Autor: Leandro Amorim

  • Booker meteu 30 pontos e salvou o Suns contra Bulls desfalcado

    Booker meteu 30 pontos e salvou o Suns contra Bulls desfalcado

    Olha, eu não esperava que fosse ser assim tão suado, mas o Suns conseguiu bater o Bulls por 120 a 110 em Chicago numa partida que teve muito mais drama do que deveria ter.

    Devin Booker fez a sua parte com 30 pontos, mas quem me impressionou mesmo foi o Jalen Green com 25. O cara tá encaixando direitinho no esquema do Suns desde que chegou — e eu sinceramente achava que ia demorar mais pra ele se adaptar.

    O susto que ninguém esperava

    A coisa tava tranquila no terceiro quarto. Suns ganhando de 13, eu já pensando “beleza, mais uma vitória fácil”. Aí os Bulls resolveram acordar pra vida com uma corrida de 11-0 que deixou todo mundo de cabelo em pé.

    Rob Dillingham foi quem começou a bagunça com uma bandeja de costas linda, depois enterrou uma de 3 e ainda converteu lance livre. De repente, o jogo que parecia decidido virou uma guerra de 109 a 108 pros Suns.

    Foi aí que o Dillon Brooks mostrou por que contrataram ele. Acertou um fade away, meteu uma de 3 e ainda deu um toco que fechou qualquer chance dos Bulls. O cara simplesmente decidiu que não ia perder esse jogo — e olha que ele tinha vindo de duas derrotas seguidas (Orlando e Charlotte) que devem ter incomodado bastante.

    Bulls desfalcado, mas lutou até o fim

    Chicago jogou sem Josh Giddey (lesão no posterior da coxa) e Matas Buzelis (doente), que são praticamente os caras mais importantes do time hoje. Mesmo assim, Tre Jones fez 29 pontos numa apresentação monstruosa.

    Collin Sexton contribuiu com 18 pontos e 9 rebotes, enquanto Leonard Miller cravou um double-double com 17 pontos e 10 rebotes. Cara, o Miller até tentou virar o jogo no finalzinho — teve duas chances de bandeja e uma rebatida, mas o Brooks tava inspirado na defesa.

    A sequência final foi cruel pros Bulls. Erraram quatro arremessos seguidos, começando com uma tentativa de 3 do Yabusele. O Sexton pegou o rebote, mas o Miller perdeu a bandeja, errou a rebatida e ainda levou um toco do Brooks. Aí o Booker não perdoou: bomba de 3 pra fazer 117 a 108 e acabar com qualquer esperança de Chicago.

    Sétima derrota seguida pros Bulls. Tá difícil a situação em Chicago, mas pelo menos eles mostraram que não vão entregar os pontos de graça. E vocês, acham que o Suns consegue manter essa pegada quando pegar times mais fortes?

  • Curry voltou! Chef finalmente retorna após 2 meses parado

    Curry voltou! Chef finalmente retorna após 2 meses parado

    Gente, eu não vou mentir: quando vi o Curry entrando em quadra ontem à noite, quase derrubei a cerveja aqui em casa. Mais de dois meses sem ver o Chef jogando — 27 jogos consecutivos fora por causa dessa lesão no joelho direito. E aí ele volta, sai do banco pela primeira vez em 14 anos na temporada regular, e na segunda bola de três que ele tenta? SWISH. Braços pro alto, sorriso de orelha a orelha.

    O Chase Center explodiu, óbvio. Standing ovation total quando ele entrou com 4:54 restando no primeiro quarto contra o Houston. E olha que coisa linda: na primeira jogada ele deu uma assistência pro Charles Bassey (que tinha assinado com os Warriors no MESMO DIA) enterrar com tudo. Isso é ser clutch até na volta, né?

    Primeira vez no banco desde 2012

    Vocês conseguem imaginar? A última vez que o Curry saiu do banco em jogo de temporada regular foi em março de 2012 — contra o Memphis. Eu ainda era moleque, cara! Desde então, foram anos de títulos, recordes, e o cara se transformou no maior arremessador da história da NBA.

    O Steve Kerr falou uma coisa que me arrepiou: “Ele é um dos jogadores mais queridos da história da liga, da história da Bay Area em qualquer esporte”. E não é mentira não. Uma ausência dessas faz a gente lembrar como somos sortudos de ver esse monstro jogar.

    Irmãos Curry finalmente juntos

    Agora aqui tem uma parada histórica que muita gente não percebeu: quando o Stephen voltou pra quadra no segundo quarto, ele jogou junto com o Seth pela PRIMEIRA VEZ na história da franquia dos Warriors. Olha só que loucura — irmãos, os dois lesionados boa parte da temporada, e finalmente conseguiram dividir a quadra.

    Seth já tinha aparecido em jogos de pré-temporada em 2013, mas foram apenas 100 segundos juntos naquela época. Agora foi pra valer.

    O plano é ir devagar mesmo. Kerr deixou claro que vão gerenciar os minutos do Curry — cerca de 25 por jogo inicialmente. E olha que calendário pesado: cinco jogos em oito dias, com back-to-back ainda pela frente. Sem chance dele jogar dois dias seguidos.

    Sinceramente? Melhor assim. Depois de tanto tempo parado, não dá pra arriscar. Os Warriors precisam do Chef nos playoffs, não agora correndo riscos bobos.

    E aí, vocês acham que consegue voltar ao nível de antes até o fim da temporada? Eu aposto que sim — quando se trata do Curry, nunca duvidem.

  • Warriors na encrenca: hora de ir all-in com Curry ou reconstruir?

    Warriors na encrenca: hora de ir all-in com Curry ou reconstruir?

    Olha, eu não queria ser pessimista, mas a situação do Golden State Warriors tá meio complicada mesmo. Com o time praticamente garantido no play-in como 10ª colocação, as chances de entrarem direto nos playoffs estão ficando cada vez menores — mesmo com o Curry de volta contra os Rockets.

    E mesmo que sobrevivam ao play-in (que já é uma incógnita), vão enfrentar os atuais campeões numa série de sete jogos. Sinceramente? A probabilidade de serem eliminados precocemente é bem alta.

    A torcida não tá muito otimista

    Por isso mesmo que uma pesquisa recente com os fãs dos Warriors mostrou algo que já tava no ar: a galera não acredita muito que o time vai conseguir contratar uma estrela nesta offseason. E faz sentido, né?

    A questão é que o Curry não tem mais 25 anos. O cara ainda joga MUITO — isso ninguém pode negar — mas a janela dele tá se fechando. E aí que vem o dilema que tá tirando o sono da diretoria de Golden State.

    All-in ou reconstrução?

    É a pergunta que não quer calar: vale a pena apostar todas as fichas no Curry enquanto ele ainda consegue ser a primeira opção do time? Ou é melhor começar a pensar numa reconstrução mais longa?

    Na minha visão, é uma decisão brutal. De um lado, você tem um dos maiores de todos os tempos ainda jogando em alto nível. Do outro, tem a realidade: o core que ganhou quatro títulos já não é mais o mesmo, e ficar no meio termo pode ser pior que qualquer uma das duas opções.

    O problema é que contratar uma estrela hoje em dia não é brincadeira. Precisa de espaço salarial, de assets para troca, e — principalmente — precisa que alguém queira ir pra lá. E vocês acham que os Warriors ainda têm esse apelo todo?

    Pessoalmente, acho que eles deveriam tentar mais uma cartada com o Curry. O cara merece, e quem sabe não rola uma última dança histórica? Mas entendo quem pensa diferente também.

    E aí, o que vocês fariam no lugar da diretoria de Golden State? All-in com o Baby-Faced Assassin ou já começar a planejar o futuro pós-Curry?

  • Jazz leva surra histórica do Thunder: 35 pontos de diferença!

    Jazz leva surra histórica do Thunder: 35 pontos de diferença!

    Olha, eu já vi muita coisa ruim na NBA, mas o que rolou entre Jazz e Thunder foi de chocar qualquer um. 111 a 146. Cento e onze a cento e quarenta e seis! O Utah simplesmente não existiu em quadra e levou uma das maiores surras que eu já presenciei na temporada.

    O mais interessante da noite foi o duelo entre os irmãos Williams — que duelo, né? O Jalen, que é o mais velho e já All-Star, mostrou toda sua qualidade com 15 pontos e 7 assistências em apenas 26 minutos. Já o Cody, que é o caçula, passou sufoco: apenas 8 pontos com 3 acertos em 11 tentativas. Deu pra sentir a diferença de experiência ali.

    Thunder massacrou com ataque equilibrado

    O Oklahoma mostrou por que é uma das equipes mais temidas da liga. Chet Holmgren (21 pontos) e Shai Gilgeous-Alexander (20) lideraram o ataque, mas o mais impressionante foi ver SETE jogadores diferentes marcando dois dígitos. Isso é profundidade, pessoal.

    Cason Wallace saiu do banco com 16 pontos, e pasmem: até o Brandon Carlson, ex-Utah, fez 11 contra seu ex-time. Imagina a satisfação do cara marcar contra a antiga casa? (E olha que ele nem é dos principais jogadores!)

    Sensabaugh lutou sozinho por Utah

    Pelo lado do Jazz, pelo menos o Brice Sensabaugh mostrou raça. O moleque fez 34 pontos, 4 rebotes e 4 assistências tentando segurar uma maré que já estava impossível. Chegaram a ficar 43 pontos atrás — quarenta e três! É surreal pensar nisso numa liga onde qualquer time pode reagir.

    Svi Mykhailiuk teve uma noite… interessante. Depois de quase 20 jogos no banco, o cara foi solto e decidiu chutar 16 vezes — sendo 14 de três pontos. Infelizmente só acertou 6. Entendo a sede, mas às vezes é melhor ser mais seletivo, né não?

    Kyle Filipowski teve números decentes com 20 pontos e 14 rebotes em 10-15 arremessos, mas quando você perde por 35, números individuais meio que perdem o sentido.

    Com essa derrota constrangedora, o Jazz continua na briga pela quarta posição no draft. Sinceramente? Do jeito que as coisas andam, talvez seja melhor mesmo focar no futuro. O próximo desafio é contra o Pelicans em Nova Orleans na terça — será que conseguem se reerguer ou vem mais uma surra?

  • Kawhi Leonard monstro: 26 pontos na goleada dos Clippers

    Kawhi Leonard monstro: 26 pontos na goleada dos Clippers

    Olha, quando o Kawhi Leonard decide que é noite de trabalho, não tem conversa mesmo. O cara simplesmente dominou a partida contra o Sacramento Kings e comandou a vitória dos Clippers por 138-109. Vinte e seis pontos, sendo 13 só no primeiro quarto — basicamente matou o jogo ali mesmo.

    Os Clippers precisavam dessa vitória urgente, né? Duas derrotas seguidas tinham deixado todo mundo meio preocupado, especialmente quando você tá brigando por uma vaguinha nos playoffs. E o Leonard entendeu o recado: entrou em quadra já destruindo desde o primeiro minuto.

    Time coletivo funcionando

    Mas não foi só show do Kawhi não. John Collins contribuiu com 25 pontos (que fase boa ele tá tendo), Darius Garland adicionou 17 e Kobe Sanders também fez 17. Sinceramente, quando o ataque dos Clippers funciona assim, fica difícil pra qualquer adversário.

    E olha que o Sacramento não tava completamente entregue não. Devin Carter fez 21 pontos e Nique Clifford contribuiu com 18. O jovem Maxime Raynaud ainda pegou um double-double com 11 pontos e 16 rebotes — aliás, esse moleque já tem 18 double-doubles na temporada, líder entre os calouros. Nada mal!

    Situação dos playoffs esquenta

    Agora vem a parte mais interessante: com essa vitória, os Clippers empataram com o Portland na oitava colocação do Oeste. Quatro jogos pra acabar a temporada regular e a briga tá pegando fogo. O oitavo lugar garante duas chances no play-in tournament — ou seja, duas oportunidades de chegar nos playoffs de verdade.

    Tem um detalhe histórico também que passou batido: DeMar DeRozan fez apenas 9 pontos em 10 minutos no primeiro tempo (nem jogou na segunda metade), mas foi o suficiente pra ultrapassar Oscar Robertson e chegar no 16º lugar da lista de maiores pontuadores da história da NBA. 26.711 pontos na carreira — monstro demais!

    E vocês acham que os Clippers conseguem se manter nessa posição até o fim da temporada? Com Leonard saudável e jogando nesse nível, eu tô otimista. O próximo teste é contra o Dallas em casa na terça — vai ser outro jogaço.

  • Luka vai pra Europa se tratar – e o MVP pode escapar das mãos

    Luka vai pra Europa se tratar – e o MVP pode escapar das mãos

    Olha, quando li essa notícia do Luka Doncic indo pra Europa se tratar da lesão no posterior da coxa, a primeira coisa que pensei foi: cara, esse cara tá DESESPERADO pra voltar logo.

    E não é pra menos. O esloveno machucou o posterior da coxa (grau 2, nada leve) na quinta-feira passada e agora vai buscar tratamento especializado na Europa junto com sua própria equipe médica. A decisão foi tomada em conjunto com os Lakers – que, convenhamos, também tão desesperados pra ter o cara de volta.

    A corrida contra o tempo pelo MVP

    Aqui que a coisa fica tensa: Luka jogou apenas 64 partidas nesta temporada. Pra ser elegível aos prêmios de fim de temporada (incluindo o MVP), ele precisa de pelo menos 65 jogos. Ou seja, o cara precisa de MAIS UMA partida pra não ficar de fora da disputa.

    E sinceramente? Seria um crime ele ficar fora. O maluco tá fazendo uma temporada MONSTRUOSA, liderando a liga com média de 33.5 pontos por jogo. Trinta e três vírgula cinco! É muita bola, gente.

    Na minha visão, essa viagem pra Europa mostra o quanto ele quer voltar logo – tanto pra ajudar os Lakers quanto pra não perder a chance de disputar o MVP. Imaginem se ele perde o prêmio por UM jogo apenas?

    Lakers no hospital

    Como se não bastasse perder o Luka, os Lakers também perderam Austin Reaves no fim de semana. O cara vai ficar fora de 4 a 6 semanas com uma lesão no oblíquo. Mano, que azar…

    Os Lakers tão numa situação complicada mesmo. Perderam dois caras importantes numa semana só, bem na reta final da temporada regular. É agora que eles mais precisavam de todo mundo saudável pra brigar por uma posição melhor nos playoffs.

    E aí, vocês acham que o Luka consegue voltar a tempo de completar os 65 jogos? Eu tô torcendo pra que sim, porque seria uma injustiça gigantesca ele ficar de fora da disputa do MVP por causa dessa regra besta.

  • Magic vira jogo de 15 pontos e quebra jejum histórico dos Pelicans

    Magic vira jogo de 15 pontos e quebra jejum histórico dos Pelicans

    Mano, que virada foi essa do Orlando Magic ontem à noite! Os caras estavam perdendo por 15 pontos no segundo tempo e conseguiram buscar uma vitória épica por 112-108 contra o New Orleans Pelicans. Desmond Bane foi simplesmente monstruoso com 27 pontos, incluindo uma bomba de três que virou o jogo.

    Olha, eu não esperava essa reviravolta não. O Magic estava sofrendo demais no primeiro tempo, errando DEZOITO de vinte tentativas do perímetro. Jalen Suggs então? O cara foi um desastre completo: 0 de 5 de três pontos e só 1 de 12 no geral. Parecia que ia ser mais uma noite para esquecer.

    A virada que ninguém esperava

    Aí que tá o negócio — às vezes o basquete é isso mesmo. No começo do último período, perdendo 94-84, o Orlando simplesmente explodiu com uma sequência de 14-2 que mudou tudo. Bane acertou aquela bomba de três que colocou o Magic na frente 101-99, e daí pra frente foi só administrar.

    Paolo Banchero deu uma força com 23 pontos, mas convenhamos: 7 de 33 do perímetro (21%) é para acabar com qualquer time. Que o Magic conseguiu ganhar mesmo assim mostra a fibra desse grupo. Do outro lado, Saddiq Bey fez 32 pontos pelos Pelicans, mas não adiantou nada.

    Pelicans em crise total

    Cara, o New Orleans tá numa situação complicada mesmo. Sétima derrota seguida! E o pior: só acertaram UM arremesso de quadra nos últimos 4min50s do jogo. Zion fez 17 pontos, mas só 1 no último período — quando o jogo se decide.

    Yves Missi teve uma noite legal com 18 pontos e 13 rebotes (recorde da temporada dele), mas não foi suficiente para segurar a pressão final do Magic.

    Agora vem o dado mais absurdo: essa foi a NONA vitória consecutiva do Orlando contra New Orleans. A última vez que os Pelicans bateram o Magic? 23 de dezembro de 2021. E em casa então? Desde janeiro de 2017 que não ganham do Magic jogando em New Orleans. Isso é domínio psicológico total.

    Com essa vitória, o Magic chegou a um jogo de distância da sexta posição no Leste (Philadelphia) e pode escapar do play-in. Vocês acham que eles conseguem essa vaga direta nos playoffs? Sinceramente, depois dessa virada, eu tô começando a acreditar mais nesse time de Orlando.

  • Lendeborg e Solo Ball liberados pra final do March Madness!

    Lendeborg e Solo Ball liberados pra final do March Madness!

    Galera, chegou a hora da verdade no March Madness e temos uma notícia que todo mundo tava esperando: tanto Yaxel Lendeborg (Michigan) quanto Solo Ball (UConn) estão LIBERADOS pra final de segunda-feira!

    Os dois caras saíram do relatório oficial de lesões das equipes que foi divulgado no domingo à noite. Olha, eu vou ser sincero com vocês — quando vi o Lendeborg torcendo o tornozelo na semifinal, pensei “pronto, era isso”. O cara pisou no pé do Krivas tentando uma bandeja e ficou meio mancando. Depois soubemos que foi entorse no joelho esquerdo E tornozelo machucado. Dois lugares ao mesmo tempo, monstro.

    Solo Ball também no sufoco

    Do lado dos Huskies, o Solo Ball também deu aquele susto. Se enrolou com o Tarris Reed Jr. numa tela e machucou o pé. Domingo mesmo ele tava andando com aquela bota ortopédica, sabe? Mas o cara é raçudo — disse que ia “fazer de tudo pra estar pronto amanhã”. E conseguiu!

    Sinceramente, imagina se esses dois ficassem de fora da final? Seria um crime contra o basquete. O Lendeborg tem sido fundamental no garrafão do Michigan, e o Solo Ball é peça-chave no esquema do Dan Hurley.

    Michigan x UConn: sede de 89 contra dinastia

    Essa final tem tudo pra ser histórica, pessoal. Michigan correndo atrás do primeiro título desde 1989 (cara, 1989! Eu nem tinha nascido), enquanto UConn quer o terceiro título em quatro anos. É sede contra dinastia, fome contra fartura.

    E vocês sabiam que os times não se enfrentam desde 2015? Foi num torneio nas Bahamas, desses eventos de pré-temporada. Agora se reencontram no palco máximo do basquete universitário.

    A bola sobe às 21h50 (horário de Brasília) desta segunda, no Lucas Oil Stadium em Indianapolis. Vai passar na TBS, TNT e truTV — ou seja, não tem desculpa pra perder!

    Michigan tem apenas LJ Carson e Winter Grady no departamento médico, enquanto UConn não tem ninguém na lista de lesionados. Ou seja: os dois times vão com força máxima pra essa decisão.

    E aí, quem vocês acham que leva? Eu tô dividido, mas com esses dois craques liberados, a final ficou ainda mais imprevisível!

  • Luka vai se tratar na Europa – Lakers em pânico total?

    Luka vai se tratar na Europa – Lakers em pânico total?

    Olha só que situação complicada pros Lakers. O Luka Doncic decidiu que vai buscar tratamento especializado na Europa pra essa lesão no posterior da coxa esquerda — uma distensão grau 2 que pegou todo mundo de surpresa.

    A parada aconteceu na quinta-feira, no terceiro quarto daquela surra que o Thunder deu nos Lakers (139-96, uma humilhação total). O esloveno sentiu o músculo e já era. Sexta-feira fez ressonância em Dallas e confirmou o que todo mundo temia: vai ficar pelo menos até o final da temporada regular no departamento médico.

    Tratamento na Europa é sinal de desespero?

    Depois de conversar com os médicos dos Lakers e da própria equipe médica dele, o Luka e seu empresário Bill Duffy decidiram que é melhor procurar especialistas europeus. Sinceramente? Acho que é porque a situação tá mais séria do que estão falando.

    Uma distensão grau 2 normalmente leva um mês pra curar completamente. Fazendo as contas aqui — os playoffs começam dia 18 de abril, ou seja, daqui a menos de duas semanas. Tá apertado, muito apertado mesmo.

    Vocês acham que ele consegue voltar a tempo da primeira rodada dos playoffs? Eu tô com minhas dúvidas.

    Lakers na corda bamba

    O timing dessa lesão não podia ser pior. Os Lakers tavam brigando por posição no Oeste, e perder o cara que tava carregando o time nas costas bem agora é de lascar. Cinco jogos da temporada regular sem ele, mais potencialmente o início dos playoffs?

    A real é que essa decisão de ir pra Europa mostra que o Luka tá levando isso muito a sério. Ele sabe que não dá pra brincar com lesão muscular — uma recaída agora seria o fim da linha pra temporada dos Lakers.

    E olha que ironia: justamente quando tava jogando um basquete monstruoso, carregando essa franquia histórica de volta pros playoffs, vem essa contusão chata pra atrapalhar tudo. Basquete é isso aí mesmo, né? Uma hora tá voando, na outra tá no banco torcendo pros companheiros.

  • Cooper Flagg fez 45 pontos contra LeBron e eu tô maluco

    Cooper Flagg fez 45 pontos contra LeBron e eu tô maluco

    Gente, eu preciso falar sobre o que aconteceu ontem em Dallas. Cooper Flagg — sim, aquele garoto de 19 anos que foi primeira escolha do draft — simplesmente DESTRUIU os Lakers com 45 pontos. Quarenta e cinco! E o mais absurdo? Fez isso jogando contra o LeBron James.

    Olha, eu já vi muito rookie talentoso na minha vida acompanhando a NBA, mas esse Flagg tá em outro nível. O cara começou o jogo pegando fogo: 7 de 10 arremessos no primeiro quarto pra fazer 19 pontos. No intervalo já tinha 26. Era tipo aqueles jogos de videogame quando você bota no modo fácil.

    História sendo feita na nossa frente

    E aqui que fica interessante pra quem é nerd de estatística como eu: Flagg virou o primeiro rookie da história a fazer 40 pontos contra o LeBron. PRIMEIRO. Em toda a carreira do Rei, nenhum calouro tinha conseguido isso.

    Mais doido ainda? Eles fizeram história juntos. Primeira vez na NBA que dois caras fazem 20+ pontos no mesmo jogo com um tendo 40+ anos (LeBron) e outro sendo teenager (Flagg). Sinceramente, é o tipo de momento que só a NBA consegue proporcionar.

    LeBron não ficou devendo nada — 30 pontos aos 41 anos é coisa de monstro mesmo. Mas a noite era do garoto.

    Flagg tá numa sequência absurda

    Vocês sabem que ele tinha feito 51 pontos dois jogos antes, né? Pois então: primeira vez desde Allen Iverson em 96-97 que um rookie faz 40+ em jogos consecutivos. Iverson! O cara tá andando com os gigantes da história.

    Os números da partida foram simplesmente pornográficos: 14/27 nos arremessos, 15/17 nos lances livres (que eficiência!), 8 rebotes, 9 assistências. Quase um triple-double ainda por cima. Em 39 minutos de quadra, o moleque foi completo.

    E aí, vocês acham que ele consegue manter esse ritmo? Porque com Luka machucado (lesão no posterior da coxa que vai tirá-lo do resto da temporada regular), os Mavs precisam dele voando alto mesmo. Reaves também tá fora por umas semanas com lesão no oblíquo.

    Na minha opinião, a gente tá vendo nascer uma estrela gigantesca. E o mais legal? Ele tá fazendo isso aqui no Texas, onde o basquete é religião. Dallas ganhou por 134-128 e o American Airlines Center deve ter ido à loucura.

    Cara, que prazer é acompanhar a NBA quando aparece um talento desses. Flagg tá com média de 20.8 pontos na temporada e subindo. Rookie of the Year já era — agora é ver até onde esse moleque vai.