Autor: Leandro Amorim

  • Warriors querem Simons ou Sexton: mudança radical na estratégia?

    Warriors querem Simons ou Sexton: mudança radical na estratégia?

    Olha, os Warriors tão mexendo os pauzinhos atrás de um armador que possa ajudar o Curry. E pelos nomes que tão circulando, a estratégia mudou completamente: Anfernee Simons e Collin Sexton aparecem como alvos principais na agência livre, segundo o pessoal do ClutchPoints.

    Vocês lembram do Jordan Poole? Pois é, parece que Golden State quer alguém que faça exatamente o que ele fazia – especialmente na campanha do título de 2022. Alguém que consegue pontuar quando o Curry sai de quadra e que também encaixa bem jogando ao lado do Baby Face Assassin.

    A mudança de mentalidade dos Dubs

    Sinceramente? Isso aqui é uma guinada e tanto na filosofia dos Warriors. Historicamente, eles sempre evitaram investir pesado em armadores pequenos e focados só no ataque. Mas depois da temporada decepcionante que tiveram, parece que Steve Kerr e companhia entenderam que precisam de mais firepower ofensivo ao redor do Curry.

    E faz sentido, né? Watching os Warriors este ano foi meio doloroso às vezes. Quando o Curry saía, a ofensiva simplesmente morria. Zero criatividade, zero pontuação explosiva.

    Tanto Simons quanto Sexton se encaixam no perfil: são caras que sabem marcar pontos e conseguem arremessar de 3. Simons fechou a temporada com médias de 14.3 pontos, com 38.5% do perímetro. Sexton foi ainda melhor: 15.4 pontos por jogo e absurdos 40.1% de além do arco.

    O problema da defesa (que todo mundo já sabe)

    Mas aí que tá o X da questão – e vocês sabem qual é. Defesa. Os dois são meio… complicados nesse fundamento. Simons e Sexton são daqueles caras que você torce pra não serem explorados nos playoffs (aliás, Sexton nunca nem jogou playoffs ainda, imaginem só).

    Na minha visão, isso mostra o desespero dos Warriors. Eles tão dispostos a abrir mão da filosofia defensiva que sempre tiveram pra conseguir alguém que marque pontos. É arriscado? Demais. Mas considerando que eles mal conseguiram chegar aos playoffs ano passado, talvez seja o risco que precisam correr.

    E olha, usando a mid-level exception completa em qualquer um desses caras seria um statement bem claro: “a gente precisa de pontos, e precisa agora”.

    O que vocês acham? Vale a pena os Warriors arriscarem na defesa pra ter mais poder de fogo no ataque? Ou será que eles deviam manter a identidade defensiva que os levou a tantos títulos?

  • Jimmy Butler cantando no palco com ACL rompido é pura loucura

    Jimmy Butler cantando no palco com ACL rompido é pura loucura

    Gente, eu pensei que tinha visto de tudo na NBA, mas Jimmy Butler cantando “A Thousand Miles” num festival de música com o ligamento do joelho rompido? Isso é outro nível de aleatoriedade.

    O cara apareceu no BottleRock em Napa — aquele festival chique na Califórnia — e simplesmente decidiu virar artista por uma noite. Subiu no palco com o Teddy Swims, começou a jogar sanduíche de pasta de amendoim na galera (porque era o palco culinário, né) e ainda teve a pachorra de dançar gritando pro público: “Não contem pro Steve [Kerr]! Eu tô com o ligamento rompido!”

    O momento “White Chicks” da vida real

    Mas o negócio ficou épico mesmo quando ele cantou aquela música da Vanessa Carlton que o Terry Crews canta em “As Branquelas”. Cara, eu ri tanto que quase engasguei. Jimmy falou que queria cantar essa música desde o ensino médio, mas que o pessoal não curtia a voz dele.

    Olha, sinceramente? A voz não é das melhores mesmo, mas o cara tem presença de palco. E convenhamos, depois de anos vendo ele destruir na quadra, ver o Jimmy se divertindo assim é meio que fofo — se é que dá pra chamar um cara de 2,01m de fofo.

    Playlist mais doida da NBA

    Vocês sabiam que esse maluco já escreveu mais de 60 músicas country? Descobriu o gênero quando estudava em Marquette e agora quer lançar um álbum estilo DJ Khaled, trazendo vários artistas. É muita informação pra processar.

    Mas a melhor história é quando o Heat perdeu um jogo em 2023 e ele chegou no vestiário botando Nickelback no último volume pra “punir” os companheiros de equipe. Imaginem a cena: você perde um jogo importante e tem que aguentar “How You Remind Me” estourando no fone de ouvido. Crueldade pura!

    E funcionou, viu? O Heat foi dos playoffs direto pras finais da NBA. Coincidência? Acho que não.

    Agora é torcer pra ele voltar logo das quadras, porque esse Jimmy Butler artista é divertido, mas o Jimmy Butler jogando basquete é outra coisa. E aí, acham que ele volta no mesmo nível depois dessa lesão?

  • Lakers contratam executivo dos Pelicans para reformular front office

    Lakers contratam executivo dos Pelicans para reformular front office

    Os Lakers não param de mexer a estrutura, pessoal. Agora foi a vez de contratar Rohan Ramadas, que era vice-presidente de operações e estratégia do New Orleans Pelicans, para ocupar uma das duas novas vagas de gerente-geral assistente que o time criou.

    Olha, sinceramente acho que essa reformulação toda faz muito sentido. Os caras levaram uma surra do Oklahoma City Thunder nos playoffs — quatro jogos a zero nas semifinais do Oeste — e obviamente precisavam de uma repaginada geral.

    O que Ramadas vai fazer exatamente?

    O cara vai cuidar do salary cap, analytics e dados em geral. Basicamente, vai ser um dos responsáveis por fazer as contas fecharem e analisar tudo com números. Rob Pelinka, o GM, disse que vão contratar mais um assistente focado em draft e desenvolvimento de jogadores.

    E tem um detalhe curioso: Ramadas é formado em engenharia astronáutica pela USC (mestrado inclusive) e trabalhou 12 anos na The Aerospace Corporation antes de migrar pro mundo da NBA em 2024. Cara saiu do espaço pro basquete — que mudança de vida, não é?

    Lakers em modo reformulação total

    Essa contratação é só o começo do que promete ser uma offseason movimentada pra valer. Os Lakers estão mexendo em tudo: front office, operações, estrutura… É que o Mark Walter, dono dos Dodgers, assumiu o controle do time numa venda histórica de 10 bilhões de dólares há oito meses.

    E não para por aí. Eles estão construindo laboratórios de biomecânica, movimento e recuperação no centro de treinamento de El Segundo. Pelinka até chamou os Dodgers de “organização irmã” dos Lakers — claramente estão copiando algumas ideias que deram certo no baseball.

    Ah, e tem as decisões contratuais do LeBron James e Austin Reaves pela frente. Ou seja, vai ser um verão quente mesmo.

    Vocês acham que essa reformulação toda vai dar resultado? Porque convenhamos, depois daquela eliminação vexatória pros Thunder, alguma coisa tinha que mudar mesmo.

  • Thunder deveria tentar pegar o Giannis pra segurar o Wemby?

    Thunder deveria tentar pegar o Giannis pra segurar o Wemby?

    Mano, que situação mais louca é essa do Thunder. Lá estão eles, bicampeões, empatados 2-2 nas finais do Oeste contra os Spurs, e eu aqui pensando: será que eles não deveriam tentar buscar o Giannis Antetokounmpo antes que seja tarde demais?

    Olha, eu sei que parece loucura mexer num time que ganhou dois títulos seguidos. Mas vamos ser honestos — depois de assistir o Victor Wembanyama destruindo todo mundo nessa série, dá pra perceber que o futuro da liga mudou completamente. O francês não é mais promessa, é realidade.

    O problema que ninguém quer admitir

    Sam Presti deve estar tendo pesadelos pensando nisso. Imagina você, GM de uma franquia campeã, olhando pro Wemby fazer o que está fazendo e sabendo que ele só vai melhorar nos próximos anos. E o pior? O Thunder provavelmente nem seria favorito ao título na próxima temporada, mesmo vindo de bicampeonato.

    É uma situação sem precedentes, cara. Você mexe numa equipe que está ganhando tudo ou aceita que vai ser superada? Porque vamos combinar — por mais que Shai Gilgeous-Alexander seja um monstro e Chet Holmgren tenha se desenvolvido muito bem, será que isso basta contra um Wemby no auge?

    Giannis seria a resposta?

    Enquanto todo mundo fala dos Celtics, Heat e Warriors como destinos pro Greek Freak, eu fico pensando: e se for o Thunder mesmo que feche com ele? Dois MVPs no mesmo time, com toda a profundidade que Oklahoma City tem…

    Sinceramente, faz sentido. Giannis Antetokounmpo ainda está no auge (vai fazer 32 anos), joga de igual pra igual com qualquer um da liga, e seria exatamente o tipo de jogador que poderia fazer frente ao Wembanyama fisicamente. Imaginem esses dois se enfrentando por cinco anos seguidos — seria um espetáculo.

    O problema é o dinheiro. Com os contratos máximos do Shai (até 2031), Jalen Williams (cinco anos, 287 milhões) e Holmgren (cinco anos, 239 milhões), sobra pouco espaço na folha salarial. Ainda tem o Jared McCain, Ajay Mitchell e Cason Wallace que vão querer aumentos em breve.

    A janela está fechando

    A real é que o Thunder não vai conseguir manter esse elenco como está por muito tempo — o salary cap não permite. Então, se você é o Presti, o que faz? Espera as peças se espalharem naturalmente ou vai all-in agora numa tentativa de “Wemby-proof” o futuro?

    Na minha visão, é uma aposta que vale a pena. Claro, seria doloroso abrir mão de alguns dos picks de primeira rodada que eles acumularam (vão ter cinco nas próximas duas temporadas), mas estamos falando do Giannis. Um cara que pode decidir uma série sozinho.

    E aí, vocês acham que o Thunder deveria fazer essa loucura? Ou será que é melhor confiar no desenvolvimento natural do time e torcer pro Wemby não virar um problema tão grande assim? Uma coisa é certa: seja qual for a decisão, ela vai definir o futuro dessa franquia pelos próximos cinco anos.

  • Schroder fora do Jogo 4 contra os Knicks por doença

    Schroder fora do Jogo 4 contra os Knicks por doença

    Olha, não é a notícia que os fãs dos Cavs queriam acordar lendo hoje. Dennis Schroder está fora do Jogo 4 das finais da Conferência Leste contra os Knicks por causa de uma doença. E cara, timing não poderia ser pior, né?

    O armador alemão vinha fazendo um papel meio coadjuvante nesta série — média de apenas 3.3 pontos em 15 minutos nos três primeiros jogos. Não que ele fosse ser o diferencial na série, mas qualquer peça que você perde numa final de conferência faz falta.

    Veterano chegou no meio da temporada

    Schroder foi uma das apostas de meio de temporada dos Cavs. Cleveland pegou o cara do Sacramento em fevereiro, apostando na experiência do veterano de 13 anos de NBA. Sinceramente, achei uma boa jogada na época — você nunca sabe quando vai precisar de profundidade no banco nos playoffs.

    E olha que ele até mostrou serviço nos playoffs. Média de 5.5 pontos pode parecer pouco, mas lembram do jogo contra Toronto na primeira rodada? O maluco meteu 19 pontos com três bolas de três na vitória por 125-120. Foi exatamente o tipo de performance que Cleveland esperava dele quando fez a troca.

    Cavs precisam de toda ajuda possível

    A real é que os Cavs não podem dar bobeira contra esses Knicks. Nova York tá jogando um basquete consistente e qualquer vacilo pode custar caro. Ter Schroder no banco sempre foi mais sobre ter opções do que sobre ele ser uma estrela — mas essas opções fazem diferença, principalmente quando você tá a alguns jogos de uma final da NBA.

    Vocês acham que a ausência dele pode afetar o Cleveland? Ou o time tem profundidade suficiente pra compensar? Uma coisa é certa: em playoffs da NBA, qualquer detalhe pode decidir uma série.

  • Pop invadiu o vestiário e partiu pra cima dos Spurs: ‘Isso não é basquete!’

    Pop invadiu o vestiário e partiu pra cima dos Spurs: ‘Isso não é basquete!’

    Olha só que situação mais louca aconteceu em San Antonio. O lendário Gregg Popovich, que não é mais técnico dos Spurs mas continua por lá como uma espécie de sábio da organização, fez algo que não tinha feito a temporada inteira: invadiu o vestiário depois do jogo.

    E não foi pra dar parabéns, não. Foi pra meter o pau mesmo.

    A bronca que mudou tudo

    De’Aaron Fox contou os detalhes pro pessoal da NBC, e cara… foi tenso. Depois daquela derrota feia no Jogo 3 contra o Thunder (que eu ainda tô tentando esquecer), Pop simplesmente apareceu no vestiário e soltou o verbo.

    “Pop tava por aí durante a temporada toda, mas essa foi a primeira vez que ele entrou no vestiário. E foi tipo: ‘Não, essa porcaria não. Isso não é como a gente joga basquete.’ E obviamente ele teve umas palavras bem escolhidas pra gente”, revelou Fox.

    Imagina a cena: você tá lá, chateado com a derrota, e do nada aparece o cara que ganhou cinco títulos da NBA te olhando com aquela cara de poucos amigos. Eu ficaria gelado.

    Funcionou que é uma beleza

    E olha, seja lá o que o Pop falou ali, deu certo pra caramba. Os Spurs voltaram no Jogo 4 completamente diferentes. Wembanyama teve uma atuação monstruosa (aquele francês é um alienígena mesmo), a defesa fez uns ajustes inteligentes, e boom — série empatada em 2-2.

    Fox ainda contou que foi a primeira vez na temporada que Pop entrou no vestiário logo depois do jogo pra falar como se sentia. “Todo mundo tava lá — o Mitch Johnson (técnico atual), o Brian Wright (GM), todos os jogadores até o staff. Trainers, todo mundo. A gente fecha as portas, não deixa ninguém saber o que tá rolando. Aí a gente abre a porta e vê o Pop entrando… foi tipo ‘Ahhhh’”.

    Na minha opinião, isso mostra o tanto que esse homem ainda significa pros Spurs. Mesmo não sendo mais técnico, quando o Pop fala, todo mundo escuta. E quando ele resolve dar uma bronca… bom, melhor prestar atenção mesmo.

    Agora a série volta pra Oklahoma City toda empatada, e sinceramente? Acho que San Antonio pegou uma confiança danada depois dessa. O Thunder que se cuide no Jogo 5 de terça-feira. Quando os Spurs acordam, a coisa fica feia pro lado adversário.

    E vocês, acham que essa bronca histórica do Pop vai ser o ponto de virada da série?

  • Chet Holmgren no All-NBA! O gigante magro tá voando mesmo

    Chet Holmgren no All-NBA! O gigante magro tá voando mesmo

    Gente, que temporada absurda do Chet Holmgren! O cara conseguiu uma vaga no All-NBA Third Team e, olha, por muito pouco não ficou de fora — foi literalmente o 15º colocado na votação com 87 votos. Mas conseguiu, e isso já diz muito sobre como esse garoto evoluiu.

    Sinceramente, eu lembro quando galera questionava se aquele corpo franzino de 2,16m ia aguentar a pancadaria da NBA. Hoje? O monstro tá aí no All-Star Game, All-Defensive First Team e agora All-NBA. É muita coisa pra um cara que ainda tá começando a carreira.

    Os números não mentem

    E os números do Chet na temporada foram de outro mundo mesmo. 17.1 pontos por jogo com 55.7% de aproveitamento nos arremessos de quadra — isso é eficiência pura. O maluco ainda acerta 36.2% das tentativas de três pontos. Pra um pivô daquele tamanho, é simplesmente surreal.

    Mas onde ele realmente brilha é na defesa. 8.9 rebotes por jogo (11º lugar na liga) e 1.9 tocos por partida (empatado em 2º lugar). O defensive rating de 104.1 mostra que quando ele tá em quadra, o time sofre bem menos. É esse tipo de impacto que separa os bons dos especiais.

    Thunder voando rumo ao bi

    E tem mais: o Thunder tá brigando pelo segundo título consecutivo contra o Spurs nas finais da Conferência Oeste, empatado em 2-2. Se conseguir esse bi, Holmgren vira apenas o quarto jogador de Gonzaga a conquistar um anel na NBA — companhia seleta ao lado de Adam Morrison, Ronny Turiaf e Austin Daye.

    Olha, eu não sei vocês, mas tô impressionado com a rapidez que esse garoto se estabeleceu como uma das forças defensivas da liga. Aquela habilidade de proteger o aro combinada com a capacidade de abrir a quadra no ataque… é raro ver um jogador tão completo assim logo de cara.

    Será que ele consegue levar Oklahoma City pro bi? Com essa defesa monstro e o ataque cada vez mais refinado, eu apostaria que sim. E vocês, acham que o Chet já tá entre os melhores pivôs da NBA?

  • Knicks fazendo todo mundo calar a boca — faltam só 4 vitórias pro título

    Knicks fazendo todo mundo calar a boca — faltam só 4 vitórias pro título

    Cara, eu preciso admitir uma coisa: sempre achei que os Knicks eram aquele time que prometia mas nunca entregava. Time de Nova York, né? Muita mídia, pouca substância. Mas olha só onde estamos agora — eles tão a UMA vitória das finais da NBA. Uma. Vitória.

    Dez jogos seguidos ganhando. Dez! E o mais louco é como chegaram até aqui. Lembram das contratações do começo da temporada? Guerschon Yabusele e Malcolm Brogdon eram as grandes apostas. O francês saiu da rotação em quatro jogos, e o Brogdon simplesmente se aposentou dois dias antes do último jogo de pré-temporada. Imagina o desespero da torcida…

    O plano que ninguém acreditava

    Mas aí que tá o bagulho mais interessante dessa história toda. Mike Brown, o técnico, chegou falando que ia tirar a bola das mãos do Brunson, que o time ia ser mais coletivo, que iam jogar mais rápido. Todo mundo pensou: “mais um técnico vendendo sonho”.

    Só que não, né? O cara realmente fez acontecer. E de uma forma que eu sinceramente não esperava. Brunson continua sendo o cara — 38 pontos em um jogo, 19 pontos e 14 assistências em outro. Mas agora ele não precisa carregar o piano sozinho.

    Karl-Anthony Towns tá jogando um basquete inteligente, sem forçar jogada. Zero turnovers nos últimos dois jogos. ZERO. Mikal Bridges e OG Anunoby fizeram 43 pontos combinados no último jogo sem nem ter jogada desenhada pra eles. É o basquete fluindo, cara.

    Cleveland tá sentindo o golpe

    Os Cavaliers devem tá se perguntando o que aconteceu. Estavam lá, tranquilos, até tomarem uma surra de 121-108 em casa e agora enfrentam um sweep na segunda-feira. Depois do jogo, o técnico Mike Brown tava lá no pódium “olhando pra todo mundo como um rei pros seus vassalos”, como brincou um repórter.

    Brown tentou ser humilde, falando de sorte e mérito dos jogadores. Mas cara, quando você ganha dez seguidas nos playoffs, não é sorte mais não. É competência mesmo.

    O que mais me impressiona é como eles resolvem problemas diferentes a cada jogo. Num jogo é o Brunson explodindo, no outro é o coletivo funcionando. Uma hora o Towns domina, outra hora ele só distribui e deixa os outros brilharem. Landry Shamet saindo do banco pra incomodar todo mundo.

    Agora é só não entregar o ouro

    Olha, ainda faltam quatro vitórias pro título. Quatro. E a gente sabe como é NBA — qualquer coisa pode acontecer. Mas sinceramente? Esse time dos Knicks tá com uma cara diferente. Não é mais aquele time perdedor que a gente zoava.

    Todas as apostas que eles fizeram nos últimos anos tão dando certo. Brunson como estrela principal, Towns como segundo violino perfeito, elenco profundo que funciona… E o Mike Brown, que todo mundo duvidava, tá provando que entende de basquete sim senhor.

    Vocês acham que eles conseguem fechar contra Cleveland na segunda? E mais importante: se chegarem nas finais, quem vocês acham que aguenta a pressão — Brunson ou Towns?

  • Knicks arrasando: será que conseguem bater Thunder ou Spurs?

    Knicks arrasando: será que conseguem bater Thunder ou Spurs?

    Gente, o que está acontecendo com o New York Knicks é absolutamente surreal. Eles estão tendo uma das campanhas de playoffs mais dominantes da história da NBA — estatisticamente falando, claro.

    Os números são de deixar qualquer um de queixo caído. O Knicks tem agora o maior saldo de pontos em sequências de 3, 4, 5, 6… até 13 jogos na história dos playoffs. Isso mesmo, em TODAS essas sequências eles são recordistas históricos. O net rating de +18.7 não é só o melhor dos playoffs atuais — seria melhor que qualquer temporada regular já registrada na NBA.

    Dez vitórias seguidas e o fantasma do Oeste

    A sequência atual de 10 vitórias consecutivas é apenas a quinta na história dos playoffs da liga. Cara, estamos vendo algo quase sem precedentes aqui. Desde o jogo 4 contra o Atlanta Hawks até agora nas finais do Leste contra o Cleveland, os Knicks viraram uma máquina de destruição.

    Mas sabe o que me incomoda? Todo mundo tá falando é do Oklahoma City Thunder e do San Antonio Spurs. O Knicks tem o ataque mais eficiente da história dos playoffs (124.1 pontos por 100 posses), mas até domingo eles eram o segundo colocado — perdendo justamente pro Thunder.

    É como se não importasse o que os caras de Nova York fizessem. Na cabeça de muita gente, eles são só “bucha de canhão” esperando pra ser eliminados nas finais. O argumento? Leste fraco, adversários fáceis, estatísticas infladas.

    Leste fraco, mas e daí?

    Olha, eu entendo parte da crítica. Os Knicks não enfrentaram nenhuma defesa top 5 da temporada regular até agora. Nem ataque top 5 também — Cleveland é 6º, mas tá errando arremesso que nem eu no final de semana (32.1% nos triplos livres, imagina).

    Talvez se aquele arremesso do Sam Merrill no fim do jogo 1 tivesse entrado, a série seria outra. Talvez se o Joel Embiid estivesse 100% saudável… Enfim, talvez, talvez, talvez.

    Mas sinceramente? Descartar o que eles estão fazendo só por causa dos adversários é meio injusto. O LeBron James ganhou esse Leste nove vezes e nunca dominou assim. E convenhamos: oito dos últimos 20 campeões da NBA vieram do Leste, mesmo com toda essa conversa de “conferência mais fraca”.

    Vocês acham que quando chegarem nas finais (se chegarem), toda essa dominância vai por água abaixo? Eu tô curioso pra ver se esses números históricos se sustentam contra Thunder ou Spurs. Vai ser o teste de fogo definitivo.

  • Lakers contratam ‘cientista espacial’ como GM assistente

    Lakers contratam ‘cientista espacial’ como GM assistente

    Olha só que loucura: os Lakers acabaram de contratar um cara que literalmente trabalhava construindo foguetes para ser GM assistente. Não tô brincando, pessoal.

    Rohan Ramadas, que passou mais de uma década na Aerospace Corporation (sim, aquela empresa que faz foguete mesmo), agora vai cuidar da estratégia, salary cap e analytics dos Lakers. O cara saiu de mandar coisas pro espaço pra tentar mandar os Lakers de volta ao topo da NBA. Carreira mais maluca impossível.

    A revolução dos Dodgers chegou em Los Angeles

    Tudo isso faz parte da grande reformulação que Mark Walter — o dono dos Dodgers que comprou parte dos Lakers ano passado — tá fazendo na franquia. E sinceramente, já era hora.

    Os Lakers sempre foram meio ‘empresa familiar’ dos Buss, gastando pesado com estrelas mas economizando na estrutura. Funcionava nos anos 2000, mas nos últimos tempos virou um problema gigante. Enquanto isso, Walter transformou os Dodgers numa máquina de ganhar título investindo pesado em TUDO — desde estrelas até sistema de base.

    Durante a temporada, os Lakers já demitiram quase todo o departamento de scout (incluindo Joey e Jesse Buss), e agora tão montando um front office de verdade. Rob Pelinka falou que iam contratar dois GMs assistentes, e o Ramadas é o primeiro.

    O que vem por aí

    O foco do cara vai ser estratégia, teto salarial e analytics — basicamente usar ciência pra montar o time. O segundo GM assistente vai cuidar do draft e desenvolvimento de jogador. Tentaram contratar Steve Senior dos Timberwolves pra ser VP, mas ele preferiu ficar em Minnesota.

    E olha, o timing não podia ser melhor. O draft tá aí (Lakers têm a pick 25), LeBron e Austin Reaves são agentes livres, e o time pode ter uns $48 milhões livres no salary cap. Decisões difíceis pela frente.

    Vocês acham que essa ‘dodgerização’ dos Lakers vai dar certo? Porque uma coisa é certa: depois de anos patinando, eles finalmente tão levando a sério a parte de ciência do esporte. E cara, se tem alguém que entende de ciência, é um engenheiro aeroespacial mesmo.