Autor: Leandro Amorim

  • Jaylen Brown descobre ao vivo que foi escolhido pro All-NBA Second Team

    Jaylen Brown descobre ao vivo que foi escolhido pro All-NBA Second Team

    Cara, imagina a cena: você tá fazendo uma live tranquila no Twitch e de repente descobrem que você foi escolhido pro All-NBA Second Team. Foi exatamente isso que rolou com o Jaylen Brown dos Celtics no domingo à noite, e a reação dele foi simplesmente genuína.

    “Sou grato. Deus é o maior”, disse Brown pra galera que tava assistindo sua live no FCHWPO Twitch. O maluco descobriu na hora, ao vivo, que tinha sido selecionado junto com as maiores estrelas da liga. Monstro demais.

    Temporada de outro mundo sem o Tatum

    Olha, se tem uma coisa que eu aprendi acompanhando NBA é que nem todo mundo consegue carregar um time nas costas quando o parceiro cai. Brown não só conseguiu, como mostrou que é craque de verdade. Com Jayson Tatum fora por 62 jogos por causa da lesão no tendão de Aquiles, JB assumiu as rédeas dos Celtics de um jeito absurdo.

    Os números não mentem: 28.7 pontos por jogo (recorde pessoal), 5.1 assistências (também recorde), 47.7% nos arremessos de quadra. Mas o que mais me impressionou foi ele ter encontrado seu cantinho no meio da quadra — 58.5% de aproveitamento no mid-range. Isso é coisa de All-Star mesmo.

    Boston terminou em segundo no Leste com 56-26, atrás só do Detroit Pistons (quem diria, né?). Brad Stevens tinha chamado alguns reforços de “não comprovados”, mas Brown provou que quando a situação aperta, ele aparece.

    A humildade que impressiona

    O que mais me chamou atenção na fala do Brown foi a humildade. “Às vezes eu fico surpreso por ganhar qualquer prêmio”, disse ele. Sinceramente? Acho essa postura massa demais. Num esporte onde o ego às vezes fala mais alto, ver um cara desse nível sendo grato é refrescante.

    Ele terminou em sexto no MVP e foi titular pela primeira vez no All-Star Game. Sexto no MVP, pessoal! Sem o Tatum na maior parte da temporada. Vocês acham que ele não merecia estar ainda mais alto nessa votação?

    A temporada acabou meio amarga com aquele colapso histórico contra o Philadelphia 76ers nos playoffs — perder de 3-1 depois de estar na frente dói até em mim que sou apenas um fã. Mas isso não tira o brilho do que Brown fez durante a temporada regular.

    “É uma benção fazer parte do grupo que eu fiz parte”, comentou ele, “especialmente com as expectativas que colocaram em nós. A expectativa era nem mesmo sermos um time de playoffs, e terminamos em segundo no Leste.”

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que Brown tá pronto pra ser a cara da franquia dos Celtics quando (se) o Tatum sair? Porque depois dessa temporada, eu tô convencido que o cara tem tudo pra ser.

  • Kenny Atkinson se rende: Knicks estão jogando um basquete absurdo

    Kenny Atkinson se rende: Knicks estão jogando um basquete absurdo

    Olha, quando o técnico adversário para tudo que tá fazendo pra elogiar seu time, é porque a coisa tá séria mesmo. Kenny Atkinson, treinador do Cleveland Cavaliers, não conseguiu esconder a admiração pelos Knicks depois do treino de domingo.

    E convenhamos — ele tem razão pra estar impressionado.

    Dez vitórias seguidas nos playoffs é coisa de monstro

    Os Knicks estão numa sequência histórica: 10 vitórias consecutivas nos playoffs, recorde da franquia. Dez, cara! E não é qualquer vitória não — eles tão ganhando por uma média de 22,5 pontos. É basicamente um show de horrores pros adversários.

    “Equipes que dão o próximo passo, é o equilíbrio que mais me impressiona”, disse Atkinson. “Eles têm tantos contribuidores agora, e acho que isso é o que é diferente da temporada regular. A sustentabilidade disso… você fica esperando uma queda, mas ainda não vimos uma queda deles.”

    E é verdade. Durante a temporada regular, esse mesmo time de Nova York tinha altos e baixos que deixavam a gente maluco. Agora? Parece que descobriram a fórmula mágica.

    Números que deixam qualquer um de queixo caído

    Quer saber como tá o nível? Nos playoffs, os Knicks estão com +18,5 pontos por 100 posses de bola. É o melhor da liga, disparado. Segundo colocado no ataque, primeiro na defesa. Quando você junta essas duas coisas… bem, dá no que tá dando.

    O mais absurdo é que o quinteto titular inteiro — Karl-Anthony Towns, Mikal Bridges, Jalen Brunson, OG Anunoby e Josh Hart — tá fazendo double-double. Todo mundo contribuindo. Anunoby, Towns e Bridges acertando mais de 55% dos arremessos de quadra.

    “Bridges tá 27 de 38 nessa série”, desabafou Atkinson. “Shamet, 7 de 8 do perímetro. Eles estão tendo performances estelares em todos os aspectos.”

    E olha que os Cavaliers não são time qualquer, viu? Mas quando Atkinson fala do “OG com aquelas duas bolas de 3 na ala” no Jogo 3, você sente a frustração do cara. “Aquele arremesso depois da finta… tá brincando comigo?”, ele disse.

    A grande final da Conferência Leste pode acabar segunda

    Agora a pergunta que não quer calar: será que os Cavaliers conseguem algum milagre pra forçar um Jogo 5? Sinceramente, vendo como os Knicks estão jogando, fica difícil apostar contra eles.

    “O objetivo era diminuir o momentum deles, aquele mojo que eles têm, e não conseguimos fazer isso”, admitiu Atkinson. “Essa é a parte frustrante pra mim. Parte disso é eles jogando de forma fantástica.”

    Das 10 vitórias na sequência, só duas foram realmente disputadas: aquela vitória por seis contra os 76ers na semifinal e o Jogo 1 desta série, quando eles viraram um deficit de 22 pontos no último quarto. O resto? Só pancadaria mesmo.

    E vocês, acham que alguém consegue parar essa máquina dos Knicks? Porque pelo jeito que as coisas andam, eles podem muito bem chegar às Finais da NBA jogando esse basquete de outro mundo.

  • Knicks a uma vitória das Finais — e de fazer história!

    Knicks a uma vitória das Finais — e de fazer história!

    Cara, eu mal consigo acreditar no que tô vendo. Os Knicks estão literalmente a UMA vitória de chegar nas Finais da NBA. Uma. Depois de 27 anos sem ver isso acontecer, finalmente parece que chegou a hora.

    Quando perguntaram pro Jalen Brunson há quanto tempo ele pensa em levar os Knicks às Finais, a resposta dele foi certeira: “Desde que eu assinei”. E olha, pelo jeito que o cara tá jogando, não era só conversa não.

    A pressão que virou obsessão

    Esse ano foi diferente. Não era mais “seria legal chegar lá” — era OBRIGATÓRIO. Depois de demitirem o Thibodeau mesmo com o time chegando nas finais de conferência, a mensagem ficou clara: ou Finals ou fracasso.

    O James Dolan até falou abertamente em janeiro: “Chegar nas Finais, nós absolutamente temos que fazer”. E quando os caras se recusaram a pendurar uma bandeira pela conquista da NBA Cup, preferindo esperar por algo mais significativo… aí você vê que o negócio é sério.

    Mas sinceramente? Eu acho que essa pressão tá funcionando perfeitamente. O time parece que transformou essa cobrança em combustível puro.

    Uma sequência absolutamente monstruosa

    Os números são de outro planeta. Se ganharem amanhã (Game 4 contra Cleveland), vão completar duas varridas consecutivas nos playoffs. DUAS VARRIDAS. E isso estenderia a sequência vitoriosa pra 11 jogos.

    O técnico Mike Brown tá tentando manter todo mundo com os pés no chão: “A gente não quer se adiantar, porque é aí que sempre acontece o desastre”. Mas cara, do jeito que eles tão jogando, é difícil não sonhar alto.

    E vocês acham que conseguem parar esse time nas Finais? Porque pelo que eu tô vendo, quem vier do Oeste vai ter trabalho.

    Foco total no presente

    O que mais me impressiona é a mentalidade desses caras. O Brunson falou uma coisa que me marcou: “Eu não quero considerar que estamos no nosso pico agora. Ainda temos muito trabalho a fazer”.

    Essa fome de sempre melhorar, mesmo dominando todo mundo, é coisa de campeão. E quando perguntaram sobre os 27 anos de seca, o OG Anunoby mandou a real: “Não importa se foram 6, 2 ou 20 anos. Nosso objetivo é ganhar cada jogo”.

    Olha, eu tô tentando não me empolgar demais aqui, mas… Nova York tá a 48 minutos de explodir de alegria. E depois de tudo que esse time e essa torcida passaram, seria mais que justo.

    Amanhã é só mais um Game 4 pra eles. Pra gente que acompanha? É história pura sendo escrita.

  • Brunson no All-NBA pela 3ª vez seguida, mas KAT foi injustiçado

    Brunson no All-NBA pela 3ª vez seguida, mas KAT foi injustiçado

    Terceiro ano consecutivo no All-NBA Second Team para Jalen Brunson. O cara simplesmente não para de impressionar, e dessa vez levou os Knicks até a beira de uma final da NBA — coisa que a franquia não via desde 1999!

    Olha só como ficou o All-NBA deste ano:

    First Team: Shai Gilgeous-Alexander, Nikola Jokic, Victor Wembanyama, Luka Doncic e Cade Cunningham. Time absurdo, não tem como discutir muito.

    Second Team: Jaylen Brown, Kawhi Leonard, Kevin Durant, nosso Jalen Brunson e Donovan Mitchell. Aqui que a coisa fica interessante.

    Third Team: Tyrese Maxey, Jamal Murray, Jalen Johnson, Jalen Duren e Chet Holmgren.

    Brunson mereceu ou foi sorte?

    Cara, 26 pontos, 6.8 assistências e 3.3 rebotes por jogo não são números de brincadeira. Quase 37% do perímetro também. Mas o que mais pesa na minha visão é ter levado os Knicks para 53 vitórias e o terceiro lugar no Leste — e olha que estão a uma vitória de chegar na final.

    Foi apertado: 49 votos para o segundo time, 50 para o terceiro. Um maluco nem botou ele na lista! Sinceramente, não sei o que esse cara estava pensando.

    KAT foi roubado ou não tinha mesmo vaga?

    Aqui que dói no coração de quem torce pelos Knicks. Karl-Anthony Towns com 20.1 pontos e 11.9 rebotes — números de All-Star tranquilo. Mas ficou em 17º lugar na votação, com apenas um voto para segundo time e 11 para terceiro.

    Olha, eu entendo que a competição tá insana. Jokic, Wembanyama, KD… é difícil mesmo. Mas Towns tem sido fundamental nessa campanha histórica dos Knicks. Será que não rolou um preconceito por ele ter chegado no meio da temporada passada? (Ele está na segunda temporada em NY, mas ainda assim…)

    E vocês, o que acham? Brunson deveria estar no First Team? KAT foi o maior roubado ou tem alguém pior? Porque sinceramente, ver os Knicks com dois caras no All-NBA seria coisa de filme.

  • Lance Stephenson nocauteou Michael Beasley no MMA — isso é real!

    Lance Stephenson nocauteou Michael Beasley no MMA — isso é real!

    Gente, eu ainda não acredito no que acabei de ver. Lance Stephenson — sim, aquele mesmo que soprava no ouvido do LeBron nos playoffs — acabou de finalizar Michael Beasley no primeiro round de uma luta de MMA. Não é brincadeira, não é clickbait. É real.

    A luta rolou no sábado no evento Brand Risk 14, que é comandado pelo influencer Adin Ross. E cara, que loucura foi essa! Logo no primeiro round, Stephenson conseguiu aplicar um mata-leão no Beasley e o cara teve que bater. Simplesmente absurdo.

    Como foi a luta que ninguém esperava

    A coisa começou meio equilibrada, com os dois trocando uns socos ali. O Beasley até tentou aplicar uma guilhotina no Lance, mas aí que o cara mostrou que não é só no basquete que tem essa mentalidade competitiva insana dele.

    O Lance conseguiu escapar da guilhotina e virou o jogo completamente. Pegou o Beasley pelas costas e aplicou um mata-leão que estava tão bem feito que não teve jeito — o Michael teve que desistir.

    Depois da luta, o Beasley falou que ficou surpreso por ter sido finalizado, mas já topou uma revanche no boxe. Olha, sinceramente? Eu quero ver essa sequência toda. Esses caras jogaram juntos no Lakers em 2018-19 e agora estão se pegando no octógono. Que timeline maluca é essa que estamos vivendo?

    Do garrafão para o octógono

    Cara, quem diria que veríamos ex-jogadores da NBA partindo para as artes marciais, né? O Lance, com 35 anos, sempre foi conhecido por essa personalidade meio doida — lembram dele provocando o LeBron nos playoffs do Pacers? Agora ele canalizou essa energia toda para o MMA.

    O Michael Beasley, que foi segunda escolha geral do draft de 2008, sempre teve talento de sobra mas nunca conseguiu se estabelecer de verdade na liga. Agora aos 37, pelo jeito está buscando novas aventuras também.

    E vocês sabiam que os dois já tinham uma rivalidade rolando? Ano passado eles fizeram um 1×1 apostando $100 mil, que o Beasley ganhou. Agora o Lance deu o troco no MMA. A próxima vai ser no boxe.

    Monstro demais ver como esses caras ainda têm essa competitividade mesmo longe das quadras. O Lance saiu da NBA em 2022, o Beasley parou em 2019, mas a vontade de competir continua em alta. E olha, pelo que vi dessa luta, o Lance pode ter encontrado uma nova carreira mesmo!

  • LeBron manda salve pra Taylor Swift e Travis Kelce no Cavs x Knicks

    LeBron manda salve pra Taylor Swift e Travis Kelce no Cavs x Knicks

    Cara, que cena mais inusitada ontem no Rocket Mortgage Fieldhouse. Taylor Swift e Travis Kelce foram assistir ao jogo 3 da final do Leste entre Cavaliers e Knicks, e o LeBron James não perdeu tempo — mandou um salve épico no Instagram pro casal.

    O mais legal? O Kelce tava usando o LeBron 7 MVP, da linha signature do próprio King. Imagina a emoção do LeBron vendo isso. Ele postou uma foto do casal nos Stories com emoji de salve militar e coroa. Reconhecimento mútuo entre lendas, né?

    Kelce viralizou (mas não pelo que vocês imaginam)

    O tight end do Chiefs — que é de Ohio e jogou em Cincinnati na faculdade — simplesmente decidiu viralizar bebendo uma cerveja de um gole só. A galera foi ao delírio, e a Taylor teve que esconder o rosto de tanto rir. Monstro demais!

    Mas infelizmente pra torcida local, isso não ajudou em nada. Os Knicks dominaram do início ao fim e venceram por 121-108, deixando Cleveland numa situação desesperadora: 3-0 na série. No quarto período, o Kelce tava visivelmente abatido, e olha que o cara tem 3 anéis do Super Bowl.

    LeBron e sua conexão eterna com Cleveland

    Sinceramente, ver o LeBron postando sobre o jogo do Cavs me emociona. O cara jogou 11 temporadas lá, trouxe o único título da franquia em 2016 (aquela virada histórica de 3-1 contra o Warriors), e claramente ainda torce pelo time do coração.

    A última vez que Cleveland chegou numa final do Leste foi em 2018, com o próprio LeBron no comando. Agora ele tá free agent no Lakers… Vocês acham que rola uma volta pra casa pra encerrar a carreira? Eu não descartaria essa possibilidade.

    É curioso como o LeBron até “passou a coroa” pro Kelce em 2023, chamando ele de atleta mais famoso do nordeste de Ohio por causa do namoro com a Taylor. E agora eles estão noivos! Vão casar em Nova York no dia 3 de julho.

    Enquanto isso, os Knicks estão a uma vitória da final da NBA. Quem diria, né? O ataque deles tem impressionado até o LeBron, que elogiou publicamente. E aí, será que o Cleveland consegue uma virada épica ou os Knicks fecham a série em casa?

  • Queta mostrou potencial, mas os playoffs foram cruéis com o pivô

    Queta mostrou potencial, mas os playoffs foram cruéis com o pivô

    Cara, o Neemias Queta teve uma temporada que foi a cara dos Celtics: muita promessa na temporada regular, mas quando chegou na hora H dos playoffs, tudo desmoronou. E olha que não foi por falta de esforço do português.

    O pivô de 26 anos fez uma temporada regular sensacional — 76 jogos (coisa rara pra ele), 10.2 pontos, 8.4 rebotes e 1.3 tocos por jogo, com uns absurdos 65.3% de aproveitamento nos arremessos. Subiu de 13.9 minutos por jogo pra 25.3. Números de gente grande, sem dúvida.

    Quando as faltas viram pesadelo

    Mas aí chegaram os playoffs contra o Sixers e… bom, vocês viram o que aconteceu. O moleque simplesmente não conseguiu ficar em quadra por causa das faltas. Frustração total.

    “Começa comigo, eu preciso ser melhor”, disse Queta após a eliminação no Jogo 7. “Mas é a natureza do trabalho de um pivô — você fica em muitas posições onde pode tomar falta. Seja nos bloqueios, nos rebotes, na defesa individual, protegendo o garrafão… Tenho que me olhar no espelho primeiro.”

    Sinceramente? Ele tem razão. A vida de pivô na NBA é complicada mesmo. Mas dói ver um cara que trabalhou tanto durante o ano todo ser prejudicado justamente na hora mais importante.

    De Portugal para Boston: a pressão de representar

    O que mais me impressiona no Queta é a responsabilidade que ele carrega. O cara é o PRIMEIRO português a jogar na NBA. Imaginem a pressão? Quando estive em Portugal ano passado cobrindo seu camp de basquete, vi de perto como ele lida com isso.

    O moleque treinava de manhã, passava o dia inteiro com centenas de crianças no camp, descansava algumas horas, e voltava pra treinar até o sol se pôr. Arremessos de gancho, jumpshots, bolas de três — tudo isso depois de um dia inteiro de trabalho. Ficava literalmente estirado no chão da quadra de cansaço, mas nunca deixava de fazer o último treino do dia.

    A história dele é linda, né? Pais que imigraram da Guiné-Bissau, pai que trabalhava no exterior, mãe que pegava balsa todo dia pra trabalhar em Lisboa. Até tem um mural gigante dele no bairro onde cresceu. É muita responsa nas costas de um garoto.

    E agora, o que esperar?

    Joe Mazzulla foi esperto ao avisar Queta no verão que ele seria titular — deu tempo pro cara se preparar mentalmente pra pressão de ser o pivô dos Celtics. “Ele assumiu essa responsabilidade bem”, disse o técnico.

    Olha, eu ainda acredito no potencial do Queta. Ele baixou as faltas de 5.4 por 36 minutos na primeira temporada pra 4.0 nesta — mostra que tá evoluindo. Mas precisa dar esse próximo passo nos playoffs.

    E vocês, acham que ele consegue se firmar como titular dos Celtics mesmo depois dessa frustração nos playoffs? Ou será que Boston vai atrás de outro pivô?

  • Maxey finalmente conseguiu! Primeiro All-NBA da carreira chegou

    Maxey finalmente conseguiu! Primeiro All-NBA da carreira chegou

    Cara, eu sempre acreditei que esse dia chegaria. Tyrese Maxey acabou de ser selecionado para o All-NBA Third Team de 2025-26 — primeira vez na carreira dele. E olha, não podia estar mais feliz por esse moleque.

    Do 21º pick do draft para um dos 15 melhores da liga. Essa é a história do Maxey, que dividiu o terceiro time com Jalen Duren, Chet Holmgren, Jalen Johnson e Jamal Murray. Uma companhia e tanto, diga-se de passagem.

    Os números que convenceram todo mundo

    Os números do garoto foram simplesmente absurdos: 28.3 pontos, 6.6 assistências, 4.1 rebotes e 1.9 roubos de bola por jogo. Ah, e liderou a NBA em minutos jogados por partida — o cara literalmente não saía de quadra. Aproveitamento de 46.2% nos arremessos de quadra, 36.7% nas bolas de três e 89.2% nos lances livres.

    Sinceramente? Eu acho que ele merecia estar no segundo time. No início da temporada, o monstro estava fazendo média de 32 pontos nos primeiros 45 dias. Depois deu uma esfriada — normal, né? Ninguém aguenta carregar um time nas costas o ano inteiro.

    Primeiro Sixer desde Ben Simmons

    Maxey se tornou o primeiro jogador do Philadelphia 76ers a ganhar uma vaga no All-NBA desde Joel Embiid em 2023 (ano do MVP dele). E se a gente não contar o Embiid, o último foi Ben Simmons lá em 2019-20. Ou seja, fazia tempo que Philly não tinha duas estrelas no All-NBA ao mesmo tempo.

    O que me impressiona é como ele conseguiu manter esse nível mesmo com aquela lesão no dedo em março. Por um momento, achei que ele ia perder a marca de 65 jogos necessária para concorrer aos prêmios. Mas voltou uma semana antes do previsto e ainda ajudou o time no Play-In — porque obviamente o Embiid se machucou de novo bem antes dos playoffs (clássico).

    Vocês acham que ele consegue repetir a dose ano que vem? Porque se fizer outro All-NBA em 2026-27, aí sim a coisa fica interessante — ele vai poder assinar o Super-Max com os Sixers. Estamos falando de uma grana absurda.

    Olha, eu sempre defendi que o Maxey tinha potencial para ser uma estrela. Desde aqueles primeiros jogos como reserva, dava pra ver que o garoto tinha algo especial. Agora é oficial: ele não é mais só uma promessa, é realidade. E que realidade!

  • Edwards defende cumprimento aos Spurs: ‘Por isso sou quem sou’

    Edwards defende cumprimento aos Spurs: ‘Por isso sou quem sou’

    Cara, vocês viram a polêmica que o Anthony Edwards criou nos playoffs? O cara foi lá no huddle dos Spurs cumprimentar o pessoal deles quando ainda faltavam 8 minutos pro jogo acabar. Oito minutos! Com os Wolves perdendo de lavada e praticamente eliminados.

    Olha, eu entendo os dois lados aqui. Por um lado, fair play sempre é bonito de ver no esporte. Por outro… mano, ainda tinha jogo rolando! Normalmente esse tipo de cumprimento acontece depois do apito final, não é?

    A reação foi imediata

    Os analistas da Amazon Prime ficaram de queixo caído. Dirk Nowitzki, Blake Griffin e Udonis Haslem falaram que nunca tinham visto isso antes nessas circunstâncias. O UD foi direto: “Como líder, eu não teria descido lá pra cumprimentar eles”.

    E sinceramente? Eu meio que concordo com o Haslem nessa. Liderança às vezes é sobre mostrar que você não desiste até o último segundo, mesmo quando tá tudo perdido. É sobre mandar uma mensagem pro seu time e pros seus fãs.

    Mas o Edwards não tá nem aí pra crítica.

    “Por isso sou eu e vocês são quem vocês são”

    No canal dele no YouTube, o Ant mandou a real: “Sinto que todo mundo tem sua opinião. Faltavam 8 minutos, mas a gente não ia voltar pro jogo. Quando você ganha uma série de playoffs, todo mundo tá comemorando no final, então eles iam tá sorrindo enquanto eu tava pistola por ter perdido”.

    A explicação dele faz sentido até certo ponto. O cara não queria ficar lá vendo os Spurs comemorarem na casa dos Wolves depois. Preferia resolver logo a situação do cumprimento.

    “Eu não queria cumprimentar eles de jeito nenhum, mas aí o que iam falar de mim? Seria uma conversa totalmente diferente”, explicou Edwards. “Dei o respeito que eles merecem. Podia ter esperado até o final do jogo, essa é a perspectiva de algumas pessoas, mas fiz o que fiz. Por isso sou eu e vocês são quem vocês são.”

    Essa última frase é muito cara de Edwards, não é? O moleque tem uma personalidade forte e não muda por pressão externa. Admiro isso nele.

    Performance mesmo machucado

    Uma coisa que não dá pra questionar: o Edwards deu tudo de si nessa série. Mesmo com uma contusão no joelho esquerdo que pegou contra o Denver, jogou os seis jogos contra San Antonio. Média de 23.7 pontos, com jogos de 32 e 36 pontos. O cara é um monstro.

    E claro, não podia deixar de mandar o recado final: “Tiro o chapéu pra eles. Vieram e jogaram pra caramba. Mas a gente volta. Vocês ganharam, vocês nos venceram, mas essa merda não vai durar pra sempre”.

    E aí, o que vocês acham? O Edwards fez certo em mostrar fair play ou faltou um pouco daquela mentalidade de nunca desistir? Eu ainda tô dividido nessa…

  • Wemby mete buzzer beater da meia quadra e deixa OKC no chinelo

    Wemby mete buzzer beater da meia quadra e deixa OKC no chinelo

    Gente, eu não tenho nem palavras pro que o Victor Wembanyama fez ontem à noite. O cara simplesmente decidiu que ia acabar com o psicológico do Thunder de uma vez por todas.

    Primeiro tempo do Jogo 4 das finais da Conferência Oeste foi um sofrimento puro — nem Spurs nem Thunder conseguiam acertar nem pintura na parede, ambos com menos de 37% de aproveitamento nos arremessos. Mas aí você olha pro placar: San Antonio 50 x 38. Como?

    O alienígena chamado Wemby

    Simples: Victor Wembanyama resolveu jogar basketball de outro planeta. 22 pontos, 5 rebotes, 3 assistências e 2 tocos no primeiro tempo. Só isso já seria suficiente pra fechar qualquer artigo, mas não — o monstro tinha que dar o golpe de misericórdia.

    Faltando segundos pro intervalo, Wemby pede a bola lá no fundo da quadra. Três jogadores do Thunder grudados nele (porque né, altura de 2,24m chama atenção). O que ele faz? Solta um arremesso da meia quadra que entra limpinho, buzzar beater perfeito.

    Cara, eu assisti o lance umas cinco vezes e ainda não acredito. O garoto PLANEJOU isso. Não foi sorte, não foi desespero de fim de período. Foi frieza pura de um cara que sabe exatamente o que está fazendo.

    Spurs contra a parede

    E olha que o San Antonio precisa mesmo desses momentos de magia. Perdendo a série por 2-1, jogando um Game 4 que é praticamente vida ou morte — porque ninguém quer voltar pra Oklahoma City perdendo por 3-1, né?

    Sinceramente, acho que esse primeiro tempo pode ter mudado toda a dinâmica da série. Thunder deve ter voltado pro vestiário pensando “como a gente para esse cara?” E a resposta, pelo que tô vendo, é: não para não.

    Vocês acham que Wemby consegue manter esse nível insano pelos próximos três quartos? Porque se conseguir, a gente pode estar vendo uma das performances mais icônicas da história dos playoffs.