Autor: Leandro Amorim

  • Cavs tomam sacode histórica dos Knicks e temporada acaba mal

    Cavs tomam sacode histórica dos Knicks e temporada acaba mal

    Cara, que vexame foi esse que os Cavs passaram ontem? 130 a 93 para os Knicks. Cento e trinta a noventa e três! Eu vi o jogo todo e sinceramente… deu até dó.

    A temporada dos Cavaliers acabou oficialmente às 22h31, mas, na real, eles desistiram lá pelas 20h30. O que rolou em quadra foi mais um passeio dos Knicks do que um jogo de playoffs.

    Começou bem, mas virou pesadelo

    Olha, não vou mentir — Cleveland até começou jogando. Com Max Strus no quinteto inicial, eles fizeram três cestas nas quatro primeiras posses e abriram seis pontos. Aí eu pensei: “Será que vai ter jogo?”

    Não teve.

    Os Knicks viraram a chave no final do primeiro quarto com uma sequência de 13 a 5. Depois emendaram mais 12 pontos seguidos no segundo período. Pronto, 24 pontos de vantagem e tchau, temporada. Qualquer esperança de esticar a série morreu ali mesmo.

    E o pior? O Rocket Arena tava lotado de torcedores dos Knicks! Quase o mesmo tanto que de fãs dos Cavs — na casa deles! Os caras viajaram pra Cleveland só pra comemorar a primeira ida às Finais em mais de 25 anos.

    Mitchell fez a dele, mas sozinho não dá

    Donovan Mitchell até tentou — 31 pontos com 50% de aproveitamento. Evan Mobley colaborou com 15 pontos e 7 rebotes. Mas quando você toma 130 pontos, individual não salva mesmo.

    Do lado dos Knicks foi festa completa. Karl-Anthony Towns dominou com 19 pontos e 14 rebotes (8/11 nos arremessos — que eficiência!). OG Anunoby fez 17, e Jalen Brunson junto com Mikal Bridges somaram 15 cada um. Foi um show coletivo.

    E agora, Cleveland?

    Essa foi a campanha mais longe que esse grupo do Mitchell conseguiu chegar nos playoffs, mas que frustração, né? Precisaram de 7 jogos — pelo menos 2 a mais do que deveria — pra passar dos Raptors. Depois mais 7 contra os Pistons, que mal conseguiam fazer cestas. E pra fechar, entregaram uma vantagem de 22 pontos no último quarto do Jogo 1 contra New York.

    A temporada regular já tinha sido uma montanha-russa com lesões o tempo todo e aquelas trocas malucas de fevereiro. Por um lado, chegar até aqui foi até impressionante. Mas se esse jogo — e essa série — servem de indicativo, os Cavs estão anos-luz de brigar por um título.

    Vocês acham que é hora de mexer no elenco? Porque pelo jeito, vai ser um verão bem movimentado em Cleveland…

  • Knicks na Finals depois de 27 anos! Thunder ou Spurs aguardam no Oeste

    Knicks na Finals depois de 27 anos! Thunder ou Spurs aguardam no Oeste

    Mano, vocês acreditam nisso? Os New York Knicks estão na NBA Finals pela primeira vez desde 1999! Eu ainda tô tentando processar essa informação. 27 anos, cara. Vinte e sete anos de sofrimento dos torcedores do Madison Square Garden.

    E o mais louco? Eles tão a apenas quatro vitórias do primeiro título desde 1973. Cinquenta e três anos sem erguer o Larry O’Brien. A seca nunca esteve tão próxima do fim quanto agora.

    A grande decisão no Oeste

    Enquanto isso, lá no Oeste tá rolando uma guerra entre Oklahoma City Thunder e San Antonio Spurs – que muita gente considera a verdadeira final. Olha, não dá pra discordar muito não. Foram os dois melhores times da temporada regular e têm dois monstros: Shai Gilgeous-Alexander e Victor Wembanyama.

    A série tá empatada 2-2 e vai pra Oklahoma no jogo 5. Os Spurs têm a vantagem de casa, mas tão bem machucados – Jalen Williams e Ajay Mitchell perderam o jogo 4 por lesão. Sem esses caras, o Thunder tá sofrendo pra fazer pontos.

    Sinceramente? Qualquer um dos dois que sair dessa guerra vai ser favorito contra os Knicks nas Finals. Mas hey, playoffs é playoffs – qualquer coisa pode acontecer.

    Cronograma das Finals já definido

    Mesmo sem saber quem vai enfrentar, a NBA já divulgou o cronograma da decisão. Os Knicks vão ter mais uma pausa longa (como aconteceu na rodada anterior) enquanto esperam o adversário se decidir:

    3 de junho: Jogo 1 no Oeste (20h30)
    5 de junho: Jogo 2 no Oeste (20h30)
    8 de junho: Jogo 3 em Nova York (20h30)
    10 de junho: Jogo 4 em Nova York (20h30)

    Se rolar para os jogos 5, 6 e 7, eles acontecem nos dias 13, 16 e 19 de junho, sempre às 20h30.

    Vocês conseguem imaginar? O último jogo das Finals no MSG foi em junho de 1999. Quando os Knicks receberem o adversário para o jogo 3, vão ser 9.845 dias sem uma final em casa. Absurdo!

    As odds e o que esperar

    Nas casas de aposta, o Thunder aparece como favorito (+100), seguido pelos Knicks (+220) e Spurs (+270). Faz sentido – o OKC tem um time mais completo e experiente.

    Mas olha só uma curiosidade: se os Spurs passarem, vamos ter uma revanche das Finals de 1999, quando San Antonio ganhou em cinco jogos. Victor Wembanyama versus os Knicks seria um jogaço histórico.

    Uma coisa é certa: os Knicks chegam voando. São 11 vitórias consecutivas nos playoffs, de forma dominante. A última derrota foi no jogo 3 da primeira rodada contra os Hawks, lá em 23 de abril.

    E aí, quem vocês acham que leva? Eu tô torcendo pelo caos total – Knicks quebrando a seca de 50+ anos seria épico demais!

  • Wemby destroiu tudo: 33 pontos na goleada contra o Thunder

    Wemby destroiu tudo: 33 pontos na goleada contra o Thunder

    Cara, o que o Victor Wembanyama fez ontem no Jogo 4 contra o Oklahoma City Thunder foi simplesmente de outro planeta. Literalmente.

    33 pontos. Oito rebotes. Cinco assistências. Três tocos. E ainda acertou uma bola de meio de quadra no final do primeiro tempo que deixou todo mundo de queixo caído. O francesão estava possuído e levou os Spurs pra uma vitória de 103 a 82 que empatou a série em 2-2.

    O show começou cedo

    Logo de cara, depois de levar um 8-7 do Thunder, os Spurs resolveram mostrar serviço com uma sequência de 15 pontos sem resposta. Wemby estava agressivo desde o primeiro minuto — e olha que ele acabou de ser nomeado para o First Team All-NBA. Coincidência? Acho que não.

    O mais impressionante foi a variedade do jogo dele. 22 dos 33 pontos vieram só no primeiro tempo. O cara estava dominando no garrafão com rebotes ofensivos, acertando bolas de três (foram três no jogo), e quando sobrava espaço… bom, vocês viram aquela bola de meio de quadra, né?

    Sinceramente, assistir esse moleque jogar é viciante. Com apenas 22 anos, ele tá fazendo médias absurdas nos playoffs: 30.3 pontos, 13.3 rebotes, 4.3 assistências e 3 tocos por jogo. E com quase 50/40/90 de aproveitamento. É monstruoso demais.

    A defesa dos Spurs funcionou

    Mas não foi só o show ofensivo do Wemby que decidiu o jogo. A defesa de San Antonio finalmente acertou a mão contra o Shai Gilgeous-Alexander. Eles pararam de fazer dupla marcação desnecessária e confiaram no Stephon Castle pra marcar o MVP candidato individual.

    Resultado? SGA teve uma das piores noites da série, com apenas 40% de aproveitamento nos arremessos e quatro bolas perdidas. O Thunder como um todo fez só 33% do campo e ridículos 18% das bolas de três. Uma surra defensiva.

    E o Castle, que eu acho que foi roubado nas seleções All-Defensive, mostrou por que merecia estar lá. 13 pontos, seis assistências e uma defesa que deixou o SGA nervoso a noite toda. Desde que o De’Aaron Fox voltou machucado pro banco, o Steph só perdeu duas bolas em dois jogos. Coincidência? Também acho que não.

    O que vocês acharam dessa atuação do Wemby? Ele tá jogando num nível que nem eu esperava pra um cara de 22 anos nos playoffs. E agora com a série empatada, vai ser interessante ver como o Thunder vai tentar parar essa máquina francesa no Jogo 5.

  • Wolves querem Ja Morant: troca que pode mudar tudo no Oeste

    Wolves querem Ja Morant: troca que pode mudar tudo no Oeste

    Olha, eu não sei vocês, mas essa ideia de troca do Ja Morant pros Wolves me deixou completamente maluco. A ESPN sugeriu uma negociação que mandaria o armador dos Grizzlies pra Minnesota em troca de Julius Randle, Terrence Shannon Jr. e Joan Beringer.

    E sinceramente? Faz muito sentido.

    A dupla explosiva que ninguém esperava

    Imaginem Anthony Edwards e Ja Morant jogando juntos no mesmo time. Cara, seria uma dupla de armação absolutamente monstruosa. Dois caras que voam pela quadra, que fazem enterradas absurdas e que têm aquela mentalidade assassina.

    O Andre Snellings, da ESPN, resumiu bem: mesmo sem o Randle, os Wolves ainda teriam uma defesa elite com Rudy Gobert, Naz Reid e Jaden McDaniels. E convenhamos, o Gobert ali no garrafão seria perfeito pra cobrir qualquer vacilo defensivo que o Ja possa dar — porque vamos ser honestos, defesa nunca foi o forte dele.

    O problema do Ja que todo mundo ignora

    Agora vem a parte complicada. O Morant tem 27 anos e vem de uns anos bem conturbados. Entre lesões e aquelas polêmicas fora das quadras (vocês lembram das confusões com armas nas redes sociais), o cara perdeu muito tempo de jogo.

    Mas é exatamente por isso que essa troca pode ser genial pros Wolves. Eles pegam um jogador com talento de All-Star por um preço relativamente baixo. O risco existe? Claro. Mas às vezes você precisa apostar alto pra sair da zona de conforto.

    Os Grizzlies claramente entraram em modo rebuild depois de trocar o Jaren Jackson Jr. pro Jazz. Faz sentido eles moverem o Ja também e pegarem peças jovens em troca.

    Minnesota precisa dar esse passo?

    A real é que os Wolves estão numa posição complicada. Ficaram de fora das finais de conferência pela primeira vez desde 2023 e sabem que Thunder e Spurs estão cada vez mais forte no Oeste.

    Perder a profundidade do elenco seria doloroso, não vou mentir. O Randle é um jogador sólido e consistente. Mas às vezes você precisa sacrificar a segurança pela genialidade — e o Ja, quando tá bem, é pura genialidade.

    Vocês fariam essa troca? Edwards e Morant seria a dupla mais eletrizante da NBA ou apenas um risco desnecessário? Eu tô dividido, mas confesso que a curiosidade tá falando mais alto.

  • Torcedoras do Spurs viralizam nos playoffs e ‘respondem’ Charles Barkley

    Torcedoras do Spurs viralizam nos playoffs e ‘respondem’ Charles Barkley

    Olha, vocês viram a polêmica que rolou nos playoffs do Spurs? Duas torcedoras viralizaram na internet depois de aparecerem na transmissão da NBA usando roupas bem… chamativas, vamos dizer assim. E o mais engraçado é que isso meio que virou uma ‘resposta’ indireta ao Charles Barkley.

    Tudo começou no Jogo 3 da final do Oeste, quando as câmeras da NBA flagraram as duas sentadas na primeira fila, bem atrás do banco do San Antonio. Uma de roxo decotado, a outra de laranja justinho. A internet não perdoou e elas viralizaram na hora.

    Quem são essas torcedoras?

    Não demorou muito pra galera descobrir quem eram. Uma delas é a @bluebeari3 no X (antigo Twitter), que tem OnlyFans e mais de 187 mil seguidores. A amiga dela usa o @ juliejswan e tem um TikTok bem seguido também.

    E vocês sabem como é né? Sucesso na internet significa voltar pra fazer mais sucesso. Elas apareceram de novo no Jogo 4, domingo passado, com looks igualmente provocantes. Resultado: mais viral ainda.

    Sinceramente, eu acho genial a estratégia delas. Souberam aproveitar o momento e transformaram os 15 minutos de fama em algo maior. A @bluebeari3 ainda postou um monte de conteúdo dos bastidores, selfies na arena, o esquema todo.

    A ‘resposta’ ao Chuck

    Agora vem a parte mais interessante da história. Charles Barkley tem uma treta antiga (e polêmica) com as mulheres de San Antonio. Durante anos no “Inside the NBA”, ele ficava zoando, chamando elas de “big ass women” – uma piadinha de muito mau gosto que virou marca registrada dele.

    Então imaginem a cena: essas duas minas aparecendo assim, toda produzidas, viralizando justamente em San Antonio. É quase como se fosse uma resposta visual ao Chuck, sabe? “Olha só o que você perdeu, seu velho ranzinza.”

    E aí, vocês acham que é coincidência ou elas fizeram isso de propósito mesmo? Eu tô apostando na segunda opção.

    O que vem por aí

    Com a série empatada em 2-2 entre Spurs e Thunder, pelo menos temos garantido mais um jogo em San Antonio na quinta-feira. Será que elas vão aparecer de novo? Aposto que sim.

    O engraçado é que no meio de toda essa polêmica, o Spurs tá jogando um basquete absurdo. Mitch Johnson tá provando que é um técnico de verdade, e o time respondeu com uma vitória de 103-82 no Jogo 4. Às vezes a atenção extra da torcida até ajuda, né?

    Uma coisa é certa: essa história já entrou pro folclore dos playoffs da NBA. E olha que os playoffs de 2026 já estavam sendo épicos mesmo sem esse drama todo!

  • NBA pode revolucionar o Draft com sistema de créditos em 2030

    NBA pode revolucionar o Draft com sistema de créditos em 2030

    Vocês acham que a NBA tá pronta pra virar tudo de ponta-cabeça? Porque é exatamente isso que pode acontecer com o Draft até 2030. Segundo fontes do The Athletic, a liga tá considerando um sistema completamente maluco que vai acabar com essa história de time ruim pegar primeira escolha.

    Olha só que absurdo: ao invés do sistema atual da loteria, cada franquia receberia a mesma quantidade de “créditos” – digamos 100 pra ficar fácil de entender. E aí? Aí que vem o bizarro: os times vão LEILOAR as escolhas do Draft, começando pela primeira posição.

    Como funcionaria esse leilão maluco

    Imagina a cena: o Lakers querendo muito um prospecto específico, mas o Miami Heat também tá de olho no garoto. Os dois vão batalhar no leilão, oferecendo seus créditos até um deles desistir. Quem tiver mais créditos acumulados leva.

    Sinceramente? Eu ainda tô tentando processar isso. É tipo aqueles leilões de fantasy football onde você tem um orçamento limitado pra contratar jogadores. A diferença é que aqui estamos falando de calouros que podem mudar o destino de uma franquia inteira.

    E as trocas? Rapaz, aí que a coisa fica interessante mesmo. Ao invés de trocar picks diretas por veteranos, os times poderiam oferecer pedaços dos seus créditos. Tipo: “Ó, dou 40 dos meus 100 créditos pelo seu astro aí”.

    O fim da tanking era?

    Na minha visão, essa mudança seria o golpe final na estratégia de tanking que tanto irrita os fãs. Não adianta mais ser o pior time da liga – todo mundo começa com os mesmos créditos. Monstro, né?

    Claro que isso ainda tá no campo das ideias. Primeiro eles vão aprovar o sistema 3-2-1 (que já é uma baita mudança), e só depois vão estudar esse esquema de créditos. Mas cara, só de pensar nas possibilidades já dá um frio na barriga.

    Imaginem o Pat Riley acumulando créditos por anos pra fazer um mega lance por um LeBron James júnior da vida. Ou o Sam Presti usando toda aquela genialidade dele pra virar mestre dos leilões. As possibilidades são infinitas.

    E aí, vocês topam essa revolução toda? Ou preferem manter o drama da loteria mesmo?

  • Freiras dão bênção e Spurs vencem: Luke Kornet quer levar as irmãs pra OKC

    Freiras dão bênção e Spurs vencem: Luke Kornet quer levar as irmãs pra OKC

    Cara, só a NBA mesmo pra gente ver uma história dessas. Os San Antonio Spurs estavam com a corda no pescoço, perdendo por 2-1 nas finais da Conferência Oeste contra o Thunder. E aí que apareceram quatro freiras da congregação Salesian Sisters na courtside, de camisa dos Spurs, pra abençoar o Luke Kornet antes do jogo.

    E funcionou, meu amigo. Vitória de 103-82, série empatada em 2-2.

    A bênção que mudou tudo

    Olha, eu já vi muita superstição no basquete, mas essa foi nova pra mim. As irmãs apareceram no telão dando uma bênção pro Kornet antes da partida começar. O pivô, que é católico praticante, recebeu a benção de bom grado – e olha que resultado.

    Kornet saiu do banco e fez 6 pontos, 7 rebotes e 2 tocos. Números modestos, mas a energia foi completamente diferente. Depois do jogo, o cara já tava planejando: “1-0, resultado bem positivo. Não é sobre isso, mas vamos aceitar. Temos que colocar elas no avião pra Oklahoma City.”

    Sinceramente? Se eu fosse o Kornet, também estaria correndo atrás de levar as freiras pro jogo 5. Quando a coisa tá funcionando, não mexe, né?

    Tradição que vem dos anos 90

    Mas essa não é a primeira vez que as Salesian Sisters aparecem na vida dos Spurs. Elas começaram a acompanhar o time no final dos anos 90, querendo entender melhor o que interessava os jovens da escola St. John Bosco que elas administravam.

    A irmã Bernadette Mota explicou numa entrevista: “Nosso ministério é com jovens, e precisamos conseguir conversar com eles. Eu consigo falar de basquete com as crianças, e isso é algo que realmente gosto de assistir.”

    E os Spurs sempre reconheceram esse apoio. Em 2007, depois do título da NBA, o Gregg Popovich e alguns jogadores visitaram as freiras. Tradição bonita, que agora pode estar virando amuleto da sorte nos playoffs.

    O que vocês acham? As Salesian Sisters vão conseguir chegar em Oklahoma City pra terça-feira? Porque se não for, pelo menos sabemos que elas vão estar lá no possível jogo 6 em San Antonio na quinta. E olha, depois dessa vitória de domingo, eu apostaria que vão estar com os ingressos garantidos na primeira fila.

  • Lakers contratam cientista fogueteiro pra revolução nos bastidores

    Lakers contratam cientista fogueteiro pra revolução nos bastidores

    Gente, os Lakers acabaram de fazer uma das contratações mais inusitadas que eu já vi na NBA. Eles trouxeram um cara que literalmente trabalhou com foguetes espaciais pra ser assistente do Rob Pelinka. Isso mesmo que vocês leram.

    O nome dele é Rohan Ramadas, e o currículo do cara é absurdo. Passou 12 anos na The Aerospace Corporation — uma das principais empresas aeroespaciais dos EUA — e agora vai ajudar a Lakers a decolar (perdão pelo trocadilho, não resisti).

    Do espaço para Crypto.com Arena

    Ramadas não é novato no basquete não. Ele tava no Pelicans até agora, onde virou VP de estratégia e operações depois de começar como diretor de analytics e inovação em 2024. E pelos relatos, o cara implementou modelos de IA e algoritmos que ajudavam muito o front office de lá.

    Uma fonte dos Pelicans disse pra ESPN: “Ele é literalmente um cientista de foguetes”. Cara, imagina você apresentar esse cara pros amigos? “Este aqui é o Rohan, ele fazia foguete e agora analisa pick and roll.”

    Na minha opinião, essa contratação faz todo sentido. A NBA hoje é uma guerra de dados, e ter alguém com background científico pesado pode ser o diferencial que os Lakers precisam.

    Lakers investindo pesado em inovação

    O timing não é coincidência. Mark Walter, o dono dos Dodgers, comprou os Lakers por 10 bilhões de dólares no ano passado e tá expandindo toda a estrutura. Eles vão contratar outro assistente de GM também.

    Sinceramente? Acho que precisava mesmo. Os Lakers não ganham um título desde 2020, e com LeBron na reta final da carreira, não dá pra ficar brincando com métodos ultrapassados.

    Ramadas vai focar nas mesmas responsabilidades que tinha no Pelicans: analytics avançados, modelos de IA e inovação tecnológica. Basicamente, ele vai ser o cérebro por trás das decisões baseadas em dados.

    E aí, vocês acham que realmente precisa de um cientista fogueteiro pra Lakers voltarem ao topo? Ou é só mais uma modinha da NBA moderna? Eu tô curioso pra ver como essa aposta vai dar certo.

  • NBA vai votar mudança radical na loteria. Vai complicar tudo?

    NBA vai votar mudança radical na loteria. Vai complicar tudo?

    Olha, a NBA tá prestes a fazer uma mudança que pode bagunçar completamente o mercado de trocas. Esta semana os donos dos times vão votar uma nova proposta para a loteria do draft que, sinceramente, me deixou com a pulga atrás da orelha.

    A ideia do Adam Silver é clara: acabar com o tanking. Mas cara, será que essa solução não vai criar mais problemas do que resolver?

    O que muda exatamente?

    A proposta “3-2-1” (nome que vem do número de bolinhas que cada time pode ter) é bem radical. Os três piores times da liga vão para uma “zona de rebaixamento” — nome meio dramático, né? — e só ganham duas bolinhas na loteria. Isso dá apenas 5,4% de chance de pegar a primeira escolha.

    E o mais louco: esses times podem cair até a 12ª posição no draft. Imagina você terminar em último lugar e ainda por cima cair para 12º no draft? É de dar pesadelo em qualquer GM.

    Por outro lado, times que chegaram nos playoffs — tipo Warriors, Clippers, Heat e Charlotte nesta temporada — teriam a mesma chance que Washington, Utah e Sacramento de pegar a primeira escolha. Meio surreal, não acham?

    O problema das trocas

    Aqui que a coisa fica complicada pra valer. Com essas mudanças, as picks de primeira rodada vão perder valor como moeda de troca. E olha só o timing: em 2027, 14 times já negociaram suas picks. Em 2028 e 2029, apenas 12 times controlam suas próprias escolhas sem nenhuma amarra.

    Vocês conseguem imaginar tentar montar uma troca pelo Giannis agora? Fica muito mais difícil quando as picks valem menos. É como se o Silver tivesse mudado as regras no meio do jogo — literalmente.

    Na minha visão, isso vai esfriar o mercado de trocas. E convenhamos, quem não ama uma boa negociação na offseason?

    Silver com poder total

    Mas a cereja do bolo é que o comissário vai ganhar poderes quase ditatoriais para punir times que ele achar que estão fazendo tanking. Multa de até 10 milhões de dólares, confisco de picks, redução das chances na loteria… O cara vai virar o juiz, júri e carrasco do tanking.

    Olha, eu entendo a preocupação com a percepção do tanking, mas será que essa não é uma reação exagerada? Times como Utah e Sacramento precisam dessa chance de reconstrução. Para mercados pequenos, o draft é praticamente a única forma de conseguir talento de verdade.

    E aí, vocês acham que os donos vão aprovar essa loucura? Pelo que tudo indica, sim. Mas eu tenho minhas dúvidas se isso vai realmente resolver o problema ou só criar novos…

  • Kenny Atkinson falou uma besteira que pode custar o emprego dele

    Kenny Atkinson falou uma besteira que pode custar o emprego dele

    Gente, eu não consigo acreditar no que o Kenny Atkinson falou ontem. O cara está perdendo de 3-0 nas finais da Conferência Leste pro Knicks e soltou uma dessas que me deixou de queixo caído.

    “Analiticamente, nós ganhamos dois de três jogos no placar esperado”, disse o técnico do Cavs numa entrevista coletiva. Mano, QUE PLACAR ESPERADO? Vocês perderam TRÊS jogos! Não existe “quase ganhou” nos playoffs da NBA.

    Stephen A. Smith meteu o pau (e com razão)

    O Stephen A. Smith não perdoou no First Take de ontem. Disse que esse tipo de comentário é exatamente por que o Atkinson deveria ser assistente técnico, não principal. E olha, por mais que eu não concorde sempre com o Stephen A., dessa vez ele tá certinho.

    “Existem alguns donos por aí que já estariam com a demissão pronta pra ele só por causa de uma declaração dessas”, disparou Smith. E sinceramente? Eu entendo o ponto dele.

    Cara, você tem o melhor time da temporada regular (64-18 de campanha, absurdo!), foi eleito técnico do ano, chegou nas finais do Leste… e agora tá falando de “placar esperado”? Os torcedores do Cavs devem estar surtando.

    A realidade é cruel: Knicks dominando

    Enquanto Atkinson filosofa sobre analytics, o Knicks tá metendo uma surra histórica. Dez vitórias seguidas nos playoffs, cinco de cinco jogando fora de casa, e todos os cinco titulares fazendo double digits nos últimos quatro jogos — recorde da franquia em playoffs.

    E aí, vocês acham que o Atkinson sobrevive se levar a varrida hoje? Porque olha, em Cleveland eles não são muito pacientes com técnico não. O cara pode ter feito uma temporada fantástica, mas falar essas coisas na véspera de uma possível eliminação… rapaz.

    Eu sempre defendi que analytics são importantes no basquete moderno — claro que são! Mas existe uma hora e um lugar pra tudo. Quando você tá perdendo de 3-0 numa final de conferência, a única estatística que importa é W e L. Vitória e derrota.

    Será que ele realmente acredita nisso ou tá tentando manter o moral do time alto de uma forma meio esquisita? Porque se for a segunda opção, pelo menos faz mais sentido. Mas do jeito que saiu… complicado viu.