Autor: Leandro Amorim

  • Knicks na Final após 27 anos! Torcida invadiu Cleveland pra festa

    Knicks na Final após 27 anos! Torcida invadiu Cleveland pra festa

    Cara, eu não acredito que estou escrevendo isso. Os New York Knicks estão de volta às Finais da NBA depois de 27 anos! VINTE E SETE ANOS, pessoal. Ontem eles simplesmente massacraram o Cleveland Cavaliers por 130 a 93 e carimbaram a vaga na decisão.

    E o mais absurdo? A torcida dos Knicks praticamente invadiu Cleveland. Tinha gente famosa pra todo lado: Timothée Chalamet (sim, o ator do Duna), Spike Lee — que é um fanático histórico do time —, Ben Stiller, até a Kylie Jenner tava lá. Imagina a cena: arena lotada de nova-iorquinos comemorando em território inimigo.

    Uma seca histórica que finalmente acabou

    Pra vocês terem noção do que isso significa: a última vez que os Knicks chegaram às Finais foi em 1999. Barack Obama ainda nem era presidente, o primeiro filme do Homem-Aranha do Tobey Maguire nem existia, e o Michael Jordan tinha acabado de se aposentar (pela segunda vez).

    Patrick Ewing, lenda do time e último cara dos Knicks a pisar numa Final, desceu pra quadra pra comemorar com o elenco atual. Walt Frazier também tava lá — duas gerações de ídolos vendo esse momento histórico.

    Sinceramente? Eu já tava meio descrente que esse time conseguiria. Mas eles provaram que estou errado da melhor forma possível.

    Dominação total nos playoffs

    E não foi sorte não, viu. Os caras fizeram algo ABSURDO nesses playoffs: ganharam TODOS os três jogos decisivos por mais de 20 pontos de diferença. Contra o Hawks foi por 51 pontos (cinquenta e um!), contra o Sixers por 30, e ontem contra o Cavs por 37.

    Primeira franquia na história da NBA a conseguir isso numa única pós-temporada. Monstro demais.

    O Mike Brown também entrou pra história como o quinto técnico diferente a levar os Knicks às Finais. Tá numa lista que tem Jeff Van Gundy e Pat Riley — não é pouca coisa.

    E agora? Final contra quem?

    Agora é aguardar quem sai da conferência Oeste entre Spurs e Thunder. Na minha opinião, independente de quem vier, vai ser um jogaço. Os Knicks tão jogando um basquete que eu não via há anos.

    E vocês, acham que eles conseguem quebrar o jejum e trazer o título pra Nova York depois de décadas? Eu tô começando a acreditar de verdade nesse time.

  • Harden insiste que Cavs era melhor que Knicks mesmo após varrida

    Harden insiste que Cavs era melhor que Knicks mesmo após varrida

    Olha, eu já vi muito jogador mal perdedor na minha vida, mas o que o James Harden falou depois da varrida pros Knicks foi de outro nível. O cara levou 4 a 0 nas finais da Conferência Leste e AINDA acha que o Cleveland tinha o melhor time. Sério mesmo, James?

    “Foi 4 a 0, mas eu genuinamente sinto que somos o melhor time”, disse o barbudo na entrevista pós-jogo. Cara, eu entendo que dói perder, principalmente sendo varrido, mas os números não mentem. Os Knicks ganharam a série por uma diferença TOTAL de 77 pontos. Isso dá uma média de quase 20 pontos por jogo!

    A troca que não deu certo

    Vamos contextualizar aqui. O Cleveland apostou todas as fichas quando trocou o Darius Garland — um moleque de 26 anos que era peça fundamental do time — pelo Harden de 36 anos. Na teoria, fazia sentido. Na prática? Bom, vocês viram o resultado.

    O que mais me impressiona é como o time desabou completamente no Rocket Arena. Durante quase todos os playoffs de 2026, eles transformaram a casa deles numa fortaleza. Aí chegaram os Knicks e… 130 a 93 no Jogo 4. Em casa. Uma humilhação dessas proporções.

    Orgulho ou negação?

    Sinceramente, eu não sei se isso é orgulho ou pura negação. O Harden sempre foi conhecido por essa personalidade forte, esse ego gigante que o levou ao Hall da Fama. Mas, cara, tem hora que você precisa olhar no espelho e admitir: “Ó, tomamos um chocolate e o adversário era melhor mesmo.”

    Não foi nem questão de azar ou alguns lances duvidosos. Os Knicks simplesmente dominaram em TODOS os aspectos do jogo. Defesa, ataque, rebotes, intensidade — foi uma aula de basquete. E olha que eu sou fã do Harden desde os tempos de Oklahoma City.

    O problema é que agora o Cleveland vai ter que voltar pra prancheta de desenho. Quinta temporada tentando chegar lá e nada. Precisam de mais jogadores 3-and-D, mais atletismo, mais… tudo, na verdade.

    E vocês, o que acham? O Harden tá certo de manter essa confiança ou é só mal perdedor mesmo? Porque pelo que eu vi, os Knicks foram superiores do primeiro ao último minuto.

  • Stephon Marbury transformou avião em festa rumo ao Jogo 4 dos Knicks

    Stephon Marbury transformou avião em festa rumo ao Jogo 4 dos Knicks

    Cara, isso aqui é o tipo de coisa que só acontece quando o Knicks tá voando alto mesmo — literalmente! O Stephon Marbury pegou o microfone do avião e transformou o voo para Cleveland numa festa completa da torcida dos Knicks. Imagina a cena: centenas de fãs a 10 mil metros de altitude cantando “Go New York, Go New York, Go!” com o Starbury comandando tudo.

    “Depois do jogo. Depois do jogo, não antes do jogo, aí sim a gente vai à loucura”, disse Marbury pelo sistema de som do avião. E olha, eu vi o vídeo umas cinco vezes e ainda me arrepio. A energia desses caras tava simplesmente absurda.

    O show não parou por aí

    Mas o Marbury não se contentou só com o grito de guerra. O maluco virou apresentador de game show ali mesmo, fazendo perguntas sobre a história dos Knicks pros passageiros e distribuindo óculos especiais do time pro ganhador. Sinceramente? Esse é o tipo de conexão que jogador aposentado deveria ter com a torcida.

    E não é pra menos — Marbury jogou cinco temporadas pelos Knicks, fez média de 18,2 pontos por jogo e foi titular em 282 jogos. Não foi a fase mais vitoriosa da carreira dele, mas o cara sangra laranja e azul até hoje.

    A invasão de Cleveland tá real

    O que mais me impressiona é como a torcida dos Knicks lotou Cleveland no Jogo 4. Os ingressos lá estão mais baratos que no MSG, então os nova-iorquinos aproveitaram pra fazer uma verdadeira invasão. E funcionou — os Knicks já tinham ganhado 3-0 na série e estavam a uma vitória das Finais pela primeira vez desde 1999.

    “Significa tudo pra mim como um nova-iorquino nato, vivendo e morrendo a cada arremesso”, disse um torcedor que voou de Miami só pra ver o jogo. “Foram 27 anos desde 1999. Estou pronto pro jogo da vingança contra os Spurs.”

    Dez vitórias consecutivas nos playoffs, ganhando por uma média de 22,5 pontos de diferença. Vocês acham que essa torcida não merece mesmo sonhar alto? Porque eu já tô imaginando a festa se os Knicks chegarem às Finais…

  • Mitchell pede desculpas pra Cleveland: ‘Foi uma merda essa varrida’

    Mitchell pede desculpas pra Cleveland: ‘Foi uma merda essa varrida’

    Cara, eu não sei nem como começar essa. O Donovan Mitchell simplesmente pediu desculpas pra cidade inteira de Cleveland depois da varrida humilhante que os Knicks deram nos Cavaliers. E olha, ele não poupou palavras.

    “Peço desculpas pra cidade de Cleveland por ter sido assim, numa varrida. Isso é uma merda”, disse Mitchell pros repórteres depois do jogo 4. Foi direto no peito, sem enrolação.

    Sinceramente? Eu entendo a frustração do cara. Os Cavs chegaram nas finais da Conferência Leste, estavam com uma vantagem de 22 pontos no primeiro jogo… e aí entregaram tudo de bandeja. Foi doloroso de assistir, imagina jogar.

    A realidade doeu, mas Mitchell quer ficar

    O mais interessante é que mesmo depois dessa lambança toda, Mitchell deixou claro que quer continuar em Cleveland. “Eu amo estar aqui. Não sei de que outra forma dizer isso”, falou o cara.

    Mitchell ainda tem um ano garantido no contrato de 3 anos e $153.3 milhões, com opção de jogador pra temporada 2027-28. Ou seja, ele não vai sair como agente livre se quiser vazar. Mas pelo que ele disse, a intenção é ficar mesmo.

    E vocês acham que é a decisão certa? Porque olha, depois de uma varrida dessas, qualquer jogador estrela estaria pelo menos pensando em outras opções…

    James Harden também quer ficar (será que isso é bom?)

    Aí que fica interessante a coisa. O James Harden também disse que quer continuar nos Cavs. “Sim, 100%. Definitivamente pras duas perguntas. Acho que encontramos algo especial”, disse Harden quando perguntaram se ele quer e espera ficar.

    Mas mano… será que os fãs de Cleveland querem o Harden de volta? O cara teve mais uma performance patética nos playoffs. No jogo 4 foram só 12 pontos com 2/8 nos arremessos de quadra e 0/6 do perímetro. Cinco turnovers. É o padrão Harden em jogos decisivos, infelizmente.

    Na série toda ele teve aproveitamento de 38.1% nos arremessos e cometeu mais turnovers que cestas importantes. Aos 37 anos, com uma opção de $42.3 milhões pra próxima temporada, será que vale a pena apostar nele de novo?

    Olha, eu sei que basketball é um esporte de química e os caras parecem ter se entendido bem durante a temporada regular. Mas quando chegou a hora H, o time simplesmente derreteu. E isso dói.

    Agora é esperar pra ver o que a franquia vai fazer. Manter o núcleo e tentar de novo, ou mexer nas peças? Uma coisa é certa: depois dessa vexame, alguma coisa precisa mudar em Cleveland.

  • Clyde Frazier passa o bastão: ‘Brunson é o cara agora’

    Clyde Frazier passa o bastão: ‘Brunson é o cara agora’

    Cara, que momento absurdo ontem à noite! Ver o Clyde Frazier entregando o troféu de MVP das Finais do Leste pro Jalen Brunson ao lado do Patrick Ewing… arrepio total. Os Knicks acabaram de massacrar o Cavaliers por 130 a 93 no jogo 4 e carimbaram a vaga nas Finais da NBA depois de 27 anos. Vinte e sete anos, gente!

    E o Clyde, que é uma lenda viva do basquete, entendeu perfeitamente o peso do momento. Nas palavras dele: “Faz muito tempo. Passando a tradição adiante, entregando pro Jalen. Ele é o cara agora que tem que carregar isso. Você tem que capitalizar quando chega lá, então vamos ficar em cima dele.”

    O peso da responsabilidade

    Olha, eu fico pensando na pressão que deve ser pra um cara como o Brunson. Receber esse troféu das mãos de duas lendas absolutas dos Knicks? É tipo ganhar a bênção dos deuses do basquete de Nova York. O Clyde ganhou dois títulos nos anos 70, o Ewing foi o coração do time nos anos 90… e agora é a vez do Brunson tentar quebrar essa seca que já dura mais de meio século.

    Sinceramente, não sei se existe pressão maior no esporte americano do que liderar os Knicks numa Final da NBA. Madison Square Garden vai estar pegando fogo — literalmente e figurativamente.

    Brunson assumiu mesmo o protagonismo

    E tem que reconhecer: o garoto mereceu cada segundo desse reconhecimento. Nas semifinais do Leste, ele foi simplesmente monstruoso. Comandou o ataque com uma frieza absurda, distribui assistências como se fosse moleza e ainda conseguiu ser clutch nos momentos decisivos. É exatamente o tipo de liderança que os Knicks precisavam há décadas.

    O mais legal é ver como ele abraçou essa responsabilidade. Não tá fugindo da pressão, não tá jogando pra baixo do pano. Pelo contrário — quanto maior o palco, melhor ele joga. E vocês acham que ele aguenta a pressão de uma Final da NBA em Nova York?

    Agora é aguardar pra ver quem vai ser o adversário na decisão. Uma coisa eu posso garantir: depois de 27 anos, os Knicks tão com MUITA fome de título. E com o Brunson comandando esse time, vai ser no mínimo um jogaço pra assistir.

  • Cavs fazem história melancólica que não víamos desde 97

    Cavs fazem história melancólica que não víamos desde 97

    Cara, que vexame. Os Cleveland Cavaliers conseguiram uma façanha que ninguém queria: fazer o tipo errado de história nos playoffs. E olha que eu torcia pra eles chegarem longe esse ano…

    Imagina só a cena: dia 17 de maio, o Donovan Mitchell e a galera toda comemorando a classificação pras finais da Conferência Leste. Todo mundo eufórico, né? Oito dias depois — OITO DIAS — já estavam de férias. Os Knicks mandaram eles pra casa de um jeito que até doeu assistir.

    O vexame do jogo 4

    130 a 93. Em casa. Nas finais de conferência. Sinceramente, eu não esperava um colapso desses. O Mitchell deve ter ficado se perguntando o que diabos aconteceu com o time que vinha jogando tão bem durante a temporada.

    Mas o pior é que isso já é um padrão meio preocupante. Quatro anos consecutivos sem chegar nas finais da NBA. Quatro! O Mitchell chegou justamente pra quebrar essa escrita, mas parece que o problema é mais profundo do que só precisar de um craque.

    Os números que explicam tudo

    Sabe o que me chamou atenção? Os Cavs tomaram 20 pontos ou mais de bola perdida em DEZ jogos desses playoffs. Dez! De 18 jogos totais. Isso é mais da metade dos jogos sendo destruído no contra-ataque.

    E não é coincidência, não. Quando você usa duas torres no garrafão (como eles fazem com Mobley e Allen), fica complicado correr de volta pra defender. A quadra fica desbalanceada, os caras não conseguem acompanhar o ritmo do jogo moderno.

    E agora, qual é o plano?

    Na minha visão, a diretoria vai ter que mexer bastante no elenco. O core com Mitchell é bom, mas falta atleta, falta gente que defenda com intensidade. Vocês acham que eles vão conseguir manter essa formação ou precisam de uma reformulação mais drástica?

    Porque uma coisa é certa: do jeito que está não rola. Você não pode desperdiçar o prime do Mitchell assim. O cara veio pra Cleveland justamente pra brigar por título, e aí o time desaba nos momentos decisivos.

    Enfim, vai ser uma off-season bem movimentada em Cleveland. Espero que eles aprendam com esses erros e voltem mais preparados ano que vem. Porque talento não falta — o que falta é consistência mental nos playoffs.

  • 5 coisas que não existiam quando o Knicks foi às Finais pela última vez

    5 coisas que não existiam quando o Knicks foi às Finais pela última vez

    Gente, aconteceu. O New York Knicks voltou às Finais da NBA depois de 27 anos! Depois de varrer o Cleveland Cavaliers na Conference Final do Leste, os Knicks estão de volta ao palco principal pela primeira vez desde 1999.

    Cara, eu ainda tô processando isso. Vinte e sete anos, mano. Pra vocês terem noção de quanto tempo se passou, eu separei cinco coisas que simplesmente NÃO existiam quando o Knicks pisou nas Finais pela última vez. Preparem-se pra se sentirem velhos.

    Redes sociais eram ficção científica

    Em 1999, o máximo de “rede social” que existia era o MSN Messenger — e olhe lá. Facebook só veio em 2004, Twitter em 2006, e Instagram em 2010. TikTok? Esquece, só chegou em 2017. Na época, se você quisesse comentar sobre um jogo, tinha que ligar pro amigo ou esperar até segunda-feira no trabalho.

    Imaginem como seria a repercussão dessa classificação do Knicks nas redes hoje? O Twitter estaria pegando fogo, o Instagram cheio de stories comemorando… Em 99, o pessoal teve que comemorar na rua mesmo, old school.

    A TV era outro mundo

    Survivor ainda não existia (imaginem!), American Idol era um sonho distante, e reality shows eram coisa de filme futurista. MTV ainda passava música — pasmem! — e The Sopranos tinha acabado de estrear sua primeira temporada.

    Na época, se você perdesse o jogo, ferrou. Não tinha replay infinito, highlights no YouTube ou “melhores momentos” no Instagram. Era TV aberta, antena parabólica e muito improviso.

    Celular? Que celular?

    O iPhone só veio em 2007, gente. Em 99, se você tinha sorte, rolava um Nokia tijolão pra fazer ligação — e só. Mandar SMS custava os olhos da cara, e câmera no celular era coisa de desenho animado.

    BlackBerry tinha acabado de chegar, mas era praticamente um pager turbinado. Nada de WhatsApp, nada de stories, nada de lives comentando o jogo. O negócio era rádio e TV mesmo.

    Metade do time atual nem tinha nascido

    Aqui a coisa fica surreal: dos 18 jogadores do elenco atual do Knicks, nove nem tinham nascido quando o time foi às Finais pela última vez. NOVE! O mais novo, Pacôme Dadiet, nasceu em 2005 — seis anos depois das Finais de 99.

    Jordan Clarkson, que é o mais velho do time, tinha apenas sete anos na época. Ou seja, nem ele se lembra direito daquele time histórico. É uma geração completamente nova vivendo esse momento mágico.

    E aí, vocês acham que essa nova geração consegue trazer o título que tanto falta pro Knicks? Sinceramente, eu tô com uma expectativa danada. Depois de 27 anos, qualquer coisa pode acontecer — e tomara que seja coisa boa!

  • Cavaliers precisam demolir tudo? A varredura pros Knicks foi humilhante

    Cavaliers precisam demolir tudo? A varredura pros Knicks foi humilhante

    Cara, eu ainda tô tentando processar o que aconteceu com os Cavs. Uma varredura. VARREDURA. Em casa. Para os Knicks. 130-93 no último jogo. Sinceramente, dói até escrever isso.

    A pergunta que não quer calar: e agora, Cleveland? O que vocês vão fazer com esse time que parecia tão promissor?

    O teto baixo demais dos Cavaliers

    Olha, quando eles trocaram o Darius Garland pelo James Harden em fevereiro, eu já fiquei com o pé atrás. Garland era jovem, tinha futuro, era parte do núcleo que os Cavs vinham construindo. Trocar ele por um Harden de 35 anos? Na época já achei arriscado.

    E o técnico Kenny Atkinson foi honesto depois da humilhação: “Estou decepcionado pelo grupo. Normalmente eu diria que precisávamos de mais peças no elenco, mas não posso falar isso. A diretoria nos deu um elenco talentoso.”

    É isso aí. O problema não é talento — é que esse grupo chegou no seu limite. E esse limite, infelizmente, é uma semifinal de conferência. Igual ao Harden a carreira inteira: ótimo, mas nunca o melhor.

    A matemática cruel dos 170 milhões

    Agora vem a parte dolorosa. Os Cavs teriam que desembolsar 170 milhões de dólares pra manter Mitchell, Harden, Mobley e Jarrett Allen juntos na próxima temporada. Cento e setenta milhões! Pra um time que não conseguiu ganhar UM jogo sequer na final do Leste.

    O Harden tem uma opção de 42,3 milhões pra ficar. Se ele aceitar e eles tentarem de novo, o Mitchell (que tem mais um ano garantido) não vai ficar pensando em vazar? E se todo mundo já tá imaginando isso, por que não trocar ele agora enquanto ainda vale alguma coisa?

    Apostas malucas pra 2025

    E é aí que a coisa fica interessante. Os rumores tão voando: trocar o Mobley pelo Giannis? Trazer o LeBron de volta pra Cleveland? Cara, nenhuma das duas opções garante título, mas pelo menos seria divertido de assistir.

    Imagina o Mitchell jogando com o Giannis. Dois caras famintos por um anel, se carregando mutuamente. Talvez até o Harden e o LeBron entrem na brincadeira (seria a coisa mais louca da NBA nos últimos anos).

    Pode dar errado? Claro. Lembrem do Giannis com o Damian Lillard — prometeu muito e entregou pouco. Mas pelo menos eles tentariam algo diferente, né?

    Porque ficar com essa formação atual é aceitar que o máximo que conseguem é chegar numa final de conferência pra tomar sapatada. E convenhamos, Cleveland merece mais que isso. Os torcedores merecem mais que isso.

    E vocês, o que acham? Vale a pena apostar numa mudança radical ou é melhor ter paciência com esse núcleo? Porque sinceramente, depois dessa humilhação, qualquer coisa tá na mesa.

  • Giannis e Sengun se encontram na final da EuroLeague em Atenas

    Giannis e Sengun se encontram na final da EuroLeague em Atenas

    Cara, que momento incrível rolou na final da EuroLeague em Atenas no fim de semana! Giannis Antetokounmpo e Alperen Sengun se esbarraram durante o intervalo do jogo entre Olympiacos e Real Madrid, e a internet não perdoou — já tá todo mundo especulando sobre o que rolou ali.

    O que aconteceu foi o seguinte: Sengun tava lá assistindo o jogaço numa boa, meio na dele, quando o Giannis chegou e puxou papo no intervalo. Pelo vídeo que tá circulando, dá pra ver que o turco tentou meio que ignorar no início, mas o Greek Freak insistiu e eles trocaram algumas palavras.

    Dois monstros da NBA curtindo basquete europeu

    Olha, eu acho massa demais ver esses caras da NBA prestigiando o basquete europeu assim. O Giannis tava em casa — literalmente, né, já que o jogo foi na Grécia — e tem falado abertamente que tem vontade de jogar na EuroLeague antes de se aposentar. Imagina só essa loucura?

    Já o Sengun chegou em Atenas direto depois de uma temporada sensacional com o Houston Rockets. Tá, a temporada acabou mais cedo do que eles queriam — perderam na primeira rodada dos playoffs pros Lakers — mas o turco de 23 anos tá se consolidando como um dos centros mais completos da liga.

    Números que impressionam

    E por falar nisso, que temporada os dois fizeram, hein? Giannis, mesmo com todo o caos que foi Milwaukee em 2025-26, continuou sendo um monstro: 27.6 pontos, 9.8 rebotes e 5.4 assistências por jogo. O cara simplesmente não para, não importa o que tá acontecendo ao redor dele.

    Sengun, por sua vez, confirmou que veio pra ficar. Segunda seleção consecutiva pro All-Star Game (ainda mais impressionante considerando que substituiu o Shai Gilgeous-Alexander), com médias redondas de 20.4 pontos, 8.9 rebotes e — pasmem — 6.2 assistências por jogo. Um pivô que distribui mais de 6 passes por jogo? Isso é absurdo no melhor sentido.

    Sinceramente, acho que esses encontros entre estrelas internacionais da NBA mostram como o basquete tá cada vez mais global. E vocês, o que acham que esses dois estavam conversando ali? Será que rolou algum papo sobre possíveis trocas ou foi só dois fãs de basquete curtindo um jogaço europeu mesmo?

  • NYC inteira vibra com os Knicks: até Yankees e Giants celebraram!

    NYC inteira vibra com os Knicks: até Yankees e Giants celebraram!

    Cara, que momento absurdo pros Knicks! Depois de 27 anos — vinte e sete anos, gente! — eles finalmente voltaram às Finais da NBA. E olha, a cidade de Nova York inteira pirou junto.

    O negócio foi tão emocionante que até os outros times da cidade entraram na festa. Giants mandando “Go New York Go” no Twitter, Jets postando com emojis de vassoura celebrando a varredura nos Cavaliers… Mano, quando você vê NFL e MLB parando pra comemorar basquete, é porque a coisa tá séria mesmo.

    A cidade que nunca dorme finalmente pode sonhar

    Os Yankees fizeram questão de dar aquele carinho especial pro Jalen Brunson, MVP das Finais da Conferência Leste. E sinceramente? Merecidíssimo. O cara tem sido um monstro nessa temporada inteira.

    Até os Mets entraram na onda — e olha que baseball e basquete nem sempre se misturam assim. Rangers, Islanders, e até o time universitário de St. John’s mandaram mensagem. Quando a cidade inteira se une assim, você sabe que é histórico.

    Na minha opinião, essa união faz todo sentido. Todo mundo em NYC sabe o sufoco que foi acompanhar os Knicks nos últimos anos. 16 vezes fora dos playoffs desde 1999. Dezesseis! Era de dar dó, não vou mentir.

    As jogadas que mudaram tudo

    E que reviravolta, hein? A troca do Karl-Anthony Towns que deixou todo mundo de queixo caído — inclusive o próprio KAT. Mas o cara chegou e foi fundamental pra essa caminhada. Aquela enterrada dele no jogo 4 contra Cleveland? Destruiu qualquer esperança que sobrava pro adversário.

    Mas a decisão mais corajosa mesmo foi mandar o Thibodeau embora e contratar o Mike Brown. Olha, eu confesso que fiquei meio receoso na época. Thibs tinha história com a cidade, mas Brown provou que veio pra vencer. E que mentalidade ele trouxe pro grupo!

    Agora é esperar pra ver quem vem do Oeste. Vocês acham que os Knicks conseguem levar tudo? Porque eu tô começando a acreditar de verdade nesse time. Depois de tanto sofrimento, a torcida merece essa alegria.