Autor: Leandro Amorim

  • Jalen Williams volta machucado e Thunder leva surra dos Spurs

    Jalen Williams volta machucado e Thunder leva surra dos Spurs

    Cara, que volta mais complicada foi essa do Jalen Williams. O garoto voltou da lesão na coxa esquerda justamente no pior momento possível — Game 6 contra os Spurs — e sinceramente? Deu pra ver que ele não estava 100%.

    Williams fez apenas 1 ponto em 10 minutos de quadra. Um ponto. Em playoffs. É de partir o coração, né? O Thunder tomou uma surra histórica de 118-91 dos Spurs, e o jovem ala que costuma ser uma das principais peças do ataque ficou completamente perdido.

    Saiu do banco pela primeira vez em mais de um ano

    O técnico Mark Daigneault colocou Williams no banco — primeira vez que isso acontece desde dezembro de 2022. E olha, não foi por escolha técnica, foi por necessidade mesmo. O cara estava claramente limitado, terminou com duas bolas perdidas e um rating de -18 (isso dói só de escrever).

    “Ele obviamente não está 100%”, disse Daigneault após o jogo. “Ele não sabia o que esperar. Eu não sabia o que esperar. Ele não passou pelo protocolo completo de retorno como faria na temporada regular, mas queria contribuir de qualquer forma.”

    Spurs aproveitaram e meteram o pé

    E os Spurs? Cara, eles simplesmente resolveram acabar com a festa do Thunder no terceiro quarto. Fizeram uma sequência absurda de 20-0 que transformou um jogo competitivo numa goleada histórica. Victor Wembanyama e companhia não perdoaram.

    Williams nem quis falar com a imprensa depois do jogo (e eu entendo perfeitamente). Imagina a frustração do garoto — voltar de lesão justamente quando o time mais precisa dele e não conseguir ajudar em nada.

    Agora fica a dúvida: Daigneault vai apostar nele no Game 7 decisivo? O técnico não quis se comprometer sobre o papel de Williams no próximo jogo. Vocês acham que vale o risco de escalar um jogador claramente limitado numa partida de vida ou morte?

    Olha, eu torço pro Thunder, mas essa situação do Jalen Williams me preocupa muito. O garoto é peça fundamental quando está saudável, mas forçar a barra em playoffs pode ser receita pro desastre.

  • NBA explica reforma da loteria: ‘Não dá pra punir até resolver’

    NBA explica reforma da loteria: ‘Não dá pra punir até resolver’

    Cara, a NBA finalmente abriu o jogo sobre por que mudou o sistema da loteria do draft. E olha, faz sentido.

    Em uma call com jornalistas na quinta, os caras da liga basicamente admitiram: investigar tanking é quase impossível. James Jones, VP executivo de operações de basquete, foi direto ao ponto:

    “É tudo subjetivo”

    “Quando você chega no ponto de investigar pra chegar numa conclusão, é muito difícil dizer que não foi só erro de técnico, jogador jogando mal ou alguma coisa de basquete mesmo”, disse Jones. “É tudo subjetivo. A gente quer estar numa posição onde, não importa o resultado do jogo, você não se sente melhor perdendo.”

    Faz sentido, né? Como você vai provar que um time perdeu de propósito? Que o técnico tirou o melhor jogador “por estratégia” ou que realmente estava testando o banco?

    Multa? Que multa?

    Jones ainda soltou uma que me fez pensar: multa de 10 milhões vale a pena se você consegue um Wembanyama da vida.

    “O valor dessas picks e jogadores é exponencial. Se é uma multa de 10 milhões, vale a pena só pagar a multa?”, questionou o executivo.

    Sinceramente, ele tá certo. Olha o que o Victor fez com o Spurs. Uma pick número 1 pode mudar uma franquia por 15 anos. 10 milhões? Troco de pão.

    Sistema à prova de jeitinho

    O que achei genial foi como eles pensaram nos esquemas que os times poderiam bollar. Evan Wasch, outro VP executivo, explicou por que as restrições ficam com a pick, não com o time:

    “Times poderiam teoricamente concordar em trocar logo depois do draft, driblando a restrição, ou trocar antes pra evitar a restrição e extrair valor de outro jeito.”

    Ou seja, os caras já pensaram em todos os jeitinhos brasileiros que os GMs americanos poderiam dar. Impressionante.

    Byron Spruell, presidente de operações da liga, não enrolou: “A gente tinha que fazer alguma coisa, e fazer forte.”

    E aí, vocês acham que vai funcionar? Eu tô curioso pra ver se essa reforma 3-2-1 realmente vai acabar com essa palhaçada de time perdendo de propósito. Porque vamos ser honestos — assistir basquete onde time não quer ganhar é de doer a alma.

  • Cavs descartam trade pelo Giannis — e tá certo!

    Cavs descartam trade pelo Giannis — e tá certo!

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: quando começaram a rolar os rumores do Giannis no Cleveland, meu coração até acelerou. Imagina só o Greek Freak jogando ao lado do Donovan Mitchell? Seria um absurdo, né?

    Mas segundo fontes do Jake Fischer, os Cavaliers não tão nem aí pra essa possibilidade. E sabe de uma coisa? Eles tão certíssimos.

    Por que o Cleveland tá fora da jogada

    Primeiro, vamos ser realistas aqui — vocês acham mesmo que o Giannis iria querer ficar em Cleveland a longo prazo? O cara já tem seus 30 anos, tá na janela de título dele, e Cleveland… bem, não é exatamente o destino dos sonhos dos astros da NBA, né?

    Segundo ponto, e aqui é onde eu acho que a diretoria dos Cavs mostrou que tem cérebro: eles não querem trocar o Evan Mobley. O garoto tem só 24 anos e ainda tem muito pra crescer. Koby Altman deixou bem claro na sexta: “ele faz parte do nosso futuro”.

    E eu concordo completamente. Mobley pode não ser um top-10 da liga ainda, mas o moleque tem potencial pra ser a ponte entre o presente (com o Mitchell no comando) e um futuro sustentável.

    A real do Cleveland agora

    Com o Kenny Atkinson confirmado como técnico, a palavra é reformulação. Os Cavs querem chegar na Final pela primeira vez desde… bem, desde que o LeBron estava por lá, né?

    Inclusive, eles já tinham sondado a disponibilidade do Giannis antes do deadline. Mas parece que a resposta foi: “obrigado, mas não”.

    Sinceramente? Acho que fizeram a escolha certa. Trocar o futuro por um presente incerto nunca é boa ideia. E vocês, o que acham? Os Cavs deviam ter ido com tudo no Giannis ou fizeram bem em manter o pé no chão?

  • Mitchell Robinson vai jogar as Finais com o dedo quebrado e uma proteção

    Mitchell Robinson vai jogar as Finais com o dedo quebrado e uma proteção

    Cara, o Mitchell Robinson é louco mesmo. O cara quebrou o mindinho da mão direita, passou pela cirurgia e já tá dizendo que vai jogar o Jogo 1 das Finais da NBA. Com uma proteção na mão, mas vai jogar.

    Olha, eu vi quando aconteceu a lesão — ele tava correndo pela quadra no terceiro quarto, tentou pegar um rebote e na sequência ficou balançando a mão direita. Dava pra ver que tinha alguma coisa errada ali. O maluco ainda continuou jogando de vez em quando até o quarto período. Impressionante a disposição desse cara.

    O rei dos rebotes ofensivos não para

    E não é qualquer pivô que tá falando não. Robinson liderou a NBA TODA em porcentagem de rebote ofensivo na temporada regular. O cara é um monstro embaixo da cesta, sempre no lugar certo na hora certa. Sinceramente, acho que os Knicks (ou qualquer time que ele esteja defendendo agora) não podem se dar ao luxo de ficar sem ele nas Finais.

    Agora, tem um probleminha que não dá pra ignorar: o cara tá acertando só 30,2% dos lances livres nos playoffs. Trinta por cento! É de doer o coração de qualquer torcedor. Imagina com o dedo machucado ainda por cima? Vai ser interessante de acompanhar como isso vai afetar o jogo dele.

    Números que impressionam

    Na temporada regular, Robinson teve médias de 5,7 pontos, 8,8 rebotes e 1,2 tocos em apenas 19,6 minutos por jogo. Ou seja, quando ele tá em quadra, o impacto é real. E com essa lesão no dedo acontecendo bem na reta final da temporada, fica aquela pressão extra — ele vai ser agente livre após essas Finais.

    Vocês acham que vale o risco de ele forçar o jogo com essa lesão? Por um lado, é admirável a garra do cara. Por outro, uma lesão mal curada pode afetar o resto da carreira. Mas conhecendo a mentalidade dos caras da NBA, especialmente nas Finais, já era esperado que ele fosse tentar jogar mesmo machucado.

    Vai ser massa acompanhar como ele se vira com essa proteção na mão. Tomara que não atrapalhe muito o jogo dele, porque rebote ofensivo é arte — e Robinson é um dos melhores artistas nesse quesito.

  • Sixers contratam Mike Gansey como novo presidente de operações

    Sixers contratam Mike Gansey como novo presidente de operações

    Os Philadelphia 76ers acabaram de anunciar uma mudança gigantesca na direção do time: Mike Gansey é o novo presidente de operações de basquete da franquia. Cara, eu não esperava esse nome pra ser sincero.

    Gansey tava trabalhando como gerente geral do Cleveland Cavaliers, sendo o braço direito do Koby Altman por lá. Agora ele assume o lugar que era do Daryl Morey — que todo mundo sabe que rolou aquele climão depois da eliminação pros Knicks na segunda rodada dos playoffs.

    Saída de Morey abriu as portas

    Vamos falar a real aqui: a demissão do Morey não foi exatamente uma surpresa. Os Sixers chegaram nos playoffs como um dos favoritos e tomaram uma lavada dos Knicks. Joel Embiid machucado, drama com o Ben Simmons ainda ecoando, e uma sensação geral de que o projeto não tava funcionando.

    A diretoria decidiu que precisava de sangue novo, e Bob Myers — que agora é presidente de esportes do grupo Harris Blitzer — ficou responsável por achar o substituto. Myers tem experiência pra caramba, então faz sentido ele liderar essa busca.

    Quem é Mike Gansey?

    Gansey não é um nome que aparece muito nas manchetes, mas o cara tem um currículo sólido. Ex-jogador universitário de West Virginia (teve uma carreira bem decente por lá), ele entrou no front office dos Cavs em 2012 e foi subindo aos poucos.

    O interessante é que ele tava lá durante toda aquela época dourada de Cleveland — quando o LeBron voltou, quando ganharam o título em 2016, e agora com essa nova geração dos Cavs que tá surpreendendo todo mundo.

    Sinceramente? Acho que pode ser uma contratação inteligente. O cara conhece como montar um time competitivo, trabalhou com estrelas de verdade, e não tem aquele ego inflado de alguns executivos famosos.

    E aí, vocês acham que o Gansey consegue resolver a situação dos Sixers? Porque vamos combinar — eles têm talento (Embiid, Maxey), mas precisam urgente de alguém que saiba como juntar as peças. A pressão vai ser absurda na Filadélfia.

  • Magic aposta em novato: Sean Sweeney é o novo técnico

    Magic aposta em novato: Sean Sweeney é o novo técnico

    Olha, essa eu não vi vindo. O Orlando Magic acabou de anunciar Sean Sweeney como novo técnico principal, e cara, é uma aposta e tanto. O cara vai terminar a temporada como técnico assistente do San Antonio Spurs antes de assumir Orlando — sua primeira chance como head coach na NBA.

    Sinceramente? Achei que iam de veterano. Billy Donovan e Jeff Van Gundy estavam na lista de candidatos, dois caras com currículo extenso. Mas não, a diretoria do Magic decidiu apostar no potencial do Sweeney. É corajoso, vou dar isso pra eles.

    Por que apostar em um novato?

    Sweeney vem do Spurs, né? E qualquer um que passou pela escola do Pop Popovich sabe que aprende basquete de verdade. O cara deve ter absorvido muito do sistema de San Antonio, que mesmo com o time em reconstrução, sempre ensina seus jogadores direito.

    Agora, comandar um time como Orlando não vai ser moleza. Paolo Banchero, Franz Wagner… esses meninos têm talento absurdo, mas precisam de orientação. E vocês acham que um técnico estreante consegue extrair o melhor desse grupo jovem?

    Saída de Mosley surpreendeu

    A demissão do Jahmal Mosley no final da temporada meio que pegou todo mundo de surpresa. O cara não estava fazendo um trabalho ruim, mas também não estava conseguindo levar Orlando pro próximo nível. É aquela situação complicada — time jovem, expectativas crescendo, mas resultados não aparecendo na velocidade que a torcida quer.

    Agora é torcer pra que Sweeney consiga fazer a diferença. Orlando tem peças interessantes, mas precisa de alguém que saiba montar o quebra-cabeças. Primeira temporada como técnico principal vai ser o teste de fogo — vamos ver se ele aguenta a pressão da NBA.

  • Grizzlies votaram contra nova loteria da NBA por motivo bem egoísta

    Grizzlies votaram contra nova loteria da NBA por motivo bem egoísta

    Olha só que situação mais interessante rolou essa semana. O Memphis Grizzlies foi o único time que votou contra as mudanças na loteria da NBA — e agora descobrimos o porquê. Spoiler: é puro interesse próprio mesmo.

    O Shams Charania revelou que os Grizzlies votaram contra simplesmente por causa da nova regra que impede um time de pegar top 5 em três anos consecutivos. E por que isso importa pra eles? Simples: eles têm a pick de primeira rodada do Utah Jazz em 2027, que é a melhor entre as que conseguiram do Cleveland, Minnesota e Utah.

    O problema do Jazz (que vira problema do Memphis)

    Aqui que fica interessante. O Jazz já está no terceiro ano consecutivo com pick no top 5 — e pela nova regra, isso significa que a pick de 2027 deles NÃO pode ser top 5, independente de quão ruins eles sejam. E como o Memphis tem essa pick? Bem, eles basicamente perderam uma loteria na mesa de negociações.

    Na minha visão, é meio tosco votar contra uma mudança que claramente vai melhorar a liga só porque você quer manter uma vantagem específica. Mas também entendo — estamos falando de potencialmente milhões de dólares e a diferença entre pegar um All-Star ou um cara que vai ficar no banco.

    Por que isso importa pra nós

    As novas regras vão nivelar muito mais o campo da loteria. Times ruins não vão mais poder ficar ruins de propósito por anos seguidos esperando picks altas. E sinceramente? Era hora. Quantas vezes a gente não viu times claramente “tankando” nos últimos jogos da temporada?

    O mais engraçado é que o Memphis provavelmente nem precisava dessa pick pra ser competitivo. Com Ja Morant voltando healthy e o elenco que eles têm, deveriam estar brigando por playoff, não por lottery picks.

    E aí, o que vocês acham? Os Grizzlies estavam certos em defender seus interesses ou foram meio mesquinhos? A nova loteria vai ser muito mais justa, mas sempre tem alguém que sai perdendo na mudança.

  • Becky Hammon já vê Bam e A’ja Wilson como pais: ‘Criança não vai escapar’

    Becky Hammon já vê Bam e A’ja Wilson como pais: ‘Criança não vai escapar’

    Olha, eu sei que vocês já viram essa especulação rolando por aí — Bam Adebayo do Heat e A’ja Wilson das Aces são um dos casais mais comentados do basquete americano. E agora até a Becky Hammon entrou na conversa sobre o futuro dos dois como pais.

    A técnica das Aces não teve papas na língua quando falaram sobre a possibilidade de Bam e A’ja formarem uma família. “Eu não faço ideia de como eles vão equilibrar tudo. O que eu sei é que eles vão ser pais fenomenais. A criança não vai conseguir escapar de nada”, brincou Hammon em entrevista ao USA Today.

    A pressão sobre A’ja Wilson

    Cara, o que me incomoda é a pressão que botam em cima da A’ja sobre esse assunto. A garota teve que se manifestar porque o povo fica inventando até ultrassom falso dela nas redes sociais! Imagina o absurdo.

    “Por que meu útero? Por que meu futuro vira uma questão pública?”, desabafou A’ja. E ela tá certíssima. O pessoal fica especulando se ela vai conseguir manter o nível jogando e sendo mãe ao mesmo tempo. Mano, a mulher acabou de ganhar o MVP da WNBA e o terceiro título dela — respeita!

    Quebrar estereótipos é tudo

    A fala da A’ja sobre poder “ter tudo” me marcou demais. Ela falou que viu a mãe dela criando ela e percebeu que dá pra ser mãe e ainda assim ser “uma mulher independente f***”. As duas coisas podem coexistir perfeitamente.

    E sinceramente? Ela tá desconstruindo umas ideias bem ultrapassadas. Por que uma atleta de elite não poderia ser mãe e continuar dominando? A gente já viu várias provando isso ao longo dos anos.

    Enquanto isso, o Bam tá lá fazendo a sua no Heat — inclusive teve aquele jogo histórico onde fez 83 pontos (segundo maior da história da NBA, só atrás dos 100 do Wilt). O casal tá no auge das carreiras mesmo.

    E vocês, o que acham dessa pressão toda sobre vida pessoal dos atletas? Becky Hammon já tá até esperando convite pro casamento e pro hospital quando o bebê nascer. Pelo menos ela tem bom humor pra lidar com a situação!

  • Thunder x Spurs bate recorde de audiência e mostra que a NBA voltou

    Thunder x Spurs bate recorde de audiência e mostra que a NBA voltou

    Gente, vocês viram os números de audiência das finais de conferência? Estou genuinamente impressionado. A série entre Thunder e Spurs está fazendo uma média absurda de 9,62 milhões de telespectadores nos EUA. Nove vírgula seis milhões! Isso é recorde histórico para uma final do Oeste.

    E olha só que dado interessante: é a final de conferência mais assistida desde Heat x Bulls em 2011. Lembram daquela época? LeBron, Wade e Bosh contra Rose e companhia. Era outro nível de hype, e agora Thunder x Spurs conseguiu despertar o mesmo interesse.

    Game 4 foi o ponto alto

    O jogo 4 de domingo passado teve picos de 10,3 milhões de pessoas grudadas na TV. Desde 2012 que um jogo 4 de final de conferência não prendia tanta gente assim. Sinceramente, não esperava que essa série específica fosse gerar tanto buzz — pensava que seria mais nichada, sabe?

    Mas faz sentido quando você para pra pensar. O Thunder com todo aquele talento jovem e explosivo, enfrentando os Spurs que sempre encontram um jeito de incomodar. É uma mistura perfeita de juventude versus experiência.

    Do lado de lá, Knicks varreu mas…

    No Leste, a coisa foi mais tranquila — talvez tranquila demais. Os Knicks passaram o rodo nos Cavs numa varredura que teve média de 7,4 milhões de espectadores. É a final do Leste mais vista desde 2023, mas convenhamos: uma varredura nunca vai ter o drama de uma série mais equilibrada.

    Eu fico pensando se os Cavs não perderam uma oportunidade histórica aí. Imagina se tivessem conseguido levar pelo menos uns dois jogos? A audiência poderia ter sido ainda maior.

    O que vocês acham dessa diferença de números entre as conferências? Thunder x Spurs realmente tinha tudo pra ser mais atrativo que uma varredura dos Knicks, ou foi só coincidência mesmo?

    Uma coisa é certa: esses números mostram que quando a NBA entrega produto de qualidade, o povo assiste. E isso é ótimo pra liga como um todo.

  • Terry Rozier acusado de aceitar propina de US$ 100 mil por esquema

    Terry Rozier acusado de aceitar propina de US$ 100 mil por esquema

    Cara, que bomba essa que explodiu hoje sobre o Terry Rozier. O cara tá sendo acusado pelo FBI de ter topado receber 100 mil dólares pra manipular uma partida da NBA. Cem mil! Isso é quase meio milhão de reais.

    Olha, eu sempre achei o Rozier um jogador ok, nada demais, mas isso aí é de cair o queixo. Os procuradores federais botaram mais duas acusações em cima dele: suborno em competições esportivas e conspiração de fraude. A NBA e o Charlotte Hornets foram listados como vítimas do esquema.

    O que rolou naquela partida de março

    Segundo a acusação, o bagulho aconteceu em 23 de março de 2023, num jogo contra o New Orleans Pelicans. O Rozier supostamente avisou um cara chamado Deniro Laster (que nome é esse, gente?) que ia se retirar do jogo por causa de uma lesão na perna. O Laster então vazou a informação pra galera que apostava.

    Só que aqui que fica interessante — e meio patético também. O Rozier jogou apenas 9 minutos, fez 5 pontos e 4 rebotes. Mas olha só: os 4 rebotes fizeram algumas apostas perderem! Aí o cara teve que reduzir a propina dele de 100 mil pra 70 mil dólares. Imagina a cena: “Ó, mano, você pegou rebote demais, agora você vai ganhar 30 mil a menos.”

    A defesa não tá brincando

    O advogado do Rozier, Jim Trusty, tá batendo o pé que tudo isso é mentira. Ele falou pra ESPN: “Essa nova acusação só confirma que nossa moção pra arquivar o caso estava certa — novas acusações, novas teorias, mas tudo isso é só um esforço triste pra fazer alguma coisa colar.”

    Sinceramente? Essa história toda me deixa puto. A NBA já tem problema de credibilidade às vezes, e aí aparece uma parada dessas. E vocês, acham que o Rozier fez isso mesmo? Porque 100 mil dólares pra um cara que ganha milhões por ano… sei não. Ou talvez seja exatamente por isso que ele topou — achou que ninguém ia suspeitar.

    O que mais me impressiona é como esses esquemas são descobertos. Alguém sempre acaba entregando o jogo, literalmente. Agora é aguardar pra ver se a justiça americana vai conseguir provar essas acusações ou se o Rozier vai sair limpo dessa confusão toda.