Autor: Leandro Amorim

  • Cavs não vão correr atrás do Giannis – e isso muda tudo

    Cavs não vão correr atrás do Giannis – e isso muda tudo

    Galera, vocês acham que os Cavaliers deveriam tentar trazer o Giannis? Porque pelo que tô vendo, Cleveland não tá nem um pouco interessado em entrar na briga pelo Greek Freak. E olha que foi varrido pelos Knicks nos playoffs…

    A informação veio do Jake Fischer e Marc Stein, e cara, faz sentido quando você para pra pensar. O preço de entrada pra conversar sobre o Giannis seria o Evan Mobley, e os Cavs não querem nem ouvir falar nisso.

    Por que Cleveland não quer abrir mão do Mobley?

    Olha, eu entendo a paranoia deles. O Mobley tem 24 anos, já foi Defensor do Ano, e representa uma segurança pro futuro pós-Mitchell (se o Donovan vazar um dia). Os caras ainda têm trauma do LeBron saindo DUAS VEZES da franquia. Imagina abrir mão de uma peça jovem e fundamental assim?

    Na minha visão, eles tão certos. O Mobley pode ser a âncora defensiva por anos, e trocar ele por um Giannis de 32 anos (que vai fazer 33) seria apostar todas as fichas no agora. Arriscado demais.

    E agora, Milwaukee?

    Aqui que fica engraçado (ou trágico, dependendo do seu ponto de vista). Os Bucks seguraram o Giannis no trade deadline achando que ia ter uma guerra de ofertas no verão. Spoiler: não tá tendo.

    Nova York tá nas Finais e não vai explodir o time agora. Cleveland tá fora. O próprio Giannis não quer ir pro Oeste. Sobra o Miami como favorito, mas se você é Milwaukee e esperava uma bidding war… bem, não tá rolando não.

    Sinceramente? Acho que os Bucks se ferraram. Poderiam ter conseguido algo melhor em fevereiro.

    Cavs focados em renovar com Mitchell

    Enquanto isso, o Koby Altman (presidente de operações de basquete dos Cavs) deixou claro que quer estender o contrato do Donovan Mitchell. “Donovan é nosso cara”, disse ele. E faz sentido – o cara elevou o patamar da franquia desde que chegou.

    Aparentemente, Cleveland tá indo na direção de mudanças menores, não dessas jogadas bombásticas. Honestamente? Pode ser a estratégia certa. Esse time ainda tem potencial, só precisa de alguns ajustes.

    E vocês, acham que os Cavs tão certos em não correr atrás do Giannis? Eu tô dividido – por um lado, o Mobley é o futuro. Por outro, quantas chances você tem de pegar um cara como o Greek Freak?

  • 76ers contrata Mike Gansey como presidente – aposta interessante

    76ers contrata Mike Gansey como presidente – aposta interessante

    Os Philadelphia 76ers acabaram de anunciar a contratação de Mike Gansey como novo presidente de operações de basquete. Sinceramente? Achei uma escolha bem interessante.

    Gansey vem direto do Cleveland Cavaliers, onde passou a última temporada como gerente geral. O cara literalmente subiu degrau por degrau na organização – começou no front office em 2011, virou assistente de GM em 2017 e chegou ao topo em 2022. Isso mostra que ele conhece o negócio de dentro pra fora.

    O que ele fez em Cleveland

    Sob o comando dele, os Cavs terminaram esta temporada com 52-30, ficando em quarto no Leste. Nada mal, né? Claro que tomaram uma varridinha dos Knicks nas finais de conferência, mas convenhamos – quem não tomou dos Knicks este ano?

    E falando em varridinha… os próprios 76ers também levaram 4-0 dos Knicks nas semifinais. Com um record de 45-37, Philadelphia decidiu demitir Daryl Morey no final da temporada. Movimento esperado depois de mais uma pós-temporada frustrante.

    Quem é Mike Gansey mesmo?

    Aqui fica interessante a história do cara. Gansey ficou em segundo lugar pro LeBron James como “Mr. Basketball” de Ohio em 2001. Imagina só – perder esse título pro Rei. Jogou college basketball em St. Bonaventure e West Virginia, mas não foi draftado em 2006.

    Depois de uma carreira curta como jogador (D-League e exterior), ele migrou pro lado executivo. Foi GM do Canton Charge e até ganhou o prêmio de executivo do ano da D-League em 2016-17. Ou seja, o moleque sabe trabalhar.

    Bob Myers, ex-GM dos Warriors, liderou a busca pelos 76ers. E olha que curioso – Myers também ajudou na contratação do novo técnico de football americano da UCLA recentemente. O cara tá virando consultor pra tudo, hein?

    Na minha opinião, Gansey representa uma aposta no futuro. Ele conhece o jogo moderno, subiu na hierarquia por mérito próprio e mostrou que consegue montar times competitivos. Será que ele consegue finalmente fazer os Sixers passarem das semifinais de conferência? Vocês acham que essa contratação vai dar certo?

  • Wembanyama vira monstro e Spurs empata série épica

    Wembanyama vira monstro e Spurs empata série épica

    Cara, eu tô sem palavras. O que o Victor Wembanyama fez ontem à noite foi simplesmente ABSURDO. 28 pontos sendo que 22 vieram só no primeiro tempo, destruindo o Thunder e forçando o jogo 7 nas finais da Conferência Oeste.

    Olha, quando começaram a falar que os Spurs com essa molecada toda podiam brigar por título, eu confesso que achei meio forçado. Wemby com 22 anos, Castle com 21 no segundo ano dele, Harper rookie de 20 anos… Esses caras teoricamente nem deviam estar prontos pra playoffs ainda, quanto mais finais de conferência.

    A noite que mudou tudo

    Mas que me desculpem os céticos — porque eu era um deles. O que vi ontem foi coisa de veterano mesmo. Time jovem enfrentando eliminação pela primeira vez na vida e botando 118 pontos no atual campeão? E olha que o Thunder não é qualquer um, hein. Essa defesa deles é uma camisa de força.

    O Wemby começou já metendo de 3, o que sinceramente não é o ideal pra ele (prefiro quando ele começa no garrafão e vai abrindo o jogo), mas quando as bolas entraram, virou festa. 56% de aproveitamento no primeiro tempo. Monstro.

    E não foi só ele não. O trio Wemby-Castle-Harper fez 63 pontos juntos, 21 rebotes, 15 assistências. Castle, que tinha feito 20 erros de ataque só nos dois primeiros jogos (recorde negativo da série), ontem cometeu apenas UM. Harper também. Que controle absurdo.

    Thunder sentiu o peso

    Vocês viram como o San Antonio controlou a bola ontem? 13 erros de ataque na partida toda, sendo que antes do lixo tempo eram menos de 10. Contra uma defesa que vinha forçando 17,4 erros por jogo nos playoffs. Isso é trabalho de time maduro, galera.

    Sinceramente, eu não esperava que eles conseguissem esse nível de controle emocional numa situação dessas. Primeira vez enfrentando eliminação, contra o atual campeão, e os caras jogaram como se fossem veteranos de 10 anos de NBA.

    E aí, o que vocês acham? Conseguem fechar no jogo 7? Eu tô começando a acreditar que essa molecada pode fazer história mesmo. Wemby tá mostrando que tem o tal do “gene da decisão” — você sabe quando vê, né?

    Jogo 7 é no sábado à noite. Não vejo a hora.

  • Draft 2026: Peterson pode ser #1, mas tem pegadinha no meio

    Draft 2026: Peterson pode ser #1, mas tem pegadinha no meio

    Olha, o prazo pra desistir do Draft da NBA 2026 acabou e agora a coisa ficou interessante de verdade. Darryn Peterson do Kansas sendo cotado como primeira escolha pelos Wizards? Cara, isso me surpreende zero — mas também tem muito mais história por trás disso.

    O que mais me chama atenção é que não tem aquele consenso óbvio de sempre. Diferente do ano passado com Cooper Flagg (que era óbvio que seria #1), agora temos pelo menos três caras brigando pelo topo: Peterson, AJ Dybantsa do BYU e Cameron Boozer do Duke.

    Peterson é realmente o cara?

    Peterson tem sido rankeado como #1 desde o começo do ciclo, mas sinceramente? O cara teve uma temporada meio estranha no Kansas. Problemas com câimbras atrapalharam bastante o ritmo dele, e isso me deixa com o pé atrás. Por outro lado, quando ele tá 100%, o moleque é um monstro. 1,96m de altura, 20.2 pontos por jogo e 38.2% nos três pontos. Esses números não mentem.

    O que me impressiona é a versatilidade dele. Pode jogar de armador ou ala-armador, e isso é ouro puro na NBA moderna. Mas será que os Wizards vão apostar todas as fichas nele? Washington tem várias opções na mesa, incluindo uma possível troca com o Utah.

    AJ Dybantsa não pode ser ignorado

    Se eu fosse o Utah Jazz, estaria rezando pra Peterson sair primeiro e Dybantsa cair no meu colo. O cara fez 25.5 pontos por jogo no BYU sendo calouro — isso é absurdo. E tem 2,06m de altura! É praticamente um Kevin Durant em potencial.

    A conexão local também é interessante. Dybantsa jogou no Utah Prep no ensino médio e depois foi pra BYU. Imagina a festa que seria se ele ficasse no Jazz? O cara seria ídolo instantâneo por lá.

    Cameron Boozer completando o top 3 no Memphis faz sentido também. O filho do Carlos Boozer tá sendo meio subestimado na minha opinião. 22.5 pontos e 10.2 rebotes por jogo no Duke? E ainda com 39.1% de três? Esse moleque sabe jogar bola.

    O meio do draft tá recheado

    Uma coisa que me chamou atenção é que vários jogadores decidiram ficar na faculdade em vez de arriscar no draft. Por um lado, isso deixou o final da primeira rodada e toda a segunda rodada meio fracas. Por outro, significa que a classe de 2027 pode vir ainda mais forte.

    Entre os que confirmaram entrada estão Koa Peat (Arizona), Meleek Thomas (Arkansas) e Allen Graves (Santa Clara). Peat em especial me deixa curioso — o cara meio que mudou a mecânica do arremesso inteira no Draft Combine. Isso ou é genial ou vai dar muito errado.

    E aí, pessoal — vocês acham que Peterson realmente merece ser #1? Ou Dybantsa deveria ir primeiro? Na minha humilde opinião, qualquer um dos três primeiros sendo a primeira escolha seria defensável. Só mostra como esse draft tá equilibrado lá em cima.

    Uma coisa é certa: June vai ser interessante. Especialmente se rolar essas trocas que estão sendo especuladas. Kings e Thunder tentando subir no draft? Isso pode bagunçar tudo.

  • NBA pode acabar com o Draft Lottery em 2030 — e a ideia é genial

    NBA pode acabar com o Draft Lottery em 2030 — e a ideia é genial

    Olha, eu achava que já tinha visto de tudo na NBA, mas a liga conseguiu me surpreender mais uma vez. Na quinta-feira rolou uma votação histórica que pode mudar COMPLETAMENTE como funciona o Draft — e não estou exagerando.

    Os caras aprovaram uma reforma no sistema de loteria que vai vigorar de 2027 a 2029, mas aqui vem o plot twist: isso é só um teste. A partir de 2030, a NBA pode simplesmente jogar toda a loteria no lixo e implementar algo revolucionário chamado “sistema de créditos do draft”.

    Como funcionaria esse sistema maluco?

    A ideia é simples na teoria, mas genial na prática. Cada time receberia uma quantidade de créditos — digamos, 100. Esses créditos se renovariam parcialmente todo ano, e você nunca perderia o que não gastasse. Tipo uma poupança de draft picks, sacaram?

    Aí vem a parte interessante: ao invés de depender da sorte ou de ser ruim na temporada regular, os times fariam LANCES pelos picks que quisessem. Quer a primeira escolha? Manda todos os seus créditos. Prefere economizar e pescar talentos nas escolhas mais baixas? Estratégia válida também.

    E olha que loucura — os times poderiam trocar créditos entre si, igual fazem com picks hoje. Imaginem o Presti (que é o rei das trocas) acumulando créditos por três anos pra depois dar all-in em um draft histórico. Seria o paraíso dele.

    Os Celtics já pensaram em tudo

    O pessoal de Boston (claro que seriam eles) já mandou uma proposta completa pra liga. A ideia deles é que mesmo com os lances, ainda teria uma mini-loteria entre os quatro maiores ofertas pela primeira escolha. Ou seja, você não poderia simplesmente COMPRAR o primeiro pick — teria que ter sorte também.

    A dinâmica seria assim: em abril, todo mundo faz lance secreto. Em maio, divulgam tudo numa noite especial (tipo o Lottery atual). Os quatro maiores lances entram numa loteria, com chances proporcionais ao valor oferecido. Quem ganhar paga um valor entre sua oferta e a menor oferta dos quatro.

    Sinceramente? Acho brilhante. Combina estratégia, planejamento e ainda mantém aquele elemento de sorte que torna tudo mais emocionante.

    Por que isso pode dar certo

    Vocês lembram como era irritante ver time fazendo tanking descarado? Com esse sistema, não faz sentido ser ruim de propósito — você precisa é de créditos, não de derrotas. Times poderiam planejar a longo prazo, tipo juntar créditos por dois anos pra ir com tudo numa classe de draft especial.

    E outra coisa: imaginem as negociações malucas que rolariam. “Te dou 50 créditos mais o Jalen Green pelo seu armador titular.” As possibilidades são infinitas.

    Claro que ainda tem muito pra ser definido nos próximos três anos. Quantos créditos cada time recebe? Como é a reposição anual? Tem limite pra acumular? Mas a base da ideia já me conquistou.

    O que vocês acham? Preferem manter a loteria tradicional ou topam essa revolução? Eu já tô ansioso pra ver como isso funcionaria na prática — seria um show à parte acompanhar os lances e estratégias de cada franquia.

  • Magic contrata Sean Sweeney: a aposta certa para sair da mesmice?

    Magic contrata Sean Sweeney: a aposta certa para sair da mesmice?

    Olha, não vou mentir — quando soube que o Orlando Magic ia contratar o Sean Sweeney como novo técnico, minha primeira reação foi: “quem?” Mas aí fui pesquisar o cara e… cara, essa pode ser uma baita contratação inteligente.

    Sweeney vem direto do banco do San Antonio Spurs, onde é assistente técnico e tá vivendo o momento mais alto da carreira — os Spurs estão nas finais da Conferência Oeste, brigando com o Thunder num jogo 7 que vai decidir quem enfrenta o Knicks na final da NBA. O cara literalmente vai sair de uma possível final da NBA direto pra Orlando. Que upgrade!

    Bye bye Jamahl Mosley — era hora mesmo

    Vamos falar a real aqui: demitir o Mosley foi a coisa certa a fazer. O Magic tinha TUDO pra passar do Detroit Pistons nos playoffs — tavam ganhando por 3-1 na série! E conseguiram entregar de bandeja. Três jogos seguidos perdidos, eliminação vexatória. Sinceramente, depois daquela derrocada, não dava mais pra manter o cara.

    O Sweeney não era a primeira opção — o Billy Donovan (ex-Bulls) também tava na lista. Mas pelo visto a diretoria apostou no assistente que tá fazendo um trabalho monstro em San Antonio. E olha que ele teve propostas do Chicago Bulls e Dallas Mavericks também. Escolheu Orlando. Interessante.

    O que esperar do novo comandante?

    A defesa do Magic já é boa — uma das melhores da liga. E pelo que vi do trabalho dele com o Victor Wembanyama nos Spurs, o cara entende de sistema defensivo. Até o próprio Wemby elogiou o Sweeney depois do jogo 1 contra o Thunder. Então essa parte tá garantida.

    Agora, o PROBLEMA mesmo do Magic é o ataque. Meu Deus, que time previsível! Todo mundo sabe o que eles vão fazer. O Paolo Banchero é craque, o Franz Wagner quando tá saudável ajuda muito, mas cadê a criatividade? Cadê um armador de verdade?

    E é exatamente aí que o Sweeney pode fazer a diferença. O cara já trabalhou com grandes armadores ao longo da carreira — passou por Nets, Bucks, Mavericks. Tem experiência pra saber o que funciona. Será que ele consegue revolucionar esse ataque travado?

    Vocês acham que a dupla Banchero-Wagner ainda pode dar certo? Porque olha, se o Wagner não conseguir ficar saudável (perdeu os últimos três jogos da série contra Detroit), vai ser difícil. Mas se o Sweeney conseguir encontrar um sistema que potencialize os dois… aí o Magic pode finalmente virar um candidato sério nos playoffs.

    O que eu sei é que Orlando precisava mesmo de uma mudança. E contratar um cara que tá literalmente nas finais de conferência, que outros times também queriam, mostra que a diretoria tá levando a sério essa reconstrução.

    Agora é esperar pra ver se o Sweeney consegue primeiro ajudar os Spurs a chegar na final da NBA — seria um puta presente de despedida — e depois mostrar em Orlando se realmente é o técnico que o Magic precisa pra dar o próximo passo.

  • SGA e Wemby se revezando? Jogo 7 promete definir tudo no Oeste

    SGA e Wemby se revezando? Jogo 7 promete definir tudo no Oeste

    Cara, que série estranha essa entre Thunder e Spurs nas finais do Oeste. Seis jogos já se foram e, tirando aquele double overtime absurdo do primeiro jogo, parece que os caras tão se revezando pra jogar bem. Um dia o Shai destrói, no outro é o Wemby que resolve aparecer. Mas nunca os dois juntos numa guerra épica que a gente esperava.

    E olha que estamos falando dos dois melhores times da temporada regular. Thunder e Spurs têm defesas monstruosas, ataques versáteis e duas estrelas de primeira linha. Mas esse vai-e-vem tá tirando um pouco da magia da série.

    Wembanyama salvou os Spurs no jogo 6

    Na última quinta-feira, foi a vez do francês aparecer pra festa. 28 pontos, 10 rebotes, 2 roubos de bola e 3 tocos. Ah, e ainda acertou quatro bolas de três depois de errar todas as cinco tentativas no jogo anterior. O moleque simplesmente resolveu que não ia pra casa ainda.

    Enquanto isso, o Shai teve uma das piores noites da temporada: apenas 15 pontos e 0 de 5 do perímetro. Ironia do destino? No jogo 5 tinha sido exatamente o contrário — SGA voando e Wemby sumido. É como se os dois tivessem combinado de não jogar bem no mesmo dia.

    A coisa ficou feia pro Thunder mesmo. Os Spurs abriram 20 a 0 no terceiro quarto e transformaram um jogo disputido numa goleada de 27 pontos. Primeira derrota de fio a pavio do OKC nos playoffs desde 2016. Adivinha contra quem? Spurs também.

    Será que o jogo 7 quebra essa sequência?

    Sinceramente, eu tô curioso pra ver se no sétimo jogo finalmente vamos ter os dois monstros jogando no mesmo patamar. Porque quando isso acontece, como no primeiro jogo, é puro espetáculo.

    O próprio Shai admitiu que tá confiando no trabalho dele: “Muitos dos arremessos que eu tô fazendo, eu já fiz várias vezes antes e eles saem bem. Só não tão caindo. É tarde demais pra abandonar meu jogo agora.”

    Do lado dos Spurs, o técnico Mitch Johnson falou que espera “receber o melhor soco” do Thunder em casa. E tem razão — jogo 7 em Oklahoma City, com a torcida pegando fogo, vai ser punk.

    E aí, vocês acham que finalmente vamos ter SGA e Wemby jogando no máximo no mesmo jogo? Ou essa gangorra vai continuar até o fim? Uma coisa é certa: depois de cinco jogos meio “mornos”, esse jogo 7 pode ser a redenção que essa série merece.

  • Magic de olho em Sean Sweeney pra técnico – será que rola?

    Magic de olho em Sean Sweeney pra técnico – será que rola?

    Olha só que interessante: o Orlando Magic tá de olho firme no Sean Sweeney pro cargo de técnico principal. E não é só interesse de leve não – pelos bastidores, o pessoal tá bem empolgado com essa possibilidade.

    Sweeney tá no primeiro ano como assistente técnico principal dos Spurs, trabalhando com o Mitch Johnson. Mas o cara não é nenhum novato no pedaço – ele foi braço direito do Jason Kidd em várias paradas na carreira.

    Magic quer mudança depois da eliminação

    A diretoria de Orlando decidiu mexer no time técnico depois daquela saída frustrante nos playoffs. Perderam pro Detroit Pistons numa série de sete jogos que deixou todo mundo meio bolado. Sinceramente, acho que rolou uma pressão interna grande depois dessa.

    O Jahmal Mosley acabou sendo dispensado, e agora começou essa dança das cadeiras que a gente sempre vê na NBA. É o jeito americano mesmo – não deu certo, troca o técnico e vamos que vamos.

    Concorrência pesada na disputa

    Mas não vai ser moleza pra Sweeney. O Magic também tá namorando outros nomes pesados: Billy Donovan e Jeff Van Gundy estão na lista. Cara, o Van Gundy é uma lenda! Seria um baita contratação.

    Segundo uma fonte ligada aos técnicos da liga, “eles estão muito interessados” no Sweeney. E já até marcaram pra se encontrar com ele durante as Finais da Conferência Oeste.

    O que vocês acham? Sweeney tem cara de quem consegue levar esse Magic jovem pro próximo nível? O time tem potencial, mas precisa de alguém que saiba trabalhar com essa molecada toda. Paolo Banchero, Franz Wagner… tem talento sobrando ali.

    Eu acho que qualquer um dos três seria uma boa. Mas confesso que tenho curiosidade de ver como o Sweeney se sairia como técnico principal. Aprender com o Kidd deve ter ensinado muito sobre liderança.

  • SGA em colapso: pior série da carreira no pior momento possível

    SGA em colapso: pior série da carreira no pior momento possível

    Cara, eu não esperava ver o Shai Gilgeous-Alexander passando por isso. O cara que foi MVP nas duas últimas temporadas está simplesmente sumido na série contra o San Antonio — e olha que estamos falando de um time que nem playoff deveria estar fazendo.

    No Jogo 6 de quinta-feira, o SGA teve uma das piores performances que eu já vi de um MVP em situação de eliminação: apenas 15 pontos com 6/18 nos arremessos e um +/- de -28. Pra vocês terem noção, esse -28 empata com o pior de todos os tempos para um MVP numa oportunidade de fechar série. O outro? Joel Embiid em 2023. Duas lendas pelos motivos errados.

    A sequência assombrada do Thunder

    O mais assustador é que essa não foi uma noite isolada. Já são QUATRO jogos consecutivos com aproveitamento abaixo de 40% nos arremessos. Quatro! O cara que nas últimas quatro temporadas regulares fez mais de 30 pontos por jogo com mais de 50% de aproveitamento simplesmente não consegue acertar uma cesta quando mais precisa.

    E sabe quem tá dando trabalho pro MVP? Stephon Castle, um rookie do Spurs que tá defendendo o SGA como se a vida dependesse disso. Com Castle na marcação, o Shai converteu apenas 1 de 7 tentativas no último jogo. Na série toda, está fazendo 24.3 pontos com 37.9% — números que não combinam nada com um bicampeão de MVP.

    “É tarde demais para abandonar quem eu sou”

    Depois do massacre de quinta, o próprio SGA reconheceu a situação bizarra que está vivendo: “Muitos dos arremessos que estou tentando, eu já fiz várias vezes antes e eles parecem bons. Só que não estão entrando.” A honestidade é brutal, mas a conclusão dele me impressionou: “É tarde demais para abandonar meu trabalho e meu jogo, abandonar quem eu sou. Nesta altura da temporada, tenho que confiar e viver ou morrer por isso.”

    Sinceramente? Respeito a mentalidade, mas será que não está na hora de fazer alguns ajustes táticos? Thunder precisa de soluções urgentes porque o Jogo 7 tá aí e o San Antonio não vai facilitar nada.

    Vocês acham que o SGA consegue se recuperar quando mais importa, ou essa pressão toda já quebrou o psicológico do cara? Porque se ele não aparecer no Jogo 7, essa pode ser uma das maiores zebras dos playoffs recentes.

  • NBA mudou regra e ferrou o Grizzlies no meio do jogo

    NBA mudou regra e ferrou o Grizzlies no meio do jogo

    Olha, eu já vi muita coisa estranha na NBA, mas essa aqui tá no top 3 das mais bizarras. O Memphis Grizzlies tá literalmente se coçando depois que a liga mudou as regras do draft lottery no meio do campeonato — e agora eles perderam valor em uma pick que achavam que era garantida.

    A história é assim: lá em fevereiro, quando rolou toda aquela confusão da trade do Jaren Jackson Jr., o Grizzlies conseguiu uma pick de primeira rodada do Utah Jazz que era, teoricamente, sem proteção nenhuma. Era pra ser deles, não importava onde o Jazz terminasse na classificação.

    A nova regra que mudou tudo

    Aí que entra a nova regra “3-2-1” da NBA. Basicamente, se um time cai no top 5 do draft por dois anos seguidos, ele não pode cair de novo no terceiro ano. O problema? O Utah já caiu no top 5 em 2025 e 2026 no lottery (sim, eu sei que parece confuso, mas é assim que funciona). Agora, com a nova regra, essa pick que o Memphis tem do Jazz automaticamente virou protegida top-5.

    Sinceramente? Eu acho sacanagem. O Grizzlies negociou uma coisa e agora tem outra completamente diferente. É como se você comprasse um carro 0km e depois descobrisse que ele tem 50 mil quilômetros porque mudaram a definição de “0km”.

    A justificativa da NBA (que não convence)

    O Evan Wasch, vice-presidente executivo da NBA, tentou explicar a parada numa coletiva quinta-feira. Segundo ele, se fizessem exceção pras picks já trocadas, elas ficariam “mais valiosas” que todas as outras. Cara, é óbvio que ficariam — foi exatamente isso que os times negociaram!

    A liga avisou todos os times sobre essa mudança antes da votação de quinta, então tecnicamente não pegou ninguém de surpresa. Mas convenhamos: avisar na última hora não é bem a mesma coisa que negociar de forma transparente desde o início.

    Outros times também se deram mal

    Memphis não tá sozinho nessa. O Dallas Mavericks também se complicou com uma pick de 2027 protegida top-2 que mandaram pro Charlotte. E o Houston Rockets? Eles têm um swap de picks sem proteção com o Brooklyn que agora também tá sujeito às mesmas restrições.

    Na minha opinião, a NBA meio que fez os times de otário aqui. Mudou as regras no meio do jogo e ainda por cima com aquela justificativa meio meia-boca. E aí, vocês acham que isso é justo? Ou a liga tinha que ter feito exceção pras trades que já tinham acontecido?

    Uma coisa é certa: da próxima vez que um GM for negociar qualquer pick, vai ter que colocar uns 50 asteriscos no contrato. Porque aparentemente na NBA, “sem proteção” não significa mais sem proteção.