg, isso é surreal. E não é só sorte não — o movimento dele é limpo, a liberação é alta, e ele tem confiança para arremessar.

    Na defesa, consegue marcar desde armadores grandes até pivôs mais leves. Usa a força para empurrar os caras para o garrafão e força arremessos difíceis. É aquele tipo de jogador que técnico adora: versátil e confiável.

    Sinceramente, acho que Cameron pode não ser o cara mais talentoso dessa classe, mas vai ser aquele que os GMs vão olhar daqui uns anos e pensar: ‘cara, que pechincha’. Às vezes é melhor ter certeza do que apostar no potencial, não acham?

  • Lakers vs Thunder: a revanche que ninguém quer ver acontecer

    Lakers vs Thunder: a revanche que ninguém quer ver acontecer

    Cara, às vezes o calendário da NBA é cruel demais. Os Lakers (50-28) voltam pra casa hoje pra encarar justamente o Oklahoma City Thunder (62-16) — o mesmo time que passou a máquina neles há poucos dias atrás. Quarenta e três pontos de diferença. QUARENTA E TRÊS.

    E agora? Agora a situação tá ainda pior pra galera de Los Angeles.

    O cenário tá complicado demais

    Olha, eu nem sei por onde começar. O time perdeu dois dos seus melhores jogadores e agora o LeBron James tá como “questionável” no relatório médico. Sinceramente, parece que alguém lá em cima não quer ver os Lakers terem paz.

    Na última partida contra o Dallas, deu pra ver como o time tá tentando se virar. Luke Kennard fez um triple-double (monstro!), Rui Hachimura tava acertando tudo que via pela frente, e o Hayes junto com o Ayton deram uma força considerável. No ataque até que rolou, mas a defesa? Nossa senhora, foi de dar dó.

    E é exatamente esse o problema: se não conseguir parar o Thunder no garrafão, vai ser mais uma tarde de sofrimento no Crypto.com Arena.

    Thunder não perdoa bobeira

    O pessoal de Oklahoma City é daqueles times que não dá uma chance sequer. Você vacila no primeiro quarto e pronto — o jogo já era. Foi exatamente isso que aconteceu no confronto anterior.

    Na minha visão, se os Lakers querem pelo menos não passar vergonha em casa, precisam começar forte dessa vez. Nada de sair perdendo por 20 pontos logo nos primeiros minutos. O Thunder tem um time completo, descansado, e que tá voando na temporada com o melhor recorde da liga.

    Vocês acham que rola uma zebra hoje? Porque olhando friamente, parece missão impossível.

    O que esperar do confronto

    Realistically falando (desculpa o anglicismo, mas não tem tradução melhor), o máximo que dá pra esperar é um jogo digno. Os caras do papel vão dizer que é praticamente uma derrota certa, e é difícil discordar.

    Mas sabe como é… Lakers é Lakers. Esse time já nos surpreendeu várias vezes essa temporada quando ninguém acreditava. Quem sabe não rola mais um milagre?

    O jogo rola às 23h30 (horário de Brasília) e, sinceramente, eu vou assistir mais pela curiosidade mórbida de ver se conseguem evitar outro massacre do que por expectativa real de vitória.

    Uma coisa é certa: se o LeBron não jogar, pode até mudar de canal. Vai ser brutal.

  • Jokic faz 35/13/13 e Nuggets viram de 16 pontos contra Portland

    Jokic faz 35/13/13 e Nuggets viram de 16 pontos contra Portland

    Olha, quando o Nikola Jokic resolve meter uma dessas, simplesmente não tem jeito. O cara fez 35 pontos, 13 rebotes e 13 assistências na virada ÉPICA dos Nuggets contra o Portland Trail Blazers, 137-132 na prorrogação. E o mais absurdo? Denver tava perdendo de 16 pontos no último quarto!

    Eu sinceramente achei que os Nuggets tinham entregado quando vi eles 115-99 pra baixo com pouco mais de 8 minutos no relógio. Mas aí que mora a magia do Joker — o cara simplesmente não se entrega nunca. Foi o 33º triple-double dele na temporada (33!), e mais uma vez ele mostrou por que é um dos caras mais clutch da liga.

    A reviravolta que ninguém esperava

    Portland tava voando no jogo inteiro. Toumani Camara meteu 30 pontos e ajudou os Blazers a baterem o RECORDE da franquia com 25 bolas de três (isso mesmo, vinte e cinco!). Deni Avdija também tava monstro com 26 pontos, praticamente não errando da linha do lance livre (13/14).

    Mas aí que o Jokic disse “não, peraí”. O sérvio marcou 10 pontos só no último período e liderou uma corrida de 21-5 que deixou todo mundo de boca aberta. Aaron Gordon ainda empatou o jogo com um arremesso de três no cantinho, faltando 1:12 para acabar — que frieza absurda.

    Murray decidindo na prorrogação

    Na prorrogação foi show do Jamal Murray. O cara meteu 7 dos seus 20 pontos nos 5 minutos extras, incluindo duas bolas de três que praticamente definiram o jogo. Vocês viram a enterrada dele que fez 135-128? Pura categoria.

    E olha só que loucura: com essa vitória, Denver chegou na nona vitória consecutiva (recorde da temporada) e assumiu a terceira colocação no Oeste com 51-28. Tão meio jogo na frente dos Lakers agora. Portland, que vinha de três vitórias seguidas, caiu para a nona posição.

    Sinceramente, essa temporada dos Nuggets tá sendo especial demais. Jokic continua mostrando por que é MVP material todo santo jogo, e quando Murray tá jogando assim, esse time é candidato real ao título. Vocês acham que eles conseguem manter esse ritmo nos playoffs?

  • Michigan domina UConn e fatura o título da NCAA

    Michigan domina UConn e fatura o título da NCAA

    Cara, que temporada absurda do Michigan! Os Wolverines fecharam com chave de ouro uma campanha histórica ao bater UConn por 69-63 na final da NCAA de ontem à noite. E olha, desde novembro eu já sabia que esse time era diferente.

    Lembram quando Elliot Cadeau soltou aquela frase antes da final do Players Era Championship? “Somos o melhor time já montado”. Na época até pensei: “calma lá, garoto”. Aí os caras saíram de lá e destruíram Gonzaga por 40 pontos de diferença. Quarenta, gente. Foi aí que eu percebi: esse moleque não tava falando à toa.

    Cadeau brilha na decisão

    E na final nacional, quem mais ia ser o protagonista? Cadeau fechou com 19 pontos e levou o prêmio de Most Outstanding Player – mais que merecido. O cara simplesmente comandou Michigan durante toda essa campanha monstruosa.

    Sinceramente, desde aquela vitória sobre Gonzaga lá em novembro, Michigan foi simplesmente o time mais dominante do país. E vocês viram como eles jogaram ontem? Mesmo com UConn pressionando no final, os Wolverines mantiveram a frieza e fecharam a conta.

    Uma temporada para a história

    Olha, eu acompanho NCAA há anos e posso dizer: essa foi uma das campanhas mais impressionantes que já vi. Michigan entrou nessa temporada com expectativas altas, mas ninguém esperava esse nível de dominância.

    UConn até tentou uma reação no segundo tempo – e olha que eles são bicampeões nacionais, não é qualquer um. Mas Michigan tinha aquela confiança de time grande, sabe? Aquela tranquilidade de quem sabe que é superior.

    No final das contas, os Wolverines provaram que Cadeau tava certo desde o começo. Talvez eles realmente fossem “o melhor time já montado”. E aí, vocês acham que Michigan consegue repetir essa mágica ano que vem?