Autor: Leandro Amorim

  • Hart não quer saber de festa: ‘A série não acabou’

    Hart não quer saber de festa: ‘A série não acabou’

    Mano, que frieza do Josh Hart. Enquanto todo mundo já tava comemorando a vitória de 121-108 dos Knicks sobre os Cavs no sábado, o cara simplesmente andou pela quadra com aquela postura de quem ainda tem trabalho pra fazer.

    E quando os repórteres se aproximaram esperando alguma declaração animada, Hart soltou essa pérola de três palavras: “A série não acabou”. Pronto. Não quis nem saber de sorrisinho pras câmeras.

    Cara, eu admiro essa mentalidade. O time tá 3-0 na série, dominando completamente os Cavaliers, mas o Hart tá com a cabeça no lugar certo. Sabe que em playoff NBA qualquer relaxada pode dar ruim.

    Knicks dominaram em Cleveland

    Olha só a situação: os Cavs estavam jogando em casa pela primeira vez numa final de conferência em quase 10 anos. Tinha até o Travis Kelce e a Taylor Swift na primeira fila torcendo pros donos da casa. Mas nem assim rolou.

    O Karl-Anthony Towns começou destruindo logo no primeiro quarto – 11 pontos, incluindo uma fadeaway absurda por cima do James Harden que foi de lascar. KAT meio que sumiu depois (só mais 2 pontos), mas aí que tá a beleza desse time dos Knicks: todo mundo contribui.

    Hart mesmo fez 12 pontos, quase um double-double (faltou só um rebote), mas onde ele realmente brilhou foi na defesa. Quatro roubadas de bola! E ainda distribuiu 5 assistências. Jogador completo, monstro.

    Brunson comandando o show

    Mas quem realmente carregou o piano foi o Jalen Brunson com seus 30 pontos. O cara tá numa fase absurda nos playoffs. Mikal Bridges ajudou com 22, OG Anunoby com 21… É isso aí, basquete coletivo funcionando na sua melhor forma.

    E pra vocês terem uma ideia da dominância: são cinco vitórias consecutivas fora de casa por 10+ pontos de diferença. Sinceramente, eu não esperava essa superioridade toda dos Knicks, mas eles tão jogando um basquete lindo de assistir.

    Agora é torcer pra que Hart mantenha essa frieza e o time feche a série no próximo jogo. Porque cara, ver os Knicks nas finais da NBA depois de 27 anos seria algo histórico mesmo. E aí, vocês acham que rola o 4-0 ou os Cavs conseguem pelo menos uma vitória em casa?

  • Knicks massacram Cavs no jogo 3 e Atkinson admite: ‘Eles foram mais físicos’

    Knicks massacram Cavs no jogo 3 e Atkinson admite: ‘Eles foram mais físicos’

    Cara, os Knicks simplesmente não têm dó do Cleveland. É impressionante como esse time do Tom Thibodeau consegue impor seu ritmo físico em qualquer quadra, e no sábado à noite em Ohio não foi diferente.

    Vitória de 121-108 no jogo 3 das finais da Conferência Leste, e agora é 3-0 na série. Dez vitórias consecutivas nos playoffs. O Cleveland tá literalmente com a corda no pescoço.

    Físico de Nova York foi outro nível

    Desde o primeiro quarto os Knicks mostraram pra que vieram. Abriram 37-27 logo de cara e nunca mais deixaram os Cavs respirarem. Aquela defesa grudenta, irritante, que faz o adversário perder a paciência — marca registrada do Thibs.

    E olha, eu não esperava que o próprio Kenny Atkinson fosse admitir isso tão abertamente. O técnico dos Cavaliers foi direto ao ponto depois do jogo: “A fisicalidade deles foi muito maior que a nossa… mérito deles”.

    Continuou explicando: “Eles grudaram na bola, muito pegajosos, aquela coisa de agarrar e segurar, que faz parte do jogo… nós não conseguimos jogar através dessa fisicalidade hoje à noite”.

    Cavs sem resposta para o bulldozer Knicks

    Sinceramente, dá até pena ver como o Cleveland não consegue encontrar uma resposta pra intensidade nova-iorquina. É como se os caras simplesmente travassem quando os Knicks aumentam a pressão.

    E vamos ser honestos — esse reconhecimento do Atkinson meio que entrega que eles não esperavam esse nível de intensidade física. Em casa, no jogo 3, era pra ter reagido. Mas não rolou.

    Agora me digam: vocês acham que Cleveland consegue uma remontada histórica saindo de 3-0? Ou os Knicks vão fechar em casa mesmo? Porque do jeito que tá indo, essa diferença de intensidade não vai mudar da noite pro dia…

    Dez vitórias seguidas nos playoffs não é brincadeira. Esse time dos Knicks tá jogando um basquete que lembra muito aqueles times durões dos anos 90. E Cleveland? Bom, pelo menos o técnico foi honesto.

  • Bucks monta staff dos sonhos com Ham, Boylan e St. Andrews

    Bucks monta staff dos sonhos com Ham, Boylan e St. Andrews

    Olha, o Taylor Jenkins não tá brincando em serviço. O novo técnico do Milwaukee Bucks acabou de fechar um staff que é simplesmente absurdo — e que deixa claro que a franquia quer mesmo uma mudança radical de cultura.

    Segundo o pessoal do The Athletic, Jenkins trouxe três nomes peso-pesado: Joe Boylan (que nunca tinha trabalhado em Milwaukee), manteve o Darvin Ham (que já é praticamente da família) e ainda conseguiu o retorno do Patrick St. Andrews, que passou cinco temporadas na cidade entre 2018 e 2023.

    Boylan é o cara do desenvolvimento

    Joe Boylan é daqueles caras que você vê o currículo e fica “nossa”. Desde 2009 na NBA, passou por Celtics, Warriors, Pelicans, Timberwolves e Memphis Grizzlies (duas vezes, inclusive uma com o próprio Jenkins). O monstro é especialista em desenvolvimento de jogadores — trabalhou com galera como Jaden McDaniels, Brandon Ingram e Naz Reid.

    E cara, isso é EXATAMENTE o que o Bucks precisa agora. Eles têm uns mlks promissores como Ryan Rollins e Ousmane Dieng, sem contar a 10ª escolha do draft que vem por aí. A metodologia do Boylan é interessante: ao invés de ficar repetindo movimento “perfeito”, ele coloca os jogadores em situações diferentes pra eles mesmo descobrirem as soluções. Inteligente demais.

    Ham voltou pra casa

    Darvin Ham dispensa apresentações, né? O cara que até foi entrevistado pro cargo de técnico do Pelicans decidiu voltar pro Bucks, onde já passou SEIS temporadas como assistente. Saiu pra ser técnico do Lakers por duas temporadas, mas agora tá de volta.

    A química dele com Jenkins é antiga — trabalharam juntos por cinco anos no Atlanta Hawks com o Mike Budenholzer. E sinceramente, depois de toda a bagunça que rolou em Milwaukee recentemente, ter alguém como Ham traz aquela estabilidade que time precisa. O cara é conhecido pela ética de trabalho e comunicação.

    St. Andrews completa o trio

    Patrick St. Andrews é tipo aquele amigo que sempre volta. Trabalhou com Jenkins no Memphis entre 2023-2025, mas também tem história longa no Bucks — cinco temporadas, incluindo o título de 2021. Antes disso, também estava no staff do Budenholzer no Hawks.

    Na temporada passada estava no Portland Trail Blazers, e pelo que o pessoal de lá conta, foi peça-chave gerenciando rotações e minutagem quando metade do time estava voltando de lesão. Ou seja, o cara sabe lidar com adversidade.

    Vocês acham que esse staff vai conseguir realmente mudar a cultura do Bucks? Na minha visão, a combinação de desenvolvimento (Boylan), estabilidade (Ham) e gestão de jogo (St. Andrews) é perfeita pro que Jenkins quer implementar. E o timing não podia ser melhor — draft e free agency vindo aí.

    Esse trio aponta pra uma coisa: Milwaukee quer mesmo partir do zero, mas sem esquecer o que deu certo no passado. Esperando ansiosamente pra ver essa nova era em ação.

  • Shamet vira herói improvável e Knicks dominam Cavs no jogo 3

    Shamet vira herói improvável e Knicks dominam Cavs no jogo 3

    Cara, tem coisa mais linda do que um reserva decidindo playoff? O Landry Shamet simplesmente resolveu aparecer na hora H e carregou os Knicks nas costas para mais uma vitória sobre os Cavaliers, dessa vez por 3-1 na série das finais do Leste.

    O cara entrou saindo do banco, jogou 28 minutos e foi simplesmente monstro nos momentos decisivos. Sabe aqueles arremessos de 3 que você torce pra entrar? Pois é, com o Shamet entraram. Quatro tentativas, três acertos, e todas nos momentos que mais importavam.

    Clutch de verdade

    Olha, eu já vi muito reserva fazer diferença nos playoffs, mas o que o Shamet tá fazendo nessas finais do Leste é coisa de outro mundo. Nas finais da conferência, o cara tá com 7 acertos em 8 tentativas do perímetro. Sete em oito! E o mais absurdo? Seis desses acertos vieram no quarto período ou na prorrogação.

    “É aquela mentalidade do próximo lance”, disse o próprio Shamet depois do jogo. “A bola entra, eu já tô pensando em defender o All-Star do outro lado da quadra.” E realmente, o cara não foi só no ataque – passou boa parte do jogo marcando ninguém menos que o Donovan Mitchell.

    Brunson elogia, Hart aprova

    O Jalen Brunson, que obviamente sabe o que é ser decisivo, não poupou elogios: “Ele tem sido gigante. Um verdadeiro profissional.” Já o Josh Hart foi direto ao ponto: “É um puta jogador e vamos precisar dele até o fim, então queremos que ele tenha todas as oportunidades possíveis.”

    E vocês, acham que o Shamet consegue manter esse nível? Porque, sinceramente, se ele continuar assim, os Knicks podem estar caminhando para algo muito especial. Dos 22 pontos que o banco de Nova York fez, 13 foram do Shamet. Isso é ser o sexto homem de verdade.

    Cleveland agora precisa de um milagre pra virar essa série, e com o Shamet jogando desse jeito, fica difícil apostar contra os Knicks chegarem às finais da NBA.

  • Knicks a um passo da final! Brunson comanda show contra Cavaliers

    Knicks a um passo da final! Brunson comanda show contra Cavaliers

    Cara, os Knicks estão VOANDO nestes playoffs! Ontem à noite foi mais um show em Cleveland, com vitória por 121-108 sobre os Cavaliers. E sabe o que isso significa? Eles estão a apenas UMA vitória de chegar na final da NBA pela primeira vez desde 1999!

    Jalen Brunson foi simplesmente monstro mais uma vez — 30 pontos numa atuação cirúrgica. O cara tá jogando um basquete absurdo nesta pós-temporada. Mikal Bridges deu o apoio necessário com 22 pontos, e OG Anunoby colaborou com 21. Esse trio tá funcionando que é uma beleza.

    Dominância total em quadra

    O que mais me impressiona é a forma como esses Knicks estão dominando. Eles lideraram o jogo INTEIRO contra Cleveland. Foram 43 de 77 nos arremessos de quadra (isso é 55.8%!), acertaram 11 das 28 tentativas do perímetro e foram quase perfeitos nos lances livres: 24 de 27.

    E olha só essa estatística absurda: apenas uma das vitórias dos Knicks nestes playoffs não foi por dois dígitos. A média de diferença? 22.5 pontos por jogo. Isso não é dominância, é destruição mesmo.

    Do lado dos Cavaliers, Donovan Mitchell fez 23 pontos e James Harden contribuiu com 21, mas não foi o suficiente. O time de Cleveland sofreu muito do perímetro (12 de 41 nas bolas de três) e isso acabou pesando no resultado final.

    Rumo ao título dos sonhos?

    Os Knicks agora fazem parte de um clube bem seleto: são apenas o sétimo time na história da NBA a vencer pelo menos 10 jogos consecutivos numa mesma pós-temporada. O último a fazer isso? Boston Celtics em 2024 — e eles foram campeões.

    Na segunda-feira, em casa, eles podem fechar a série e partir pra final. Sinceramente, do jeito que estão jogando, quem consegue parar esses caras? A torcida do Madison Square Garden deve estar maluca de ansiedade.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem quebrar o jejuão de 27 anos sem chegar numa final? Eu tô começando a acreditar seriamente que esse pode ser o ano deles!

  • Pistons precisam negociar 2 jogadores após 60 vitórias e vexame nos playoffs

    Pistons precisam negociar 2 jogadores após 60 vitórias e vexame nos playoffs

    Cara, que montanha-russa foi essa temporada do Detroit Pistons, né? Sessenta vitórias na temporada regular — SESSENTA! — e depois aquela humilhação no jogo 7 contra o Cleveland Cavaliers. Sinceramente, dói no coração ver um time que fez uma campanha histórica se desmanchar desse jeito nos playoffs.

    Olha, vou ser direto: os Pistons provaram que são time de verdade, mas também aprenderam na marra que dominar a temporada regular não significa nada se você não consegue entregar quando a coisa aperta. E agora? Trajan Langdon tem duas decisões difíceis pela frente.

    A temporada mágica que virou pesadelo

    Vamos dar o devido valor primeiro — o que os Pistons fizeram foi absurdo. De 60 derrotas para 60 vitórias em duas temporadas? Isso nunca aconteceu na NBA. Nunca. Eles viraram a segunda melhor defesa da liga, ganharam a divisão pela primeira vez desde 2008, e transformaram Cade Cunningham num astro de verdade.

    O garoto evoluiu demais, ganhou troféu de jogador do mês várias vezes e mostrou que pode carregar um time nas costas. Até quando se machucou no final da temporada, Detroit foi 13-4 sem ele. Parecia que tinha entrosamento e banco forte.

    Mas aí chegaram os playoffs… E cara, que exposição dolorosa. Cleveland simplesmente parou o jogo, dissecou o ataque dos Pistons na meia-quadra, e mostrou que aquela ofensiva linda da temporada regular tinha furos gigantes. Os caras não conseguiam criar arremessos limpos de 3, o espaçamento desmoronou, e alguns jogadores viraram peso morto nos momentos decisivos.

    Jalen Duren: o dilema de 30 milhões

    E aqui chegamos na decisão mais difícil: o que fazer com Jalen Duren? Na temporada regular, o cara foi monstro — primeiro All-Star Game, double-double toda noite, âncora defensiva. Mas nos playoffs contra Cleveland? Completamente exposto.

    Os Cavaliers lotaram o garrafão e praticamente falaram: ‘se vira aí, gigante’. Duren não consegue arremessar de longe, não castiga as trocas de marcação, e ainda por cima entupiu as linhas de penetração do Cade. O ataque ficou previsível demais sempre que ele estava em quadra com outros jogadores que não arremessam de 3.

    O problema é que agora vem a conta: Duren pode pedir algo entre 30-35 milhões por ano na agência livre. Com o Cade ganhando mais de 50 milhões daqui a pouco, será que vale a pena pagar essa fortuna por um pivô tradicional que some nos playoffs?

    Na minha opinião, não vale. Os Pistons precisam explorar um sign-and-trade enquanto o valor de mercado do Duren ainda está alto. Trocar por um pivô que arremessa de longe ou um segundo criador de jogadas seria muito mais inteligente. Lealdade emocional não ganha championship.

    E aí, vocês acham que Detroit vai ter coragem de mexer no time que fez 60 vitórias? Ou vão apostar que foi só azar nos playoffs?

  • Knicks fazem história e estão a 1 vitória das Finals pela 1ª vez em 25 anos

    Knicks fazem história e estão a 1 vitória das Finals pela 1ª vez em 25 anos

    Gente, eu tô em choque. Os New York Knicks estão literalmente a UMA vitória de chegar às Finals da NBA pela primeira vez desde 1999. Ontem à noite eles destruíram o Cleveland Cavaliers por 121-108 no Jogo 3 das Finais da Conferência Leste e agora lideram por 3-0.

    E sabe o que isso significa? NINGUÉM na história da NBA jamais perdeu uma série depois de abrir 3-0. São 163 vitórias em 163 tentativas. É praticamente impossível os Cavs virarem isso.

    Sequência histórica que arrepia

    Mas o mais absurdo é que os Knicks acabaram de igualar um recorde histórico dos playoffs: 10 vitórias consecutivas na pós-temporada. Cara, só cinco times na história conseguiram isso ou mais – Golden State Warriors de 2017, San Antonio de 99, Lakers de 2001 e 89, e o Boston Celtics deste ano mesmo (que ganhou 10 seguidas caminho ao título).

    Na minha visão, esse time dos Knicks tá jogando um basquete que eu não via há anos. A eficiência ofensiva é de outro planeta – eles lideram TODOS os times dos playoffs em aproveitamento de arremessos de quadra, de 2 pontos E de 3 pontos. Isso é coisa de monstro mesmo.

    Brunson comandando o show

    Jalen Brunson mais uma vez foi o maestro da orquestra com 30 pontos e 6 assistências. O cara simplesmente não erra quando importa. Mikal Bridges contribuiu com 22, OG Anunoby fez 21, e Karl-Anthony Towns quase fez um triple-double (13 pontos, 8 rebotes, 7 assistências).

    Mas olha só que loucura: Landry Shamet saiu do banco e meteu 14 pontos, incluindo três bolas de 3 em apenas 99 segundos no último quarto que praticamente selaram o jogo. De 99-94, foi pra 105-94. Acabou ali.

    Os Knicks acertaram 43 de 77 arremessos de quadra (55.8%), 11 de 28 de três (39.3%) e absurdos 24 de 27 lances livres (88.9%). Quatro dos cinco titulares acertaram mais de 50% dos arremessos. É muita precisão, pessoal.

    Cavaliers sem respostas

    Do lado de Cleveland, Donovan Mitchell fez 23, Evan Mobley contribuiu com 24 e James Harden adicionou 21 pontos. Mas não foi suficiente. Os Cavs tão sofrendo demais no perímetro – apenas 12 de 41 de três pontos no jogo (29.3%), e na série estão com míseros 30% de aproveitamento do além do arco.

    Sinceramente, eu não esperava que os Knicks dominassem tanto assim. Eles controlaram o jogo desde o início, abrindo 9-1 e fechando o primeiro quarto 37-27. Cleveland até empatou em 50 no segundo período, mas os Knicks responderam com uma sequência de 10-1 e foram pro intervalo vencendo 60-54.

    E aí, vocês acham que os Cavaliers conseguem uma virada histórica ou os Knicks vão mesmo quebrar o jejum de 25 anos? O Jogo 4 é segunda-feira, em Cleveland, e pode ser o fim da linha pros Cavs.

  • Charles Barkley não consegue falar o nome do OG Anunoby e vira meme

    Charles Barkley não consegue falar o nome do OG Anunoby e vira meme

    Gente, eu tô aqui vendo o OG Anunoby destruindo os Cavaliers no jogo 3 dos playoffs — 21 pontos, 7 rebotes, mandando muito bem — e o que todo mundo tá falando hoje? Do Charles Barkley tentando pronunciar o nome real do cara na entrevista pós-jogo. Eu rachei de rir, sério.

    A situação foi hilária. O Chuck, na maior cara de pau, pergunta pro OG: “Qual é seu nome de verdade?” O estúdio inteiro começa a rir já imaginando o que vinha por aí. O Anunoby, meio sem jeito, responde: “Meu nome é Ogugua”.

    E aí que a coisa virou circo mesmo. O Barkley tentou repetir e… cara, foi um desastre. O homem simplesmente não conseguiu pronunciar direito e ainda teve a audácia de acusar o OG de estar falando o próprio nome errado! O jogador só conseguiu dar aquele sorriso amarelo, sabe?

    Quando o Ernie Johnson teve que intervir

    A situação ficou tão constrangedora que o Ernie Johnson teve que entrar na conversa pra salvar todo mundo, mudando de assunto pros números do OG nos playoffs — que por sinal são absurdos: 59% nos arremessos e 51% nas bolas de três. Monstro!

    E no jogo 3 mesmo o cara mostrou por que tá com esses números. Acertou 3 das 4 tentativas do perímetro, foi 6/10 nos arremessos gerais. Os Knicks como um todo tiveram uma noite perfeita: 55,9% de aproveitamento coletivo. O Mikal Bridges também mandou bem com 21 pontos em 11/15 nos arremessos.

    Cavs na corda bamba

    Olha, sinceramente eu não esperava que Cleveland fosse estar 3-0 pra baixo nessa série. O Donovan Mitchell até fez seus 23 pontos, mas foi com 9/21 nos arremessos — uma noite horrível pra quem precisa carregar o time. O Evan Mobley liderou a pontuação dos Cavs com 24, mas só acertou 1 das 6 tentativas de três.

    Vocês acham que os Cavaliers conseguem a façanha histórica? Porque olha, nunca na história da NBA um time conseguiu virar uma série depois de estar 3-0 atrás. E com os Knicks jogando desse jeito, chegando perto das Finais depois de 27 anos… vai ser difícil.

    Mas independente do resultado da série, uma coisa é certa: o Charles Barkley tentando pronunciar “Ogugua” vai ficar pro resto da vida como um dos momentos mais engraçados da temporada. Coitado do OG — nasceu na Inglaterra, pais nigerianos, e agora tem que aguentar o Chuck massacrando o nome dele na TV nacional!

  • Kenny Atkinson entregou os Cavaliers pro Knicks no Jogo 1

    Kenny Atkinson entregou os Cavaliers pro Knicks no Jogo 1

    Cara, eu não consigo tirar o Jogo 1 da cabeça. Os Cavaliers estavam ganhando por 22 pontos — VINTE E DOIS — e conseguiram entregar de bandeja pros Knicks. E o principal culpado? Kenny Atkinson, que simplesmente assistiu o time desmoronar sem fazer nada.

    Vamos aos fatos: Cleveland estava dominando. Donovan Mitchell chuva de três (acertou 4), Evan Mobley fazendo double-double (15 pontos, 14 rebotes), até o James Harden estava colaborando com 15 pontos. Parecia que os Cavs iam sair na frente na série e colocar pressão nos favoritos Knicks.

    A virada que mudou tudo

    Mas aí veio o terceiro quarto. Cleveland fez 35 pontos, estava tudo lindo… até que não estava mais. Os Knicks fizeram uma virada histórica de 22 pontos e forçaram a prorrogação. E na prorrogação? Os Cavaliers fizeram apenas 3 pontos. TRÊS.

    Jalen Brunson simplesmente resolveu virar o Michael Jordan no quarto período: 15 pontos, 7 de 9 nos arremessos. O cara estava imparável. E onde estava o Atkinson? Provavelmente pensando no que ia jantar, porque pediu timeout foi nada.

    Olha, eu entendo que às vezes o técnico confia no time pra resolver, mas quando você vê uma virada de 22 pontos acontecendo na sua cara, você PRECISA parar o jogo, reagrupar, fazer alguma coisa. Qualquer coisa!

    As consequências da passividade

    E agora? Os Cavaliers perderam o Jogo 3 por 121-108, estão com 2-1 pra baixo e praticamente com um pé na rua. A intensidade que eles mostraram na virada contra os Pistons (saíram de 2-0 atrás) simplesmente sumiu.

    O pior de tudo é que esse time dos Cavs tem talento pra chegar nas Finais, sério. Mas a estratégia defensiva é de chorar — James Harden virou saco de pancada dos Knicks, que atacam ele o jogo inteiro. Enquanto isso, Jalen Brunson fica livre pra fazer o que quer na quadra.

    No Jogo 3, foi um festival: Brunson com 30 pontos e 6 assistências, Mikal Bridges com 22, OG Anunoby com 21… até o Landry Shamet apareceu com 14 pontos. Quando todo mundo do time adversário está jogando bem, é sinal de que sua defesa não está funcionando.

    Vivem e morrem pelo três

    E no ataque? Cleveland continua com aquela tática previsível de viver e morrer pela bola de três. Erraram 29 das 41 tentativas no Jogo 3 — quase 30% de aproveitamento. É muita dependência pra uma coisa que não está funcionando.

    Sinceramente, acho que os Cavaliers perderam a série naquele Jogo 1. Ter 22 pontos de vantagem e entregar assim… isso marca psicologicamente. Os Knicks ganharam confiança e os Cavs nunca mais foram os mesmos.

    Kenny Atkinson pode ser um bom técnico, mas nessa série ele está sendo completamente superado pelo Mike Brown. E o pior é que tinha tudo pra dar certo — era só não deixar aquela virada histórica acontecer.

    Vocês acham que ainda dá tempo dos Cavaliers reagirem, ou a série já era?

  • Chuck mandou o Shaq ‘sumir’ do Inside the NBA e foi hilário

    Chuck mandou o Shaq ‘sumir’ do Inside the NBA e foi hilário

    Cara, o Charles Barkley não perdoa mesmo. Com o Shaquille O’Neal ausente do Inside the NBA no sábado (estava na formatura do filho em Sacramento), o Chuck aproveitou pra soltar o verbo e mandar o parceiro não voltar mais. Sim, você leu certo.

    “Eu não quero ele de volta. Quero ele longe, ponto final”, disparou Barkley, enquanto o Draymond Green substituía o Shaq no programa. O vídeo viralizou na ESPN e, sinceramente, eu ri demais vendo isso.

    A treta que não acaba nunca

    Mas ó, isso aí é só o Chuck se vingando do que o Shaq aprontou na formatura dele na LSU. O gigante recebeu seu mestrado (orgulho!) e foi anunciado como Shaquille “Eu odeio Charles Barkley” O’Neal. Monstro demais, né?

    E não parou por aí. No discurso da formatura, o Shaq ainda meteu o pau no Chuck de novo: “Esse mundo é maluco. Um dia o Charles Barkley tava gordo, no outro dia tá magro. Não sei o que aconteceu, mas o mundo é doido mesmo”.

    Cara, esses dois são impagáveis. Desde 2011 que a gente assiste essa dupla se matando no programa, e eu juro que nunca enjoa.

    Draymond salvou a situação

    O Draymond Green, que tava cobrindo o Shaq, deve ter pensado: “Caraca, em que eu me meti?”. Mas convenhamos, ter o Green ali foi uma boa — o cara entende de basquete e não fica quieto, igual esses dois veteranos.

    Agora fico imaginando: será que quando o Shaq voltar na próxima ele vai redobrar a dose? Porque conhecendo esses dois, essa guerra tá longe de acabar.

    E vocês, preferem o Inside the NBA com ou sem essa treta eterna entre Chuck e Shaq? Eu, particularmente, acho que é isso que faz o programa ser único. Onde mais você vê duas lendas da NBA se zoando desse jeito na TV nacional?