Autor: Leandro Amorim

  • Mitchell quer ficar em Cleveland: ‘Eu amo aqui’

    Mitchell quer ficar em Cleveland: ‘Eu amo aqui’

    Cara, que bom ouvir isso do Donovan Mitchell. O cara simplesmente falou que ama jogar em Cleveland e que quer continuar por lá. Na minha opinião, é exatamente isso que a gente quer ver de um astro — alguém que abraça mesmo a cidade onde joga.

    “Eu amo aqui”, disse Mitchell quando perguntaram sobre uma possível extensão de contrato neste verão. “Não sei de que outra forma dizer isso. Eu disse isso antes de assinar a outra extensão. Eu amo aqui, e não tenho dúvida de que esse grupo pode chegar lá.”

    Quatro temporadas que mudaram tudo

    Mitchell chegou em Cleveland em 2022 e, mano, que diferença fez. All-Star nas quatro temporadas, três vezes no time All-NBA, e foi o principal jogador de um time que chegou às finais de conferência pela primeira vez desde 2018. Mesmo tomando uma varrida dolorosa do Knicks, isso aí é conquista, viu.

    O cara tem contrato garantido por mais uma temporada, com uma opção de jogador para 2027-28. E aí vem a pergunta que não quer calar: vai renovar agora ou vai esperar? Porque financeiramente, seria melhor ele esperar até depois da próxima temporada — jogadores com 10 anos de liga podem ganhar mais grana.

    O amor por Cleveland é real

    Mas o que mais me impressiona é como o Mitchell abraçou Cleveland de verdade. Quantas vezes a gente vê estrela chegando numa cidade menor e meio que tolerando estar ali? Mitchell é o contrário disso.

    “É uma energia incrível ver na cidade quando chegamos às finais de conferência”, disse ele. “Sentir isso é incrível. É por isso que ser varrido desse jeito é uma merda, porque você sente isso até dirigindo pela cidade — as pessoas ficam loucas. Eu amo isso. Eu amo isso sobre este lugar, cara. A cidade merece um anel.”

    Sinceramente, isso me lembra muito do que o Giannis fez em Milwaukee. Ao invés de sair correndo pra uma cidade grande, ficou e construiu algo especial. Mitchell parece ter a mesma mentalidade — e olha que Cleveland não é exatamente Los Angeles, né?

    O que vocês acham? Mitchell vai assinar a extensão ou vai apostar em si mesmo e esperar mais um ano? Uma coisa é certa: os Cavs precisam aproveitar essa janela enquanto têm um cara que realmente quer estar lá.

  • Leon Rose chora no banco: Knicks estão de volta às Finais da NBA!

    Leon Rose chora no banco: Knicks estão de volta às Finais da NBA!

    Cara, eu não sei vocês, mas quando vi Leon Rose desabando em lágrimas nas arquibancadas de Cleveland ontem, quase chorei junto. O homem que reconstruiu o New York Knicks do zero estava ali, abraçado com o filho, vendo o time que ele moldou com as próprias mãos varrer os Cavaliers e chegar às Finais da NBA pela primeira vez desde 1999.

    Que momento absurdo. Sinceramente, quem acompanha NBA há mais tempo sabe o quanto os Knicks eram piada nos últimos anos. E ver o Leon Rose, esse cara que normalmente fica nas sombras, se derretendo de emoção… mano, isso é basquete puro.

    De agente a salvador dos Knicks

    Leon Rose assumiu como presidente dos Knicks em março de 2020, numa situação que — vamos ser honestos — era praticamente impossível. O time vinha de uma sequência ridícula de fracassos, especialmente depois que perdeu Kevin Durant e Kyrie Irving em 2019. Imagina a pressão?

    Mas o cara foi cirúrgico. Trouxe Tom Thibodeau como técnico, conseguiu levar o time aos playoffs em 2021 (primeira vez desde 2013!), e aí que começou a magia de verdade. Jalen Brunson em 2022 — que contratação monstro. OG Anunoby no meio da temporada. E as trocas mais corajosas? Mandou Julius Randle embora pra pegar Karl-Anthony Towns e ainda conseguiu Mikal Bridges dos Nets.

    O mais impressionante pra mim foi quando ele demitiu o próprio Thibodeau no ano passado e trouxe Mike Brown. Decisão difícil, mas que deu certo. Vocês acham que foi fácil dispensar o cara que te ajudou a sair do buraco?

    A promessa que virou realidade

    Lembro perfeitamente da carta que Leon Rose mandou pros torcedores quando assumiu o cargo. O cara falou: “Queremos criar uma organização vencedora que dê aos fãs dos Knicks e à cidade de Nova York o time que vocês merecem.”

    Na época, eu pensei: “Ah, mais um discurso de dirigente.” Que bom que eu estava errado.

    Agora os Knicks estão a quatro vitórias do primeiro título desde 1973. Cinquenta e um anos, galera. Uma geração inteira de nova-iorquinos nunca viu o time levantar um troféu da NBA. E o Leon Rose — que começou a carreira como agente de jogadores — pode ser o cara que vai quebrar essa maldição.

    O adversário nas Finais ainda não está definido. Thunder e Spurs estão empatados 2-2 na Conferência Oeste, com jogo decisivo hoje à noite em Oklahoma City. Mas independente de quem vier pela frente, uma coisa é certa: os Knicks chegaram pra brigar de igual pra igual.

    Que história linda, né? De agente dos bastidores a presidente campeão — se tudo der certo. O choro do Leon Rose ontem foi de pura emoção, e eu entendo perfeitamente. Quando você ama basquete de verdade, momentos assim te pegam desprevenido mesmo.

  • AJ Dybantsa: o monstro que pode revolucionar o Utah Jazz no Draft 2026

    AJ Dybantsa: o monstro que pode revolucionar o Utah Jazz no Draft 2026

    Olha, vou falar uma coisa que pode soar exagerado, mas não é: AJ Dybantsa é simplesmente o prospect mais completo que eu vi em muito tempo. E quando eu falo muito tempo, estou falando de gerações mesmo.

    O cara saiu de BYU como líder de pontuação da NCAA sendo apenas um calouro — 25 pontos por jogo, gente! Vocês conseguem dimensionar o absurdo que isso representa? Ser o cestinha da NCAA no primeiro ano é coisa de monstro mesmo.

    Por que ele é tão especial?

    Sinceramente, é mais fácil falar o que ele NÃO tem do que listar suas qualidades. Dybantsa tem físico de veterano da NBA, pode jogar em múltiplas posições, tem facilidade para criar jogadas e ainda por cima é eficiente nos arremessos. Na minha visão, essa temporada inteira foi só um aquecimento para ele — tipo um Giannis jovem se preparando para dominar a liga.

    A única crítica real que consigo fazer é na defesa. Mas olha, considerando que ele carregou praticamente sozinho o ataque dos Cougars (ainda mais depois que Richie Saunders se machucou), eu até perdoo. E mesmo assim, ele não foi ruim defensivamente — só ficou um pouco abaixo da média da liga.

    Eu sempre disse: quando você tem um talento desses, você pega e pergunta depois.

    O encaixe perfeito no Jazz

    Se eu fosse o Danny Ainge, estaria babando por esse garoto. O Utah Jazz tem a segunda escolha do Draft e, cara, pode ser que seja o suficiente para pescar o Dybantsa. Os Wizards ainda não bateram o martelo na primeira escolha, então quem sabe?

    Com Keyonte George se consolidando na armação (6.1 assistências por jogo na reta final da temporada passada — monstro!), falta exatamente um ala-armador de elite. E é aí que o Dybantsa se encaixa como uma luva.

    Imagina só um quinteto com George, Dybantsa, Lauri Markkanen, Jaren Jackson Jr. e Walker Kessler? Eu fico arrepiado só de pensar. Ou então, se resolverem apostar no Ace Bailey como titular e trocar o Markkanen por mais picks… cara, as possibilidades são infinitas.

    O mais legal do Dybantsa é a versatilidade. Pode jogar desde armador até ala-pivô em situações específicas. Will Hardy vai ter um baú de opções táticas nas mãos.

    E aí, vocês acham que o Jazz tem chance real de pescar esse fenômeno? Ou os Wizards vão fazer a escolha óbvia e pegar ele em primeiro?

  • Torcida do Knicks já gritando ‘Queremos Wemby!’ nas ruas de NY

    Torcida do Knicks já gritando ‘Queremos Wemby!’ nas ruas de NY

    Olha só que loucura: a torcida do Knicks nem esperou o time chegar nas Finais da NBA e já tá cantando “We want Wemby!” pelas ruas de Manhattan. Isso mesmo, galera. Eles querem o Victor Wembanyama vestindo a camisa azul e laranja.

    E o mais absurdo? O técnico do San Antonio, Mitch Johnson, foi questionado sobre esses gritos dos torcedores novaiorquinos antes do jogo 5 contra o Thunder. Imagina só o clima tenso que deve estar por aí…

    A obsessão por Wemby é real

    Sinceramente, eu entendo a torcida do Knicks. Quem não quer um monstro de 2,24m que bloqueia tudo, arremessa de qualquer lugar da quadra e ainda tem visão de jogo de armador? O francês é simplesmente um alienígena jogando basquete.

    Mas calma aí, pessoal. O Wembanyama tá no Spurs há apenas duas temporadas e já virou a cara da franquia. Não é como se o San Antonio fosse simplesmente abrir mão do cara que pode definir os próximos 15 anos da franquia.

    Knicks sonhando alto demais?

    A real é que os Knicks estão vivendo um momento histórico — chegaram nas Finais depois de décadas de sofrimento. Mas já ficar de olho no Wemby enquanto ainda estão lutando pelo título? Isso é muito Nova York, né?

    O que vocês acham? É muita sede no pote ou estratégia psicológica para plantar a semente na cabeça do francês? Uma coisa eu sei: se o Wemby um dia vestir a camisa do Knicks, o Madison Square Garden vai literalmente desabar de tanto grito.

    Por enquanto, os torcedores vão ter que se contentar em sonhar. Mas conhecendo o New York… eles nunca param de tentar fazer o impossível acontecer.

  • Mazzulla é eleito melhor técnico da NBA após milagre nos Celtics

    Mazzulla é eleito melhor técnico da NBA após milagre nos Celtics

    Cara, eu tenho que confessar uma coisa: quando vi o Jayson Tatum se machucar no Aquiles no começo da temporada, achei que era o fim de linha pros Celtics. Sério mesmo. Como é que você mantém um time competitivo perdendo sua estrela principal e ainda tendo que trocar metade do elenco por causa do salary cap?

    Pois é, Joe Mazzulla mostrou como. O cara simplesmente pegou esse time destroçado e fez o impossível — levou Boston pra segunda posição no Leste com 56 vitórias. E ontem foi oficialmente reconhecido como o melhor técnico da NBA de 2025-26.

    O milagre de Boston explicado

    Olha só a situação que o Mazzulla enfrentou: além do Tatum fora por quase toda temporada (só jogou 16 partidas), os Celtics tiveram que trocar Kristaps Porziņģis e Jrue Holiday, e ainda perderam Al Horford na free agency. Basicamente, era pra ser uma temporada de reconstrução.

    Mas o Mazzulla não aceita essa de “ano perdido”. O cara pegou o Jaylen Brown e falou: “agora é com você, monstro”. E o Brown respondeu à altura — 28.7 pontos por jogo, recorde da carreira. Absurdo o nível que esse cara atingiu quando precisou carregar o time nas costas.

    E a defesa? Continuou elite, como sempre. É isso que eu mais admiro no trabalho do Mazzulla — ele nunca abre mão da identidade defensiva dos Celtics, independente de quem está em quadra.

    Concorrência pesada, mas merecida

    A disputa não foi moleza. J.B. Bickerstaff levou o Detroit Pistons (sim, o Detroit!) pra primeira posição no Leste — coisa que ninguém esperava. E o Mitch Johnson fez um trabalho espetacular no San Antonio, segunda melhor campanha da liga.

    Mas no final, os 62 votos de primeiro lugar pro Mazzulla mostram que a galera reconheceu o tamanho do desafio que ele superou. Sinceramente, acho que foi a escolha certa. Qualquer um consegue técnico um super time — o difícil é fazer milagre com o que você tem.

    O engraçado é que esse é o primeiro prêmio de técnico do ano do Mazzulla, mesmo tendo uma porcentagem de vitórias de .726 em quatro anos. Ele sempre ficava ali no top 3, mas nunca levava. Dessa vez não teve como negar.

    Na entrevista, o cara foi humilde demais, dando crédito pra comissão técnica e pros jogadores. “Eu me sinto mal que eles não estão aqui”, disse sobre os assistentes. Essa humildade é o que faz a diferença, na minha opinião.

    E aí, vocês acham que os Celtics conseguem ir longe nos playoffs mesmo sem o Tatum? Com o Brown jogando nesse nível e o Mazzulla comandando, eu não duvido de nada.

  • Joe Mazzulla ganha prêmio que ele mesmo chama de ‘idiota’

    Joe Mazzulla ganha prêmio que ele mesmo chama de ‘idiota’

    Cara, só o Joe Mazzulla mesmo pra conseguir ganhar um prêmio e ainda assim manter a pose de quem não liga. O técnico do Boston Celtics foi eleito o Treinador do Ano da NBA, mas continua firme na opinião dele: o prêmio é “idiota”.

    Há alguns meses, quando perguntaram pro Mazzulla sobre a possibilidade de ganhar o Coach of the Year, a resposta foi direta no queixo: “Acho que é um prêmio idiota”. E ontem? Bom, ele ganhou esse prêmio “idiota”.

    A filosofia Mazzulla

    Olha, eu até entendo o ponto do cara. Basquete é esporte coletivo, e técnico não joga sozinho – tem toda uma comissão técnica por trás. Mazzulla sempre bateu nessa tecla de que deveria ser um prêmio para toda a staff, não só pra ele.

    Mas convenhamos: quando você pega um time que já era bom e transforma numa máquina de 64 vitórias na temporada regular, algum mérito individual você tem que ter, né? Os Celtics dominaram a conferência leste de uma forma que foi até meio assustadora.

    Temporada histórica em Boston

    E que temporada foi essa dos Celtics, hein? Lideraram a NBA em vitórias, tiveram um dos melhores ataques da história da liga, e Mazzulla conseguiu fazer o Jayson Tatum e Jaylen Brown funcionarem como nunca.

    Sinceramente, eu achei que o técnico ia pelo menos fingir que ficou feliz com o prêmio. Mas não – o cara manteve a coerência até o final. É meio rebelde, mas também é honesto. Vocês acham que ele tá certo em menosprezar o prêmio individual?

    No final das contas, o que importa mesmo é se ele vai conseguir levar esse discurso de trabalho em equipe até o título da NBA. Porque individual ou coletivo, prêmio idiota ou não, o que os fãs de Boston querem mesmo é ver aquele banner 18 pendurado no TD Garden.

  • 4 caras que podem mudar tudo no basquete universitário americano

    4 caras que podem mudar tudo no basquete universitário americano

    Olha, eu tô acompanhando essa situação do draft da NBA e cara… tem uns caras que podem simplesmente revolucionar a próxima temporada do basquete universitário se decidirem ficar. O prazo pra decidir entre NBA e faculdade vence hoje (27 de maio) às 23h59, e sinceramente? Algumas dessas decisões vão mexer com tudo.

    Koa Peat pode fazer o Arizona virar candidato ao título de novo

    O Peat foi um monstro na campanha até a Final Four do Arizona – primeira desde 2001, imagina só. O cara meteu 14.1 pontos por jogo praticamente na base da força bruta no garrafão. Mas aí que tá: no combine da NBA ficou claro que ele não tem arremesso de fora, e isso derrubou ele no draft.

    Na minha visão, se ele voltar pro Arizona, os Wildcats viram candidatos sérios ao título nacional. E olha que a Big 12 tá carregada esse ano. É uma dessas decisões que muda o rumo de tudo, sabe?

    Milan Momcilovic é o sniper que todo mundo quer

    Esse cara é simplesmente absurdo de longe. 136 cestas de três com 48,8% de aproveitamento – isso é de outro mundo, gente. Ele saiu do Iowa State e tá no portal de transferência, mas com o tanto de dinheiro que os times universitários tão oferecendo, ele provavelmente ganha mais ficando na faculdade do que indo pro draft agora.

    Qualquer time que conseguir ele vira uma máquina ofensiva na hora. Tô curioso pra ver onde ele vai parar.

    Stojakovic quer seguir os passos do pai

    O Andrej é filho do Peja Stojakovic – lendário atirador da NBA nos anos 2000. O garoto mostrou serviço no March Madness, saindo do banco pra ajudar Illinois chegar na Final Four pela primeira vez desde 2005. Não atira igual o pai ainda, mas joga bem no meio-range e aguenta pancada.

    Se ele ficar, Illinois já tem tudo montado pra outro março histórico. Seria a peça que faltava no quebra-cabeça do Brad Underwood.

    Yessoufou: o calouro fenômeno que pode ficar mais um ano

    Esse aqui é interessante. Tounde Yessoufou era cinco estrelas saindo do ensino médio e cumpriu a expectativa no Baylor: 17.8 pontos, 5.9 rebotes e 2.0 roubos de bola por jogo. Quebrou vários recordes de calouro da universidade.

    Mas apareceram umas questões com o controle de bola dele, e isso fez ele cair de possível top 15 pra final da primeira rodada do draft. Tá no portal também, e metade do país deve tá ligando pro empresário dele.

    E aí, vocês acham que algum desses caras vai surpreender e voltar? Eu tenho um palpite de que pelo menos dois ficam na faculdade. O dinheiro do NIL tá pesando muito nessas decisões ultimamente.

  • SGA precisa mostrar que é MVP hoje: Thunder na bronca contra Spurs

    SGA precisa mostrar que é MVP hoje: Thunder na bronca contra Spurs

    Olha só que situação tensa: estatisticamente, quem ganha o Jogo 5 numa série empatada 2-2 leva a série toda em 82% dos casos. E adivinha? É exatamente onde o Thunder está hoje contra os Spurs. Se o OKC quer proteger a casa — onde perderam apenas UM jogo nesses playoffs — o Shai Gilgeous-Alexander vai ter que provar de vez que merece ser MVP.

    E sinceramente? Não tá sendo fácil pro SGA nessa série, não.

    Os números não mentem (e não tão bonitos)

    O cara que fez 31 pontos por jogo na temporada regular tá fazendo menos de 25 nessa série. Pior ainda: 39% nos arremessos gerais e apenas 26% nas bolas de três. No Jogo 4 — que o Thunder perdeu — foram só 19 pontos. Monstro como o SGA fazendo 19 pontos? Algo tá errado.

    E sabe o que aconteceu? Os Spurs mudaram completamente a estratégia defensiva. Nos três primeiros jogos, eles mandavam dois caras pra cima do SGA o tempo todo, deixando os outros jogadores do Thunder livres pra arremessar. Resultado? Alex Caruso, Cason Wallace e companhia fizeram a festa — 68 pontos combinados no Jogo 3.

    Aí no Jogo 4 os Spurs falaram: “Relaxa, vamos marcar o SGA individual mesmo”. E deu certo! Os mesmos caras que destruíram no Jogo 3 fizeram apenas 12 pontos. O Caruso, que tinha acertado 14 bolas de três em 61% de aproveitamento, não fez NEM UM ponto. Zero. Nada.

    A bronca é real agora

    Aqui que fica interessante (e preocupante pro Thunder): quando você marca o SGA individual, teoricamente ele deveria destruir. É pra isso que serve um MVP, né? Mas não rolou. E agora você pode apostar todas as suas fichas que os Spurs vão fazer a mesma coisa no Jogo 5.

    A situação fica ainda mais complicada porque o Ajay Mitchell já foi cortado do jogo, e o Jalen Williams tá questionável. Esses dois são praticamente os únicos caras do Thunder que conseguem criar jogada sozinhos além do SGA. Se o Jalen não jogar… cara, o SGA VAI ter que jogar o jogo da vida dele.

    E olha, não é que ele não mereça ser MVP — merece sim. O cara é o motivo de todos aqueles arremessadores terem funcionado tão bem nos outros jogos. Quando você atrai toda a atenção da defesa, você tá fazendo o trabalho de MVP mesmo sem explodir no placar. Lembra do Stephen Curry em 2015? O cara foi roubado no prêmio de MVP das Finais exatamente por isso — galera não entendeu que toda aquela produção do Andre Iguodala foi criada pela atenção que o Curry atraía.

    Hora da verdade chegou

    Mas agora é diferente. Os Spurs viraram o jogo da velha, e o SGA precisa virar de volta. A única maneira de San Antonio voltar a mandar dois defensores nele (e abrir de novo os arremessadores do Thunder) é se ele castigar DEMAIS a marcação individual. Tem que doer tanto que eles não tenham escolha.

    E não vai ser fácil, viu? A defesa do Spurs é de elite, e eles tão sendo bem físicos com o Gilgeous-Alexander. Mas é isso aí — ou ele prova que é o MVP que todo mundo fala, ou o Thunder pode muito bem ver essa série escorregar pelas mãos.

    E aí, vocês acham que o SGA consegue responder à altura hoje? Porque se não conseguir, pode ser tchau Thunder…

  • Mazzulla ganha Coach of the Year e quebra jejum de 46 anos dos Celtics

    Mazzulla ganha Coach of the Year e quebra jejum de 46 anos dos Celtics

    Cara, que temporada absurda do Joe Mazzulla! O técnico dos Celtics acabou de levar o prêmio de Coach of the Year da NBA e, olha só que loucura — é o primeiro técnico de Boston a ganhar isso em 46 anos. Desde 1980, galera!

    O mais engraçado? O próprio Mazzulla odeia esse prêmio. Em março ele falou que era “um prêmio estúpido” e que “não deveria nem existir”. Na moral, ele mandou: “Não preciso disso. É mais sobre os jogadores. É sobre o trabalho que a comissão técnica faz. Não quero nem ser perguntado sobre isso de novo”.

    Mas querendo ou não, o cara mereceu pacas.

    A reviravolta épica de Boston

    Deixa eu explicar o cenário: depois que o Jayson Tatum rompeu o tendão de Aquiles na segunda rodada dos playoffs passados contra os Knicks, os Celtics desmancharam tudo. Jrue Holiday, Porzingis, Al Horford, Luke Kornet — todo mundo foi embora pra fugir do luxury tax.

    Sobraram basicamente o Jaylen Brown, Derrick White, Payton Pritchard e uns caras desenvolvidos internamente. A projeção era de 41.5 vitórias — praticamente um time de Play-In. Os Pacers, que passaram pela mesma situação com o Haliburton machucado, terminaram com 19-63. Todo mundo esperava que Boston tivesse uma “temporada de transição”.

    E aí o Mazzulla pegou esse elenco “quebrado” e fez 56 vitórias. Cinquenta e seis! Eu sinceramente não esperava isso.

    O sistema que funcionou

    O estilo do Mazzulla é todo baseado nos arremessos de 3 e na posse de bola. Os Celtics ficaram em 3º lugar em rebotes sem ter um pivô de verdade, e em 3º lugar também em menor número de turnovers sem ter um armador All-Star. Absurdo, né?

    Defensivamente, mesmo perdendo a base do ano passado, ainda ficaram em 4º na liga. No ataque, só perderam pro Denver. Caras como Neemias Queta, Baylor Scheierman e Jordan Walsh viraram peças importantes — isso é trabalho de técnico, galera.

    Mazzulla levou 62 dos 100 votos de primeira colocação, batendo o J.B. Bickerstaff do Detroit. Merecido demais.

    Claro que dói ter caído na primeira rodada pros Sixers, mas o que o cara fez na temporada regular foi de outro nível. Vocês acham que os Celtics voltam mais fortes ano que vem? Eu tô começando a acreditar nesse sistema do Mazzulla, não vou mentir.

  • Sweeney na mira: Magic busca técnico dos Spurs pra 2024-25

    Sweeney na mira: Magic busca técnico dos Spurs pra 2024-25

    Olha só que interessante: o Orlando Magic continua de olho no Sean Sweeney, assistente técnico do San Antonio Spurs, pra assumir o comando da equipe na próxima temporada. A informação é do Marc Stein, que sempre tem fontes quentes na liga.

    O que me chama atenção é que o Magic tá indo numa pegada meio conservadora, focando em caras experientes como Billy Donovan e Jeff Van Gundy. Mas aí aparece o nome do Sweeney no meio — e isso faz total sentido quando você para pra pensar.

    Por que Sweeney faz sentido no Magic?

    O cara trabalha há anos com o Gregg Popovich em San Antonio. E convenhamos, qualquer um que aprende com o Pop já sai com um diploma diferenciado, né? Sweeney tá lá desde 2019, viu de perto como o sistema Spurs funciona, e principalmente — aprendeu a desenvolver jogadores jovens.

    O Magic tem uma base interessante com Paolo Banchero, Franz Wagner e Jalen Suggs. Sinceramente, acho que um cara formado na escola Spurs seria perfeito pra moldar esse grupo. A filosofia de San Antonio sempre foi sobre desenvolvimento de elenco e basquete coletivo.

    Ah, e tem outro detalhe: o Chicago Bulls também tá interessado no Sweeney. Ou seja, o cara tá bombando no mercado de técnicos.

    A concorrência tá pesada

    Billy Donovan, que já comandou o Oklahoma City Thunder e conhece bem a NBA, é nome forte na lista. Jeff Van Gundy, com toda aquela experiência de televisão e anos de comando, também pesa. Mas será que o Magic não deveria apostar numa cara nova?

    Lembro que em 2021 eles demonstraram interesse no Jason Kidd, que hoje comanda o Dallas Mavericks. Talvez tenham perdido uma boa oportunidade ali, né? Agora é correr atrás e não deixar passar outro talento.

    Vocês acham que o Magic deveria apostar no Sweeney ou ir com nome mais experiente mesmo? Na minha opinião, Orlando precisa de alguém que entenda de desenvolvimento — e a escola Spurs é referência nisso.