Autor: Leandro Amorim

  • Wembanyama acerta da linha central e prova que é de outro planeta

    Wembanyama acerta da linha central e prova que é de outro planeta

    Gente, eu preciso dividir isso com vocês porque ainda não acredito no que vi ontem à noite. Victor Wembanyama simplesmente acertou um arremesso da LINHA CENTRAL no fim do primeiro tempo contra o Thunder, e foi tão natural que parecia que ele estava fazendo uma bandeja.

    O contexto é o seguinte: Spurs perdendo por 2-1 na série das finais da Conferência Oeste, precisando desesperadamente de uma vitória em casa pra não dar adeus aos playoffs. E aí o francês de 2,24m resolve fazer o que? Pegar a bola no meio da quadra, uns 5 segundos no relógio, e mandar uma bomba que nem o Curry no auge tentaria.

    O arremesso que parou o mundo

    Cara, quando ele pegou a bola eu JÁ SABIA que ia entrar. Não me perguntem como, mas tinha aquela energia no ar. O maluco simplesmente parou na linha central – LINHA CENTRAL! – e soltou o tiro mais limpo que você já viu. Nem pegou no aro. Só rede.

    22 pontos no primeiro tempo, Spurs ganhando de 12 no intervalo. O Thunder sem Jalen Williams e Ajay Mitchell machucados, e o Wemby aproveitando cada segundo pra mostrar porque ele não é desse planeta mesmo.

    Isso é normal pra ele agora?

    O mais absurdo é que a gente tá começando a se acostumar. Semana passada ele já tinha acertado uma de longe no clutch contra o mesmo Thunder. Agora é da linha central. Semana que vem ele vai arremessar do vestiário?

    Sinceramente, não sei como você para um cara desses. Ele domina o garrafão dos dois lados da quadra, tem alcance de pivô mas arremessa melhor que muito armador da liga. E agora ainda acerta da linha central como se fosse coisa de outro mundo – porque provavelmente é mesmo.

    Vocês acham que os Spurs conseguem virar essa série? Com o Wembanyama jogando assim, eu não duvido de mais nada. O cara tá escrevendo história a cada jogo, e nós aqui no Brasil temos o privilégio de acompanhar o nascimento de uma lenda em tempo real.

  • Jordan Goodwin foi roubado no All-Defensive? Zero votos é sacanagem

    Jordan Goodwin foi roubado no All-Defensive? Zero votos é sacanagem

    Olha, eu não costumo reclamar de votação de prêmios da NBA porque sei como é essa história — os caras da mídia votam nos nomes que todo mundo conhece. Mas quando vi que o Jordan Goodwin não recebeu nem um voto sequer pro All-Defensive Team, fiquei meio revoltado.

    O Phoenix Suns teve uma temporada surpreendente, mas por causa da regra idiota dos 65 jogos mínimos, poucos jogadores do time puderam concorrer aos prêmios. Só o Oso Ighodaro, Collin Gillespie, Royce O’Neale, Jordan Goodwin e Ryan Dunn jogaram 70+ partidas.

    Os números não mentem

    Cara, vamos aos fatos: Goodwin foi o sexto entre os armadores em rebotes ofensivos por jogo. Sétimo em roubos de bola. Defensive rating de 110.1. No quesito rebote, sinceramente acho que nenhum armador na NBA impactou tanto quanto ele.

    E esse cara não recebe nem um voto? Enquanto isso, tem gente no segundo time que eu nem lembro de ter assistido jogar defesa esse ano (não vou citar nomes, mas vocês sabem).

    O problema é sempre o mesmo: quem não aparece na ESPN toda semana acaba esquecido. Goodwin passou a temporada fazendo o trabalho sujo — aquelas jogadas que não aparecem no highlight mas que ganham partidas. Rebote ofensivo, pressão na bola, jogadas de esforço que viram posse extra.

    Até o companheiro reclamou

    E não sou só eu falando isso não. O próprio Collin Gillespie postou no Twitter: “Goodie não recebeu um voto sequer pro All-Defense?”. Quando o próprio companheiro de time reclama publicamente, é porque a situação tá mesmo feia.

    Aliás, que massa ver essa união no elenco dos Suns. Isso me dá ainda mais confiança de que o time vai fazer de tudo pra manter esses dois na próxima temporada.

    Uma coisa que me incomoda: por que diabos só existem dois times do All-Defensive? Tem três times do All-NBA, por que não três defensivos também? Seria uma oportunidade perfeita pra reconhecer jogadores como o Goodwin, que fazem o lado “feio” do basquete mas são fundamentais.

    O lado “bom” de ser ignorado

    Olha, tem um lado meio twisted nisso tudo: se Goodwin tivesse recebido votos e reconhecimento, provavelmente ia custar mais caro pra renovar. E considerando que os Suns tão flertando com o luxury tax, cada dólar conta.

    É meio triste pensar assim, mas é a realidade. Às vezes ser subestimado pode ser vantajoso na hora de negociar contratos. Mesmo assim, o cara merecia pelo menos alguns votos pelo trabalho que fez.

    Vocês acham que a mídia realmente assiste os jogos ou só vota nos nomes famosos mesmo? Porque casos como esse me fazem questionar se os votantes realmente prestam atenção no que acontece em quadra.

  • KAT virou armador e tá destruindo nos playoffs do Knicks

    KAT virou armador e tá destruindo nos playoffs do Knicks

    Cara, eu nunca pensei que ia ver o Karl-Anthony Towns virar um distribuidor de bola. Mas é isso que tá acontecendo nos playoffs de 2026, e sinceramente? Tá funcionando absurdamente bem pro New York Knicks.

    Por mais de 10 anos, o KAT foi aquele cara que você olhava e falava: “Mano, como esse gigante de 2,13m não ganha mais jogos?” O cara enterrava de longe, dominava o garrafão, pegava rebote pra caramba… mas sempre faltava alguma coisa. Todo mundo apontava a defesa dele, e olha, não tavam errados não.

    A revolução do Towns armador

    Mas agora descobriram o segredo. Towns virou praticamente um armador gigante operando do high post, e meu amigo, que diferença isso fez! Nos playoffs ele tá distribuindo 6.1 assistências por jogo – mais que o DOBRO da temporada regular. Dobro!

    E o mais legal? Isso tá deixando o Jalen Brunson mais livre pra atacar. O cara tá acertando quase 49% dos arremessos porque não precisa mais criar tudo sozinho. É tipo quando você joga pelada e finalmente aparece alguém que sabe tocar a bola direito – todo mundo rende mais.

    O Brunson agora recebe 62,1% dos seus arremessos de 3 já preparadinhos, contra 55,9% na temporada regular. Matemática simples: menos criação forçada = mais eficiência.

    Knicks voando nas finais do Leste

    E os resultados? O Knicks tá 3 a 0 contra o Cleveland Cavaliers nas finais da Conferência Leste. Três a zero! Nunca ninguém voltou de 3-0 na NBA, então pode ir preparando a pipoca pras Finals.

    Claro que tem o outro lado da moeda. Towns tá arremessando bem menos – apenas 9,8 tentativas por jogo contra 15,8 do ano passado. Ele meio que sacrificou o próprio jogo individual pelo coletivo, e olha, tá dando certo até agora.

    Mas vai precisar das duas versões

    Só que nas Finals, seja contra o San Antonio Spurs do Wembanyama ou o Oklahoma City Thunder, vai precisar das duas versões do KAT. O cara continua sendo provavelmente o melhor pivô de 3 pontos da história da liga, com média de 22,8 pontos na carreira.

    Vocês acham que ele consegue manter esse equilíbrio? Ser o distribuidor quando precisa E o cestinha quando o time pede? Porque contra esses times do Oeste, vai precisar dos dois lados da moeda funcionando perfeitamente.

    Uma coisa é certa: depois de anos sendo considerado um enigma, Towns finalmente encontrou sua identidade. E que timing perfeito, né? Bem na hora que o Knicks mais precisava de uma evolução pra chegar onde não chegava há décadas.

  • Brown no 2º Time All-NBA: temporada monstro sem Tatum

    Brown no 2º Time All-NBA: temporada monstro sem Tatum

    Cara, que temporada o Jaylen Brown fez! Segundo Time All-NBA pela segunda vez na carreira, e olha que mereceu cada voto. Com o Tatum machucado até março, o Brown simplesmente assumiu o protagonismo em Boston e mostrou do que é capaz.

    28.7 pontos, 6.9 rebotes e 5.1 assistências por jogo. Números de estrela absoluta. E não é só estatística não — o cara carregou os Celtics nas costas pra um record de 56-26 e a 2ª colocação no Leste. Numa temporada que todo mundo esperava ser de transição, ele fez questão de provar que Boston continua relevante.

    O time que ninguém esperava

    Sabe o que mais me impressiona? Brown dividir esse Segundo Time com caras como Kevin Durant, Kawhi Leonard, Jalen Brunson e Donovan Mitchell. Companhia de primeira, né? O Primeiro Time ficou com os monstros: Shai, Luka, Cade Cunningham, Wembanyama e Jokić.

    Brown foi o cara que mais recebeu votos no Segundo Time — e ainda terminou em 6º no MVP. Quatro votos em quarto lugar, sete em quinto. Nada mal pra quem muita gente ainda vê como “apenas” o segundo melhor dos Celtics.

    Futuro incerto em Boston?

    Mas aí que vem o drama. Mesmo depois dessa temporada absurda — que o próprio Brown chamou de sua “favorita” em 10 anos de NBA — o futuro dele em Boston tá longe de garantido.

    Os rumores ligando os Celtics ao Giannis são cada vez mais fortes, e convenhamos: qualquer troca pelo Greek Freak provavelmente incluiria o Brown saindo de Boston. É meio irônico, né? O cara faz a temporada da vida e ainda assim pode ter que fazer as malas.

    Durante uma live na Twitch (porque é assim que os jogadores se comunicam hoje em dia), Brown foi bem direto: “Eu amo Boston. E se dependesse de mim, eu jogaria em Boston pelos próximos 10 anos”.

    Sinceramente? Espero que dê certo. Depois de uma performance dessas, seria sacanagem demais os Celtics mandarem ele embora. O que vocês acham — Brown merece ficar em Boston ou vocês topam a troca pelo Giannis?

  • Luka finalmente conquista All-NBA pelos Lakers: sexta seleção!

    Luka finalmente conquista All-NBA pelos Lakers: sexta seleção!

    Cara, que sensação ver o Luka Dončić sendo anunciado no First Team All-NBA vestindo roxo e dourado! Depois de toda aquela polêmica das lesões e elegibilidade, o esloveno monstro conseguiu sua sexta seleção para o time dos melhores da temporada.

    Olha, eu vou ser sincero: fiquei meio surpreso ele não aparecer nas votações de MVP depois da temporada absurda que fez. Mas pelo menos os caras reconheceram o óbvio — Luka foi simplesmente sensacional em 2025-26.

    O time dos sonhos da temporada

    No First Team, Luka ganhou companhia de peso: Shai Gilgeous-Alexander, Nikola Jokić, Victor Wembanyama e Cade Cunningham. Time pesado, né não? O maluco recebeu 91 votos para o primeiro time e apenas 9 para o segundo — praticamente unanimidade.

    O que mais me impressiona é que essa é a primeira seleção All-NBA dele como Laker. Imagina só: seis seleções na carreira, mas a primeira defendendo a franquia mais tradicional da liga. Deve ter sido emocionante pra ele.

    E a situação dos companheiros de equipe? Meio triste, na real. Nem LeBron nem Austin Reaves conseguiram os 65 jogos mínimos para serem elegíveis. Ano passado foi o contrário — LeBron ganhou All-NBA e Luka ficou de fora por lesão. Como o basquete dá voltas, né?

    Uma temporada para entrar na história

    Mano, os números do Luka foram de outro planeta. Cestinha da liga com 33.5 pontos por jogo — e isso jogando pelos Lakers, com toda a pressão que vem junto. Foi All-Star pela primeira vez defendendo Los Angeles, ganhou jogador do mês duas vezes (janeiro e março).

    Mas o que mais me marcou foi aquele jogo contra o Heat em março: 60 pontos fora de casa. Sessenta! E não foi só isso — em março inteiro ele fez 600 pontos. Vocês sabem quantos caras na história da NBA conseguiram isso? Apenas 10. Tá no mesmo patamar de Kareem, Wilt, Jordan e Jerry West.

    Com essa seleção, Luka entra no grupo seleto de 50+ jogadores que conseguiram seis ou mais seleções All-NBA na carreira. Aos 27 anos, o cara já tá escrevendo história. E pensar que muita gente duvidava quando ele chegou na NBA…

    Sinceramente, acho que ele mereceu muito mais que só o All-NBA. Mas pelo menos agora ele tem sua primeira seleção como Laker. E vocês, acham que no ano que vem ele finalmente leva o MVP?

  • Thunder fez negócio do século com Chet Holmgren

    Thunder fez negócio do século com Chet Holmgren

    Cara, o Oklahoma City Thunder é um time que simplesmente não erra no mercado. Enquanto todo mundo tá gastando fortunas, eles conseguem trancar seus craques por valores que, olhando agora, parecem pechincha.

    O Chet Holmgren acabou de ser selecionado pro All-NBA Third Team — uma honraria e tanto pra um cara que tá só na segunda temporada. Normalmente, quando um jogador consegue isso, é sinônimo de extensão milionária com valores astronômicos. Mas não no caso do Thunder.

    O negócio perfeito do Thunder

    A extensão do Holmgren vai começar em 25% do salary cap, totalizando uns absurdos US$ 239,25 milhões por cinco anos. Parece muito? É muito. Mas considerando que ele é All-NBA agora, poderia ser MUITO pior para o Thunder.

    O segredo tá no timing. Quando eles negociaram essa extensão na offseason passada, o Chet tinha jogado apenas 114 jogos em suas primeiras três temporadas — lembrando que ele perdeu a temporada de rookie inteira por lesão. Isso deu uma bela vantagem pro Thunder nas negociações.

    E olha que coisa interessante: o contrato não tinha cláusulas de escalada por prêmios individuais. Ou seja, mesmo com o All-NBA, o valor continua o mesmo. Que jogada genial da diretoria!

    Jalen Williams na mesma pegada

    O Jalen Williams também assinou extensão parecida, pelos mesmos valores. Ele não conseguiu concorrer aos prêmios de fim de temporada porque perdeu muitos jogos por lesão, mas o potencial tá lá.

    Sinceramente acho que o Thunder montou algo especial. Com Shai Gilgeous-Alexander já garantido até 2029-30 por US$ 272,4 milhões, eles têm o núcleo todo trancado. E vocês sabem o que isso significa? Janela de título aberta por ANOS.

    Três All-Stars garantidos até pelo menos 2029-30. Sem opções de saída nos contratos. É o tipo de estabilidade que poucos times conseguem ter na NBA moderna. O Thunder não tá só pensando no presente — eles tão construindo uma dinastia. E com esses valores? Monstro demais.

  • Maxey na seleção All-NBA! Terceiro time, mas que temporadão

    Maxey na seleção All-NBA! Terceiro time, mas que temporadão

    Galera, o Tyrese Maxey finalmente conseguiu! O cara foi selecionado para o All-NBA Third Team da temporada 2025-26. E olha, sinceramente? Merecia estar no segundo time, mas vamos celebrar mesmo assim.

    O armador dos Sixers recebeu 60 votos para o terceiro time e 36 para o segundo — não foi por pouco que ficou fora da seleção mais alta. Dividiu o terceiro time com Jamal Murray, Jalen Johnson, Chet Holmgren e Jalen Duren. Time forte, viu?

    Números de monstro na temporada

    Maxey simplesmente liderou a NBA em minutos jogados (38.0 por jogo) — o cara não parava! E terminou em quinto lugar em pontos por jogo com 28.3. Isso sem falar nos recordes pessoais: 6.6 assistências, 4.1 rebotes e 1.9 roubos de bola por partida.

    Ah, e aquele jogo contra os Bucks em novembro? 54 pontos em overtime. CINQUENTA E QUATRO! Foi absolutamente insano. O maluco chegou aos 40 pontos cinco vezes na temporada e teve menos de 20 pontos em apenas sete jogos dos 70 que disputou. Consistência é o nome do jogo.

    O que isso significa para os Sixers?

    Essa é a primeira vez desde Joel Embiid (que levou o MVP em 2022-23) que um jogador dos Sixers entra no All-NBA. Mostra que Maxey realmente deu o salto que todo mundo esperava dele.

    E olha que nos playoffs a coisa ficou mais difícil — ele jogou com o dedinho machucado e a produção caiu na série contra os Knicks. Mas cara, ainda assim ajudou na virada épica contra os Celtics na primeira rodada. Média de 23.7 pontos, 5.9 assistências e 4.0 rebotes nos playoffs não é brincadeira.

    O próprio Maxey admitiu que precisa melhorar o jogo sem bola. “Próximo ano quero fazer algumas coisas sem a bola e não ficar sempre na frente da defesa”, disse ele. É inteligente demais esse moleque.

    Com VJ Edgecombe chegando como finalista do Rookie of the Year, a dupla promete dar muito trabalho. Vocês acham que os Sixers finalmente conseguem dar o próximo passo com essa dupla? Eu tô começando a acreditar, não vou mentir.

  • Técnico dos Cavs diz que ‘analiticamente’ está vencendo por 2-1

    Técnico dos Cavs diz que ‘analiticamente’ está vencendo por 2-1

    Olha, eu já vi muito técnico falando besteira quando o time tá perdendo, mas o Kenny Atkinson dos Cavaliers conseguiu superar tudo isso. Com o Cleveland tomando uma surra de 3-0 dos Knicks nas finais da Conferência Leste, o cara vem com essa: “analiticamente, ganhamos dois dos três jogos”.

    Sério mesmo, Kenny?

    A matemática do desespero

    Segundo Atkinson, os Cavs deveriam ter vencido pelo “placar esperado” em pelo menos dois dos três primeiros jogos. Na cabeça dele, Cleveland perdeu porque os arremessos não entraram como deveriam estatisticamente entrar, enquanto os Knicks acertaram muito mais do que era “normal”.

    “Estávamos arremessando muito abaixo do esperado e eles muito acima”, disse o técnico. “Eu sei que ninguém quer ouvir isso… Todo mundo se baseia no resultado.”

    E ele tá certo numa coisa: ninguém mesmo quer ouvir isso. Porque resultado é o que importa no final das contas, não é mesmo?

    A realidade nua e crua dos números

    Vamos aos fatos que realmente importam: os Knicks estão fazendo 115 pontos de média contra apenas 101,7 dos Cavaliers. Nova York acertou 129 de 250 arremessos de quadra (51,6%) contra 109 de 254 de Cleveland (42,9%). Do perímetro, ambos os times estão numa faixa parecida – Knicks com 34/96 (35,4%) e Cavs com 37/126 (29,4%).

    Mas sabe o que é mais impressionante? No Jogo 1, os Cavaliers tinham 22 pontos de vantagem e conseguiram entregar tudo. Os Knicks fizeram uma corrida de 44-11 nos últimos 7 minutos e meio do quarto período até a prorrogação. Isso não é azar estatístico – é desmoronamento mental mesmo.

    Missão impossível pela frente

    A situação dos Cavs é desesperadora: nenhum time na história da NBA conseguiu virar uma série depois de perder os três primeiros jogos. Apenas três equipes conseguiram pelo menos levar para o Jogo 7 nessa situação.

    O Jogo 4 acontece nesta segunda-feira, às 21h (horário de Brasília), em Cleveland. Se os Knicks ganharem, voltam às finais da NBA pela primeira vez desde 1999. E olha, do jeito que as coisas estão andando, essa “vantagem analítica” dos Cavaliers não vai significar muita coisa.

    Vocês acham que o Atkinson tá certo em confiar nas estatísticas ou é só desespero mesmo? Porque pra mim, parece mais uma tentativa de manter o vestiário confiante numa situação praticamente impossível.

  • SGA bicampeão MVP lidera o All-NBA First Team de 2026 — que time!

    SGA bicampeão MVP lidera o All-NBA First Team de 2026 — que time!

    Cara, que seleção absurda foi essa do All-NBA First Team de 2026! O Shai Gilgeous-Alexander não para mesmo — bicampeão do MVP e agora pelo quarto ano consecutivo no First Team. Sinceramente, o cara virou uma máquina de fazer cesta e ainda defende pra caramba.

    O que mais me impressiona é ver essa nova geração dominando. Olha só esse quinteto: SGA, Jokić, Wembanyama, Luka e Cade Cunningham. É basquete de altíssimo nível, mano.

    Wemby finalmente chegou lá

    Victor Wembanyama no First Team pela primeira vez! Eu já esperava isso desde que ele pisou na NBA, mas ver acontecer de verdade é diferente. O francês de 2,24m tá jogando um basquete que eu nunca vi antes — bloqueia, arremessa de 3, pega rebote, faz de tudo. Perdeu a unanimidade por apenas UM voto. Um voto! Quem foi o cara que não votou nele?

    E que história maluca essa do Luka e do Cade terem ficado de fora inicialmente por lesão, mas ganharam exceção da liga. Imagina se esses dois monstros ficassem fora do All-NBA por causa de contusão? Seria uma injustiça gigantesca.

    Jokić continua sendo o Jokić

    O sérvio simplesmente não envelhece. Quinta vez no First Team na carreira, e olha que o cara ainda tem muito basquete pela frente. Triple-double de média na temporada — 27.7 pontos, 12.9 rebotes e 10.7 assistências. É de outro planeta mesmo.

    Uma coisa que me chama atenção é como essa geração internacional tá dominando a NBA. SGA (canadense), Jokić (sérvio), Wembanyama (francês), Luka (esloveno)… Só o Cade que é americano no First Team. O basquete mundial evoluiu demais, e isso é sensacional para o esporte.

    No Second Team também tem muita qualidade: Jaylen Brown, Kawhi Leonard (quando joga, é monstro), Donovan Mitchell, KD (que continua eterno) e Jalen Brunson. E no Third Team, destaque para o Chet Holmgren e Jalen Duren — dois pivôs jovens que prometem muito.

    E aí, vocês concordam com essa seleção? Eu acho que tá certinha, mas sempre fica aquela discussão de quem ficou de fora, né? O que mais me empolga é ver essa nova safra de craques tomando conta da liga. O futuro da NBA tá garantido!

  • Thunder vai pra Game 4 sem Jalen Williams de novo – bench vai ter que decidir

    Thunder vai pra Game 4 sem Jalen Williams de novo – bench vai ter que decidir

    Cara, o Oklahoma City vai ter que mostrar por que todo mundo fala tanto da profundidade do elenco deles. Jalen Williams tá fora do Game 4 contra os Spurs por causa dessa lesão no isquiotibial esquerdo que não quer sarar.

    Sinceramente? Tô começando a ficar preocupado com essa situação do J-Will. O cara já tinha perdido seis jogos seguidos nos playoffs por causa do mesmo problema na perna, voltou, machucou de novo no Game 2, perdeu o Game 3… e agora tá fora mais uma vez. Isso não é normal.

    Banco de ouro resolve tudo

    Mas olha, se tem uma coisa que esse Thunder sabe fazer é jogar sem as estrelas. No Game 3, o banco fez SETENTA E SEIS pontos na vitória por 123-108. Setenta e seis! O Cason Wallace, Jaylin Williams, Alex Caruso e Jared McCain marcaram mais de 22 pontos cada um saindo do banco.

    É absurdo o nível desses caras. E ainda tem o Ajay Mitchell fora também, com problema na panturrilha. O mlk que tava fazendo uma média de 15 pontos, 4 assistências e quase 4 rebotes nos playoffs. Mas né, é isso aí – no basquete moderno, quem tem banco forte vai longe.

    Spurs com time completo

    Enquanto o Thunder vai remendando o time, os Spurs estarão com força máxima. Dylan Harper e De’Aaron Fox, que entraram no Game 3 meio machucados, agora tão 100%.

    E aí, vocês acham que o Thunder consegue abrir 3-1 na série mesmo com essas baixas? Na minha opinião, se o banco continuar jogando nesse nível monstruoso, os Spurs vão ter que suar muito pra conseguir empatar essa final de conferência.

    O Wallace vai começar jogando ao lado do SGA, Chet, Lu Dort e Isaiah Hartenstein. Time sólido, mas que vai precisar do banco fazendo milagre mais uma vez. Se eu fosse apostar, diria que vai ser outro jogaço – e que o Thunder tem tudo pra largar com vantagem de 3-1 pra decidir em casa.