Autor: Leandro Amorim

  • As 10 melhores e piores contratações da NBA desde o ano passado

    As 10 melhores e piores contratações da NBA desde o ano passado

    Cara, que temporada maluca foi essa, não é? Desde as finais do ano passado até agora, os times da NBA fizeram centenas de movimentações — umas geniais, outras completamente desastrosas. E olha, como fã que acompanha tudo isso religiosamente, eu fico impressionado como algumas apostas deram super certo enquanto outras… bem, melhor nem falar.

    Vou ser sincero com vocês: julgar essas contratações é sempre complicado porque tem que separar o que parecia bom na época do que realmente funcionou na quadra. Às vezes aquela contratação que todo mundo criticou virou ouro, e aquela que parecia certeira se transformou numa bomba.

    As contratações que deram mais certo

    Jose Alvarado pros Knicks — Mano, essa foi cirúrgica. O cara chegou no deadline por mixaria (Dalen Terry, duas picks de segunda rodada e cash) e simplesmente encaixou como uma luva. Plus-11.8 de rating quando tá em quadra? É o melhor do time! O Madison Square Garden deve estar amando esse moleque.

    O único problema agora é que Mike Brown vai ter que quebrar a cabeça pra montar a rotação dos playoffs com tanto guard bom. Mas que problema bom de se ter, né?

    De’Anthony Melton voltando pros Warriors — Essa história é maluca. O cara jogou só 6 jogos na temporada passada por causa do joelho, Golden State usou o salário dele numa troca, e depois… trouxe ele de volta por mixaria! US$ 3.1 milhões. TRÊS VÍRGULA UM!

    Desde que voltou em dezembro, o Melton tem sido monstro. Plus-6.0 de net rating, só atrás do Jimmy Butler no time. E se o Curry conseguir voltar a tempo dos playoffs (que joelho complicado esse), imagina essa dupla de armação.

    Luke Kornet pros Spurs — Olha, pode não parecer a contratação mais sexy do mundo, mas faz todo sentido. Quatro anos, US$ 40.7 milhões pra ser o backup do Wembanyama. E tem funcionado perfeitamente.

    Vocês sabem como é importante ter alguém confiável pra quando a estrela descansa, né? Quantas vezes não vimos o Denver despencar quando o Jokic sai de quadra? Os Spurs resolveram esse problema com o Kornet.

    E as que não deram certo…

    Bom, a lista das piores também tem suas pérolas. Mas essa é a beleza da NBA — nunca sabemos o que vai rolar. Uma hora você tá celebrando uma super contratação, na outra tá vendo ela virar pesadelo.

    O que vocês acham dessas movimentações? Tem alguma que surpreendeu vocês — pra melhor ou pior? Eu continuo achando que avaliar GM é uma das coisas mais difíceis no esporte, porque às vezes a diferença entre sucesso e fracasso é só azar com lesão ou química de vestiário.

    Uma coisa é certa: essa offseason prometia e entregou drama. E olha que ainda nem chegamos nos playoffs — imagino quantas dessas contratações vão ser testadas de verdade quando a pressão subir lá em abril e maio.

  • Fultz volta pra NBA! Ex-primeira escolha assina com os Raptors

    Fultz volta pra NBA! Ex-primeira escolha assina com os Raptors

    Olha só quem tá de volta! Markelle Fultz, aquele mesmo que foi primeira escolha geral do draft de 2017, acabou de assinar um contrato de 10 dias com o Toronto Raptors. Sinceramente? Eu não esperava essa.

    O cara passou a temporada toda na G League jogando pelo Raptors 905 — meio que testando as águas, né? E agora aos 27 anos, tá ganhando mais uma chance na liga. A última vez que vimos ele na NBA foi temporada passada, quando jogou 21 partidas pelo Sacramento Kings.

    A montanha-russa da carreira do Fultz

    Cara, a história desse moleque é de dar dó e admirar ao mesmo tempo. Lembram quando os Sixers pegaram ele como número 1? Todo mundo achava que seria o próximo Russell Westbrook. Aí veio aquela lesão estranha no ombro que simplesmente destruiu o arremesso dele.

    Nas duas primeiras temporadas, o cara mal conseguiu jogar — menos de 20 jogos em cada uma. Foi uma loucura total. Mas ó, o que eu mais admiro no Fultz é que ele nunca desistiu.

    A melhor fase dele foi em Orlando, na temporada 2022-23. O monstro fez 14 pontos e quase 6 assistências por jogo, acertando mais de 51% dos arremessos. Nada mal pra quem quase teve a carreira acabada, né?

    Encaixe perfeito no momento dos Raptors?

    E olha que timing interessante dos Raptors. O time tá numa briga insana pra não cair no play-in do Leste, disputando vaga com Hawks, Sixers, Magic, Heat e Hornets. Todo mundo grudadinho na tabela.

    Fultz hoje é um cara completamente diferente daquele rookie assombrado. Virou um armador defensivo muito sólido, que sabe movimentar a bola e não força jogada ruim. Não tem mais aquele arremesso de 3 pontos devastador que prometia, mas compensou virando um jogador inteligente.

    Vocês acham que ele consegue ajudar Toronto nessa reta final? Eu tô curioso pra ver como vai ser essa volta. Dez dias não é muito tempo, mas às vezes é tudo que um jogador precisa pra mostrar que ainda tem lenha pra queimar.

    No final das contas, torço pelo cara. Já passou por tanta coisa que merece pelo menos essa chance de mostrar que ainda pode contribuir na melhor liga de basquete do mundo.

  • Luka x LeBron: a dupla que tá assombrando a NBA é real?

    Luka x LeBron: a dupla que tá assombrando a NBA é real?

    Cara, eu confesso que não esperava essa. Quando rolaram os rumores do Luka indo pros Lakers, pensei “mais uma especulação maluca da internet”. Mas olha só o que tá acontecendo em Los Angeles — essa dupla com o LeBron tá funcionando de um jeito que ninguém imaginava.

    O Brian Windhorst e a galera do Hoop Collective da ESPN destrincharam essa situação toda nos últimos episódios do podcast, e sinceramente, os caras levantaram umas questões que tão mexendo com a minha cabeça de fã.

    LeBron aos 41: ainda é um monstro

    Vamos combinar: ver o LeBron James aos 41 anos ainda mandando dessa forma é simplesmente absurdo. O Tim MacMahon falou uma parada que resume tudo: “O choque é um cara de 41 anos ainda ser tão atlético assim”. E não é só isso — ele tá se adaptando numa boa ao papel de segundo violino.

    MacMahon comentou que em fevereiro ninguém acreditava que o LeBron ficaria em LA, mas agora? “Eles tão se curtindo, a química deu uma volta de 180 graus”. Essa mudança de postura do Rei me lembra muito o que rolou quando ele foi pra Miami a primeira vez — às vezes você precisa dividir o protagonismo pra ganhar.

    E vocês, tão comprando essa história de que o LeBron realmente aceitou ser coadjuvante?

    Luka: gênio em quadra, problema fora dela

    Agora, o Luka Doncic é outro caso. O cara joga um absurdo, mas essa história de técnica atrás de técnica tá virando um problemão. MacMahon foi direto ao ponto: “As pessoas dos Mavericks sabiam que, dependendo de quem tava na cidade, o Luka ia estar instável naquela noite”.

    Olha, eu entendo a frustração. Jogar na NBA com toda essa pressão não deve ser mole. Mas quando você não volta pra defesa porque tá discutindo com o árbitro, aí complica. É isso que tá segurando o cara de ser ainda maior — e olha que ele já é um monstro.

    O negócio é que, segundo o MacMahon, não é só questão de jogo. Às vezes são problemas pessoais, às vezes é coisa dentro da franquia. O cara descarrega tudo nos árbitros, e isso tá prejudicando não só ele, mas o time todo.

    Rockets: futuro brilhante, presente complicado

    Já falando dos Houston Rockets, a situação é meio frustrante. O Tim Bontemps foi realista: “A realidade é que os Rockets não são bons o suficiente este ano”. Doeu, mas é verdade.

    O futuro com Reed Sheppard, Amen Thompson e Alperen Sengun pode ser interessante — a questão é descobrir como essa galera se encaixa junta. Mas pra essa temporada? Complicado competir com os grandes do Oeste.

    Esse negócio de não conseguir fechar jogos em momentos decisivos tá matando qualquer chance deles. É aquela velha história: time jovem com muito potencial, mas ainda falta maturidade pra disputar com Lakers, Warriors e companhia.

    O que mais me impressiona nessa temporada é como a NBA tá imprevisível. Quem diria que veríamos o LeBron se adaptando tão bem aos 41, o Luka brilhando em LA, e os Rockets lutando pra se encontrar? Basquete é isso aí — sempre nos surpreendendo.

  • Fultz, ex-1ª escolha do draft, volta à NBA com contrato de 10 dias

    Fultz, ex-1ª escolha do draft, volta à NBA com contrato de 10 dias

    Olha só quem tá voltando: Markelle Fultz assinou um contrato de 10 dias com o Toronto Raptors. Sim, o mesmo cara que foi a primeira escolha geral do draft de 2017 e que teve uma trajetória bem… complicada na liga.

    Fultz, que hoje tem 27 anos, passou a temporada na G League defendendo o Raptors 905. O cara ficou longe das quadras da NBA desde a temporada passada, quando jogou apenas 21 partidas pelo Sacramento Kings. E convenhamos, não foi exatamente uma temporada marcante.

    A montanha-russa da carreira

    Mano, a história do Fultz é de dar dó mesmo. Quando foi draftado pelos Sixers em 2017, todo mundo achava que seria o próximo grande armador da liga. Mas as lesões simplesmente acabaram com os primeiros anos dele — menos de 20 jogos em cada uma das duas primeiras temporadas. Isso é absurdo pra qualquer jogador, imagina pra uma primeira escolha.

    Mas o cara não desistiu, e isso eu respeito muito. Depois que foi pra Orlando, conseguiu se reinventar um pouco. A melhor temporada dele foi em 2022-23, quando fez 14 pontos e 5.7 assistências por jogo, com impressionantes 51.4% nos arremessos de quadra. Nada mal, né?

    O que ele pode oferecer pros Raptors?

    Hoje em dia, o Fultz virou um armador mais focado na defesa e na distribuição de bolas. Não é mais aquele cara que ia ser o próximo grande cestinha da liga, mas evoluiu pra ser um jogador sólido que faz o time funcionar.

    Os Raptors tão numa briga danada no Leste — disputando vaga no play-in com Hawks, Sixers, Magic, Heat e Hornets. Qualquer reforço pode fazer diferença nessa reta final, mesmo que seja só por 10 dias.

    Sinceramente? Eu torço pro cara dar certo. A NBA fica mais interessante quando jogadores que passaram por perrengue conseguem se reerguer. E vocês, acham que o Fultz consegue ajudar Toronto nessa briga pela pós-temporada?

  • Os 20 negócios mais loucos da NBA: sucessos e fracassos do ano

    Os 20 negócios mais loucos da NBA: sucessos e fracassos do ano

    Olha, todo ano é a mesma coisa na NBA. Os times fazem centenas de trocas, contratações e negócios malucos, e a gente fica aqui tentando entender quem acertou e quem se deu mal. Com a temporada 2025-26 chegando ao fim, chegou a hora de dar uma olhada nos extremos — os 10 melhores e os 10 piores negócios desde as Finals do ano passado.

    José Alvarado nos Knicks — que contratação genial

    Cara, quando os Knicks pegaram o José Alvarado no meio da temporada (só custou o Dalen Terry, duas escolhas de segunda rodada e uns trocados), todo mundo sabia que ia dar liga. E deu mesmo! O cara tem um net rating de +11.8 quando está em quadra — o melhor do time todo. Absurdo.

    O problema agora é que o técnico Mike Brown vai ter que quebrar a cabeça pra montar a rotação dos playoffs. Tem guardar pra caramba no elenco, e ainda tem o Miles McBride voltando de cirurgia. Mas uma coisa é certa: a galera do Madison Square Garden vai enlouquecer com o Alvarado.

    Warriors acertaram em cheio com De’Anthony Melton

    Esse aqui é interessante. O Melton sempre foi daqueles caras que os números avançados amam, mas na temporada passada só jogou 6 jogos por causa de uma lesão no joelho. Os Warriors foram espertos: usaram o salário dele numa troca no meio da temporada, depois trouxeram de volta por apenas $3,1 milhões.

    Desde que voltou em dezembro, o cara tem sido um dos melhores coadjuvantes da liga. Com ele em quadra, Golden State tem +6.0 de net rating — segundo melhor do time, só atrás do Jimmy Butler III (sim, ele foi parar lá também).

    A questão é: as esperanças dos Warriors nos playoffs dependem do Stephen Curry, que tá fora desde janeiro com problema no joelho. Se o Curry voltar, o Melton vai ser a dupla perfeita pra ele no backcourt.

    San Antonio fez bonito com Luke Kornet

    Quando não tá escrevendo no blog dele (sim, o cara tem blog), o Kornet é exatamente o que você quer num reserva de centro. Veio do título de 2024 e assinou por 4 anos, $40,7 milhões com os Spurs. E tá encaixando perfeitamente atrás do Victor Wembanyama.

    Vocês sabem como é: a diferença entre ganhar um título ou cair cedo nos playoffs pode estar justamente em conseguir se manter competitivo quando o craque descansa. Os Nuggets que o digam, sempre sofrendo quando o Jokić sai de quadra.

    Sinceramente, acho que os Spurs fizeram um negócio cirúrgico. Ter alguém confiável pra dar folga pro Wemby pode ser decisivo na pós-temporada. É aquela história: não precisa ser espetacular, só precisa não entregar o ouro pro adversário.

    E aí, pessoal, qual desses negócios vocês acham que vai fazer mais diferença nos playoffs?

  • Jazz e Wizards têm ouro no mercado do fantasy: vale pegar?

    Jazz e Wizards têm ouro no mercado do fantasy: vale pegar?

    Cara, enquanto todo mundo tá grudado na March Madness, aqui no fantasy basketball a coisa tá pegando fogo! Os playoffs estão rolando e é agora que você precisa garimpear esses jogadores disponíveis que podem ser a diferença entre levar o título ou ficar só no quase.

    E olha, tem umas pérolas no mercado que vocês precisam conhecer. Vamos aos destaques:

    Kennedy Chandler resolve no Jazz

    Mano, o Kennedy Chandler simplesmente chegou no Utah Jazz com contrato de 10 dias e meteu 19 pontos, 5 rebotes e 4 assistências em 37 minutos no primeiro jogo. Absurdo! Com Isaiah Collier e Keyonte George machucados (ambos com problema no posterior da coxa), o cara pode ter mais chances pela frente.

    Sinceramente, não esperava essa explosão logo de cara. O moleque tem apenas 0,9% de ownership nas ligas da ESPN – ou seja, tá praticamente livre no mercado. Se você precisa de armador, corre atrás!

    Bilal Coulibaly voltando com tudo

    O francês do Washington perdeu alguns jogos por conta de uma lesão no calcanhar, mas voltou sem perder o ritmo. Nos últimos cinco jogos, o cara tá metendo 19,2 pontos por partida, com 2,6 bolas de três e quase 3 roubos+tocos combinados.

    E aí, vocês lembram quando todo mundo duvidava do potencial dele? Pois é, tá aí provando que tem muito basquete pra mostrar. Com apenas 25,5% de ownership, ainda dá pra pescar ele em várias ligas.

    Outras apostas que podem dar certo

    Ayo Dosunmu virou titular no Minnesota com Anthony Edwards lesionado e tá voando – cinco jogos seguidos com pelo menos 17 pontos. Gary Payton II continua sendo aquele jogador completo que faz de tudo um pouquinho no Golden State.

    Na frente, P.J. Washington assumiu o protagonismo no Dallas depletado e tá mandando 20+ pontos nos últimos quatro jogos. E se vocês precisam de rebotes e tocos, Yves Missi no New Orleans tem pegado duplo-duplo em rebotes com pelo menos 3 tocos em quatro dos últimos cinco.

    Olha, eu sempre falo: playoff de fantasy é sobre timing e coragem pra apostar nos caras certos. Qual desses vocês acham que vale mais o risco?

  • Os caras que podem salvar seu fantasy: Chandler e Coulibaly bombando

    Os caras que podem salvar seu fantasy: Chandler e Coulibaly bombando

    Olha, eu sei que todo mundo tá vidrado no March Madness, mas quem joga fantasy basketball sabe — é agora que a porca torce o rabo. Playoffs do fantasy, meus amigos. E se você tá naquela correria atrás de jogadores disponíveis pra fechar sua escalação, tenho umas indicações que podem te ajudar a levantar o troféu.

    Porque, convenhamos, não adianta ter montado um timaço durante a temporada se na reta final você não souber garimpar essas pérolas escondidas no waiver wire.

    Os armadores que tão salvando a pátria

    Kennedy Chandler (Utah Jazz) — Cara, esse moleque assinou um contrato de 10 dias e já chegou metendo 19 pontos, 5 rebotes e 4 assistências em 37 minutos. Absurdo! Com Isaiah Collier e Keyonte George machucados, o Chandler pode ser o cara que você tava procurando. Só 0,9% dos times têm ele — corre atrás!

    Daniss Jenkins (Detroit Pistons) também tá aproveitando a chance com Cade Cunningham fora. Nas últimas três, o cara tá fazendo 15,3 pontos e 6,7 assistências por jogo. Não é monstro, mas ajuda.

    Na ala, tem coisa boa rolando

    Ayo Dosunmu no Minnesota — meu Deus, que fase! Cinco jogos consecutivos com pelo menos 17 pontos, média de 19,3 pontos nos últimos cinco. Com Anthony Edwards machucado, o cara virou titular e tá voando. Se você tem slot, pega.

    Agora, Bilal Coulibaly (Washington Wizards) é minha indicação mais forte da semana. Sinceramente, não entendo como só 25% dos times têm esse moleque. Voltou da contusão no calcanhar como se nada tivesse acontecido — 19,2 pontos de média nos últimos cinco, defendendo que nem um cão de guarda. Esse aí vai longe na NBA.

    Ace Bailey no Jazz também tá terminando a temporada de rookie com tudo. Quatro jogos com mais de 20 pontos nas últimas sete partidas. Na semana passada? 25 pontos, 6 rebotes e mais de 5 bolas de três por jogo. Monstro!

    No garrafão, as surpresas continuam

    P.J. Washington (Dallas) tá carregando esse Mavericks nas costas. Quatro jogos seguidos com pelo menos 18 pontos — o cara tá fazendo 20,5 pontos e 8,3 rebotes. Com tantos lesionados em Dallas, ele virou peça-chave.

    E pra fechar, Yves Missi (New Orleans) pode não impressionar no ataque, mas olha isso: duplo-duplo em rebotes com pelo menos 3 tocos em quatro dos últimos cinco jogos. Se seu fantasy valoriza estatísticas defensivas, é uma mão na roda.

    Vocês acham que algum desses caras consegue manter o nível até o final da temporada? Eu apostaria no Coulibaly — esse moleque é diferenciado mesmo.

  • Hello world!

    Welcome to WordPress. This is your first post. Edit or delete it, then start writing!