Autor: Leandro Amorim

  • Doncic machucado quando mais precisa: MVP pode escapar pelas mãos

    Doncic machucado quando mais precisa: MVP pode escapar pelas mãos

    Olha, se tem algo que me deixa nervoso como fã de basquete é ver um jogador na corrida pelo MVP lidando com lesão no finalzinho da temporada. E é exatamente isso que tá acontecendo com Luka Doncic.

    O esloveno apareceu no injury report dos Lakers para o jogo contra o Nets com dores no posterior da coxa. Questionável para jogar. Normalmente isso seria só mais uma cautela normal do fim de temporada, mas tem um problemão: a maldita regra dos 65 jogos.

    A matemática cruel do MVP

    Doncic já perdeu 12 jogos nesta temporada por lesões legítimas. Jogou 61 partidas até aqui, ou seja, precisa de apenas quatro aparições para se qualificar pro MVP e outros prêmios individuais. Quatro jogos. Parece pouco, né? Mas quando você tá com dor no músculo posterior e ainda tem playoffs pela frente…

    Sinceramente, acho essa regra dos 65 jogos uma das piores coisas que a NBA implementou recentemente. Entendo a intenção – evitar que caras descansem à toa. Mas punir quem se machuca de verdade? Isso é cruel demais.

    LeBron James, com seus 39 anos nas costas, já perdeu a chance de estender a sequência histórica de 21 All-NBA Teams por causa dessa regra. Agora Luka pode perder um MVP que tá merecendo pra caramba.

    Lakers em posição delicada

    E tem outro complicador: os Lakers não podem se dar ao luxo de descansar o cara. Eles tão em terceiro no Oeste, mas essa conferência tá uma loucura. Um escorregão e eles podem cair direto pro Play-In ao invés de garantir playoff direto.

    É uma decisão impossível. Você força o jogador machucado sabendo que pode piorar tudo? Ou descansa e torce pra temporada não desandar?

    Na minha opinião, Doncic deveria jogar esses quatro jogos nem que seja 20 minutos cada. O MVP dele seria histórico – primeiro europeu a ganhar desde Dirk em 2007. E cara, depois de tudo que ele fez nesta temporada, seria uma injustiça gigante perder por causa de uma regra burocrática.

    E aí, vocês acham que ele consegue aguentar essas quatro partidas? Ou vão preferir preservar pro que realmente importa em maio?

  • Bill Simmons detona Ime Udoka: ‘ofensiva de vaso entupido’

    Bill Simmons detona Ime Udoka: ‘ofensiva de vaso entupido’

    Olha, quando o Bill Simmons resolve partir pra cima de alguém, a coisa fica séria. E dessa vez o alvo foi Ime Udoka, técnico do Houston Rockets, que segundo o podcaster tem montado uma “ofensiva de vaso entupido” no Texas.

    A situação dos Rockets tá meio complicada mesmo. Nas últimas 10 partidas, apenas 4 vitórias — incluindo aquele vexame histórico contra o Minnesota, onde entregaram uma vantagem de 13 pontos na prorrogação. Sinceramente? Doeu até em mim assistir aquilo.

    A bronca do Simmons

    “É a ofensiva de vaso entupido personificada, que a gente teve em Boston em 2022. Não consigo acreditar como o ataque é preguiçoso”, disparou Simmons no podcast dele. E cara, ele conhece o trabalho do Udoka de perto — foi justamente em Boston que o técnico levou os Celtics até as Finais da NBA antes de toda aquela confusão que rolou.

    Mas o Bill não parou por aí. “Acho que o Ime fez um dos piores trabalhos de técnico do ano. Não vejo ajustes no final dos jogos. O clima tá horrível. Não acho que ele goste muito desse time”, continuou mandando a real.

    E tem mais: Simmons até levantou a teoria conspiratória de que o time mudou completamente depois do All-Star break e toda aquela história das contas fake do Kevin Durant. Coincidência? Talvez não.

    Os números não mentem

    Quando você olha as estatísticas, dá pra entender a frustração. Houston tá fazendo média de apenas 114.1 pontos por jogo e 24.9 assistências — ambos números na metade inferior da liga. Para um time que tem talento como Alperen Şengün, Jabari Smith Jr. e Fred VanVleet, isso é inaceitável.

    A parada é que os Rockets estão em sexto no Oeste com 43-29, mas correndo risco real de cair no Play-In se continuarem nessa pegada. E vocês sabem como é — no Play-In qualquer coisa pode acontecer, e aí já era a vantagem de jogar em casa nos playoffs.

    Agora é a hora da verdade

    O cronograma que vem pela frente até que não tá dos piores: Memphis, New Orleans, Knicks, Bucks e Jazz. Mas será que o Udoka consegue fazer os ajustes necessários para esse time engatar de vez?

    Na minha opinião, o problema vai além da parte tática. Quando um veterano como Simmons — que já viu muita coisa na NBA — fala que o técnico “não gosta do time”, isso é um sinal vermelho gigante. Chemistry importa, e muito.

    E aí, vocês acham que Houston consegue se recuperar a tempo dos playoffs ou vão acabar no Play-In mesmo? Eu ainda tenho esperança nesse elenco, mas o Udoka precisa mexer no time urgentemente.

  • Ronald Nored deixa os Hawks pra virar técnico principal na faculdade

    Ronald Nored deixa os Hawks pra virar técnico principal na faculdade

    Cara, que momento emocionante rolou nos Hawks essa semana. Ronald Nored, que era assistente técnico do time desde 2023, se despediu dos colegas de uma forma que até eu aqui fiquei mexido assistindo o vídeo.

    O cara conseguiu a oportunidade dos sonhos dele: virar técnico principal dos Butler Bulldogs, time universitário onde ele jogou lá nos anos 2000. E olha, não é qualquer faculdade não — Butler é tradicional no basquete universitário.

    A despedida que mexeu com todo mundo

    “Pessoal, vocês sabem que eu andei meio sumido nos últimos dias, alguns perguntaram… estava passando por um processo, entrevista pra um novo emprego. Às vezes não dá certo, mas dessa vez deu certo pra mim. Vou pro Butler”, falou Nored pros jogadores no vestiário.

    A reação dos caras foi linda de ver. Todo mundo aplaudindo, abraçando, genuinamente feliz pelo cara. Isso diz muito sobre o tipo de pessoa que o Nored é, né? Quando você conquista o respeito assim dos jogadores, é porque realmente fez um trabalho sério.

    E o mais louco? Ele não pôde nem ficar pro jogo contra o Detroit naquela noite — a transição foi rapidíssima.

    Voltando pra casa

    A conexão do Nored com Butler é forte demais. Ele jogou lá de 2008 a 2012 e fez parte dos dois times que chegaram na final nacional em 2010 e 2011. Imagina só — voltar pro lugar onde você teve os melhores momentos como jogador, agora como técnico principal?

    Sinceramente, acho que foi a decisão certa dele. Claro, trabalhar na NBA como assistente é um baita privilégio, mas ser técnico principal na faculdade é outro nível de responsabilidade e satisfação pessoal.

    Os Hawks tão indo bem na temporada — 41 vitórias e 32 derrotas, quinta posição no Leste. Com três vitórias seguidas, o time parece ter encontrado o ritmo certo pra reta final da temporada regular.

    E aí, vocês acham que o Nored vai fazer sucesso como técnico principal? Pelo que vi da despedida, o cara tem tudo pra dar certo — carisma, conhecimento e, principalmente, o respeito dos jogadores. Isso não se compra em lugar nenhum.

  • Hart quer fatia da expansão: ‘Jogadores merecem parte dos US$ 10 bi’

    Hart quer fatia da expansão: ‘Jogadores merecem parte dos US$ 10 bi’

    Olha, o Josh Hart dos Knicks soltou uma que deixou todo mundo pensando. O cara quer que os jogadores ganhem uma fatia das taxas de expansão da NBA — e sinceramente? Faz sentido pra caramba.

    A situação é a seguinte: lá em março, os 30 donos de franquias da NBA bateram o martelo de forma unânime. Vão abrir o processo de licitação para duas novas franquias — Las Vegas e Seattle. E quando digo que vai rolar grana, é MUITA grana mesmo. Estamos falando de aproximadamente US$ 10 bilhões por franquia.

    “A gente precisa de uma fatia disso”

    Hart não foi com rodeios: “A gente precisa ganhar uma parte disso”. E cara, pensando bem, o argumento dele não é absurdo não. Afinal, são os jogadores que colocam o show na quadra, que fazem a liga valer esses bilhões todos.

    Na minha visão, essa expansão só é possível porque a NBA virou um fenômeno global — e quem construiu isso? Os caras que suam a camisa (literalmente) todas as noites. Desde o Magic e Bird nos anos 80, passando pelo Jordan, até chegar nos LeBron, Curry e companhia de hoje.

    É meio como se você ajudasse a construir uma casa e na hora de vender por um valor astronômico, só o dono embolsasse tudo. Complicado, né?

    Knicks tropeçam contra Charlotte

    Falando em Hart, o cara até que jogou bem na derrota por 114-103 para o Charlotte Hornets. Fez 16 pontos, 7 rebotes, 5 roubos de bola e 4 assistências. Jalen Brunson liderou com 26 pontos e 13 assistências — esse garoto é um monstro mesmo.

    Os Knicks estão com 48-26 na temporada, segurando a terceira posição no Leste. Nada mal, mas dá pra melhorar. O próximo teste é contra o Oklahoma City Thunder, e vai ser interessante ver como eles reagem.

    A discussão só começou

    Hart levantou uma questão que provavelmente vai render muito papo nos bastidores. Com a próxima negociação do acordo coletivo sempre no horizonte, esse tipo de demanda pode ganhar força.

    E vocês, o que acham? Os jogadores merecem mesmo uma parte dessa grana toda da expansão? Ou os donos têm razão em embolsar tudo, já que assumem os riscos financeiros?

    Uma coisa é certa: com Las Vegas e Seattle chegando, a NBA vai ficar ainda mais interessante. E essa discussão sobre divisão de receitas promete esquentar os debates entre liga e sindicato dos jogadores.

  • Curry trocaria um título por uma jaqueta verde do Masters

    Curry trocaria um título por uma jaqueta verde do Masters

    Olha só que loucura: Stephen Curry falou que trocaria um dos títulos do Torneio de 3 Pontos por uma jaqueta verde do Masters de golfe. Sim, você leu certo — o cara que é simplesmente o melhor arremessador de todos os tempos está disposto a trocar hardware da NBA por um troféu de golfe!

    Em uma entrevista recente com o repórter Leigh Ellis, o Chef foi questionado sobre qual conquista da NBA ele daria em troca da famosa green jacket. A resposta? “Eu trocaria um dos meus títulos do torneio de 3 pontos. Tenho dois, então sobra um de reserva. Mas não seria uma troca justa” — respondeu sorrindo.

    O melhor golfista da NBA

    Não é segredo pra ninguém que o Curry é viciado em golfe. O cara é considerado o melhor golfista entre todos os jogadores da liga, e tem gente que jura que ele poderia ser profissional. Já participou do Masters como amador e sempre está jogando em torneios pro-am.

    Na mesma entrevista, quando perguntaram sobre seu desempenho no Masters, ele foi esperto: “Eu não conto e não falo sobre isso. Mas fiz birdie no primeiro buraco. Queria ter certeza de que ia ver o resto do campo, mas já estava garantido que teria um grande dia depois disso”.

    Warriors precisam dele de volta urgente

    Enquanto isso, o Golden State está passando por uma crise feia. Nada tem dado certo nas últimas semanas, e o único jeito de salvar a temporada é com a volta do Curry, que ainda está se recuperando de uma lesão no joelho.

    A boa notícia é que ele deve voltar aos treinos completos nos próximos dias. Foram apenas 39 jogos nesta temporada até agora — muito pouco pro principal jogador do time.

    E vocês, acham que vale a pena trocar um título da NBA por uma conquista no golfe? Eu acho que só o Curry mesmo pra pensar nisso! O cara é tão apaixonado pelo esporte que até incentivou o LeBron quando ele começou a jogar golfe ano passado.

    Sinceramente, espero que ele volte logo porque os Warriors sem o Chef não são os mesmos. E quem sabe, depois de salvar mais uma temporada, ele não consegue finalmente aquela jaqueta verde que tanto quer?

  • Lakers acharam sua identidade na road trip — e agora é hora de afiar

    Lakers acharam sua identidade na road trip — e agora é hora de afiar

    Cara, tem road trips que são só sobre ranking na temporada regular, e tem road trips que definem quem você realmente é. Essa sequência de seis jogos fora de casa dos Lakers? Fez algo muito mais perigoso — tirou todas as ilusões.

    E olha, o que sobrou foi um time que finalmente se entende de verdade.

    Luka na frente, LeBron no suporte — e funcionou

    Entre uma vitória madrugada adentro em Miami e uma tarde de risadas num campo de golfe na Flórida, os Lakers encontraram sua cara. Luka Doncic domina a pontuação (óbvio, né — o cara lidera a liga), mas agora Austin Reaves é o segundo maior pontuador do time, e LeBron James é o terceiro. Às vezes até quarto!

    Sabe o que mais me chamou atenção? O ataque não é mais democrático. É deliberado. Doncic é o motor, e tudo flui a partir do ritmo dele. Simples assim.

    E o Reaves? Mano, parece que tiraram um peso das costas dele. Ele sonda, hesita, ataca, improvisa — sem mais aquela sensação de que tá pisando no palco de alguém. Na vitória por 137-130 contra os Pacers (último jogo da road trip), o cara fez 25 pontos sendo que três titulares nem jogaram. Luka meteu 43, LeBron 23. Aos 41 anos, o Rei é a terceira opção ofensiva.

    LeBron evoluiu — não declinou

    Aqui que fica interessante, pessoal. LeBron não tá forçando mais o jogo a girar em torno dele. Ele tá escolhendo os momentos certos. Pega rebote como se tivesse 25 anos, comanda a defesa como se tivesse decorado o playbook de todos os times, e pontua com a paciência de quem sabe que a bola vai chegar na hora certa.

    E na maioria das noites, chega mesmo.

    Contra Indiana, foram 9 assistências e 9 rebotes pra acompanhar os pontos em dois dígitos. Quase um triple-double casual aos 41 anos. Absurdo, né?

    A química que ninguém vê

    Mas sabe onde essa identidade foi realmente construída? Nos momentos que ninguém filma. Tipo num campo de golfe em Orlando, onde LeBron tentava acertar a tacada com um jacaré olhando pra ele como se fosse o próximo lanche. E o Bronny entrando no quadro pra dar conselho pro pai sobre onde fazer o drop! (Morri de rir com essa.)

    Ou então vendo Luka — que raramente aparece jogando golfe — lá com os companheiros, errando tacada que nem amador, mas construindo algo que não aparece no placar mas aparece quando a pressão aperta.

    Vocês acham que essa nova dinâmica vai segurar na pressão dos playoffs? Porque uma coisa é funcionar na temporada regular, outra é quando cada posse vale ouro. Mas sinceramente, depois dessa road trip, tô começando a acreditar que eles acharam o caminho.

  • Lakers recebem os Nets em casa: hora de aproveitar o tanking do rival

    Lakers recebem os Nets em casa: hora de aproveitar o tanking do rival

    Olha, não vou mentir: quando vi que os Lakers (47-26) vão enfrentar os Nets (17-55) em casa hoje, minha primeira reação foi “essa é moleza”. E vocês sabem por quê? Brooklyn está literalmente no fundo do poço, perdeu os últimos nove jogos seguidos.

    Os Lakers acabaram de voltar de uma road trip absurda — ganharam cinco de seis jogos, bateram o Houston duas vezes (que estava colado neles na classificação) e só perderam por um ponto pro Detroit. Sinceramente, foi uma das melhores viagens da temporada considerando o momento.

    Nets em modo tanque total

    Aqui que a coisa fica interessante (ou triste, dependendo do ponto de vista). Os Nets simplesmente tiraram o Michael Porter Jr. de linha — que era praticamente o único cara que ainda jogava bola lá. É tanking na veia mesmo, pessoal.

    Brooklyn é o segundo pior time da liga inteira. Só perde para os Pacers, que os Lakers acabaram de enfrentar e ganharam. Então assim, não tem muito mistério nesse jogo, né?

    A única coisa que me preocupa é justamente essa: jogo “fácil” pode virar cilada se o time relaxar. Mas considerando que os Lakers estão brigando pela terceira posição no Oeste, acredito que vão entrar focados.

    Luka pode aparecer (ou não)

    A grande dúvida fica no Luka Dončić, que está como questionável por causa de uma dor no posterior da coxa esquerda. Cara, seria massa ver ele jogando, mas honestamente? Nem precisa forçar contra um time desse nível.

    Da última vez que se enfrentaram, os Lakers dominaram completamente — foi um daqueles jogos raros onde nenhum dos principais jogou mais de 30 minutos. Basicamente um treino.

    Os Nets vão tentar alguma coisa com Ziaire Williams, Nic Claxton e Jalen Wilson comandando o ataque, mas convenhamos… não é exatamente um Big Three de assustar, né não?

    Minha visão do jogo

    Sinceramente, se os Lakers perderem esse jogo, vai ser mais por relaxamento do que por mérito do adversário. Brooklyn não tem poder de fogo, não tem defesa, não tem motivação (estão no tanque mesmo).

    O que os Lakers precisam fazer? Simples: jogar o básico, aproveitar que estão em casa no Crypto.com Arena e construir mais uma sequência de vitórias. Ainda mais que vão ter dois dias de descanso depois desse jogo.

    Vocês acham que os Lakers conseguem manter o foco contra um adversário tão fraco assim? Eu apostaria que sim, mas já vi cada zebra nessa liga…

  • Knueppel fez algo que só Jason Kidd tinha feito antes

    Knueppel fez algo que só Jason Kidd tinha feito antes

    Cara, o Kon Knueppel tá simplesmente VOANDO nesta temporada. O rookie do Hornets fez um jogo antológico contra os Knicks ontem à noite — 26 pontos, 11 rebotes e 8 assistências. Mas olha só o detalhe mais absurdo: essa combinação de números não acontecia desde Jason Kidd, lá nos anos 90.

    E não foi sorte não, viu. O moleque meteu 6 de 10 bolas de três pontos e ainda acertou 9 dos 14 arremessos de quadra. Em 37 minutos de jogo, foi simplesmente dominante. Os Knicks nem sabiam o que fazer com ele.

    ROY na veia?

    Sinceramente, eu tô começando a acreditar que esse garoto pode levar o prêmio de Rookie of the Year mesmo. Olha que temporada ele tá fazendo! O Charlotte, que a galera já tinha dado como morto, tá na briga por playoff — e muito por conta das atuações dele.

    A comparação com Jason Kidd não é à toa. Kidd era um monstro no triplo-duplo quase, com visão de jogo absurda e ainda mandava umas bombas de três quando precisava. Ver um rookie replicar isso é de arrepiar.

    Hornets voando alto

    E o time todo tá jogando junto, né? LaMelo Ball fez 22 pontos e 6 assistências, Brandon Miller contribuiu com 21 e 8 rebotes. Miles Bridges e Coby White fecharam com 17 cada um. Quando cinco caras fazem dois dígitos, fica difícil de parar mesmo.

    Com essa vitória por 114-103, o Charlotte chegou a 39-34 na temporada — cinco vitórias seguidas, pessoal! Eles tão na nona posição do Leste, logo atrás de Magic e 76ers. E olha que ironia: o próximo jogo é justamente contra a Filadélfia, em casa.

    Vocês acham que o Knueppel consegue manter esse nível insano até o final da temporada? Porque se conseguir, esse papo de ROY vai ficar sério mesmo. O garoto tem tudo pra ser especial na liga.

  • Jokic e Murray chegam a 400 vitórias juntos — que dupla absurda!

    Jokic e Murray chegam a 400 vitórias juntos — que dupla absurda!

    Cara, vocês viram o que rolou na quarta-feira? Murray meteu 53 pontos (CINQUENTA E TRÊS!) e junto com Jokic chegaram a 400 vitórias juntos na carreira. Que milestone absurdo, né?

    O jogo foi um show completo. Murray simplesmente resolveu destruir todo mundo contra os Mavs — 19/28 nos arremessos, 9/14 de três pontos e 100% nos lances livres. Enquanto isso, o monstro sérvio fez mais um triple-double quase histórico: 23 pontos, 21 rebotes e 19 assistências. Quase um quadruple-double, gente!

    “Do nada a alguma coisa”

    O que mais me chamou atenção foi o Jokic falando sobre a jornada dos dois. “É o crescimento”, disse ele. “Como nós dois começamos e o caminho que tivemos, basicamente do nada para alguma coisa e para um campeonato.”

    Sinceramente? Ele tá certo. Lembro quando o Murray era só mais um jovem promissor e o Jokic era aquele center estranho que ninguém entendia direito. Hoje? São os caras que levaram Denver ao topo. É de arrepiar mesmo.

    Números que impressionam

    Esses 53 pontos do Murray foram apenas a 16ª performance de 50+ pontos na NBA toda nesta temporada — o cara tá num nível estratosférico. E aquele stat line do Jokic (23-21-19)? Segunda vez na história que alguém consegue isso. A primeira? Ele mesmo, ano passado. Monstro demais!

    O técnico David Adelman também não segurou a emoção: “Esses dois caras são realmente o livro de história desta franquia”. E olha, não tô mentindo quando digo que concordo 100%. Denver teve sorte de pegar esses dois e vê-los crescer juntos assim.

    E aí, vocês acham que essa dupla consegue mais um título? Na minha opinião, com esse entrosamento todo e o Jokic jogando como candidato a MVP novamente, tudo é possível. Essa temporada pode ser especial mesmo.