Autor: Leandro Amorim

  • LeBron voltando pro Lakers? Tá pintando que sim, monstro!

    LeBron voltando pro Lakers? Tá pintando que sim, monstro!

    Olha, vou ser sincero com vocês: em outubro eu achava que o LeBron ia se aposentar no fim da temporada. O cara parecia perdido em Los Angeles, meio deslocado na era Luka, sabe? Mas cara… como as coisas mudaram.

    Dave McMenamin da ESPN soltou uma bomba no podcast do Brian Windhorst essa semana. Segundo ele, os Lakers são “disparados” os favoritos pra ter o King de volta na próxima temporada. E olha, faz todo sentido quando você para pra pensar.

    A transformação que ninguém esperava

    A grande virada aconteceu em março. O LeBron simplesmente aceitou ser o terceiro homem do time — algo que eu NUNCA pensei que veria na vida. O cara que sempre foi o protagonista absoluto de qualquer time que jogou, de repente tá correndo nas transições, jogando sem bola, sendo um complemento pro Luka Dončić.

    E funcionou absurdamente bem. Os Lakers ganharam 15 dos últimos 17 jogos da temporada regular. Quinze de dezessete! Com o LeBron nesse papel mais “humilde”, se é que podemos chamar assim.

    McMenamin falou uma coisa que me marcou: “Por que ele não ficaria com os Lakers?” Cara, realmente. O time tá ganhando, ele tem tudo que quer fora das quadras em LA, o Bronny tá no elenco, o Bryce tá pertinho no Arizona… faz sentido demais.

    A única pedra no sapato: o dinheiro

    Agora, vamos falar do elefante na sala. Os Lakers querem gastar a grana deles com jogadores mais novos, bidirecionais, que encaixem melhor no futuro do time. Austin Reaves, Jaxson Hayes, Luke Kennard, talvez o Rui Hachimura… a folha salarial vai ficar apertada.

    Ou seja: se o LeBron quiser voltar, vai ter que aceitar bem menos dinheiro do que normalmente ganharia. A pergunta é: aos 41 anos (que ele vai fazer em dezembro), com todo esse império empresarial que ele construiu, será que ele topa essa?

    Na minha opinião? Topa sim. O cara não precisa mais provar nada pra ninguém financeiramente. E convenhamos, que outro time vai pagar uma fortuna pro LeBron nessa idade mesmo?

    Tudo se encaixando perfeitamente

    Pensem comigo: o LeBron tem a família estabelecida em LA, os negócios todos lá, o filho no time, e agora descobriu que consegue ser feliz jogando um papel diferente. Os Lakers dão pra ele tudo que ele valoriza fora das quadras, e dentro delas o time tá competitivo.

    Sinceramente? Acho que ele fica. E vocês, o que acham? O King vai aceitar ser coadjuvante pra continuar em Los Angeles, ou vocês veem ele indo atrás de mais uma última dança em outro lugar?

    Uma coisa eu garanto: essa novela do LeBron vai ser o assunto mais quente da offseason dos Lakers. E pelo jeito, todas as peças tão se encaixando pra ele continuar de amarelo e roxo.

  • Reaves machucado por 6 semanas – playoffs dos Lakers viraram piada

    Reaves machucado por 6 semanas – playoffs dos Lakers viraram piada

    Cara, eu não consigo acreditar no que tá acontecendo com os Lakers. Sinceramente, parece que alguém jogou uma praga nesse time.

    Austin Reaves vai ficar fora por 4-6 semanas com uma lesão muscular Grau 2 no oblíquo esquerdo. Seis semanas! O cara vai perder toda a primeira rodada dos playoffs e provavelmente boa parte da segunda (se é que vão chegar lá, né).

    O pesadelo não para por aí

    E olha que já não bastava o Luka Dončić ter se machucado também. Agora os dois principais pontuadores dos Lakers estão no departamento médico bem na hora dos playoffs. É de chorar mesmo.

    O mais absurdo? A lesão do Reaves aconteceu na quinta contra o Thunder, mas só descobriram a gravidade depois dos exames. Na verdade, tiveram que fazer a ressonância DUAS vezes porque o pessoal de Dallas escaneou a área errada no primeiro exame. Mano, só os Lakers mesmo pra passar por isso.

    “Fizeram a segunda hoje”, disse o técnico JJ Redick. “Não sei como funciona a hierarquia dos exames em Dallas, mas eles escanearam a área errada. Não foi culpa nossa. Deixamos bem claro onde deveria ser escaneado, mas eles escanearam o lugar errado.”

    Lakers em 2026 = Lakers de 2012?

    Vocês lembram daquele time de 2012 que chegou todo quebrado nos playoffs? Pois é, parece que a história tá se repetindo. Os Lakers vão entrar na pós-temporada mancando, literalmente.

    Eu tava até animado com aquela sequência boa em março – o “March Lakers” como o pessoal chama. Mas agora? Cara, é difícil ter esperança quando seus dois melhores jogadores estão machucados.

    Na minha opinião, essa temporada meio que acabou aqui. Claro, vão jogar a primeira rodada, mas vai ser mais protocolar do que qualquer outra coisa. E vocês, ainda acreditam que dá pra fazer alguma coisa sem o Reaves e o Luka? Porque eu tô achando difícil…

    O timing não podia ser pior. Justo agora que os playoffs estão chegando, os caras se machucam. É aquela lei de Murphy no basquete: tudo que pode dar errado, dá errado mesmo.

  • Sixers despencam pro play-in após apanhar dos Pistons por 23 pontos

    Sixers despencam pro play-in após apanhar dos Pistons por 23 pontos

    Cara, que vexame foi esse dos Sixers ontem à noite. Perderam por 116 a 93 pros Pistons e agora estão na sétima colocação do Leste, direto na zona do play-in. Com quatro jogos restantes na temporada regular, o negócio tá feio mesmo.

    Olha, eu não esperava que fosse tão doloroso assim. Os Sixers (43-35) caíram meio jogo atrás dos Raptors (43-34) e agora precisam de uma milagrosa para fugir dessa situação constrangedora do play-in tournament. Enquanto isso, os Pistons seguem voando como primeiro colocados com 57-21.

    Sem Embiid, a defesa virou um queijo suíço

    Joel Embiid não jogou — lesão no oblíquo e ainda por cima doente. No segundo jogo consecutivo, o cara simplesmente não tinha condições. Andre Drummond entrou no lugar dele, mas vamos ser honestos aqui: quando o MVP não tá, essa defesa dos Sixers vira uma peneira completa.

    Logo no primeiro quarto deu pra ver o estrago. Detroit acertou os primeiros 8 arremessos — isso mesmo, TODOS os primeiros 8! Cada jogador titular dos Pistons fez pelo menos uma cesta. Duncan Robinson ainda teve a audácia de fazer uma bandeja corrida pra abrir 19 a 13.

    Tyrese Maxey até tentou segurar a onda com 14 pontos só no primeiro período, mas não adiantou nada. Paul George também começou bem (9 dos primeiros 13 pontos da equipe), mas depois sumiu completamente do jogo.

    O desastre foi crescendo aos poucos

    No segundo quarto, Nick Nurse ainda tentou mexer na rotação — colocou Cameron Payne e Justin Edwards, que nem tinham jogado na vitória contra os Timberwolves. VJ Edgecombe até empatou o jogo em 52 a 52 com uma bela de três, mas foi só ilusão.

    Tobias Harris (que bizarro ver ele do outro lado, né?) meteu 19 pontos e ajudou os Pistons a abrirem 10 de vantagem ainda no segundo quarto. Aí o Payne se machucou no intervalo (distensão no posterior da coxa direita) e nem voltou pro segundo tempo. Simplesmente não tava pra ser mesmo.

    Na segunda etapa foi um massacre total. George começou a errar tudo, incluindo dois turnovers absurdos. Quando Harris acertou mais uma de três e abriu 93 a 72, Nick Nurse praticamente desistiu da partida. Com 4 minutos e 56 segundos restantes, tirou Maxey, George e Edgecombe de quadra.

    Sinceramente? Foi constrangedor ver os Sixers desistirem assim. Daniss Jenkins ainda fez 16 pontos e 14 assistências pelos Pistons, como se não bastasse o vexame.

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que esse time consegue se recuperar a tempo de fugir do play-in? Com essa defesa sem o Embiid e George ainda irregular, tá difícil de acreditar…

  • Jaquez faz 32, Ware bloqueia 7 e Heat atropela Wizards por 152-136

    Jaquez faz 32, Ware bloqueia 7 e Heat atropela Wizards por 152-136

    Cara, que show o Miami Heat fez ontem contra o Washington! 152-136 — e olha que nem foi tão apertado quanto o placar sugere. O Jaime Jaquez Jr. simplesmente resolveu o jogo com 32 pontos antes de sair correndo pro aeroporto. Por quê? O maluco ia assistir a final do basquete feminino universitário porque a irmã dele, Gabriela, joga pela UCLA. Família é família, né?

    Mas o verdadeiro monstro da noite foi o Kel’el Ware. 24 pontos, 19 rebotes e — segurem-se — 7 tocos! Sete! O cara virou uma muralha no garrafão. Sinceramente, não lembro da última vez que vi um pivô dominar assim dos dois lados da quadra.

    Bam não precisou repetir os 83 pontos

    Lembram do jogo passado entre esses times quando o Bam Adebayo fez 83 pontos? Pois é, dessa vez ele “só” fez 14. Logo no primeiro ataque já veio tripla marcação — óbvio, né? Mas mesmo assim contribuiu com 9 rebotes e 7 assistências. O Andrew Wiggins também apareceu bem com 21 pontos.

    A coisa mais impressionante? O Heat chegou aos 150 pontos pela terceira vez na história da franquia. E duas dessas três vezes foram contra esses coitados do Washington. Deve ser trauma já.

    Wizards seguem na mesma sina

    Do lado dos Wizards, o Will Riley até tentou com 31 pontos, mas não teve jeito. O time chegou às 60 derrotas pela terceira temporada seguida. Cara, é de dar dó. O Sharife Cooper ainda colaborou com 20, mas quando você toma 35 pontos de diferença em alguns momentos do jogo, não tem muito o que fazer.

    Achei massa a história do Jaquez correndo pra Phoenix pra torcer pela irmã. O Spoelstra até comentou sobre como a família se apoia. “É lindo de ver”, disse o técnico. E realmente é — no meio de toda essa correria da NBA, o cara não esquece da família.

    O Heat ainda fez uma homenagem pro Michael Baiamonte, locutor que tá se aposentando depois de 35 anos. O cara viu três títulos, várias finais… deve ter sido emocionante mesmo.

    E aí, vocês acham que esse Heat pode incomodar nos playoffs? Com o Ware jogando assim e o Jaquez em boa fase, qualquer coisa pode acontecer.

  • Reaves fora da temporada: Lakers em apuros sem seu cestinha

    Reaves fora da temporada: Lakers em apuros sem seu cestinha

    Cara, a temporada dos Lakers acabou de ficar bem mais complicada. Austin Reaves vai ficar de fora do resto da temporada regular com uma lesão no músculo oblíquo grau 2. E olha, não é só ele não — Luka Dončić também está machucado. Os dois se machucaram na mesma partida contra o Thunder na quinta-feira.

    Sinceramente? Eu não esperava que fosse tão grave assim. Os dois voltaram pro jogo depois de se machucar, então a gente pensou “deve ser coisa pouca”. Mas aí veio a ressonância do Reaves no sábado e… fim de papo. Pelo menos duas semanas fora, mas sabendo como são essas lesões musculares, pode ser bem mais que isso.

    O timing não podia ser pior

    Os Lakers estão voando — 16 vitórias nos últimos 19 jogos, brigando pela terceira colocação no Oeste. E agora perdem seu segundo maior pontuador bem quando os playoffs estão chegando. Reaves tá fazendo uma temporada monstro: 23.3 pontos, 5.5 assistências e 4.7 rebotes por jogo. Se tivesse jogado jogos suficientes, seria o 11º maior pontuador da liga inteira.

    E tem outro detalhe que me deixa preocupado: o cara já tinha perdido 19 jogos este ano por causa de uma lesão na panturrilha no Natal. Agora essa. O físico do Reaves tá preocupando, não vou mentir.

    JJ Redick tentando manter a moral

    O técnico JJ Redick falou que a missão não mudou: “Vamos atrás da terceira colocação e tentar ganhar uma série de playoffs”. Mas convenhamos, fica difícil sem dois dos seus principais jogadores, né? LeBron vai ter que carregar esse time nas costas mais uma vez — e olha que ele já tá com 41 anos.

    A real é que essa lesão do Reaves pode mudar completamente os planos dos Lakers pros playoffs. O cara tinha se tornado peça fundamental no ataque ao lado do LeBron e do Dončić. Vocês acham que os Lakers conseguem fazer barulho nos playoffs assim mesmo, ou essa dupla de lesões foi um balde de água fria nas pretensões do time?

    O último jogo da temporada regular é dia 12 de abril, em casa, contra o Utah. Torcer pra que pelo menos um dos dois volte pros playoffs.

  • Wizards levam sacolada HISTÓRICA do Heat: 152 a 136!

    Wizards levam sacolada HISTÓRICA do Heat: 152 a 136!

    Cara, eu já vi muito time ruim de defesa na NBA, mas o que os Wizards fizeram ontem em Miami foi de outro mundo. 152 pontos sofridos! CENTO E CINQUENTA E DOIS!

    Vocês lembram que há poucos dias o Philadelphia tinha feito 153 nos caras? Pois é, o Heat quase bateu essa marca também. No intervalo já eram 77 pontos — se mantivessem o ritmo, chegariam nos 154. Absurdo.

    Defesa? Que defesa?

    O terceiro quarto foi um pesadelo total: 45 pontos sofridos em 12 minutos. Sinceramente, eu não sei o que o técnico fala no vestiário, mas claramente não tá adiantando muito. Com 6 minutos pro fim, o placar mostrava 140 a 118 pro Heat.

    A única coisa que salvou os Wizards de uma humilhação ainda maior foi conseguirem limitar Miami a “apenas” 30 pontos no último período. Imaginem se não conseguissem nem isso…

    Will Riley brilhou no meio do caos

    No meio dessa bagunça toda, Will Riley foi praticamente o único que apareceu de verdade. O cara fez 31 pontos em 37 minutos, acertando 12 de 17 arremessos de quadra. Plus/minus de apenas -3 num jogo que o time perdeu por 16? Monstro!

    Sharife Cooper e Jamir Watkins também aproveitaram o garbage time pra mostrar serviço — 20 e 14 pontos respectivamente, ambos acertando bolas de três. Pelo menos teve isso né.

    Jaquez Jr. candidato a 6º homem?

    Do lado do Heat, Jaime Jaquez Jr. saiu do banco e meteu 32 pontos em 32 minutos. Trinta e dois em trinta e dois! Esse garoto tá pedindo passagem pro prêmio de melhor sexto homem da temporada, hein?

    E aí, galera do Sexto Homem, vocês acham que os Wizards conseguem melhorar essa defesa ou vai ser assim o resto da temporada? Porque do jeito que tá, qualquer time vai fazer festa contra eles.

    Próximo jogo é amanhã em Brooklyn. Será que os Nets também vão aproveitar pra fazer a festa?

  • Reaves machuca e Lakers perdem peça-chave nos playoffs

    Reaves machuca e Lakers perdem peça-chave nos playoffs

    Cara, quando eu vi que o Austin Reaves estava se segurando no lado esquerdo durante o jogo contra o Thunder, já fiquei com o pé atrás. Agora veio a confirmação que ninguém queria ouvir: lesão grau 2 no oblíquo e fora pelo resto da temporada regular.

    E olha, não é só isso não. O garoto vai ficar de fora por 4-6 semanas, segundo o Shams Charania. Ou seja, provavelmente perde o início dos playoffs também. Talvez até a segunda rodada inteira. Absurdo.

    Double problem nos Lakers

    O pior é que não é só o Reaves machucado. O Luka Dončić também se lesionou no mesmo jogo — problema no posterior da coxa, grau 2 também. Dois caras fundamentais pro esquema dos Lakers saindo de uma vez só.

    Pensa na situação: Reaves é o segundo maior pontuador do time, com 23,3 pontos por jogo, além de distribuir 5,5 assistências. É o cara que cria jogada quando precisa, sabe? Aquele jogador que você conta na hora do sufoco.

    Agora sobra tudo pro LeBron James. Cara com 41 anos vai ter que carregar o piano nas costas de novo. Não que ele não consiga — é o Bronsexto, né — mas sinceramente, depois de tanto tempo sendo terceira opção no ataque, vai ser punk voltar a ser o cara principal.

    Timing não podia ser pior

    Sério, o timing dessa lesão é de chorar. Os Lakers estavam voando, tinham ganho 13 dos últimos 14 jogos antes de enfrentar o Thunder. O time estava encaixado, todo mundo sabendo seu papel.

    E aí vem essa bomba. Com duas semanas só restando da temporada regular, LA é o terceiro colocado no Oeste — meio jogo na frente do Denver, dois jogos do Houston. Se escorregarem agora, podem acabar enfrentando um adversário mais cascudo logo de cara nos playoffs.

    O que vocês acham? LeBron consegue segurar as pontas sozinho ou os Lakers vão sentir demais a falta desses dois?

    Ah, e só pra contextualizar: lesão no oblíquo no basquete não é brincadeira. No baseball, a média é 46 dias fora. Na NBA, varia bastante, mas lesões graves como essa do Reaves podem deixar o cara parado por até 9 semanas. É osso.

    Uma coisa é certa: essa lesão vai pesar — e muito — no bolso do Reaves também. Ele ia virar agente livre e todo mundo esperava um contrato na casa dos 35 milhões por temporada. Agora, machucado bem na reta final? Complicou.

  • Pistons garantem 1º lugar no Leste e são sensação da NBA

    Pistons garantem 1º lugar no Leste e são sensação da NBA

    Gente, eu ainda não consigo acreditar no que estou vendo. Os Detroit Pistons — sim, aquele mesmo time que era piada da liga há dois anos — acabaram de garantir o primeiro lugar da Conferência Leste com uma vitória tranquila de 116 a 93 sobre o Philadelphia 76ers.

    Cara, que transformação absurda! Um time que perdia 60+ jogos por temporada virou candidato real ao título. E olha que ainda estão sem o Cade Cunningham, que tá fora com um pulmão colapsado (situação bizarra, por sinal).

    Tobias Harris deu aula no ex-time

    O grande nome da noite foi Tobias Harris, que simplesmente destruiu a torcida do Philadelphia que tava vaiando ele a noite toda. O cara fez 19 pontos e ainda roubou 4 bolas, transformando cada vaia em arremesso certeiro. Sinceramente, não tem coisa mais gostosa no basquete do que ex-jogador calando a boca da torcida que tá reclamando dele.

    Mas o moleque Daniss Jenkins também merece destaque. Desde que assumiu a titularidade no lugar do Cade, o garoto tá voando: 16 pontos, 14 assistências e apenas 1 turnover. Esse aí já mostrou que aguenta a pressão dos playoffs.

    Defesa sufocante decidiu o jogo

    O jogo começou equilibrado, mas foi no terceiro quarto que os Pistons mostraram por que são tão especiais. A defesa deles simplesmente espremeu o Philadelphia até não sobrar nada. Em determinado momento do último quarto, os Sixers ficaram mais de 6 minutos sem fazer uma única cesta. Imagina a frustração!

    E não é só isso — Detroit teve 33 assistências em 43 cestas convertidas. Isso é basquete coletivo no seu melhor nível. Todos os cinco titulares pontuaram em dois dígitos, além de dois reservas também contribuindo. Time completo mesmo.

    Uma transformação histórica

    Olha, eu acompanho NBA há muito tempo e poucas vezes vi uma reconstrução tão impressionante quanto essa dos Pistons. Eles têm 57 vitórias com quatro jogos restantes na temporada regular. Se chegarem às 60 vitórias, serão apenas o terceiro time na história da franquia a conseguir isso.

    Os outros dois foram lendários: o time de 2005-06 que ganhou 64 jogos com Flip Saunders e aquele esquadrão histórico de 1988-89 que foi campeão com 63 vitórias. Estar nessa companhia já é um feito e tanto.

    E aí, vocês acham que esse time dos Pistons tem o que é preciso para chegar às Finais da NBA? Com essa defesa monstruosa e sem o Cade ainda, imaginem quando ele voltar…

  • Michigan atropela Arizona no Final Four – Onde entra na história?

    Michigan atropela Arizona no Final Four – Onde entra na história?

    Cara, que surra foi essa que Michigan deu em Arizona no Final Four de 2026! 91 a 73 parece placar ‘normal’, mas quem assistiu sabe que foi muito pior do que isso. Os Wolverines simplesmente destruíram os Wildcats desde o primeiro minuto.

    Eu tava esperando um jogaço entre dois dos melhores times do país, mas Michigan resolveu transformar isso numa aula de basquete. A diferença chegou a 30 pontos durante o jogo — imagina a cara dos torcedores do Arizona vendo aquilo!

    Onde essa surra se encaixa na história?

    Olha, não é todo dia que você vê uma lavada dessas no Final Four. Normalmente os jogos são pegados, decididos nos detalhes. Mas acontece, né?

    Checando aqui os maiores atropelos da história do Final Four (desde 1951, quando o torneio virou coisa séria), a diferença de 18 pontos de Michigan nem entra no top 10! Isso mesmo que vocês leram.

    O maior massacre de todos os tempos foi Villanova 95 x 51 Oklahoma em 2016. Quarenta e quatro pontos de diferença! Aquilo ali foi desumano. Lembro até hoje do Jay Wright na beira da quadra, quase com dó do adversário.

    Os maiores atropelos da história

    A lista é de arrepiar: Princeton meteu 118 x 82 no Wichita State em 1965 (36 pontos de diferença), Cincinnati fez 80 x 46 no Oregon State em 1963, Michigan State aplicou 101 x 67 na Penn em 1979… Cada uma dessas foi uma humilhação histórica.

    E olha só que coincidência massa: UNLV 103 x 73 Duke em 1990 — exatos 30 pontos de diferença, que foi justamente o pico da vantagem de Michigan ontem. Aquele time do UNLV com Larry Johnson era uma máquina de guerra, impossível de parar.

    Kansas também aparece duas vezes na lista — em 2003 contra Marquette (33 pontos) e lá em 1953 contra Washington (26 pontos). Os Jayhawks sempre souberam dar show quando a coisa aperta.

    Michigan rumo ao título?

    Agora é final contra Connecticut. E vocês acham que Michigan consegue manter esse ritmo alucinante? Porque uma coisa é atropel Arizona (que não tava no seu melhor dia), outra é fazer isso contra UConn numa final de March Madness.

    Sinceramente, depois de uma performance dessas, eu não duvidaria de nada vindo dos Wolverines. Quando um time tá ‘quente’ assim no torneio universitário, é capaz de qualquer coisa. Lembram do Villanova em 2016? Fizeram aquela surra histórica no Oklahoma e depois foram lá e ganharam o título todo.

    Vamos ver se Michigan consegue coroar essa campanha monstro com o troféu. Uma coisa é certa: depois dessa exibição, eles chegam na final como favoritos absolutos.

  • Spurs perdem de virada: sequência de 11 vitórias acaba em Denver

    Spurs perdem de virada: sequência de 11 vitórias acaba em Denver

    Cara, que dor no peito. Os Spurs tinham tudo pra fechar a temporada regular com chave de ouro, mas deixaram escapar em Denver por 136 a 134, na prorrogação. Onze vitórias seguidas foram pro espaço numa partida que teve absolutamente tudo.

    Olha, eu não sei vocês, mas esse jogo me deu um gostinho do que vem por aí nos playoffs. Treze bolas de três só no primeiro quarto — treze! — e a intensidade física subindo conforme o jogo foi esquentando. Era praticamente um aperitivo dos playoffs mesmo.

    Jokić mostra por que é o melhor do mundo

    O sérvio monstro simplesmente destruiu. Levou duas pancadas (uma do Wemby no primeiro quarto e outra do Keldon no segundo), e vocês sabem como ele fica quando alguém mexe com ele, né? Saiu como um doido e terminou com 40 pontos, acertando 52% dos arremessos.

    Sinceramente, o cara é alienígena. Os Spurs até tentaram fazer ele trabalhar na defesa — e funcionou por um tempo — mas quando chegou a hora do vamos ver, ele simplesmente tomou conta. Essa é a diferença entre ser bom e ser o melhor jogador do planeta.

    Wembanyama fez sua parte (17 lances livres tentados só no primeiro tempo!), mas na reta final foi o Jokić quem prevaleceu. E olha que o francesinho não ficou quieto não — quando levou duas faltas logo no começo, continuou partindo pra cima. Gostei da atitude.

    Castle e os coadjuvantes brilham

    Stephon Castle teve uma atuação absurda, principalmente no terceiro quarto quando os Spurs estavam com a corda no pescoço. Ele, junto com Wemby e Julian Champagnie, praticamente salvaram o time naquele período. Sete cestas entre os três numa sequência que foi fundamental.

    Mas aí que tá — quando os caras foram pro banco, Denver aproveitou e diminuiu a vantagem pra apenas quatro pontos antes do último período. Esse é o problema de depender tanto dos titulares.

    E tem um detalhe curioso: Christian Braun acertou cinco bolas de três. Cinco! Os Spurs deixaram ele livre de propósito pra congestionar o garrafão, e teoricamente era a estratégia certa — o cara tava horrível nos arremessos abertos essa temporada. Só que no basquete, né, qualquer um pode esquentar do nada.

    A sequência que dói até hoje

    Os Spurs vinham imbatíveis quando faziam pelo menos 70 pontos no primeiro tempo — eram 15 vitórias em 16 jogos. Agora virou 15-3 depois dessa derrota que dói.

    De’Aaron Fox até tentou salvar na reta final com cinco cestas no último quarto, mas aí fez uma cagada monumental: se atirou num arremessador e deu uma falta de quatro pontos que deixou tudo embolado. Na prorrogação, perdeu uns arremessos decisivos que poderiam ter mudado tudo.

    Vocês acham que essa derrota pode afetar o psicológico do time pros playoffs? Porque, olha, perder uma sequência de 11 vitórias assim, no finalzinho da temporada regular, não é qualquer coisa. Mas sei lá, talvez seja até bom pra tirar aquela pressão de invencibilidade, sabe?

    De qualquer forma, que jogaço. Se os playoffs vão ser nesse nível, já podem me internar na UTI cardiac porque não vou aguentar.