Autor: Leandro Amorim

  • Duren vira elegível pra contrato de R$ 1,5 bilhão após All-NBA Team

    Duren vira elegível pra contrato de R$ 1,5 bilhão após All-NBA Team

    Gente, vocês viram o que aconteceu com o Jalen Duren? O pivô do Pistons acabou de se tornar elegível para um supermax de $287,1 milhões — isso é quase R$ 1,5 bilhão na nossa moeda. Tudo porque ele foi escolhido pro terceiro time All-NBA da temporada.

    Olha, eu não vou mentir: quando vi o Duren sendo selecionado, minha primeira reação foi “nossa, que evolução absurda”. O garoto de 22 anos fez uma temporada monstro, com médias de 19,5 pontos e 10,5 rebotes por jogo. Foi fundamental na campanha histórica de 60 vitórias do Pistons.

    O dilema milionário de Detroit

    Mas aí que a coisa fica interessante (e complicada). Porque agora o Pistons tem um problemão nas mãos. Duren tecnicamente pode pedir um supermax de cinco anos que vai custar quase $300 milhões pro time. Só que — e aqui vem o grande “mas” — o pivô foi uma decepção nos playoffs.

    Sinceramente, foi doloroso de assistir. Depois de uma temporada regular espetacular, o cara simplesmente sumiu quando a pressão aumentou contra o Cleveland. E agora Detroit precisa decidir: vale a pena apostar quase $300 milhões num jogador que não apareceu na hora H?

    A conta que não fecha

    Na minha opinião, o Pistons deveria buscar um meio termo. O especialista Keith Smith, do Spotrac, sugere algo em torno de $185 milhões por cinco anos — cerca de $37 milhões por temporada. Isso parece bem mais razoável pra um pivô que ainda está aprendendo a jogar sob pressão.

    E olha, não posso culpar totalmente o Duren. O garoto tem apenas 22 anos e essa foi só sua segunda experiência em playoffs. Lembrem que grandes pivôs como Tim Duncan e Shaq também tiveram suas dificuldades iniciais nos playoffs antes de dominar a liga.

    Vocês acham que Detroit deve apostar pesado no Duren ou segurar a carteira? Porque sinceramente, esse vai ser o movimento mais importante do Pistons nessa offseason. Se eles acertarem, podem ter uma dupla Cunningham-Duren dominando a conferência leste por anos. Se errarem… bom, já vimos times quebrados por contratos ruins.

  • SGA mantém a calma após pancada dos Spurs: ‘Derrota ensina mais’

    SGA mantém a calma após pancada dos Spurs: ‘Derrota ensina mais’

    Olha, eu não esperava ver o Thunder levar uma surra dessas. 103 a 82 para os Spurs no jogo 4? Cara, isso foi de apertar o coração de qualquer fã de Oklahoma City. A série tá empatada em 2-2 agora, e sinceramente, San Antonio mostrou que não vai entregar o ouro de bandeja.

    O que mais me impressionou não foi nem a derrota em si — porque isso acontece nos playoffs — mas como Shai Gilgeous-Alexander reagiu depois do baque. O cara é o atual bicampeão de MVP e continua sendo a definição de frieza sob pressão.

    A filosofia do SGA: aprender sempre

    “Quer você ganhe ou perca, você quer aprender as lições do jogo. Quando você perde, as lições são um pouco mais altas”, disse o craque canadense. Mano, que maturidade é essa? Aos 28 anos, o cara já pensa como um veterano de décadas na liga.

    E olha que ele tem razão. Às vezes a gente precisa levar umas pancadas pra acordar, né? O Thunder tava voando nos três primeiros jogos, principalmente com aquele banco de reservas monstruoso que vinha decidindo tudo. Só que ontem… nossa, foi de dar dó.

    O banco sumiu quando mais precisavam

    Jared McCain, Alex Caruso e Jaylin Williams — os caras que fizeram 57 pontos JUNTOS no jogo 3 — conseguiram apenas 7 pontos combinados no domingo. Isso mesmo, sete pontos. Acertaram apenas 2 de 18 arremessos. É o tipo de noite que todo jogador quer esquecer rapidinho.

    Fora que o Thunder perdeu até no que eles são melhores: o cuidado com a bola. 17 turnovers contra 12 dos Spurs, que converteram isso em 28 pontos. É aquela coisa — quando tá ruim, tá tudo ruim mesmo.

    As ausências do Jalen Williams e do Ajay Mitchell pesaram muito mais do que eu imaginava. (Sinceramente, achei que o elenco do Thunder tinha profundidade suficiente pra aguentar, mas me enganei.)

    E agora, como fica?

    O que mais me tranquiliza é a postura do SGA. Zero desespero, zero drama. O cara sabe que é uma série melhor de sete, e que quem ganha é quem consegue 4 vitórias primeiro. San Antonio mostrou que tem time pra brigar de igual pra igual, mas o Thunder ainda tem o melhor jogador da série.

    Vocês acham que Oklahoma City consegue se recuperar dessa pancada? Porque olha, ver aquele ataque tão eficiente nos primeiros jogos simplesmente sumir do mapa foi assustador. Mas se tem uma coisa que eu aprendi acompanhando NBA é que série de playoffs é isso aí mesmo — altos e baixos, socos no estômago e ressurreições.

    Jogo 5 vai definir muita coisa. E com SGA mantendo essa cabeça fria, eu ainda apostaria no Thunder. Mas os Spurs provaram que vieram pra final pra ganhar, não só pra participar.

  • Brunson no All-NBA pela 3ª vez seguida — mas cadê o respeito?

    Brunson no All-NBA pela 3ª vez seguida — mas cadê o respeito?

    Cara, o Jalen Brunson conseguiu mais uma vez! Terceiro All-NBA Second Team consecutivo para o armador dos Knicks. 26 pontos e 6.8 assistências por jogo na temporada regular — números que qualquer um respeitaria, né?

    Mas olha só, eu fico meio pistola com essa situação. O técnico Mike Brown tá certo quando reclama que o Brunson merecia estar na conversa de MVP. Zero votos nos top 5? Sério?

    Líder em cargas defensivas e ninguém fala

    O Brown soltou uma real que me marcou: “Ele também joga dos dois lados da quadra, e ninguém fala que ele lidera a liga em cargas defensivas”. Mano, isso é MUITO importante! Quantos caras que aparecem mais na mídia fazem isso?

    É que nem o Brown falou — tem uns caras por aí que são só ataque, outros que são melhores na defesa que no ataque. Mas o Brunson? O cara tá mandando bem nos dois lados e ainda liderando um time que ficou no top 3 da conferência.

    Sinceramente, acho que o Brunson sofre um pouco por não ter o marketing de outros astros. Ele não é o cara mais atlético, não faz as jogadas mais bonitas pras redes sociais, mas é efetivo pra caramba.

    A lista completa e algumas surpresas

    No Second Team, o Brunson dividiu espaço com Jaylen Brown, Kawhi Leonard, Kevin Durant e Donovan Mitchell. Time respeitável demais!

    Já no First Team ficaram Shai Gilgeous-Alexander, Cade Cunningham, Luka Doncic, Victor Wembanyama e Nikola Jokic. Olha, não vou reclamar muito dessa lista não — todos merecem estar ali.

    No Third Team rolou Tyrese Maxey, Jamal Murray, Jalen Johnson, Jalen Duren e Chet Holmgren. É interessante ver o Jalen Duren ali — o pivô dos Pistons tá crescendo mesmo.

    E aí, vocês acham que o Brunson deveria ter ficado no First Team? Eu acho que pelo menos uma conversa sobre MVP ele merecia ter, viu. O cara tá carregando os Knicks nas costas há três anos e entregando resultado.

    Uma coisa é certa: em Nova York eles sabem o tesouro que têm. Brunson chegou lá em 2022 e transformou a franquia. Terceiro All-NBA seguido não é pra qualquer um não — e olha que ele nem é um lottery pick. Respeita o moleque!

  • Pop mandou a real no vestiário e os Spurs reagiram com tudo

    Pop mandou a real no vestiário e os Spurs reagiram com tudo

    Cara, quando o Gregg Popovich fala, todo mundo para pra escutar. E pelo jeito, ele mandou umas verdades bem duras no vestiário dos Spurs depois da derrota feia pro Thunder no Jogo 3.

    Quem contou foi o De’Aaron Fox, armador dos Spurs, depois da vitória arrasadora de 103 a 82 no Jogo 4 que empatou as finais da Conferência Oeste em 2-2. E olha, que história interessante ele tinha pra contar.

    O que realmente rolou no vestiário

    Os Spurs começaram dominando no Jogo 3, abrindo 15 a 0. Mas aí veio aquela coisa que todo torcedor conhece — relaxaram e tomaram uma virada histórica. O Thunder virou o placar e ganhou de 123 a 108, ou seja, um chocolate de 30 pontos depois daqueles primeiros minutos.

    Foi aí que o Pop entrou no vestiário pós-jogo e… bom, digamos que ele não poupou palavras.

    Segundo o Fox: “Pop esteve por aí durante a temporada toda, mas essa foi a primeira vez que ele entrou no vestiário e falou ‘não, isso é besteira, não é assim que a gente joga basquete’. Obviamente ele teve algumas palavras bem escolhidas sobre isso.”

    El Jefe ainda manda no pedaço

    Olha, eu sempre achei massa essa história do Pop. O cara se aposentou como técnico depois de mais de 28 temporadas e 1.390 vitórias (recorde da NBA), mas continua ali como “El Jefe” — o chefe mesmo. Um derrame acabou com seus planos de técnico na temporada 2024-25, mas ele não abandonou o time.

    E sinceramente? Que bom que ele tá ali. Imagina a experiência que esse homem tem pra passar pros meninos. Cinco títulos da NBA não caem do céu, né?

    O resultado dessa bronca? Uma surra de 21 pontos no Thunder no jogo seguinte. Coincidência? Eu acho que não. (E vocês, o que acham — será que ainda rola mais uma dessas broncas antes da série acabar?)

    Agora é melhor de três jogos pra ver quem vai pra final. Os Spurs querem o primeiro título da era pós-Pop, e pelo jeito o próprio Pop tá ali pra garantir que eles não vão facilitar.

  • Nick Wright mete o pau em Stephen A. Smith na treta com Jaylen Brown

    Nick Wright mete o pau em Stephen A. Smith na treta com Jaylen Brown

    Gente, essa treta entre Stephen A. Smith e Jaylen Brown do Celtics tá virando uma novela mexicana — e agora o Nick Wright entrou na dança também. E olha, o cara não veio pra brincadeira.

    Pra quem tá por fora: tudo começou quando o Stephen A. criticou o Brown por fazer uma live logo depois da eliminação vergonhosa pro Philadelphia 76ers (sério, perder de 3-1 pra 3-4 é de chorar). Desde então, os dois ficaram se cutucando pela mídia que nem criança no recreio.

    Wright entra com tudo na discussão

    O Nick Wright, que apresenta o “First Things First”, não aguentou ficar quieto e chamou o Stephen A. de “chefão da máfia” por ficar ameaçando o Brown. Na minha opinião? Sacou certeiro.

    A resposta do Stephen A. foi… digamos que previsível. O cara fez exatamente aquilo que tava sendo criticado: começou a fazer mistério, dizendo que “sabia quem” tinha colocado o Wright contra ele, fazendo drama como se fosse protagonista de filme de suspense.

    Aí o Wright não perdoou. Postou no X (antigo Twitter): “Nunca vi a defesa de alguém ser simplesmente repetir exatamente o comportamento pelo qual está sendo criticado. ‘EU SEI (balança as mãos) COISAS SOBRE VOCÊ! Não vou falar e são totalmente fruto da minha imaginação… mas EU SEI COISAS! Vou deixar por isso mesmo!’ 10 de 10. Sem comentários.”

    Quem tá certo nessa história?

    Cara, sinceramente? O Wright tem razão. O Stephen A. Smith virou especialista em criar polêmica do nada e depois se fazer de vítima quando alguém rebate. É aquela velha: quem planta vento colhe tempestade.

    O Jaylen Brown pode ter errado fazendo live depois da eliminação — eu concordo que não foi o momento ideal. Mas daí a transformar isso numa guerra pessoal? Stephen A. Smith tá passando dos limites há tempo já.

    E vocês, o que acham? O Wright fez certo em entrar na treta ou deveria ter ficado na dele? Essa história tá longe do fim, porque o Stephen A. não é de deixar barato e o Brown também não parece disposto a baixar a guarda.

    Uma coisa é certa: quem ganha com isso são os fãs de drama da NBA. Só espero que isso não vire distração pro Celtics na próxima temporada — time bom demais pra ficar perdendo tempo com besteira.

  • Wizards podem tentar pescar o Giannis? Insider solta a bomba

    Wizards podem tentar pescar o Giannis? Insider solta a bomba

    Olha só que loucura: enquanto todo mundo fica falando de Miami Heat como destino do Giannis Antetokounmpo, os Washington Wizards podem estar tramando algo por baixo dos panos. E não é papo furado não — isso vem de fonte boa.

    O insider Marc Spears soltou essa no programa 95.7 The Game: “Me contaram de uma fonte muito confiável próxima à situação de Washington que eles vão explorar suas opções. E pensando nos jovens talentos que eles têm, por que não?”. Cara, imagina só o Greek Freak jogando ao lado de Anthony Davis e Trae Young?

    Os Wizards têm munição pra negociar?

    Vamos ser sinceros: na teoria, Washington tem sim algumas peças interessantes. Eles conseguiram Anthony Davis e Trae Young na temporada passada (mesmo que tenham jogado pouco), e ainda por cima ganharam a primeira pick do Draft. Isso aí é uma base que qualquer GM olharia com carinho.

    Mas aqui que fica interessante — e o próprio Spears tocou nesse ponto. Quanto poder o Giannis realmente tem pra escolher onde vai parar? E mais importante: será que o novo dono dos Bucks se importa com a opinião dele ou vai simplesmente mandar pro melhor lance?

    Wizards como azarão faz sentido?

    Sinceramente? Eu acho meio maluco, mas não impossível. Os Wizards têm jovens que os Bucks adorariam ter num rebuild, e com a primeira pick do Draft, eles podem montar um pacote bem tentador. O problema é: será que Washington quer acelerar tanto assim o processo?

    Porque vamos combinar — pegar o Giannis significa que você tá indo all-in AGORA. E eu não sei se os Wizards estão preparados pra essa pressão toda. Mas imagina se rola? Um Big Three de Giannis, AD e Trae Young seria absolutamente insano.

    E aí, vocês acham que os Wizards têm coragem de fazer uma jogada dessas? Ou é só mais um boato de offseason pra gente ficar especulando? Uma coisa é certa: esse verão vai ser movimentado pra caramba na NBA.

  • Windhorst crrava: Peterson vai ser top 2 no Draft 2026

    Windhorst crrava: Peterson vai ser top 2 no Draft 2026

    Olha, quando o Brian Windhorst bate o pé em alguma coisa sobre Draft da NBA, a gente pelo menos para pra escutar, né? E o cara acabou de soltar uma bomba sobre Darryn Peterson, ex-Kansas: o garoto não passa do pick 2. Ou vai em primeiro, ou em segundo. Simples assim.

    “Darryn Peterson não vai passar do segundo pick. Ele vai em primeiro ou segundo, e eu acho que tá bem aberto quem pode ir na frente dele. Pode ser ele ou o AJ Dybantsa”, cravou Windhorst. E quando esse cara fala com essa convicção, geralmente não tá brincando.

    O que fez Peterson virar essa sensação?

    Cara, o garoto simplesmente meteu 20 pontos de média no Kansas. Vinte pontos. Em uma temporada apenas. Levou os Jayhawks de volta pro March Madness, mesmo perdendo pro St. John’s ali no Round of 32 — mas isso não tira o brilho do que ele fez na temporada regular.

    Sinceramente, eu não esperava que um calouro fosse causar tanto impacto assim no Kansas. O programa já é tradicionalmente forte, mas Peterson chegou e assumiu o protagonismo de cara. Isso não é qualquer um que faz.

    Mas tem um porém aí…

    Agora, nem tudo são flores. O Peterson perdeu vários jogos por lesão durante a temporada — e isso tá sendo questionado pra caramba no combine do Draft. Os times querem saber se ele aguenta o tranco de 82 jogos por temporada na NBA.

    Mas olha a resposta do garoto: “Eu não tinha o mesmo passo que tinha antes. Se uma coisa tá ruim, outra melhora. Meu arremesso melhorou por causa disso.” Gostei da mentalidade. Em vez de chorar, ele se adaptou e evoluiu em outras áreas.

    E vocês acham que essa mentalidade vai funcionar na NBA? Porque uma coisa é certa: na liga, todo mundo joga machucado em algum momento.

    O Draft Class de 2026 tá absolutamente recheado de talentos. Além do Peterson, tem o AJ Dybantsa (que muitos consideram o favorito pro primeiro pick), Caleb Wilson, Cameron Boozer e Darius Acuff Jr. É uma safra que promete ser histórica.

    Washington Wizards tem o primeiro pick, Utah Jazz fica com o segundo. Se o Windhorst tiver certo, um desses dois times vai levar o Peterson. Pessoalmente, acho que ele tem tudo pra dar certo — jogador que produz assim na faculdade geralmente se adapta bem na NBA.

    O Draft começa dia 23 de junho. Vamos ver se a previsão do Windhorst se confirma ou se ele vai ter que engolir as palavras depois.

  • Wemby e Castle viraram dupla demolidora nos Spurs!

    Wemby e Castle viraram dupla demolidora nos Spurs!

    Cara, eu tô VIDRADO nessa dupla Wembanyama e Stephon Castle! O que esses dois fizeram no Jogo 4 contra o Thunder foi simplesmente absurdo. Aquela assistência por trás das costas do Castle pro Wemby cravar de uma mão só? Meu Deus, que jogada linda!

    Olha, eu sempre soube que o Victor ia ser monstro na liga, mas ver ele carregando os Spurs de volta aos playoffs depois de tanto tempo… isso aí é coisa de superstar mesmo. E o melhor de tudo? Ele tá fazendo isso no terceiro ano de carreira. Aos 22 anos, o cara já é referência na NBA.

    A química perfeita entre veterano e calouro

    O que mais me impressiona é como o Wemby e o Castle se entenderam rapidamente em quadra. Essa jogada específica no quarto período mostra isso perfeitamente — Castle saiu no contra-ataque, viu o francesão correndo, e mandou aquela assistência nas costas que só quem tem muita confiança no companheiro faz.

    E não foi só essa jogada não. O Castle terminou com 13 pontos e 6 assistências, mostrando que tá crescendo no momento certo. Pra um rookie estar fazendo a diferença numa série de playoffs… cara, isso é coisa rara.

    Sinceramente? Acho que os Spurs acertaram em cheio no draft quando pegaram o Castle. Ele complementa perfeitamente o jogo do Wemby.

    Wemby destruindo tudo pelo San Antonio

    Mas vamos falar do desempenho completo do Victor no Jogo 4: 33 pontos, 8 rebotes, 5 assistências, 3 tocos e 2 roubadas de bola. Números de MVP, pessoal! E olha que ele acertou 3 de 7 bolas de três também — o cara tá cada vez mais completo.

    Os Spurs dominaram os Thunder de cabo a rabo nesse jogo, aproveitando que Oklahoma City estava sem Jalen Williams e Ajay Mitchell machucados. Devin Vassell e De’Aaron Fox também ajudaram com 13 e 12 pontos respectivamente, mas o show foi mesmo do francesão.

    Agora a série tá empatada 2-2, e vocês acham que os Spurs conseguem virar essa em Oklahoma? Eu tô começando a acreditar que sim. Wemby tá jogando num nível absurdo e Castle tá mostrando que não treme na pressão. Se continuarem assim, podem sim dar trabalho pro Thunder na casa deles.

    O Jogo 5 rola na segunda-feira, 26 de maio, às 21h30. Vai ser decisivo pra ver se San Antonio consegue assumir a liderança da série ou se Oklahoma City volta a mandar no jogo.

  • Brown no segundo time All-NBA? Companheiro dos Celtics surtou

    Brown no segundo time All-NBA? Companheiro dos Celtics surtou

    Cara, o Ron Harper Jr. não conseguiu segurar a revolta e eu entendo completamente o cara. O resultado do All-NBA Team saiu no domingo à noite e o Jaylen Brown ficou de fora do primeiro time. E olha, sinceramente? Também fiquei meio perplexo com essa.

    O parceiro do Brown postou no Instagram Stories apenas “2nd team????” com aquela cara de quem não acredita no que tá vendo. Simples, direto e cheio de indignação. Harper Jr. pode não ser o cara mais conhecido do elenco dos Celtics, mas ele tá lá no dia a dia vendo o que o Brown faz em quadra.

    Brown carregou Boston nas costas

    E não é pra menos a revolta, né? O Jaylen teve que virar o cara dos Celtics praticamente sozinho. Com o Jayson Tatum fora na maior parte da temporada por lesão, Brown assumiu a responsabilidade total – e olha que responsabilidade.

    Os números dele não mentem: 28.7 pontos, 6.9 rebotes e 5.1 assistências por jogo. Boston era esperado pra desandar depois de todas as mudanças no elenco no verão passado, problemas com luxury tax, essas coisas. Mas não. Os caras ganharam 56 jogos na temporada regular!

    Na minha visão, Brown mostrou uma liderança absurda. Não foi só os números – foi a atitude, a consistência, aquela pegada de “vem que eu resolvo” que todo time campeão precisa ter.

    Mas quem sai do primeiro time?

    Aí que tá o problema, né? O primeiro time All-NBA ficou com Shai Gilgeous-Alexander (MVP da temporada), Nikola Jokic, Victor Wembanyama, Luka Doncic e Cade Cunningham. Monstros, todos eles.

    Eu fico pensando: quem vocês tirariam pra colocar o Brown? É complicado mesmo. Cada um desses caras teve temporadas espetaculares. O Shai foi MVP, o Jokic é o Jokic, Wemby tá revolucionando a liga, Luka… bem, é o Luka. E o Cade teve uma evolução impressionante em Detroit.

    Mas poxa, 56 vitórias praticamente carregando o time nas costas não vale um primeiro time? É de doer mesmo.

    No fim das contas, Brown ficou no segundo time ao lado de Jalen Brunson, Kevin Durant, Kawhi Leonard e Donovan Mitchell. Companhia de primeira, não tem como negar. Mas a revolta dos Celtics é mais do que justificada – às vezes os números não capturam o impacto real de um jogador na temporada.

  • Wemby meteu 33 pontos e massacrou o Thunder – série empatada!

    Wemby meteu 33 pontos e massacrou o Thunder – série empatada!

    Gente, que aula de basquete o Victor Wembanyama deu ontem à noite! O francesão simplesmente resolveu destruir o Oklahoma City Thunder com 33 pontos, 8 rebotes, 5 assistências e 3 tocos numa vitória avassaladora por 103-82. Os Spurs empataram a final do Oeste em 2-2, e agora a coisa ficou séria de verdade.

    Olha, eu não esperava uma resposta tão contundente dos Spurs depois de levar aquela surra de 123-108 no jogo 3. Mas o Wemby levou aquela derrota muito a sério — disse que precisava jogar melhor para fazer os companheiros jogarem melhor também. E cara, ele cumpriu a promessa com juros.

    Defesa monstruosa dos Spurs

    A defesa de San Antonio foi simplesmente absurda. Limitaram o Thunder a apenas 33% de aproveitamento nos arremessos de quadra, e olha só que dados maluco: Oklahoma City acertou apenas 6 de 33 tentativas do perímetro. Seis! De trinta e três! Isso é menos de 20% de aproveitamento.

    O Shai Gilgeous-Alexander, que é o cara do Thunder, ficou completamente perdido — apenas 19 pontos com 6/15 nos arremessos. Dá pra ver que a pressão defensiva dos Spurs funcionou perfeitamente.

    Banco de reservas fez a diferença

    Sabe o que mais me impressionou? No jogo 3, o banco do Thunder tinha feito 76 pontos contra 23 dos Spurs. Ontem foi o contrário: reservas de San Antonio fizeram 30, enquanto Oklahoma só conseguiu 34 pontos de todo o banco deles.

    De’Aaron Fox contribuiu com um duplo-duplo discreto mas eficiente (12 pontos, 10 rebotes), e tanto Stephon Castle quanto Devin Vassell ajudaram com 13 pontos cada. Time equilibrado, todo mundo contribuindo.

    Os Spurs começaram voando — assim como no jogo anterior quando abriram 15-0. A diferença é que dessa vez eles não relaxaram. Depois de uma enterrada espetacular do Wembanyama numa assistência do Vassell, os caras abriram 23-8 e nunca mais olharam pra trás.

    E agora, quem leva essa série?

    Com o placar empatado em 2-2, teremos jogo 5 na terça-feira em Oklahoma City. Sinceramente, acho que essa série vai ser decidida nos detalhes. O Thunder tem a vantagem de jogar em casa, mas depois de uma atuação dessas, os Spurs mostraram que podem jogar com qualquer um.

    Uma curiosidade: os 82 pontos do Thunder ficaram próximos do recorde negativo da franquia nos playoffs — 65 pontos numa derrota para o Memphis em 2014. Ou seja, foi uma das piores atuações ofensivas da história deles em pós-temporada.

    E aí, pessoal, quem vocês acham que leva essa série? O Wemby tá jogando num nível estratosférico, mas o Thunder tem muita qualidade também. Vai ser guerra até o final!