Autor: Leandro Amorim

  • Josh Hart brinda com vinho após Knicks massacrarem os Cavs

    Josh Hart brinda com vinho após Knicks massacrarem os Cavs

    Cara, tem coisa mais massa que comemorar uma classificação pra final da NBA tomando um vinhozinho na coletiva? Josh Hart simplesmente decidiu que ia celebrar da forma mais elegante possível depois dos Knicks destruírem os Cavaliers por 130-93 no jogo 4, fechando a série em 4×0.

    O cara apareceu na entrevista coletiva com um boné dos Knicks escrito “NBA Finals”, roupa social e uma taça de vinho na mão. Sinceramente? Respeito total. Depois de uma temporada tão doida quanto essa, o homem merece comemorar.

    A turma de Villanova dominando

    E não foi só o Hart não. Mikal Bridges e Jalen Brunson, seus ex-companheiros de Villanova, estavam lá também comemorando. Esses três juntos nos Knicks é algo que eu nunca pensei que ia ver, mas que tá funcionando absurdamente bem.

    “Eu não acho que alguma coisa mudou do dia pra noite”, disse Hart quando perguntaram sobre a sequência de 11 vitórias após ficarem atrás por 2-1 contra os Hawks na primeira rodada. “Este é um time que não tem ego.”

    Momento comédia na coletiva

    Mas o melhor momento foi quando Hart zoou um repórter que tava comendo chicken wings durante a entrevista. Mano, imagina a cena: o cara tentando fazer pergunta com os dedos sujos de molho!

    “Eu tô vendo, não fala nada”, disse Brunson quando perceberam.

    “Você não entra aqui chupando os dedos”, completou Hart enquanto a galera morria de rir. “Você tem que fazer pergunta e foi buscar chicken wings? Jamais. Você não ganha nada. Mas esses wings estão batendo forte.”

    A situação toda foi hilária, mas também mostra como esse time tá relaxado e confiante. E olha, depois de varrer os Cavs dessa forma, eles têm todo o direito de estar.

    De banco para protagonista

    Hart teve uma montanha-russa nessa série. Foi pro banco no jogo 1 (aquela virada histórica de 22 pontos dos Knicks), mas voltou com tudo no jogo 2: 26 pontos em 10-21 do campo. O cara provou que esse time tem profundidade absurda.

    E falando em profundidade, Landry Shamet meteu 11-12 de três pontos nas finais da conferência. Onze de doze! Isso é quase desrespeitoso com a defesa adversária.

    Agora os Knicks vão esperar pra saber quem enfrentam na final. Thunder e Spurs tão empatados 2-2, então vai ser decisão mesmo. E aí, vocês acham que os Knicks conseguem levar o título depois de tantos anos? Eu tô começando a acreditar nessa história toda.

    Uma coisa é certa: se chegarem lá, a festa vai ser épica. E provavelmente com mais vinho envolvido.

  • Cavs defendem Kenny Atkinson após vexame: ‘A gente ama o Kenny’

    Cavs defendem Kenny Atkinson após vexame: ‘A gente ama o Kenny’

    Olha só que situação bizarra: os Cavaliers acabaram de tomar uma varrida humilhante dos Knicks nos playoffs e quem tá sendo crucificado? O técnico Kenny Atkinson. Mas aí que vem o plot twist — os próprios jogadores saíram em defesa dele de uma forma que até me surpreendeu.

    Donovan Mitchell foi direto ao ponto e disse que acha “hilário” o pessoal criticando o Atkinson. Cara, imagina a situação: você acaba de ser eliminado de forma vexatória e ainda tem que defender seu técnico publicamente.

    “A gente ride com o Kenny”

    “Fizemos algo que não fazíamos desde 2018”, disparou Mitchell. “Eu amo o Kenny. Nós amamos o Kenny. A gente ride com o Kenny, e no final das contas é isso que importa. Eu sei que ele é de Long Island, ele tá nem aí… Estamos juntos nisso.”

    Sinceramente? Não sei se isso é lealdade genuína ou só uma cortina de fumaça pra não criar mais drama interno. Mas o que me chama atenção é que até James Harden — que já passou por uns perrengues com técnicos — saiu em defesa do cara.

    “Ele é o técnico dos jogadores definitivo, ele entende, ele conhece seu time”, disse Harden. “Acho que ele fez um trabalho incrível me integrando o mais rápido possível.”

    Mas e aí, quem tem razão?

    Olha, vamos ser honestos aqui. O Atkinson realmente merece todo esse hate? Por um lado, o cara conseguiu levar os Cavs mais longe do que eles tinham ido em anos. Passaram por duas rodadas de playoffs — não é qualquer um que faz isso com esse time.

    Por outro lado… mano, aquele colapso no Jogo 1 contra os Knicks foi de doer o coração. E os comentários dele sobre analytics não pegaram bem mesmo. Quando você é técnico da NBA e as coisas dão errado, você vai virar saco de pancadas — é a lei do esporte.

    Mas o Mitchell fez uma colocação interessante: “É culpa nossa. É definitivamente culpa nossa. Não é do Kenny.”

    E vocês, o que acham? Os jogadores tão certos em defender o técnico ou é só marketing pra não jogar mais lenha na fogueira? Porque uma coisa eu sei: se eles começarem mal a próxima temporada, essa união toda pode ir por água abaixo bem rapidinho.

    No final das contas, temporada foi irregular mas teve seus méritos. Agora é esperar pra ver se essa “love story” entre jogadores e técnico vai sobreviver aos altos e baixos que vêm por aí.

  • Suns viram alvo de trades malucas que não fazem sentido nenhum

    Suns viram alvo de trades malucas que não fazem sentido nenhum

    Olha, chegou aquela época do ano de novo. A offseason da NBA, quando todo mundo vira especialista em trocas e começa a criar cenários completamente insanos no Trade Machine. E adivinha quem tá sendo arrastado pra essas fantasias absurdas? Nossos Suns.

    Cara, eu tô aqui lendo umas propostas de trade que me deixaram genuinamente confuso. E não é papo de podcast alternativo não — são outlets grandes, tipo ESPN, propondo umas coisas que parecem brincadeira.

    ESPN quer trocar meio time pelo Ja Morant

    A ESPN publicou uma matéria com seis possíveis destinos pro Ja Morant, e obviamente Phoenix apareceu na lista. A proposta? Suns mandam Grayson Allen, Royce O’Neale, Haywood Highsmith, Jamaree Bouyea e duas picks de segunda rodada pros Grizzlies em troca do Ja.

    Mano, isso é loucura pura. Os Suns dariam quatro jogadores e picks por um cara que vive machucado e que vai contra tudo que o time tentou construir na última temporada. Sem falar que essa trade deixaria Phoenix hard-capped no primeiro apron — ou seja, sem flexibilidade nenhuma pra montar banco.

    O mais absurdo? Com Booker, Jalen Green e Morant, seriam três armadores no time. Três! E eles ocupariam 76% do salary cap. Como que monta profundidade assim?

    Sinceramente, parece trade do NBA 2K quando você fica forçando até dar certo no papel, mas ignora completamente a realidade.

    Vecenie também entrou na brincadeira

    Sam Vecenie, do The Athletic, sugeriu outra coisa meio estranha: mandar Grayson Allen e Khaman Maluach pros Hornets por Miles Bridges e Ryan Kalkbrenner (ou a 18ª pick do draft).

    Essa é menos ofensiva que a anterior, mas ainda assim não faz muito sentido. Por que os Suns trocariam um jovem prospecto como Maluach — que mal teve chance de mostrar serviço — por um jogador mais velho com histórico complicado?

    Bridges até joga bola, não vou negar. Mas dar Maluach de bandeja assim? Meio precipitado, né?

    A realidade da offseason

    Eu entendo que todo mundo precisa de conteúdo nessa época do ano. Podcasts precisam de pauta, sites precisam de cliques, e nós fãs queremos algo pra discutir. Mas essas propostas parecem mais exercício de criatividade do que análise séria.

    Phoenix teve uma temporada sólida, superou expectativas e mostrou que tem um núcleo interessante. Por que explodir tudo isso por trades que não fazem sentido estratégico?

    E aí, vocês acham que os Suns deveriam mesmo mexer tanto no elenco ou é melhor dar continuidade ao que funcionou? Porque sinceramente, depois de ler essas propostas, tô achando que menos é mais.

  • Thunder x Spurs: Qual banco vai mandar melhor no jogo 5?

    Thunder x Spurs: Qual banco vai mandar melhor no jogo 5?

    Olha só que parada interessante: nas finais da Conferência Oeste entre Thunder e Spurs, o jogo 5 pode ser decidido justamente pelos caras que saem do banco. E sinceramente? Eu tô achando que Oklahoma City leva a melhor nessa.

    Vamos aos fatos — o Thunder tem um dos bancos mais produtivos desses playoffs toda, fazendo uma média de 42.9 pontos por jogo antes da última partida. Isso é coisa de monstro, galera. Do outro lado, San Antonio tá bem mais dependente do quinteto titular.

    Spurs apostando nos titulares

    Os Spurs mudaram totalmente a estratégia nas finais de conferência. Nas primeiras três rodadas, o banco jogava mais de 17 minutos e fazia 35.1 pontos por jogo. Agora? Caiu pra 13.3 minutos e apenas 23.5 pontos nas últimas quatro partidas.

    Dylan Harper é praticamente o único reserva fazendo diferença, com 13.3 pontos por jogo nos playoffs. Mas cara, ele tá meio machucado (lesão no adutor) e vem jogando menos com a volta do De’Aaron Fox. Keldon Johnson e Luke Kornet completam o trio principal saindo do banco, mas longe de ser aquela bomba ofensiva.

    E tem mais — quando o Spurs joga fora de casa nos playoffs, o banco produz quase 5 pontos a menos. Hoje eles jogam em Oklahoma City. Coincidência? Eu acho que não.

    Thunder com poder de fogo no banco

    Agora vem a parte complicada pro Thunder: Jalen Williams tá fora há dois jogos por causa de uma lesão no posterior da coxa e é dúvida pro jogo 5. Se ele não jogar, o banco fica mais fraco mesmo.

    Mas olha, mesmo sem ele, ainda tem Alex Caruso (10.3 pontos), Jared McCain (8.8) e Jaylin Williams (4.7) fazendo a diferença. O problema é que no jogo 4 eles fizeram feio — só 25.5% nos arremessos e erraram 22 das 27 tentativas de três pontos. Isso dói até de falar.

    A questão é: foi apenas um jogo ruim ou sinal de que o banco tá perdendo gás? Na minha opinião, foi só um dia não. Em casa, esses caras acertam 44.6% dos arremessos nos playoffs. É muita coisa.

    Minha aposta vai pro Thunder

    Mesmo com as dúvidas sobre Jalen Williams, eu acredito que o banco do Thunder vai produzir mais que o do Spurs hoje. San Antonio tá claramente apostando nos titulares pra decidir a série, enquanto Oklahoma City sempre teve essa filosofia de rotação ampla.

    E vocês, o que acham? O banco do Spurs consegue surpreender em casa do adversário, ou o Thunder continua mandando bem com seus reservas? Esse jogo 5 promete ser animal!

  • Joe Mazzulla ganha Técnico do Ano mesmo chamando prêmio de ‘idiota’

    Joe Mazzulla ganha Técnico do Ano mesmo chamando prêmio de ‘idiota’

    Cara, que história mais maluca essa. O Joe Mazzulla acabou de ganhar o prêmio de Técnico do Ano da NBA — o mesmo prêmio que ele chamou de “idiota” há algumas semanas. E olha, não vou mentir, tem uma ironia deliciosa nisso tudo.

    O técnico dos Celtics desbancou J.B. Bickerstaff (Pistons) e Mitch Johnson (Spurs) para levar a honraria da temporada 2025-26. Ele se tornou apenas o quarto técnico na história da franquia a ganhar esse prêmio, juntando-se a lendas como Bill Fitch, Tommy Heinsohn e Red Auerbach — sim, o cara que dá nome ao troféu.

    “Prêmio idiota” que ele não queria

    Lembram quando ele falou aquilo em março? “Eu não preciso disso. Acho que é um prêmio idiota. Não deviam ter isso. É mais sobre os jogadores.” Mano, que personalidade forte! E ele manteve a linha mesmo ganhando.

    No discurso de agradecimento, Mazzulla continuou desviando o mérito: “Este prêmio pertence ao nosso staff, que está lá pros caras todo dia. Deveria se chamar Staff do Ano.” Sinceramente? Adoro essa humildade, mesmo que seja meio forçada às vezes.

    Temporada que justifica o prêmio (mesmo com o vexame)

    Olha, por mais que ele não goste do prêmio, foi merecido. Os Celtics perderam peças importantes na offseason — Jrue Holiday, Porzingis, Al Horford, Luke Kornet — e ainda ficaram sem Jayson Tatum até março. Mesmo assim? 56-26 de campanha e 2ª colocação no Leste.

    Oito jogadores dos Celtics bateram recordes pessoais em pelo menos quatro categorias estatísticas. Jaylen Brown virou candidato a MVP e o Neemias Queta (nosso português querido!) terminou em 4º no Most Improved Player. Isso é trabalho de técnico, não tem como negar.

    Mas aí vem o porém… O timing desse prêmio é meio constrangedor. Os Celtics entregaram uma vantagem de 3-1 contra os 76ers e caíram logo na primeira rodada dos playoffs. Que vexame histórico! As críticas choveram, especialmente pela dependência excessiva das bolas de 3 e pelas escolhas questionáveis no Jogo 7.

    O que vem por aí

    Brad Stevens, o presidente de operações, saiu em defesa de Mazzulla e prometeu melhorar o elenco. “Acho que eles são muito bons”, disse Stevens sobre a comissão técnica.

    E os números do Mazzulla em Boston são absurdos mesmo: 72,6% de aproveitamento na temporada regular — o maior da história da NBA — e um título em 2024. Não é pouca coisa.

    Agora a pergunta que fica é: será que esse prêmio vai motivar ainda mais o cara que já disse que não precisa de reconhecimento? Ou vai ser só mais uma lembrança de que temporada regular não significa nada se você não entregar nos playoffs? Vocês acham que ele consegue levar os Celtics de volta ao topo na próxima temporada?

  • McCain nos Thunder dói demais – onde os Sixers erraram feio

    McCain nos Thunder dói demais – onde os Sixers erraram feio

    Cara, assistindo essas finais de conferência eu só consigo pensar numa coisa: como os Sixers se foderam bonito com essas decisões horríveis nos últimos anos. McCain jogando pelos Thunder e Champagnie sendo titular nos Spurs? Isso dói na alma de qualquer torcedor dos Sixers.

    Olha, eu nunca vou esquecer da virada épica contra os Celtics na primeira rodada — sair de 3-1 e ganhar foi um negócio de arrepiar mesmo. Mas aí veio a realidade: os Knicks passaram o rodo na gente nas semifinais. Varreram. E fizeram a mesma coisa com Cleveland depois.

    O problema é mais profundo que parece

    A real é que os Sixers estão vivendo no passado, mano. Essa obsessão do Morey por montar um “Big 3” é coisa de 2010. Os times que estão brigando pelo título hoje — Thunder, Spurs, Knicks — mostraram que o negócio agora é profundidade e desenvolvimento.

    Alex Caruso seria o quarto melhor jogador dos Sixers, pensa nisso. Miles McBride teria uma torcida organizada aqui em Philly de tanto que ia render. Enquanto isso, a gente tá aí com um elenco pesadão em cima e fraco embaixo.

    E o McCain? Rapaz, isso me deixa puto toda vez que penso. O garoto tinha tudo pra ser uma peça importante aqui, mas o Nick Nurse simplesmente ignorou o moleque. Preferiu apostar em jogador medíocre sem futuro do que dar chance pro rookie se desenvolver.

    McCain nos Thunder é de chorar

    Agora o cara tá lá em Oklahoma City arrebentando. 37,3% de três em 15 minutos por jogo nos playoffs — e olha que pode chegar na final da NBA no segundo ano de carreira! Será que ia virar estrela? Talvez não. Mas ia ajudar demais contra Boston e New York com aquele contrato baratinho de rookie.

    E tem mais: Julian Champagnie. Lembram dele? Passou pelos Sixers em 2023, jogou míseros sete minutos e foi dispensado. Hoje? Titular absoluto dos Spurs nessa corrida ao título. A duas vitórias de jogar uma final da NBA.

    Sinceramente, isso mostra como a organização não tem paciência pra desenvolver ninguém. Querem resultado imediato e se fodem no longo prazo.

    Vocês acham que os Sixers conseguem sair dessa mentalidade ultrapassada? Porque do jeito que tá, vão continuar assistindo os playoffs de casa enquanto ex-jogadores da casa brilham em outros times.

  • Cavs decidem manter Altman e Kenny Atkinson após mais um playoff frustrado

    Cavs decidem manter Altman e Kenny Atkinson após mais um playoff frustrado

    Olha, eu vou ser sincero: depois de ver os Cavs caindo de novo nos playoffs, eu já tava imaginando uma faxina geral em Cleveland. Mas não. A franquia decidiu manter tanto o GM Koby Altman quanto o técnico Kenny Atkinson para a próxima temporada.

    E sabe de uma coisa? Faz sentido.

    Por que não mexer no que já funciona (quase)

    Koby Altman pode não ter conquistado um anel ainda, mas o cara construiu algo sólido em Cleveland. Quatro temporadas consecutivas com mais de 50 vitórias, quatro séries de playoffs ganhas… para um mercado pequeno como Cleveland, isso não é brincadeira. Eu lembro quando esse time era zoeira total após a saída do LeBron.

    O front office do Altman trouxe o Donovan Mitchell (que jogada foi aquela, hein?), navegou pela reconstrução pós-LeBron e agora ainda conseguiu integrar o James Harden no meio da temporada. Não é qualquer um que faz isso.

    Kenny Atkinson merece uma nova chance?

    Aqui é onde a coisa fica mais complicada. Kenny ganhou o Coach of the Year na temporada passada depois de levar os Cavs a 64 vitórias — um absurdo. Mas também é verdade que alguns ajustes nos playoffs chegaram tarde demais. Quantos jogos vencíveis eles perderam contra os Knicks?

    Mas escuta só o que o Mitchell falou depois da eliminação: “Nós amamos o Kenny. Nós seguimos com o Kenny”. Quando o seu principal astro banca o técnico publicamente assim, é sinal de que o vestiário ainda acredita no trabalho.

    E convenhamos, integrar o Harden no meio de uma temporada e ainda assim manter o time competitivo não é moleza. O sistema ofensivo do Kenny revolucionou esse Cavs — vocês viram como eles jogavam antes dele chegar?

    Dan Gilbert de volta ao comando

    Uma informação interessante que saiu é que Dan Gilbert, o dono dos Cavs, tá mais envolvido de novo depois de alguns anos afastado por problemas de saúde. Se tanto Altman quanto Kenny mantiveram os cargos, é porque ganharam a confiança do cara que assina os cheques.

    Sinceramente? Eu acho que continuidade pode ser a jogada certa aqui. Esse núcleo tem potencial — Mitchell, Mobley, Garland quando saudável… O problema não são as peças, talvez seja só questão de experiência mesmo.

    E aí, vocês acham que os Cavs erraram em não mexer? Ou será que mais uma temporada com esse grupo pode finalmente render o título que Cleveland tanto busca?

  • Spurs vs Thunder: Jogo 5 decide quem fica mais perto da final

    Spurs vs Thunder: Jogo 5 decide quem fica mais perto da final

    Cara, chegou a hora da verdade entre Spurs e Thunder! Depois de quatro jogos, a série das finais da Conferência Oeste está empatada em 2-2 e qualquer vacilo pode custar caro. O Jogo 5 acontece hoje à noite em Oklahoma City e, sinceramente, eu tô nervoso só de pensar.

    A situação é a seguinte: depois de levar uma surra épica no Jogo 4 (103 a 82), o Thunder volta pra casa precisando mostrar serviço. Os caras perderam feio em casa e agora têm que responder à altura. Por outro lado, os Spurs chegam confiantes depois de dominar completamente a partida anterior.

    Como essa série virou uma montanha-russa

    Olha só que loucura foi essa série até aqui. O primeiro jogo foi um jogaço épico com dupla prorrogação – Spurs levaram por 122 a 115 em uma partida que só terminou às 2h da manhã (quem assistiu sabe do que eu tô falando). Aí o Thunder respondeu no Jogo 2, ganhando por 122 a 113.

    No terceiro jogo, parecia que Oklahoma ia disparar na série. Vitória folgada por 123 a 108 e todo mundo já estava escrevendo o obituário dos Spurs. Mas aí… pow! Os velhos da guarda de San Antonio resolveram lembrar como se joga basquete e meteram uma cacetada histórica no Thunder.

    E vocês viram aquela defesa absurda dos Spurs no Jogo 4? 82 pontos. Oitenta e dois! O Thunder, que vinha fazendo mais de 120 por jogo, simplesmente travou. Foi um daqueles jogos que você assiste e pensa: “Cara, o basquete é mesmo imprevisível.”

    O que esperar do Jogo 5

    As odds estão favorecendo Oklahoma City (-192 na moneyline), o que faz sentido considerando que eles jogam em casa e têm uma das torcidas mais barulhentas da NBA. A linha de spread é Thunder -5.5, ou seja, precisam ganhar por pelo menos 6 pontos.

    Mas olha, depois do que eu vi no último jogo, não sei se essas odds fazem tanto sentido assim. Os Spurs mostraram que ainda sabem como jogar sob pressão, e experiência em playoffs vale muito – principalmente em momentos decisivos como esse.

    A partida rola às 21h30 (horário de Brasília) e passa na NBC nos EUA. Aqui no Brasil, quem tem NBA League Pass consegue assistir tranquilo. E olha, se você não assistir esse jogo, vai se arrepender. Jogo 5 de uma série empatada é sempre especial.

    O que vocês acham? Os Spurs conseguem manter o embalo da vitória anterior, ou o Thunder vai aproveitar o fator casa pra virar o jogo? Uma coisa eu garanto: vai ser pancadaria do início ao fim.

  • Perkins detona Cavs: ‘Todo mundo tem que ser demitido’

    Perkins detona Cavs: ‘Todo mundo tem que ser demitido’

    Cara, eu já vi muita coisa feia na NBA, mas o que aconteceu com o Cleveland Cavaliers nas finais da Conferência Leste foi de doer o coração. Kendrick Perkins não aguentou e falou tudo o que a gente tava pensando — e olha que ele não poupou ninguém.

    “Eles apanharam e foram humilhados”, disse Perkins no First Take. “Foi uma vergonha para a liga testemunhar aquilo. A falta de vontade de competir nesse estágio dos playoffs.”

    E o cara foi ainda mais longe. Na opinião dele, Dan Gilbert tinha que demitir TODO MUNDO — desde o último cara do banco até o técnico. Até o Donovan Mitchell, que fez seus pontinhos mas “não foram pontos poderosos”, nas palavras do ex-pivô.

    A decepção foi geral

    Sinceramente? Eu entendo a revolta do Perkins. Os Cavs chegaram nas finais do Leste pela primeira vez desde 2018, todo mundo empolgado, e aí… tomaram uma varrida humilhante do Knicks. Perderam TODOS os jogos por dois dígitos. Isso é de arrebentar o coração de qualquer torcedor.

    O próprio Dan Gilbert, dono do time, não conseguiu ficar quieto. Foi no Twitter desabafar que o esforço do time “estava muito longe do que precisava ser”. Quando o dono sai publicamente pra criticar, você sabe que a coisa tá feia mesmo.

    E agora, quem fica?

    Apesar de toda essa pressão, os Cavs decidiram manter Kenny Atkinson como técnico — segundo a ESPN. Não sei se concordo com essa, mas enfim. O problema maior mesmo são as decisões que vão ter que tomar com o elenco.

    James Harden, que chegou no deadline como a contratação bomba, vai ser agente livre. 36 anos, ganhando quase 40 milhões… vale a pena apostar nele de novo? E o Donovan Mitchell pode estender o contrato, mas depois dessa performance, será que ele ainda quer ficar?

    Olha, eu acho que o Cavs tinha tudo pra pelo menos brigar com o Knicks. Tinham o Mobley, o Mitchell em grande fase, montaram um time caro pra caramba… e aí entregaram o ouro de bandeja assim.

    Vocês acham que o Perkins exagerou ou falou a real? Porque sinceramente, depois de uma humilhação dessas, mexer no time todo pode ser mesmo a única saída.

  • Cavs mantêm Atkinson após varrida – decisão acertada ou teimosia?

    Cavs mantêm Atkinson após varrida – decisão acertada ou teimosia?

    Olha, eu não sei se fico aliviado ou preocupado com essa notícia. Os Cavaliers acabaram de anunciar que vão manter Kenny Atkinson como técnico e toda a estrutura do front office para a próxima temporada, mesmo depois de levarem uma varrida histórica dos Knicks nas finais da Conferência Leste.

    Sinceramente? Parte de mim entende a decisão. O cara levou Cleveland às finais de conferência pela primeira vez desde 2018 – e olha que sem o LeBron desde 92, viu. Não é pouca coisa. Atkinson até ganhou o prêmio de Técnico do Ano em 2025, quando os Cavs foram o primeiro colocado no Leste.

    A montanha-russa de Atkinson em Cleveland

    Mas aí que tá o problema. Em 2025, eles tinham TUDO pra ir longe. Time completo, primeiro lugar garantido… e o que aconteceu? Caíram logo na segunda rodada pro Indiana. Ano passado, com 52 vitórias (bem menos que antes), precisaram suar pra passar Raptors e Pistons em dois Game 7 seguidos.

    E quando finalmente chegaram onde queriam? Varrida. Zero jogos ganhos contra os Knicks. Zero chances de ir pras Finais da NBA.

    Na coletiva pós-eliminação, quando perguntaram sobre a segurança no emprego, Atkinson disse: “Escuta, eu tenho confiança, confiança em mim primeiro, confiança no grupo”. Cara, respeito a postura, mas números não mentem: 13 vitórias e 14 derrotas nos playoffs como técnico dos Cavs.

    O problema dos US$ 229 milhões

    Aqui que a coisa fica interessante (e assustadora). Os Cavaliers tiveram a FOLHA SALARIAL MAIS CARA DA HISTÓRIA DA NBA essa temporada. US$ 229 milhões antes dos impostos. Duzentos e vinte e nove milhões de dólares, mano!

    E pra quê? Pra tomar varrida nas finais de conferência? Pra ter Dean Wade como agente livre sem saber se fica? Pra ter Donovan Mitchell podendo assinar extensão e James Harden com contrato pra reestruturar – e ninguém sabe o que vai rolar?

    Vocês acham que vale a pena manter todo mundo depois desse investimento astronômico? Eu tô dividido. Por um lado, continuidade às vezes funciona. Por outro, quando você gasta essa grana toda e não consegue nem ganhar UM jogo nas finais de conferência…

    A torcida de Cleveland merece essa resposta? Depois de tanto sofrimento pós-LeBron, finalmente chegaram perto da glória e… nada. Agora é torcer pra que 2027 seja diferente, mas sinceramente, não sei se só manter todo mundo vai resolver o problema de mentalidade que esse time claramente tem.