Autor: Leandro Amorim

  • NBA vira segunda rodada do Draft de cabeça pra baixo numa regra bizarra

    NBA vira segunda rodada do Draft de cabeça pra baixo numa regra bizarra

    Gente, a NBA acabou de aprovar uma mudança no Draft que é tão estranha que eu ainda tô tentando processar. Sinceramente, quando li a notícia pela primeira vez, achei que era pegadinha.

    A liga oficialmente aprovou uma reforma na loteria na quinta-feira que vai literalmente INVERTER a ordem dos primeiros 16 picks na segunda rodada. Ou seja: o time que pegar o pick 16 da primeira rodada vai automaticamente ter o pick 1 da segunda. E o time que pegar a primeira escolha geral? Vai ter que esperar até o pick 16 da segunda rodada.

    A lógica por trás da loucura

    Segundo Evan Wasch, vice-presidente executivo da NBA, a ideia é “contrabalancear a sorte do sorteio na primeira rodada”. Basicamente, se você deu azar na loteria, pelo menos vai ter uma compensação na segunda rodada.

    Mas olha só a segunda justificativa (que é ainda mais bizarra): eles querem evitar que times comecem a fazer tanking para pegar o pick 31. Cara, quem que ia fazer tanking pro pick 31? Isso nem faz sentido na minha cabeça.

    E tem mais: a nova regra também impede times de ficarem no top-5 por três anos seguidos, ou de pegarem a primeira escolha em anos consecutivos. Isso foi claramente uma resposta ao San Antonio, que teve a sorte absurda de pegar Wembanyama, Stephon Castle e Dylan Harper em sequência.

    Memphis se deu mal

    O time que mais se ferrou com essa mudança foi Memphis. Eles tinham o pick do Utah Jazz de 2027 (sem proteção), mas agora esse pick virou protegido top-5 porque o Jazz ficou no top-5 em 2025 e 2026. Imagina a cara do pessoal do front office dos Grizzlies quando descobriram isso.

    A votação foi 29-1 a favor da mudança. Adivinha quem foi o único voto contra? Memphis, óbvio.

    Olha, eu sempre achei que o tanking era um problema superestimado na NBA. Mas essa solução é tão criativa e maluca que eu nem consigo ficar bravo — tô mais é impressionado com a criatividade. É algo inédito no esporte profissional americano.

    Vocês acham que isso vai realmente funcionar ou é só mais uma regra complicada pra resolver um problema que nem era tão grande assim? Porque na minha opinião, a segunda rodada do Draft já tá bem mais fraca mesmo com o dinheiro do NIL rolando no college.

    A boa notícia é que isso é só um teste de três anos. Em 2030, a gente pode ter outro sistema completamente novo. Três anos é pouco tempo pra testar, mas pelo menos não vamos ficar presos nisso pra sempre.

  • Towns confiante: Knicks vão superar lesão do Robinson

    Towns confiante: Knicks vão superar lesão do Robinson

    Olha, se tem uma coisa que esse time do Knicks provou ao longo da temporada é que sabe lidar com perrengue. E agora vem mais um: Mitchell Robinson quebrou o mindinho da mão direita e pode perder o jogo 1 das Finals da NBA.

    A situação é meio estranha, né? O técnico Mike Brown disse que a lesão não aconteceu durante o jogo 4 das Finais da Conferência Leste nem no treino, mas não quer dar detalhes de como rolou. Robinson já passou por cirurgia e tá correndo contra o tempo pra voltar na quarta-feira.

    KAT manda a real sobre a situação

    Karl-Anthony Towns, que já passou por uns perrengues na carreira, tá confiante que o time vai dar conta do recado. “Se essa campanha nos playoffs mostrou alguma coisa, é que qualquer um dos 15 jogadores pode vestir a camisa dos Knicks e fazer o trabalho”, disse o pivô.

    E ele tem razão. Lembram daquela sequência horrível em dezembro quando eles perderam 9 de 11 jogos? Eu achei que era o fim da picada, mas os caras deram a volta por cima de uma forma absurda.

    Robinson faz falta pra caramba

    Não vou mentir: perder o Robinson é complicado. O cara tem sido fundamental saindo do banco, com aquela defesa marreteira dele e pegando uns rebotes importantes. São 5,5 rebotes e 5,5 pontos por jogo nos playoffs – números que não impressionam no papel, mas quem assiste sabe o impacto que ele tem.

    E considerando que os Knicks vão enfrentar ou o Wembanyama do San Antonio ou a dupla Holmgren/Hartenstein do OKC, ter um cara grandão pra incomodar no garrafão seria ideal. Mas Mike Brown já avisou que tá preparando todo mundo pra entrar se necessário.

    Sinceramente? Eu acredito nesse grupo. Eles já mostraram que têm peito pra situações difíceis. E vocês, acham que conseguem levar nas Finals mesmo sem o Robinson 100%?

  • Orlando Magic contrata Sean Sweeney dos Spurs como novo técnico

    Orlando Magic contrata Sean Sweeney dos Spurs como novo técnico

    Galera, chegou a hora. Sean Sweeney, o coordenador defensivo que ajudou a transformar o San Antonio Spurs numa muralha esta temporada, tá saindo de lá pra assumir seu primeiro cargo como técnico principal na NBA. E o destino? Orlando Magic.

    Segundo o Shams Charania da ESPN, Sweeney e o Magic tão finalizando um acordo pra ele substituir Jamahl Mosley, que foi demitido depois de uma temporada bem decepcionante em Orlando. Aliás, Mosley já achou um novo lar no New Orleans Pelicans.

    O cara que revolucionou a defesa dos Spurs

    Olha, eu não tô surpreso com essa contratação. Sweeney fez um trabalho absurdo em San Antonio. Quando o Mitch Johnson assumiu como técnico principal após a aposentadoria do lendário Popovich, ele trouxe Sweeney dos Dallas Mavericks especificamente pra ser o “coordenador defensivo”.

    E mano, que diferença ele fez! Os Spurs saíram de uma defesa medíocre (que ficava terrível sem o Wembanyama em quadra) pra uma das melhores defesas da liga toda. A melhora foi de 28 vitórias comparado à temporada passada — isso não é coincidência.

    O cara é considerado um dos melhores cérebros táticos da NBA atual. A capacidade dele de adaptar esquemas defensivos dependendo do adversário ou da situação do jogo é coisa de outro mundo. Sinceramente, acho que ele foi uma das peças-chave pro sucesso dos Spurs nesta temporada.

    Um desafio interessante em Orlando

    O Magic não é uma escolha ruim pra estreia dele como head coach, não. Eles têm um elenco jovem e talentoso, com estrelas promissoras como Paolo Banchero, Franz Wagner e Jalen Suggs. Além disso, já têm uma das melhores defesas da liga.

    O problema é que eles falharam miseravelmente nas expectativas esta temporada. Terminaram apenas em 8º no Leste e — prepara o coração — perderam uma vantagem de 3-1 pro Detroit Pistons na primeira rodada dos playoffs. Cara, isso dói só de lembrar.

    As principais dificuldades do Magic foram lesões e, principalmente, o ataque. E olha, se tem alguém que entende de sistemas ofensivos e defensivos, é o Sweeney. Ele passou quatro anos como assistente principal do Jason Kidd em Dallas, incluindo a campanha até as Finais em 2024 com o Luka Doncic.

    Sweeney vai terminar os playoffs com os Spurs primeiro — incluindo o Jogo 7 das Finais da Conferência Oeste que tá chegando aí. Se os Spurs passarem, ele ainda vai participar das Finais que começam no dia 3 de junho. Depois disso, é Orlando pra valer.

    Vocês acham que ele vai conseguir transformar o ataque do Magic como fez com a defesa dos Spurs? Eu tô curioso pra ver como ele vai lidar com a pressão de ser head coach pela primeira vez na carreira.

  • Por que os Suns não podem descartar Jalen Green ainda

    Por que os Suns não podem descartar Jalen Green ainda

    Olha, vou ser honesto com vocês: quando vi que os Suns estão pensando em se desfazer do Jalen Green, quase cuspi o café. Cara, eu entendo as frustrações com a temporada dele, mas trocar esse monstro agora seria um erro gigantesco.

    Vamos aos fatos: Green chegou no Arizona em junho passado naquela troca histórica que mandou o Kevin Durant para Houston. A expectativa era alta — um cara com esse atletismo ao lado do Devin Booker? Era pra dar liga.

    A temporada complicada que todo mundo viu

    Não vou passar pano: a primeira temporada dele no Valley foi uma montanha-russa. Lesão no posterior da coxa que tirou ele de dezembro inteiro e quase todo janeiro. Arremesso de 3 despencou pra 31,3%. Aproveitamento geral de 42,2%. Números que fazem qualquer GM perder o sono.

    Em 32 jogos na temporada regular, ele fez média de 17.8 pontos, 3.6 rebotes e 2.8 assistências. Mas aqui que a coisa fica interessante: nas vitórias dos Suns, ele acertava 45% dos arremessos e 33,6% das bolas de 3. Nas derrotas? Despencava pra 39% e 28,3%. Quando o Green não tá com a mão quente, ele meio que sequestra o ataque e atrapalha a movimentação de bola.

    Mas aí que tá — e vocês lembram daquele jogo decisivo contra o Warriors no play-in? O cara simplesmente resolveu salvar a temporada dos Suns. Foi um show à parte.

    Por que trocar seria loucura agora

    Sinceramente, acho que descartar o Green agora seria pânico. O cara tem 22 anos e um potencial físico absurdo. Aquela primeira passada dele é coisa de outro mundo, e quando ele resolve descer pro garrafão, é problema na certa pro adversário.

    Mesmo numa temporada ruim de arremesso, os times ainda respeitavam ele na linha de 3. Por quê? Porque todo mundo sabe que se der um espacinho, ele explode. E quando o Booker tá comandando o ataque, ter o Green na ala muda completamente a geometria da quadra.

    Olha, eu vi muito brasileiro promissor ser trocado cedo demais na NBA. O Green ainda tá se adaptando ao sistema, se recuperando de lesão, encontrando o ritmo. Trocar ele agora seria que nem o Vasco vendendo o Coutinho jovem — você sabe que vai se arrepender depois.

    E aí, o que vocês acham? Os Suns deviam dar mais uma chance pro Green ou partir pra uma troca grande? Na minha opinião, paciência é a palavra-chave aqui. Esse cara ainda vai dar muito trabalho na liga.

  • Thunder perde Jalen Williams e Mitchell para o Game 7 decisivo

    Thunder perde Jalen Williams e Mitchell para o Game 7 decisivo

    Cara, não é possível. Justo agora, no jogo mais importante da temporada, o Thunder vai ter que enfrentar o Game 7 sem dois caras importantes do elenco. Jalen Williams e Ajay Mitchell foram cortados da lista para o jogo decisivo, e sinceramente? Isso pode complicar muito a vida de Oklahoma City.

    O Williams tá numa luta épica contra essa lesão no tendão da coxa esquerda. O cara voltou pro Game 6, mas durou só 10 minutos em quadra antes de ser tirado de linha. Dez minutos! É o tipo de coisa que te deixa maluco como torcedor.

    A saga das lesões de Williams

    Olha só a timeline dessa novela: ele perdeu os dois últimos jogos da primeira rodada, ficou fora da segunda rodada inteira, voltou pro Game 1 das finais da conferência, se machucou de novo no Game 2 e ficou três jogos no banco. É de dar dó.

    “Ele tá determinado a chegar neste ponto. Eu dou crédito pra ele. É um cara que pensa no time, um competidor nato”, falou o técnico Mark Daigneault depois do Game 6. “Obviamente ele não tá 100%. Ele não sabia o que esperar; eu também não sabia.”

    E o pior é que a temporada regular do Williams já foi complicada. Só jogou 33 partidas por causa de uma cirurgia no punho na offseason e outra lesão no tendão — desta vez do lado direito. O cara não teve descanso.

    Mitchell também fora

    Como se não bastasse, Ajay Mitchell também tá cortado por causa de uma distensão na panturrilha direita. Não é uma perda tão impactante quanto a do Williams, mas em um Game 7 todo mundo faz diferença, né?

    E aí, vocês acham que o Thunder consegue superar essas baixas? Shai Gilgeous-Alexander vai ter que carregar o time nas costas mais uma vez. O cara já vem sendo monstro nos playoffs, mas agora a responsabilidade fica ainda maior.

    Na minha opinião, isso pode ser o fator decisivo do jogo. Williams é um dos caras mais versáteis do elenco do Thunder, consegue defender várias posições e criar jogadas. Sem ele, o técnico vai ter que mexer muito no sistema.

    Game 7 é sempre uma loteria, mas essas lesões deixam Oklahoma City em desvantagem clara. Vamos ver se a juventude e a energia do time conseguem compensar a falta de experiência e agora essas baixas importantes.

  • Altman meio inseguro sobre futuro do Mobley nos Cavs

    Altman meio inseguro sobre futuro do Mobley nos Cavs

    Cara, teve uma entrevista do Koby Altman que deixou todo mundo meio assim… né? O GM dos Cavaliers foi perguntado se o Evan Mobley vai “definitivamente” continuar no time, e a resposta dele foi bem estranha.

    “Ahm, é, quer dizer, ele faz parte do nosso futuro”, disse o Altman com uma hesitação que deu pra sentir daqui do Brasil. Olha, eu não sei vocês, mas quando um GM fala assim sobre um jogador que deveria ser peça central do projeto, alguma coisa não cheira bem.

    A hesitação que incomodou todo mundo

    Sinceramente, essa pausa do Altman foi estranha demais. Por que diabos ele hesitaria pra falar sobre um cara que ganhou o prêmio de Melhor Defensor da liga em 2025? O Twitter dos Cavs ficou em pânico total, e olha que eu entendo o desespero deles.

    Na minha visão, ou o cara tava completamente despreparado pra pergunta (o que é bizarro), ou realmente existe alguma conversa interna sobre mexer no elenco. E quando você pensa em Giannis Antetokounmpo no mercado… bom, dois mais dois, né?

    Mobley tá no limbo mesmo

    O problema é que o Evan ainda não deu aquele salto de superestrela que todo mundo esperava. Cara foi DPOY, All-Star, All-NBA… mas na temporada passada meio que estagnou. E isso com Cleveland pressionando pra brigar por título.

    “Ele sabe que precisa melhorar”, admitiu Altman, falando sobre os “intangíveis” que o Mobley precisa desenvolver. Traduzindo: o moleque tem o talento, mas falta aquela mentalidade assassina pra carregar o time nas horas difíceis.

    Olha, eu sempre achei que o Mobley tinha tudo pra ser um monstro absoluto nessa liga. Defensivamente ele já é, mas ofensivamente ainda tá devendo. E quando você tem uma janela de oportunidade se fechando, como parece ser o caso dos Cavs, cada decisão vira questão de vida ou morte.

    O que vocês acham? Altman tava só nervoso ou realmente pode rolar alguma movimentação envolvendo o Mobley? Porque se os Cavs trocarem ele e depois se arrependerem… vai ser uma daquelas decisões que assombram uma franquia por décadas.

  • Luka vira dono de time na Europa e pode realizar sonho maluco

    Luka vira dono de time na Europa e pode realizar sonho maluco

    Gente, vocês viram essa notícia absurda do Luka Dončić? O cara não contente em dominar a NBA pelo Lakers, agora virou empresário do basquete europeu. E olha só que loucura: ele tá investindo no Vanoli Cremona, da primeira divisão italiana, junto com o Donnie Nelson (ex-executivo dos Mavs).

    Mas aí que tá o plot twist mais doido de todos — o time vai se mudar pra Roma. Isso mesmo, Roma! A cidade que ficou sem basquete de primeira divisão desde 2020, quando o Virtus Roma faliu.

    O sonho europeu do Luka

    Na minha opinião, essa jogada do Luka faz todo sentido. O cara é esloveno, cresceu jogando no Real Madrid antes de vir pra NBA. Ele mesmo disse ao New York Times: “Desde que cheguei na NBA, meu sonho sempre foi ter um time na Europa, especialmente porque a Europa me deu muito.”

    E sinceramente? Que declaração massa. O moleque não esqueceu as origens, né? Isso me lembra muito quando jogadores brasileiros investem no futebol daqui — é sobre retribuir de onde você veio.

    Liga européia da NBA pode sair do papel

    Agora vem a parte que me deixa mais empolgado: esse investimento não é só nostalgia. O Adam Silver (comissário da NBA) já confirmou que tão trabalhando numa liga européia em parceria com a FIBA. A previsão? Outono de 2027.

    O formato que tão estudando é maluco: 16 times, sendo 12 fixos e 4 que se classificam. Roma tá na lista de cidades-alvo junto com Milão, Londres, Manchester, Paris, Lyon, Berlim, Munique, Barcelona, Madrid, Atenas e Istambul.

    Cara, imaginem o nível dessa liga! Seria tipo uma Champions League do basquete. E o Luka, esperto, já tá se posicionando pra quando isso acontecer.

    O que vocês acham? Será que essa liga européia vai dar certo mesmo ou é mais uma daquelas ideias que ficam só no papel? Eu tô torcendo pra rolar porque seria incrível ver mais basquete de alto nível pelo mundo. E o Luka como dono de time? Monstro demais!

  • Luka vira dono de time italiano e pode levar NBA pra Europa

    Luka vira dono de time italiano e pode levar NBA pra Europa

    Cara, que notícia absurda! O Luka Dončić acabou de fazer um movimento que ninguém esperava — o cara virou dono de um time de basquete na Itália. E não é qualquer time não. É um que pode representar Roma na futura NBA Europe.

    O esloveno, que tá voando no Lakers depois de deixar Dallas, se juntou a um grupo de investidores liderado pelo Donnie Nelson (ex-executivo dos Mavs) pra comprar o Vanoli Cremona. O time vai se mudar pra Roma na temporada 2026-27 e pode ser um dos representantes da cidade na NBA Europe — que ainda tá sendo planejada mas pode rolar já em 2027.

    O sonho europeu vira realidade

    “Eu sonho há muito tempo em ser dono de um time na Europa”, disse o Luka. Cara, imagina a emoção do moleque! Ele que veio das categorias de base do Real Madrid, agora volta pra Europa como empresário. É o ciclo se fechando de uma forma linda.

    A NBA Europe ainda tá no papel, mas o projeto é ambicioso pra caramba. Eles querem uma liga com 16 times: 12 fixos e 4 que se classificam a cada temporada. As cidades na mira são peso pesado — Roma, Milão, Londres, Manchester, Paris, Madrid, Barcelona, Munique, Berlim, Atenas e Istambul. É praticamente uma Champions League do basquete!

    Roma merece basquete de alto nível

    “Roma merece basquete de classe mundial”, falou o Nelson. E ele tá certíssimo. Uma cidade com essa história toda ficar sem basquete de ponta é sacanagem mesmo.

    O mais interessante é que não tem regra impedindo jogadores da NBA de serem donos de times na Europa. Então o Luka pode tranquilamente jogar nos Lakers e ser dono em Roma. Genial, né?

    Sinceramente, eu acho que essa NBA Europe pode ser o futuro do basquete mundial. Imagina a qualidade que vai ser — times europeus com estrutura NBA, jogadores top, estádios lotados. E com caras como o Luka investindo, a coisa promete ser séria mesmo.

    E vocês, acham que essa NBA Europe vai dar certo? Imaginem se a gente tivesse algo assim por aqui no Brasil…

  • Dončić vira empresário: compra time italiano de olho na NBA Europa

    Dončić vira empresário: compra time italiano de olho na NBA Europa

    Cara, quando eu li essa notícia quase caí da cadeira. O Luka Dončić não tá só dominando as quadras da NBA — agora ele quer ser DONO de time também. E não é qualquer time não: o esloveno acabou de liderar um grupo que comprou o Vanoli Cremona, da Itália, e já tá de olho na futura NBA Europa.

    Olha só que movimento inteligente do cara. Junto com Donnie Nelson (lembram dele? Ex-GM dos Mavericks que ajudou a trazer o Luka pra Dallas), ele comprou esse time italiano com um plano bem específico: mudar a franquia pra Roma e tentar uma vaga nessa nova liga europeia que a NBA tá planejando.

    O sonho europeu vira realidade

    “Eu sonho há muito tempo em ter um time na Europa”, disse o Dončić. Cara, imagina só — um jogador ativo da NBA virando proprietário de time ao mesmo tempo. Isso é inédito!

    E a jogada faz todo sentido quando você para pra pensar. Roma não tem time na primeira divisão italiana desde 2020, quando o Virtus Roma quebrou. É uma cidade gigante, capital do país, sem basquete de alto nível. O Luka e o pessoal dele vão preencher esse vazio.

    Sinceramente? Acho genial. O cara nasceu na Eslovênia, se profissionalizou no Real Madrid, dominou a NBA e agora quer levar o basquete italiano pra outro patamar. É aquela mentalidade de sempre pensar grande que faz dele especial.

    NBA Europa: revolução à vista

    Essa liga europeia da NBA que tá sendo planejada promete ser um negócio absurdo. Adam Silver já confirmou que tão trabalhando com a FIBA pra criar uma competição standalone que pode começar já em outubro de 2027. Imaginem: até 16 times espalhados por Inglaterra, França, Espanha, Itália, Alemanha, Grécia e Turquia.

    Roma e Milão são os principais candidatos a receber franquias italianas. E adivinha quem já tá lá, posicionado? Nosso Luka, é claro.

    O mais interessante é ver como os europeus tão dominando a NBA mesmo. Os últimos oito MVPs foram de fora dos EUA. Dončić, Jokić, Giannis, agora o Wemby despontando… Eles não querem só jogar na liga, querem moldá-la também.

    E aí, vocês acham que essa NBA Europa vai rolar mesmo? Eu tô aqui torcendo pra dar certo. Imagina que show seria ver esses times europeus de altíssimo nível, com a estrutura e o marketing da NBA por trás. O basquete mundial só tem a ganhar com isso.

    Uma coisa é certa: o Luka não para de surpreender. Monstro dentro de quadra, visionário fora dela.

  • Spurs x Thunder no jogo 7: Wemby vs SGA pela vaga na Final!

    Spurs x Thunder no jogo 7: Wemby vs SGA pela vaga na Final!

    Cara, chegou a hora. Jogo 7 entre Spurs e Thunder, com Wembanyama contra Shai Gilgeous-Alexander, e quem ganhar vai enfrentar os Knicks na Final da NBA. Sinceramente? Não podia ter pedido coisa melhor.

    Olha só que loucura: estamos vendo literalmente o futuro da liga se enfrentando. De um lado, o Thunder do SGA tentando conquistar o bicampeonato consecutivo (coisa que não rola há quase uma década). Do outro, os Spurs do Wemby, que se ganharem tudo podem dominar a NBA pelos próximos anos.

    A série mais equilibrada dos últimos tempos

    Mano, que série absurda foi essa! Seis jogos de pura tensão, com cada time respondendo na mesma moeda quando levava uma pancada. Ninguém conseguiu controlar essa série de verdade — foi tudo na base da porrada mesmo.

    E o que mais me impressiona? A juventude dos dois elencos. Esses caras vão brigar pelo título do Oeste pelos próximos dez anos, fácil. É o futuro da NBA acontecendo agora, ao vivo.

    O problema do Thunder na ofensa

    Aqui tem um dado que me deixou de queixo caído: durante a temporada regular, Oklahoma City tinha o terceiro melhor ataque em jogadas de meio de quadra da NBA — 102,5 pontos por 100 posses. Nos dois primeiros rounds dos playoffs? Subiram pra 110,1. Contra os Spurs? Despencaram pra 92,7.

    É isso aí que você leu. A defesa do San Antonio, com Wembanyama protegendo o garrafão e os armadores pressionando na linha de frente, quebrou completamente o ataque do Thunder. Quando OKC conseguiu mais de um ponto por posse no meio de quadra, ganhou. Quando não conseguiu, perdeu. Simples assim.

    Shai vai ter que resolver isso no jogo 7, porque senão a temporada do Thunder acaba hoje.

    A sorte pode virar pro lado dos Spurs

    E olha uma estatística maluca: San Antonio tá tentando 17 arremessos de três “abertos” por jogo (com o defensor a pelo menos 4 metros de distância) e acertando apenas 26,5%. Isso seria o terceiro lugar em tentativas na temporada regular, mas o ÚLTIMO lugar em aproveitamento.

    Devin Vassell e Julian Champagnie, os dois melhores arremessadores dos Spurs, nunca acertaram mais que 34% combinados em nenhum jogo desta série. Na minha opinião? Uma hora essa bola vai entrar. E se for no jogo 7…

    Vocês acham que Wembanyama vai conseguir carregar os Spurs pras Finals na primeira participação dele nos playoffs? Ou o Thunder consegue repetir o feito e vai atrás do bicampeonato? Eu honestamente não sei — e é exatamente por isso que esse jogo vai ser épico.