Autor: Leandro Amorim

  • Grizzlies faz 29 bolas de 3 (recorde da NBA) e ainda perde – que isso?

    Grizzlies faz 29 bolas de 3 (recorde da NBA) e ainda perde – que isso?

    Gente, eu ainda tô tentando processar o que aconteceu ontem à noite em Memphis. Os Grizzlies fizeram 29 arremessos de 3 pontos — empatando o RECORDE DA NBA — e mesmo assim perderam pro Cleveland por 142 a 126. Como que isso é possível?

    Sinceramente, quando você acerta quase 50% dos seus chutes de 3 (29 de 59 tentativas), a expectativa é que você arrebente qualquer time. Mas não, os Cavaliers simplesmente responderam à altura e levaram a melhor.

    Uma chuva de 3 que não parava

    O negócio foi surreal. Nove jogadores diferentes dos Grizzlies acertaram pelo menos uma bola de 3. NOVE! O técnico Tuomas Iisalo até falou que ficou orgulhoso da equipe, e olha, eu entendo o cara. Ver seu time empatar um recorde histórico da NBA não é pouca coisa.

    Os destaques ficaram com os reservas Adama Bal e Dariq Whitehead, que meteram 6 bolas de 3 cada um. Lucas Williamson contribuiu com 5 (em 12 tentativas), e Olivier-Maxence Prosper foi cirúrgico: 4 acertos em apenas 5 tentativas.

    O mais impressionante? Eles distribuíram essas 29 bolas ao longo do jogo todo: 10 no primeiro quarto, 3 no segundo, 6 no terceiro e mais 10 no último período. Foi uma verdadeira demonstração de força no perímetro.

    Mas aí que tá o problema…

    Por que mesmo com esse show de bola, eles ainda perderam? Simples: os Cavaliers não ficaram pra trás. Fizeram 12 de 32 do perímetro e, mais importante, foram muito mais eficientes nos arremessos de 2 pontos. Enquanto Memphis acertou apenas 45,7% de dentro do garrafão (16 de 35), Cleveland mandou bem melhor nas bandejas e arremessos de média distância.

    Kenny Atkinson, técnico dos Cavaliers, resumiu bem: “Performance incrível dos Grizzlies. Eles chutaram pra caramba”. Mas no final das contas, basquete não é só sobre acertar de 3 — precisa defender, rebote, assistência. E nisso Cleveland foi superior.

    E vocês acham que os Grizzlies deviam ter mudado a estratégia no meio do jogo? Porque olha, esse foi o tipo de derrota que deve doer muito. O record anterior era dividido entre Milwaukee (que fez 29 contra Miami em 2020) e Boston (que empatou contra os Knicks em 2024).

    Pra piorar a situação do Memphis, essa foi a 18ª derrota em 20 jogos. Cara, esse time tá numa fase complicada mesmo. A média deles antes desse jogo era de apenas 13,7 bolas de 3 por partida — ou seja, mais que dobraram a produção e ainda assim não foi suficiente. Basquete às vezes é cruel assim mesmo.

  • Michigan quebra jejum e é campeão da NCAA! Que ‘One Shining Moment’

    Michigan quebra jejum e é campeão da NCAA! Que ‘One Shining Moment’

    Meus amigos, acabou! Michigan é campeão da NCAA 2026 e que final foi essa contra UConn, hein? Os Wolverines quebraram um jejum de 37 anos — desde 1989 que eles não levantavam o troféu do March Madness. E cara, eles mereceram muito.

    Quem acompanha basquete universitário sabe o que significa esse momento. Aquela sensação de ver o ‘One Shining Moment’ no final do torneio, com os melhores lances, as emoções, os choros… É tradição desde 1987, e sinceramente? Este ano não decepcionou nem um pouco.

    Os momentos que marcaram o torneio

    Olha só que loucura foi esse March Madness. Chase Johnston, do High Point, metendo uma bandeja no último segundo pra derrubar Wisconsin (cabeça de chave 5!) na primeira rodada. Absurdo, né? Mas o lance que mais me arrepiou foi o Otega Oweh acertando uma bomba lá do meio da quadra pra forçar a prorrogação e salvar Kentucky. Monstro!

    E Duke? Coitados. Perderam a chance de ir pra Final Four pelo segundo ano consecutivo. Braylon Mullins mandou uma de três pontos que mandou UConn pra semifinal, depois que Cayden Boozer perdeu a bola no último segundo. Basquete universitário é isso aí — um segundo você tá no céu, no outro…

    Michigan finalmente volta ao topo

    Mas vamos falar do que realmente importa: Michigan campeão! Cara, que temporada espetacular eles fizeram. Aday Mara no garrafão fazendo a diferença, o time jogando junto… 37 anos esperando por esse momento.

    Vocês viram aquela disputa de bola no início do jogo entre o Tarris Reed Jr. (UConn) e o Mara? Ali você já sentia que seria um jogaço. E foi mesmo — duas equipes que chegaram na final merecendo estar lá.

    Na minha opinião, esse foi um dos melhores March Madness dos últimos anos. Teve de tudo: zebras, jogadas impossíveis, drama até o último segundo. E agora Michigan pode comemorar como campeão nacional.

    E aí, pessoal — quem de vocês tava torcendo pros Wolverines? Esse jejuito de quase 40 anos sendo quebrado foi emocionante demais!

  • Bulls podem trazer Thibodeau de volta? Jornalista tem sonho maluco

    Bulls podem trazer Thibodeau de volta? Jornalista tem sonho maluco

    Olha, eu não sei se vocês acompanharam, mas o Chicago Bulls tá vivendo um caos total. Na segunda-feira rolou aquela bomba: Arturas Karnisovas e Marc Eversley foram demitidos da diretoria. E agora? Agora ninguém sabe o que vai acontecer com o Billy Donovan.

    Mas aí que vem a parte interessante da história. O Joe Cowley, do Chicago Sun-Times – que é praticamente o cara que mais entende dos Bulls -, soltou uma ideia que é meio maluca mas ao mesmo tempo genial.

    O sonho do jornalista (que pode virar realidade)

    A visão do Cowley é assim: Billy Donovan vira VP de operações de basquete e contrata o Tom Thibodeau como técnico. Sim, o mesmo Thibs que saiu dos Bulls em 2015 naquela confusão toda com a diretoria.

    “Qual seria o presente de Natal antecipado perfeito do Joe Cowley… Billy D diz que já teve o suficiente de treinar – assume o cargo de VP… contrata o Thibs para treinar (sim, os dois se gostam)”, postou o jornalista no X.

    E o mais louco? Segundo ele, Thibodeau já resolveu suas diferenças com a família Reinsdorf e com John Paxson. Ou seja, a ponte foi reconstruída depois de quase uma década.

    Faz sentido essa loucura?

    Sinceramente? Eu acho que faz mais sentido do que parece à primeira vista. Donovan tá treinando os Bulls desde 2020 e só conseguiu levar o time aos playoffs uma vez, em 2022 – e ainda perdeu logo na primeira rodada pro Milwaukee.

    Já o Thibodeau… cara, o histórico dele em Chicago é outro nível. Playoffs em 2011 e 2015, e em 2011 ainda chegou na final da Conferência Leste com aquele Derrick Rose MVP absurdo.

    O problema é que Thibs tem aquela fama de “quebrar” jogadores de tanto treinar, né? Mas também não dá pra negar que o cara sabe extrair o máximo dos seus times. E olha, com o roster atual dos Bulls precisando de uma identidade, talvez seja exatamente isso que eles precisam.

    Claro que ainda é só especulação de um jornalista apaixonado pelo time, mas… e aí, vocês acham que essa combinação Donovan-VP + Thibodeau-técnico poderia funcionar? Ou seria apenas mais um capítulo na novela sem fim dos Bulls?

  • Shaq quer virar a enterrada numa liga profissional de meio milhão!

    Shaq quer virar a enterrada numa liga profissional de meio milhão!

    Cara, o Shaq nunca foi de arremesso mesmo — a gente sabe disso. Mas o que ele fazia no garrafão era puro show de terror. E agora o Big Man resolveu criar uma liga profissional só de enterradas. Sim, você leu certo: uma LIGA INTEIRA dedicada às melhores enterradas do planeta.

    A DUNKMAN, em parceria com a TNT Sports, vai estrear neste verão com nada menos que 500 mil dólares em prêmios. Vinte e quatro dos melhores dunkers do mundo vão se enfrentar pelo título. E olha, eu sinceramente acho que isso pode dar muito certo.

    Da enterrada de uma noite para um esporte profissional

    “Esses atletas são inovadores e a DUNKMAN vai dar a eles um palco global, apostas reais, e uma chance de construir carreiras fazendo o que amam”, disse o Shaq. “Estamos transformando a enterrada de um concurso de uma noite no esporte profissional que mais cresce com dois pés no chão.”

    Mano, tem que admirar a visão do cara. Quantas vezes a gente não fica vidrado nos concursos de enterrada do All-Star Game? Imagina isso virar uma liga inteira, com temporada, playoffs, tudo.

    O legado de terror do Shaq

    E convenhamos: se tem alguém que entende de enterrada, é o Shaq. O cara tem mais de 3.800 enterradas na carreira — três mil e oitocentas! Liderou a liga em enterradas por 14 temporadas consecutivas. Catorze seguidas, gente.

    Quem acompanha a NBA há mais tempo lembra das loucuras que ele fazia. Em 1993, no Orlando Magic, o monstro literalmente destruiu a tabela inteira numa partida contra o New Jersey Nets. A TABELA INTEIRA. Aconteceu de novo contra o Phoenix Suns.

    Três anos depois, passou por cima do David Robinson no All-Star Game de San Antonio como se fosse nada. Em 2000, com os Lakers, trucidou o Chris Dudley. E no jogo 5 da final da Conferência Oeste de 2002, o absurdo fez nove enterradas em menos de 11 minutos. Nove!

    Uma das que mais marcou foi em 2006, já no Miami Heat, quando ele posterizou um Andrew Bynum de apenas 18 anos. O garoto ficou famoso… mas não pelos motivos que queria (risos).

    Vocês acham que essa liga vai deslanchar? Eu tô curioso pra ver quem vai aparecer nessa primeira edição. Com esse prêmio de meio milhão, aposto que vai ter muito talento louco por aí querendo mostrar serviço.

  • Wemby se machuca e sai mais cedo contra os 76ers

    Wemby se machuca e sai mais cedo contra os 76ers

    Cara, que azar do Wembanyama ontem. O cara tava voando na corrida pelo MVP, fazendo 17 pontos em apenas 16 minutos contra o Philadelphia, e aí vem uma contusão nas costelas pra estragar a festa.

    O gigante francês saiu no terceiro quarto com uma contusão na costela esquerda e não voltou mais. Inicialmente parecia que ele tinha machucado o ombro — vocês viram ele segurando a região? — mas depois confirmaram que foi mesmo na região do tronco.

    O momento estava perfeito

    Olha, o timing não podia ser pior. O Wemby vinha de um jogaço contra o Denver, onde fez 34 pontos numa derrota por 136-134 que teve clima de playoff. Ele mesmo falou depois que foi “um dos jogos mais divertidos” que já jogou, mesmo perdendo.

    “Foi um teste real contra um time que está brigando por algo agora. Teve um pouco de vibração de playoffs”, disse o francês. E realmente, dava pra sentir a energia diferente naquele jogo.

    Na partida contra o Philly, ele já estava com 17 pontos em apenas 16 minutos — um ritmo absurdo de mais de ponto por minuto. Fez 7 de 11 arremessos, pegou 5 rebotes e ainda deu 3 tocos. Simplesmente monstro, como sempre.

    Corrida pelo MVP em risco?

    A preocupação agora é óbvia: essa lesão pode atrapalhar a campanha dele pro MVP? Sinceramente acho que não, se for algo passageiro. O cara está fazendo 24,9 pontos por jogo na temporada e os Spurs estão em segundo no Oeste, atrás só do Oklahoma City.

    Mas lesão é sempre chato, né? Ainda mais numa reta final de temporada regular onde cada jogo conta. Os Thunder precisam de só mais duas vitórias pra cravar a primeira posição — imaginem se essa parada do Wemby der brecha pra eles dispararem ainda mais.

    O positivo é que os Spurs estavam ganhando por 85-80 quando ele saiu, mostrando que o time não depende só dele. Mas vamos combinar: todo mundo quer ver o Alien jogando no máximo, especialmente nessa corrida pelo prêmio de MVP que tá cada vez mais acirrada.

    E aí, acham que essa lesão vai ser coisa passageira ou pode complicar o final de temporada dele?

  • Embiid humilha Wembanyama com stepback absurdo, mas Sixers perdem

    Embiid humilha Wembanyama com stepback absurdo, mas Sixers perdem

    Gente, vocês viram o que o Embiid fez com o Wembanyama ontem? Meu Deus do céu, que jogada foi aquela! O pivô do Sixers simplesmente aplicou um stepback de três pontos no francesão que deixou todo mundo de queixo caído — incluindo o próprio banco da Filadélfia.

    Olha, eu já esperava um duelo interessante entre esses dois monstros, mas não esperava ver o Embiid sacar uma dessas do arsenal do James Harden logo no finzinho do primeiro tempo. Wemby é um metro e tanto de altura, braços quilométricos, mas o Joel simplesmente criou espaço do nada e mandou a bola no fundo da rede. Absurdo.

    O duelo dos gigantes não foi como esperado

    Mas vou ser sincero com vocês: por mais linda que tenha sido essa jogada, o jogo em si não foi nada bonito pro lado da Filadélfia. Os Spurs atropelaram os Sixers por 115 a 102, e olha que não foi nem tão apertado quanto o placar sugere.

    A diferença ficou clara nos detalhes. San Antonio acertou 49% dos arremessos contra apenas 38% dos Sixers. Pior ainda: os Spurs distribuíram 31 assistências (!) enquanto Philly conseguiu apenas 17. É o basquete coletivo funcionando, cara. No garrafão então, nem se fala — 58 pontos dos texanos contra 38 da Filadélfia.

    Embiid fez a sua parte

    Pelo menos o Joel não pode ser culpado pela derrota. O cara cravou 34 pontos, 12 rebotes e ainda bloqueou 4 arremessos. Converteu 16 de 19 lances livres — praticamente perfeito na linha. Paul George ajudou com 16 pontos, Maxey teve seus 15 com 8 assistências, e o jovem VJ Edgecombe surpreendeu com 14 pontos.

    O problema é que basquete é esporte coletivo, né? E os Spurs estão jogando como um time de verdade nessa temporada. Não é à toa que o Wembanyama está sendo cotado como candidato ao MVP.

    Com essa derrota, os Sixers caíram para 43-36 e seguem na sétima posição do Leste. Não é uma situação desesperadora, mas também não dá pra relaxar — principalmente com Toronto e Atlanta logo acima na tabela.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem se recuperar contra o Houston na quarta-feira? Porque sinceramente, vai precisar de muito mais do que jogadas individuais bonitas pra brigar pelos playoffs…

  • Spurs fazem história: 60 vitórias mesmo sem Wemby machucado!

    Spurs fazem história: 60 vitórias mesmo sem Wemby machucado!

    Olha, eu não acredito no que acabei de ver. Os Spurs chegaram às 60 vitórias na temporada mesmo com Victor Wembanyama saindo machucado no segundo quarto! Bateram os 76ers por 115 a 102 em casa e fizeram história.

    O francesão sentiu uma dor nas costelas e teve que sair mais cedo — só jogou 16 minutos, mas fez 17 pontos em 7 de 11 arremessos. Três tocos também, porque o cara é absurdo mesmo machucado. Mas aqui que vem a parte mais louca da história.

    O banco virou protagonista

    Stephon Castle simplesmente resolveu fazer um triple-double histórico: 19 pontos, 10 rebotes e 13 assistências. Cara, que atuação! E Dylan Harper saindo do banco com 17 pontos também. É isso que eu gosto de ver — time que não depende só de uma estrela.

    De’Aaron Fox, Keldon Johnson e Luke Kornet também passaram dos dois dígitos. San Antonio mostrou que tem profundidade de elenco, e isso é fundamental pensando nos playoffs.

    Desde 2016-17 os Spurs não faziam isso

    A última vez que vi os Spurs com 60 vitórias foi em 2016-17, com aquela equipe histórica: Kawhi Leonard, LaMarcus Aldridge, Tony Parker (que saudade!), Manu Ginobili e Pau Gasol. Foram eliminados pelo Warriors nas finais de conferência, mas que time era aquele.

    Agora estão 60-19, incluindo 30-7 jogando em casa no Frost Bank Center. Lembra que ano passado eles só ganharam 34 jogos? Uma transformação absurda. De sexto ano seguido fora dos playoffs para candidato real ao título.

    Na minha visão, esse é o salto mais impressionante que já vi na NBA recente. E ainda têm uma chance pequena, mas real, de roubar a primeira colocação do Oeste do Oklahoma City Thunder.

    Wemby precisa jogar mais um pouquinho

    Agora vem a parte que me preocupa: Wembanyama precisa jogar pelo menos 20 minutos em um dos três jogos restantes para continuar elegível aos prêmios individuais. O cara está na briga pelo MVP, Melhor Defensor do Ano, All-NBA Team… seria um crime se ele perdesse por causa de minutos.

    Sinceramente? Acho que os Spurs vão dar um jeito de colocá-lo em quadra, nem que seja só para garantir. Esse Wemby já fez história demais para perder os prêmios por tecnicalidade.

    E aí, pessoal — vocês acham que os Spurs conseguem incomodar de verdade nos playoffs? Porque eu tô começando a acreditar nesse time!

  • CJ McCollum quase fez milagre contra os Knicks com arremesso da outra quadra

    CJ McCollum quase fez milagre contra os Knicks com arremesso da outra quadra

    Mano, que jogaço foi esse entre Hawks e Knicks na segunda-feira! Terminamos com vitória dos Knicks por 108-105, mas cara, o que quase rolou no final foi de parar o coração.

    O Jalen Brunson foi absolutamente monstro no último quarto — 17 dos 30 pontos dele vieram nos 12 minutos finais. O cara simplesmente pegou o jogo nas costas e carregou os Knicks. Do outro lado, o Nickeil Alexander-Walker respondeu com 36 pontos pelos Hawks. Que batalha!

    O arremesso que quase mudou tudo

    Agora vem a parte boa da história. Faltando 1.2 segundos no cronômetro e os Hawks perdendo por três pontos, sem timeout restante. Situação impossível, né?

    Aí que entra o nosso querido CJ McCollum. O cara pega a bola no fundo da quadra, dá uns dois dribles e… MANDA UM MÍSSIL DE TRÊS QUARTOS DA QUADRA! E olha só: a bola ainda bateu na tabela e entrou!

    Por um segundo ali eu pensei: “Não acredito que esse maluco conseguiu empatar”. Mas aí veio a realidade — o arremesso não valeu porque o tempo já tinha acabado. Que coisa, hein? Às vezes o basquete é cruel assim mesmo.

    Hawks estão chegando forte pros playoffs

    Sinceramente, depois do All-Star break os Hawks viraram outro time. A chegada do McCollum deu aquela equilibrada que eles precisavam no perímetro, sem monopolizar a bola como o Trae Young fazia antes.

    E que dupla o Dyson Daniels e o Alexander-Walker formaram! O primeiro é um defensor que não dá moleza pra ninguém, enquanto o segundo virou aquele especialista em bolas de três que todo time precisa. Ah, e não posso esquecer do Jalen Johnson — o cara tá jogando um basquete que lembra um LeBron versão light.

    Vocês acham que os Hawks podem fazer barulho nos playoffs? Porque depois de ver esse jogo contra os Knicks, eu tô começando a acreditar que esse time pode incomodar muita gente lá na pós-temporada. Ninguém vai querer pegar esses caras no primeiro round, isso eu garanto.

  • Cade Cunningham pode voltar antes dos playoffs após pulmão colapsado

    Cade Cunningham pode voltar antes dos playoffs após pulmão colapsado

    Galera, essa história do Cade Cunningham me deixou genuinamente preocupado. Pulmão colapsado é coisa séria, não é brincadeira — e agora finalmente temos uma luz no fim do túnel. O astro do Detroit Pistons foi considerado “duvidoso” antes de ser descartado da derrota de segunda-feira para o Orlando Magic, mas olha só: isso pode significar que ele volta antes dos playoffs começarem.

    Desde 19 de março que o Cade está fora por conta desse problema no pulmão esquerdo. Cara, quando eu soube da lesão, pensei “lá se vai a temporada histórica do Detroit”. Mas o protocolo de retorno já começou, e junto com ele, Isaiah Stewart (que tá fora desde 15 de março com uma distensão na panturrilha) também está progredindo.

    JB Bickerstaff otimista com os retornos

    O técnico J.B. Bickerstaff não quis cravar nada — e fez bem, né? — mas deixou claro que ambos estão “fazendo mais e mais a cada dia”. A frase dele que mais me chamou atenção foi: “sempre se trata de como você responde no dia seguinte”. É isso aí, uma lesão dessas é dia após dia mesmo.

    “Até agora, tudo bem. Eles estão dando passos na direção certa”, disse Bickerstaff. Sinceramente? Eu tô torcendo muito pra que dê tudo certo. Ver um jogador desse nível fora por algo tão sério mexe comigo.

    Detroit surpreendeu sem seu craque

    Aqui que a história fica absurda: o Detroit GARANTIU a primeira colocação no Leste sem o Cade! Isso mesmo, bateram o Philadelphia 76ers no sábado e fecharam como cabeça de chave número 1. Quem diria, hein?

    Antes da lesão, o menino estava cotado pra MVP — e com razão. 24.5 pontos e 9.9 assistências por jogo. Números de monstro. Agora imagina esse time, que já provou ser resiliente, com o Cade de volta pra uma corrida nos playoffs? Pode dar muito certo.

    Restam apenas três jogos na temporada regular. E aí, vocês acham que o Detroit consegue fazer barulho nos playoffs mesmo se o Cade não voltar 100%? Ou será que essa pausa forçada pode até ter sido boa pra ele descansar antes da pós-temporada?

  • Wemby se machuca e pode perder prêmios da NBA — que desespero!

    Wemby se machuca e pode perder prêmios da NBA — que desespero!

    Gente, o que aconteceu ontem com o Victor Wembanyama foi de partir o coração de qualquer fã de basquete. O francês saiu machucado no jogo contra o Philadelphia 76ers e agora tá correndo o risco de ficar inelegível pros prêmios da temporada. Sim, isso mesmo que você leu.

    Foi numa jogada besta, daquelas que a gente vê mil vezes por jogo. Wemby recebeu um passe na transição e trombou com o Paul George próximo ao meio da quadra. Contusão nas costelas do lado esquerdo. O moleque tentou voltar pro jogo, ficou no banco um tempo, mas pediu pra sair de novo e não voltou mais no segundo tempo.

    A corrida contra o tempo pelos prêmios

    Aqui que a coisa fica tensa, pessoal. Wemby jogou apenas 15 minutos e 40 segundos ontem — que por sorte ainda conta pra elegibilidade dos prêmios. A NBA tem uma regra meio complicada: jogador precisa jogar pelo menos 20 minutos por jogo pra ser elegível, mas tem duas exceções na temporada onde pode jogar só 15 minutos.

    O problema? Ele já usou uma dessas exceções. Agora precisa jogar pelo menos 20 minutos em UM dos três jogos restantes do San Antonio pra não perder a chance de levar o Defensive Player of the Year (que tá praticamente garantido) e continuar na briga pelo MVP.

    Olha, sinceramente? Seria uma injustiça absurda se ele perdesse esses prêmios por causa de uma lesão boba dessas. O cara tá tendo uma temporada histórica.

    Os números absurdos do francês

    Pra vocês terem uma ideia do que Wembanyama tava fazendo antes da lesão: três jogos consecutivos com pelo menos 30 pontos, 15 rebotes e 3 tocos. Isso só tinha acontecido antes com o Shaquille O’Neal em 1999 — e o Big Diesel conseguiu fazer isso por quatro jogos seguidos.

    O monstro tá liderando os Spurs em tudo que é estatística importante: 24.9 pontos por jogo, 11.6 rebotes e 3.1 tocos. É um negócio de outro mundo mesmo.

    Ontem ele conseguiu 17 pontos, 5 rebotes e 3 bloqueios nesses poucos minutos em quadra. Imagina se tivesse jogado o jogo inteiro?

    E aí, vocês acham que o San Antonio vai arriscar botar ele pra jogar nos próximos jogos só pra garantir a elegibilidade pros prêmios? Ou vão com calma pensando nos playoffs e na próxima temporada? Eu confesso que tô ansioso pra ver como isso vai se resolver.