Autor: Leandro Amorim

  • Pistons enfrentam 76ers sem Embiid: chance de ouro pros meninos

    Pistons enfrentam 76ers sem Embiid: chance de ouro pros meninos

    Olha, vou ser sincero com vocês: quando vi que o Embiid não vai jogar hoje contra os Pistons, já pensei “essa é a chance”. O Philadelphia tá vindo de back-to-back depois de enfrentar os Timberwolves ontem, e sabemos como é – sem o pivô cabeça de área deles, a coisa fica bem mais fácil pra Detroit.

    Na minha visão, isso é presente pra um time que tá fazendo uma temporada absurda com 56 vitórias e só 21 derrotas. Os Pistons estão voando, e pegar os Sixers sem o Embiid é daquelas oportunidades que você não pode desperdiçar.

    Jalen Duren voltando pra “casa”

    O que mais me empolga nesse jogo é ver o Jalen Duren jogando na Filadélfia. O moleque cresceu a 45 minutos de distância da cidade, em New Castle, Delaware, e ainda jogou no colegial por lá. É praticamente um jogo em casa pra ele.

    Lembram do último confronto entre esses times? Pistons meteram 131-109, uma lavada histórica. Na época, os Sixers tavam tão sem opção no garrafão que colocaram o Dominick Barlow como titular no centro. Imaginem só! Naquele jogo, o Duren jogou apenas 14 minutos mas foi cirúrgico: 14 pontos em 6 de 7 arremessos e 10 rebotes. Um double-double quase sem suar.

    Agora, com o Drummond (ex-Pistons, por sinal) dando uma força maior no garrafão dos Sixers, vai ser interessante ver como o Duren se sai. O garoto tem evoluído muito ultimamente, parece que encontrou outro patamar no jogo.

    As odds favorecem Detroit

    Detroit entra como favorito por 3.5 pontos, e sinceramente, acho pouco. Com Paul George e Tyrese Maxey ainda em quadra pelos Sixers, não vai ser moleza, mas sem o Embiid e com o cansaço do back-to-back, os Pistons têm tudo pra dominar.

    A escalação provável dos Pistons com Daniss Jenkins, Duncan Robinson, Ausar Thompson, Tobias Harris e Jalen Duren me agrada. É um time que tem velocidade, arremesso de fora e presença no garrafão. Do outro lado, ver Andre Drummond de volta enfrentando seu ex-time sempre rende umas emoções extras.

    E aí, galera – vocês acham que os Pistons conseguem manter o embalo dessa temporada fantástica? O jogo é às 19h (horário de Brasília) e promete ser mais um show dessa equipe de Detroit que não para de surpreender.

  • Embiid explode contra a direção do 76ers: ‘Não me deixaram jogar!’

    Embiid explode contra a direção do 76ers: ‘Não me deixaram jogar!’

    Olha só que confusão se armou na Filadélfia! Joel Embiid resolveu desabafar e mandou a real sobre estar sendo poupado pelo Philadelphia 76ers — e o cara não tá nada contente com isso, não.

    Na sexta-feira, depois da vitória contra o Minnesota Timberwolves por 115-103, o gigante camaronês soltou o verbo. “Eu estava puto. Eu queria jogar basquete”, disparou Embiid, que ficou de fora do jogo contra Washington na quarta-feira. “Não me deixaram jogar basquete, então acho que essa é uma pergunta para o Daryl Morey ou quem toma as decisões.”

    O drama da quarta-feira

    A história é a seguinte: Embiid foi cortado da lista contra os Wizards por “doença”, mas o próprio jogador disse nas redes sociais que planejava jogar. Depois ainda postou: “Acho que eles não vão me deixar jogar basquete.”

    E o mais absurdo? Embiid descobriu que não ia jogar… pela internet! “Descobri online que não ia jogar naquela noite”, revelou. “Isso me pegou de surpresa.” Imagina a raiva do cara, gente!

    Na minha opinião, essa situação toda mostra como a gestão de carga de trabalho dos astros virou uma zona cinzenta na NBA. Por um lado, entendo o 76ers querendo preservar seu principal jogador — principalmente considerando o histórico de lesões do Embiid. Mas por outro, o atleta quer competir, quer estar em quadra ajudando o time.

    Nick Nurse tenta apagar o incêndio

    O técnico Nick Nurse tentou diminuir a polêmica, elogiando a postura do Embiid no jogo seguinte contra Minnesota. “Lidamos com isso mantendo as coisas relacionadas ao basquete”, disse Nurse antes do confronto com Detroit no sábado (que Embiid também perdeu por “lesão oblíqua direita, gestão de lesões e doença”).

    Mas, sinceramente, acho que essa tensão entre jogador e front office é mais comum do que imaginamos. Embiid tem apenas 37 jogos na temporada, ficando de fora principalmente por “gestão de lesões” nos joelhos. Com médias de 26,7 pontos, 7,6 rebotes e 4,0 assistências, o cara continua sendo um monstro quando joga.

    E vocês, o que acham? O 76ers está certo em poupar tanto o Embiid, ou o jogador tem razão em querer jogar mais? Uma coisa é certa: essa rixa entre estrela e direção nunca termina bem…

  • Calouro do UConn é monstro na semifinal e leva time para a final

    Calouro do UConn é monstro na semifinal e leva time para a final

    Cara, esse Braylon Mullins é absurdo. O calouro do UConn simplesmente decidiu virar protagonista no Final Four e mandou os Huskies para mais uma final do March Madness com uma performance que me deixou de queixo caído.

    Na vitória por 71-62 contra Illinois na semifinal, o garoto de 18 anos não esperou o final dramático como fez contra Duke na semana passada — ele começou metendo duas bombas de três logo nos primeiros três minutos. Pronto, jogo encaminhado.

    O show começou cedo

    “Eu sabia que precisava arremessar com confiança depois do que rolou domingo passado”, disse Mullins após o jogo. E olha, funcionou perfeitamente. Ver as duas primeiras bolas entrando deve ter dado uma confiança absurda pro moleque.

    O mais impressionante? Esse garoto estava numa seca braba antes — tinha convertido apenas 11 de 59 tentativas de três nos últimos nove jogos. Mas sabe como é, jogador clutch nasce pronto. No momento que importa, ele aparece.

    Jaylin Stewart, que joga junto com ele, resumiu bem: “Quando ele acertou a primeira, eu meio que já sabia que ia ser um bom dia. Quando ele está agressivo, é meio imparável, para ser honesto.”

    O arremesso que selou tudo

    Com Illinois conseguindo diminuir uma vantagem de 14 pontos para apenas 4 no finalzinho, o que você acha que aconteceu? Mullins apareceu de novo com mais uma bomba de três da lateral para matar o jogo de vez.

    Sinceramente, eu não sei o que mais me impressiona: a frieza de um calouro em momentos assim ou a capacidade dele de ignorar completamente uma má sequência e simplesmente jogar. O cara terminou com 15 pontos, acertando 4 de 7 tentativas do perímetro.

    “Ele tem a mentalidade mamba de ir para a próxima jogada”, disse Malachi Smith sobre o companheiro. E cara, não tem como discordar. Mesmo quando não estava acertando nada no torneio (5 de 25 de três nos quatro primeiros jogos), continuou atirando sem medo.

    UConn na briga pelo hepta

    Agora os Huskies estão a uma vitória do sétimo título nacional da história do programa. Vão enfrentar o vencedor entre Michigan e Arizona na final, e com um Mullins jogando nesse nível, fica difícil apostar contra Connecticut.

    O mais louco é que o garoto é de Greenfield, Indiana — praticamente jogando em casa nessa semifinal em Indianapolis. A família toda estava lá vendo ele brilhar no maior palco do basquete universitário americano.

    “Ele é um dos melhores calouros do país. Um dos melhores jogadores do país, honestamente”, disparou Stewart. E olha, depois do que a gente viu hoje, fica difícil discordar dessa afirmação.

    Vocês acham que esse UConn consegue o hepta? Com Mullins jogando assim, eu tô começando a acreditar cada vez mais…

  • Curry admite que joelho é ‘novo normal’ aos 38 anos

    Curry admite que joelho é ‘novo normal’ aos 38 anos

    Olha, não vou mentir: quando vi o Steph Curry falando sobre essa lesão no joelho, bateu uma tristeza aqui. O cara que revolucionou o basquete admitindo que lidar com dor vai ser o “novo normal” da carreira dele.

    Curry perdeu 27 jogos por causa dessa tal “runner’s knee” – basicamente uma inflamação chata pra caramba que atinge corredores, mas que no caso dele virou um pesadelo imprevisível. E o mais frustrante? Ele pensou que ia ficar fora uma semana, no máximo 10 dias.

    “Cada vez que eu pisava na quadra ou tentava forçar um pouco naquele primeiro mês, sempre tinha uma reação. Você sabia que não estava curando tão rápido quanto pensava”, disse o Curry.

    A realidade dos 38 anos

    Cara, é difícil aceitar que nossos ídolos envelhecem, né? Aos 38 anos, Curry está descobrindo na pele que o corpo cobra a conta de uma carreira intensa. Diferente de outras lesões que ele já teve, essa do joelho não tem prazo definido – é simplesmente algo que ele vai ter que administrar.

    “Não tem nada estruturalmente errado com meu joelho. Então não é como se eu estivesse comprometido lá fora. Mas é um novo normal, se é que vocês me entendem”, explicou ele após completar um treino 5×5 e ser liberado pelo departamento médico.

    Sinceramente? Isso me preocupa um pouco. Quando um jogador da magnitude do Curry começa a falar em “administrar” lesões, você sabe que estamos caminhando para o fim de uma era.

    Warriors na luta pelo play-in

    Com Curry de volta contra o Houston Rockets no domingo, os Warriors estão numa corrida maluca para garantir pelo menos uma vaga no play-in. E olha só a humildade do cara: “Espero ganhar dois jogos de play-in. Aí podemos ter outra conversa”.

    Dois jogos de play-in. O cara que já foi bicampeão de MVP, que quebrou todos os recordes de arremessos de 3, agora torce para conseguir duas vitórias no play-in. Como as coisas mudam rápido na NBA, mano.

    Vocês acham que o Curry ainda tem gás para mais uma corrida aos playoffs? Eu quero acreditar que sim, mas essa história do joelho me deixa com um pé atrás. O que importa agora é ver se ele consegue encontrar esse tal “novo normal” sem perder a magia que fez dele único.

  • Vucevic pode voltar hoje contra os Raptors após cirurgia

    Vucevic pode voltar hoje contra os Raptors após cirurgia

    Olha só, depois de um mês parado, o Nikola Vucevic pode estar de volta hoje mesmo no jogo contra os Raptors! O pivô dos Celtics foi listado como “questionável” para o confronto, o que já é uma evolução gigante considerando que ele passou por cirurgia no dedo anelar da mão direita.

    Um mês longe das quadras por causa de uma fratura no dedo. Parece bobagem, mas qualquer um que já jogou basquete sabe o quanto isso afeta o arremesso, o passe, literalmente tudo. E para um cara como o Vucevic, que vive da finalização próxima ao garrafão, deve ter sido um sufoco danado.

    Os números até agora

    Antes da lesão, o sérvio vinha fazendo um trabalho honesto pelos Celtics. Média de 10.4 pontos e 7.2 rebotes em 12 jogos — números que podem não impressionar quem lembra do auge dele em Orlando, but let’s be real, ele tá num papel diferente em Boston.

    A questão é: será que ele volta no ritmo? Um mês parado é tempo suficiente para perder um pouco da sincronização, ainda mais numa equipe que roda tanto a bola quanto os Celtics. Mas, sinceramente, eu acho que a experiência dele fala mais alto.

    Timing interessante

    E o timing não podia ser melhor. Os Celtics vêm de uma sequência irregular e precisam de toda ajuda possível, especialmente no garrafão. Vucevic pode não ser mais aquele monstro de duplo-duplo que era alguns anos atrás, mas ainda é um cara sólido para dar profundidade no banco.

    Vocês acham que ele consegue voltar no mesmo nível, ou vai precisar de alguns jogos para pegar o ritmo de novo? Eu aposto que o Joe Mazzulla vai com calma — melhor ter ele 100% em março do que forçar agora e ter problema maior depois.

  • Curry volta depois de 2 meses parado – Warriors precisam desse milagre

    Curry volta depois de 2 meses parado – Warriors precisam desse milagre

    Galera, o Superman está de volta. Depois de dois meses longe das quadras por causa de uma lesão chatíssima no joelho direito, Stephen Curry finalmente vai voltar a vestir a camisa dos Warriors contra o Houston Rockets neste domingo.

    27 jogos fora. VINTE E SETE! O cara que é a alma dos Warriors ficou praticamente dois meses assistindo o time sofrer do banco. E olha, não foi moleza não — o próprio Curry falou que foram “dias longos e sombrios” durante a reabilitação.

    A síndrome que quase acabou com a temporada

    A lesão tem nome complicado: síndrome da dor patelofemoral. Basicamente, o joelho do Curry estava gritando de dor a cada movimento. O mais frustrante? Ele achava que estava melhor, treinava pesado, e no dia seguinte a dor voltava com tudo.

    “Eu fazia todos os testes fora da quadra e me sentia ótimo”, contou Curry. “Aí começava a correr, fazer o treino normal, e no final da sessão a dor começava a voltar. No dia seguinte era horrível.” Cara, só de imaginar a frustração desse cara…

    O que mais me impressiona é que, aos 38 anos, Curry não pensou nem por um segundo em dar a temporada por encerrada. O Warriors está brigando pela play-in, numa situação meio desesperadora, e ele quer ajudar até o final.

    Warriors sem Curry = time comum

    Os números não mentem: sem o Baby Faced Assassin, os Warriors têm um aproveitamento de 13-25. Com ele em quadra, o time vira outra coisa completamente. Steve Kerr resumiu bem: “O jogo fica muito mais fácil para todo mundo quando o Steph está em quadra.”

    Gary Payton II foi ainda mais poético: “Agora o Superman voltou, vamos descobrir como fazer isso funcionar. É como uma força gravitacional, só de vê-lo disponível já dá vida aos jogadores, técnicos e até pros caras do escritório.”

    E vocês, acham que o Curry consegue levar esse Warriors pra playoffs? Porque olha, com 36 vitórias e 41 derrotas, a situação não está nada fácil. Mas se tem uma coisa que aprendi acompanhando NBA é nunca duvidar do que esse monstro é capaz de fazer quando importa.

    Kerr já avisou que vai com calma — menos de 48 minutos de jogo (óbvio, né coach?), e até existe a possibilidade dele sair do banco. Seja como for, só de ter o maior arremessador da história de volta já muda tudo para os Warriors.

    Domingo vai ser emocionante no Chase Center. A torcida está louca para ver o número 30 de volta, e sinceramente, eu também estou ansioso pra ver se a magia ainda está lá.

  • Jokic destruiu geral com 40 pontos e parou Wembanyama na prorrogação

    Jokic destruiu geral com 40 pontos e parou Wembanyama na prorrogação

    Cara, que jogaço foi esse entre Nuggets e Spurs! Nikola Jokic simplesmente resolveu mostrar pra todo mundo por que é bicampeão de MVP, anotando 40 pontos, 13 assistências e 8 rebotes numa vitória épica por 136-134 na prorrogação. E o melhor de tudo? Ele fez isso duelando diretamente com Victor Wembanyama, que também jogou pra caramba mas saiu derrotado.

    Olha, eu não esperava que os Nuggets conseguissem quebrar a sequência de 11 vitórias seguidas dos Spurs, mas o Jokic tinha outros planos. Wembanyama fez a sua parte — 34 pontos, 18 rebotes, 7 assistências e 5 tocos —, mas no final das contas não foi suficiente pra segurar o sérvio monstro.

    A virada mais improvável da temporada

    Os Spurs estavam dominando o jogo. Chegaram a abrir 13 pontos de vantagem no segundo quarto e pareciam ter tudo sob controle. Wembanyama estava fazendo de tudo na quadra, e quando ele marcou com 9:08 restando no quarto período pra colocar San Antonio na frente por 107-96, eu pensei: “Acabou”. Sinceramente, achei que não tinha mais volta.

    Mas aí que você lembra que basket é jogo de 48 minutos (ou mais, no caso). Os Nuggets tinham um histórico recente contra esse mesmo time — já tinham virado um jogo saindo de 13 pontos atrás no dia 12 de março. E parece que aprenderam a receita, porque fizeram exatamente a mesma coisa de novo.

    Aaron Gordon herói no final do regulamentar

    O lance mais tenso foi nos segundos finais do tempo normal. Aaron Gordon — que fez 15 pontos na noite — empatou o jogo com apenas 6,2 segundos no relógio. E não parou por aí: na sequência, pressionou Wembanyama e forçou o francês a errar o arremesso da vitória. Que frieza!

    Na prorrogação, foi show do Jokic. Dos 40 pontos dele, 16 vieram nos últimos 14 minutos de jogo (incluindo a OT). Enquanto isso, os Nuggets seguraram Wembanyama em apenas 1 de 4 arremessos nesse período final. A defesa de Denver limitou os Spurs a míseros 33% de aproveitamento no final, enquanto eles fizeram 40 pontos contra 27 dos texanos.

    Christian Braun ajudou bastante com 21 pontos, e Jamal Murray contribuiu com 15 pontos e 10 assistências — um double-double importante. Pelos Spurs, Stephon Castle fez 20, enquanto Devin Vassell e Julian Champagnie marcaram 18 cada um.

    Vocês acham que essa derrota vai abalar o psicológico dos Spurs? Eles estavam numa sequência absurda, tendo perdido apenas 3 jogos nos últimos 30. E olha só esse dado: San Antonio tinha 48 vitórias e apenas 2 derrotas quando abria vantagem de dois dígitos no quarto período. Agora são 48-3 — e duas dessas derrotas foram justamente para os Nuggets!

    Próximos jogos: Spurs recebem o Philadelphia na segunda, enquanto os Nuggets encaram o Portland em casa. Vai ser interessante ver como ambos os times reagem depois dessa batalha épica.

  • Jokic massacra com 40 pontos e quebra sequência histórica dos Spurs

    Jokic massacra com 40 pontos e quebra sequência histórica dos Spurs

    Cara, que jogaço foi esse em Denver! O Nikola Jokic simplesmente resolveu virar o Deus do basquete ontem à noite e meteu 40 pontos, 13 assistências e 8 rebotes numa vitória épica por 136-134 na prorrogação contra o San Antonio. E olha, não foi qualquer vitória não — os Nuggets quebraram uma sequência absurda de 11 vitórias seguidas dos Spurs.

    Vocês conseguem imaginar? Onze jogos sem perder e aí chega o Jokic e fala: “Não, obrigado”. O cara é um monstro mesmo.

    Gordon salvou tudo no fim

    A coisa tava feia para Denver no final do tempo regulamentar, mas o Aaron Gordon apareceu com 6.2 segundos no relógio e empatou o jogo. Como se não bastasse, ainda forçou o Wembanyama a errar o último arremesso. Que frieza, meu amigo!

    E falando no Wemby — olha, o menino jogou pra caramba também. 34 pontos, 18 rebotes, 7 assistências e 5 tocos. Absurdo. Mas não foi o suficiente para segurar essa máquina dos Nuggets que tá voando na temporada.

    Outras pérolas da rodada

    Enquanto isso, em Miami, o Heat passou o rodo no Washington com uma vitória por 152-136. O Jaime Jaquez Jr. meteu 32 pontos antes de correr pro aeroporto assistir a final feminina da NCAA — eu achei isso o máximo, sinceramente. E o Kel’el Ware? 24 pontos, 19 rebotes e 7 tocos. Que noite!

    Mas a surpresa mesmo ficou por conta do Detroit Pistons, que garantiu a primeira colocação no Leste ao vencer o Philadelphia por 116-93. Vocês acreditam? Os Pistons como primeiro colocado desde 2006-07! E olha que o Cade Cunningham tá fora há 10 jogos por causa de um pulmão colapsado — mesmo assim o time tá voando.

    O Tobias Harris, que conhece bem a casa, fez 19 pontos contra o ex-time. E aí, quem vocês acham que tem mais chances de fazer barulho nos playoffs: Nuggets, Heat ou essa surpresa dos Pistons?

  • Pistons garantem 1º lugar no Leste – será que voltaram pra valer?

    Pistons garantem 1º lugar no Leste – será que voltaram pra valer?

    Cara, eu ainda tô processando o que acabou de acontecer. Os Detroit Pistons — sim, aquele time que a gente via brigando pra não ser o pior da NBA — acabaram de garantir a primeira colocação da Conferência Leste. Atropelaram os 76ers por 116 a 93 no sábado e agora tão com 57 vitórias e 21 derrotas.

    Sinceramente? Eu não esperava ver os Pistons nessa posição tão cedo. A última vez que eles foram cabeças de chave do Leste foi em 2007, quando perderam nas finais de conferência pro LeBron (aquela série histórica que transformou o King em lenda).

    Jogo coletivo que impressiona

    O que mais me chama atenção nesse time é como eles jogam em conjunto. Contra os Sixers, sete caras diferentes terminaram com dois dígitos no placar. Tobias Harris foi o cestinha com 19 pontos, mas olha só: também pegou 4 rebotes e fez 4 roubadas de bola. É esse tipo de jogo completo que tá levando Detroit longe.

    E a defesa? Monstro. Limitaram os 76ers (que tavam sem Embiid, é verdade) a apenas 44% nos arremessos de quadra e uns patéticos 28% de três pontos. Forçaram 15 turnovers também. Tyrese Maxey até tentou, fez 23 pontos, mas não teve jeito.

    A grande incógnita: Cade Cunningham

    Agora vem a pergunta que não quer calar: e o Cade? O cara tá fora há 10 jogos por causa de um pulmão colapsado — coisa séria, gente. Os Pistons falaram na quinta que ele tá progredindo, mas ainda não tem data pra voltar. Vai ser reavaliado semana que vem.

    Olha, na minha visão, isso é meio preocupante. Os playoffs começam no dia 18 de abril, e ter teu principal jogador numa situação incerta não é o ideal. Por outro lado — e aqui tá o absurdo — o time fez 8-2 sem ele. Isso mostra a profundidade do elenco ou a fase mágica que eles tão vivendo?

    Os Pistons já garantiram vantagem de mando enquanto avançarem no Leste. Ultrapassar Oklahoma City Thunder (61-16) e San Antonio Spurs (59-19) pra ter vantagem em toda a pós-temporada seria quase impossível, mesmo com Cade 100%.

    E aí, vocês acham que essa campanha dos Pistons é sustentável nos playoffs? Ou vai ser mais uma daquelas histórias bonitas que acaba na primeira rodada?

  • Warriors na corda bamba: Curry volta, mas será que dá tempo?

    Warriors na corda bamba: Curry volta, mas será que dá tempo?

    Cara, que temporada maluca do Golden State Warriors. Sinceramente, quando vi que o Steph Curry ia voltar justo agora — faltando só cinco jogos pra acabar a temporada regular — pensei: será que rola milagre?

    O astro dos Warriors ficou 27 jogos fora por causa de um problema no joelho (runner’s knee, como eles chamam lá). Vinte e sete jogos, mano! Isso é quase um terço da temporada. E olha que não foi só ele — Jimmy Butler e Moses Moody tiveram lesões que acabaram com a temporada deles, Al Horford e Quinten Post também ficaram no departamento médico.

    A volta do monstro na hora H

    Mas o Curry tá voltando justamente contra o Houston Rockets (que deve ter sido ontem já, considerando que o artigo é de sábado). E eu fico pensando: cinco jogos é suficiente pra ele pegar o ritmo de jogo? O cara é um alienígena, mas basquete não é videogame — você precisa do timing, da química com os companheiros.

    A sequência que resta pros Warriors é pesada: Rockets, Kings, Lakers, Kings de novo (dessa vez fora de casa) e Clippers também fora. Nada fácil pra um time que tá literalmente lutando pra não ficar de fora dos playoffs.

    Cenário atual: play-in ou nada

    Olha a situação: Warriors são o 10º colocado no Oeste com 36 vitórias e 41 derrotas. Isso significa play-in tournament obrigatório — não tem como alcançar o 6º lugar que dá vaga direta.

    Se a temporada acabasse hoje, eles teriam que ir até Los Angeles enfrentar os Clippers (9º lugar) num jogo de vida ou morte. Perdeu? Férias antecipadas. Ganhou? Encara quem perder entre Suns e Trail Blazers pela última vaga nos playoffs de verdade.

    E se passassem por tudo isso? Primeira rodada contra o Oklahoma City Thunder. Não é exatamente o confronto dos sonhos pra um time machucado tentando encontrar o ritmo.

    As casas de apostas não acreditam muito

    As odds estão brutais pros Warriors. A chance deles NÃO chegarem aos playoffs tá pagando -450 (ou seja, é quase certeza). Pra chegarem, +300. Pra ganharem o título? +50000. Basicamente estão dizendo: “esquece, não vai rolar”.

    Mas eu não sei, cara. É o Steph Curry voltando. O cara que já fez cada absurdo na carreira que a gente perdeu a conta. Lembro da temporada 2015-16 quando eles fizeram 73 vitórias, ou dos títulos de 2017 e 2018 quando eram praticamente imbatíveis.

    Claro que não é mais aquele time. O Klay não tá mais lá, o Draymond tá mais velho, a dinastia meio que acabou mesmo. Mas cinco jogos podem ser suficientes pra pelo menos chegarem no play-in com moral alta.

    Vocês acham que os Warriors conseguem fazer uma última dancinha nos playoffs? Ou essa temporada já era mesmo e é melhor pensar na próxima?