Autor: Leandro Amorim

  • Por que todo mundo tá apostando nos Spurs: ‘Wemby quebra todas as regras’

    Por que todo mundo tá apostando nos Spurs: ‘Wemby quebra todas as regras’

    Cara, eu não consigo parar de pensar no que tá rolando em San Antonio. Os Spurs estão com um retrospecto ABSURDO de 23-2 desde 1º de fevereiro, colados no Oklahoma City Thunder na liderança do Oeste. E olha que o Thunder tá voando também — 15-2 desde o All-Star break!

    Mas a real é que executivos, scouts e jogadores pela liga toda tão começando a acreditar numa parada que parecia impossível há alguns meses: será que os Spurs podem chocar o mundo e conquistar um título este ano?

    Wemby tá dando pesadelo nos adversários

    Um scout veterano da Conferência Leste contou pra ESPN uma história que me arrepiou. O cara tava assistindo um jogo dos Spurs e viu o Wembanyama dar um toco no garrafão e depois praticamente voar pela quadra pra finalizar com uma enterrada no outro lado.

    “Eles são meus favoritos agora”, disse o scout. “O jogo dele vai ser ainda mais dominante nos playoffs. No Jogo 1, os caras já vão pensar nele na hora de arremessar. No Jogo 4, vão tá tendo pesadelos.”

    E não é só impressão de um cara — todo mundo que a ESPN conversou tá pensando a mesma coisa. Victor simplesmente não tem como ser parado. É 2,24m que corre como ala, defende como um monstro e ainda acerta de três. Como você para isso?

    “Eles têm mais experiência do que parece”

    Olha, eu sei que a primeira coisa que todo mundo fala é: “Ah, mas são muito jovens, não têm experiência de playoffs.” Realmente, experiência em playoffs conta MUITO — é totalmente diferente da temporada regular.

    Mas espera aí. Harrison Barnes e Luke Kornet têm anel de campeão. De’Aaron Fox é um dos melhores clutch players da liga hoje. E sinceramente, vocês acham mesmo que o Wembanyama vai ficar intimidado com o momento? Boa sorte com isso.

    Um executivo do Leste resumiu bem: “Eles são um time muito bom, muito bem treinado, muito bem montado. A combinação dos caras que eles têm é impressionante. E o Victor é absolutamente imparável.”

    Quebrando todas as regras históricas

    Vou ser honesto com vocês: desde a fusão NBA-ABA em 1976-77, praticamente nenhum time pulou etapas pra chegar ao topo. Times jovens normalmente precisam de alguns anos pra entender como funcionam os playoffs, como lidar com a pressão.

    Mas cara, o Wembanyama tá reescrevendo as regras do basquete desde que pisou na NBA. Ele já tá fazendo coisas que a gente nunca viu — um cara de 2,24m que defende perímetro e ainda acerta step-back de três?

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem essa façanha histórica? Eu tô começando a acreditar. Com esse Wemby jogando desse jeito e o time todo comprando a ideia do Pop, qualquer coisa pode acontecer.

    Na minha opinião, se eles conseguirem manter esse ritmo e chegarem saudáveis nos playoffs, vão dar muito trabalho pra qualquer um. O Thunder que se cuide — San Antonio tá chegando forte.

  • Magic mirando no Giannis? Boato esquenta mercado da NBA

    Magic mirando no Giannis? Boato esquenta mercado da NBA

    Olha, eu não esperava essa. O Orlando Magic aparentemente tá de olho no Giannis Antetokounmpo para a próxima offseason, e sinceramente? Isso faz mais sentido do que parece à primeira vista.

    A situação é a seguinte: os Bucks quase trocaram o Greek Freak antes do deadline de fevereiro, mas seguraram. Só que o relógio tá correndo, galera. Giannis não vai ficar em Milwaukee pra sempre se o time não conseguir montar algo competitivo ao redor dele.

    Por que o Magic faria sentido?

    Kirk Goldsberry soltou essa bomba no podcast do Bill Simmons, dizendo que uma fonte confiável confirmou: Orlando tá “muito ativo” na busca pelo Giannis. E cara, quando você para pra pensar, faz sentido mesmo.

    O Magic teve altos e baixos essa temporada – principalmente porque o Franz Wagner perdeu 44 jogos por lesão (absurdo!). Eles foram all-in no Desmond Bane recentemente, então tão claramente tentando acelerar o processo de reconstrução. E convenhamos, se você quer acelerar, não tem nada melhor que um MVP de Finals, né?

    O que Orlando teria que dar?

    Aqui é onde fica interessante (e doloroso). Qualquer troca pelo Giannis vai ter que incluir Paolo Banchero ou Franz Wagner – e provavelmente o Paolo, que tem mais valor de troca.

    Só que imagina a dor de cabeça: trocar o cara que você drafteou como futuro da franquia, que só vai fazer 24 anos, por um jogador de 30 (mesmo sendo um monstro como o Giannis). Na minha visão, eles prefeririam montar um pacote em volta do Wagner mais algumas picks futuras.

    Mas vamos ser realistas – se o Cleveland pode oferecer Evan Mobley pelo Giannis, a concorrência vai ser feroz. E aí, vocês acham que vale a pena o Magic apostar suas fichas todas no Greek Freak?

    Uma coisa é certa: se isso rolar, a conferência Leste vai ficar ainda mais maluca. Imaginem Giannis, Paolo (se ficarem com ele) e uma versão saudável do Wagner juntos. Seria um time divertido de assistir, isso é garantido.

  • Josh Hart desabafa após derrota: ‘Jogamos um passo atrás’

    Josh Hart desabafa após derrota: ‘Jogamos um passo atrás’

    Cara, que frustração pro torcedor dos Knicks. Sete vitórias seguidas jogadas no lixo numa noite em que simplesmente não conseguiram acompanhar o ritmo dos Hornets. 114 a 103 pra Charlotte, e o Josh Hart não poupou palavras no pós-jogo.

    “Eles jogaram como se tivessem saído de um canhão. Eu senti que estávamos um passo mais lentos em muitas das ações deles”, disse Hart, e olha, ele não tava mentindo não. Os Hornets chegaram a abrir 21 pontos de vantagem!

    O ritmo que matou os Knicks

    Sabe o que mais me chamou atenção? Hart reconheceu que não foi só o LaMelo Ball ditando o ritmo – coisa que a gente sempre espera dele. “Eles têm múltiplos armadores naquela equipe. Não dependem só dele”, falou o cara dos Knicks.

    E realmente, os números comprovam. Kon Knueppel (que nome é esse, hein?) fez 26 pontos, 11 rebotes e 8 assistências. Mas o mais absurdo: o moleque virou o MAIS JOVEM da história da NBA a chegar nas 250 bolas de três! Acertou seis de três só nessa partida.

    LaMelo botou 22, Brandon Miller colocou 21, e cada um deles mandou quatro bombas de três. Era chuva de três pontos no Spectrum Center.

    Knicks tentaram, mas não rolou

    Olha, não foi por falta de tentar. Os Knicks até conseguiram 17 pontos dos 18 erros dos Hornets, e o Jalen Brunson fez a sua parte com 26 pontos e 13 assistências (double-double bonito, diga-se). Hart também se movimentou bem: 16 pontos, 7 assistências e 5 roubos de bola.

    Mas Charlotte foi mais pros lances livres: 16 de 20 contra apenas 8 de 9 de New York. Essa agressividade toda fez a diferença, e os Hornets embalaram a quinta vitória consecutiva.

    E aí, será que os Knicks conseguem se recuperar contra o Thunder no domingo? Com 48 vitórias e 26 derrotas, eles ainda tão numa situação boa, mas essa derrota deve ter doído. Principalmente depois de Hart admitir que simplesmente não conseguiram acompanhar o ritmo do adversário.

  • Arizona massacra Arkansas e mostra que pode quebrar jejum histórico

    Arizona massacra Arkansas e mostra que pode quebrar jejum histórico

    Cara, o que aconteceu em San José ontem foi simplesmente brutal. Arizona destruiu Arkansas por 109-88 no Sweet 16 do March Madness, e não foi nem um pouco perto disso que o placar sugere.

    John Calipari, técnico do Arkansas, basicamente previu a própria desgraça. Antes do torneio começar, ele já sabia que Arizona era o pior possível adversário para o seu time. E olha, o cara estava certíssimo — foi uma surra do início ao fim.

    Quando você sabe que vai dar ruim

    “Arizona é realmente muito bom”, disse Calipari depois do jogo. Mano, que understatement! O time estava voando o mês inteiro, fazendo enterradas como se fosse o Lob City dos Clippers e arremessando como os Splash Bros do Warriors. Darius Acuff Jr. estava mostrando por que vai ser estrela da NBA.

    Mas aí veio a realidade: Arizona atirou 63.8% do campo — a melhor marca contra um time de conferência forte na temporada. Só tentaram 8 bolas de 3, mas acertaram 5. E ainda por cima foram 39 vezes na linha de lance livre. Absurdo!

    Tommy Lloyd, técnico do Arizona, até tentou ser humilde, mas os números não mentem. O time jogou o seu melhor basquete quando mais importava.

    A maldição de 25 anos pode acabar?

    Aqui que fica interessante, galera. Arizona não vai ao Final Four desde 2001. Vinte e cinco anos! É uma maldição que assombra Tucson há décadas. O time já chegou no Elite Eight cinco vezes desde então e sempre deu zebra.

    Mas sinceramente? Eu tô começando a acreditar que esse time de 2026 é diferente. Eles têm 35 vitórias, empatando o recorde do programa de 1987-88. Os calouros estão jogando como veteranos, e o time todo parece estar encaixado no momento perfeito.

    O problema é que Arizona já esteve nessa posição antes e sempre decepcionou. Agora vão enfrentar Purdue no Elite Eight — um time experiente, com jogadores que sabem o que é chegar num Final Four.

    O show dos calouros

    Koa Peat, um dos calouros sensação, resumiu tudo: “Fomos lá e jogamos o nosso basquete Arizona. Tudo se encaixou.” E realmente se encaixou mesmo. Os pivôs dominaram o garrafão, os armadores correram a quadra toda, e Arkansas simplesmente não teve resposta para nada.

    A frustração foi tanta que rolaram duas faltas técnicas (uma no próprio Calipari) e duas faltas flagrantes. O Arkansas simplesmente desmoronou conforme o jogo foi passando.

    E aí, vocês acham que dessa vez Arizona finalmente quebra o jejum? Ou vão dar mais uma de sempre e parar no Elite Eight? Eu tô torcendo para que esse time histórico consiga fazer história de verdade dessa vez. Com esse nível de jogo, fica difícil apostar contra eles.

  • Knicks levam surra dos Hornets e sequência invicta vai pro espaço

    Knicks levam surra dos Hornets e sequência invicta vai pro espaço

    Cara, eu não esperava isso. Depois de sete vitórias seguidas, os Knicks foram pra Charlotte e tomaram uma surra daquelas dos Hornets: 114-103. E não foi só o placar — foi o jeito que perderam que dói.

    A defesa que vinha sendo a número 1 da NBA desde janeiro simplesmente desapareceu. Os Hornets correram mais, jogaram mais físico e deixaram os nova-iorquinos comendo poeira no Madison… quer dizer, no Spectrum Center.

    Kon Knueppel está virando problema sério

    Esse moleque Kon Knueppel meteu 25 pontos e acertou 6 de 10 bolas de três. Sinceramente? Tô começando a achar que ele pode roubar o Rookie of the Year do Cooper Flagg mesmo. O garoto tá jogando demais.

    E não foi só ele não. Quatro caras dos Hornets fizeram pelo menos 17 pontos cada. O time de Charlotte acertou 53% dos arremessos gerais e 39% das bolas de três. Absurdo.

    Mas sabe o que mais me incomodou? Os Knicks perderam no rebote por 43 a 24. Quarenta e três a vinte e quatro! Como que um time que quer brigar pelo título leva essa lavada no garrafão?

    Brunson sozinho não resolve

    Jalen Brunson até tentou — fez 26 pontos e 13 assistências —, mas depois do primeiro quarto espetacular, ele meio que sumiu. E o Karl-Anthony Towns? Meu deus, só 22 minutos em quadra, 8 arremessos e 13 pontos. Pelo segundo jogo consecutivo, ficou de fora do quinteto decisivo.

    Josh Hart resumiu bem: “Eles jogaram como se tivessem saído de um canhão”. E é isso mesmo. Os Hornets entraram pilhados desde o primeiro minuto e não deram sossego.

    O mais frustrante é que os Knicks vinham de uma sequência destruindo times mais fracos — a maioria com campanha negativa. Aí na primeira pedreira de verdade, tomaram um banho de bola.

    Hornets viraram candidatos reais aos playoffs

    E olha só a situação: foi a primeira vez desde 2001 que Knicks e Hornets se enfrentaram tão tarde na temporada com ambos acima de 50% de aproveitamento. Charlotte está com 39-34, empatado com o Miami na oitava colocação do Leste.

    Com LaMelo Ball voltando a jogar no nível que a gente conhece e esse Knueppel meteendo bala, os Hornets viraram candidatos sérios a uma vaga nos playoffs. Cinco vitórias consecutivas não é brincadeira.

    Agora os Knicks (48-26) vão enfrentar Oklahoma City e Houston nessa sequência fora de casa. Se jogarem como jogaram ontem, vai ser complicado. E vocês, acham que essa derrota foi só um tropeço ou revelou problemas mais sérios no time de Nova York?

  • Hornets em casa são outro time – podem chegar na 6ª seguida

    Hornets em casa são outro time – podem chegar na 6ª seguida

    Olha, eu não sei o que o Charlotte anda colocando na água do Spectrum Center, mas os Hornets em casa viraram uma máquina. Cinco vitórias consecutivas jogando em Charlotte, e amanhã tem mais uma chance de esticar essa sequência contra os 76ers.

    E cara, que momento diferente pros dois times, né? O Charlotte (39-34) tá brigando pra entrar nos playoffs numa 9ª posição que ainda dá esperança. Já o Philly (40-33) tá ali na 7ª colocação, mas com aquele gostinho amargo de quem sabe que pode escorregar a qualquer momento.

    LaMelo comandando, mas cadê o Embiid?

    O LaMelo Ball tá fazendo a sua parte: 19.7 pontos e 7.1 assistências de média. E tem o jovem Kon Knueppel chegando forte também – quase 19 pontos por jogo nos últimos 10. Sinceramente, acho que esse garoto vai surpreender muita gente ainda.

    Do lado do Philadelphia, a situação tá complicada. Joel Embiid (26.9 pontos, 50.1% de aproveitamento) é day-to-day com problema no oblíquo. E convenhamos, Embiid “day-to-day” a gente já conhece essa história, né? Pode virar semanas.

    Sem contar que o Tyrese Maxey tá fora com lesão no dedo. Ou seja, os 76ers podem chegar em Charlotte bem desfalcados pros principais confrontos.

    Hornets mandam em casa, mas e fora?

    Aqui que fica interessante: Charlotte em casa tá voando (cinco vitórias seguidas), mas no geral tem apenas 39 vitórias. Isso me diz que fora de casa a situação deve estar bem complicada. É aquele time que você respeita quando joga na casa dele, mas que vacila quando sai da zona de conforto.

    Os números dos últimos 10 jogos mostram os Hornets com 7-3 de aproveitamento, enquanto o Philly foi 6-4. Bem equilibrado, mas o fator casa pode fazer toda a diferença.

    E vocês lembram do último encontro entre eles em janeiro? Charlotte passou o rodo: 130-93, com Brandon Miller fazendo 30 pontos. Foi um massacre que ainda deve estar na cabeça dos jogadores do Philadelphia.

    Na minha opinião, se o Embiid não jogar (ou jogar limitado), Charlotte tem tudo pra levar essa e chegar na sexta vitória consecutiva em casa. Os Hornets precisam aproveitar esse momento em que estão jogando bem e tentar se aproximar dos playoffs. Cada jogo é uma final agora.

  • Spurs vão pelos 8 seguidas contra Bucks sem Giannis

    Spurs vão pelos 8 seguidas contra Bucks sem Giannis

    Cara, que temporada monstro que o San Antonio tá fazendo! Os Spurs chegam hoje contra o Milwaukee com sete vitórias consecutivas e uma campanha de 55-18 que tá fazendo todo mundo lembrar dos velhos tempos da franquia. E olha que a coisa pode ficar ainda melhor se eles conseguirem a oitava seguida contra os Bucks.

    Sinceramente? Não dá nem pra comparar os dois times no momento. Enquanto San Antonio tá voando na segunda posição do Oeste, o Milwaukee tá patinando no 11º lugar do Leste com um triste 29-43. E pra piorar a situação dos Bucks, o Giannis tá fora por causa do tornozelo.

    Wemby dominando os rebotes

    Victor Wembanyama tá sendo um monstro nos rebotes — o cara tá pegando 11.2 por jogo e ajudando os Spurs a liderarem a liga com 47.0 rebotes por partida. É absurdo como esse francês tá evoluindo. Na última vez que os dois times se enfrentaram, em janeiro, foi ele quem comandou a vitória por 119-101 com 22 pontos.

    E não é só o Wemby não. De’Aaron Fox (que por sinal chegou via trade e tá se adaptando bem demais) tá contribuindo com 18.9 pontos por jogo. Olha, eu não esperava que essa dupla Fox-Wembanyama fosse funcionar tão rápido assim, mas tá dando certo.

    Milwaukee em crise total

    Do lado dos Bucks, a situação é complicada. Ryan Rollins virou o principal pontuador com 17.1 por jogo, mas convenhamos — quando um cara que a maioria nem conhece direito é seu cestinha, tem algo errado. Bobby Portis tá tentando segurar as pontas com 12.1 pontos, mas não dá.

    Nos últimos 10 jogos, Milwaukee ganhou apenas 2. DOIS! E ainda por cima tomando uma média de 123.1 pontos por partida. É de doer o coração de qualquer torcedor dos Bucks.

    Os Spurs, por outro lado, têm 9-1 nos últimos 10, fazendo uma média de 126.1 pontos. A diferença é gritante — enquanto San Antonio tá numa máquina ofensiva, Milwaukee não consegue parar ninguém na defesa.

    Vocês acham que os Bucks conseguem pelo menos fazer um jogo competitivo? Eu tenho minhas dúvidas, principalmente sem o Giannis. Fox pode estar com uns problemas nas costas (está listado como day-to-day), mas mesmo assim acho que os Spurs levam essa tranquilo e chegam nas oito vitórias seguidas.

  • Diabate manda a real sobre dirigir com LaMelo: ‘Hell nah!’

    Diabate manda a real sobre dirigir com LaMelo: ‘Hell nah!’

    Olha, eu já vi cada coisa na NBA, mas essa me pegou desprevenido. O Moussa Diabate, pivô do Charlotte Hornets, foi no podcast do Zach Lowe e simplesmente detonou as habilidades de motorista do companheiro de time LaMelo Ball. E cara, não foi sutil não.

    Quando perguntaram se ele já andou de carona com o LaMelo dirigindo, a resposta foi direta e cirúrgica: “Hell nah, nunca vou andar”. Pronto, acabou. O homem não quis nem saber de diplomacia — foi na lata mesmo.

    O acidente que virou lenda

    E não é que o Diabate tem razão? O LaMelo, que é um monstro na quadra (isso ninguém nega), aparentemente não tem a mesma habilidade no trânsito. Em fevereiro, o cara bateu aquele Hummer camuflado dele em outro carro lá em Charlotte. Felizmente ninguém se machucou, mas imagina a cena.

    O mais absurdo? No dia seguinte o maluco estava lá jogando normalmente contra o Houston Rockets. Perderam de 105 a 101, mas pelo menos ele estava inteiro. Prioridades, né?

    Sinceramente, eu entendo o Diabate. Se você viu os vídeos do LaMelo dirigindo que circularam na internet, também ia pensar duas vezes antes de entrar no carro com ele. O cara toma umas decisões questionáveis no volante que dão até arrepio.

    Hornets na briga pelos playoffs

    Mas vamos ao que realmente importa para nós, fãs de basquete: o Charlotte está na briga feia pelos playoffs. Com apenas nove jogos restantes na temporada regular, cada partida virou final.

    O LaMelo está fazendo a parte dele na quadra — 19.7 pontos, 4.8 rebotes e 7.1 assistências por jogo. Números sólidos para um cara de 24 anos que ainda tem muito a crescer. E vocês acham que os Hornets conseguem uma vaga no play-in? Eu tô meio cético, mas torcendo.

    No final das contas, o importante é que o LaMelo continue focado no basquete e talvez considere pegar umas aulinhas de direção nas férias. Pelo bem da segurança de Charlotte e, principalmente, pela paz de espírito do Diabate!

  • Kon Knueppel tá mudando tudo no Charlotte Hornets

    Kon Knueppel tá mudando tudo no Charlotte Hornets

    Gente, eu confesso que não esperava isso do Kon Knueppel quando ele foi draftado em 4º lugar. O cara simplesmente tá destruindo na NBA e transformando o Charlotte Hornets numa equipe que a gente realmente quer assistir — coisa que não acontecia há anos, vamos combinar.

    Olha só os números que esse moleque de 20 anos tá fazendo na temporada de estreia: 19.0 pontos, 5.3 rebotes e 3.4 assistências por jogo. Mas o mais absurdo mesmo é o arremesso de 3 — 43.6% de aproveitamento, que é o oitavo melhor da liga inteira. Monstro!

    O recorde que ninguém esperava

    E não para por aí. O Kon já quebrou o recorde histórico de cestas de 3 pontos para um rookie, com 247 bolas na rede (antes do jogo contra os Knicks). Cara, DUZENTAS E QUARENTA E SETE! Ele também foi o mais rápido da história a chegar em 100 e depois em 200 cestas de três numa temporada de estreia.

    A NBA até pediu pra ele ranquear cegamente as próprias conquistas da temporada — de 1 a 7, ele colocou: recorde de cestas de 3 para rookies, ajudar o Hornets na maior sequência de vitórias do século, competir no Torneio de Cestas de 3, ser o mais rápido a fazer 100 e 200 bolas de três, ser escolhido em 4º no Draft, liderar a NBA em cestas de 3 e ganhar quatro prêmios seguidos de Rookie do Mês da Conferência Leste.

    Depois ele até se arrependeu de não ter colocado a liderança da NBA em cestas de 3 mais alto no ranking. Sinceramente? Qualquer ordem tá valendo — são todas conquistas absurdas.

    Hornets virou outro time

    Mas sabe o que mais me impressiona? Como o Hornets mudou completamente com a chegada do Kon. Na temporada passada, eles eram a pior defesa da liga, fazendo só 105.1 pontos por jogo. Agora? 116.4 pontos, ficando no top da metade da tabela da NBA.

    E nas bolas de três então… Charlotte convertia apenas 33.9% na temporada passada (28º lugar). Com Knueppel chovendo de três, o time agora acerta 38.2% — terceiro melhor da liga!

    O mais importante: depois de três temporadas perdendo 55 jogos ou mais, o Hornets tá com 38 vitórias e 34 derrotas, a apenas dois jogos da sexta colocação do Leste. Cara, isso é transformação completa de cultura.

    Rookie of the Year na vista?

    Vocês acham que ele consegue levar o prêmio de Rookie do Ano? A disputa tá ficada com Cooper Flagg, que inclusive foi colega de quarto dele na Duke. Que história seria se dois ex-roommates disputassem o ROY, né?

    Além de tudo isso, o moleque ainda fechou um contrato de patrocínio massa com a Cheez-it. Tá vivendo o sonho americano mesmo.

    Na minha opinião, o que o Knueppel tá fazendo vai muito além dos números — ele trouxe esperança de volta pra uma torcida que tava completamente desanimada. E olha que eles tentam a terceira sequência de cinco vitórias do ano contra os Knicks. Será que rola?

  • Kawhi fala sobre regra dos 65 jogos após lesão do Cade

    Kawhi fala sobre regra dos 65 jogos após lesão do Cade

    Olha, o Kawhi Leonard tá tendo a melhor temporada da carreira dele — e isso é falar muito, considerando que o cara já foi Finals MVP duas vezes. Mas agora ele se viu no meio de uma polêmica que tá pegando fogo na NBA: essa regra dos 65 jogos mínimos pra ser elegível pros prêmios de fim de temporada.

    A situação ficou tensa mesmo depois que o Cade Cunningham, que tava voando pelos Pistons, sofreu um colapso pulmonar e vai ficar fora por tempo indeterminado. O moleque tem apenas 61 jogos na temporada, e precisa de mais quatro pra chegar nos 65. Sinceramente? É de partir o coração ver um cara que tá fazendo 24.5 pontos, quase 10 assistências e levando Detroit pro topo do Leste ficar de fora da briga pelos prêmios por causa de uma lesão.

    A visão do Kawhi sobre a regra

    Quando perguntaram pro Leonard sobre isso após o jogo de quarta-feira, ele foi direto ao ponto — e falou algumas verdades que muita gente não quer ouvir:

    “Acho que é ótimo pra liga, tentando evitar que os caras simplesmente não joguem”, disse o Kawhi. “Mas como eu já falei antes, não acho que essa regra vai fazer ninguém jogar se tiver realmente machucado. Não faz sentido tentar aguentar um jogo se você tá com dor chata ou tentando controlar alguma coisa.”

    E o cara tem razão, né? A gente sabe como é — quantas vezes já vimos jogadores forçando a barra e piorando lesões? O próprio Kawhi é expert no assunto de gerenciar o corpo.

    Numbers absurdos do Klaw

    Falando em Kawhi, os números dele essa temporada são de outro planeta: 28.3 pontos por jogo, 50.4% nos arremessos de quadra, 38.4% de três e — pasmem — 90.1% nos lances livres. Isso com 6.3 rebotes e 2.0 roubos de bola por partida.

    O mais maluco? Ele tá com 49 jogos consecutivos marcando pelo menos 20 pontos. É a segunda maior sequência ativa da liga, atrás só do Shai Gilgeous-Alexander. E detalhe: é a maior sequência de qualquer jogador com 30 anos ou mais na NBA atual.

    Leonard jogou 57 dos 73 jogos do Clippers até agora e precisa de oito dos nove últimos pra ser elegível pros prêmios. Fora uma ausência de 10 jogos por torção no tornozelo direito em novembro, ele tem se mantido relativamente saudável — que já é uma vitória considerando o histórico dele.

    O dilema dos prêmios individuais

    “São honras individuais e todo mundo tá trabalhando duro pra conseguir All-NBA, All-Defensive, DPOY, Most Improved e MVP”, completou o Kawhi. “Quando você consegue uma dessas premiações, sabe que seu trabalho duro meio que valeu a pena.”

    Vocês acham que a NBA deveria rever essa regra em casos de lesão como a do Cade? Porque uma coisa é load management estratégico, outra é um cara ter um colapso pulmonar no meio da temporada.

    O que mais me impressiona é como o Kawhi conseguiu dar a volta por cima depois de tantas críticas sobre ele “não jogar” nas temporadas passadas. Agora ele tá aí, mostrando que quando saudável, continua sendo um dos melhores jogadores do planeta. E olha que os Clippers conseguiram sair de um buraco que parecia impossível — muito por conta dessa fase monstro do Leonard.