Autor: Leandro Amorim

  • Kelly Oubre Jr. pode deixar os Sixers? O futuro do ala está indefinido

    Kelly Oubre Jr. pode deixar os Sixers? O futuro do ala está indefinido

    Olha, vou ser sincero: Kelly Oubre Jr. foi uma das poucas consistências dos Sixers numa temporada que foi uma verdadeira montanha-russa. Enquanto o time oscilava entre jogar como campeão e parecer um time de colégio, o cara se manteve firme entregando o que dele se esperava.

    Os números não mentem: 14.1 pontos por jogo com um true shooting de 58% — o melhor da carreira dele. Cara, 58%! E ainda pegou 5.0 rebotes, 1.6 assistências e 1.4 roubadas de bola em pouco mais de 31 minutos por noite. O monstro simplesmente evoluiu.

    O salto no arremesso de 3

    A evolução mais impressionante do Oubre foi de longe. O cara saiu de 32.7% das tentativas de campo vindos do perímetro na temporada passada para 43.9% este ano. E não foi só volume — a eficiência também subiu. Acertou 36% das bolas de três (4.8 tentativas por jogo), que é o melhor percentual da carreira dele.

    Mesmo focando mais no arremesso de longa distância, ele manteve a letalidade perto da cesta: 68.9% de aproveitamento em tentativas dentro dos três pés. Atleticismo + tamanho + finalização = pesadelo para qualquer defesa.

    A versatilidade defensiva dele continua sendo absurda. Consegue marcar alas e armadores com a mesma eficiência, usando o físico e a velocidade lateral pra incomodar qualquer um. É o tipo de jogador que todo técnico quer ter — aquele que aceita qualquer missão.

    Os playoffs foram cruéis

    Aí que mora o problema. Justamente na hora que mais importa, o arremesso simplesmente sumiu. Nos playoffs, Oubre acertou apenas 25.6% das bolas de três (10 em 39 tentativas). Foi doloroso de assistir, principalmente porque ele estava encontrando espaços bons pra arremessar.

    Essa inconsistência nos momentos decisivos é exatamente o que separa ele de ser um titular indiscutível para ser aquele sexto homem de luxo que entra 25-30 minutos. E olha que diferença isso faz no valor de mercado do cara.

    Free agency chegando

    E agora vem a questão do milhão: Oubre vai ficar na Filadélfia? O contrato de dois anos por US$ 16.3 milhões acabou — que negócio absurdo foi esse, por sinal — e ele está livre no mercado.

    Nas entrevistas pós-temporada, deu pra sentir que ele curtiu mesmo jogar pelos Sixers. “Eu amo meus caras”, disse ele. “O basquete se reinventou pra mim através de lentes diferentes durante minha passagem aqui.” Mas também deixou claro que não sabe o que esperar da free agency.

    Na minha visão, seria burrice dos Sixers não tentar manter o Oubre. Por esse preço? É um dos melhores custo-benefício da liga. O cara traz energia, defesa, versatilidade e ainda está melhorando o arremesso. Aos 28 anos, está no auge da carreira.

    Vocês acham que ele fica na Filadélfia ou algum time vai fazer uma oferta irrecusável? Eu apostaria que os Sixers vão fazer de tudo pra renovar. Perder um jogador desse calibre seria um tiro no pé.

  • 5 jogos 7 nos playoffs! Spurs e Thunder fazem história no sábado

    5 jogos 7 nos playoffs! Spurs e Thunder fazem história no sábado

    Cara, que playoffs loucos estão sendo esses de 2026! O jogo 7 entre Spurs e Thunder no sábado vai ser o QUINTO jogo decisivo desta pós-temporada. Cinco! Isso empata com os recordes de 1994, 2014 e 2016. Sinceramente, não lembro de ver tanta tensão assim em tantas séries seguidas.

    E olha que coisa interessante: se o San Antonio ganhar em Oklahoma City, vai ser a terceira vitória fora de casa em jogo 7 na mesma pós-temporada – algo que nunca aconteceu na história da NBA. Já pensaram na pressão?

    Os números não mentem (mas o coração bate forte)

    Vamos aos fatos: times mandantes têm 117 vitórias e apenas 42 derrotas em jogos 7 dos playoffs. Ou seja, jogar em casa é quase garantia de classificação. O Thunder sabe disso – em Oklahoma City, eles são 4-0 em jogos 7, com margem média de 17,5 pontos. A última foi na final do ano passado. Absurdo de dominante.

    Já o Spurs… bom, a situação é mais complicada. Eles são 1-5 fora de casa em jogos 7 na história da franquia. A única vitória foi contra o New Orleans em 2008. E nunca – NUNCA – jogaram uma final de conferência do Oeste fora de casa no jogo 7.

    Harrison Barnes e a superstição do aniversário

    Agora vem uma curiosidade que me deixou de queixo caído: Harrison Barnes faz aniversário no sábado (34 anos), e tem uma estatística maluca – NENHUM jogador que fez aniversário em um jogo 7 dos playoffs perdeu. Zero derrotas!

    Barnes inclusive já passou por isso. Em 2016, no dia do seu aniversário de 24 anos, o Golden State virou aquela série histórica contra… adivinha quem? O próprio Thunder! Paul George também ganhou no seu aniversário este ano contra Boston.

    Na minha visão, isso pode ser bobagem estatística, mas no basquete essas coisas pesam. E o Harrison está jogando um basquete sólido nestes playoffs.

    12 jogos entre os mesmos times – coisa rara

    Esse vai ser o 12º confronto entre Thunder e Spurs na temporada. Doze! O San Antonio ganhou 7 dos primeiros 11, então tem uma ligeira vantagem no histórico recente. Mas jogo 7 é outra história, né?

    Essa quantidade de jogos entre os mesmos times é raríssima. A última vez foi na temporada 94-95, entre Spurs e Rockets. Agora só é possível por causa da NBA Cup que adiciona mais um jogo extra na temporada regular.

    Vocês acham que o fator casa vai pesar ou a experiência dos Spurs pode fazer a diferença? Eu tô genuinamente curioso pra ver se essa estatística do aniversário vai se manter. Uma coisa é certa: sábado à noite vai ser de parar tudo pra assistir!

  • Kessler fica no Utah! Jazz vai desembolsar até 30 milhões por ano

    Kessler fica no Utah! Jazz vai desembolsar até 30 milhões por ano

    Olha, eu não esperava que o Utah Jazz fosse soltar essa grana toda, mas parece que o Walker Kessler realmente virou peça fundamental no projeto deles. Segundo o Tim Bontemps da ESPN, o pivô vai renovar com o Jazz por algo entre 25 e 30 milhões de dólares por ano. Trinta milhões! Pra um cara que jogou apenas cinco jogos na temporada passada.

    Mas calma, antes de criticar, vamos aos números que justificam essa bolada toda.

    Os números que convenceram a diretoria

    Em apenas cinco partidas na temporada 25-26 (sim, ele se machucou cedo), Kessler meteu 14.4 pontos, 10.8 rebotes, 3.0 assistências e 1.4 tocos por jogo. O mais absurdo? O cara acertou 70.3% dos arremessos de quadra e 6 de 8 tentativas do perímetro. Gente, um pivô de 2,18m fazendo 75% dos arremessos de três!

    Claro, foram só cinco jogos, então vamos com calma com essa empolgação do arremesso de longa distância. Mas se for legítimo mesmo, cara… o Jazz pode ter encontrado uma pecinha muito especial.

    O frontcourt dos sonhos está tomando forma

    Agora o negócio fica interessante de verdade. Com Kessler garantido no garrafão, o Jazz vai formar um trio de frente monstruoso: Kessler de pivô, Jaren Jackson Jr. de ala-pivô e Lauri Markkanen de ala. Três caras altos, que sabem jogar basquete moderno.

    A estratégia faz muito sentido, sinceramente. Jackson Jr. nunca foi um reboteiro nato, então ter Kessler ali pra limpar o garrafão é fundamental. E os dois juntos no bloqueio? Vai ser difícil meter uma bandeja nesse time.

    O engraçado é que o Markkanen, com seus 2,13m, vai jogar de ala mesmo. Imagina o pesadelo que vai ser marcar esse cara no perímetro?

    E agora? Draft na área

    Com Kessler resolvido, o Jazz pode focar totalmente na segunda escolha do draft. Todo mundo tá falando que eles vão de Darryn Peterson, do Kansas. Faz sentido — eles precisam de um armador que saiba criar jogadas e marcar pontos.

    Vocês acham que 30 milhões por ano pro Kessler é muito? Olha, considerando o mercado maluco da NBA hoje em dia, e vendo o potencial do cara… eu acho que pode ser um negócio inteligente. Especialmente se ele realmente desenvolveu esse arremesso de três que mostrou nesses cinco jogos.

    O Utah tá montando algo interessante por lá. Não vai ser candidato ao título já na próxima temporada, mas esse núcleo jovem tem cara de quem pode incomodar no Oeste daqui a uns dois anos.

  • NBA revoluciona o draft pra acabar com tanking — mas será que vai dar certo?

    NBA revoluciona o draft pra acabar com tanking — mas será que vai dar certo?

    Olha só que bomba a NBA soltou: acabou de aprovar uma reforma gigantesca no sistema de draft que vai mexer com TUDO a partir de 2027. E sinceramente? Era hora.

    O conselho da liga se reuniu dia 28 de maio e aprovou o que tão chamando de modelo “3-2-1” — só o Memphis votou contra, coitados (já vou explicar por quê). A ideia é bem simples: acabar de vez com essa palhaçada de times perdendo de propósito pra conseguir pick alto.

    Como vai funcionar essa nova loteria

    Cara, mudou TUDO. Agora são 16 times na loteria (antes eram só 14). Mas aqui vem o plot twist: os três piores times da liga vão ter apenas 2 bolinhas cada numa loteria de 37 total. É isso mesmo que você leu — ser ruim virou punição.

    Times do 4º ao 8º lugar ganham 3 bolinhas cada. O 9º e 10º ficam com 2 também (igual aos piores). E quem perder o play-in do 7º vs 8º ganha uma bolinha só. É praticamente um “parou de tentar, parou de sonhar”.

    A parte mais louca? Agora TODOS os 16 picks são decididos por loteria. Antes só os 4 primeiros eram sorteados. Mas os três piores times não podem cair além da 12ª posição — pelo menos isso né, imagina ter o pior recorde e pegar a 16ª pick.

    As regras anti-sorte grande

    Aqui vem uma parte que eu acho genial: nenhum time pode pegar a primeira pick em anos consecutivos. E mais — não pode escolher no top 5 três vezes em cinco anos. Basicamente, chega de Philadelphia Process ou Orlando eterno rebuild.

    E olha que interessante: o comissário Adam Silver ganhou poderes quase ditatoriais pra combater tanking. Pode até mudar as odds na hora se achar que um time tá fazendo sacanagem. Meio assustador, mas entendo a necessidade.

    A reforma tem “prazo de validade” — vai até 2028/29. Depois disso, ou mantém ou muda de novo. Pelo menos reconheceram que pode dar errado, né?

    Por que pode ser bom (e por que pode dar ruim)

    Vamos ser sinceros: tanking tava virando caso de polícia. Time botando jogador machucado pra não jogar, tirando cara saudável do segundo tempo… era constrangedor. Algo precisava ser feito.

    A ideia de dar chance pros times medianos é boa demais. Sabe aqueles times que ficam no limbo — ruins demais pros playoffs, bons demais pra pick alto? Agora eles têm esperança sem precisar virar lixo completo.

    Mas olha… essa mudança veio meio do nada, cara. Times fizeram trades pensando no sistema antigo. O Memphis, por exemplo, trocou o Jaren Jackson Jr. pro Jazz por uma pick que agora tem ZERO chance de ser top 5, porque Utah já pegou lá duas vezes recentemente. Imagina a cara do Grizzlies quando souberam disso.

    E vocês acham que isso realmente vai acabar com o tanking? Ou os GMs vão só arranjar uma forma mais criativa de ser ruins? Eu tenho minhas dúvidas, mas pelo menos vão ter que se esforçar mais pra disfarçar.

    Uma coisa é certa: a NBA de 2027 pra frente vai ser bem diferente da que conhecemos.

  • 27 anos depois: o mundo era outro quando o Knicks chegou na final pela última vez

    27 anos depois: o mundo era outro quando o Knicks chegou na final pela última vez

    Cara, vocês conseguem imaginar? A última vez que o New York Knicks chegou numa final da NBA foi em 1999. Vinte e sete anos atrás. Pra vocês terem uma ideia de quanto tempo é isso: o mundo ainda estava pirando com o bug do milênio, as Torres Gêmeas ainda dominavam o skyline de Manhattan e todo mundo ouvia CD no discman.

    Agora que o Knicks finalmente voltou pra final em 2026 (sim, essa é uma notícia do futuro que chegou até nós), dá pra ter uma noção absurda de como tudo mudou. E quando eu falo tudo, é TUDO mesmo.

    Nova York virou outra cidade

    Primeiro, o óbvio: o skyline de Manhattan não é mais o mesmo. As Torres Gêmeas caíram no 11 de setembro, e no lugar delas agora temos o One World Trade Center. É um marco que simboliza toda a transformação que a cidade passou.

    E não é só a paisagem que mudou. Em 1999, o prefeito era o Rudy Giuliani – aquele mesmo que depois virou advogado do Trump e se meteu em todas as confusões. Agora em 2026, quem manda na Big Apple é o Zohran Mamdani, um democrata socialista. Monstro como a política americana deu uma guinada, né?

    O Madison Square Garden também passou por uma reforma pesada entre 2011 e 2013 – quase 1 bilhão de dólares gastos pra deixar a arena moderna. Hoje em dia os torcedores escaneiam ingresso no celular, imaginem só. Em 99 era tudo papel mesmo.

    O time que trouxe a magia de volta

    Esse Knicks de 2026 tá comandado pelo Jalen Brunson, que virou o cara da franquia. O time tem também Karl-Anthony Towns, Mikal Bridges, Josh Hart e OG Anunoby. Sinceramente? Esse elenco tá muito mais robusto que aquele de 99.

    O que mais me impressiona é como eles conseguiram varrer o Cleveland Cavaliers na final do Leste. Varreu, gente! 4-0. Isso mostra o nível que esse time chegou. Desde aquela campanha histórica de 99, quando perderam pra San Antonio na final, os torcedores do Knicks esperaram quase três décadas pra ver o time de volta ao palco principal.

    A cultura pop também era outra

    Pra vocês terem uma ideia de como era diferente: em 99, a Lauryn Hill tinha acabado de ganhar o Grammy de Álbum do Ano com “The Miseducation of Lauryn Hill” – aquele disco que é um clássico até hoje. Em 2026, foi o Bad Bunny que levou o prêmio com “Debí Tirar Más Fotos”.

    Na época, “Shakespeare in Love” ganhou o Oscar de melhor filme. Agora foi “One Battle After Another”, com Leonardo DiCaprio. E olhem só que louco: em 99 a Jennifer Lopez estava no topo das paradas com “If You Had My Love”, enquanto em 2026 é o Drake com uma música chamada “Janice STFU” (risos, só podia ser o Drake mesmo).

    É impressionante pensar que uma geração inteira de fãs do Knicks nasceu, cresceu e virou adulta sem ver o time numa final. Agora essa galera finalmente vai poder viver essa experiência que parecia impossível.

    E aí, vocês acham que depois de 27 anos de sofrimento, o Knicks finalmente vai conseguir o título? Eu tô com uma expectativa absurda, mas também com aquele medinho de sempre…

  • NBA muda tudo: novo sistema de draft pode acabar com tanking

    NBA muda tudo: novo sistema de draft pode acabar com tanking

    Galera, a NBA acabou de aprovar uma mudança GIGANTE que vai mexer com tudo que a gente conhece sobre draft. O novo sistema “3-2-1 Lottery” foi aprovado por 29 votos a 1 e promete acabar de vez com o famoso tanking. Sinceramente? Era hora.

    A partir do draft de 2027, em vez dos 14 times de sempre na loteria, agora serão 16. E não é só isso — as chances ficaram muito mais equilibradas. A ideia é simples: parar de premiar quem perde de propósito.

    Como funciona essa nova loucura?

    Olha só que interessante: os três piores times da temporada vão ter MENOS chances de pegar a primeira escolha do que os outros times que ficaram de fora dos playoffs. Isso mesmo que você leu. Os três últimos colocados ficam com 5,4% de chance cada um, enquanto os outros sete times que perderam os playoffs têm 8,1%.

    É o que eles estão chamando de “rebaixamento do draft”. Basicamente, se você for um dos três piores, você tá sendo punido. A mensagem é clara: parem de perder de propósito, porque não vai mais compensar.

    E tem mais regras malucas: nenhum time pode pegar a primeira escolha em anos consecutivos, ou ficar no top-5 por três anos seguidos. Chega de dinastias construídas na base da derrota programada.

    O dilema dos times medianos

    Agora vem a parte que eu acho mais interessante (e complicada). Se você é um time que briga pelo play-in, tipo 9ª ou 10ª colocação, você tem as mesmas chances dos três piores times: 5,4%. Mas se você ficar em 11º, 12º lugar… aí suas chances sobem pra 8,1%.

    Vocês conseguem ver a cilada? Um time que está brigando pelo play-in pode preferir PERDER alguns jogos no final da temporada pra garantir uma posição melhor na loteria. É meio contraditório, não acham?

    Os times que perdem na primeira fase do play-in (7º vs 8º) ficam com apenas 2,7% de chance. Ou seja, ir pro play-in e perder logo de cara é a pior situação possível.

    Vai dar certo mesmo?

    Na minha opinião, a NBA acertou em tentar resolver o problema do tanking, mas criou outros problemas no processo. Imaginem um time como o Jazz do ano passado — que estava claramente reconstruindo — tendo que decidir se vale a pena ganhar alguns jogos pra sair do fundo do poço.

    E tem uma coisa que me preocupa: com mais de 40 picks desprotegidas já trocadas entre os times, a situação pode ficar maluca. Um time pode querer ficar entre os três piores de propósito se tiver o pick de outro time, só pra ferrar o rival.

    O sistema vai funcionar até 2029 e depois eles vão votar de novo. Três anos pra ver se deu certo ou se foi mais uma ideia que parecia boa no papel mas complicou na prática.

    Eu fico curioso pra ver como os GMs vão reagir a isso. Será que vai realmente acabar com o tanking ou só vai criar novas formas de manipular o sistema? O que vocês acham?

  • Draft 2026: brasileiros têm chance real com desistências de última hora

    Draft 2026: brasileiros têm chance real com desistências de última hora

    Olha, eu não esperava que esse Draft de 2026 fosse ficar tão interessante assim. Com menos de um mês pro grande dia (23 de junho), as desistências de última hora podem ter aberto uma porta dourada pra dois caras que todo mundo meio que esqueceu: Jaden Henley (Grand Canyon) e MJ Collins (Utah State).

    Os dois são ex-jogadores da Mountain West Conference que já esgotaram toda elegibilidade universitária — ou seja, é agora ou nunca pra eles. E sinceramente? Acho que as chances melhoraram bastante nas últimas semanas.

    Por que as desistências mudaram o jogo

    Cara, esse Draft começou com apenas 71 early entrants — 106 a menos que no ano passado! E o mais louco: mais da metade voltou pra faculdade. Colby Garland (San Jose State) desistiu e foi pro Georgia Tech. Rueben Chinyelu (Florida), Milan Momcilovic (Iowa State), Tyler Tanner (Vanderbilt)… todos voltaram.

    Eu sei que esses caras não são da Mountain West, mas cada nome que sai da lista é uma oportunidade que se abre. É matemática pura. Menos competição = mais chances pros nossos dois guerreiros.

    Henley tem tudo pra surpreender

    Jaden Henley tá ranqueado como 75º no consensus big board da Rookie Scale, mas eu tenho um pressentimento sobre esse moleque. O cara é um monstro atlético defensivo que averaged 17.7 pontos, 5.7 rebounds e 2.9 assistências. E olha só esse dado: 46.6% de arremessos e 56.2% de true shooting. Absurdo.

    Já fez workouts pra 13 times! Atlanta Hawks, Dallas Mavericks, Toronto Raptors, Orlando Magic, Sacramento Kings… A lista não para. Quando um jogador tem tanto interesse assim, alguma coisa boa vai acontecer.

    Collins, o pontuador esquecido

    MJ Collins pode ser a surpresa da noite. Athletic multi-level scorer que cravou 17.5 pontos por jogo com splits de 48.7/36.1/81.0. Esses números de três pontos (36.1%) são exatamente o que times da NBA procuram hoje em dia.

    Ok, só fez workout pra três times (Charlotte Hornets, Indiana Pacers, Memphis Grizzlies), mas às vezes é qualidade, não quantidade. Esses três times sabem identificar talento.

    Mesmo que não sejam chamados no top-60, as chances de conseguirem um two-way contract aumentaram muito. São três vagas por time, mais de $600K por temporada, e podem jogar até 50 jogos. Não é pouca coisa.

    E aí, vocês acham que pelo menos um dos dois vai ouvir o nome sendo chamado? Eu tô apostando no Henley, mas o Collins pode ser aquela surpresa que ninguém vê vindo. Draft night é sempre uma caixinha de surpresas mesmo.

  • Cavs vão manter Mitchell e Harden? Altman parece convencido

    Cavs vão manter Mitchell e Harden? Altman parece convencido

    Olha, pelo jeito o Cleveland Cavaliers tá mesmo decidido a apostar todas as fichas na dupla Mitchell-Harden para a próxima temporada. E sinceramente? Eu entendo a lógica, mesmo com algumas ressalvas.

    O James Harden já disse que vai exercer sua opção de jogador e ficar 100% em Cleveland. O cara tá confortável lá, e depois de tantas mudanças de time na carreira, faz sentido ele querer estabilidade. Já o Donovan Mitchell só tem opção de jogador na temporada seguinte, então os Cavs podem estender o contrato dele agora no verão sem correr risco de perder.

    Altman confia cegamente no Mitchell

    O presidente de operações Koby Altman tá praticamente babando ovo do Mitchell. “Donovan tem sido firme em dizer o quanto ama estar aqui”, disse Altman. “Nunca houve questão se ele quer ficar ou não; a questão maior já foi respondida – ele quer ficar a longo prazo.”

    Cara, eu gosto do Mitchell, mas vamos ser realistas aqui. Quatro temporadas consecutivas nos playoffs é legal, mas será que ele realmente tem o que é preciso para ser a estrela principal de um time campeão? Quando perguntaram isso pro Altman, ele respondeu “sim” sem pestanejar. Confiança não tá faltando.

    A aposta no Harden veterano

    Sobre o Harden, Altman foi bem honesto. Eles não trocaram pelo “MVP Harden”, mas por um jogador complementar que pode estabilizar o time. “Ele ajudou a reagalvanizar o grupo; estávamos meio bambos… quando ele chegou, nos deu uma crença real e atitude”, explicou.

    E olha, os números não mentem. Os Cavs saíram 5-0 depois da chegada do Harden e chegaram às finais de conferência. Sem ele, provavelmente não teriam chegado tão longe.

    A estratégia agora é dar uma pré-temporada completa pra dupla se entrosar de vez. Pode frustrar alguns torcedores que queriam mudanças mais dramáticas, mas é a paciência que sempre marcou o trabalho do Altman.

    E vocês, acham que essa dupla tem potencial pra levar Cleveland ao título? Ou é mais do mesmo?

  • Wemby mandou ‘bater forte’ nos companheiros antes da polêmica

    Wemby mandou ‘bater forte’ nos companheiros antes da polêmica

    Gente, surgiu um vídeo que tá pegando fogo na NBA e mostra exatamente o que a gente suspeitava: Victor Wembanyama LITERALMENTE mandou os companheiros baterem forte no McCain no final do Jogo 5. Absurdo.

    As câmeras flagraram o francesão sussurrando “hard foul” (falta forte) para Bismack Biyombo e Mason Plumlee quando saiu de quadra com o time perdendo por 14 pontos, faltando 2:20 para acabar. O Mike Tirico, narrador da NBC, confirmou isso durante a transmissão do Jogo 6 na quinta.

    A sequência que revoltou todo mundo

    Cara, depois que o Wemby saiu, foi um festival de porradaria no coitado do Jared McCain. Primeiro, o Plumlee deu uma cotovelada nas costas do garoto que derrubou ele no chão — falta que virou Flagrant 1 depois da revisão da liga. Um minuto depois, foi a vez do Biyombo meter lenha quando o McCain tentava uma bandeja.

    O Reggie Miller, que tava comentando o jogo, ficou indignado: “Vê só, são duas pancadas no McCain aqui no quinteto titular nos momentos finais do jogo. Ele não precisava estar em quadra nessa hora.” E olha, eu concordo 100% com o Miller.

    McCain mesmo ficou sem entender nada. Depois do jogo (que o Thunder ganhou 127-114), ele contou: “Foi maluco, cara. Eu não esperava, obviamente. A gente tava na linha do lance livre e eu perguntei: ‘Por que você fez isso, mano?’ E ele respondeu: ‘Tenho mais uma pra você também.’”

    Wemby cruzou a linha?

    Olha, eu entendo que o basquete é contato e que às vezes rola uma falta mais dura. Mas mandar os caras baterem de propósito? Isso aí é covardia, sinceramente. O McCain tava jogando pra caramba na primeira partida dele como titular na série — 20 pontos em 7 de 19 nos arremessos.

    O pior é que o plano meio que deu certo pro Spurs. Depois dessa palhaçada toda, eles foram lá e golearam 118-91 no Jogo 6, forçando o Jogo 7 decisivo em Oklahoma City neste sábado. Quem ganhar vai enfrentar os Knicks nas Finais, que começam dia 3 de junho.

    E vocês, acham que o Wemby passou dos limites ou foi só estratégia de playoff mesmo? Eu tô curioso pra ver se a liga vai fazer alguma coisa com isso ou se vai passar batido.

  • Terry Rozier perdeu a cabeça? Caso de suborno no basquete é surreal

    Terry Rozier perdeu a cabeça? Caso de suborno no basquete é surreal

    Cara, eu li essa história umas três vezes e ainda não consigo acreditar. Terry Rozier — sim, o mesmo que ganhou mais de R$ 800 milhões na carreira — supostamente topou receber 100 mil dólares pra sair mais cedo de um jogo e ferrar com as apostas dos caras. É de doer a cabeça mesmo.

    Pra vocês terem noção do absurdo: é como se alguém que ganha 100 mil reais por ano aceitasse 384 reais pra fazer uma parada dessas. Quatro centenas de reais! Eu sinceramente não consigo entender o que passou na cabeça do cara.

    O esquema era mais tosco que defesa do Lakers

    O negócio funcionava assim: em março de 2023, quando ainda estava no Charlotte Hornets, Rozier avisou pros comparsas que ia sair mais cedo do jogo contra o New Orleans Pelicans fingindo lesão na perna. Os apostadores fizeram a festa, colocando mais de 250 mil dólares apostando que ele NÃO ia bater suas médias de pontos, rebotes e assistências.

    Só que aí o tiro saiu pela culatra. O monstro saiu no primeiro quarto mesmo (9 minutos só), mas fez 4 rebotes — mais que sua média de 3.3 por jogo. Resultado? Algumas apostas deram errado e Rozier teve que “devolver” parte da grana, ficando com “só” 70 mil dólares.

    Gente, o cara tem contrato de 26 milhões por temporada e se arriscou por migalhas. É de perder o juízo.

    A coisa tá feia pro armador

    As novas acusações que saíram essa semana são pesadas: suborno em competições esportivas e conspiração de fraude. Isso se soma às duas acusações de fraude eletrônica que ele já enfrentava desde outubro. O advogado dele, Jim Trusty, tá dizendo que os outros réus estão inventando história pra se salvar.

    “São homens desesperados com fichas criminais terríveis que sabem o que dizer pra agradar os promotores”, falou Trusty. Olha, até pode ser, mas os detalhes do caso são bem específicos, né?

    E não é só o Rozier não — Chauncey Billups (que hoje treina o Portland) e Damon Jones (ex-assistente do Lakers) também estão no meio dessa confusão. Ao todo são 34 réus nessa investigação gigantesca.

    O mais bizarro? Um dos caras envolvidos, Marves Fairley, se apresentava no Instagram como “guru das apostas” e confessou tudo na quinta-feira. Disse que pagava jogadores pra alterar performance e que fazia apostas fraudulentas.

    Vocês acham que o Rozier realmente fez essa loucura toda? Porque pra mim não faz o menor sentido um cara com essa grana toda se arriscar assim. Mas também, já vimos cada coisa no mundo do esporte…