Autor: Leandro Amorim

  • Thomas Bryant salvou o Cavs — e a gente viu magia acontecer

    Thomas Bryant salvou o Cavs — e a gente viu magia acontecer

    Cara, que noite foi essa dos Cavaliers! 117-108 contra o Pacers, mas o placar meio que mentiu a história toda. O jogo foi bem mais complicado do que parece no papel.

    O destaque absoluto? Thomas Bryant. Bicho resolveu fazer a diferença logo na primeira como titular pelos Cavs. E olha, quando eu digo que ele fez a diferença, é porque realmente fez mesmo — 14 pontos, 10 rebotes, e uma energia que contagiou todo mundo em quadra.

    O discurso misterioso no vestiário

    Agora, a parte mais curiosa de toda essa história: o Bryant falou algo no vestiário antes do jogo que aparentemente botou todo mundo pra cima. Nem ele, nem o Harden, nem o Mitchell quiseram contar o que foi. “Não vou falar isso”, disse o Bryant quando perguntaram.

    Sinceramente, eu tô morrendo de curiosidade pra saber o que foi. Mas funcionou, né? Às vezes um discurso na hora certa vale mais que qualquer esquema tático.

    Kenny Atkinson, o técnico, até brincou dizendo que o Bryant joga assim até em treino recreativo. “Se a gente for jogar um rachão amanhã no CT, ele vai jogar do mesmo jeito. Vai falar, gritar…” E complementou: “Mas é bom ter um jogo assim contra o ex-time.”

    Cavs desfalcados, mas Mitchell monstro

    O Cleveland tava praticamente de cueca, gente. Sem Evan Mobley, sem Jarrett Allen (poupados no back-to-back), sem Sam Merrill, Dean Wade e Jaylon Tyson machucados. Cinco caras importantes fora — basicamente metade do time titular e a profundidade do banco.

    Donovan Mitchell decidiu que ia carregar o piano nas costas. 38 pontos de pura classe, sendo 14-18 nos arremessos na área pintada. O cara simplesmente não errava quando chegava perto da cesta: 10-12 no garrafão. Absurdo.

    O único susto foi uma torcida no tornozelo no final do jogo, mas ele garantiu que tá tudo certo. Espero que seja verdade, porque sem o Mitchell nesse nível, os Cavs não chegam onde querem nos playoffs.

    Defesa preocupante (de novo)

    Agora, vamos falar sério: tá me preocupando essa defesa dos Cavs. O Pacers tem um dos piores registros da liga e ainda por cima só trouxe nove jogadores — dois deles com contratos bidirecionais. Mesmo assim, conseguiram criar problemas pro Cleveland.

    Essa lentidão defensiva tá virando marca registrada, e não da boa. Comunicação falha, jogadores levantando as mãos frustrados depois que a bola já passou pelo aro… Já vi esse filme algumas vezes nas últimas semanas, independente de quem tá em quadra.

    Pelo menos no último período eles acordaram pra vida. Só 17 pontos concedidos no quarto final, com Larry Nance Jr., Tomlin e Craig Porter Jr. entrando pra mudar o ritmo do jogo. Atkinson mandou a real: “Foi esse grupo que mudou tudo.”

    E vocês aí, acham que esse Cavs consegue chegar longe nos playoffs com essas oscilações defensivas? Ou o Mitchell sozinho consegue carregar esse time?

  • Bucks zoam LeBron após vitória: ‘todo mundo ama essas cidades’

    Bucks zoam LeBron após vitória: ‘todo mundo ama essas cidades’

    Os Bucks simplesmente não perdoaram. Depois do LeBron mandar aquela sobre Milwaukee e Memphis, o time de Wisconsin decidiu zuar o Rei após vencer os Grizzlies por 131 a 115 no domingo.

    A treta toda começou na semana passada quando o LeBron foi sincero demais (ou sem filtro demais, vai saber) num podcast. Perguntaram se ele tava cansado das viagens da NBA aos 41 anos, e aí ele soltou o verbo:

    “O King desabafou mesmo”

    “Uma terça-feira aleatória em Milwaukee ficando no Hyatt aos 41 anos, vocês acham que eu quero fazer essa merda? Estar em Memphis numa quinta-feira aleatória”, disse LeBron. E não parou por aí — ainda sugeriu que os Grizzlies deveriam se mudar pra Nashville porque lá tem “tudo que precisa”.

    Cara, eu até entendo a frustração do cara. Depois de 20 anos na liga, ficar em hotel ruim deve ser punk mesmo. Mas falar isso publicamente? Meio desnecessário, né não?

    Milwaukee não esquece, Milwaukee não perdoa

    E os Bucks, que conhecem bem o LeBron de longas datas, decidiram revidar na rede social. Postaram a vitória sobre Memphis com a legenda: “Vencemos o confronto entre as duas cidades favoritas de todo mundo”.

    Genial. Simplesmente genial. É o tipo de zoação que eu faria se fosse admin da conta dos Bucks (risos). O timing foi perfeito — acabaram de bater Memphis e já mandaram a indireta.

    O Doc Rivers, técnico dos Bucks, ainda brincou depois: “Acho que deveríamos fazer uma troca por ele. Deixa ele ver Milwaukee direito que vai mudar de opinião”. Mesmo sabendo que ia tomar multa por falar de trade, o cara não resistiu.

    LeBron tentou se explicar (meio tarde)

    No sábado, quando a polêmica já tava pegando fogo, LeBron tentou dar uma amenizada. Disse que o problema não era com as cidades em si, mas com o hotel específico onde fica em Memphis — o Hyatt Centric.

    “Não tô falando da cidade, do povo de Memphis. Eu não gosto de ficar no Hyatt Centric”, explicou. “Qual o problema nisso? As pessoas precisam relaxar.”

    Olha, eu meio que entendo o ponto dele. Hotel ruim estraga qualquer viagem mesmo. Mas será que não dava pra resolver isso internamente com os Lakers ao invés de desabafar em público?

    Sorte do LeBron que os Lakers não jogam mais em Milwaukee nem Memphis nesta temporada. E olha que ganharam os dois jogos lá — imagina se tivessem perdido, a zoação seria ainda pior. O que vocês acham? LeBron exagerou ou foi só sincero demais?

  • Blazers de olho no mercado: Splitter pode sair?

    Blazers de olho no mercado: Splitter pode sair?

    Olha, a situação em Portland tá ficando meio estranha mesmo. Os Blazers estão dando uma olhada no mercado de técnicos pra “avaliar melhor as opções da equipe”, segundo o Marc Stein. E isso me deixa pensando: será que o Tiago Splitter tá com os dias contados?

    O nosso brasileiro assumiu como técnico interino depois de toda aquela confusão com o Chauncey Billups — que tá afastado indefinidamente por causa de uma investigação federal sobre apostas. Cara, que situação bizarra essa, né?

    Os números do Tiago

    Vamos aos fatos: Splitter tem 40 vitórias e 37 derrotas no comando. Matematicamente falando, é um aproveitamento de 51,9%. Não é ruim, considerando que ele pegou o time no meio de uma temporada conturbada e que os Blazers estão em 8° lugar no Oeste — posição de play-in.

    Mas aqui que fica complicado. O novo dono, Tom Dundon, já deixou claro que o time “não está onde eu acho que podemos estar”. E olha, quando dono novo fala isso, raramente é bom sinal pra quem tá no comando técnico.

    Pressão do dono novo

    Dundon ainda disse uma frase que me chamou atenção: “Eu não gosto de demitir pessoas. Gosto de ver quem é capaz de dar o próximo passo”. Parece bonito, mas na real isso soa mais como um ultimato, não acham?

    Sinceramente, acho que o Splitter merecia mais tempo. O cara pegou uma situação completamente atípica, com todo o drama do Billups, expectativas baixas, e ainda conseguiu manter o time competitivo. Claro que 8° lugar no Oeste não é lá essas coisas, mas considerando o contexto…

    E vocês, o que acham? Splitter deveria continuar ou os Blazers precisam mesmo de uma mudança mais radical? Uma coisa eu sei: ser técnico brasileiro na NBA não é moleza, e toda mudança dessa mexe com a nossa representatividade lá fora.

    Por enquanto é só especulação, mas em Portland as coisas nunca são simples. Vamos torcer pro nosso compatriota, que pelo menos mostrou que tem competência pra segurar a bronca quando a coisa aperta.

  • Giannis pode sair do Bucks? A bomba que pode explodir na NBA

    Giannis pode sair do Bucks? A bomba que pode explodir na NBA

    Olha, eu não queria acreditar nisso, mas as coisas estão ficando cada vez mais tensas entre Giannis Antetokounmpo e o Milwaukee Bucks. Marc Stein, que é uma fonte confiável pra caramba, está dizendo que a expectativa de uma troca do Greek Freak neste verão só aumenta.

    E cara, a situação está um caos total. A NBA está investigando os Bucks por causa da política de participação de jogadores — basicamente questionando se o Giannis realmente estava machucado ou se estava sendo poupado sem motivo.

    O climão entre Giannis e a direção

    A história fica ainda mais bizarra. Os Bucks falaram pros investigadores que o Giannis se recusou a participar de treinos 3×3 como parte do protocolo de retorno. Mas o próprio jogador disse pra liga que já está 100% recuperado da lesão no joelho esquerdo que sofreu em março.

    Sinceramente? Parece que ninguém está falando a mesma língua nessa organização.

    Mas o que mais me chocou foi a declaração do governador do time, Wes Edens, que praticamente deu um ultimato: ou o Giannis assina uma extensão ou é trocado nesta offseason. Mano, imagina falar isso publicamente sobre um bicampeão de MVP?

    “Como um tapa na minha cara”

    A resposta do Giannis foi devastadora. Ele disse que aquilo foi “como um tapa na minha cara”. E complementou falando que não se sente “confortável conversando com ninguém” da direção do Bucks.

    Cara, quando um jogador do calibre do Giannis fala isso publicamente, é porque a coisa está realmente feia nos bastidores. Lembra um pouco do que rolou com o Kawhi em San Antonio, não acham?

    Olha, eu sempre torci pra que o Giannis ficasse em Milwaukee — é bonito ver um cara construir um legado numa cidade pequena. Mas se a relação chegou nesse ponto, talvez seja melhor mesmo cada um seguir seu caminho.

    A questão agora é: que time teria estrutura pra bancar uma troca dessas? Porque estamos falando de um dos cinco melhores jogadores da liga. Miami? Brooklyn? Ou será que ele volta pras raízes e vai pro Warriors tentar mais um anel?

    Uma coisa é certa: se essa troca realmente rolar, vai ser o movimento mais impactante da offseason. E vocês, acham que o Giannis realmente vai sair de Milwaukee?

  • Bulls no caos: Karnisovas pode cair e UNC quer roubar Donovan

    Bulls no caos: Karnisovas pode cair e UNC quer roubar Donovan

    Olha, eu já vi muito drama na NBA, mas a situação do Bulls tá ficando insustentável. A pressão tá subindo mesmo em cima do Arturas Karnisovas, o cara que manda no basquete de Chicago há seis anos e… bem, os resultados falam por si só.

    Oito temporadas sem playoffs nos últimos nove anos. Oito! É de chorar mesmo. E agora, segundo o Marc Stein — que é uma das fontes mais confiáveis da liga — a diretoria vai ter umas reuniões “decisivas” pra decidir se o Karnisovas fica ou se é tchau e bênção.

    Billy Donovan na mira da Carolina do Norte

    Aí que vem o plot twist: enquanto o Bulls quer segurar o Billy Donovan como técnico (uma das poucas decisões inteligentes que eles podem tomar), a Universidade da Carolina do Norte tá de olho no cara. E não é qualquer interesse não — a UNC é um dos programas mais tradicionais do basquete universitário americano.

    Sinceramente? Se eu fosse o Donovan, ficaria pelo menos pensando. O cara já provou que sabe trabalhar no college — foi campeão pela Flórida duas vezes seguidas em 2006 e 2007. Voltar pra universidade pode ser uma parada mais tranquila que ficar lidando com esse caos todo em Chicago.

    Bulls: um projeto que não decola há quase uma década

    A real é que o Bulls virou aquele time que todo mundo torce pra dar certo, mas que nunca consegue sair do lugar. Desde a era do Rose, eles não conseguem montar um projeto consistente. Contrataram o DeMar DeRozan, tentaram a parada com o Lonzo Ball (que virou uma saga médica), e mesmo assim… nada.

    O Donovan pelo menos conseguiu extrair o máximo desses caras. Mas cara, trabalhar com esse elenco inconsistente e uma diretoria que não sabe se quer reconstruir ou competir deve ser frustrante pra caramba.

    E vocês, acham que o Donovan deveria mesmo ficar no Bulls? Ou será que a Carolina do Norte seria uma jogada mais inteligente pra carreira dele? Porque olhando de fora, esse Bulls tá mais perdido que cego em tiroteio — e isso não é culpa do técnico não.

    A única certeza é que abril vai ser decisivo. O Donovan disse que só vai decidir qualquer coisa depois do dia 12 de abril, quando termina a temporada regular. Até lá, é torcer pra que o Bulls pelo menos termine dignamente essa temporada decepcionante.

  • Bucks podem demitir Doc Rivers e Taylor Jenkins surge como opção

    Bucks podem demitir Doc Rivers e Taylor Jenkins surge como opção

    Olha, eu não queria acreditar nisso mas parece que a situação do Doc Rivers no Milwaukee tá complicada mesmo. Segundo o Marc Stein, que é uma das fontes mais confiáveis da NBA, os Bucks podem dispensar ou realocar o técnico nesta offseason.

    E sinceramente? Não dá pra dizer que é uma surpresa total. O cara tem 95 vitórias e 100 derrotas em pouco mais de duas temporadas à frente do time. Com um elenco que tem Giannis Antetokounmpo e Damian Lillard, essa campanha é no mínimo decepcionante.

    A ironia do Hall da Fama

    O mais bizarro de tudo? Doc Rivers acabou de ser anunciado como membro do Basketball Hall of Fame para a classe de 2026. Imagina a situação: o cara entra pro Hall da Fama mas pode estar desempregado na mesma época. Só na NBA mesmo pra essas reviravoltas malucas acontecerem.

    Não vou mentir — Rivers tem um currículo respeitável. Campeão em 2008 com os Celtics, experiente, conhece a liga como poucos. Mas às vezes o timing não bate, né? E em Milwaukee, parece que a química nunca rolou de verdade.

    Taylor Jenkins como plano B

    Se os Bucks realmente decidirem partir pra outra, Taylor Jenkins aparece como um nome forte na corrida. Ex-técnico do Memphis Grizzlies, o cara fez um trabalho interessante por lá — principalmente desenvolvendo o Ja Morant e criando uma identidade defensiva sólida.

    Jenkins tem 39 anos e representa essa nova escola de técnicos da NBA. Será que ele conseguiria extrair o máximo desse elenco dos Bucks? Na minha opinião, vale a tentativa. O time precisa de uma nova energia, de alguém que consiga fazer os caras jogarem como um grupo unido.

    E vocês, acham que é hora de mudança mesmo em Milwaukee? Ou dão mais uma chance pro Doc Rivers mostrar serviço?

  • Nets vencem Wizards numa batalha épica pelo último lugar

    Nets vencem Wizards numa batalha épica pelo último lugar

    Olha, eu sei que você tá pensando: “um jogo entre Nets e Wizards em abril, sério?”. Mas cara, esse 121-115 de domingo foi bem mais emocionante do que deveria ser. E o melhor? Foi uma verdadeira guerra pela primeira pick do Draft!

    Nolan Traore simplesmente decidiu que ia ser protagonista. Cinco bolas de três convertidas, 23 pontos no placar e ainda distribuiu 7 assistências. O cara tá jogando como se fosse estrela — e quem sabe não é mesmo? Jalen Wilson também apareceu com 19 pontos numa partida que os Nets precisavam muito vencer.

    A matemática cruel da tankagem

    Vamos falar do elefante na sala: os Wizards (17-61) ainda lideram essa “corrida” pelo pior recorde, com duas vitórias a mais que os Nets (19-59). Indiana aparece ali no meio com 18-58, mas o foco mesmo tá nesses dois times que se enfrentaram ontem.

    Washington perdeu seis seguidas e absurdos 22 dos últimos 23 jogos. Sabe o que é mais impressionante? Eles haviam tomado 305 pontos COMBINADOS nos dois jogos anteriores — 153 pro Philadelphia e 152 pro Miami. Mano, isso é desespero defensivo ou genialidade da tankagem?

    Will Riley continua voando

    Pelo lado dos Wizards, Will Riley segue impressionando. Depois dos 31 pontos contra o Heat no sábado, o cara cravou 30 ontem. Jamir Watkins ajudou com 20, e Julian Reese fez um double-double nervoso: 17 pontos e 16 rebotes.

    O final foi tenso pra caramba. Com 3min50 restando, Watkins acertou uma bomba de três que colocou Washington na frente por quatro. Aí os Nets responderam com um 8-0 devastador, culminando numa bandeja do Traore que virou o jogo: 109-105.

    Leaky Black ainda tentou diminuir com um arremesso do perímetro, mas Wilson e Traore acertaram duas bolas de três consecutivas que definiram tudo. Trevon Scott selou com uma bandeja: 117-108 faltando 42 segundos.

    E aí, vocês acham que os Nets conseguem “alcançar” os Wizards na reta final? Sinceramente, por mais estranho que pareça, essa pode ser uma das corridas mais importantes da temporada — só que pelo motivo errado!

  • Rockets x Warriors hoje: hora de madrugada no Oeste

    Rockets x Warriors hoje: hora de madrugada no Oeste

    Olha só, mais uma noite pra ficar acordado até tarde se você quer acompanhar os Rockets. O jogo contra o Golden State Warriors hoje é às 23h (horário de Brasília) — ou seja, prepare o café porque vai ser madrugada.

    Sinceramente? Eu entendo a frustração de quem reclama desses horários. Mas quando é Warriors x Rockets, vale a pena perder umas horinhas de sono. Principalmente nessa temporada que os dois times estão com tudo pra provar.

    Warriors em casa são outro bicho

    Jogar no Chase Center nunca é fácil. A torcida de São Francisco ainda lembra dos tempos áureos do Curry dominando a liga, e qualquer chance de ver o time jogar bonito eles abraçam. Os Rockets vão ter que lidar com isso.

    E convenhamos — Golden State em casa tem uma energia diferente. Mesmo não sendo mais aqueles Warriors imparáveis de alguns anos atrás, o fator quadra ainda pesa bastante.

    Onde assistir sem perrengue

    Pra quem vai acompanhar, as opções são NBC/Peacock nos Estados Unidos. Aqui no Brasil, vai ter que se virar com o League Pass ou procurar algum stream confiável (vocês sabem como é).

    O pessoal de Houston pode escutar no rádio pela KBME Sports Talk 790, e tem opção em espanhol também na KLTN 102.9. Mas pra nós brasileiros, é tela mesmo.

    Eu vou tentar ficar acordado pra esse jogo. Os Rockets andam numa fase interessante e sempre rola uma química estranha quando jogam contra os Warriors. Às vezes sai jogaço, às vezes é uma decepção total — mas nunca é chato.

    E vocês, vão encarar a madrugada ou vão esperar os melhores momentos no YouTube amanhã?

  • LaMelo Ball metendo 35 pontos e os Hornets voando rumo aos playoffs

    LaMelo Ball metendo 35 pontos e os Hornets voando rumo aos playoffs

    Gente, o LaMelo Ball tá simplesmente VOANDO nessa reta final de temporada. Ontem contra os Timberwolves foi mais uma aula: 35 pontos na vitória por 122-108, quarta seguida dos Hornets. E o mais absurdo? O cara acertou 7 de 14 do perímetro — oitava vez na temporada que ele mete pelo menos 7 bolas de três. Oitava!

    Olha, eu sempre acreditei no potencial do LaMelo, mas o que ele tá fazendo nessa temporada é de outro mundo. Miles Bridges também não tá brincando em serviço: 25 pontos, 8 rebotes e 7 assistências. Dupla monstro.

    Hornets acordaram de vez

    Charlotte tá com um aproveitamento absurdo: 9 vitórias em 11 jogos desde meados de março, e 39-22 desde o Dia de Ação de Graças. Cara, são 10 anos sem playoffs! DEZ ANOS. E agora eles estão a meio jogo do sexto lugar no Leste.

    O mais louco é que no ritmo que estão, podem até pular o play-in e garantir vaga direta nos playoffs. Vocês conseguem imaginar? Os Hornets nos playoffs pela primeira vez desde 2016?

    Coby White contribuiu com 17 pontos e o time teve 48,9% de aproveitamento nos arremessos. Quando tudo funciona assim, fica difícil parar mesmo.

    Minnesota com problemas sérios

    Do outro lado, os Timberwolves estão com uma dor de cabeça gigante. Anthony Edwards de fora pelo oitavo jogo nos últimos 10 por conta de dores no joelho direito. Jaden McDaniels também machucado. E aí perderam quatro dos últimos cinco jogos.

    Julius Randle fez 26 pontos e Bones Hyland saiu do banco com 18, mas não foi suficiente. Minnesota ainda está bem colocado no Oeste (sexto lugar), mas imagina se o Edwards não volta 100% para os playoffs?

    Sinceramente, acho que os Hornets pegaram o timing perfeito. Time jovem, sem pressão, jogando solto — é exatamente assim que você pode surpreender nos playoffs. E vocês, acham que eles conseguem manter esse ritmo?

  • Dupla de Ouro: Tatum e Brown comandam show dos Celtics

    Dupla de Ouro: Tatum e Brown comandam show dos Celtics

    Cara, que exibição dos Celtics ontem! Jaylen Brown e Jayson Tatum simplesmente resolveram o jogo contra os Raptors, com o Brown anotando 26 pontos e o Tatum fazendo um double-double de 23 pontos e 13 rebotes na vitória por 115-101.

    Olha, eu já esperava que essa dupla fosse aparecer — eles sempre aparecem quando precisam — mas o que mais me chamou atenção foi a contribuição do banco. Neemias Queta, nosso compatriota, mandou bem com 18 pontos e 7 rebotes. O cara tá crescendo no time e isso é massa demais de ver.

    Celtics voltaram ao ritmo depois de início morno

    Não vou mentir: o primeiro quarto foi meio sonolento. Depois de duas partidas seguidas marcando mais de 43 pontos no primeiro período, os Celtics pareciam meio travados. Erraram 13 dos primeiros 16 arremessos de três pontos — coisa rara pra esse time que normalmente chove de longe.

    O jogo tava empatado 26 a 26 no final do primeiro quarto, mas aí os caras acordaram. E quando o Boston acorda, não tem pra ninguém.

    Payton Pritchard também deu sua contribuição com 17 pontos saindo do banco. Esse moleque tem uma mão boa demais, e vocês viram como ele tem sido importante nessa reta final da temporada?

    Raptors brigando pela vida, mas não deu

    Toronto tava lutando por uma vaga direta nos playoffs pra fugir do play-in, mas no último quarto simplesmente desmoronou. Foram dominados por 35-24 no período final, com várias bobeiras e perdas de bola.

    O mais bizarro? Ja’Kobe Walter, que foi o cestinha dos Raptors com 16 pontos, perdeu TRÊS lances livres seguidos numa ida à linha. Três! Cara, em momento decisivo do jogo, isso não pode acontecer.

    Brandon Ingram e RJ Barrett ajudaram com 15 pontos cada, mas não foi suficiente. O Toronto perdeu uma oportunidade de ouro de se afastar da zona perigosa da tabela.

    Com essa vitória, os Celtics chegaram à terceira seguida e se aproximaram ainda mais de garantir a segunda posição no Leste. Sinceramente, essa temporada dos caras tá sendo sólida demais — mesmo com alguns altos e baixos, quando precisam, eles entregam.

    E aí, vocês acham que os Celtics conseguem manter esse ritmo até os playoffs? Pra mim, essa dupla Tatum e Brown tá cada vez mais entrosada e perigosa.