Autor: Leandro Amorim

  • KD estraga festa do Curry e Rockets vencem por 1 ponto

    KD estraga festa do Curry e Rockets vencem por 1 ponto

    Cara, que jogo foi esse? Kevin Durant simplesmente decidiu ser cruel com seus ex-companheiros e ajudou o Houston Rockets a vencer os Warriors por 117-116, estragando completamente a volta do Stephen Curry depois de mais de dois meses parado.

    O jogo tinha tudo pra ser a noite perfeita do Curry. O cara voltou depois de 27 jogos fora por lesão no joelho direito — desde 30 de janeiro, gente! — e fez 29 pontos em apenas 26 minutos. Mas no final das contas, quem roubou a cena foi o KD.

    Durant não perdoa ex-time

    Kevin Durant fez 31 pontos, 8 rebotes e 8 assistências contra seu antigo time. O monstro acertou uma bola de três crucial faltando 2:10 para o fim, mas o que realmente definiu o jogo foi o passe dele para Alperen Sengun fazer a bandeja da vitória faltando 11 segundos.

    E olha, o Curry quase virou o jogo sozinho no final. Depois de ficar mais de dois meses fora, o cara entrou no último quarto (primeira vez que saiu do banco num jogo regular desde 2012!) e quase fez a mágica acontecer. Arremesso de três no final? Errou. Mas sinceramente, depois de tanto tempo parado, até que ele jogou muito.

    Irmãos Curry juntos em quadra

    E teve um momento histórico que quase passou despercebido no meio de tanta emoção: Stephen e Seth Curry jogaram juntos pela primeira vez na história da franquia dos Warriors. Imagina só — dois irmãos, ambos craques do arremesso de três, dividindo a quadra em Golden State.

    Seth tinha jogado alguns jogos de pré-temporada em 2013 e depois foi pro Santa Cruz Warriors (time da G League), mas agora foi oficial. Os caras só jogaram 100 segundos juntos na pré de 2013, então essa foi realmente especial.

    O Rockets tá voando com essa formação. Sengun com 24 pontos, Jabari Smith Jr. com 23 pontos e 9 rebotes, Amen Thompson contribuindo com 18 pontos e 7 assistências. E o KD? Bom, o KD sendo KD — decidindo jogos importantes mesmo aos 37 anos.

    Vocês acham que os Warriors ainda conseguem brigar por algo significativo essa temporada com o Curry de volta? Porque olhando esse jogo, parece que vai ser uma batalha e tanto no Oeste.

  • 76ers perdem mais um: Payne fora por 2 semanas na pior hora

    76ers perdem mais um: Payne fora por 2 semanas na pior hora

    Cara, os 76ers não conseguem uma folga mesmo. Quando você pensa que finalmente as coisas tão se acertando com Embiid, Maxey e Paul George voltando, aí vem mais uma pancada.

    Cameron Payne se machucou no jogo contra o Detroit (que os Sixers perderam feio por 116-93) e vai ficar fora por pelo menos duas semanas com lesão no posterior da coxa. Ou seja: temporada regular acabou pra ele, e provavelmente vai perder o início dos playoffs também.

    Quando a profundidade faz diferença

    Olha, o Payne não era peça fundamental no esquema do Nick Nurse, mas convenhamos — num time que vive no departamento médico, qualquer jogador disponível vale ouro. E o cara mostrou que tem jogo quando precisou.

    Lembro daquele jogaço de 32 pontos que ele fez mais cedo na temporada, quando metade do time tava machucado. Foi um show à parte. Na média da temporada foram 7.4 pontos, 2.0 rebotes e 2.6 assistências em 17 minutos — números modestos, mas ele sempre estava pronto quando chamado.

    Sinceramente, não dá pra não reconhecer o profissionalismo do cara. Chegou em fevereiro, sabia que ia ser terceira opção no garrafão dos armadores, mas nunca reclamou.

    Corrida pelos playoffs esquentando

    A boa notícia? Os 76ers estão conseguindo subir na tabela do Leste. Depois de passar por aquele inferno todo com o trio de estrelas machucado, agora estão na sexta colocação — vaga direta pros playoffs se a temporada acabasse hoje.

    O Nick Nurse tá literalmente espremendo tudo que pode dos caras principais. Rotação de nove jogadores no máximo, com Drummond e Bona dividindo os minutos de backup do Embiid no garrafão. É tudo ou nada agora.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem manter essa pegada até abril? Porque com o histórico de lesões que eles têm, qualquer machucadinho pode estragar tudo de novo.

  • Jaquez voa até Phoenix pra ver irmã fazer história em título da UCLA

    Jaquez voa até Phoenix pra ver irmã fazer história em título da UCLA

    Cara, que momento sensacional! Enquanto o Miami Heat descansava no domingo, Jaime Jaquez Jr. não pensou duas vezes: pegou um avião e voou até Phoenix para ver sua irmã Gabriela fazer história na final do NCAA feminino.

    E que história! A UCLA conquistou seu primeiro título nacional feminino de todos os tempos, atropelando South Carolina por 79 a 51. Uma surra dessas que a gente adora ver quando é do nosso time, né?

    Gabriela foi um monstro na final

    A irmã mais nova do nosso querido Jaime simplesmente decidiu que seria dela mesmo. 21 pontos (8 de 14 arremessos), 10 rebotes e 5 assistências. Double-double com facilidade e ainda distribuiu bola pra galera. Sinceramente? Performance de gente grande nos momentos que mais importam.

    O mais legal é que ela entrou para um clube bem seleto: apenas a quinta jogadora na história a conseguir pelo menos 20 pontos, 10 rebotes e 5 assistências numa final nacional. Tá ao lado de lendas como Breanna Stewart e Dawn Staley — que, ironia do destino, era justamente a técnica do South Carolina que levou essa surra.

    Irmão babão e com razão

    Jaime não conseguia conter a emoção na entrevista depois do jogo. “Não tenho palavras para descrever. É uma sensação incrível, me sinto no topo do mundo só de ter assistido esse jogo”, disse o cara, claramente emocionado.

    E olha, ele tem toda razão de estar orgulhoso. Lembram que no ano passado a UCLA caiu no Final Four? Pois é, usaram aquela dor como combustível e voltaram mais fortes. Na minha visão, isso mostra o caráter dessa garota — e pelo visto é de família mesmo.

    “Não é todo dia que sua irmã joga uma final nacional, ainda mais pela sua alma mater”, completou Jaime. É, imagino mesmo que deve ser um mix de emoções absurdo ver sua irmãzinha brilhando no mesmo lugar onde você fez história também.

    Vocês imaginam a festa que deve estar rolando na casa dos Jaquez? Dois filhos fazendo sucesso no basquete universitário e profissional… Os pais devem estar explodindo de orgulho!

    Gabriela fechou a temporada senior com médias sólidas: 13.3 pontos, 5.4 rebotes e 2.0 assistências por jogo. Números que não gritam, mas quando importou mesmo — na final — ela apareceu grande. Isso que separa os bons dos especiais.

  • Flagg virou favorito ao ROY depois de 96 pontos em dois jogos

    Flagg virou favorito ao ROY depois de 96 pontos em dois jogos

    Cara, o Cooper Flagg simplesmente resolveu acabar com tudo no fim de semana. 96 pontos em dois jogos. Noventa e seis!

    O garoto de 19 anos dos Dallas Mavericks não só quebrou recordes como também virou as odds do Rookie of the Year de cabeça pra baixo. Agora ele é o favorito nas casas de apostas (-250) na frente do Kon Knueppel (+180), que até sexta-feira era quem tava na ponta.

    O show que mudou tudo

    Sexta-feira: 51 pontos contra o Magic (mesmo na derrota). Domingo: 45 pontos, quase um triple-double na vitória sobre os Lakers por 134-128. Nove assistências, oito rebotes, duas roubadas de bola e um toco. É coisa de louco mesmo.

    “Acho que é definitivamente algum tipo de declaração”, disse o próprio Flagg após o jogaço. Modesto o garoto, né? Na minha visão, isso foi muito mais que uma declaração — foi praticamente um grito de “olha aqui quem é que manda”.

    E olha só esse dado absurdo: Flagg se tornou o primeiro calouro desde Allen Iverson — e o único teenager da história — a fazer pelo menos 45 pontos, 5 rebotes e 5 assistências em dois jogos seguidos. Para ter uma ideia, só o Walt Bellamy em 1962 havia conseguido dois jogos seguidos de 45+ pontos sendo rookie.

    Na companhia dos monstros

    Agora vem a parte que me arrepia: dos seis caras que fizeram pelo menos três jogos de 45+ pontos sendo calouros, cinco ganharam o ROY e todos foram pro Hall da Fama. Os nomes? Bellamy, Wilt Chamberlain, Michael Jordan, Earl Monroe e Lew Alcindor. Só falta o Flagg nessa lista.

    O técnico Jason Kidd tá tão confiante no garoto que apareceu nas últimas duas coletivas usando camisa com o slogan “AIN’T NO PRESSURE” (algo como “sem pressão nenhuma”). Sinceramente, se eu fosse o Flagg, tava era sentindo pressão demais — mas o moleque parece que nasceu pra isso.

    “Ele nunca reclamou e sempre entregou pra gente”, disse Kidd. “Fazer isso na televisão nacional não é fácil. Especialmente depois de um jogo de 50 pontos.”

    Os números não mentem

    Flagg lidera todos os rookies em pontuação (20.8 por jogo), é o terceiro em rebotes (6.6) e segundo em assistências (4.5). Só quatro caras desde a fusão ABA-NBA conseguiram pelo menos 20 pontos, 6 rebotes e 4 assistências por jogo sendo rookies: Larry Bird, Jordan, Luka Dončić e agora o Flagg.

    O Knueppel não tá brincando também, viu? 18.7 pontos por jogo e já quebrou o recorde de rookie com 265 bolas de três convertidas. Mas convenhamos — depois desses dois jogos do Flagg, o prêmio tá praticamente decidido.

    E aí, vocês acham que o garoto aguenta a pressão até o final da temporada? Porque uma coisa é certa: com apenas 19 anos, ele já tá fazendo coisas que só LeBron e Luka fizeram nessa idade. Monstro demais!

  • Cavs correndo contra o tempo: Wade e Tyson ainda machucados

    Cavs correndo contra o tempo: Wade e Tyson ainda machucados

    Olha, a situação tá ficando tensa em Cleveland. Com uma semana só pra acabar a temporada regular, os Cavs ainda tão esperando dois caras super importantes voltarem: Dean Wade e Jaylon Tyson. E sinceramente? Tá na hora de começar a se preocupar.

    O Wade machucou o tornozelo de uma forma que só ele mesmo — tropeçou em cima de um gandula durante o aquecimento contra o Miami Heat no dia 25 de março. Cara, imagina a cena. Você tá lá se preparando pro jogo e PAM, machuca no aquecimento pisando no pobre do garoto.

    Wade mostrando progresso, mas…

    Kenny Atkinson falou que o Wade tá melhorando: “Eu vi o Dean treinando ontem. Foi um treino um-contra-um, mas ele tava se movendo na velocidade de jogo, então é um progresso grande.” Mas o técnico também deixou claro que ainda precisa testar o cara num três-contra-três, quatro-contra-quatro. Ou seja, ainda não tá 100%.

    E olha, eu entendo a cautela. Wade é peça fundamental nesse time dos Cavs, especialmente na defesa. Mas com o tempo escorrendo assim, cada dia conta.

    Tyson – a revelação que não pode parar

    Agora o Jaylon Tyson… cara, esse moleque tá tendo uma temporada absurda. Contusão no dedão do pé esquerdo (bone bruise, pra ser mais preciso), mas vejam os números: 13.1 pontos e 5.1 rebotes por jogo. E pasmem — 45.5% do perímetro!

    Quarenta e cinco vírgula cinco por cento de três, gente. Pra um cara que ninguém via como ameaça de arremesso. Isso é eficiência de monstro. Por isso que ele não pode ficar de fora dos playoffs.

    “Jaylon tá na quadra, provavelmente ainda não na velocidade de jogo, então talvez um ou dois passos atrás do Dean”, disse o Atkinson. “Ainda tem uma dorzinha, mas eu adoraria pensar que ele vai estar pronto pros playoffs.”

    Tempo é tudo agora

    A matemática é simples: último jogo da temporada regular no dia 12 de abril. Depois disso, uma semana pra descansar e se recuperar antes dos playoffs começarem no fim de semana seguinte.

    Uma semana. Será que dá tempo pros dois voltarem 100%? Na minha opinião, dá sim, mas vai ser no sufoco. E vocês, acham que os Cavs conseguem ir longe nos playoffs sem esses dois jogando no seu melhor?

    Porque uma coisa é certa: se querem brigar de verdade, precisam de todo mundo disponível. Não dá pra bancar de herói machucado em abril.

  • Curry volta! Como assistir Warriors x Rockets hoje

    Curry volta! Como assistir Warriors x Rockets hoje

    Cara, finalmente chegou o dia! Steph Curry deve voltar hoje depois de 27 jogos fora por conta da lesão no joelho. O Warriors recebe o Rockets às 23h (horário de Brasília) no Chase Center, e eu tô ansioso demais pra ver o Chef de volta em ação.

    A notícia boa é que o jogo vai passar na NBC nos Estados Unidos (com streaming no Peacock pra quem tem acesso). Aqui no Brasil, o jeito é correr atrás das streams confiáveis ou torcer pra algum canal pegar de última hora.

    O que esperar da volta do Curry

    Olha, 27 jogos é muito tempo longe da quadra. O próprio Curry falou que achou que ia ficar fora só uma semana, no máximo dez dias. A lesão no joelho acabou sendo mais complicada que o esperado, mas pelo menos não teve nada estrutural comprometido — isso é o mais importante.

    O que me deixa empolgado mesmo é ver como vai ser a química do Curry com Kristaps Porzingis. O letão tá jogando pra caramba nos Warriors, e a dupla promete ser absurda. Imagina o Porzingis fazendo o pick-and-roll com o Steph? Como o próprio Curry disse: “Não sei como vão marcar nosso pick and roll”. E eu também não sei, cara.

    Porzingis oferece o que o Warriors sempre sonhou: um pivô que abre espaço (o cara mete de três) e ainda serve como alvo no garrafão pro Curry. Com a gravidade que o Steph gera — sempre puxando dois marcadores —, o KP pode ter espaço livre pra trabalhar. Vai ser lindo de ver.

    Warriors tenta reagir após sequência ruim

    Vamos ser honestos: o Warriors vem sofrendo. Perdeu os últimos dois jogos, incluindo aquela derrota dolorosa pro Cleveland por 118 a 111 na quinta. Gui Santos e Porzingis jogaram muito (25 e 16 pontos respectivamente), Brandin Podziemski também fez 25, mas não deu. Donovan Mitchell e James Harden arrasaram pelo Cavs, e Max Strus simplesmente não errava de três (6/10 do perímetro).

    Steve Kerr explicou que eles rotacionaram mal nos minutos finais e deixaram o Strus livre. Erro básico que custou caro. Mas com Curry de volta, a história pode ser diferente.

    O problema é que já era pra temporada em termos de playoffs diretos. Os Warriors estão praticamente fincados na 10ª colocação do Oeste, o que significa Play-In Tournament. Restam só cinco jogos na temporada regular, então não tem muito o que brigar em termos de posição.

    Foco no Play-In

    Mas como o próprio Curry disse: “Vencer dois jogos no Play-In e aí a gente conversa de novo”. Essa é a mentalidade certa. Os Warriors podem não estar onde queriam, mas ainda têm Steph Curry. E com Steph Curry, qualquer coisa pode acontecer.

    Sinceramente acho que ver o Curry voltando agora, nessa reta final, pode ser o combustível que o time precisava. O ritmo pode estar enferrujado, mas a qualidade não se perde. E vocês, tão confiantes que o Warriors consegue fazer barulho no Play-In com o Chef de volta?

    O jogo promete, e pelo menos agora temos algo pelo que torcer de novo em Golden State. Vai Warriors!

  • Knicks em apuros: um mês sem vencer time forte antes dos playoffs

    Knicks em apuros: um mês sem vencer time forte antes dos playoffs

    Cara, vou ser bem direto: os Knicks estão com um problema sério e só agora que tá todo mundo percebendo. Eles não conseguem vencer um time acima de .500 há exatas quatro semanas. O último foi contra o Denver lá em 6 de março — desde então? Zero vitórias em cinco jogos contra times de playoff.

    Olha, eu entendo que todo time tem suas oscilações durante a temporada, mas essa sequência tá meio preocupante. Lakers, Clippers, Hornets, Thunder e Rockets — todos com campanha positiva, todos passaram o rodo nos caras de Nova York. E o pior: todos esses jogos foram fora de casa.

    A reta final decisiva chegou

    Agora vem o teste de fogo de verdade. Quatro jogos para fechar a temporada regular, todos contra times acima de .500: Hawks fora, depois Celtics, Raptors e Hornets em casa. É literalmente a última chance de mostrar que conseguem competir contra os grandes antes dos playoffs começarem.

    Josh Hart tentou passar uma vibe positiva depois do treino: “Para nós, é questão de manter o foco. É uma boa sequência para terminar a temporada e chegar afiado nos playoffs.” Mas sinceramente? Eu tô vendo mais como desespero disfarçado de otimismo.

    A situação fica ainda mais estranha quando você olha o contexto completo. Entre essas cinco derrotas contra times fortes, os Knicks emplacaram sequências de sete e duas vitórias seguidas. Contra quem? Times horríveis que tão claramente fazendo tanking. É como se fossem dois times diferentes dependendo do adversário.

    O problema vai além dos resultados

    E não é só perder que me incomoda — é COMO eles perdem. O ataque vira uma bagunça total, fica tudo concentrado no Jalen Brunson (que é monstro, mas não pode carregar o piano sozinho). Começam mal os jogos, a defesa de transição vira um queijo suíço…

    Mike Brown foi honesto na coletiva: “Temos que dar crédito para Charlotte, Oklahoma City e Houston, eles jogaram bem. Nós não jogamos bem nessas três partidas e merecemos perder.” Pelo menos alguém tá sendo realista na franquia.

    O técnico ainda mencionou uma questão interessante: eles não querem mostrar todas as jogadas para potenciais adversários de playoffs. Faz sentido estrategicamente, mas será que não é desculpa para performances ruins?

    Flashbacks do ano passado

    Landry Shamet tocou num ponto que eu acho crucial: “É um período desafiador que pouca gente fala. Você tá se preparando pros playoffs, mas tem que estar ligado a cada jogo.” Exato! Não dá pra simplesmente ignorar essas derrotas e torcer que nos playoffs seja diferente.

    Ano passado os Knicks também apanharam dos times fortes na temporada regular, principalmente dos Celtics. Nos playoffs foi outra história, é verdade. Mas contar com essa virada automática é perigoso demais, não acham?

    Essa última semana vai mostrar se os Knicks realmente têm condições de incomodar nos playoffs ou se vão ser só mais um time que fez barulho na temporada regular. Eu tô na torcida, mas confesso que tô com um pé atrás depois dessa sequência ruim.

  • Jazz apanha do Thunder e tá tudo bem — é pra isso mesmo

    Jazz apanha do Thunder e tá tudo bem — é pra isso mesmo

    Cara, o que eu vi ontem à noite foi quase um crime contra o basquete. Jazz perdendo de 35 pontos pro Thunder, 146 a 111, em Oklahoma City. E sabe qual é o mais louco? Era exatamente isso que tinha que acontecer.

    Olha, ninguém com dois neurônios funcionando achava que o Utah tinha chance nesse jogo. O Thunder meteu 24 bolas de três com mais de 53% de aproveitamento — isso é coisa de videogame, gente. A defesa do Jazz simplesmente não existiu, mas convenhamos: era pra não existir mesmo.

    A guerra psicológica com Sacramento

    O negócio agora é uma batalha mental com o Kings pra ver quem consegue perder mais jogos. É isso aí — estamos numa disputa pra ver quem fica no top-3 do draft. E sinceramente? Prefiro isso do que fingir que estamos brigando por playoff.

    O que me deixa maluco é que ninguém sabe o que Sacramento tá fazendo. Eles também tão tentando tankar ou tão jogando sério? Mistério total.

    Brice Sensabaugh foi um monstro

    No meio desse massacre todo, Sensabaugh fez 34 pontos. Trinta e quatro! O cara tava jogando como se fosse jogo 7 das finais. Meteu umas bolas de três absurdas e atacou o garrafão quando deu. Na moral, esse menino tem futuro.

    Kyle Filipowski também deu o que podia contra os gigantes do Thunder. Enfrentar Chet Holmgren e Isaiah Hartenstein não é brincadeira não. Fez mais um double-double (terceiro em quatro jogos) mesmo errando muito arremesso.

    Ace Bailey teve uma noite quieta com 14 pontos, mas fez UMA enterrada de recuperação que foi absurda. Daquelas que você salva no celular e fica assistindo de novo.

    E os outros?

    Cody Williams me decepcionou um pouco — só 8 pontos. Cara, quando você tem poucas oportunidades de ser protagonista, tem que aproveitar melhor, né?

    Oscar Tshiebwe fez 4 pontos, 4 rebotes e 2 assistências em 20 minutos como titular. Coitado, contra essa máquina do Thunder não tinha o que fazer mesmo. O tempo dele no Jazz tá chegando ao fim.

    Vocês acham que esse tanking descarado vai dar certo? Porque eu tô achando que a gente vai conseguir um pick maneiro no draft. E olha que eu nem tô bravo com essa surra — era exatamente o que precisávamos.

  • Bucks destrói Grizzlies por 131-115 com show do banco

    Bucks destrói Grizzlies por 131-115 com show do banco

    Cara, que jogaço foi esse dos Bucks ontem! Milwaukee simplesmente atropelou Memphis por 131-115 em casa, numa partida que mostrou a diferença que um banco forte faz na NBA.

    O destaque da noite foi Ryan Rollins, que voltou de uma lesão no quadril e mandou 24 pontos — o cara tava claramente com saudade de jogar bola. Do outro lado, Rayan Rupert fez o que pôde pelos Grizzlies com 33 pontos, mas sozinho não dá, né?

    Primeiro tempo de montanha-russa

    Memphis começou bem (até aí normal, sempre tem essa), abrindo 9-3 com Rupert mandando logo 5 pontos. Mas aí os Bucks acordaram pra vida. Foi um show: sequência de 13-0 com bolas de três de Myles Turner e AJ Green que deixou a galera de Memphis meio perdida.

    Rollins mostrou por que tava com tanta saudade — dois dribles desconcertantes no Toby Okani e um fadeaway de meio da quadra que foi pura poesia. O primeiro quarto terminou 34-25 para Milwaukee depois de um buzzer-beater do Cormac Ryan que deixou todo mundo de pé.

    No segundo quarto foi mais do mesmo, só que pior para Memphis. Rollins continuou destruindo — 8 pontos logo de cara numa sequência de 12-3 que abriu 19 pontos de vantagem. Sinceramente, dava até dó de ver como o ataque dos Grizzlies não funcionava. A única coisa boa era o Rupert (francês, aliás) fazendo chuva com 25 pontos só no primeiro tempo.

    A virada que não veio

    Terceiro quarto foi tenso. Memphis voltou com tudo, Walter Clayton Jr. finalmente acordou do sono profundo que tava no primeiro tempo. A diferença que era gorda foi minguando, mas Milwaukee ainda segurava 92-87 entrando no último período.

    E foi aí que a coisa ficou interessante. Olivier Maxence-Prosper fez uma enterrada que deixou tudo 2 pontos de diferença e, cara, por um momento eu pensei “vai que Memphis vira isso aqui”.

    Mas aí entrou em cena o herói improvável da noite: Jericho Sims. O cara simplesmente decidiu que Memphis não ia passar. Defesa nos caras importantes, assistência certeira pro Ryan embaixo da cesta, tela libertadora pro Prince meter uma bola de três e ainda uma enterrada de putback que abriu 10 pontos quando faltavam 6 minutos.

    O banco fez a diferença

    Olha, tem uma estatística que conta toda a história: o banco dos Bucks fez 61 pontos. Sessenta e um! Os caras de Memphis? 29. Diferença de 32 pontos vindos do banco — isso ganha jogo em qualquer lugar do mundo.

    Milwaukee fechou com estilo: arremesso de meia distância do Alex Antetokounmpo (sim, irmão do Giannis) e uma enterrada do Thanasis após passe alley-oop que fez o Fiserv Forum explodir de vez.

    Com essa vitória, os Bucks chegaram a 31-47 na temporada. Não é lá essas coisas, mas pelo menos estão mostrando que têm peças interessantes para o futuro. E vocês, acham que esse time tem potencial para crescer mais ou ainda falta muita coisa?

  • Cavs ainda não sabem quem será o ala titular nos playoffs

    Cavs ainda não sabem quem será o ala titular nos playoffs

    Olha, se tem uma coisa que tá deixando todo mundo ansioso em Cleveland é essa indefinição no quinteto titular dos Cavaliers. A duas semanas dos playoffs, Kenny Atkinson ainda não bateu o martelo sobre quem vai ser o ala titular da equipe. E sinceramente? Isso me deixa um pouco preocupado.

    A situação é complicada mesmo. Depois de mexer tanto no elenco na trade deadline de fevereiro — incluindo a chegada bombástica do James Harden —, o time ainda tá tentando se entender em quadra. É como montar um quebra-cabeça gigante faltando pouquíssimo tempo.

    Cinco candidatos, uma vaga

    Atkinson foi bem direto quando perguntaram se Max Strus seria o titular fixo: “Não”. A posição vai ser flexível, e segundo o técnico, “você tem que conquistar a vaga”. Na minha opinião, isso tanto pode ser uma estratégia inteligente quanto um sinal de que ninguém realmente se destacou.

    Os candidatos são cinco: Max Strus, Dean Wade, Sam Merrill, Jaylon Tyson e Keon Ellis. Cada um com suas características, mas nenhum conseguiu cravar de vez a posição ao lado do quarteto base: Harden, Donovan Mitchell, Evan Mobley e Jarrett Allen.

    Os números até existem, mas são meio irrelevantes pela amostra ridiculamente pequena. Wade teve um net rating de +23.2, Merrill chegou aos absurdos +55.3, mas estamos falando de 56 e 38 posses respectivamente. É muito pouco pra tirar qualquer conclusão séria.

    O problema Harden

    E tem outro detalhe que me chama atenção: Atkinson ainda tá descobrindo como usar o Harden da melhor forma. O cara chegou há pouco tempo e domingo fez apenas seu 24º jogo pelos Cavs. O técnico até admitiu que anda estudando vídeos antigos do Barba — dos tempos de Houston, Clippers, até dos Nets.

    “Estou roubando jogadas pós-timeout de Houston, vendo como era o espaçamento nos Clippers”, disse Atkinson. Cara, isso é preocupante a duas semanas dos playoffs, não acham?

    É uma situação delicada. Cleveland apostou todas as fichas no talento individual para resolver os problemas, mas basquete é sobre química também. E química leva tempo pra desenvolver — tempo que eles meio que não têm mais.

    Apostando no talento

    Por outro lado, quando o quarteto base joga junto, os números são monstruosos: 121.2 pontos por 100 posses no ataque (88º percentil) e apenas 100.6 sofridos na defesa (100º percentil). O net rating de +20.6 é coisa de outro planeta.

    O problema é que foram só 165 posses juntos. Pra vocês terem uma ideia, isso é menos de 4 jogos completos de dados.

    Atkinson até tentou soar otimista, falando que “é um bom problema ter opções”, mas eu não sei se compro essa. Nos playoffs, você precisa de certezas, de um quinteto que se conhece de olhos fechados. E os Cavs claramente ainda não têm isso.

    Vai ser interessante ver como essa indefinição vai se resolver quando a pós-temporada começar de verdade. Torço pra que o talento individual realmente resolva, porque se não resolver, pode dar ruim pro lado de Cleveland.