Autor: Leandro Amorim

  • Flagg vs Booker: Mavs visitam Suns em duelo de gerações

    Flagg vs Booker: Mavs visitam Suns em duelo de gerações

    Olha, eu sei que o Dallas tá numa temporada complicada, mas essa partida de hoje contra o Phoenix tem tudo pra ser especial. Cooper Flagg, o rookie sensação, encara Devin Booker no Footprint Center, e sinceramente? Não consigo tirar os olhos desse garoto.

    O Mavs (25-54) tá longe dos playoffs, isso é óbvio. Mas cara, ver o Flagg jogando assim na primeira temporada é absurdo. O moleque tá fazendo 21.2 pontos e 6.6 rebotes por jogo — números que muitos veteranos gostariam de ter. E olha que ele tá fazendo isso num time desfalcado, com Kyrie Irving e Dereck Lively II fora por lesão.

    Phoenix precisa da vitória

    Do outro lado, o Suns (43-36) tá desesperado por essa vitória. Eles querem garantir uma posição melhor nos playoffs, e depois daquela tropeçada contra Houston… bom, não podem se dar ao luxo de bobear com Dallas.

    Devin Booker tá tendo mais uma temporada monstro, com média de 25.9 pontos. O cara é uma máquina de pontos, e com a torcida em casa, espero que ele apareça grande. Mas vou ser sincero: estou curioso pra ver como o Flagg vai se comportar contra uma defesa mais organizada.

    O que esperar do jogo

    O Phoenix tem vantagem clara no papel. Time mais experiente, jogando em casa, e com um elenco mais completo. Mark Williams no garrafão (11.6 pontos, 8.0 rebotes) dá aquela proteção que falta pro Dallas.

    Mas e o Klay Thompson? O veterano ainda tem fogo no braço (14.5 pontos, 42.8% nos triplos), e se ele esquentar a mão junto com o Flagg… aí pode dar trabalho pros Suns.

    Na minha opinião, Phoenix ganha. Eles têm mais qualidade e estão jogando por algo importante. Mas espero que seja um jogaço, com o Flagg mostrando por que todo mundo tá falando dele.

    Vocês acham que o rookie consegue incomodar mesmo contra um time playoff? Eu acho que sim. Esse garoto é diferente.

    Onde assistir: O jogo rola às 22h (horário de Brasília) na quarta-feira, com transmissão disponível em plataformas de streaming esportivo.

  • NBA admite: tanking é odiado por todos, mas funciona demais

    NBA admite: tanking é odiado por todos, mas funciona demais

    Olha só que situação bizarra a NBA se meteu. Todo mundo odeia o tanking — literalmente todo mundo — mas os times continuam fazendo porque, né… funciona pra caramba.

    A ESPN foi lá e conversou com um monte de gente da liga, e o resultado? Steve Kerr, técnico dos Warriors, foi o mais direto de todos: “Eu odeio isso”, disse ele. E olha que o Kerr não é de falar besteira, então quando ele fala assim é porque a coisa tá feia mesmo.

    Os números não mentem

    A diferença média de pontos nos jogos desta temporada é de 13.1 — a maior da história da NBA. Pensa nisso. E tem mais: 89 jogos já foram decididos por 30 pontos ou mais. É recorde. Basicamente, metade da liga tá jogando pra perder e a outra metade tá massacrando.

    Mas aqui vem o problema: por mais que seja uma desgraça pro espetáculo, o negócio funciona. Um GM da Conferência Oeste — que obviamente não quis se identificar — foi bem sincero sobre as táticas que os times usam:

    “Esses times fazem de tudo: deixam os caras no banco no quarto período, escalam quintetos ruins de propósito, armam jogadas pra errar arremesso”, explicou o executivo. “A criatividade é impressionante e eu não culpo eles. É a melhor estratégia pra melhorar.”

    Thunder, Spurs e cia: a prova que funciona

    E aí que tá o drama todo. Olha só os exemplos que ele deu: Thunder, Spurs, Pistons, Rockets, Hornets. Todos esses times passaram anos apanhando na liga pra conseguir picks altos no Draft. E funcionou!

    O Thunder hoje é candidato ao título. Os Spurs têm o Victor Wembanyama (que monstro, né?). Detroit tá se reerguendo. A fórmula é dolorosa mas comprovada: seja ruim por alguns anos, pegue picks altos, desenvolva os pivetes e pronto.

    Na minha opinião, é uma situação esquisita. Por um lado, entendo os times — qual executivo vai explicar pros torcedores que preferiu ficar na mediocridade em vez de tentar pegar uma estrela no Draft? Por outro, imagina você pagando ingresso pra ver seu time claramente não se esforçando pra ganhar.

    Adam Silver promete resolver

    O comissário Adam Silver já prometeu que vai resolver isso até junho, com mudanças na estrutura de incentivos que devem rolar a partir do Draft de 2026. Mas sinceramente? Enquanto o sistema continuar premiando times ruins com picks melhores, sempre vai ter alguém tentando burlar.

    Vocês acham que tem solução pra isso? Porque olhando assim, parece que todo mundo sabe qual é o problema, mas ninguém tem uma resposta que funcione de verdade. O jeito é torcer pra que o Silver tenha uma ideia genial aí guardada.

  • NBA investiga falta bizarra dos Kings: erro tático ou tanking?

    NBA investiga falta bizarra dos Kings: erro tático ou tanking?

    Olha, eu já vi muita coisa estranha na NBA, mas o que rolou no jogo entre Sacramento Kings e Golden State Warriors na terça-feira me deixou meio confuso. A liga está investigando uma decisão no mínimo questionável do técnico Doug Christie nos minutos finais da derrota por 110-105.

    A situação foi a seguinte: Kings na frente por 1 ponto, faltando 3:15 para acabar o jogo. Christie manda o Doug McDermott fazer falta no Seth Curry. Só que tem um probleminha aí — os Kings já estavam no penalty, então foi tiro livre direto pro Curry, que acerta 86,4% dos lances livres na carreira.

    O erro que custou caro

    Segundo fontes da ESPN, Christie simplesmente errou o cálculo. Ele achou que o Golden State estava no bônus e queria usar um timeout estratégico antes de perdê-lo automaticamente quando o relógio batesse 3 minutos. Só que não era bem assim.

    Curry converteu um dos dois lances livres, empatando o jogo em 101. Na sequência, Christie pelo menos desenhou uma jogada bacana no timeout e McDermott acertou uma bola de três, colocando Sacramento na frente de novo. Mas aí os Kings fizeram o que sabem fazer melhor nos últimos anos — entregaram a vantagem nos minutos finais.

    O Draymond Green não perdoou e foi direto ao ponto no pós-jogo: “Vi um time hoje fazer falta no Seth Curry faltando três minutos sem motivo algum. Eu sou multado quando faço besteira. Multem essa galera também”.

    Tanking ou incompetência?

    Cara, eu entendo a revolta do Draymond. Os Kings estão com 21-59, empatados com o Utah Jazz na quarta pior campanha da liga. Sem Sabonis, Zach LaVine e De’Andre Hunter (todos operados), além de DeRozan e Westbrook fora na terça, é meio suspeito mesmo.

    Mas fontes do time garantem que não foi tanking proposital, e Christie foi categórico após uma vitória recente: “Tanking é a última coisa que eu faria. Respeito demais o jogo”.

    Sinceramente? Acho que foi burrice mesmo. Christie ainda está se adaptando como técnico principal, e esse tipo de erro acontece. Agora, se a NBA vai multar por incompetência tática, aí complica para meio campeonato (risos).

    E vocês, o que acham? Foi erro de principiante ou os Kings estão mesmo de olho no Draft? Com essa classe de calouros que vem aí, não duvido de nada…

  • Doc Rivers pensando em aposentadoria? Técnico dos Bucks fala em netos

    Doc Rivers pensando em aposentadoria? Técnico dos Bucks fala em netos

    Olha, eu já esperava que essa temporada dos Bucks ia dar ruim, mas não imaginava que ia acabar com Doc Rivers basicamente sinalizando aposentadoria. O cara praticamente já tá se despedindo da NBA, e o motivo é dos mais nobres: quer ver os sete netos crescerem.

    “Eu tenho sete netos agora, todos com 8 anos ou menos, e me mata por dentro toda vez que perco o dia dos avós na escola de cada um deles”, disse Rivers aos repórteres na terça-feira. Cara, isso mexe com qualquer um que é avô, né?

    Um ciclo que não fechou

    Sinceramente, acho que o Doc tá certo em pensar nisso. O cara tem 62 anos, já conquistou tudo que podia conquistar — incluindo aquele título lendário com o Celtics em 2008 — e agora foi até eleito pro Hall da Fama. Quando você chega nesse nível, família vira prioridade número um.

    Mas vamos falar da real situação em Milwaukee. Rivers assumiu o time no meio da temporada 2023-24, depois que o Adrian Griffin foi demitido, e desde então os Bucks simplesmente despencaram. Time que não perde os playoffs desde 2016 agora tá fora da pós-temporada. É de partir o coração.

    “Quando fui trazido aqui há dois anos e meio, era pra levar o time ao próximo nível, e isso simplesmente nunca aconteceu”, admitiu Rivers. “Do ponto de vista de um técnico, você sente que não fez o trabalho pela cidade de onde você vem.”

    Legacy garantido, mas Milwaukee ficou devendo

    Look, o Rivers é lenda. Sexto treinador com mais vitórias na temporada regular da história da NBA em 27 anos de carreira. Mas essa passagem por Milwaukee vai ficar como uma das mais frustrantes da carreira dele.

    O GM Jon Horst até elogiou o trabalho do Doc em meio ao caos: “Foi um ano incrivelmente difícil e, na minha opinião, Doc fez o seu melhor absoluto para manter o trem nos trilhos pelo maior tempo possível.” Cara diplomático, esse Horst.

    E aí, vocês acham que o Doc realmente pendura as pranchetas? Ou será que algum time desesperado ainda vai convencê-lo a ficar mais um tempo? Uma coisa é certa: se ele resolver mesmo parar, vai ser o fim de uma era. E sinceramente? Depois de tudo que conquistou, o homem merece curtir os netinhos em paz.

  • Tatum vai encarar o ‘fantasma’ do Madison Square Garden

    Tatum vai encarar o ‘fantasma’ do Madison Square Garden

    Olha, eu não sei vocês, mas sempre fico curioso pra ver como um jogador reage quando volta ao lugar onde se machucou feio. E é exatamente isso que vai rolar na quinta-feira: Jayson Tatum pisa de novo no Madison Square Garden, onde rompeu o tendão de Aquiles nos playoffs do ano passado.

    O cara foi bem honesto na entrevista — e eu respeito isso. Não tá fingindo que vai ser moleza ou que não pensa no assunto.

    “Não tô animado pra voltar lá”

    “Cara, sim, eu penso nisso”, admitiu o Tatum. “Não tô tipo, animado, pra voltar e jogar lá. Da última vez que joguei lá, obviamente, foi uma experiência traumática pra mim.”

    Mano, imagina o que passa na cabeça dele. Madison Square Garden, aquela atmosfera insana, e a lembrança de ter saído de maca. Sinceramente acho que qualquer atleta ficaria meio ressabiado.

    Mas o que mais me impressiona é a mentalidade do cara: “Eu sabia que em algum momento teria que superar esse obstáculo e jogar lá de novo. Então, vai ter que ser nesta quinta-feira.”

    Profissionalismo acima de tudo

    O Tatum deixou claro que não vai fugir do jogo só por causa do trauma. “É parte do processo. Eu decidi voltar a jogar, então não vou ficar pulando certos jogos. Não posso jogar back-to-backs agora, mas decidi voltar, então é só mais um jogo na agenda.”

    E tem um detalhe importante aí: os Celtics podem muito bem enfrentar os Knicks numa eventual segunda rodada dos playoffs. Ou seja, melhor resolver essa questão psicológica logo, né?

    “Eu ia ter que jogar lá em algum momento”, disse Tatum. “Então, melhor tirar isso do caminho de uma vez.”

    Cara, eu admiro essa postura. Nada de drama, nada de vitimismo. Só: vou lá, jogo minha bola e pronto. É assim que se constrói uma mentalidade campeã.

    E vocês, acham que o Tatum vai conseguir jogar normalmente ou o peso psicológico pode atrapalhar? Eu apostaria que ele faz um jogaço — às vezes a motivação extra funciona melhor que qualquer coisa.

  • Bulls fazem Billy Donovan condição obrigatória pro novo GM

    Bulls fazem Billy Donovan condição obrigatória pro novo GM

    Olha só que interessante: o Chicago Bulls basicamente amarrou o futuro da franquia ao Billy Donovan. Michael Reinsdorf, CEO do time, foi bem direto na terça-feira — qualquer candidato a executivo de basquete TEM que topar manter o Donovan como técnico. Sem discussão.

    “Se eu entrevistar alguém e eles não estiverem convencidos do Billy, eles não estão convencidos de um técnico Hall of Fame”, disparou Reinsdorf. E olha, eu entendo a lógica. Donovan é realmente monstro, mas será que essa rigidez toda não vai limitar as opções?

    Demitiu geral e agora quer estabilidade

    Isso tudo veio um dia depois dos Bulls mandarem embora o vice-presidente Arturas Karnisovas e o GM Marc Eversley. Uma limpeza geral mesmo. A franquia tá com record de 30-49 — praticamente eliminada dos playoffs — então dá pra entender a pressão por mudanças.

    Donovan vai se reunir com a diretoria logo depois do último jogo da temporada pra discutir o futuro. Reinsdorf disse que espera uma conversa rápida e que tá interessado em dar mais poder pro técnico nas decisões de elenco. Sinceramente? Faz sentido. O cara conhece basquete.

    A disputa por Donovan esquentou

    Aqui fica interessante: Donovan chegou a ser cotado pra vaga na Universidade da Carolina do Norte (que no final foi pro Michael Malone), mas segundo informações, ele nem quis fazer entrevista pros Tar Heels.

    Se ele ficar disponível no mercado, vários times da NBA vão correr atrás. E quem não correria? O cara tem currículo college de elite e já mostrou que consegue lidar com vestiário NBA. Mas pelo que parece, os Bulls querem muito segurar ele.

    Reinsdorf foi bem claro sobre o perfil que quer pro novo executivo: comunicação forte, pensamento voltado a processos e capacidade de tomar decisões difíceis. Ah, e criticou tanto tanking quanto construção de elenco pensando só no curto prazo.

    “Daqui pra frente, é sobre sustentabilidade”, disse. “Eu não quero ser bom só por um ou dois anos. Quero que ano após ano a gente tenha chance de ser competitivo e vencer.”

    Os Bulls têm algumas cartas na manga pro offseason: espaço salarial e possíveis escolhas de loteria, incluindo uma pick condicional de primeira rodada do Portland Trail Blazers se eles se classificarem pros playoffs.

    E aí, acham que apostar tudo no Donovan é a jogada certa? Pra mim, ele merece a confiança, mas será que não era melhor deixar o novo GM ter mais liberdade pra montar a própria visão?

  • McDaniels volta aos treinos e pode jogar contra o Magic

    McDaniels volta aos treinos e pode jogar contra o Magic

    Finalmente uma boa notícia vindo de Minneapolis! Jaden McDaniels foi liberado para atividades de contato total e já está na lista de “questionável” para o jogo de quarta-feira contra o Orlando Magic. Cara, depois de seis jogos fora por causa de uma tendinopatia no joelho esquerdo, ver o cara voltando aos treinos com bola já é meio caminho andado.

    Olha, eu confesso que estava começando a ficar preocupado com essa lesão do McDaniels. Tendinopatia patelar é uma daquelas coisas chatas que pode se arrastar se não for bem cuidada. Mas pelo visto a comissão técnica dos Wolves não quis forçar a barra — seis jogos fora é tempo suficiente pra deixar o cara 100%.

    Os números do cara impressionam

    E por que a volta dele é tão importante? Simples: McDaniels vinha numa temporada sólida, com médias de 14.8 pontos, 4.2 rebotes e 2.7 assistências em quase 32 minutos por jogo. São números de um jogador que se consolidou como peça fundamental no esquema de Minnesota.

    O timing não poderia ser melhor também. Os Wolves passaram por um período complicado, jogando sem McDaniels e ainda por cima com Anthony Edwards entrando e saindo da lineup por causa de outras questões. Imagina só: ficar sem dois dos seus principais jogadores ao mesmo tempo?

    Hora de voltar aos trilhos

    A real é que Minnesota precisa do McDaniels de volta urgentemente. O cara é versátil defensivamente, consegue marcar várias posições, e no ataque tem se mostrado cada vez mais confiável no arremesso de três pontos. É exatamente o tipo de jogador que faz a diferença nos playoffs — e os Wolves vão precisar de toda ajuda possível nessa reta final.

    Agora é torcer pra que ele não sinta nada contra o Magic e consiga voltar ao ritmo rapidinho. Vocês acham que ele joga mesmo na quarta, ou a comissão técnica vai esperar mais alguns dias pra ter certeza absoluta?

  • Wizards garantem pick de 2026 – missão cumprida na temporada

    Wizards garantem pick de 2026 – missão cumprida na temporada

    Olha só que situação interessante: o Washington Wizards acabou de cumprir o principal objetivo da temporada, e nem foi ganhar jogos. Eles garantiram que vão manter sua escolha de primeira rodada do Draft de 2026!

    A matemática é simples — os Wizards vão terminar com no máximo o terceiro pior recorde da liga. Isso significa que não podem cair para uma posição pior que a sétima no draft. E aqui está o pulo do gato: a escolha tinha proteção top-8. Se caísse para nona posição ou pior, ia direto pro New York Knicks.

    O alívio de Washington

    Sinceramente, deve ter rolado uma festa discreta no escritório dos Wizards. Porque agora, em vez de entregar uma pick potencialmente valiosa, eles só vão mandar escolhas de segunda rodada em 2026 e 2027 para os Knicks. É tipo trocar ouro por bronze, sabe?

    Essa era a última temporada com proteção nessa pick. Daqui pra frente, os Wizards têm todas as suas escolhas de primeira rodada garantidas, com direito a swap em 2028 e 2030 (aquela famosa troca “mais favorável”). Mesmo perdendo duas picks de segunda rodada, Washington ainda tem até 12 escolhas de segunda rodada nos próximos sete drafts. É munição de sobra pra fazer negócios.

    A loteria que vem por aí

    Agora vem a parte emocionante — e aqui entre nós, eu acho que os Wizards fizeram a coisa certa em tankar discretamente. Os três times com os piores recordes dividem 52,1% de chance de ficar no top-4, e cada um tem 14% de probabilidade de ganhar a primeira escolha geral.

    Vocês acham que foi uma estratégia inteligente dos Wizards? Eu vejo muito sentido nisso. Melhor garantir uma pick no top-7 do que arriscar perder tudo pros Knicks, né? E com esse draft de 2026 sendo esperado como um dos mais profundos dos últimos anos, manter essa escolha pode ser a diferença entre reconstruir direito ou ficar mais alguns anos no limbo.

  • NBA pode ter até 12 trocas de técnico – A faxina vem aí!

    NBA pode ter até 12 trocas de técnico – A faxina vem aí!

    Olha, se vocês acham que a temporada regular da NBA é movimentada, esperem só pra ver o que vem por aí na offseason. Fontes da liga estão falando que podemos ter entre 8 a 12 mudanças de técnico — isso é mais de um terço dos times! Absurdo.

    “Vão ser de 8 a 12 mudanças”, disse uma fonte com conhecimento direto do mercado de técnicos. Cara, isso é praticamente uma revolução no banco de reservas da liga inteira.

    O cenário atual já tá pegando fogo

    Até agora, só tivemos duas mudanças “oficiais” na offseason: os Knicks trocaram Tom Thibodeau pelo Mike Brown (que saída inesperada, não é?), e o Phoenix mandou o Budenholzer embora pra colocar o Jordan Ott no lugar.

    Mas a temporada foi uma loucura mesmo. Memphis demitiu o Taylor Jenkins bem antes dos playoffs, Denver fez o mesmo com Michael Malone. Os dois times promoveram os assistentes — Tuomas Iisalo e David Adelman, respectivamente — e mantiveram eles no cargo. Sacramento e San Antonio também efetivaram Doug Christie e Mitch Johnson, que começaram como interinos.

    E tem mais coisa pegando fogo por aí. Os Pelicans demitiram Willie Green no meio da temporada, deixando James Borrego tocando o barco. Situação complicada também em Portland, onde Tiago Splitter assumiu enquanto Chauncey Billups tá afastado por causa daquela investigação federal de apostas — que situação bizarra, né?

    Os técnicos na corda bamba

    Doc Rivers já falou abertamente sobre a possibilidade de sair do Milwaukee. Sinceramente? Depois da temporada que os Bucks fizeram, não duvido nada. O time tinha tudo pra brigar pelo título e… bem, vocês viram no que deu.

    Jamahl Mosley no Orlando Magic também tá com o futuro incerto. Os caras tinham expectativa alta depois da evolução do Paolo Banchero, mas a temporada foi decepcionante mesmo.

    E Steve Kerr? O cara que ganhou 4 títulos com Golden State tá entrando na offseason sem contrato garantido pra 2026-27. Imaginem só — um dos técnicos mais vitoriosos da última década pode estar procurando emprego.

    A faxina que vem por aí

    Na minha opinião, essa quantidade de mudanças faz sentido. A liga tá cada vez mais competitiva e os donos de franquia não têm paciência quando o time não atinge as expectativas. É cruel? Talvez. Mas é a realidade do esporte profissional.

    O que me impressiona é a magnitude. 8 a 12 mudanças significa que praticamente 40% da liga vai estar com técnico novo na próxima temporada. Isso vai mexer completamente com a dinâmica dos times.

    E aí, galera — vocês acham que essa revolução nos bancos vai resultar em jogos melhores ou só vai criar mais instabilidade? Porque uma coisa é certa: a offseason de 2025 vai ser histórica pra posição de head coach na NBA.

  • Cade Cunningham volta após pulmão colapsado e Pistons fazem história

    Cade Cunningham volta após pulmão colapsado e Pistons fazem história

    Gente, que volta é essa? Cade Cunningham está de volta hoje contra o Milwaukee Bucks depois de 11 jogos parado por causa de um pulmão colapsado. Pulmão colapsado, cara! Não é uma torçãozinha no tornozelo — é coisa séria mesmo.

    O lance aconteceu no dia 17 de março contra o Washington Wizards, e inicialmente todo mundo achava que a temporada dele tinha acabado. Os médicos falaram que ele só voltaria na semana dos playoffs, que começam dia 18 de abril. Mas não, o monstro se recuperou muito mais rápido que o esperado.

    Os números do garoto impressionam

    Olha só os números que ele tava fazendo antes da lesão: 24.5 pontos, 9.9 assistências, 5.6 rebotes e 1.5 roubos de bola por jogo em 61 partidas. Média de mais de 34 minutos em quadra. Sinceramente, não dá pra negar que o cara é especial.

    E vocês sabem o que é o mais absurdo nessa história toda? O Detroit foi MELHOR sem ele! 8 vitórias e apenas 3 derrotas no período que ele ficou fora. Até garantiram o mando de quadra nos playoffs da Conferência Leste no sábado passado. Isso mostra a qualidade do elenco que eles montaram.

    A polêmica dos 65 jogos

    Agora vem a parte interessante — e que pode mudar tudo na NBA. Por causa da lesão do Cunningham, o sindicato dos jogadores (NBPA) tá pressionando pra acabar com aquela regra dos 65 jogos mínimos pra ser elegível pros prêmios individuais.

    A regra foi aceita há três anos, mas o caso do Cade virou o ponto de ruptura. Imagina você fazendo uma temporada monstro dessas e não poder concorrer ao prêmio de Jogador Mais Melhorado ou coisa parecida por causa de uma lesão grave? É sacanagem mesmo.

    O timing da volta dele não podia ser melhor — três jogos restantes na temporada regular pra ele pegar ritmo antes dos playoffs. E olha que o Pistons não brinca: eles querem fazer barulho nos playoffs depois de tanto tempo na zona de rebaixamento.

    E aí, vocês acham que o Cade volta no mesmo nível? Pulmão colapsado não é brincadeira, mas se tem uma coisa que eu aprendi acompanhando NBA é que esses caras são de outro planeta quando se trata de recuperação.