Autor: Leandro Amorim

  • Técnico do Spurs pira com arbitragem e leva técnica em jogo decisivo

    Técnico do Spurs pira com arbitragem e leva técnica em jogo decisivo

    Olha, eu já vi muito técnico pirar com árbitro na NBA, mas o que rolou com Mitch Johnson ontem foi de outro nível. O cara literalmente perdeu a linha depois de uma marcação absurda dos zebras no jogo 5 contra o Thunder.

    A situação foi assim: bola sai pela lateral, claramente bateu no Chet Holmgren antes de ir pra fora, mas os árbitros deram posse pro Thunder mesmo assim. Johnson tentou pedir revisão — que é um direito dele, né? — e os caras simplesmente ignoraram e ainda deram técnica nele por reclamar.

    A revolta foi total

    Sinceramente, eu entendo a revolta do Johnson. É jogo 5, série 2-2, cada posse vale ouro. E aí os árbitros fazem uma dessas? O técnico do Spurs gesticulou tanto que parecia que tava tentando decolar, gritou com os zebras e obviamente levou a técnica.

    Tony Brothers estava apitando — e quem acompanha NBA sabe que quando esse cara tá na quadra, sempre rola polêmica. O maluco é especialista em criar confusão onde não tinha.

    Na minha opinião, foi marcação errada mesmo. Dá pra ver no replay que a bola bate no braço do Holmgren antes de sair. Mas o pior não foi nem isso — foi ignorar o pedido de revisão. Isso não existe.

    Spurs contra o mundo

    Essa série toda tá sendo uma batalha não só contra o Thunder, mas contra a arbitragem também. Os Spurs já reclamaram várias vezes das marcações, e olha que eles não são time de ficar chorando atoa.

    O time de San Antonio conseguiu empatar a série em 2-2 depois de perder dois jogos seguidos em casa pro Thunder. Agora tão com a faca no pescoço jogando em Oklahoma City, onde historicamente não é fácil conseguir apito favorável.

    E vocês, o que acham? Johnson teve razão de pirar ou exagerou na reação? Porque olhando o lance, eu teria feito igual — ou pior.

    Independente da arbitragem questionável, a série tá emocionante demais. Quem ganhar esse jogo 5 fica a uma vitória da final contra o Knicks. E pelo jeito que a coisa tá pegando, vamos ter pelo menos mais um jogo em San Antonio, onde o Spurs pode torcer por um apito mais amigo.

  • SGA e Caruso metem o pé no acelerador e Thunder está a um passo da final

    SGA e Caruso metem o pé no acelerador e Thunder está a um passo da final

    Olha, eu sabia que os Thunder não iam se abalar depois da pancada que levaram no Jogo 4. Perder de 103-82 dói, mas esse time tem a cara do Shai Gilgeous-Alexander — resiliente pra caramba. E ontem? Mostraram porque são os atuais campeões.

    127-114 no Spurs em casa. Game 5 dominado. Agora estão 3-2 na série e a apenas UMA vitória de voltar pra Final da NBA. Absurdo como esse time rebate quando é encostado na parede.

    SGA mostrou quem manda na parada

    O cara simplesmente decidiu viver na linha do lance livre. Arremesso ruim? 7-19 de quadra. Mas aí que está — Shai é monstro porque não depende só do arremesso. Foram 32 pontos no final das contas, sendo 16-17 nos lances livres. Dezesseis de dezessete! O mlk praticamente não errou.

    E ainda distribuiu 9 assistências. Sinceramente, acho que ele está no auge da forma física e mental. Quando um cara desse calibre começa a usar a inteligência pra desenhar faltas… é perigoso demais.

    Caruso virou o Klay Thompson que ninguém esperava

    Mas o show mesmo foi do Alex Caruso saindo do banco. 22 pontos, 4-8 do perímetro, 8-8 nos lances livres. O cara está numa média de 17 pontos por jogo nessa série do Oeste, com mais de 58% do perímetro em seis tentativas por partida.

    Cara, quem diria que Caruso ia virar essa máquina ofensiva? Lembro dele no Lakers como especialista defensivo, e agora o mlk está cravando clutchs como se fosse veterano de Final há 10 anos.

    Cason Wallace também entrou bem — esses dois caras do banco estão salvando o Thunder enquanto Jalen Williams e Ajay Mitchell ficam no DM. E olha que nem parece que estão sem peças importantes, né?

    E agora? Spurs com a corda no pescoço

    San Antonio vai jogar o Game 6 com a temporada na linha. Pressão total. Mas pelo que eu vi até agora, os Thunder sabem lidar com qualquer cenário — perderam feio no Jogo 4 e responderam na lata.

    Chet Holmgren também acordou no ataque, o que é mais um problema pros Spurs. Quando esse time está com todo mundo contribuindo, fica muito difícil de parar.

    Vocês acham que os Thunder fecham a série fora de casa ou vai ter Jogo 7? Eu tô sentindo que eles não vão dar essa chance pro Spurs respirar…

  • Wemby sumiu no jogo 5 e os Spurs estão com problemas sérios

    Wemby sumiu no jogo 5 e os Spurs estão com problemas sérios

    Cara, eu tô começando a ficar preocupado com o Victor Wembanyama nestes playoffs. Depois de uma estreia absolutamente monstruosa no Jogo 1 contra o Thunder — 41 pontos, 24 rebotes e aquela bomba de 3 de quase 9 metros que deixou todo mundo de queixo caído — o francesão meio que sumiu do mapa.

    No Jogo 5, sinceramente, parecia que o Wemby era só mais um coadjuvante em quadra. E olha que estamos falando de um cara de 2,24m que deveria dominar qualquer partida só pela presença física. Mas não foi isso que vimos.

    Os Spurs não conseguem dar a bola pro cara

    Uma coisa que me irrita profundamente vendo os jogos dos Spurs: os caras simplesmente NÃO passam a bola pro Wembanyama quando ele está bem posicionado no garrafão. É de enlouquecer.

    Quantas vezes vocês já viram o Wemby pedindo a bola com as mãos para cima, numa posição perfeita para uma enterrada ou um gancho, e os companheiros ignorando completamente? Eu perdi a conta. Em vez disso, os caras ficam tocando a bola sem rumo e acabam forçando arremessos horríveis.

    O Thunder sacou isso e começou a colocar o Isaiah Hartenstein para marcar o Wemby nos momentos decisivos. Quando o francês finalmente recebia a bola na lateral da quadra, eles montavam uma muralha na área pintada. Estratégia simples, mas que funcionou porque os Spurs não souberam se adaptar.

    Wemby precisa distribuir melhor o jogo

    Mas olha, não é só culpa dos companheiros não. O próprio Wembanyama tem que assumir uma parcela da responsabilidade aqui. Uma assistência no jogo inteiro? Isso é inaceitável para um cara do calibre dele.

    Quando você atrai dois, três marcadores (e o Wemby sempre atrai), tem que achar o companheiro livre. É básico. O Shai Gilgeous-Alexander do Thunder fez exatamente isso — mesmo errando muito no arremesso, distribuiu 9 assistências e manteve o time funcionando.

    O Wemby ainda tá muito focado em resolver tudo sozinho. Entendo que ele quer carregar o time nas costas, mas basquete é esporte coletivo. Se ele não entender isso logo, os Spurs vão continuar patinando nos playoffs.

    E agora, José?

    A real é que depois daquele Jogo 1 espetacular, eu achei que finalmente veríamos o Wembanyama assumir o posto de melhor jogador do mundo. Mas estes últimos jogos me deixaram com um pé atrás.

    Não é que ele está jogando mal — longe disso. Mas para um cara que deveria estar dominando os playoffs como o Tim Duncan dominava nos anos 2000, está meio decepcionante. Os Spurs têm talento suficiente para brigar por título, mas precisam urgentemente ajustar essa química ofensiva.

    Vocês acham que o Wemby vai conseguir se impor no resto da série, ou o Thunder já descobriu a fórmula para anulá-lo?

  • Wemby travou na pior hora e os Spurs estão quase eliminados

    Wemby travou na pior hora e os Spurs estão quase eliminados

    Olha, eu não consigo acreditar no que eu vi ontem à noite. O Victor Wembanyama — o mesmo cara que vinha destruindo todo mundo nestes playoffs — simplesmente travou no pior momento possível. 20 pontos. Vinte! O menor dele em toda a série.

    Os Spurs perderam por 127-114 pro Thunder no jogo 5 das finais do Oeste, e agora estão com a corda no pescoço: 3-2 na série. Se não ganharem em casa na quinta, é temporada acabada.

    A noite que o alienígena virou humano

    Cara, foi bizarro ver o Wemby assim. O moleque que tinha feito 41 pontos num jogo e 33 em outro, ontem parecia que estava jogando com as mãos amarradas. 4 de 15 nos arremessos de quadra — um aproveitamento de 26,7%. Errou TODOS os cinco arremessos de três que tentou.

    A única coisa que salvou ele de um vexame total foram os lance livres: 12 de 12. Pelo menos isso funcionou, né? Mas sinceramente, não dá pra ganhar jogo de playoffs com o seu astro jogando desse jeito.

    E olha que o Thunder não fez nada de especial defensivamente. Eles só deixaram o Wemby se atrapalhar sozinho. Às vezes acontece isso com jovens em momentos de pressão — mesmo sendo um fenômeno como ele é.

    O discurso que quase virou o jogo

    Teve um momento no terceiro quarto que me deu esperança. Os Spurs estavam tomando uma surra (Thunder tinha aberto 18 pontos de vantagem), aí o Wemby pediu tempo e fez um discurso inflamado pros companheiros. Dava pra ver nos gestos dele que estava cobrando mais garra do time.

    E funcionou! Por uns minutos, pelo menos. Os Spurs reagiram e chegaram a diminuir pra 8 pontos de diferença. Pensei: “Pronto, agora que o bicho vai pegar”. Mas aí… nada. O Thunder voltou a abrir o placar e os Spurs murcharam de vez.

    No último quarto foi de dar pena: apenas 2 pontos nos primeiros 4 minutos. Como é que vai ganhar jogo assim?

    Agora é tudo ou nada em San Antonio

    A matemática é cruel: ou ganha em casa na quinta-feira, ou vai pescar. E olha, eu ainda acredito nesse time. O Wemby é jovem, tem 22 anos, e jogos ruins acontecem até com os maiores. O LeBron teve jogos horríveis em finais, o Jordan também.

    A questão é: ele vai conseguir se recuperar psicologicamente pra jogar o jogo da vida dele na quinta? Porque se ele aparecer com aqueles 35-40 pontos que a gente sabe que ele consegue fazer, os Spurs levam pro jogo 7. E aí, meu amigo, qualquer coisa pode acontecer.

    Vocês acham que o Wemby rebate ou vai travar de novo? Eu tô torcendo pra ver o alienígena que conhecemos aparecer quando mais precisa.

  • Harden quer ficar em Cleveland: ‘Achamos algo especial aqui’

    Harden quer ficar em Cleveland: ‘Achamos algo especial aqui’

    Olha só que notícia interessante: James Harden está 100% decidido a ficar em Cleveland. Não, você não leu errado. O Barba quer mesmo continuar vestindo a camisa dos Cavs na próxima temporada.

    “Sim. 100%”, disse Harden quando perguntaram se ele quer voltar para Cleveland. “Definitivamente quero estar aqui. Acho que encontramos algo especial. É difícil não terminar como queríamos, mas acho que encontramos algo.”

    Cara, essa é uma das declarações mais diretas que você vai ouvir de um jogador da NBA hoje em dia. E pelo visto, o sentimento é recíproco — os Cavs também querem o veterano de volta.

    Negócio fechado por vários anos

    Segundo o Brian Windhorst da ESPN, isso não é especulação: “James Harden vai voltar para os Cavs no ano que vem. Vai ser por vários anos garantidos.”

    Faz todo sentido, né? Cleveland não ia trocar o Darius Garland por apenas meio ano do Harden. Desde o início, essa sempre foi uma jogada pensando no longo prazo.

    O veterano teve números sólidos nos playoffs: 19.2 pontos e 5.5 assistências em 18 jogos. Tudo isso chegando no meio da temporada, se adaptando na correria. Quando você para pra pensar assim, chegar nas finais da Conferência Leste foi até impressionante.

    Ainda carrega o peso do passado

    Mas vamos ser honestos aqui — o Harden ainda carrega aquela bagagem pesada de nunca ter conquistado um título. Nesta pós-temporada, ele empatou com Karl Malone no recorde de vitórias nos playoffs sem nunca ter levantado o troféu. É um papo que dói, mas é a realidade.

    O Donovan Mitchell saiu em defesa do companheiro: “Nós ignoramos a liderança dele, ignoramos o caráter humano de quem ele é, ignoramos como ele empodera as pessoas, e ignoramos sua grandeza de forma significativa. É realmente injusto.”

    Mitchell tem razão em parte. Harden é Hall da Fama garantido, independente das críticas. Mas também sabemos que só existe uma forma de calar os haters de vez, né?

    “Eu ainda estou aqui, certo? Ainda vivo, ainda seguindo. É tudo que posso fazer”, disse Harden sobre suas frustrações nos playoffs. “Por mais que a gente queira se lamentar ou duvidar da nossa jornada, seja vocês ou eu, a gente tem que continuar empurrando.”

    E aí, vocês acham que Cleveland com mais um ano de entrosamento consegue brigar pelo título? Sinceramente, acho que eles têm potencial, mas vão precisar de muito mais consistência. O que vocês pensam?

  • Sharife Cooper tenta se firmar na NBA, mas será que consegue?

    Sharife Cooper tenta se firmar na NBA, mas será que consegue?

    Olha, vou ser sincero com vocês: quando vi o Sharife Cooper jogando pelos Wizards essa temporada, fiquei na dúvida se ele realmente tem futuro na NBA. O cara tem 24 anos e já rodou mais que roda de ônibus — China, Turquia, Grécia, França. Agora voltou pra tentar uma última cartada em Washington.

    Cooper chegou nos Wizards com um contrato two-way, daqueles que você sabe que é mais pra completar roster mesmo. E cara, ele meio que virou aquele clássico “capitão do tanque” — armador veterano que joga quando o time já tá pensando na loteria do Draft.

    Os números até que impressionam

    Mas espera aí, porque os números do moleque não são ruins não. 61% de true shooting é coisa de gente boa, ainda mais pra um armador. Acertou 38% das bolas de três também, o que tá longe de ser ruim. O cara consegue penetrar, finalizar no garrafão e ainda tem uns toques de playmaker.

    Quando ele pegava a bola e resolvia partir pro ataque, geralmente dava certo. No pick-and-roll e nas jogadas de isolação, o desempenho foi positivo. Aliás, no iso ele conseguiu impressionantes 1 ponto por posse — isso é percentil alto, galera.

    Cooper tem uma velocidade absurda e mentalidade de cestinha nato. Consegue pontuar nos três níveis, inclusive com um arremesso de média distância bem eficiente. Entre os armadores jovens dos Wizards, foi quem melhor conseguiu furar a defesa adversária consistentemente.

    Mas aí que mora o problema

    Agora vem a parte ruim da história. Cooper não é muito ameaçador quando não tem a bola, e como criador de jogadas ele deixa a desejar pra compensar isso. O arremesso de três até foi eficiente, mas com volume baixíssimo — meio estranho pra um cara que teve papel ofensivo importante.

    E olha, o movimento dele no arremesso é meio travado, lembra até os irmãos Ball. As defesas às vezes nem se preocupavam muito em marcar ele na linha de três. Segundo os dados, ele ficou apenas no percentil 28 em assistências potenciais por tempo com a bola. Traduzindo: não criava jogadas suficientes pros companheiros.

    Talvez por isso Cooper raramente entrou na rotação quando o time estava saudável, e não conseguiu um contrato padrão da NBA — diferente do Tristan Vukcevic e do Jamir Watkins. Na NBA de hoje, armador pequeno e com problemas defensivos precisa ser craque na criação, senão não cola.

    A defesa que dói de ver

    E por falar em defesa… cara, foi de doer. As métricas defensivas podem ser meio malucas às vezes, mas todas apontam pra ele sendo um dos piores defensores individuais da liga inteira. Isso dói.

    Com Trae Young e Tre Johnson já no elenco, Cooper meio que vira redundância. E se os Wizards querem sair dessa de tankar e brigar por alguma coisa, vai ser difícil encontrar espaço pra ele.

    Sinceramente? Acho que essa pode ter sido a última chance do Cooper na NBA. O talento tá lá, mas nessa liga você precisa de mais que números bonitos. E vocês, acham que ele ainda consegue se firmar ou é hora de aceitar que o sonho NBA chegou ao fim?

  • Knicks e Rangers vão se separar: esquema de US$ 13,5 bi dos Dolans

    Knicks e Rangers vão se separar: esquema de US$ 13,5 bi dos Dolans

    Cara, enquanto os Knicks estão voando nas finais da NBA (que loucura, né?), por trás dos panos está rolando uma movimentação bilionária que pode mudar tudo. Os donos do time, a família Dolan, querem separar os Knicks dos Rangers em empresas diferentes. Estamos falando de US$ 13,5 bilhões em jogo aqui.

    O plano dos Dolans que ninguém esperava

    Em fevereiro, o conselho da Madison Square Garden Sports aprovou um plano pra explorar essa separação. James Dolan, o CEO (e filho do falecido patriarca da família), disse que isso daria “flexibilidade estratégica” pra cada empresa. Traduzindo: eles acham que vão ganhar mais dinheiro assim.

    Na semana passada rolou o próximo passo — eles protocolaram os documentos na SEC, a nossa “CVM” americana. Sinceramente? Não é a primeira vez que os Dolans fazem isso. Eles são meio que especialistas em fatiar empresas pra tentar aumentar o valor das ações.

    O velho Charles Dolan (que morreu em 2024 aos 98 anos) construiu o império da família com televisão a cabo, fundou a HBO e transformou a Cablevision numa potência que foi vendida por US$ 18 bilhões em 2016. O cara era um visionário, não dá pra negar.

    Por que separar agora?

    Aqui que fica interessante. A MSGS (a empresa que controla ambos os times) está sendo negociada por muito menos do que os times valem individualmente. O valor de mercado atual é de US$ 9,6 bilhões, mas o Knicks vale US$ 9,85 bilhões e o Rangers US$ 3,65 bilhões segundo o Sportico. Ou seja, tem um “desconto Dolan” de 29% aí.

    Olha, eu entendo a lógica. Times de esporte sempre foram negociados abaixo do valor real quando estão na bolsa. O Manchester United é o exemplo clássico — as ações ficaram patinando em US$ 13 até os rumores de venda em 2022, quando dobraram de preço.

    E vocês acham que vai dar certo? Porque separar times que dividem até o estádio parece meio complicado, não? Os Knicks e Rangers vão ter que pagar aluguel pro Madison Square Garden — que pertence a OUTRA empresa dos Dolans (sim, eles têm várias).

    O quebra-cabeças das empresas Dolan

    Pra entender essa jogada, precisa ver o histórico. Desde 2010 os Dolans vêm fatiando o império: primeiro separaram o MSG da Cablevision, depois criaram a MSG Network, depois separaram os times dos locais de entretenimento, e por aí vai.

    Agora querem mais uma fatia. A família também tem aquela Sphere maluca em Las Vegas (que custou uma fortuna mas é impressionante, admito).

    No fim das contas, ainda falta aprovação das ligas — NBA e NHL precisam dar o ok. E mesmo que role, será que realmente vai resolver o problema do “desconto Dolan”? Ou os investidores vão continuar desconfiando da família?

    Uma coisa é certa: com os Knicks finalmente competitivos de novo (primeira final desde 1999!), o timing não podia ser melhor pra mexer no valor da franquia.

  • Filha do presidente dos Knicks vira sensação com post épico da final

    Filha do presidente dos Knicks vira sensação com post épico da final

    Gente, que momento ABSURDO foi esse dos Knicks ontem! E olha que eu nem tô falando só do jogo — que aliás foi uma surra histórica de 130-93 no Cavaliers pra fechar a série. Tô falando da festa que rolou depois, que virou viral graças à Brooke Rose, filha do presidente dos Knicks, Leon Rose.

    A menina simplesmente postou uma foto das esposas dos jogadores comemorando na quadra e chamou elas de “as melhores esposas do mundo”. Até aí, normal, né? Só que ela incluiu o Timothée Chalamet na lista. Sim, o ator do Duna. Como “esposa”. E eu tô rindo até agora.

    A festa que ninguém esperava

    Cara, a cena foi surreal. Ali Brunson (esposa do Jalen), Shannon Hart (do Josh Hart) e Jordyn Woods (noiva do Karl-Anthony Towns) todas sorridentes segurando o troféu da Conferência Leste. E lá estava o Chalamet com a Kylie Jenner, sendo tratado como parte do time das WAGs pelos próprios Knicks.

    O mais engraçado? Shannon Hart tava comemorando em dose dupla — além da classificação histórica, era aniversário dela! Imagina ganhar um presente desses no seu dia especial. Sinceramente, acho que nem ela sonhava com isso quando acordou ontem.

    Celebrity Row em peso

    E não foi só o Chalamet não. A galeria VIP dos Knicks desceu em Cleveland com tudo: Tracy Morgan, Fat Joe, Ben Stiller, Spike Lee… Parecia mais um evento do Met Gala do que um jogo de basquete. Até as lendas Walt Frazier e Patrick Ewing estavam lá pra entregar o troféu de MVP da final do Leste pro Jalen Brunson.

    Vocês viram a foto dele beijando a Ali depois de receber o troféu? Monstro! O cara tá vivendo o sonho de qualquer nova-yorquino que se preze. E olha que eu acompanho NBA há anos — raramente vejo uma celebração tão genuína quanto essa dos Knicks.

    Agora é esperar nove dias até o jogo 1 das Finais, dia 3 de junho. O adversário ainda não tá definido — Spurs ou Thunder, que estão empatados em 2-2. Mas uma coisa eu garanto: depois de 27 anos de jejum, os Knicks vão chegar nas Finais com uma torcida completamente maluca. E com as “melhores esposas do mundo” torcendo na arquibancada.

  • Knicks na final da NBA: 6 presos em festa épica no Madison Square Garden

    Knicks na final da NBA: 6 presos em festa épica no Madison Square Garden

    Gente, eu não acredito que tô escrevendo isso. Os Knicks estão na final da NBA pela primeira vez em 27 anos! VINTE E SETE ANOS, pessoal. E obviamente a galera de Nova York fez a festa que tinha que fazer.

    Mas olha só a loucura: seis pessoas foram presas do lado de fora do Madison Square Garden na segunda-feira, depois que os Knicks destruíram o Cleveland Cavaliers por 130 a 93 e carimbaram a vaga na final. A torcida literalmente enlouqueceu — e quando eu digo enlouqueceu, é porque teve gente subindo em poste de luz, bloqueando trânsito e pulando barreira da polícia.

    A festa virou bagunça (mas que festa!)

    Os vídeos que tão circulando são surreais. Tem um moleque que não deve ter nem 15 anos escalando um poste como se fosse o King Kong. Dois policiais desceram o sarrafo nele assim que o garoto desceu. A torcida ao redor começou a gritar “Soltem ele!” e vaiar os policiais.

    Sinceramente? Eu entendo a revolta. Imagina você esperar quase três décadas pra ver seu time chegar na final e aí vem alguém querendo estragar sua festa. Claro que não pode quebrar a cidade, mas cara… é o Knicks na final!

    Teve gente subindo no letreiro do Garden, nos painéis luminosos, fazendo a maior baderna. Um dos caras que tava lá disse uma coisa que me emocionou: “Isso é incrível! Eu esperei anos por isso. Amo o Jalen Brunson.”

    Brunson MVP e os Knicks voando alto

    Falando em Jalen Brunson, que performance monstruosa! O cara foi eleito MVP da série por unanimidade depois de liderar essa campanha histórica. Desde que chegou em Nova York, ele virou o líder que os Knicks precisavam. E que liderança, hein?

    O jogo em si foi um massacre. 130 a 93 nos Cavaliers. Os Knicks simplesmente resolveram não dar chance pro adversário respirar. Foi uma exibição de basquete que fez qualquer fã se emocionar — e olha que eu torço pro Lakers, mas reconheço qualidade quando vejo.

    NYPD tentou evitar, mas não rolou

    A polícia de Nova York até tentou se antecipar. Eles cancelaram a festa oficial que sempre rola do lado de fora do Garden porque a torcida tava ficando muito agitada nos jogos anteriores. Nas duas primeiras partidas da série, já tinham tido problemas e seis prisões só na segunda partida.

    O pessoal da polícia chegou a sugerir que fizessem a festa no Central Park, no Summer Stage. Mas convenhamos: qual torcedor fanático vai querer assistir longe da casa do seu time? Impossível.

    A galera se juntou mesmo assim. E pelo que vi, teve festa alternativa no Radio City Music Hall também, mas lá ficou mais controlado.

    E aí, pessoal, vocês acham que os Knicks conseguem levar o título depois de tanto tempo? Eu tô genuinamente curioso pra ver como vai ser essa final. Uma coisa é certa: Nova York vai parar se eles ganharem o campeonato.

  • Clarkson finalmente chegou nas Finais – mas não foi com o Jazz

    Clarkson finalmente chegou nas Finais – mas não foi com o Jazz

    Cara, que ironia do basquete. Jordan Clarkson, que passou cinco temporadas e meia em Utah sendo um dos queridinhos da torcida, finalmente chegou nas Finais da NBA. Só que agora ele tá vestindo a camisa do New York Knicks, entrando poucos minutos por jogo e marcando 3 pontos numa noite que deve estar sendo uma das mais especiais da vida dele.

    Na segunda-feira, os Knicks varreram os Cavaliers e garantiram vaga nas Finais pela primeira vez desde 1999. E o Clarkson? Lá estava ele no banco, comemorando com o time que finalmente o levou aonde o Jazz nunca conseguiu.

    A transformação de estrela para coadjuvante

    Olha só como o basquete é louco. Aos 33 anos, o Clarkson virou praticamente um mascote nos Knicks – média de 8,6 pontos na temporada regular e 5,4 nos playoffs. Longe daquele cara que ganhava prêmio de Sexto Homem do Ano em Utah e carregava o time nas costas quando precisava.

    Mas sabe o que é mais impressionante? Ele já tinha chegado numa Final antes, em 2018 com os Cavaliers. Só que naquela época foi diferente – foi trocado no meio da temporada pelos Lakers e basicamente virou banco de banco contra os Warriors. Agora ele tá vivendo isso de uma forma completamente diferente.

    O que Utah não conseguiu entregar

    Sinceramente, dói um pouco ver isso acontecer. O Clarkson foi um monstro em Utah, virou ídolo da torcida, ganhou prêmio individual, mas nunca nem chegou numa final de conferência com o Jazz. As últimas três temporadas por lá foram praticamente um desperdício – times em reconstrução que não tinham chance nenhuma de chegar longe.

    E agora? O cara sai de Utah, aceita um papel menor em Nova York, e boom – Finais da NBA. Às vezes o timing no basquete é tudo, né?

    Claro que ele provavelmente não vai jogar muito contra San Antonio ou Oklahoma City (quem passar na outra chave), mas cara… estar ali, naquele palco, depois de tudo que passou? Isso já é uma vitória gigante pra ele.

    Vocês acham que ele vai ter pelo menos uns minutinhos decisivos nas Finais? Porque seria épico ver o veterano entrando numa hora crucial e fazendo a diferença. O basquete às vezes escreve essas histórias mágicas mesmo.