Autor: Leandro Amorim

  • Arizona faz MASSACRE histórico e está a um passo da Final Four

    Arizona faz MASSACRE histórico e está a um passo da Final Four

    Mano, que show de basquete foi esse do Arizona ontem! Os Wildcats simplesmente destruíram Arkansas por 109 a 88 e carimbaram vaga na Elite Eight pela primeira vez desde 2015. E olha, não foi só uma vitória — foi uma aula de basquete coletivo que entrou pra história do March Madness.

    Seis caras pontuaram pelo menos 14 pontos. SEIS! Isso nunca tinha acontecido na história do torneio da NCAA. Os calouros Brayden Burries e Koa Peat foram os cestinhas com 21 cada, mas todo mundo contribuiu: Ivan Kharchenkov (15), Jaden Bradley, Motiejus Krivas e Tobe Awaka (14 cada).

    Aproveitamento absurdo de arremessos

    O Arizona converteu 64% dos arremessos de quadra. Sessenta e quatro por cento! Pra vocês terem uma ideia de como isso é monstruoso: foi o maior aproveitamento numa fase Sweet 16 ou posterior desde 2016, quando Villanova acertou 71% contra Oklahoma na Final Four.

    “Eu sinto que isso é o que nos torna tão especiais, porque qualquer um pode explodir em qualquer dia. Todo mundo contribui do seu jeito”, disse Burries. E o Peat completou: “Esse foi o basquete mais divertido que eu já joguei, honestamente”.

    Arkansas não teve chances

    Olha, o Arkansas até tentou. O calouro Darius Acuff Jr. fez 28 pontos, mas sozinho não dá, né? O resto do time simplesmente não conseguiu acompanhar o ritmo alucinante do Arizona. E pasmem: essa foi a maior derrota de John Calipari em 85 jogos de March Madness como técnico principal. O cara é veterano e nunca tinha levado uma surra dessas no torneio.

    Arizona já liderava por 54-43 no primeiro tempo e simplesmente não deu chances no segundo. Abriu 18 pontos de vantagem logo no começo da segunda etapa e foi só administrar.

    Agora vem o grande teste: sábado tem Arizona x Purdue pela vaga na Final Four. Os Wildcats entram como favoritos por 5,5 pontos — e sinceramente, depois de uma performance dessas, eu não apostaria contra eles.

    Se ganharem, será a primeira Final Four desde 2001, quando perderam o título nacional justamente pro Duke. E aí, vocês acham que esse time equilibrado do Arizona consegue chegar lá? Porque eu tô começando a acreditar…

  • NBA vai expandir movida por ‘oceano de dinheiro’ dos bilionários

    NBA vai expandir movida por ‘oceano de dinheiro’ dos bilionários

    Cara, a NBA tá literalmente nadando em dinheiro — e isso vai mudar tudo. Bilionários do mundo inteiro estão praticamente fazendo fila pra investir na liga, e a expansão pra Seattle e Las Vegas nunca esteve tão próxima. É muita grana envolvida, gente.

    Segundo o Brian Windhorst da ESPN, existe um “oceano de capital” esperando pra entrar na NBA. E olha, não é só bilionário americano não — fundos soberanos da Europa tão disputando essas oportunidades como se fosse Black Friday.

    A mudança de opinião dos donos

    O mais interessante? Donos de times que há 2-3 anos eram totalmente contra expansão agora mudaram completamente de ideia. E sinceramente, não é difícil entender o porquê quando você vê os números envolvidos.

    Mark Walter, CEO da Guggenheim Partners, comprou uma fatia controladora dos Lakers por incríveis 10 bilhões de dólares em junho. Dez bilhões! E logo depois, a empresa holding dele recebeu outros 10 bilhões do Mubadala Capital — que é o braço de investimentos do fundo soberano de Abu Dhabi. É dinheiro que não acaba mais.

    Europa também quer sua fatia

    Mas não para por aí. A liga tá até considerando criar uma NBA Europa — uma liga separada que rodaria por lá e potencialmente substituiria a Euroliga atual. Imagina só: jogadores da NBA disputando uma liga europeia oficial. Seria monstro demais.

    O Qatar também já entrou na dança, comprando participações nos Wizards tanto em 2023 quanto agora em 2025. Atualmente as regras da NBA limitam fundos soberanos a no máximo 20% de participação por time, mas eles tão dando um jeito de contornar isso através de empresas privadas.

    $20 bilhões na mesa

    Agora vem a parte que deixa qualquer dono de time babando: entre duas novas franquias domésticas e a NBA Europa, a liga pode receber até 20 bilhões de dólares. Dividindo entre os 30 donos atuais, cada um embolsaria cerca de 666 milhões. Ou seja, mais de 3 bilhões de reais por cabeça.

    Claro que tem gente preocupada com a “diluição de talentos” — ou seja, se vai ter jogador bom o suficiente pra mais times. E tem também o papo do tanking aumentar. Mas convenhamos, com essa grana toda envolvida, essas preocupações ficam meio em segundo plano.

    Na minha visão, a expansão é questão de tempo. Adam Silver pode não ter garantido ainda, mas quando você tem tanto dinheiro batendo na porta assim, fica difícil dizer não. E vocês, acham que Seattle e Vegas merecem suas franquias de volta/pela primeira vez?

  • AJ Dybantsa pode ser a 1ª escolha de 2026 – Peterson perdeu a pole?

    AJ Dybantsa pode ser a 1ª escolha de 2026 – Peterson perdeu a pole?

    Olha só que reviravolta na corrida pelo Draft de 2026! O AJ Dybantsa, do BYU, acabou de ultrapassar o Darryn Peterson na preferência dos executivos da NBA para a primeira escolha geral. E eu vou ser sincero com vocês — não vi essa chegando no começo da temporada.

    Segundo o Jeremy Woo, da ESPN, que tem fontes espalhadas pelos front offices da liga, a galera tá “inclinando” pro Dybantsa depois das conversas das últimas semanas. O cara simplesmente fechou o gap que existia entre ele e o Peterson, e agora é considerado o favorito.

    A despedida épica do Dybantsa

    A temporada do BYU acabou cedo — eliminação logo na primeira rodada do March Madness pro Texas. Mas cara, que forma de se despedir! O moleque meteu 37 pontos, 10 rebotes e ainda acertou TODOS os 12 lances livres que tentou. Doze de doze. Isso é pressão nas veias.

    O que mais impressionou os olheiros foi a evolução na tomada de decisão dele ao longo da temporada. Ficou mais agressivo quando precisava, mas sem forçar jogadas desnecessárias. E a capacidade de criar jogadas pros companheiros? Evoluiu absurdo. É esse tipo de maturidade que faz a diferença quando você tá pensando na primeira escolha.

    Peterson tropeçou na reta final?

    Enquanto isso, o Peterson teve uma temporada complicada no Kansas. Lesão, doença, câimbras — o cara não conseguiu ter consistência. Nos últimos nove jogos até jogou bem, com média de 20.6 pontos, mas os percentuais de arremesso deixaram a desejar: apenas 38.8% dos arremessos de quadra e 31.9% das bolas de três.

    E pra piorar, o Kansas foi eliminado no domingo com aquela buzzer-beater dolorosa do St. John’s. Dói até de lembrar, principalmente quando você tá brigando pela primeira posição do draft.

    Mas calma aí — o Peterson ainda tem tudo pra dar a volta por cima. O teto dele é altíssimo, e algumas equipes já tão projetando ele num papel estilo Anthony Edwards. Arremessador elite, explosão atlética… é material de franquia mesmo.

    E aí, vocês acham que o Dybantsa consegue manter essa vantagem até 2026? Ainda tem muito chão pela frente, e sabemos como esses rankings podem mudar rapidamente. Os workouts pré-draft e os exames médicos vão ser decisivos nessa briga.

    Cameron Boozer, de Duke, ainda aparece como terceira opção, mas bem distante dos dois. A disputa mesmo tá entre esses dois monstros — e sinceramente, qualquer um que for escolhido primeiro vai ter que carregar muita expectativa nas costas.

  • A dupla que está transformando o Spurs em candidato ao título

    A dupla que está transformando o Spurs em candidato ao título

    Olha, eu sempre acreditei que time bom se constrói de cima — e o que tá rolando em San Antonio é a prova viva disso. Os Spurs estão em segundo no Oeste com 55-18, e claro que o Wembanyama é um monstro, mas tem uma história bem mais profunda por trás dessa ressurreição.

    A química entre o técnico Mitch Johnson e o GM Brian Wright é algo que você não vê todo dia na NBA. Esses caras se conhecem há quase dez anos, cara. Dez anos! Começaram juntos em 2016 — Johnson como assistente no Austin Spurs (o time de desenvolvimento) e Wright como assistente do lendário R.C. Buford.

    Uma parceria forjada na base

    “Tenho sorte de ter um histórico pessoal e uma relação pessoal que nos permite ter conversas honestas e confiar um no outro”, disse Johnson sobre Wright. E sinceramente, isso transparece demais quando você vê como eles construíram esse elenco.

    Wright virou GM em 2019. Johnson? Bom, o cara pagou o preço — seis anos como assistente, quase uma temporada inteira como técnico interino quando o Pop sofreu o AVC, até finalmente assumir o posto em 2025. Essa caminhada juntos pela organização moldou a parceria deles de um jeito único.

    O mais legal é que Johnson não tem ego nenhum em admitir que Wright é “o líder da construção do nosso projeto e de muitas coisas que estão no nível fundamental da nossa organização”.

    Resultados que falam por si

    Seis temporadas consecutivas perdendo. Seis! Era de dar dó ver o Spurs assim, né? Agora olha onde estão — candidatos legítimos ao título com o Wemby dominando, mas também com um elenco bem construído ao redor dele.

    Wright tá cotado pra ser Executivo do Ano da NBA. Se ganhar, seria o primeiro Spurs desde o Buford em 2016. Merecidíssimo, na minha opinião.

    “Ele é um grande homem e um grande líder”, disse Johnson sobre Wright. Cara, quando você vê essa humildade e esse respeito mútuo entre técnico e GM, você sabe que a coisa tá no caminho certo.

    E aí, vocês acham que essa dupla consegue levar o Spurs de volta ao topo? Porque do jeito que as coisas estão andando, eu não duvidaria nada…

  • Anthony Edwards volta aos treinos e pode salvar os Wolves

    Anthony Edwards volta aos treinos e pode salvar os Wolves

    Finalmente uma boa notícia pros fãs dos Timberwolves! Anthony Edwards foi liberado pra voltar aos treinos depois de ficar cinco jogos parado com uma síndrome de dor no joelho direito. E olha, não podia ter hora melhor pra esse retorno.

    Pra quem não lembra, o Ant-Man tava simplesmente voando antes da lesão — 29.5 pontos por jogo, cara. VINTE E NOVE E MEIO. Além de pegar 5.1 rebotes e distribuir 3.7 assistências em 35 minutos de quadra. Os números são absurdos mesmo.

    O que essa volta significa pros Wolves

    Minnesota tá numa situação delicada na conferência oeste. Quinto lugar, ok, mas com Houston respirando no pescoço — apenas uma vitória de diferença na coluna de derrotas. Sem o Edwards, os Wolves perderam aquela pegada ofensiva que fazia toda a diferença nos jogos duros.

    O mais impressionante é que o cara tá tendo a melhor temporada da carreira dele. PER de 22.2, recorde pessoal. Pra vocês terem noção, isso coloca ele entre os 15 jogadores mais eficientes da liga toda. Um monstro mesmo.

    E agora, será que aguenta o tranco?

    A grande questão é: como vai ser esse retorno? Síndrome de dor patelofemoral não é brincadeira, é aquele tipo de lesão chata que pode voltar se não for bem tratada. Mas pelo que parece, o departamento médico dos Wolves não quis correr risco — cinco jogos fora é bastante tempo pra uma lesão que muita vez os caras voltam em dois, três jogos.

    Sinceramente, acho que foi a decisão certa. Melhor perder alguns jogos agora do que arriscar ter o Anthony fora nos playoffs, né? E vocês, acham que ele volta com tudo ou vai precisar de uns jogos pra pegar o ritmo de novo?

    Uma coisa é certa: com Edwards de volta, os Wolves voltam a ser um time perigoso no oeste. Aquela dupla dele com o Jaden McDaniels na defesa e o Gobert protegendo o garrafão… pode dar muito certo se todo mundo estiver 100%.

  • NBA quer acabar com o tanking de vez: multas milionárias no caminho

    NBA quer acabar com o tanking de vez: multas milionárias no caminho

    Cara, a NBA não tá brincando mais. Adam Silver finalmente resolveu partir pra cima dos times que fazem tanking de propósito — e as punições que estão sendo estudadas são de arrepiar.

    De acordo com fontes da liga, o comissário pode ganhar poder pra simplesmente confiscar picks de draft inteiros de times pegos deliberadamente perdendo jogos. Imagina só: você tankar a temporada toda, achando que vai pegar uma primeira escolha, e no final não ganha pick nenhum. Ou pior ainda — seu pick vai parar lá no final da loteria.

    Multas que doem no bolso

    E não para por aí. As multas podem chegar na casa dos milhões de dólares. Não é mais aqueles 100, 500 mil que vimos com Pacers e Jazz essa temporada. É pra doer mesmo.

    “Sem punições mais severas, você ainda pode ter comportamentos loucos”, disse uma fonte da liga. “Tem que ter algo tão drástico que faça o time pensar duas vezes antes de fazer tanking.”

    Na minha opinião, era hora. Cansei de ver time claramente perdendo de propósito, colocando banco contra titular dos adversários, inventando lesão em jogador… Silver falou na coletiva que vai “consertar isso, ponto final”. E pelo visto, não é papo furado.

    Reforma na loteria também vem por aí

    Junto com essas punições, a NBA tá estudando expandir a loteria de 14 pra 18 ou até 22 times. Isso significaria que mais times teriam chance de subir no draft, diminuindo ainda mais o incentivo pra perder de propósito.

    O Utah Jazz já sentiu na pele esse ano — levou multa de 500 mil por tirar Lauri Markkanen e Jaren Jackson Jr. no quarto período de um jogo competitivo. Indiana também levou 100 mil por quebrar a política de participação de jogadores.

    Vocês acham que essas medidas vão funcionar mesmo? Porque time desesperado por rebuild é capaz de arriscar até pick de draft se a situação tiver feia. O que eu sei é que a próxima temporada promete ser bem diferente — e provavelmente mais honesta também.

  • Wembanyama tá fazendo todo mundo sonhar com título já no primeiro ano

    Wembanyama tá fazendo todo mundo sonhar com título já no primeiro ano

    Cara, eu sinceramente não esperava isso. O Victor Wembanyama chegou na NBA há dois anos e já tá fazendo os olheiros e executivos da liga falarem sério sobre título pros Spurs. Não é papo de “futuro promissor” — é papo de agora.

    Os números são absurdos: 23 vitórias em 25 jogos desde fevereiro. San Antonio tá ali grudadinho no Thunder na classificação do Oeste, e olha que Oklahoma City era considerado o favorito da conferência. Mas o que mais me chama atenção não são só os números — é o que o pessoal de dentro da liga tá falando sobre o francês.

    O efeito psicológico do Alien

    Um olheiro veterano da Conferência Leste foi direto ao ponto na ESPN: “Eles são meus favoritos agora. O jogo dele vai ser ainda mais dominante nos playoffs, e a cada partida ele vai entrando mais na cabeça dos adversários”.

    E cara, isso faz todo sentido. Imagina você sendo um ala que sempre dominou o garrafão e de repente aparece um monstro de 2,24m que bloqueia, enterra, acerta de três e ainda passa a bola melhor que muito armador por aí. Deve ser desesperador.

    “No primeiro jogo, os jogadores vão pensar nele em alguns arremessos. No quarto jogo, vão ter pesadelos completos”, completou o olheiro. Pesadelos, gente. Literalmente.

    “Muito bem montados” e sem medo

    Outro executivo que enfrentou San Antonio recentemente não teve papas na língua: “É um time muito bom. Muito bem treinado. Muito bem montado. E o Victor é absolutamente impossível de marcar”.

    Popovich sempre foi mestre em montar times, mas dessa vez ele pescou um peixe diferente. E quando você junta a experiência do velho Pop com um talento geracional como o Wemby… bom, dá nisso aí.

    Tem gente falando que os Spurs não têm experiência pra playoffs, mas aí que tá o erro. Harrison Barnes tem anel. Chris Paul (quando tava no time) viveu mil batalhas. E vocês acham mesmo que o Victor vai ficar intimidado? O cara que chegou na NBA e já mandava triple-double como se fosse bandeja?

    Ainda tem alguns furos

    Olha, não vou fingir que é tudo perfeito. O time tem uns problemas no arremesso de três — Castle e os outros armadores não são lá essas coisas de fora do garrafão. Nos playoffs, quando os times estudam cada vírgula do seu jogo, isso pode ser explorado.

    Mas cara… é o Wembanyama. O cara tá em segundo lugar na corrida do MVP, atrás só do Shai. Como um scout falou: “A história diz que não acontece neste ano e projeta contra. Mas eles são diferentes. Ele é geracional”.

    E aí, vocês acham que San Antonio pode mesmo brigar pelo título já nessa temporada? Eu confesso que tô começando a acreditar. Cinco anos atrás, se alguém me dissesse que os Spurs voltariam a ser candidatos ao título tão rápido, eu ia rir. Mas aqui estamos.

    Uma coisa é certa: se os Spurs chegarem longe nos playoffs, vai ser um dos shows mais bonitos que a NBA já viu. E o mais louco? Eles têm 4 vitórias em 5 jogos contra o Thunder essa temporada. Coincidência? Acho que não.

  • NBA quer acabar com tanking: 3 opções malucas pra mudar o Draft

    NBA quer acabar com tanking: 3 opções malucas pra mudar o Draft

    Galera, a NBA tá de saco cheio do tanking e resolveu partir pro ataque. Na reunião dos donos de franquias dessa semana, a liga apresentou três propostas bem diferentes pra reformar o Draft Lottery — e todas elas têm um objetivo: acabar com time perdendo de propósito pra ter chance melhor no sorteio.

    Olha, eu acompanho NBA há anos e nunca vi a liga tão determinada a mexer nisso. E sinceramente? Era hora mesmo. Ver time tipo Detroit perdendo 60+ jogos todo ano pra ficar no fundo da tabela já tava virando piada.

    As três opções (todas bem loucas)

    A primeira opção é a mais radical: colocar 18 times no sorteio. Seriam os times que terminam entre 7º e 15º lugar de cada conferência. Os 10 piores teriam 8% de chance cada um de ganhar a primeira escolha. Os outros oito times ficam com 2,5% cada. Todo mundo sorteado, do primeiro ao último pick.

    Cara, imagina a loucura? Um time playoff perdedor de primeira rodada poderia pegar a primeira escolha geral. Os Nuggets perdendo na primeira rodada e pegando Victor Wembanyama… seria absurdo demais.

    A segunda opção é ainda mais maluca: 22 times no sorteio! Além dos times entre 7º-15º de cada conferência, entram também todos os eliminados na primeira rodada dos playoffs. E aqui tem um detalhe genial: usariam o retrospecto dos últimos dois anos pra definir a ordem. Mais ainda — time que não ganhar pelo menos 25 jogos (foi o exemplo dado) seria tratado como se tivesse ganhado exatamente 25. Ou seja: tchau tanking explícito.

    A opção “5×5” que pode revolucionar tudo

    A terceira opção criou um sistema “5×5” que eu achei bem inteligente. Os cinco piores times teriam chances iguais pras cinco primeiras escolhas — mas com uma garantia: no máximo cairiam pro 10º pick. Depois rola outro sorteio pros picks 6-18 com os times restantes.

    Isso significa que um time horrível como o Detroit dessa temporada não correria o risco de cair pra 6º, 7º lugar no draft. Mantém um piso de proteção, mas tira aquela vantagem gigante de ser o pior da liga.

    Vocês acham que essas mudanças vão resolver o problema do tanking? Eu tô dividido. Por um lado, essas propostas tiram muito da vantagem de ser ruim de propósito. Por outro, será que não vão criar outros tipos de estratégia esquisita?

    Uma coisa é certa: se aprovarem isso na reunião de maio, a partir da temporada 2026-27 o Draft vai ser bem diferente. E olha que todas as opções ainda podem ser modificadas antes da votação final.

    Na minha opinião, qualquer uma dessas mudanças é melhor que o sistema atual. Ver time tipo Charlotte ou San Antonio das últimas temporadas perdendo 60+ jogos deliberadamente não faz bem pra liga. Basquete tem que ser competitivo sempre — e essas reformas podem ajudar nisso.

  • NBA vai acabar com o tanking? 3 propostas bombásticas vazaram

    NBA vai acabar com o tanking? 3 propostas bombásticas vazaram

    Gente, a coisa ficou séria. A NBA apresentou três propostas absolutamente radicais para acabar de vez com o tanking, e olha… eu não sei se tô mais empolgado ou preocupado com o que pode vir por aí.

    Depois de uma temporada inteira vendo times literalmente jogando para perder (olhando pra vocês, Jazz e Wizards), Adam Silver decidiu que chega. As três ideias que vazaram são tão malucas que vão virar o draft de cabeça pra baixo.

    A primeira bomba: 18 times na loteria

    A primeira proposta é simples e ao mesmo tempo revolucionária: 18 times participam da loteria do draft. Isso mesmo — os 10 piores times da liga MAIS os 8 que disputam o play-in.

    Aqui fica interessante: os 10 piores teriam chances iguais de 8% cada um de subir na loteria. Já os 8 do play-in dividiriam os 20% restantes em ordem decrescente. Cara, imagina o desespero dos times que estão no meio da tabela — de repente não vale mais a pena tankar!

    Na minha visão, essa é a mais “suave” das três. Mas ainda assim seria uma revolução completa no que conhecemos hoje.

    A segunda é ainda mais louca

    Se você achou a primeira radical, espera só pela segunda: 22 times na loteria. Os mesmos 18 de antes MAIS os 4 times eliminados na primeira rodada dos playoffs.

    Mas o mais maluco é que eles vão considerar o histórico de duas temporadas, igual a WNBA faz. E tem mais — cada time teria um “piso” mínimo de vitórias por temporada. Se você só ganhou 14 jogos, pra efeito de loteria conta como 20.

    Sinceramente? Isso acabaria com o tanking de uma vez por todas. Ninguém ia querer ficar ruim de propósito sabendo que pode cair ainda mais na loteria.

    A terceira é pura loucura controlada

    A última proposta é um sistema “cinco por cinco” que parece coisa de filme. Os 5 piores times teriam chances iguais, e haveria duas loterias separadas.

    Primeiro sorteariam os 5 primeiros picks. Depois, uma segunda loteria pros 13 restantes. O detalhe genial? Se um dos 5 piores não conseguir um top-5 pick, o pior que pode acontecer é cair pro 10º lugar. É tipo uma rede de proteção pra time muito ruim não se dar mal demais.

    Olha, eu tô tentando imaginar como seria a última temporada com essas regras. O Jazz com o pior record da NBA poderia ter acabado com a 10ª pick? É de doer o coração dos caras de Utah.

    O que vocês acham dessas propostas? Eu confesso que tô curioso pra ver qual vai passar na votação de maio. Uma coisa é certa: o tanking como conhecemos pode estar com os dias contados.

    E sinceramente, depois de ver tanto time claramente perdendo de propósito essa temporada, talvez seja hora de uma mudança mesmo. O basquete fica mais emocionante quando todo mundo joga pra vencer, não acham?

  • Curry fora por mais 2 jogos – Warriors afundando sem o Chef

    Curry fora por mais 2 jogos – Warriors afundando sem o Chef

    Olha, eu já tô começando a me preocupar de verdade com o Stephen Curry. O cara vai ficar fora por mais dois jogos por causa do joelho direito, e isso já são 25 jogos consecutivos sem o Chef em quadra. Vinte e cinco, pessoal. É praticamente um terço da temporada.

    A situação tá assim: Curry até conseguiu intensificar os treinos nas últimas semanas, mas ainda não rolou liberação para um scrimmage 5×5 — que é basicamente quando você joga pra valer no treino. O Rick Celebrini, que é o cara das decisões médicas dos Warriors, tá sendo bem cauteloso com esse joelho chatinho do Curry.

    Steve Kerr entre a cruz e a espada

    O técnico Steve Kerr foi bem direto essa semana: “Se o Steph estiver saudável, ele vai jogar, porque é pra isso que estamos aqui”. E complementou algo que me arrepiou — “Aos 38 anos, você não sabe quantas chances ainda tem”.

    Cara, isso me bateu forte. O Curry tá chegando no finalzinho da carreira e pode estar perdendo uma das últimas oportunidades dele de brigar por mais um anel. Ao mesmo tempo, Kerr deixou claro que se houver qualquer risco pro ano que vem, o Curry não volta. É uma decisão difícil pra caramba.

    Warriors despencando sem o astro

    Os números sem o Curry são de dar dó: 8 vitórias e 15 derrotas. Os Warriors estão com 35-38 no geral, ocupando a 10ª posição no Oeste — praticamente garantidos no play-in, mas longe de ser uma posição confortável.

    E piora: eles já perderam Jimmy Butler e Moses Moody para o resto da temporada, também com lesões no joelho. Tá rolando uma conversa interna na franquia sobre se vale mesmo a pena forçar a volta do Curry numa temporada que parece meio perdida.

    Mas o próprio Curry não desistiu, mesmo depois de várias recaídas desde que saiu de quadra lá no dia 30 de janeiro com essa “runner’s knee”. Já fizeram várias ressonâncias e não tem dano estrutural, mas a dor e o inchaço persistem.

    Ele vai perder o jogo de sexta contra o Wizards em casa e domingo contra o Denver fora. O próximo jogo é quarta que vem, em casa, contra o San Antonio na ESPN.

    Sinceramente? Eu tô torcendo pra ele voltar, mas com saúde. Prefiro um Curry 100% na próxima temporada do que forçar agora e estragar tudo. E vocês, acham que os Warriors devem arriscar ou poupar o Chef pro futuro?