Autor: Leandro Amorim

  • Giannis quase foi trocado em janeiro — e pode rolar no verão

    Giannis quase foi trocado em janeiro — e pode rolar no verão

    Gente, essa história do Giannis é muito mais séria do que a gente imaginava. O Greek Freak e o empresário dele se reuniram com os donos do Milwaukee em janeiro pra cobrar um acordo que já existia desde 2020 — basicamente, se a situação ficasse ruim, eles ajudariam numa troca “amigável”.

    E olha, a situação realmente ficou ruim. Logo depois dessa reunião, o GM Jon Horst foi direto ao ponto com o Giannis: “cara, eu tô negociando sua troca e você pode não estar aqui na temporada 26-27”.

    Imagina receber essa no vestiário?

    A dança das cadeiras antes do deadline

    Mais de 12 times ligaram pro Milwaukee antes do deadline de fevereiro. Os principais interessados? Minnesota, Miami e Golden State. E pelo que rolou, o Horst tava negociando sério mesmo — não era só pra subir o preço.

    O Heat chegou perto, cara. MUITO perto. A proposta deles era o Tyler Herro, o rookie Kel’el Ware e várias picks de draft. Milwaukee quase aceitou no dia 4 de fevereiro, mas no último minuto a diretoria resolveu segurar pra tentar algo melhor no verão.

    Sinceramente? Acho que foi a decisão certa. O Herro é bom jogador, mas trocar o Giannis por ele seria meio… questionável.

    Alguns executivos ficaram putos porque Milwaukee demorava dias pra responder as ligações (meio desrespeitoso, né?). E teve pedido absurdo também — queriam o Evan Mobley do Cleveland e o VJ Edgecombe dos Sixers, mais outras peças. Aí é demais.

    E agora, josé?

    A situação tá assim: Giannis tem mais um ano garantido de contrato, com opção de jogador em 2027. Se ele ficar em Milwaukee, pode assinar uma extensão de 4 anos por 275 milhões de dólares em outubro. Se for trocado, só pode renovar 6 meses depois.

    O dono Wes Edens foi claro em março: “uma de duas coisas vai acontecer — ou ele renova, ou é trocado”.

    Na minha visão, o verão vai ser decisivo. Milwaukee precisa mostrar pro Giannis que pode montar um time competitivo ao redor dele. Se não conseguir, acho que a troca acontece mesmo. E vocês, acham que ele fica ou vaza? Pra mim, Miami continua sendo o destino mais provável se ele sair.

    Uma coisa é certa: essa novela tá longe do fim.

  • Porter Jr. operou o joelho e tá fora do resto da temporada

    Porter Jr. operou o joelho e tá fora do resto da temporada

    Cara, que temporada azarada pro Kevin Porter Jr. O armador do Milwaukee Bucks operou o joelho direito e já era — temporada acabou pra ele. E olha que ironia: a lesão começou logo nos primeiros 8 minutos do primeiro jogo da temporada. Oito minutos!

    A cirurgia foi feita na terça-feira em Vail, Colorado, pelo Dr. Tom Hackett. Procedimento artroscópico no joelho direito, aquela coisa que a gente torce pra ser simples mas que acabou sendo mais complicada do que imaginavam.

    Doc Rivers conta os bastidores

    O técnico Doc Rivers foi bem honesto sobre a situação toda. “Começou oito minutos depois do primeiro jogo da temporada”, disse Rivers antes do jogo contra o Brooklyn Nets. “Quando você olha como ele jogou no geral, ele teve um ano do caramba e ia ter um ano ainda melhor, mas a lesão pegou ele nos primeiros oito minutos e ele nunca se recuperou totalmente.”

    E aqui que fica emocionante — Porter foi falar com Rivers no domingo e disse: “Cara, eu não consegui te ajudar”. Rivers respondeu na lata: “Não, você tá bem. Você só se machucou. Faz parte do jogo e acontece.”

    Números que mostram o que perdemos

    Olha só os números do Porter nessa temporada: 17.4 pontos, 7.4 assistências e 5.2 rebotes em 38 jogos. Pra um cara jogando machucado desde o começo da temporada, esses números são absurdos. Imagina se ele tivesse 100% saudável?

    O último jogo dele foi em 17 de março. Desde então, o Milwaukee teve que se virar sem um dos seus principais criadores de jogada. E agora é oficial: não volta mais essa temporada.

    Sinceramente, acho que essa história do Porter mostra como o basquete pode ser cruel às vezes. O cara com 25 anos, na força da idade, querendo mostrar serviço no Milwaukee, e uma lesão no joelho direito estraga tudo. Vocês acham que ele volta com força total na próxima temporada, ou essas lesões no joelho sempre deixam aquela pulga atrás da orelha?

  • Bulls: novo GM tem que acreditar no Donovan ou não serve

    Bulls: novo GM tem que acreditar no Donovan ou não serve

    Olha, o Michael Reinsdorf foi bem direto ontem quando falou sobre o que espera do próximo GM dos Bulls. Uma exigência foi cristalina: quem chegar tem que estar vendido no Billy Donovan como técnico. Senão, nem precisa aparecer para a entrevista.

    “Se eu entrevistar alguém e essa pessoa não estiver convencida do Billy, não estiver convencida de um técnico Hall da Fama”, disse Reinsdorf, “então provavelmente não é o candidato certo pra nós.” Cara, foi bem categórico mesmo.

    Donovan no centro das decisões

    E não para por aí. O dono dos Bulls quer que o novo GM não só mantenha o Donovan, mas que o envolva mais nas decisões de elenco. Sinceramente, faz sentido — o cara conhece basquete, ganhou título universitário e levou o Thunder longe nos playoffs. Por que não aproveitar essa experiência?

    Donovan vai se encontrar com a diretoria depois do último jogo da temporada pra discutir o futuro. Reinsdorf disse que não espera que a decisão demore, mas deixou claro que quer o técnico por perto.

    Recomeço total em Chicago

    A demissão do Arturas Karnisovas e do Marc Eversley marcou o fim de seis anos dessa dupla no comando. Os Bulls estão com 29-49 na temporada — um desastre, vamos combinar. Reinsdorf foi honesto: “Como vamos sair dessa bagunça?”

    Mas olha o lado positivo: os Bulls têm muito espaço salarial neste verão e podem pegar uma boa posição no Draft. Ainda tem aquela pick extra que pode vir se o Portland se classificar pros playoffs. É uma oportunidade de ouro pra reconstruir direito.

    “Tentamos o outro caminho. Não funcionou. Falhamos e agora estamos em posição de acertar — página em branco”, falou Reinsdorf. E aí, vocês acham que dessa vez cola?

    O que esperar do novo GM

    Reinsdorf foi específico sobre o perfil que busca: alguém orientado por processos, que “não tenha medo de apertar o gatilho” e que saiba se comunicar melhor — tanto internamente quanto com torcida e imprensa. Reconheceu que comunicação não era o forte do Karnisovas.

    Uma coisa que me chamou atenção: Reinsdorf deixou claro que não quer tanking. “Isso não é quem somos como organização”, disse. É injusto com técnico, jogadores e principalmente com a torcida que paga ingresso pra ver o time competir.

    Olha, eu entendo a posição dele, mas às vezes é complicado equilibrar competitividade com reconstrução. Vai ser interessante ver como o novo GM vai lidar com essa pressão de não tankar mas ainda assim construir um time vencedor.

  • LeBron fora contra Thunder: pé dolorido aos 41 anos preocupa

    LeBron fora contra Thunder: pé dolorido aos 41 anos preocupa

    Olha, eu já estava esperando por isso. LeBron James não vai jogar hoje contra o Oklahoma City Thunder por causa de dores no pé esquerdo, e sinceramente? Aos 41 anos, o cara precisa se cuidar mesmo.

    O King vem lidando com esse incômodo no pé a temporada toda — e quem pode culpá-lo? O homem jogou 39 minutos no último domingo contra o Dallas, fez 30 pontos, 15 assistências e 9 rebotes numa derrota por 134-128. Praticamente carregou o time nas costas depois que o Luka Dončić e o Austin Reaves se machucaram feio na semana passada.

    Load management necessário

    Cara, eu entendo a frustração da galera, mas olha o calendário: são três jogos em quatro noites! Hoje contra o Thunder, quinta fora contra o Warriors e sexta em casa contra o Suns. Com 41 anos, é impossível aguentar essa sequência massacrante sem sentir.

    E não é só o LeBron que está no departamento médico. O Marcus Smart também está fora — já são oito jogos seguidos por causa de uma contusão no tornozelo direito. Os Lakers estão literalmente mancando rumo aos playoffs.

    Situação complicada na classificação

    A real é que os Lakers estão numa posição delicada. Quarto colocado no Oeste com apenas quatro jogos restantes na temporada regular, meio jogo atrás do Denver — mas pelo menos têm o critério de desempate sobre os Nuggets.

    Agora, o problema é que o Thunder já passou o carro três vezes nos Lakers esta temporada. Três a zero! A última foi quinta passada: uma surra de 139-96 em Oklahoma City que doeu até na alma.

    Vocês acham que foi a decisão certa descansar o LeBron hoje? Eu fico dividido — por um lado, preservar o cara faz sentido. Por outro, cada jogo conta nessa reta final. Mas com 41 anos e um pé dolorido, melhor não arriscar uma lesão mais séria, né?

    O que me preocupa mesmo é: será que conseguimos segurar essa quarta posição sem o nosso melhor jogador? O Thunder está voando, e sem LeBron e Smart, vai ser osso.

  • Susto com Wemby, mas nada grave: só uma costela machucada

    Susto com Wemby, mas nada grave: só uma costela machucada

    Cara, que susto que a gente tomou ontem! Victor Wembanyama bateu feio com o Paul George no jogo contra o Philadelphia e saiu de quadra com uma cara nada boa. A primeira coisa que passou na minha cabeça foi: “Por favor, não seja nada sério.”

    Felizmente os exames mostraram que foi só uma contusão na costela. Nada que comprometa a temporada do fenômeno francês, mas o suficiente para deixá-lo como dúvida para o jogo de quarta contra o Portland Trail Blazers.

    A corrida contra o tempo dos prêmios

    Aqui que a coisa fica interessante — e um pouco tensa. Como o Wemby jogou apenas 15 minutos e 40 segundos na segunda-feira, esse jogo não conta para a elegibilidade dos prêmios de fim de temporada. E olha, o cara é FAVORITO ao Defensor do Ano e ainda briga pelo MVP.

    Para manter a elegibilidade, ele precisa jogar pelo menos 20 minutos em um dos três jogos que restam na temporada regular do San Antonio. Sinceramente? Acho que ele vai forçar para jogar, mesmo machucado. Esse prêmio de Defensor do Ano praticamente já tem o nome dele gravado.

    Spurs ainda sonham com a primeira colocação

    Por falar em pressão, o San Antonio ainda tem uma chance matemática de pegar a primeira colocação do Oeste. Com 60-19, eles estão dois jogos atrás do Oklahoma City Thunder (62-16). É difícil? Muito. Precisariam que o OKC perdesse pelo menos três dos últimos quatro jogos.

    Mas cara, imaginem só: Wembanyama estreando nos playoffs como primeiro colocado da conferência? Seria um roteiro perfeito para a ascensão definitiva do monstro francês na liga.

    Os próximos jogos são todos em casa: Portland na quarta, Dallas na sexta e Denver no domingo. E aí, vocês acham que vale o risco de forçar o Wemby para garantir os prêmios, ou é melhor preservá-lo pensando nos playoffs?

    Uma coisa eu garanto: esse cara já provou que é diferenciado. Costela machucada ou não, ele vai encontrar um jeito de estar em quadra quando mais precisar.

  • Bucks na lona: o fim melancólico da era Giannis em Milwaukee

    Bucks na lona: o fim melancólico da era Giannis em Milwaukee

    Cara, tem coisa mais triste no basquete do que ver um time campeão virando piada? Os Bucks de 2026 conseguiram esse feito “épico” — e olha que eu uso épico no sentido mais irônico possível.

    A temporada virou funeral depois que mandaram Damian Lillard embora e gastaram 113 milhões de dólares pra… bem, pra nada. Imaginem só: eles esticaram esse dinheiro por cinco anos pra poder contratar Myles Turner por quatro anos e 108 milhões. Matemática que nem eu entendo direito, mas o resultado tá aí: 22,5 milhões por ano jogados no lixo até 2030.

    O grito de desespero do Bobby Portis

    Dezembro foi o mês em que tudo desmoronou de vez. Depois de levar uma surra histórica de 45 pontos do Brooklyn Nets (sim, aquele mesmo Brooklyn que tava uma bagunça), os caras chegaram no treino como se nada tivesse acontecido.

    Aí que o Bobby Portis — que é meio que a alma desse time desde 2021 — perdeu a paciência completamente:

    “É por isso que somos uma m***a — agimos como se tudo estivesse bem, sem nenhuma urgência. Perdemos por 45 pontos. A linguagem corporal de todo mundo é terrível. Ninguém escuta os técnicos.”

    Imagina a cena: um cara que conquistou título com essa franquia tendo que gritar com os companheiros porque ninguém mais ligava. Sinceramente, dói só de pensar.

    Giannis pedindo música

    E o Giannis? Rapaz, o cara basicamente implorou pra sair desde maio passado. Teve até reunião na Grécia no meio do ano — coisa de filme mesmo — onde ele deixou claro que só jogaria nos Knicks se saísse de Milwaukee.

    Os números não mentem: 17-19 com ele em quadra, 14-28 sem ele. O cara jogou apenas 36 partidas na temporada — recorde negativo da carreira. E quando jogou aquele jogo contra o Minnesota onde levaram 33 de diferença em casa, a torcida vaiou ele. ELE! O cara que trouxe o único título da história moderna da franquia.

    “Parece um funeral”, disse uma fonte do time após aquela derrota. E olha, não tá errado não.

    O fim de uma era dourada

    Pela primeira vez desde 2016, os Bucks vão participar da loteria do draft. Nove anos consecutivos de playoffs pelo ralo. Não ganham uma série de playoff desde 2022. E pra fechar com chave de ouro, bateram o recorde histórico da franquia com 13 derrotas por 25+ pontos numa única temporada.

    Entre 27 de fevereiro e 4 de março, eles perderam quatro seguidas sendo superados por 97 pontos somados. Noventa e sete! É um número que nem faz sentido pra quem torce pra esse time.

    Vocês acham que dá pra recuperar essa relação entre Giannis e Milwaukee? Porque pela forma que as coisas andam, esse divórcio vai ser bem mais feio do que a gente imagina. E pensar que há poucos anos eles eram os reis do Leste…

    O basquete é isso aí: uma hora você tá no topo do mundo, na outra tá explicando como conseguiu desperdiçar um dos melhores jogadores da década.

  • Tim Legler acredita que os 76ers podem ser a surpresa dos playoffs no Leste

    Tim Legler acredita que os 76ers podem ser a surpresa dos playoffs no Leste

    Cara, o Tim Legler tá mexendo com o psicológico da galera do Leste. O ex-jogador e analista da ESPN foi lá e cravou: os Philadelphia 76ers podem ser o azarão que vai bagunçar os playoffs na Conferência Leste. E olha, depois de acompanhar essa temporada maluca, eu tô começando a concordar com ele.

    Por que apostar nos Sixers?

    A lógica do Legler é simples mas faz sentido: os quatro primeiros do Leste podem se bater de igual pra igual. Então o negócio é só classificar e torcer pro melhor de sete. “A chave é: apenas se classificar. Conseguir uma série melhor de sete, se você é Philadelphia”, disse ele.

    E cara, quando o time tá com todo mundo disponível, eles realmente impressionam. Lembra daquela vitória de 115-103 contra o Minnesota na sexta passada? Os caras jogaram um basquete que deu gosto de ver. Claro que depois levaram uma surra de 116-93 do Detroit no sábado, mas isso é NBA — um dia você tá voando, no outro toma uma pancada.

    O que me chama atenção é que pela primeira vez na temporada, parece que todo mundo tá saudável ao mesmo tempo. E quando os Sixers conseguem isso, vira outra equipe completamente.

    Nick Nurse mexendo nos esquemas

    O técnico Nick Nurse também tá vendo as coisas mudarem no ataque. Segundo ele, a defesa mais consistente tá liberando o ataque pra fluir melhor. “Acho que começamos a jogar um pouco mais inteligentemente no ataque. Vimos algumas coisas que podíamos conseguir, e fizemos um bom trabalho executando”, falou o canadense.

    Na minha visão, isso faz toda diferença nos playoffs. Time que consegue ajustar durante o jogo e encontrar soluções sempre tem chance. E olha que o Nurse conhece playoff — o cara já ganhou um título com o Toronto.

    Sinceramente? Eu não sei se eles vão longe mesmo, mas numa série de sete jogos, qualquer coisa pode acontecer. Vocês acham que os Sixers conseguem incomodar os favoritos do Leste?

    Agora é ver como eles se saem contra o San Antonio na segunda. Mais um teste pra ver se essa consistência é real ou se foi só ilusão mesmo.

  • Bulls demite toda diretoria e fãs pedem volta de ex-executivo

    Bulls demite toda diretoria e fãs pedem volta de ex-executivo

    Cara, o Bulls simplesmente mandou todo mundo embora na segunda-feira. Arturas Karnisovas e Marc Eversley — presidente de operações e gerente geral, respectivamente — foram demitidos depois de quatro anos no comando. E sinceramente? Era hora mesmo.

    Olha, desde que essa dupla assumiu em 2020, o que mudou? Praticamente nada. Aliás, se for analisar friamente, o time tá até pior do que estava antes. É de cortar o coração ver uma franquia histórica como o Bulls nessa situação, com a torcida cada vez mais revoltada.

    O nome que tá bombando nas especulações

    Aí que entra uma possibilidade interessante: Matt Lloyd, atual GM do Minnesota Timberwolves. O cara começou como estagiário de relações públicas no Bulls — imagina só, saiu lá de baixo mesmo — e hoje é considerado uma das mentes mais brilhantes da liga.

    Lloyd foi promovido a gerente geral dos Wolves apenas em 2024 e já fez uma jogada que chamou atenção: a troca do Karl-Anthony Towns pro Knicks por Julius Randle e Donte DiVincenzo. Polêmica? Com certeza. Mas mostrou que o cara não tem medo de mexer no time quando precisa.

    E aí, vocês acham que ele toparia voltar pra Chicago? Seria uma baita responsabilidade assumir uma reconstrução completa, mas Lloyd tem um histórico sólido e, mais importante, visão de longo prazo.

    Bulls tá precisando de ideias novas urgente

    Vamos ser honestos: o elenco atual do Bulls não tem direção nenhuma. Eles vivem pegando ex-lottery picks que já deram errado em outros times — e continuam errando aqui também. A última foi a troca pelo Jaden Ivey, que parece ter sido a gota d’água pra mandar todo mundo embora.

    O problema é que o Bulls tá numa encruzilhada. A torcida tá perdendo a paciência (e razão não falta), o time não compete por nada relevante há anos, e os jovens talentos que chegam não conseguem se desenvolver direito.

    Na minha visão, precisam de alguém que entenda tanto de desenvolvimento de jogadores quanto de construção de elenco. Lloyd pode ser essa pessoa — ele conhece a casa, sabe como é a pressão em Chicago, e já provou que consegue tomar decisões difíceis quando necessário.

    Agora é esperar pra ver se a diretoria do Bulls vai mesmo atrás dele ou se vão inventar moda de novo. Uma coisa é certa: essa próxima contratação vai definir o futuro da franquia pelos próximos anos. Não podem errar mais uma vez.

  • Grizzlies fazem 29 bolas de 3 e quase quebram recorde absurdo da NBA

    Grizzlies fazem 29 bolas de 3 e quase quebram recorde absurdo da NBA

    Cara, o Memphis Grizzlies resolveu fazer uma coisa maluca na segunda-feira: chutar de 3 como se não houvesse amanhã. E olha, quase deu certo — eles empataram o recorde da NBA com 29 bolas de 3 convertidas em uma única partida!

    Tá, eles perderam por 142-126 pro Cleveland Cavaliers, mas que show foi esse dos Grizzlies? Sinceramente, eu não esperava ver uma coisa dessas de um time que claramente já entregou a temporada depois de trocar o Jaren Jackson Jr.

    Todo mundo metendo de 3

    A parte mais insana? TODOS os jogadores que entraram em quadra fizeram pelo menos uma de 3. Todos mesmo. Isso é uma loucura e mostra pra onde a NBA tá indo — basquete hoje é arremesso de longa distância ou nada.

    O destaque ficou com Dariq Whitehead e Adama Bal, duas aquisições recentes do time, que meteram 6 bolas de 3 cada um. Lucas Williamson não quis ficar pra trás e cravou 5 triplos. Era uma chuva de bolas de 3 que não parava!

    Empate histórico (mas na derrota)

    O recorde que o Memphis empatou era dividido entre Boston Celtics (22 de outubro de 2024) e Milwaukee Bucks (29 de dezembro de 2020). Ou seja, eles entraram num grupo bem seleto da história da liga.

    Mas aí que tá o problema: enquanto os Grizzlies faziam chover de 3, a defesa deles simplesmente não existia. Os Cavaliers converteram mais de 58% dos arremessos de quadra. É impossível ganhar jogo assim, por mais que você acerte da linha dos 3.

    Na minha visão, o Memphis claramente priorizou o desenvolvimento dos jovens e o show ofensivo. Eles abriram mão de tamanho e defesa pra focar só no arremesso. E vocês acham que essa estratégia faz sentido pra um time que tá reconstruindo?

    No final das contas, foi uma derrota com estilo. Pro torcedor que só quer ver o time voltar a brigar por títulos através do Draft, pelo menos foi divertido de assistir. Melhor perder fazendo 29 de 3 do que apanhar calado, não é mesmo?

  • Wemby se machuca, mas Spurs respiram aliviados com atualização

    Wemby se machuca, mas Spurs respiram aliviados com atualização

    Cara, que susto foi esse ontem! O Victor Wembanyama levou uma pancada feia contra o Philadelphia 76ers e saiu de quadra segurando o ombro esquerdo. Por alguns segundos ali, todos nós que acompanhamos o francesão pensamos o pior, né?

    O que aconteceu foi assim: Paul George tentou roubar uma bola no meio da quadra e acabou trombando com o Wemby. O gigante de 2,24m despencou no chão, claramente sentindo dor. Aqueles segundos com ele caído foram tensos demais.

    A volta heroica no primeiro tempo

    Mas aqui que fica interessante — e mostra o caráter do moleque. Depois de sair para o vestiário, Wembanyama VOLTOU e jogou quase todos os últimos seis minutos do primeiro tempo. Isso mesmo, com contusão na costela esquerda, o cara voltou pra quadra.

    Só que no finalzinho, com menos de um minuto pro intervalo, ele pediu substituição de novo. E aí não voltou mais pro segundo tempo.

    O técnico Mitch Johnson deu uma declaração que pelo menos tranquilizou um pouco a galera: “Acho que é positivo ele ter sentido que podia voltar, e jogou os últimos quatro ou cinco minutos do tempo. Isso é positivo na minha perspectiva.”

    Os números e a preocupação real

    Mesmo machucado, Wemby terminou com 17 pontos (7/11 nos arremessos), 5 rebotes e 3 tocos. Números sólidos, mas a questão agora é outra.

    Sinceramente? O que mais me preocupa não é nem os playoffs — os Spurs já têm praticamente garantida a segunda colocação. A parada é que o francês precisa de APENAS MAIS UM JOGO para chegar aos 65 jogos na temporada. E vocês sabem o que isso significa, né? Elegibilidade pro MVP, All-NBA, todos os prêmios individuais.

    Imaginem a frustração se ele perder a chance de concorrer ao MVP por causa de um jogo? Com a temporada monstruosa que ele tá fazendo…

    E agora, José?

    Olha, pela forma como o Johnson falou, parece que não é nada muito grave. O fato do Wemby ter voltado a jogar já é um sinal positivo. Mas convenhamos — com três jogos restantes na temporada regular, qualquer machucado assusta.

    E aí, galera do Sexto Homem, vocês acham que ele consegue voltar a tempo de garantir os 65 jogos? Eu tô torcendo muito, porque seria uma injustiça tremenda ele ficar de fora das premiações por causa disso.