Autor: Leandro Amorim

  • Kenny Atkinson pode cair? Técnico dos Cavs tenta se blindar após vexame

    Kenny Atkinson pode cair? Técnico dos Cavs tenta se blindar após vexame

    Olha, vou ser bem direto aqui: Kenny Atkinson está pisando em ovos em Cleveland. O técnico dos Cavaliers tentou passar confiança quando perguntaram sobre a própria segurança no cargo, mas sinceramente? Depois do que aconteceu contra os Knicks, qualquer coisa pode rolar.

    “Escutem, eu tenho confiança, confiança em mim primeiro, confiança no grupo”, disse Atkinson na segunda-feira. Cara, quando um técnico precisa falar sobre ter confiança em si mesmo, já é sinal de que a coisa não tá boa, né?

    O vexame que pode custar o emprego

    Vamos aos fatos: os Cavs tinham 22 pontos de vantagem sobre os Knicks no Jogo 1 das finais da Conferência Leste. Vinte e dois pontos! E conseguiram entregar de bandeja. Pior ainda — depois dessa entregada épica, nunca mais foram competitivos na série.

    O mais bizarro? Atkinson ainda teve a coragem de dizer antes do Jogo 4 que Cleveland tinha “analiticamente” vencido dois dos três primeiros jogos. Analiticamente? Mano, no basquete o que vale é o placar no final, não planilha do Excel.

    E tem mais: o cara defendeu James Harden na defesa (!) e ainda justificou não ter chamado tempo quando os Knicks fizeram aquelas corridas absurdas. Às vezes você precisa parar o jogo e gritar com os caras, não ficar lá filosofando.

    Política interna complicada

    Aqui fica interessante a coisa toda. Atkinson ainda tem três anos de contrato, mas a política interna dos Cavs é meio confusa. Quando ele foi contratado em 2024 para substituir J.B. Bickerstaff, parte do front office queria James Borrego. Mas Dan Gilbert, o dono, preferiu Atkinson.

    Imaginem a situação: você é técnico, mas sabe que uma galera importante da organização queria outro cara. Quando o time começou mal na temporada regular, esses mesmos executivos já estavam de olho nele. É aquela pressão constante, sabe?

    Por sorte dele, Donovan Mitchell ainda apoia o trabalho do técnico, e foi importante para incorporar Harden no esquema. Mas no esporte profissional, especialmente na NBA, apoio de jogador não garanta nada quando os resultados não vêm.

    A moda de demitir técnico por qualquer coisa

    E vocês sabem como é a NBA hoje em dia, né? Os front offices estão cada vez mais dispostos a trocar técnico por qualquer motivo. Os próprios Knicks mandaram Tom Thibodeau embora ano passado depois de chegar às finais da Conferência — e olha só, chegaram às Finais agora.

    O Brian Windhorst da ESPN já andou comentando sobre possíveis mudanças em Cleveland, sem dar detalhes específicos. Quando o Windhorst fala, é bom prestar atenção.

    Na minha visão, Atkinson ainda tem uma chance de se salvar, principalmente se conseguir manter Mitchell feliz e montar um time competitivo na próxima temporada. Mas sinceramente? Depois daquele vexame contra os Knicks, qualquer tropeço pode ser fatal. E aí, vocês acham que ele consegue se manter no cargo?

  • Card do Wemby vendido por R$ 30 milhões quebra todos os recordes

    Card do Wemby vendido por R$ 30 milhões quebra todos os recordes

    Gente, eu sabia que o Wembanyama era especial, mas isso aqui passou de todos os limites. Um card de rookie do gigante francês acabou de ser vendido por US$ 5,11 milhões (mais de R$ 30 milhões na cotação atual) em uma venda privada pela Fanatics Collect. Cinco milhões de dólares. Por um pedaço de papel com a foto do moleque.

    Pra vocês terem noção da loucura: esse é o quarto card de basquete mais caro da história e o 11º entre todos os esportes. O recorde anterior do Wemby? “Apenas” US$ 860 mil em fevereiro passado. Ou seja, o preço multiplicou por seis em questão de meses.

    A carta mais valiosa sem autógrafo

    O que torna isso ainda mais absurdo é que esse card nem tem autógrafo do jogador. É literalmente a transação mais cara já registrada para um card de NBA sem assinatura. E olha, isso meio que faz sentido — o Wemby tem contrato exclusivo com a Fanatics, então cards autografados oficiais dele como rookie simplesmente não existem.

    Estamos falando de um Panini Prizm Black parallel numerado 1/1 da temporada 2023-24, ou seja, existe apenas um exemplar no mundo inteiro. A carta recebeu nota 10 da PSA, que é praticamente perfeição no mundo dos cards.

    Polêmica nos bastidores

    Mas nem tudo são flores nessa história. Tem um vídeo de 2024 que mostra o antigo dono agradecendo a Kurt’s Card Care depois de receber a nota — e essa empresa vende produtos para “limpar” e “restaurar” cards. O problema? A PSA proíbe expressamente avaliar cartas alteradas ou que tenham qualquer evidência de limpeza química.

    Na minha opinião, isso levanta uma baita bandeira vermelha. Se você paga 5 milhões de dólares por algo, no mínimo espera que seja 100% original, né?

    Wemby vale cada centavo?

    Olha, eu sou fã do Wembanyama desde que ele pisou na NBA. O cara é um fenômeno: 2,24m, arremessa de qualquer lugar da quadra, defende como poucos e já tá brigando por prêmios importantes. Mas 5 milhões de dólares? É muita grana até pra um futuro MVP.

    Por outro lado, estamos vendo em tempo real a criação de um dos maiores jogadores da história. Se ele realmente virar o que todo mundo projeta, esse card pode valer bem mais no futuro. Vocês investiriam esse dinheiro todo numa carta do Alien?

    Sinceramente, prefiro assistir o monstro jogar na TV mesmo. Mas cada louco com sua mania, né?

  • Wemby precisa de mais um All-NBA pra garantir contrato máximo

    Wemby precisa de mais um All-NBA pra garantir contrato máximo

    Olha só que situação interessante: Victor Wembanyama vai ter que provar seu valor mais uma vez na próxima temporada se quiser garantir aquela grana toda do contrato máximo. O francês precisa ser Defensor do Ano ou entrar no time All-NBA novamente para qualificar pro máximo de 30% da escala de rookies.

    E cara, que azar do Wemby na temporada passada! O moleque estava voando rumo ao prêmio de Defensor do Ano quando rolou aquela trombose venosa profunda depois do All-Star break. Resultado? Não conseguiu atingir os 65 jogos mínimos necessários para concorrer ao prêmio.

    Os números milionários em jogo

    Os Spurs e Wembanyama quase certamente vão fechar acordo nesta offseason por uma extensão de cinco anos no valor de $251 milhões. Mas aqui vem a parte boa: o contrato tem uma cláusula que pode aumentar esse valor para $301 milhões se ele se qualificar pro critério dos 30%.

    Cinquenta milhões de diferença. Cinquenta! É muita grana mesmo para os padrões da NBA.

    Para vocês terem uma ideia de como isso funciona, quando o Luka Dončić estava na mesma situação, ele já tinha garantido os 30% completos porque vinha de duas seleções consecutivas pro All-NBA. O Wemby conseguiu uma seleção mesmo jogando apenas 64 partidas (graças à participação na final da NBA Cup), mas vai ter que repetir a dose.

    A pressão dos 65 jogos

    Sinceramente, acho que essa regra dos 65 jogos mínimos vai ser o maior desafio pro Wemby daqui pra frente. O cara tem um físico único – 2m21, magrinho, joga com uma intensidade absurda dos dois lados da quadra. É natural que o corpo peça uma folga de vez em quando.

    E olha que ironia: justamente a capacidade dele de ganhar prêmios como Defensor do Ano e até MVP vai depender muito de conseguir jogar esses 65 jogos por temporada. Na temporada 2026-27, ele vai ter literalmente $50 milhões em jogo dependendo disso.

    Uma coisa interessante que pode acontecer é o Wembanyama receber uma opção de jogador na extensão. Desde o draft de 2018, só o Paolo Banchero conseguiu isso numa extensão máxima de rookie. Se rolar, vai dar ainda mais flexibilidade pro francês negociar contratos futuros – podendo até chegar nos 35% do supermax se qualificar pra isso.

    E aí, vocês acham que o Wemby aguenta essa pressão de ter que jogar quase toda temporada? O talento está ali, óbvio, mas a durabilidade ainda é uma interrogação.

  • Novo técnico dos Pelicans promete liberar todo potencial do Zion

    Novo técnico dos Pelicans promete liberar todo potencial do Zion

    Jahmal Mosley mal assumiu o cargo de técnico dos Pelicans e já soltou uma frase que me chamou atenção: “Zion nem arranhou a superfície do que ele pode fazer”. Cara, viniendo de um cara que treinou Paolo Banchero e Franz Wagner no Magic, isso tem peso.

    Olha, eu sempre achei que o Zion tinha muito mais a mostrar além daquelas enterradas monstruosas que a gente já conhece. E pelo que o Mosley falou na coletiva de apresentação, parece que ele pensa igual.

    O plano é simples: mais espaço, mais liberdade

    A estratégia do novo técnico é bem clara – abrir a quadra pro Zion atacar de verdade. “Dar espaço pra ele viver na linha do lance livre”, foi como ele colocou. E faz sentido total, né? O garoto tem 1,98m mas joga como um armador às vezes, com uma visão de jogo absurda.

    O que mais me empolgou foi ele falar sobre usar o Zion em “diferentes posições”. Imagina esse monstro fazendo o papel de point forward? Com aquela força física dele criando jogadas pros companheiros? Sinceramente, dá até arrepio de pensar.

    Temporada passada mostrou o que ele pode fazer saudável

    A temporada 2023-24 foi uma prévia do que pode vir por aí. Zion jogou 62 partidas (milagre, considerando o histórico), fez médias de 21 pontos e 5.7 rebotes com 60% de aproveitamento de quadra. Sessenta por cento! É um número de center, mas ele faz isso jogando em várias posições.

    Mosley vem do Orlando Magic onde trabalhou com dois talentos que também gostam de criar jogadas – o Banchero e o Wagner. A experiência com jogadores versáteis pode ser exatamente o que o Zion precisa pra decolar de vez.

    “Algumas das coisas que ele já fez aqui foram espetaculares”, disse o técnico. “Só precisamos continuar isso e, principalmente, mantê-lo saudável.”

    E aí, vocês acham que finalmente vamos ver o verdadeiro potencial do Zion? Com um técnico que entende de versatilidade e um jogador que parece estar mais maduro, talvez seja a hora dos Pelicans voarem mais alto.

  • Edwards vai ter que esperar até 2027 pra ganhar os US$ 300 milhões

    Edwards vai ter que esperar até 2027 pra ganhar os US$ 300 milhões

    Olha, eu sinceramente não sei se fico com pena do Anthony Edwards ou se dou risada da situação. O cara perdeu a chance de assinar um contrato de 300 milhões de dólares por causa da maldita regra dos 65 jogos. É, você leu certo – trezentos milhões!

    A situação é a seguinte: como o Ant-Man não conseguiu jogar pelo menos 65 partidas na temporada passada, ele não pôde ser selecionado pro All-NBA. E sem All-NBA, não rola supermax. Matemática cruel da NBA.

    A tentativa que não deu certo

    Edwards até tentou apelar usando a regra de “circunstâncias extraordinárias” – que basicamente é quando você se machuca e não tem culpa de ter perdido jogos. Mas o árbitro negou o recurso dele. O mais engraçado (ou revoltante, dependendo do ponto de vista) é que o Luka Doncic e o Cade Cunningham fizeram o mesmo apelo e conseguiram aprovação.

    Cara, imagina a frustração. Seus colegas de profissão conseguem e você não? Eu ficaria pistola.

    O fato de ter entrado com o recurso já mostra que o Edwards tá interessado em ficar em Minnesota mesmo. E olha, quem não ficaria né? 300 milhões de razões pra continuar no frio de Minneapolis.

    Agora é esperar e torcer

    Como não rolou o supermax, Edwards só pode assinar uma extensão de dois anos por “apenas” 122 milhões de dólares nesta offseason. Apenas, né? A gente aqui brigando por um aumento de salário mínimo e o cara tá triste com 122 milhões.

    A expectativa agora é que ele espere até 2027 pra assinar o próximo contrato – assumindo que consiga entrar no All-NBA na próxima temporada. E convenhamos, se ele se manter saudável, é praticamente certeza que vai conseguir.

    Edwards já assinou uma extensão de cinco anos por 244 milhões em 2023, então não é como se ele tivesse passando necessidade. Mas quando você vê 300 milhões na sua frente e não consegue pegar… deve doer na alma.

    Vocês acham que ele consegue se manter saudável e pegar esse All-NBA ano que vem? Porque sinceramente, se eu fosse ele, estaria fazendo de tudo pra não perder nem um treino.

  • Cavs mantêm Kenny Atkinson mesmo após vexame nos playoffs

    Cavs mantêm Kenny Atkinson mesmo após vexame nos playoffs

    Olha só que notícia interessante: Kenny Atkinson vai continuar como técnico dos Cleveland Cavaliers na próxima temporada. Isso mesmo, mesmo depois daquela varrida histórica que tomaram dos Knicks nas finais do Leste.

    E aí, vocês acham que foi a decisão certa?

    O apoio dos craques salvou o emprego

    Pelo que rolou nos bastidores, Donovan Mitchell e o pessoal do elenco bateram o pé pra manter o Atkinson. Cara, isso me lembra muito aquelas situações aqui no Brasil onde o técnico só se salva porque os jogadores principais apoiam — às vezes funciona, às vezes não.

    O mais curioso é que nem todo mundo na diretoria estava 100% convencido com a escolha do Atkinson desde o começo. Alguns executivos preferiam o James Borrego quando contrataram o Kenny no ano passado pra substituir o J.B. Bickerstaff. Imagina o clima interno…

    Folha salarial astronômica e zero títulos

    Agora vem a parte que mais me incomoda: os Cavaliers têm a folha salarial MAIS CARA da história da NBA — US$ 229 milhões! Duzentos e vinte e nove milhões de dólares, gente. E o resultado? Uma varrida de 4-0 pros Knicks.

    Sinceramente acho que eles precisam de mais do que mudanças “oportunistas” no elenco, como a diretoria tá falando. Com essa grana toda investida, a expectativa é de pelo menos brigar pelo título da conferência, não tomar sacode no primeiro adversário forte que aparece.

    Na minha visão, dar mais uma chance pro Atkinson faz sentido — afinal, foi o primeiro ano dele com esse grupo. Mas a pressão vai ser absurda. Se não rolar pelo menos uma final da conferência bem disputada na próxima temporada, aí não tem Donovan Mitchell que salve o emprego do cara.

    E vocês, acham que os Cavs fizeram certo em manter o técnico? Ou era melhor partir pra uma reformulação completa?

  • Knicks são máquinas de finalizar séries: recorde histórico na NBA

    Knicks são máquinas de finalizar séries: recorde histórico na NBA

    Gente, eu tô sem palavras com o que esses Knicks estão fazendo. Sinceramente, quando a temporada começou eu não imaginava que veria isso — mas eles estão simplesmente DESTRUINDO todo mundo nos jogos de finalização de série.

    Na terça-feira foi a vez dos Cavaliers virarem mais uma vítima. Game 4 em Cleveland, varreu por 4-0 nas finais da Conferência Leste. E não foi qualquer vitória não — foi uma surra de 37 pontos que fez o banco dos caras esvaziar no último quarto. Humilhação total.

    Recorde que ninguém esperava

    Aqui que fica absurdo: os Knicks de 2026 se tornaram o PRIMEIRO time na história da NBA a vencer três jogos de finalização de série por mais de 30 pontos de diferença. Primeiro time, galera. Em mais de 70 anos de liga.

    E tem mais — a margem média de vitória deles nesses jogos é de 39,3 pontos. Outro recorde da NBA. Isso não é normal, é coisa de videogame no modo fácil.

    Primeiro foram os Hawks em Atlanta, depois os 76ers na Filadélfia, e agora os Cavs em casa. Todos levaram surra. Miles McBride falou tudo: “Não queremos deixar dúvida nenhuma. Só queremos chegar e resolver nosso negócio.”

    Finais da NBA após 27 anos

    E aí, conseguem acreditar? Os Knicks voltaram pras Finais da NBA depois de 1999. Vinte e sete anos, cara. Eu era criança quando eles chegaram lá pela última vez.

    Jalen Brunson, que tem sido o maestro dessa orquestra, disse que a equipe tem “jogado com intensidade e um pouco de sorte, mas principalmente chegando focados e ligados no momento”. Humilde o cara, mas sorte uma ova — isso é qualidade pura.

    Agora vem a pergunta que não quer calar: será que eles conseguem quebrar o jejum de 53 anos sem título? Porque do jeito que estão jogando, dando essas surras, eu tô começando a acreditar que pode rolar o impossível.

    Vocês acham que conseguem manter esse nível absurdo nas Finais? Porque se conseguirem, vai ser histórico mesmo.

  • Brunson expulsa Josh Hart de entrevista e viraliza na web

    Brunson expulsa Josh Hart de entrevista e viraliza na web

    Cara, que momento! O Jalen Brunson mal tinha terminado de levantar o troféu da Conferência Leste e já estava protagonizando uma das cenas mais engraçadas que eu vi nos playoffs.

    Olha só a situação: os Knicks acabaram de DESTRUIR o Cavaliers por 130-93, completando uma varredura histórica na final da Conferência Leste. Primeira vez na Finals desde 1999, galera! E o que acontece? O Josh Hart, que é amigo de longa data do Brunson desde os tempos de Villanova, resolve se intrometer na entrevista pós-jogo.

    A amizade que todo mundo queria ter

    Vocês já viram aqueles amigos que não conseguem ficar longe um do outro? É exatamente essa a vibe do Brunson e do Hart. O cara tava ali do lado da repórter, sorrindo que nem bobo, esperando pra aparecer na TV nacional. Só que o recém-coroado MVP da final da Conferência Leste não tava afim de dividir os holofotes.

    A reação do Brunson foi PERFEITA. Antes mesmo da repórter fazer a primeira pergunta, ele olhou pro Hart e mandou um “sai fora” clássico, apontando o dedo. E o melhor? O Hart levantou as duas mãos em rendição, tipo “beleza, beleza, a entrevista é sua”, e saiu de cena rindo.

    New York está em êxtase

    Sinceramente, acho que esse momento mostra exatamente por que esse time dos Knicks é tão especial. A química entre esses caras é absurda. Eles se divertem juntos, brigam juntos, e agora vão pra Finals juntos.

    E vocês, o que acharam dessa? Eu não consigo parar de rir com a cara do Hart sendo “expulso” pelo próprio amigo. É esse tipo de momento que faz a gente lembrar que, no fim das contas, são só caras normais realizando o sonho de uma vida inteira.

    Agora é aguardar pra ver se essa dupla de Villanova consegue trazer o primeiro título da NBA pro Madison Square Garden desde 1973. Vai ser jogaço!

  • Ex-Wizards chegam às Finais pelo 18º ano seguido — que bizarrice é essa?

    Ex-Wizards chegam às Finais pelo 18º ano seguido — que bizarrice é essa?

    Gente, eu preciso contar uma das estatísticas mais malucas da NBA pra vocês. Os New York Knicks chegaram às Finais de 2026, e adivinhem? Landry Shamet, Dillon Jones e Trey Jemison III — todos ex-Washington Wizards — estão no elenco. Isso significa que pelo 18º ano consecutivo, um ex-jogador dos Wizards vai disputar as Finais da NBA.

    Dezoito anos, pessoal. DEZOITO. Desde 2009.

    Como diabos isso é possível?

    Olha, eu tô aqui tentando entender como um time que mal consegue chegar aos playoffs tem essa maldita sorte com ex-jogadores. É como se todo mundo que sai de Washington de repente vira monstro e consegue chegar às Finais. Coincidência? Eu sinceramente duvido.

    A lista é absurda: começou em 2009 com Tyronn Lue pelo Orlando Magic, passou por lendas como Juwan Howard e Mike Miller no Miami Heat (que dominaram o começo da década de 2010), Shaun Livingston no auge do Golden State Warriors, e mais recentemente Kristaps Porzingis conquistando o título pelo Boston Celtics ano passado.

    E o mais louco? Alguns desses caras nem ficaram muito tempo em Washington. Shamet jogou apenas uma temporada (2023-24), Dillon Jones também só uma temporada (2025-26), e mesmo assim estão lá brigando pelo anel.

    Os Wizards são uma escola de talentos escondida?

    Cara, isso me faz pensar: será que o problema dos Wizards não é desenvolver jogador, mas sim conseguir manter eles? Porque olhando essa lista, tem muito talento que passou por lá. Bobby Portis foi campeão pelo Milwaukee em 2021, KCP e Jeff Green levaram o Denver ao título em 2023…

    É quase como se Washington fosse uma universidade do basquete — você vai lá, aprende, se desenvolve, e depois vai conquistar o mundo em outro lugar. Frustrante pra caramba pro torcedor dos Wizards, imagino.

    E agora temos três caras do New York Knicks que podem quebrar a seca de títulos da franquia. Shamet, que é um especialista de perímetro, Jones que vem se mostrando uma peça versátil, e Trey Jemison III completando esse trio bizarro.

    Vocês acham que essa sequência vai continuar? Porque honestamente, com a quantidade de jogadores que passam pelos Wizards todo ano, é bem possível que em 2027 a gente tenha outro ex-Washington brigando pelo anel. É matemática pura — quanto mais você espalha suas peças pelo tabuleiro, maior a chance de uma delas chegar ao destino final.

    Enfim, torçam pelos Knicks nas Finais. Não só porque seria incrível ver Nova York campeã depois de tanto tempo, mas também porque essa estatística maluca dos Wizards merece continuar viva.

  • Brunson leva Knicks às Finals pela 1ª vez em 25 anos!

    Brunson leva Knicks às Finals pela 1ª vez em 25 anos!

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu. Os New York Knicks estão nas Finals da NBA! Pela primeira vez desde 1999, galera. E o cara que comandou essa loucura? Jalen Brunson, que acabou de ser eleito MVP das finais da Conferência Leste depois de destroçar o Cleveland Cavaliers por 4-0.

    Sinceramente? Eu não acreditava quando os Knicks apostaram pesado no Brunson em 2022. Contrato de quatro anos, 104 milhões de dólares para um cara que era “só” o segundo armador dos Mavericks. Muita gente riu. Eu meio que ri também, não vou mentir.

    O que o Brunson fez foi absurdo

    Nas finais do Leste, o cara teve médias de 25.5 pontos e 7.8 assistências. Mas não é só número — é a forma como ele comandou esse time. No jogo 1, os Knicks estavam perdendo por 22 pontos no último quarto. Vinte e dois! E o que o Brunson fez? Marcou 38 pontos e virou aquela partida de cabeça pra baixo.

    “Ele simplesmente trabalha. É um exemplo disso todos os dias”, disse Karl-Anthony Towns. E olha, vindo do KAT, que já jogou com cara fera, isso significa muito.

    A química dos ex-Villanova é monstro

    Uma coisa que me chamou atenção foi ver o Brunson ali na coletiva ao lado do Josh Hart e do Mikal Bridges — os três ex-Villanova que agora formam o núcleo dos Knicks. Que negócio lindo, cara. Essa química que eles construíram na faculdade tá sendo fundamental agora.

    “Não tem outro armador com quem eu gostaria mais de estar nessa posição do que o J.B.”, falou o Bridges. Mano, dá até arrepio ver essa união.

    O técnico Mike Brown (que foi contratado no verão passado) conta uma história engraçada: o Brunson treinava tão intenso nos treinos matinais que ele teve que mudar os próprios hábitos de sono pra acompanhar! O cara comparou a determinação do Brunson com a do Stephen Curry e Tim Duncan. Nada mal de comparação, né?

    Agora é tudo ou nada nas Finals

    Com Towns, Hart, Bridges e Brunson, os Knicks montaram um time que tá a quatro vitórias do primeiro título desde 1973. Cinquenta e um anos, galera!

    Vocês acham que eles conseguem? Eu tô começando a acreditar mesmo. Esse Brunson me convenceu — o cara tem aquela mentalidade de campeão que você não ensina. E convenhamos, depois de varrer o Cavs dessa forma, eles chegam nas Finals com confiança lá em cima.

    Agora é esperar pra ver quem vai ser o adversário. Mas uma coisa eu já posso falar: os Knicks não chegaram nas Finals só pra passear.