Autor: Leandro Amorim

  • Bridges e OG arrebentam no Jogo 3 e Mike Brown não consegue esconder

    Bridges e OG arrebentam no Jogo 3 e Mike Brown não consegue esconder

    Cara, teve um momento ontem à noite que eu pensei: “Esses caras dos Knicks não vão dar moleza mesmo”. E não é que o Mike Brown, técnico dos Cavaliers, praticamente admitiu isso depois do Jogo 3?

    O homem saiu elogiando Mikal Bridges e OG Anunoby como se fossem da casa dele. “Inacreditável” foi a palavra que ele usou pro feeling do Bridges. Sinceramente? Depois de ver o cara fazer 22 pontos, seis rebotes, três roubadas de bola e ainda meter dois tocos, eu entendo o desespero do Brown.

    A dupla que tá dando pesadelo em Cleveland

    Olha só os números: Bridges com 22 pontos e OG Anunoby com 21. Sete rebotes pro canadense. E o mais impressionante? Fizeram isso jogando fora de casa, na pressão, com a torcida dos Cavs gritando no ouvido.

    “Eu disse pra eles que precisavam encontrar maneiras diferentes de impor a vontade no jogo, porque eu não fico chamando muitas jogadas. E cara, eles estão fazendo um trabalho fenomenal”, desabafou Brown. Translation: estou desesperado aqui, esses caras são monstros.

    E não é só impressão minha não. Os Knicks dominaram onde mais importa: arremessos de três (39% contra 29% dos Cavs) e lances livres (24 convertidos contra apenas 12 tentativas de Cleveland). Quando você perde nessas duas categorias em casa, já sabe que a coisa tá feia.

    Brunson comandando e todo mundo contribuindo

    Jalen Brunson fez o que sempre faz: liderou com 30 pontos e seis assistências. Mas o que me impressiona nesse time dos Knicks é como todo mundo contribui. Landry Shamet com 14 pontos, Karl-Anthony Towns com um double-double (13 pontos e oito rebotes).

    Seis jogadores em dois dígitos. Isso é time, galera. Isso é química que a gente não via em Nova York há muito tempo.

    E agora? Os Knicks estão a uma vitória da Final da NBA. UMA. Depois de anos no buraco, eles podem varrer os Cavaliers no Jogo 4, segunda-feira às 21h (horário de Brasília).

    Vocês acham que Cleveland consegue reagir em casa ou os Knicks fecham logo essa série? Porque pelo que vi ontem, esse time de Nova York tá com uma fome que não vi há muito tempo. E quando o técnico adversário sai elogiando seus jogadores desse jeito… bom, aí você sabe que a coisa tá séria mesmo.

  • Mitchell sobre invasão dos fãs dos Knicks: ‘Sou de NY, não me choca’

    Mitchell sobre invasão dos fãs dos Knicks: ‘Sou de NY, não me choca’

    Cara, que situação constrangedora pros Cavs ontem à noite. Não só tomaram uma surra dos Knicks por 121 a 108 no Jogo 3 das finais do Leste, como ainda tiveram que aguentar a torcida visitante tomando conta da Rocket Arena. Imagina a cena: você tá na sua casa e escuta “Let’s Go Knicks” ecoando por todo o ginásio. Dor pura.

    A situação ficou tão bizarra que até Donovan Mitchell teve que comentar no pós-jogo. E olha, a resposta dele foi classe pura — típica de quem conhece bem essa torcida dos Knicks.

    A origem de tudo: Mitchell sabe como a coisa funciona

    “Eu sou de Nova York. Isso não me choca”, disse Mitchell após a derrota. “Eles fazem isso em todo ginásio. É como os fãs dos Cowboys, é simplesmente quem eles são. Não acho que seja uma coisa de Cleveland. É como os fãs dos Knicks são. Eu era um deles no passado.”

    E completou defendendo a torcida de casa: “Cleveland tem os melhores fãs do mundo. Eu sustento isso.”

    Sinceramente? Achei muito maduro da parte dele. O cara conseguiu separar as coisas — reconheceu a realidade sobre a torcida dos Knicks (que é realmente apaixonada e viaja pra todo canto) sem jogar a culpa nos fãs locais. Mitchell sabe que torcida de Nova York é diferenciada mesmo.

    O massacre foi técnico e psicológico

    Mas vamos aos fatos da partida, que foram brutais pros Cavs. Os Knicks acertaram absurdos 56% dos arremessos de quadra, enquanto Cleveland cravou apenas 12 de 41 tentativas do perímetro (29%). Uma diferença que grita, né?

    Jalen Brunson comandou a pancadaria com 30 pontos, mas o que mais impressionou foi o equilíbrio ofensivo dos Knicks. Mikal Bridges e OG Anunoby contribuíram com 22 e 21 pontos respectivamente — quando os coadjuvantes rendem assim, é sinal de que o time tá funcionando em alto nível.

    Pelo lado de Cleveland, Evan Mobley foi praticamente um soldado sozinho na guerra, marcando 24 pontos e pegando 6 rebotes. Mitchell até tentou carregar o ataque, mas simplesmente não teve munição suficiente pra responder ao tsunami ofensivo dos Knicks.

    3×0: a conta que ninguém quer pagar

    Agora os Cavs enfrentam uma estatística que é mais cruel que qualquer enterrada: nenhum time na história da NBA conseguiu reverter uma desvantagem de 3-0 nos playoffs. Zero. Nada. Nunca aconteceu.

    Vocês acham que Cleveland tem alguma chance de fazer história na segunda-feira? Ou os Knicks vão fechar a série em casa e partir pras finais da NBA?

    Uma coisa é certa: se os Cavs quiserem sonhar com o impossível, vão precisar jogar muito melhor do que mostraram até aqui. E torcer pra que dessa vez a torcida de casa faça mais barulho que os nova-iorquinos — porque ontem foi vexatório mesmo.

  • Knicks a um jogo da Final: ‘Como se fosse 0-0’, diz KAT

    Knicks a um jogo da Final: ‘Como se fosse 0-0’, diz KAT

    Cara, os Knicks estão numa situação que todo torcedor sonha: 3-0 na série contra o Cavs nas finais do Leste, a UM jogo da NBA Finals. Mas sabe o que é mais impressionante? A frieza desse time.

    Depois de atropelar Cleveland por 121-108 no jogo 3, você esperava festa no vestiário, né? Nada disso. O OG Anunoby e o Karl-Anthony Towns estão pregando a mesma coisa: “Vamos pro jogo 4 como se fosse 0-0”.

    Mentalidade de campeão

    Olha, eu não esperava essa maturidade do Towns. O cara que sempre foi criticado por não aparecer nos momentos decisivos agora tá liderando pelo exemplo. “Achamos um jeito de ganhar hoje, mas temos que ter o mesmo desespero como se fosse 0-0”, falou o KAT.

    E o Anunoby? Mesma pegada: “Entrar com desespero como se ainda fosse 0-0”.

    Dez vitórias seguidas nos playoffs. DEZ! Isso é coisa de time especial mesmo. Desde que esse grupo se encontrou, parece que descobriram uma química absurda. O Towns finalmente encontrou seu lugar, o OG tá sendo o defensive anchor que sempre foi, e o Brunson… bom, o Brunson continua sendo um monstro.

    A pressão agora é toda no Cleveland

    Sinceramente? Acho que os Cavaliers já entregaram os pontos. Time jovem, primeira vez numa situação dessas, e agora com a água no pescoço. Do outro lado, você tem um Knicks que tá jogando como se tivesse nada a perder.

    Engraçado pensar que no começo da temporada muita gente duvidava dessa troca do Towns. “Muito caro”, “não encaixa”, “vai atrapalhar o ataque”. E agora? O cara tá a um jogo da NBA Finals usando a camisa mais icônica do basquete.

    E aí, vocês acham que o Knicks fecha no jogo 4 ou o Cavs ainda tem gás pra levar pro jogo 5? Porque olhando essa mentalidade dos caras, parece que segunda-feira vai ter festa no Madison Square Garden.

  • Nova regra da loteria da NBA beneficia Utah e prejudica Memphis

    Nova regra da loteria da NBA beneficia Utah e prejudica Memphis

    Olha só que situação bizarra rolou com as novas regras da loteria da NBA. Vazou que a liga vai implementar mudanças que vão mexer com tudo que a gente conhece sobre o draft — e cara, tem time que vai se dar bem e outros que vão se ferrar legal.

    A informação veio do Kevin O’Connor e sinceramente, quando eu li pela primeira vez pensei: “Adam Silver, o que diabos você tá fazendo?”

    As novas regras que mudaram tudo

    Basicamente é assim: nenhum time pode pegar a primeira escolha em dois anos seguidos, e também não pode ficar no top-5 por três anos consecutivos. Até aí, faz sentido né? Ninguém aguenta mais ver San Antonio pegando pick top-4 três vezes seguidas.

    Mas aqui que a coisa fica interessante (e complicada): eles decidiram aplicar essa regra olhando para trás, desde 2025 e 2026. Ou seja, se Washington ganhar a loteria de novo em 2027, automaticamente desce para segunda posição.

    E o mais maluco? A regra segue o time ORIGINAL, não quem tem o pick. Isso significa que se o Time A tem o pick do Time B e esse pick cai em primeiro, o Time B não pode pegar primeiro no ano seguinte — mesmo que seja com outro time segurando o pick.

    Utah Jazz se deu bem, Memphis se ferrou

    Aqui que entra a treta do Utah Jazz e Memphis Grizzlies. Lembram da trade que levou Jaren Jackson Jr. para Utah? Pois é, Utah trocou seu pick de 2027 para Memphis.

    O problema é que Utah pegou quinta posição em 2025 e segunda em 2026. Com a nova regra, eles não podem ficar no top-5 em 2027. E como Memphis agora tem esse pick, eles também não podem receber uma escolha top-5 — mesmo sendo donos do pick agora!

    Mano, que sacanagem isso. Memphis fez uma trade pensando em uma coisa e agora se fode por causa de uma regra retroativa que nem existia na época.

    Na minha opinião, essa história de “pick restrictions for repeat lottery winners” é meio forçada. Cara, pegar a quinta posição é ser “winner”? Ano passado Utah ficou puto da vida por ter pego só a quinta escolha. E agora isso conta como se eles tivessem ganhado na loteria?

    Minha visão sobre essas mudanças

    Olha, eu entendo querer evitar que times peguem primeira escolha em anos consecutivos. Isso faz sentido. Mas essa regra do top-5 por três anos? Acho que foi longe demais.

    E essa história de aplicar retroativamente é complicada pra caramba. Times fizeram trades baseados nas regras que existiam na época. Agora você muda tudo e ferrra com acordos que já estavam feitos?

    Vocês acham que a NBA deveria ter aplicado essas regras só daqui pra frente? Porque sinceramente, essa situação do Memphis está bem injusta. O time fez uma trade legítima e agora se prejudica por uma regra que nem existia.

    No final das contas, típico da NBA: resolve um problema e cria outros três. Vamos ver como isso vai afetar as próximas loterias e se mais times vão se ferrar com essas mudanças malucas.

  • Bam Adebayo faz história no Heat ganhando prêmio de justiça social

    Bam Adebayo faz história no Heat ganhando prêmio de justiça social

    Olha, eu sempre soube que o Bam Adebayo era especial dentro de quadra, mas o cara acabou de provar que é ainda mais monstro fora dela. O pivô do Miami Heat ganhou o prêmio Kareem Abdul-Jabbar de Campeão de Justiça Social, se tornando o primeiro jogador da franquia a conquistar essa honraria.

    E cara, que declaração humilde do Bam: “Não espero prêmios por isso. O prêmio mesmo foi ver todas essas pessoas tendo suas vidas transformadas. Esse é o prêmio”. Isso que é maturidade, né?

    O trabalho que ninguém vê

    A NBA reconheceu os esforços do Adebayo para “promover justiça social e avançar a missão de vida do Abdul-Jabbar de engajar, empoderar e promover igualdade para comunidades historicamente desfavorecidas”. Como parte do prêmio, 100 mil dólares vão direto para a fundação do Bam, a “Bam, Books, and Brotherhood Foundation”.

    Na minha visão, isso mostra como os jogadores da nova geração entendem o papel social que têm. O Bam não tá só jogando basquete — ele tá realmente mudando vidas em Miami.

    Família e mentores

    O que mais me impressionou foi quando ele creditou tudo à mãe, Marilyn Blount, e ao veterano Udonis Haslem. “Começou com a minha mãe. Foi assim que a fundação nasceu”, disse o Bam. “O UD tem me ajudado muito. Obviamente ele é de Miami, então poder ajudar essa comunidade e fazer parte disso [é especial]”.

    Sinceramente, acho lindo ver como o Haslem continua sendo uma influência positiva mesmo depois de aposentado. O cara passou a vida toda no Heat e agora tá ajudando a próxima geração a entender a responsabilidade de ser um atleta profissional.

    E aí, vocês acham que mais jogadores deveriam se inspirar no exemplo do Bam? Porque olha, temporada passada ele fez 20.1 pontos e 10 rebotes por jogo, ou seja, o cara consegue ser All-Defense em quadra E campeão de justiça social fora dela. Isso que é completude de jogador.

    O melhor de tudo? Ele falou que isso é “um prêmio para muitas pessoas que não conseguem falar”. Cara, que maturidade. O Bam tá mostrando que dá pra ser estrela da NBA e ainda usar a plataforma pra fazer a diferença real na comunidade. Parabéns, monstro!

  • Edwards confessa: ‘Fiquei feliz quando Wemby foi expulso’

    Edwards confessa: ‘Fiquei feliz quando Wemby foi expulso’

    Cara, o Anthony Edwards não escondeu nada mesmo. Em um vídeo no YouTube dele, o craque dos Timberwolves confessou que ficou aliviado quando Victor Wembanyama foi expulso no Jogo 4 contra os Spurs. E olha, sendo bem sincero aqui — quem não ficaria?

    “Aquele monstro tem tipo 2,60m quando abre os braços”, brincou Edwards. “A cesta só tem 3 metros! Você tem que jogar a bola lá em cima. Ele é como uma estátua. É muito difícil vencer com ele em quadra por causa da defesa dele. Fiquei tão feliz quando ele foi expulso. Espero que suspendam ele também!”

    A realidade crua dos playoffs

    Olha, eu entendo completamente a frustração do Ant-Man. Wembanyama é simplesmente um problema que não tem solução fácil — e Minnesota descobriu isso da pior forma possível. O francês não só defendeu como um demônio, como ainda meteu 27 pontos e 17 rebotes no decisivo Jogo 5.

    Os Wolves estavam a apenas duas vitórias das Finais do Oeste pelo terceiro ano seguido. Imaginem a agonia de ver seus planos sendo destruídos por um garoto de 20 anos que parece ter saído de um laboratório de basquete.

    Edwards ainda estava lidando com lesões no joelho — tanto no final da temporada regular quanto nos playoffs. Com Wemby fora de quadra, talvez conseguisse encontrar seu ritmo ofensivo de sempre. Mas não rolou.

    O que poderia ter sido diferente

    Mesmo assim, Ant fez sua parte. Foram 23,7 pontos por jogo contra San Antonio, com 46,9% nos arremessos de quadra e 37,5% do perímetro. Números sólidos, mas você consegue imaginar o que ele teria feito sem o atual Defensor do Ano perturbando sua vida?

    Sinceramente acho que Edwards está certo em admitir isso publicamente. Todo mundo que joga contra Wembanyama pensa a mesma coisa — ele é um cheat code ambulante. A diferença é que a maioria não tem coragem de falar.

    E aí, vocês acham que Minnesota consegue resolver esse quebra-cabeça chamado Victor Wembanyama na próxima temporada? Porque uma coisa é certa: San Antonio não vai facilitar tão cedo, e esse duelo promete se repetir muitas vezes nos próximos anos.

  • Jaylin Williams derrete elogios pra Jared McCain: ‘Ele ilumina qualquer lugar’

    Jaylin Williams derrete elogios pra Jared McCain: ‘Ele ilumina qualquer lugar’

    Cara, que coisa linda de se ver! Depois da vitória épica do Thunder sobre o Spurs por 123-108 (saindo de um 15-0 no placar!), todo mundo tá falando de como o Jared McCain tá se encaixando perfeitamente no time de Oklahoma City. E quem melhor pra falar sobre isso que o Jaylin Williams, que literalmente senta do lado dele no vestiário?

    A química perfeita no vestiário

    Williams foi 100% sincero quando perguntaram sobre o companheiro de equipe. “O armário dele fica bem do lado do meu, então eu não consigo fugir dele”, brincou Williams. “Mas cara, ele é gente boa mesmo. Ele tem confiança em si mesmo, confiança na capacidade dele, confiança na própria pele… e é simplesmente um cara legal, só isso mesmo.”

    E olha, eu acho isso sensacional. Num esporte onde o ego às vezes fala mais alto, ver um veterano como Williams reconhecer a personalidade do McCain dessa forma é refrescante.

    Mas o que mais me chamou atenção foi isso: “Ele tá sempre se divertindo, não importa onde a gente tá. Pode ser no avião e ele tá rindo, pode ser depois do jogo e ele tá lá do outro lado do vestiário vindo conversar com a gente. Ele sempre ilumina qualquer ambiente que entra.”

    O lado humano faz a diferença

    Sinceramente, acho que essa é uma das coisas mais importantes no basquete profissional – e que a gente às vezes esquece. Não é só sobre enterradas e arremessos de 3. É sobre como o cara se relaciona com os companheiros, como ele traz energia positiva pro grupo.

    McCain saiu do banco e meteu 24 pontos na vitória. Williams contribuiu com 18. Os dois foram fundamentais pra virada histórica do Thunder. Mas pelo jeito, a contribuição do McCain vai muito além dos números no placar.

    “Quando eu cheguei aqui, tava nervoso. Não sabia o que esperar”, admitiu McCain. “Mas eles me receberam de braços abertos. Isso foi o mais importante pra mim em todo esse processo.”

    A mentalidade Thunder em ação

    E olha só que mentalidade absurda: mesmo saindo perdendo de 15-0 (quinze a zero!), o time manteve a cabeça no lugar. “Quando chamaram o tempo, ninguém tava cabisbaixo. Todo mundo pronto pra continuar e partir pra cima”, descreveu McCain.

    Essa é a diferença de um time campeão, né? A confiança, a química, a forma como eles se apoiam. E pelo que tô vendo, McCain já tá 100% integrado nessa filosofia.

    Vocês acham que essa dupla McCain-Williams pode ser peça-chave na busca pelo bicampeonato seguido? O Jogo 4 é domingo à noite em San Antonio, e pelo andar da carruagem, esse Thunder não vai facilitar pra ninguém.

  • Mitchell fora do jogo 4: Thunder perde peça importante contra Spurs

    Mitchell fora do jogo 4: Thunder perde peça importante contra Spurs

    Olha só que situação chata pro Thunder. Ajay Mitchell foi cortado do jogo 4 contra o San Antonio Spurs por causa de uma lesão na panturrilha direita. O cara se machucou na vitória de sexta-feira por 123-108, logo depois daquela confusão com o Devin Vassell — vocês viram aquela cena, né?

    E não é qualquer jogador que tá fora não. Mitchell pode ser jovem (23 anos), mas o belga mostrou que tem categoria pra muito mais do que banco. Lembram da série contra o Lakers nas semifinais da conferência? O moleque meteu média de 22.5 pontos com 56.3% de aproveitamento nos arremessos. Absurdo.

    Thunder sente o baque da ausência

    Sinceramente, eu acho que o pessoal tá subestimando o quanto essa ausência pode pesar. Tá certo que Oklahoma City tem um elenco profundo — isso ninguém discute. Mas com o Jalen Williams também lidando com problemas físicos, perder Mitchell é complicado.

    Contra os Spurs ele não tava no seu melhor momento, confesso. Apenas 5.3 pontos por jogo com 38.9% nos arremessos nas três primeiras partidas. Mas quem acompanha sabe: esse cara pode explodir a qualquer momento. É daqueles jogadores que você relaxa e ele mete 25 pontos na sua cara.

    Daigneault vai ter que improvisar

    Agora é ver como o técnico Mark Daigneault vai resolver essa. O Thunder precisa dessa vitória pra manter a moral lá em cima — principalmente depois daquela derrota na prorrogação do jogo 1 que meio que balançou a confiança de todo mundo.

    A profundidade do elenco é uma das grandes forças de Oklahoma City na busca pelo bicampeonato. Mas lesão é lesão, né pessoal? Sempre complica os esquemas, por mais talentoso que seja o grupo.

    Quem vocês acham que vai ganhar essa responsabilidade extra? E será que o Thunder consegue fechar essa série sem Mitchell 100%?

  • Chet se recusa a entregar o esquema contra Wemby: ‘Sem spoiler’

    Chet se recusa a entregar o esquema contra Wemby: ‘Sem spoiler’

    Olha, eu amo quando um jogador não entrega o ouro pro bandido. Chet Holmgren simplesmente mandou um ‘não rola’ quando perguntaram sobre como o Thunder tem conseguido parar Victor Wembanyama nas últimas duas partidas da final do Oeste.

    “Desculpa aí. Nada de estratégia”, disse o pivô de Oklahoma City quando questionado pela imprensa. E tá certíssimo, cara! Por que diabos ele ia entregar de bandeja o que tá funcionando contra o fenômeno francês?

    O duelo de gigantes que tá movimentando o basquete

    A real é que essa série tá absolutamente insana. Depois de Wemby ter feito uma apresentação histórica no Jogo 1 (praticamente humilhando o Chet), o Thunder conseguiu se recompor e venceu os dois jogos seguintes. Agora tá 2-1 pra Oklahoma City, e sinceramente? Eu não esperava essa reviravolta.

    Holmgren teve trabalho no começo – Wembanyama é simplesmente um monstro de 2,24m que faz coisas absurdas em quadra. Mas desde o segundo jogo, o pivô do Thunder mostrou por que foi peça fundamental na campanha do título do ano passado.

    E os números dele nos playoffs? Impressionantes: 16.7 pontos, 8 rebotes, 1.5 tocos por jogo, acertando 58% dos arremessos de quadra e 38.5% das bolas de três. Tá jogando bola pra caramba.

    Thunder quer fazer história de novo

    O que tá em jogo é gigantesco. Se Oklahoma City conseguir fechar essa série, eles voltam pras Finais da NBA tentando ser o primeiro time a repetir o título desde o Golden State Warriors em 2017-2018. Isso é pressão, hein?

    Eles já varreram Phoenix Suns e Los Angeles Lakers nos playoffs – mostraram que não vieram pra brincadeira. E agora, com Holmgren se recusando a dar dicas sobre como estão lidando com Wembanyama, fica claro que o foco é total.

    O Jogo 4 acontece neste sábado, às 21h (horário de Brasília), em San Antonio. Os Spurs jogam em casa precisando empatar a série, senão a coisa fica muito feia pro lado deles.

    Vocês acham que o Thunder consegue manter Wemby controlado mais uma vez? Porque se conseguir, essa final do Oeste pode acabar mais rápido do que todo mundo imagina.

  • Mitchell grita com os Cavs, mas não evita mais uma derrota pros Knicks

    Mitchell grita com os Cavs, mas não evita mais uma derrota pros Knicks

    Cara, o Donovan Mitchell tá fazendo de tudo pra acordar os companheiros, mas parece que os Cavaliers estão hipnotizados pelos Knicks. Na madrugada de sábado pra domingo (horário nosso), o armador foi flagrado gritando “Agora a gente responde dos dois lados da quadra!” durante o primeiro tempo do Jogo 3, tentando despertar o time que já estava 2-0 atrás na série.

    Olha, eu entendo a frustração do Mitchell. O cara finalmente chegou na sua primeira Final de Conferência da carreira — depois de NOVE anos tentando — e os Cavs simplesmente não conseguem jogar o basquete que todo mundo sabe que eles sabem jogar. É de partir o coração.

    A liderança que não bastou

    Mitchell fez a parte dele: 23 pontos, 4 assistências e 3 roubadas de bola. Evan Mobley liderou a pontuação com 24, e até o James Harden contribuiu com 19 pontos. Mas não adiantou nada. Os Knicks simplesmente estão num nível acima nessa série, e agora Cleveland está 3-0 atrás.

    Vocês lembram do colapso histórico no Jogo 1? Pois é, desde então os Cavs não conseguiram se recuperar emocionalmente. É como se tivessem levado um soco no estômago e ainda não conseguissem respirar direito.

    Hora de fazer história (ou ir pra casa)

    Agora é matemático: ou os Cavaliers fazem uma das maiores viradas da história dos playoffs da NBA, ou a temporada acaba no próximo jogo. Sinceramente, acho difícil. Muito difícil. Mas se tem alguém que pode liderar uma reação desesperada, esse alguém é o Donovan Mitchell.

    O Jogo 4 acontece nesta segunda-feira (25), às 21h (horário de Brasília), em Cleveland. É literalmente fazer ou morrer. Será que a liderança vocal do Mitchell vai finalmente surtir efeito? Ou será que os Knicks vão completar a varrida e avançar pras Finais da NBA?

    Uma coisa eu sei: se os Cavs saírem dessa, vai ser uma das histórias mais incríveis que eu já vi no basquete. Mas primeiro, eles precisam ganhar UM jogo. Só um. E aí quem sabe…