Autor: Leandro Amorim

  • O podcast do Windhorst tá bombando: Lakers voando e Luka pistola

    O podcast do Windhorst tá bombando: Lakers voando e Luka pistola

    Cara, o The Hoop Collective do Brian Windhorst tá servindo cada análise que é um absurdo. O cara da ESPN junto com Tim Bontemps e Tim MacMahon estão dissecando a NBA de um jeito que dá até vontade de escutar três vezes por semana — segunda, quarta e sexta, religiosamente.

    E olha só o que eles andam falando ultimamente…

    Lakers em alta e Luka com os nervos à flor da pele

    Os Lakers estão numa sequência monstro, mano. Simplesmente não param de ganhar. E o mais louco? LeBron James aos 41 anos ainda tá voando em quadra. MacMahon falou uma coisa que me chamou atenção: “O choque é um cara de 41 anos ainda ser tão atlético assim.”

    Mas não é só isso não. O cara comentou que agora tem uma hierarquia bem definida no time e o LeBron tá curtindo essa função. Imagina só — em fevereiro ninguém dava nada pelos Lakers, e agora o pessoal tá até cogitando que o King pode ficar em LA mesmo.

    Agora, sobre o Luka Dončić… rapaz, o talento do moleque é inegável, mas essa história de ficar discutindo com árbitro tá complicada. MacMahon soltou o verbo: “As pessoas dos Mavs sabiam que, dependendo de quem tava na cidade, o Luka ia ficar nervoso naquela noite.”

    E não é só falta técnica não — o cara para de voltar pra defesa porque fica muito envolvido brigando com os zebras. Isso aí pode custar caro nos playoffs.

    Rockets com problemas e Cavs numa fase interessante

    Os Rockets tão numa sinuca de bico, galera. Bontemps foi direto ao ponto: “A realidade é que os Rockets não são bons o suficiente este ano.” Ouch.

    Mas calma, tem futuro brilhante pela frente. A questão é descobrir como Reed Sheppard, Amen Thompson e Alperen Şengün se encaixam. Esse trio tem potencial, mas precisam de tempo pra amadurecer.

    Já os Cavaliers estão numa fase interessante — não vou mentir, não esperava que eles se mantivessem tão competitivos após as mudanças que rolaram.

    E vocês, o que acham? Os Lakers conseguem manter esse ritmo até os playoffs? E o Luka, será que vai conseguir controlar esses ataques de fúria contra os árbitros na pós-temporada?

    Uma coisa é certa: com análises desse nível, o podcast do Windhorst virou parada obrigatória pra qualquer fã de NBA que se preze. O cara e a equipe dele estão entregando conteúdo de primeira, dissecando cada detalhe da liga de um jeito que só quem respira basquete 24/7 consegue fazer.

  • Haliburton zoa ex-Kentucky que viraram ‘torcedores’ do Arkansas

    Haliburton zoa ex-Kentucky que viraram ‘torcedores’ do Arkansas

    Cara, o Tyrese Haliburton simplesmente não perdoa. Logo depois da Iowa State passar o rodo no Kentucky na March Madness (82 a 63, uma surra histórica), o armador do Pacers foi lá no X dar aquela cutucada nos ex-jogadores de Kentucky que agora torcem pro Arkansas.

    E olha, ele não tava errado não. O tweet dele foi cirúrgico: “Fui mandar mensagem pros caras que jogaram em Kentucky sobre esse jogo e esqueci que eles agora se acham ex-alunos do Arkansas 🤣”

    A zoação tem fundamento

    A piada do Haliburton faz todo sentido quando você entende o contexto. Desde que o John Calipari saiu de Kentucky pra treinar Arkansas em 2024, vários jogadores que passaram por lá começaram a “torcer” pro Arkansas também. É meio bizarro, mas acontece.

    O Oklahoma City Thunder até postou um vídeo perguntando pros jogadores quem ia ganhar o torneio. O Shai Gilgeous-Alexander, que jogou com Calipari, falou “Arkansas ou Kentucky”. Já o Cason Wallace, que passou uma temporada em Kentucky, foi direto: “Arkansas”. Quando perguntaram se era por causa do “Coach Cal”, ele só confirmou com um “yeah” maroto.

    E não para por aí. O P.J. Washington visitou o Calipari no Arkansas usando uniforme dos Razorbacks em setembro. O Reed Sheppard foi mais criativo ainda: usou camisa do Arkansas com calça de Kentucky quando os times se enfrentaram. Sinceramente, acho que isso deve dar uma dor de cabeça danada nos fãs de Kentucky.

    Iowa State meteu o pé na jaca

    Mas voltando ao jogo que originou toda essa zoação — que jogaço da Iowa State! O Tamin Lipsey fez 26 pontos e ainda distribuiu 10 assistências com 5 roubos de bola. Desde 1986, só três caras conseguiram fazer 25+ pontos, 10+ assistências e 5+ roubos numa partida da March Madness. Monstro.

    O Milan Momcilovic também colaborou com 20 pontos numa apresentação coletiva absurda dos Cyclones. Kentucky tomou a maior surra num torneio da NCAA desde 1972 — imagina a vergonha.

    E o Haliburton, que jogou duas temporadas na Iowa State antes de se declarar pro draft em 2020, deve ter ficado orgulhoso pra caramba. Ele só jogou uma March Madness em 2019 e caiu na primeira rodada, então ver seu time antigo eliminando um gigante como Kentucky deve ter sido especial.

    Vocês acham que os ex-Kentucky vão responder essa provocação ou vão deixar quieto? Eu adoraria ver essa treta continuar nas redes sociais.

  • Markelle Fultz volta à NBA: Raptors apostam na redenção

    Markelle Fultz volta à NBA: Raptors apostam na redenção

    Cara, quem diria que em 2026 ainda estaríamos falando do Markelle Fultz? O moleque que foi primeira escolha geral em 2017 pelo Sixers acabou de assinar um contrato de 10 dias com o Toronto Raptors, e olha — eu tô torcendo pra dar certo dessa vez.

    Vocês lembram da saga toda, né? O garoto chegou sendo vendido como o próximo grande armador da liga, mas as lesões simplesmente destruíram os primeiros anos de carreira dele. Menos de 20 jogos em CADA uma das duas primeiras temporadas. Absurdo o azar que esse moleque teve.

    Da promessa ao ostracismo

    Fultz, que hoje tem 27 anos, passou a temporada passada no Sacramento Kings jogando apenas 21 partidas. Depois disso? G-League com o Raptors 905. É duro ver um cara que já foi primeira escolha geral tendo que provar seu valor na liga de desenvolvimento, mas pelo menos ele não desistiu.

    Na minha visão, a melhor fase dele foi mesmo em 2022-23 pelo Orlando Magic. 14 pontos e quase 6 assistências por jogo, aproveitamento de 51.4% nos arremessos. Nada espetacular, mas sólido. O cara se reinventou como um armador defensivo que sabe distribuir a bola — bem diferente daquele prospecto que prometia ser o próximo grande cestinha da liga.

    Timing perfeito para os Raptors

    E o timing dessa contratação? Perfeito. Os Raptors estão numa briga insana pra não cair no play-in da Conferência Leste, dividindo essa zona de perigo com Hawks, Sixers (ironia do destino), Magic, Heat e Hornets. Qualquer reforço nessa altura do campeonato pode fazer a diferença.

    Sinceramente, eu acho que o Fultz pode ajudar. O cara amadureceu, passou por perrengue e hoje sabe exatamente qual é o papel dele numa equipe NBA. Não vai ser aquele armador franchise que todo mundo esperava, mas pode ser um sexto homem competente que entra, joga duro na defesa e não faz besteira com a bola.

    E aí, vocês acham que ele consegue se firmar em Toronto? Dez dias pode parecer pouco, mas às vezes é tudo que um jogador precisa pra provar que ainda tem lugar na melhor liga de basquete do mundo.

  • Karim Lopez pode fazer história como 1º mexicano na 1ª rodada do Draft

    Karim Lopez pode fazer história como 1º mexicano na 1ª rodada do Draft

    Gente, acabou de rolar uma declaração que pode mudar a história do basquete latino-americano. Karim Lopez, o prospecto mexicano de apenas 18 anos (faz 19 em abril), oficialmente se declarou para o Draft da NBA 2026. E olha, não é qualquer declaração não — o cara é o 11º colocado no ranking geral da ESPN. Isso é coisa séria.

    “Foi meu sonho a vida inteira jogar na NBA”, disse Lopez numa entrevista. E papo reto, quando você vê um moleque de 6’9″ com envergadura de 7’1″ falando isso, você para pra prestar atenção. O cara literalmente desenhava ele mesmo jogando na NBA quando tinha 5 anos. Que mentalidade absurda é essa?

    Números que impressionam na NBL

    Lopez passou as duas últimas temporadas com o New Zealand Breakers na NBL australiana — e mano, ele não foi lá só pra passear. Nesta temporada: 11.9 pontos, 6.1 rebotes e 49% de aproveitamento de quadra em 25.6 minutos por jogo. Pode não parecer muito, mas quando você considera que ele estava jogando numa liga de homens feitos aos 18 anos…

    O mexicano ainda quebrou vários recordes dos Next Stars (programa para jovens talentos) na NBL. 358 pontos em 30 jogos como titular — recorde absoluto. Empatou o recorde de roubos de bola e tocos combinados com 66. O jogo de 32 pontos contra o Melbourne em janeiro? Pura magia.

    E tem mais: os Breakers podem ter feito campanha ruim (14-20), mas ganharam a primeira edição da Ignite Cup em fevereiro. Lopez foi peça fundamental nessa conquista, jogando ao lado de veteranos cascudos.

    O que os scouts estão vendo

    Sinceramente, é difícil não se empolgar com esse perfil. Um cara de 6’9″ que consegue driblar, criar jogadas e ainda tem pegada defensiva? Os scouts da NBA estão babando. A combinação de altura, envergadura e habilidade com a bola não é algo que você vê todo dia.

    Claro, ainda tem o que lapidar. O arremesso de três precisa melhorar (quem não precisa, né?) e a explosão atlética pode dar um salto. Mas cara, com 18 anos jogando contra homens de 30 na NBL? O potencial é gigantesco.

    “Quero mostrar às equipes da NBA quem eu sou”, declarou Lopez. E olha, jogando numa liga de homens não é moleza — qualquer um que acompanha basquete sabe disso. Mas segundo ele próprio, tem coisa que o pessoal ainda não viu.

    Fazendo história

    Aqui vem a parte mais emocionante: Lopez pode se tornar o primeiro jogador nascido no México a ser selecionado na primeira rodada do Draft da NBA. Isso é GIGANTE para o basquete latino-americano. O pai dele, Jesús Hiram Lopez, jogou pela seleção mexicana, então o DNA do basquete já vem de berço.

    Nascido em Hermosillo, Lopez se mudou para a Espanha aos 14 anos para jogar no Joventut Badalona antes de partir para a Oceania. Uma jornada que mostra a fome que esse moleque tem.

    “Meu objetivo é inspirar os jovens no México”, disse ele. “Mostrar que não importa de onde você vem.” Cara, que responsabilidade linda essa, né? Imagina quantos moleques mexicanos vão se inspirar se ele conseguir?

    O Draft Combine rola entre 10 e 17 de maio em Chicago, e o Draft mesmo acontece no final de junho. Vocês acham que ele consegue mesmo entrar na primeira rodada? Eu tô torcendo muito — seria histórico demais.

  • As 10 melhores e piores contratações da NBA desde o ano passado

    As 10 melhores e piores contratações da NBA desde o ano passado

    Cara, que temporada maluca foi essa, não é? Desde as finais do ano passado até agora, os times da NBA fizeram centenas de movimentações — umas geniais, outras completamente desastrosas. E olha, como fã que acompanha tudo isso religiosamente, eu fico impressionado como algumas apostas deram super certo enquanto outras… bem, melhor nem falar.

    Vou ser sincero com vocês: julgar essas contratações é sempre complicado porque tem que separar o que parecia bom na época do que realmente funcionou na quadra. Às vezes aquela contratação que todo mundo criticou virou ouro, e aquela que parecia certeira se transformou numa bomba.

    As contratações que deram mais certo

    Jose Alvarado pros Knicks — Mano, essa foi cirúrgica. O cara chegou no deadline por mixaria (Dalen Terry, duas picks de segunda rodada e cash) e simplesmente encaixou como uma luva. Plus-11.8 de rating quando tá em quadra? É o melhor do time! O Madison Square Garden deve estar amando esse moleque.

    O único problema agora é que Mike Brown vai ter que quebrar a cabeça pra montar a rotação dos playoffs com tanto guard bom. Mas que problema bom de se ter, né?

    De’Anthony Melton voltando pros Warriors — Essa história é maluca. O cara jogou só 6 jogos na temporada passada por causa do joelho, Golden State usou o salário dele numa troca, e depois… trouxe ele de volta por mixaria! US$ 3.1 milhões. TRÊS VÍRGULA UM!

    Desde que voltou em dezembro, o Melton tem sido monstro. Plus-6.0 de net rating, só atrás do Jimmy Butler no time. E se o Curry conseguir voltar a tempo dos playoffs (que joelho complicado esse), imagina essa dupla de armação.

    Luke Kornet pros Spurs — Olha, pode não parecer a contratação mais sexy do mundo, mas faz todo sentido. Quatro anos, US$ 40.7 milhões pra ser o backup do Wembanyama. E tem funcionado perfeitamente.

    Vocês sabem como é importante ter alguém confiável pra quando a estrela descansa, né? Quantas vezes não vimos o Denver despencar quando o Jokic sai de quadra? Os Spurs resolveram esse problema com o Kornet.

    E as que não deram certo…

    Bom, a lista das piores também tem suas pérolas. Mas essa é a beleza da NBA — nunca sabemos o que vai rolar. Uma hora você tá celebrando uma super contratação, na outra tá vendo ela virar pesadelo.

    O que vocês acham dessas movimentações? Tem alguma que surpreendeu vocês — pra melhor ou pior? Eu continuo achando que avaliar GM é uma das coisas mais difíceis no esporte, porque às vezes a diferença entre sucesso e fracasso é só azar com lesão ou química de vestiário.

    Uma coisa é certa: essa offseason prometia e entregou drama. E olha que ainda nem chegamos nos playoffs — imagino quantas dessas contratações vão ser testadas de verdade quando a pressão subir lá em abril e maio.

  • Fultz volta pra NBA! Ex-primeira escolha assina com os Raptors

    Fultz volta pra NBA! Ex-primeira escolha assina com os Raptors

    Olha só quem tá de volta! Markelle Fultz, aquele mesmo que foi primeira escolha geral do draft de 2017, acabou de assinar um contrato de 10 dias com o Toronto Raptors. Sinceramente? Eu não esperava essa.

    O cara passou a temporada toda na G League jogando pelo Raptors 905 — meio que testando as águas, né? E agora aos 27 anos, tá ganhando mais uma chance na liga. A última vez que vimos ele na NBA foi temporada passada, quando jogou 21 partidas pelo Sacramento Kings.

    A montanha-russa da carreira do Fultz

    Cara, a história desse moleque é de dar dó e admirar ao mesmo tempo. Lembram quando os Sixers pegaram ele como número 1? Todo mundo achava que seria o próximo Russell Westbrook. Aí veio aquela lesão estranha no ombro que simplesmente destruiu o arremesso dele.

    Nas duas primeiras temporadas, o cara mal conseguiu jogar — menos de 20 jogos em cada uma. Foi uma loucura total. Mas ó, o que eu mais admiro no Fultz é que ele nunca desistiu.

    A melhor fase dele foi em Orlando, na temporada 2022-23. O monstro fez 14 pontos e quase 6 assistências por jogo, acertando mais de 51% dos arremessos. Nada mal pra quem quase teve a carreira acabada, né?

    Encaixe perfeito no momento dos Raptors?

    E olha que timing interessante dos Raptors. O time tá numa briga insana pra não cair no play-in do Leste, disputando vaga com Hawks, Sixers, Magic, Heat e Hornets. Todo mundo grudadinho na tabela.

    Fultz hoje é um cara completamente diferente daquele rookie assombrado. Virou um armador defensivo muito sólido, que sabe movimentar a bola e não força jogada ruim. Não tem mais aquele arremesso de 3 pontos devastador que prometia, mas compensou virando um jogador inteligente.

    Vocês acham que ele consegue ajudar Toronto nessa reta final? Eu tô curioso pra ver como vai ser essa volta. Dez dias não é muito tempo, mas às vezes é tudo que um jogador precisa pra mostrar que ainda tem lenha pra queimar.

    No final das contas, torço pelo cara. Já passou por tanta coisa que merece pelo menos essa chance de mostrar que ainda pode contribuir na melhor liga de basquete do mundo.

  • Luka x LeBron: a dupla que tá assombrando a NBA é real?

    Luka x LeBron: a dupla que tá assombrando a NBA é real?

    Cara, eu confesso que não esperava essa. Quando rolaram os rumores do Luka indo pros Lakers, pensei “mais uma especulação maluca da internet”. Mas olha só o que tá acontecendo em Los Angeles — essa dupla com o LeBron tá funcionando de um jeito que ninguém imaginava.

    O Brian Windhorst e a galera do Hoop Collective da ESPN destrincharam essa situação toda nos últimos episódios do podcast, e sinceramente, os caras levantaram umas questões que tão mexendo com a minha cabeça de fã.

    LeBron aos 41: ainda é um monstro

    Vamos combinar: ver o LeBron James aos 41 anos ainda mandando dessa forma é simplesmente absurdo. O Tim MacMahon falou uma parada que resume tudo: “O choque é um cara de 41 anos ainda ser tão atlético assim”. E não é só isso — ele tá se adaptando numa boa ao papel de segundo violino.

    MacMahon comentou que em fevereiro ninguém acreditava que o LeBron ficaria em LA, mas agora? “Eles tão se curtindo, a química deu uma volta de 180 graus”. Essa mudança de postura do Rei me lembra muito o que rolou quando ele foi pra Miami a primeira vez — às vezes você precisa dividir o protagonismo pra ganhar.

    E vocês, tão comprando essa história de que o LeBron realmente aceitou ser coadjuvante?

    Luka: gênio em quadra, problema fora dela

    Agora, o Luka Doncic é outro caso. O cara joga um absurdo, mas essa história de técnica atrás de técnica tá virando um problemão. MacMahon foi direto ao ponto: “As pessoas dos Mavericks sabiam que, dependendo de quem tava na cidade, o Luka ia estar instável naquela noite”.

    Olha, eu entendo a frustração. Jogar na NBA com toda essa pressão não deve ser mole. Mas quando você não volta pra defesa porque tá discutindo com o árbitro, aí complica. É isso que tá segurando o cara de ser ainda maior — e olha que ele já é um monstro.

    O negócio é que, segundo o MacMahon, não é só questão de jogo. Às vezes são problemas pessoais, às vezes é coisa dentro da franquia. O cara descarrega tudo nos árbitros, e isso tá prejudicando não só ele, mas o time todo.

    Rockets: futuro brilhante, presente complicado

    Já falando dos Houston Rockets, a situação é meio frustrante. O Tim Bontemps foi realista: “A realidade é que os Rockets não são bons o suficiente este ano”. Doeu, mas é verdade.

    O futuro com Reed Sheppard, Amen Thompson e Alperen Sengun pode ser interessante — a questão é descobrir como essa galera se encaixa junta. Mas pra essa temporada? Complicado competir com os grandes do Oeste.

    Esse negócio de não conseguir fechar jogos em momentos decisivos tá matando qualquer chance deles. É aquela velha história: time jovem com muito potencial, mas ainda falta maturidade pra disputar com Lakers, Warriors e companhia.

    O que mais me impressiona nessa temporada é como a NBA tá imprevisível. Quem diria que veríamos o LeBron se adaptando tão bem aos 41, o Luka brilhando em LA, e os Rockets lutando pra se encontrar? Basquete é isso aí — sempre nos surpreendendo.

  • Fultz, ex-1ª escolha do draft, volta à NBA com contrato de 10 dias

    Fultz, ex-1ª escolha do draft, volta à NBA com contrato de 10 dias

    Olha só quem tá voltando: Markelle Fultz assinou um contrato de 10 dias com o Toronto Raptors. Sim, o mesmo cara que foi a primeira escolha geral do draft de 2017 e que teve uma trajetória bem… complicada na liga.

    Fultz, que hoje tem 27 anos, passou a temporada na G League defendendo o Raptors 905. O cara ficou longe das quadras da NBA desde a temporada passada, quando jogou apenas 21 partidas pelo Sacramento Kings. E convenhamos, não foi exatamente uma temporada marcante.

    A montanha-russa da carreira

    Mano, a história do Fultz é de dar dó mesmo. Quando foi draftado pelos Sixers em 2017, todo mundo achava que seria o próximo grande armador da liga. Mas as lesões simplesmente acabaram com os primeiros anos dele — menos de 20 jogos em cada uma das duas primeiras temporadas. Isso é absurdo pra qualquer jogador, imagina pra uma primeira escolha.

    Mas o cara não desistiu, e isso eu respeito muito. Depois que foi pra Orlando, conseguiu se reinventar um pouco. A melhor temporada dele foi em 2022-23, quando fez 14 pontos e 5.7 assistências por jogo, com impressionantes 51.4% nos arremessos de quadra. Nada mal, né?

    O que ele pode oferecer pros Raptors?

    Hoje em dia, o Fultz virou um armador mais focado na defesa e na distribuição de bolas. Não é mais aquele cara que ia ser o próximo grande cestinha da liga, mas evoluiu pra ser um jogador sólido que faz o time funcionar.

    Os Raptors tão numa briga danada no Leste — disputando vaga no play-in com Hawks, Sixers, Magic, Heat e Hornets. Qualquer reforço pode fazer diferença nessa reta final, mesmo que seja só por 10 dias.

    Sinceramente? Eu torço pro cara dar certo. A NBA fica mais interessante quando jogadores que passaram por perrengue conseguem se reerguer. E vocês, acham que o Fultz consegue ajudar Toronto nessa briga pela pós-temporada?

  • Os 20 negócios mais loucos da NBA: sucessos e fracassos do ano

    Os 20 negócios mais loucos da NBA: sucessos e fracassos do ano

    Olha, todo ano é a mesma coisa na NBA. Os times fazem centenas de trocas, contratações e negócios malucos, e a gente fica aqui tentando entender quem acertou e quem se deu mal. Com a temporada 2025-26 chegando ao fim, chegou a hora de dar uma olhada nos extremos — os 10 melhores e os 10 piores negócios desde as Finals do ano passado.

    José Alvarado nos Knicks — que contratação genial

    Cara, quando os Knicks pegaram o José Alvarado no meio da temporada (só custou o Dalen Terry, duas escolhas de segunda rodada e uns trocados), todo mundo sabia que ia dar liga. E deu mesmo! O cara tem um net rating de +11.8 quando está em quadra — o melhor do time todo. Absurdo.

    O problema agora é que o técnico Mike Brown vai ter que quebrar a cabeça pra montar a rotação dos playoffs. Tem guardar pra caramba no elenco, e ainda tem o Miles McBride voltando de cirurgia. Mas uma coisa é certa: a galera do Madison Square Garden vai enlouquecer com o Alvarado.

    Warriors acertaram em cheio com De’Anthony Melton

    Esse aqui é interessante. O Melton sempre foi daqueles caras que os números avançados amam, mas na temporada passada só jogou 6 jogos por causa de uma lesão no joelho. Os Warriors foram espertos: usaram o salário dele numa troca no meio da temporada, depois trouxeram de volta por apenas $3,1 milhões.

    Desde que voltou em dezembro, o cara tem sido um dos melhores coadjuvantes da liga. Com ele em quadra, Golden State tem +6.0 de net rating — segundo melhor do time, só atrás do Jimmy Butler III (sim, ele foi parar lá também).

    A questão é: as esperanças dos Warriors nos playoffs dependem do Stephen Curry, que tá fora desde janeiro com problema no joelho. Se o Curry voltar, o Melton vai ser a dupla perfeita pra ele no backcourt.

    San Antonio fez bonito com Luke Kornet

    Quando não tá escrevendo no blog dele (sim, o cara tem blog), o Kornet é exatamente o que você quer num reserva de centro. Veio do título de 2024 e assinou por 4 anos, $40,7 milhões com os Spurs. E tá encaixando perfeitamente atrás do Victor Wembanyama.

    Vocês sabem como é: a diferença entre ganhar um título ou cair cedo nos playoffs pode estar justamente em conseguir se manter competitivo quando o craque descansa. Os Nuggets que o digam, sempre sofrendo quando o Jokić sai de quadra.

    Sinceramente, acho que os Spurs fizeram um negócio cirúrgico. Ter alguém confiável pra dar folga pro Wemby pode ser decisivo na pós-temporada. É aquela história: não precisa ser espetacular, só precisa não entregar o ouro pro adversário.

    E aí, pessoal, qual desses negócios vocês acham que vai fazer mais diferença nos playoffs?

  • Jazz e Wizards têm ouro no mercado do fantasy: vale pegar?

    Jazz e Wizards têm ouro no mercado do fantasy: vale pegar?

    Cara, enquanto todo mundo tá grudado na March Madness, aqui no fantasy basketball a coisa tá pegando fogo! Os playoffs estão rolando e é agora que você precisa garimpear esses jogadores disponíveis que podem ser a diferença entre levar o título ou ficar só no quase.

    E olha, tem umas pérolas no mercado que vocês precisam conhecer. Vamos aos destaques:

    Kennedy Chandler resolve no Jazz

    Mano, o Kennedy Chandler simplesmente chegou no Utah Jazz com contrato de 10 dias e meteu 19 pontos, 5 rebotes e 4 assistências em 37 minutos no primeiro jogo. Absurdo! Com Isaiah Collier e Keyonte George machucados (ambos com problema no posterior da coxa), o cara pode ter mais chances pela frente.

    Sinceramente, não esperava essa explosão logo de cara. O moleque tem apenas 0,9% de ownership nas ligas da ESPN – ou seja, tá praticamente livre no mercado. Se você precisa de armador, corre atrás!

    Bilal Coulibaly voltando com tudo

    O francês do Washington perdeu alguns jogos por conta de uma lesão no calcanhar, mas voltou sem perder o ritmo. Nos últimos cinco jogos, o cara tá metendo 19,2 pontos por partida, com 2,6 bolas de três e quase 3 roubos+tocos combinados.

    E aí, vocês lembram quando todo mundo duvidava do potencial dele? Pois é, tá aí provando que tem muito basquete pra mostrar. Com apenas 25,5% de ownership, ainda dá pra pescar ele em várias ligas.

    Outras apostas que podem dar certo

    Ayo Dosunmu virou titular no Minnesota com Anthony Edwards lesionado e tá voando – cinco jogos seguidos com pelo menos 17 pontos. Gary Payton II continua sendo aquele jogador completo que faz de tudo um pouquinho no Golden State.

    Na frente, P.J. Washington assumiu o protagonismo no Dallas depletado e tá mandando 20+ pontos nos últimos quatro jogos. E se vocês precisam de rebotes e tocos, Yves Missi no New Orleans tem pegado duplo-duplo em rebotes com pelo menos 3 tocos em quatro dos últimos cinco.

    Olha, eu sempre falo: playoff de fantasy é sobre timing e coragem pra apostar nos caras certos. Qual desses vocês acham que vale mais o risco?