Autor: Leandro Amorim

  • LeBron dobra a aposta e detona Milwaukee e Memphis: ‘Não gosto’

    LeBron dobra a aposta e detona Milwaukee e Memphis: ‘Não gosto’

    Cara, o LeBron James simplesmente não tá nem aí pra polêmica. Depois de causar um rebuliço ao sugerir que o Memphis Grizzlies deveria se mudar pra Nashville, o Rei dobrou a aposta e ainda meteu Milwaukee no meio da história.

    Aos 41 anos, o cara tá cansado de viajar pra certos lugares — e não esconde isso de ninguém. “Eu disse Milwaukee também”, disparou LeBron após o treino dos Lakers em Dallas. “Tenho 41 anos, há duas cidades que eu não gosto de jogar agora: Milwaukee e Memphis. Eu nem gosto de ir pra casa, cara, e eu sou de lá.”

    O que realmente incomoda o Rei

    Olha, vou ser sincero aqui: eu entendo a frustração do cara. Imagina você com 41 anos, corpo moído, tendo que ficar num Hyatt qualquer em Milwaukee numa terça-feira aleatória? O LeBron foi bem específico sobre isso no programa “Bob Does Sports” que gerou toda essa confusão.

    “Uma terça-feira aleatória em Milwaukee, ficando no Hyatt aos 41 anos; vocês acham que eu quero fazer essa merda?”, disse ele no show. E sobre Memphis: “Estar em Memphis numa quinta-feira aleatória? Vocês têm que se mudar. Vão pra Nashville. Lá tem Vanderbilt, tem NASCAR, tem estádio. Não têm um time de hockey também? Têm tudo.”

    A polêmica racial que ninguém pediu

    Aí que a coisa ficou complicada. Muita gente interpretou os comentários como algo racial, já que Memphis tem uma das maiores populações negras proporcionalmente entre as cidades da NBA. Mas o LeBron foi direto: “Eu disse que não gosto de pessoas negras? Não.”

    Sinceramente, acho que o pessoal forçou a barra nessa. O cara tá reclamando de hotel ruim, não da população da cidade. “Não estou falando sobre a cidade ou as pessoas de Memphis. Não gosto de ficar no Hyatt Centric. Qual o problema nisso?”, explicou LeBron.

    E vocês sabem como é — quando você tem 41 anos e já conquistou tudo, o filtro meio que sai, né? (Sem contar que ele ainda defendeu o Bronny estar no time, que é outra polêmica à parte).

    O prefeito de Memphis, Paul Young, até tentou transformar a crítica em algo positivo, convidando o LeBron pra conhecer melhor a cidade. “Venha pra Memphis e dê uma volta comigo”, escreveu no Facebook. “Vou te mostrar a cultura e as oportunidades de investimento numa das maiores cidades majoritariamente negras do país!”

    No final das contas, vocês acham que o LeBron foi longe demais ou só falou o que muitos veteranos pensam mas não têm coragem de dizer?

  • Sixers sem Embiid apanham dos Pistons e complicam playoffs

    Sixers sem Embiid apanham dos Pistons e complicam playoffs

    Cara, que decepção. Os Sixers foram atropelados pelos Pistons ontem à noite, perdendo por 116-93 em Detroit. E olha, sem o Embiid em quadra por conta de uma lesão no oblíquo, já dava pra imaginar que seria complicado, mas não esperava uma surra dessas.

    O resultado deixa a situação meio tensa na briga pelos playoffs. Com 43 vitórias e 35 derrotas, Philly agora está meio jogo atrás dos Raptors na disputa pela sexta posição no Leste. E vocês acham que conseguem se recuperar a tempo?

    Paul George começou fogo, mas não sustentou

    O único cara que realmente apareceu no começo foi o Paul George. Monstro fez 20 pontos com 5 rebotes, acertando 7 dos 14 arremessos. No primeiro quarto, o cara simplesmente não errava – estava com 9 pontos nos primeiros 4 minutos de jogo. Absurdo.

    Tyrese Maxey também deu sua contribuição com 23 pontos, mas não foi suficiente. O garoto VJ Edgecombe batalhou pra conseguir 19 pontos (7/18 nos arremessos), mas a coisa desandou no segundo tempo.

    Do lado dos Pistons, quem comandou foi o velho conhecido Tobias Harris – que, por sinal, foi vaiado a cada toque na bola pelos torcedores de Philly. O cara fez 19 pontos e deve ter adorado esse reencontro com a antiga casa.

    Detroit dominou o garrafão

    O que mais me chamou atenção foi como os Pistons atacaram a área. Segundo as estatísticas, eles fizeram 57% dos arremessos no garrafão – a média da liga é só 31,4%. Sem o Embiid pra proteger o aro, Detroit simplesmente fez a festa lá embaixo.

    Andre Drummond tentou fazer o que podia na defesa, mas não conseguiu impor aquela presença intimidadora que o Embiid tem naturalmente. Os Pistons acertaram os primeiros 8 arremessos do jogo! Oito seguidos, cara. Como você compete assim?

    Na minha visão, o problema não foi só a ausência do Embiid. Os Sixers cometeram muitas faltas desnecessárias no primeiro quarto, colocando Detroit na linha de lance livre 12 vezes. Maxey, por exemplo, acertou o antebraço de um cara tentando um arremesso de 3 – falta completamente evitável.

    Lesões complicando tudo

    E pra piorar, o Cam Payne se machucou perseguindo uma bola perdida e teve que sair de jogo com uma lesão no posterior da coxa. Sinceramente, acho que essa sequência de lesões está matando qualquer chance consistente que os Sixers tinham de fazer barulho nos playoffs.

    Johni Broome também estava fora com uma lesão no menisco. Do lado dos Pistons, Cade Cunningham (pulmão) e Isaiah Stewart (panturrilha) não jogaram, mas pelo jeito não fizeram falta.

    O mais frustrante é que os Sixers até tiveram momentos bons no segundo quarto, chegando a diminuir a diferença pra apenas 2 pontos. Mas quando o Paul George saiu pra descansar, a coisa desmoronou completamente. A diferença de qualidade sem ele em quadra ficou muito óbvia, especialmente na defesa.

    Agora é torcer pra que o Embiid volte logo e os caras consigam se recuperar nessa reta final. Porque do jeito que está, vai ser complicado fazer alguma coisa nos playoffs – se é que conseguem chegar lá.

  • Will Riley tá destruindo e o Wizards… perdendo de goleada de novo

    Will Riley tá destruindo e o Wizards… perdendo de goleada de novo

    Cara, vou ser sincero com vocês: assistir o Washington Wizards hoje em dia é tipo ver um acidente de carro em câmera lenta. Você não consegue desviar o olhar, mas também não dá pra gostar do que tá vendo.

    Na derrota de ontem pro Miami Heat por 16 pontos (que na real foi uma surra de 35 pontos disfarçada no final), o Wizards permitiu mais de 150 pontos pelo segundo jogo consecutivo. Sim, vocês leram certo — mais de 150 pontos. Duas vezes seguidas!

    Will Riley continua sendo um monstro

    Mas olha, se tem uma coisa que tá me deixando empolgado nessa temporada de sofrimento é o Will Riley. O moleque simplesmente não para de impressionar. Ontem foram 31 pontos com 12/17 nos arremessos e ainda roubou 5 bolas. Absurdo!

    O mais legal é que ele tá pontuando de todas as formas possíveis: jogada individual criando espaço, finalizando por cima dos grandões, atacando o garrafão e acertando de fora. Tem uma jogada específica no primeiro quarto que mostra a qualidade técnica do cara — ele recebe na lateral com marcação grudada e na mesma hora gira, arranca e faz a bandeja. Decisão instantânea, sem dar tempo pro help chegar.

    Sinceramente, Riley tá jogando num nível que eu não esperava ver tão cedo. O garoto tem apenas 19 anos e já tá carregando esse time nas costas.

    O resto do time pelo menos tentou

    Justin Champagnie teve um double-double discreto com 12 pontos e 10 rebounds em apenas 21 minutos. O maluco levou três tocos do Kel’el Ware (que tá virando uma máquina de bloquear arremesso), mas ainda assim acertou 4 de 9 do campo.

    Sharife Cooper contribuiu com 20 pontos e 7 assistências, enquanto JuJu Reese pegou 9 rebounds em só 11 minutos de jogo. Pelo menos alguns caras tão tentando, né?

    Mas vamos falar sério — como que você vai dar 100% sabendo que o time QUER perder? Todo mundo sabe que Washington tá mirando uma boa posição no Draft, e isso fica óbvio demais em quadra às vezes.

    As coisas que me deixam maluco

    Uma coisa que não entra na minha cabeça: por que diabos o Wizards insiste em tentar jogadas individuais contra o Bam Adebayo e o Davion Mitchell? Cara, esses dois são uns dos melhores defensores da liga nessas situações! Mitchell não é apelidado de “Off-Night” à toa.

    E outra — esse negócio de pegar o rebote e já meter um arremesso sem passar a bola pra ninguém me irrita profundamente. Beleza, numa transição rápida um chute de três faz sentido. Mas no meio-quadra, com a defesa organizada? Vamos trabalhar a bola, pessoal!

    Pelo menos teve alguns momentos bacanas. O Bilal Coulibaly fez uma jogada linda no segundo quarto, driblando o próprio Adebayo pela esquerda e convertendo uma bandeja espetacular. Ainda tenho esperança nesse moleque.

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que Riley vai conseguir manter esse nível absurdo de jogo? Ou será que é só fase? Eu tô começando a sonhar com esse cara sendo nossa estrela do futuro, não vou mentir.

  • Curry volta e Warriors ganham esperança pra playoffs

    Curry volta e Warriors ganham esperança pra playoffs

    Cara, finalmente! Depois de quase três meses fora por lesão no joelho, Steph Curry deve voltar a vestir a camisa dos Warriors já no domingo contra os Rockets. E olha, eu não sei vocês, mas eu tava começando a perder as esperanças com esse time.

    27 jogos sem o Chef. Vinte e sete! Os Warriors fizeram apenas 9 vitórias em 18 derrotas nesse período — um aproveitamento de time que briga contra o rebaixamento se fosse futebol brasileiro. O resultado? Estão praticamente carimbados como 10° colocados no Oeste, ou seja, vão ter que passar pelo play-in pra sonhar com os playoffs.

    A nova dupla dinâmica

    Mas aqui vem a parte interessante: enquanto Curry estava fora, os Warriors trouxeram Kristaps Porzingis do Hawks. E mano, que aquisição! O letão de 2,20m que arremessa de três como se fosse bandeja pode ser exatamente o que o time precisava.

    “Era um pesadelo jogar contra ele”, disse Porzingis sobre Curry. “Mas era um daqueles jogadores que você não consegue ficar bravo porque olha e pensa: ‘Cara, o que você pode fazer?’”

    Sinceramente, essa dupla tem tudo pra dar certo. Porzingis puxa a defesa pra fora com seus arremessos de 9 metros (isso mesmo, o cara chuta de 9 metros como se fosse livre), e isso vai abrir espaços absurdos pro Curry trabalhar. Pick-and-roll entre esses dois? Vai ser uma violência.

    O fator esperança

    O técnico Steve Kerr não escondeu o alívio: “Ele traz esperança pra uma situação difícil. Quando o Steph está por perto, o clima tende a ser melhor, e definitivamente está melhor agora”.

    E dá pra sentir isso no vestiário. Gui Santos (nosso brasileiro representando!) não conseguiu conter a empolgação: “Vocês não conseguem imaginar, irmão”, disse rindo quando perguntaram sobre o nível de ansiedade pela volta do craque.

    Na minha visão, os Warriors ainda têm uma chance real de fazer barulho nos playoffs. Tá, eles vão entrar pela porta dos fundos no play-in, mas basketball é isso — você precisa de um cara que pode resolver sozinho nos momentos decisivos. E convenhamos, poucos fazem isso melhor que Curry aos 38 anos.

    A corrida contra o tempo

    O problema é que sobram apenas cinco jogos da temporada regular. Kerr vai ter no máximo quatro partidas pra entender como encaixar Curry, Porzingis e possivelmente Al Horford antes dos playoffs começarem de verdade.

    Curry provavelmente vai jogar com restrição de minutos no começo, e deve ficar fora de um dos jogos do back-to-back contra Lakers e Kings na próxima semana. Mas cara, só de ter ele de volta já muda tudo.

    E aí, acham que os Warriors conseguem uma vaga direta pros playoffs ou vão ter que suar no play-in mesmo? Eu tô começando a acreditar que esse time pode surpreender. Com Curry inspirado e Porzingis encaixado, qualquer coisa pode acontecer em uma série curta.

  • UCLA quebra jejum histórico e vai para primeira final da NCAA

    UCLA quebra jejum histórico e vai para primeira final da NCAA

    Cara, que jogaço absurdo! UCLA acabou de fazer história ao vencer o Texas por 51-44 e garantir sua primeira final de campeonato nacional da NCAA. Primeira vez, pessoal! Depois de anos tentando, as Bruins finalmente conseguiram.

    E olha, não foi bonito de se ver, não. Um jogo durão, travado, daqueles que a gente torce o nariz mas que mostra o quanto essas meninas querem ganhar. Lauren Betts foi o diferencial com 16 pontos e 11 rebotes — um double-double decisivo quando mais precisava.

    A revanche perfeita

    O mais louco dessa história? UCLA estava invicta até novembro, quando perdeu justamente para o Texas por 76-65. Desde então, foram 30 vitórias consecutivas. Trinta! E agora, na semifinal, conseguiram a revanche na hora que mais importava.

    “Tudo que você pode pedir é uma oportunidade de jogar seu melhor basquete por um campeonato nacional”, disse a técnica Cori Close. Simples assim, né? E elas tiveram essa chance.

    Ataque travado de ambos os lados

    Sinceramente, foi um dos jogos mais feios que já vi em uma Final Four. Madison Booker, a estrela do Texas, fez apenas 6 pontos em 3 de 23 arremessos. Três de vinte e três, gente! A menina errou 17 tentativas seguidas — recorde individual da Final Four.

    O técnico do Texas, Vic Schaefer, resumiu bem: “Não conseguimos acertar um arremesso hoje à noite”. Ele ainda disse que isso vai assombrar ele até o dia que morrer. Pesado, mas é assim mesmo — quando você chega tão perto e não consegue…

    UCLA não jogou bem também, viu? 23 turnovers é muita bola perdida para uma semifinal. Mas quando importou, no último quarto, elas fizeram uma sequência de 7-0 que decidiu tudo. Kiki Rice acertou uma bomba de três, Gabriela Jaquez fez a bandeja, e pronto — vantagem de dois dígitos.

    Final histórica pela frente

    Agora é UCLA contra South Carolina na final de domingo. Dois programas gigantes, mas com histórias bem diferentes. South Carolina já é campeã, UCLA nunca foi. Vocês acham que as Bruins conseguem completar essa jornada incrível?

    Lauren Betts disse uma coisa que me marcou: “No ano passado levamos aquela derrota muito a sério. Estou orgulhosa do crescimento e de como mantivemos um padrão alto o ano todo”. É isso aí — crescimento, resiliência, e agora uma chance histórica de ser campeã.

    Que final nos espera no domingo!

  • Embiid fora de novo e Sixers levam sapatada dos Pistons

    Embiid fora de novo e Sixers levam sapatada dos Pistons

    Olha, eu já nem me surpreendo mais. Joel Embiid ficou de fora da goleada que os Philadelphia 76ers levaram dos Detroit Pistons (116-93) no sábado, e dessa vez foi por uma combinação explosiva: lesão no oblíquo direito, controle de carga e ainda por cima doença. Cara, parece que o universo conspirou contra o homem.

    O mais interessante é que na sexta-feira ele já tinha demonstrado frustração por ter sido cortado do jogo contra os Wizards na quarta. Imagino a sensação: você quer jogar, mas o corpo (e o departamento médico) não deixa. Deve ser desesperador.

    O padrão que já virou rotina

    Aqui vai um dado que não surpreende ninguém que acompanha a NBA: Embiid não jogou nem um back-to-back sequer nesta temporada. Zero. É a política de preservação levada ao extremo, e sinceramente, dá pra entender o porquê.

    O técnico Nick Nurse tentou passar uma vibe de tranquilidade antes do jogo de sábado, falando que não estava preocupado com a situação. “Lidamos com isso mantendo as coisas focadas no basquete”, disse Nurse. “Ele estava no treino ontem, foi excelente no jogo de ontem, foi realmente um grande companheiro de equipe.”

    Traduzindo: quando joga, joga bem. O problema é que joga pouco.

    Os números que preocupam

    Embiid já disputou 37 jogos nesta temporada. Para quem não faz as contas rápido, isso significa que ele perdeu mais jogos do que jogou até agora. E olha que estamos falando de um candidato ao MVP quando está saudável.

    A questão é: até onde essa gestão de carga vai funcionar? Os Sixers precisam do seu astro para brigar pelos playoffs, mas também precisam dele inteiro para quando os playoffs chegarem. É um dilema que não tem resposta fácil.

    E vocês, o que acham? Vale mais preservar o Embiid para os momentos decisivos ou é melhor arriscar para garantir uma melhor colocação na temporada regular? Porque do jeito que as coisas vão, pode ser que nem playoffs tenham para se preocupar…

  • UConn na final de novo? Esses caras são monstros mesmo

    UConn na final de novo? Esses caras são monstros mesmo

    Olha, eu já sabia que o UConn era bom, mas essa sequência tá ficando absurda. Os Huskies acabaram de atropelар Illinois por 71-62 no Final Four e — pasmem — vão pra sua terceira final de March Madness em quatro anos. Terceira em quatro!

    Pra vocês terem noção do que isso significa: a última vez que um time conseguiu três títulos nacionais em quatro temporadas foi a lendária UCLA do John Wooden em 1975. Estamos falando de quase 50 anos atrás, pessoal.

    O show de Tarris Reed Jr.

    O cara que comandou a festa foi Tarris Reed Jr., que meteu 17 pontos e praticamente carregou o UConn nas costas quando precisou. Braylon Mullins também deu sua contribuição com 15 pontos, incluindo 4 bolas de três em 7 tentativas — um aproveitamento de 57% que dói no adversário.

    E o mais impressionante? No primeiro tempo, o UConn não cometeu uma única perda de bola. Zero turnover. Isso é coisa de time que tá jogando num nível diferenciado mesmo.

    Illinois tentou, mas não deu

    Não vou mentir, Illinois assustou no final. Os Huskies chegaram a abrir 14 pontos de vantagem no segundo tempo, mas Illinois conseguiu diminuir pra apenas 4 pontos faltando menos de cinco minutos. Meu coração nem aguenta essas viradas malucas do March Madness!

    Mas aí que tá — o UConn mostrou por que é bicampeão. Não se desesperou, manteve a cabeça fria e fechou o jogo. Illinois até tentou correr atrás, mas terminou com apenas 106 pontos por 100 posses — quase 30 pontos abaixo da média da temporada deles.

    Sinceramente, vocês acham que alguém consegue parar esse UConn na final? Porque do jeito que eles tão jogando, vai ser difícil viu…

  • Curry volta após 27 jogos fora: ‘Meu joelho não tem nada estrutural’

    Curry volta após 27 jogos fora: ‘Meu joelho não tem nada estrutural’

    Cara, finalmente o Chef voltou! Stephen Curry vai retornar aos Warriors neste domingo depois de ficar 27 jogos parado com uma lesão no joelho — e olha, eu tava começando a ficar preocupado mesmo.

    O que mais me chamou atenção foi ele falar que “não tem nada estruturalmente errado” com o joelho. Tipo, isso é bom né? Mas ao mesmo tempo ele disse que é um “novo normal”. Sinceramente, aos 38 anos, qualquer pausa longa do Curry já deixa a gente com o pé atrás.

    A frustração de não saber quando ia voltar

    Segundo o próprio Steph, a pior parte foi a incerteza. Ele pensou que ia ficar fora uma semana, no máximo 10 dias. Resultado? Quase três meses parado. “Toda vez que eu tentava forçar um pouco nas primeiras semanas, não era exatamente uma reação, mas também não tava sarando na velocidade que eu esperava”.

    E isso é coisa que todo atleta veterano odeia — aquela lesão chata que você não pode “empurrar com a barriga”. Não é como um tornozelo torcido que você toma um anti-inflamatório e joga. O joelho do Curry precisou de descanso total mesmo.

    Warriors apostando todas as fichas no playoff

    Olha, vou ser sincero: seria mais inteligente deixar ele descansar até a próxima temporada? Talvez. Os Warriors tão em 10º no Oeste, Jimmy Butler e Moses Moody já eram para a temporada, e mesmo se passarem do play-in, vão pegar o Thunder — que tá voando — na primeira rodada.

    Mas eu entendo a decisão. Curry aos 38 pode não ter muitas temporadas pela frente, e você nunca sabe quando vai ser a última chance de fazer alguma coisa especial. Além do mais, cinco jogos pra ele pegar ritmo antes dos playoffs até que faz sentido.

    E vocês, acham que foi certo trazer ele de volta agora ou era melhor poupar pro ano que vem? Porque sinceramente, ver o maior arremessador da história voltar sempre me dá uma expectativa absurda — mesmo sabendo que ele não tá 100%.

  • Hall da Fama 2026: Stoudemire e Doc Rivers finalmente lá!

    Hall da Fama 2026: Stoudemire e Doc Rivers finalmente lá!

    Galera, saiu a lista da classe de 2026 do Basketball Hall of Fame e, cara, que seleção sensacional! Finalmente o Amar’e Stoudemire vai entrar no lugar que sempre mereceu.

    O ex-pivô/ala-pivô dos Suns foi um dos destaques anunciados no Final Four da NCAA, em Indianapolis. Seis vezes All-Star, o cara foi um monstro absoluto nos seus tempos de Phoenix ao lado do Nash. Quem acompanhou a NBA nos anos 2000 sabe o show que ele dava — aquelas enterradas eram de outro mundo.

    Doc Rivers também na lista

    Junto com Stoudemire, Doc Rivers finalmente recebe o reconhecimento que merece. Mais de 1.190 vitórias na carreira (Orlando, Boston, Clippers, Sixers e agora Milwaukee), campeão da NBA em 2008 com os Celtics. Técnico do Ano em 2000.

    Sinceramente, demorou. O cara construiu uma carreira sólida e sempre foi respeitado pelos jogadores. Lembram daquela final de 2008 contra o Lakers? Que trabalho espetacular ele fez com aquele time do Big Three.

    As surpresas e outras seleções

    Mike D’Antoni também entrou — e aqui eu fico dividido. O ‘Seven Seconds or Less’ revolucionou o basquete moderno, isso é fato. Mas será que uma carreira sem títulos da NBA merece o Hall? Enfim, a contribuição tática dele foi enorme.

    Do lado feminino, Elena Delle Donne e Chamique Holdsclaw vão ser exaltadas, junto com o time olímpico feminino de 1996 que ganhou ouro em Atlanta. Esse time foi histórico — primeiro de oito ouros consecutivos para as americanas.

    Mark Few (Gonzaga), Joey Crawford (aquele árbitro que expulsava todo mundo) e vários outros técnicos completam a lista. Crawford apitou por 39 temporadas — imaginem quantas discussões esse cara viu na carreira!

    E aí, o que vocês acham dessa seleção? Stoudemire mereceu mesmo ou demorou demais para entrar? A cerimônia vai rolar em agosto, em Springfield. Vai ser emocionante ver esses caras recebendo o reconhecimento.

  • Jokić faz 40 pontos monstro e Nuggets quebra sequência dos Spurs

    Jokić faz 40 pontos monstro e Nuggets quebra sequência dos Spurs

    Cara, o que o Nikola Jokić fez ontem foi simplesmente absurdo. 40 pontos, 13 assistências, 8 rebounds e ainda 3 tocos numa vitória de 136-134 na prorrogação contra os Spurs. O sérvio tá em outro nível, sério.

    O jogo começou com os Spurs destruindo tudo — 43 pontos só no primeiro quarto. Eu tava pensando “lá vamos nós, vai ser outro massacre”. Mas aí que tá a magia dessa temporada dos Nuggets: eles simplesmente não desistem mais.

    Aaron Gordon salvou a pátria

    Nos últimos segundos do tempo normal, com o jogo praticamente perdido, o Aaron Gordon apareceu com uma enterrada de cortar o coração. 124 a 124, prorrogação garantida. Esse cara sempre aparece nas horas decisivas — é o tipo de jogador que todo time sonha em ter.

    Na prorrogação, Jokić assumiu o controle total. Dois lances livres nos segundos finais para cravar a vitória. Frieza total. O Dylan Harper ainda tentou um milagre com uma bomba de três no último segundo, mas já era tarde demais.

    Wembanyama jogou como um monstro também

    Olha, eu preciso falar do Victor Wembanyama porque o cara é um alienígena mesmo. 34 pontos, 18 rebounds, 7 assistências e 5 tocos. Esses números são de videogame, gente. Só que no basquete, às vezes o individual não basta — e foi exatamente isso que aconteceu.

    A sequência de 11 vitórias dos Spurs era impressionante, não vou mentir. Mas os Nuggets estão numa vibe diferente agora. Oito vitórias seguidas não é brincadeira, principalmente nessa reta final de temporada onde cada jogo vale ouro.

    Sinceramente, acho que o Denver tá encontrando o timing perfeito para os playoffs. Com o Jokić jogando nesse nível — e olha que ele já é candidato a MVP — eles podem incomodar qualquer um no Oeste.

    A briga pelo playoff tá pegando fogo

    Os Nuggets estão empatados com os Lakers em 50 vitórias, brigando por aquela terceira colocação. E vocês sabem como é: posição no playoff faz diferença, principalmente quando você quer evitar os Thunder logo de cara.

    O que me deixa mais impressionado é como o Jokić consegue elevar o nível do time inteiro. 13 assistências numa noite de 40 pontos? Isso é fazer os companheiros melhores enquanto domina o jogo. É isso que separa os bons dos geniais.

    E aí, vocês acham que os Nuggets conseguem manter esse ritmo até o final? Com o Jokić nessa forma, eu não duvido de nada.